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| Em recente inauguração da Clínica da Família ao lado do Sr Secretário de Saúde Hans. |
Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Usuário s do PSF IPASE reclamam do atendimento.
sexta-feira, 9 de março de 2012
PROGRAMA SAUDE DA FAMÍLIA ( PROCEDIMENTOS)
domingo, 27 de novembro de 2011
Inauguração do PSF de #VilaKosmos #RJ
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Pílula de farinha (Mônica Bergamo)
Para acrescentar no CLIPPING de hoje (30/06/2011)
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Bem Fam CLIPPING - 06/abr./2011
| CLIPPING.doc 143K Exibir como HTML Examinar e baixar |
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Folha de S.Paulo: ‘Quem perde é a população’, afirma pesquisadora da Fiocruz Maria Alice de Carvalho sobre a baixa cobertura do Programa Saúde da Famí
Em artigo para a Folha de S.Paulo, Maria Alice também defendeu que problemas como tuberculose, hipertensão e mortalidade infantil e materna podem ser controlados com a atuação dos profissionais do Programa. Confira o texto a seguir.
Quando não se adere à nova estratégia, quem sai perdendo é a população...
MARIA ALICE P. DE CARVALHO
ESPECIAL PARA A FOLHA
Por que ainda há municípios sem a ESF (Estratégia Saúde da Família)? O que perdem os moradores desses locais? Essas questões inquietam pesquisadores, trabalhadores da saúde e políticos. Deveriam ser objeto de inquietação da população.
A ESF se propõe a atender famílias por meio de uma equipe multiprofissional que vai às casas. Os profissionais falam sobre nutrição infantil, saneamento básico, acompanham o pré-natal e explicam como evitar doenças como malária, tuberculose, hipertensão e diabetes.
Objetivam principalmente prevenir, promover a saúde, acompanhar agravos e evitar que as pessoas necessitem de outros serviços de saúde.
A ESF é também uma forma de orientar a população a entrar no sistema público de saúde. Funciona como filtro eficiente para uso adequado de tecnologias disponíveis em hospitais e clínicas.
Implantar a ESF significa, além de trazer uma nova prática, reorganizar o velho modelo de atenção à saúde. Esse modelo, historicamente, é voltado para atender à doença já instalada, realizar procedimentos cirúrgicos evitáveis e reabilitar os incapacitados. Implica maiores recursos para pagar exames, procedimentos caros e medicamentos que enriquecem a indústria farmacêutica e fabricantes de próteses e aparelhos de reabilitação.
Uma consequência dessa opção sentem os pacientes de diabetes. Quando não têm acompanhamento na atenção básica, acabam desenvolvendo problemas que podem levar a amputações.
No Rio, 53% dos diabéticos que chegam aos hospitais de emergência acabam em amputações. Ações de prevenção as reduzem em 60%.
Vários outros problemas, como tuberculose, hipertensão e mortalidade infantil e materna, podem ser controlados quando há uma busca ativa das equipes da ESF.
Por que alguns municípios não aderiram à Saúde da Família? São interesses ideológicos? Optam pela atenção à doença e pelo cuidado hospitalar, aumentando as emergências? São interesses financeiros e mercadológicos que se unem ao interesses dos planos de saúde? Enquanto isso, quem perde é a população...
MARIA ALICE PESSANHA DE CARVALHO é pesquisadora da Ensp/Fiocruz
Fonte: Folha de S.Paulo
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
A difícil arte de nasce
A difícil arte de nascer (Paulo Pinheiro)
O Dia
21/01/2010
A tentativa de atendimento diferenciado à gestante e a seu bebê é um bom começo
Médico e líder da Frente Carioca (PPS-PV) na Câmara dos Vereadores
Rio - Após a desassistência sistemática às mães que pretendem dar à luz na rede municipal, a prefeitura assume uma responsabilidade única com as gestantes por meio do projeto ‘Cegonha Carioca’. Mais que a oferta de enxoval, atendimento personalizado e de um diploma de cidadão carioca para o recém-nascido, o destaque é a garantia de transporte e a promessa de conquista de um leito materno.
O poder público tenta assumir um papel mais ativo no encaminhamento da gestante, retirando dela a responsabilidade pela busca de uma vaga no sistema público de saúde. O funcionamento, porém, pode encontrar obstáculos devido aos problemas de gestão na Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil.
A opção da Secretaria, em transferir os serviços na saúde às Organizações Sociais (OSs), é um equívoco. A primeira entidade habilitada para tocar o Programa Saúde da Família (PSF) na Zona Oeste não inspira confiança porque responde na Justiça por uma série de ações por má administração.
Somente com a valorização do PSF, a melhoria da qualidade do pré-natal e uma melhor atenção ao parto, a assistência materno-infantil apresentará avanços. A taxa de mortalidade relaciona-se diretamente com os investimentos realizados e com as políticas públicas na saúde. A quantidade de mortes é resultado de complicações enfrentadas durante o pré-natal, no parto ou no falho acompanhamento médico do bebê até um ano de vida.
C,ipping Bem Fam(21/01/010)

