Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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Ativismo Contra Aids/TB

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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

FDA aprova novo medicamento para a tuberculose multirresistente - O órgão americano responsável pelo controle de alimentos e produtos medicinais, o FDA (Food and Drug Administration), aprovou (31) um medicamento pioneiro para o tratamento da tuberculose multirresistente. O Sirturo (bedaquilina) vai atuar como parte do coquetel de fármacos utilizados em adultos, inibindo uma enzima necessária para que a bactéria se replique e se espalhe pelo corpo. A tuberculose é causada pela Mycobacterium tuberculosis, que normalmente afeta pulmões e pode atingir cérebro e rins. O novo medicamento será direcionado aos pacientes que oferecem resistência às duas poderosas drogas, a isonazida e a rifampicina, mais utilizadas no tratamento. Para o diretor do Escritório de Produtos Antimicrobianos do Centro de Avaliação e Pesquisa de Drogas do FDA, Edward Cox, devido à grave ameaça à saúde em todo mundo que é a tuberculose multirresistente, o Sirturo surge como um tratamento bastante necessário a quem não tem outras opções terapêuticas disponíveis. "No entanto, por conta das ameaças à saúde que a droga causa, os médicos devem usá-la apenas em pacientes que não possuem alternativa medicamentosa", afirma Edward Cox. Entre os efeitos, a droga pode causar náusea, dor de cabeça e dores nas articulações e ainda afetar a atividade elétrica do coração, provocando um ritmo cardíaco anormal e potencialmente fatal. A Janssen Therapeutics, fabricante do medicamento, vai fornecer materiais educativos para ajudar na melhor utilização dele.

CLIPPING  - 02/jan./2013


ONU Retrospectiva 2012 - Em 2012, as Nações Unidas passaram por diversas crises que testaram consistentemente a capacidade da Organização de reagir. Desde intensos fenômenos climáticos que deixaram milhares de mortos ou sem moradia até as contínuas crises no Mali, na Síria, no Sudão do Sul e na República Democrática do Congo, entre outros países e regiões, a ONU precisou negociar a paz e aumentar a capacidade de resposta a acontecimentos inesperados. Em 2012, ocorreu no Rio de Janeiro a maior conferência já realizada pela Organização em toda sua História – a Rio+20 – com a presença de mais de 40 mil pessoas e 191 Estados-Membros. “Não podemos continuar a queimar e consumir o nosso caminho para a prosperidade à custa de pobres do mundo e do meio ambiente global”, disse Ban na ocasião.
Acesse: http://youtu.be/oGjHsQnuoDY retrospectiva da seção de fotografia das Nações Unidas.

Decrescimento com prosperidade (José Eustáquio Diniz Alves) - A humanidade já ultrapassou os limites planetários sustentáveis e a pegada ecológica antrópica esta 50% acima da biocapacidade da Terra. Por conta disto, o ser humano precisa se adequar aos espaços cabíveis do Planeta, necessitando aprender a conviver com as demais espécies vivas do mundo na única casa existente e conhecida do Universo. O mundo moderno ficou viciado em crescimento. Em 250 anos, desde o início da Revolução Industrial e do começo do uso maciço dos combustíveis fósseis as fronteiras planetárias sustentáveis foram ultrapassadas. Desta forma, nos dias atuais, o DECRESCIMENTO passou a ser uma palavra chave e cada vez mais utilizada, pois está se constatando que não há saida para a continuidade ou mesmo a manutenção indefinida do atual modelo de produção poluidor e que visa principalmente o lucro e só sobrevive com base em um consumismo desregrado. Portanto, o ser humano precisa interromper sua corrida em direção ao precipício e dar uma marcha à ré no ritmo frenético do crescimento econômico. Tem aumentado o número de pessoas que acredita que o decrescimento econômico e populacional pode ser uma maneira de interromper o desastre. Já existem vários países que estão experimentando redução da população, tais como Rússia, Ucrânia, Japão, Cuba, etc. Para tanto seria necessário implantar mudanças de concepção e uma verdadeira revolução nos paradigmas, tais como os óctuplos exemplos abaixo: 1) Desmaterializar a economia aprofundando a sociedade do conhecimento e da informação sustentada por fontes de energia renováveis, ao invés de investir na energia fóssil e na sociedade do consumo material, conspícuo e descartável; 2) Interromper o processo de destruição ambiental e aumentar a biodiversidade do Planeta; 3) Reduzir as desigualdades sociais e erradicar a fome e a pobreza, além de reduzir a obesidade e incentivar uma dieta vegetariana; 4) Investir mais na qualidade de vida saudável, incentivar a virtude e a autonomia e valorizar mais os prazeres intelectuais e menos a posse de bens materiais;5) Erradicar o classismo, o escravismo, o racismo, o sexismo, o homofobismo o xenofobismo e o especismo; 6) Eliminar os gastos militares, reduzir as atividades improdutivas e poluidoras, acabar com as guerras e implementar o pacifismo mundial;7) Educar as pessoas para ter um meio de vida correto, evitando as más ações e avançando na construção de uma sociedade convivial que incentive a solidariedade interpessoal e ecocêntrica; 8) Incentivar a polidez, a prudência, a temperança, a coragem, a justiça, a generosidade, a compaixão, a gratidão, a simplicidade, a tolerância, o humor e o amor desprendido e confluente.

Os idosos, os jovens e a Aids (Julio Abramczyk) - Para o ano de 2013, que se inicia, os votos são para que os idosos assumam a sua sexualidade com os mesmos cuidados com que os jovens o fazem atualmente: usando camisinha.
Estudo publicado na revista "Brazilian Journal of Infectious Diseases" assinala que a mortalidade por Aids entre idosos é 15% maior do que entre os jovens. A explicação para a morte desses pacientes, segundo a professora Marise Oliveira Fonseca e colaboradores, é que eles iniciaram o tratamento tarde demais. Muitos idosos não só desconhecem que estão infectados como também nem chegam a suspeitar que são portadores do vírus HIV. O estudo analisa estatisticamente quase 550 mil casos de Aids no Brasil, de 1980 a junho de 2009. Desse total, 90% estavam entre os 18 anos e 59 anos de idade; cerca de 2,5% (13.657) acima dos 60 anos. Entre esse segundo contingente de pacientes, a maior parte recebeu o diagnóstico entre os 60 anos e os 69 anos.

Notificação de infecção pelo HIV no Brasil passará a ser obrigatória - O Ministério da Saúde vai tornar compulsória a notificação de todas as pessoas infectadas com o vírus HIV, mesmo as que não desenvolveram a doença. A portaria ministerial que trata da obrigatoriedade de aviso de todos os casos de detecção do vírus da aids no País deve ser publicada em janeiro. Atualmente, médicos e laboratórios informam ao Ministério da Saúde apenas os casos de pacientes que possuem o HIV e tenham, necessariamente, manifestado a doença. Os dados serão mantidos em sigilo. Somente as informações de perfil (sem a identificação do nome) poderão ser divulgadas para fins estatísticos. Hoje, o governo monitora os soropositivos sem aids de maneira indireta. As informações disponíveis são de pessoas que fizeram a contagem de células de defesa nos serviços públicos ou estão cadastradas para receber antirretrovirais pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O novo banco de dados será usado para planejamento de políticas públicas de prevenção e tratamento da aids. "Para a saúde pública é extremamente importante, porque nós vamos poder saber realmente quantas pessoas estão infectadas e o tipo de serviços que vamos precisar", explica Dirceu Grego, diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde. Ele diz que a notificação compulsória ajudará a monitorar o avanço do combate à aids com "transparência". "O HIV não desapareceu. É importante que a infecção seja parte do processo, para mostrar que o problema precisa ser resolvido e as pessoas têm de se tratar. O tratamento precoce é um caminho para controle da epidemia", diz. O País registrou 38.776 novos casos de aids em 2011 – houve um caso por dia de transmissão de mãe e para filho.
 
Oferta de vacina contra HPV na rede pública impõe desafios ao governo - O governo brasileiro tem alguns desafios a resolver antes de oferecer na rede pública a vacina contra o HPV. Por exemplo, o tipo de vacina a ser dada e a estratégia para ganhar a adesão de pelo menos 3 milhões de meninas na pré-adolescência. Pouco antes do Natal, os laboratórios interessados em produzir a vacina e vendê-la para o Ministério da Saúde receberam um chamamento para apresentar novas propostas até o fim de janeiro. Há duas vacinas na competição: uma oferece proteção contra dois tipos do vírus ligados ao câncer; outra protege contra esses e outros dois tipos causadores das verrugas. Nos dois casos, a produção será feita em um laboratório público, que receberá transferência de tecnologia de uma empresa estrangeira. Segundo Jarbas Barbosa, secretário de Vigilância em Saúde do ministério, a pasta considerou limitadas as propostas já feitas ao governo. Além dos preços, o ministério quer detalhes sobre o volume de investimentos nos laboratórios brasileiros que cada proposta demandará. O martelo não está batido, mas o Programa Nacional de Imunizações trabalha com a perspectiva de vacinar meninas de dez e 11 anos no primeiro ano e, depois, as de dez anos. Para ter impacto epidemiológico, a adesão precisa ser de, pelo menos, 70%. Segundo o secretário, será preciso explicar bem a necessidade da vacina. "Algumas mães podem resistir, por parecer que a gente está achando que a filha dela vai ter atividade sexual."

FDA aprova novo medicamento para a tuberculose multirresistente - O órgão americano responsável pelo controle de alimentos e produtos medicinais, o FDA (Food and Drug Administration), aprovou (31) um medicamento pioneiro para o tratamento da tuberculose multirresistente. O Sirturo (bedaquilina) vai atuar como parte do coquetel de fármacos utilizados em adultos, inibindo uma enzima necessária para que a bactéria se replique e se espalhe pelo corpo. A tuberculose é causada pela Mycobacterium tuberculosis, que normalmente afeta pulmões e pode atingir cérebro e rins. O novo medicamento será direcionado aos pacientes que oferecem resistência às duas poderosas drogas, a isonazida e a rifampicina, mais utilizadas no tratamento. Para o diretor do Escritório de Produtos Antimicrobianos do Centro de Avaliação e Pesquisa de Drogas do FDA, Edward Cox, devido à grave ameaça à saúde em todo mundo que é a tuberculose multirresistente, o Sirturo surge como um tratamento bastante necessário a quem não tem outras opções terapêuticas disponíveis. "No entanto, por conta das ameaças à saúde que a droga causa, os médicos devem usá-la apenas em pacientes que não possuem alternativa medicamentosa", afirma Edward Cox. Entre os efeitos, a droga pode causar náusea, dor de cabeça e dores nas articulações e ainda afetar a atividade elétrica do coração, provocando um ritmo cardíaco anormal e potencialmente fatal. A Janssen Therapeutics, fabricante do medicamento, vai fornecer materiais educativos para ajudar na melhor utilização dele.

Governo usa nova lei para diminuir responsabilidade fiscal - O governo Dilma Rousseff aproveitou a proposta de reforma tributária, enviada ao Congresso Nacional, para tentar tornar mais branda a Lei de Responsabilidade Fiscal, que impõe limites aos gastos da administração pública.  A reforma tributária busca acabar com a "guerra fiscal" (disputa entre Estados para conseguir que grandes empresas se instalem nos locais por meio de concessão de benefícios fiscais e isenções). A Lei de Responsabilidade Fiscal está em vigor desde 2000 e com a mudança proposta pela nova lei poderá promover reduções de impostos com mais facilidade, sem cumprir todos os requisitos exigidos atualmente, o que manteria a solidez das contas públicas. A proposta de lei será examinada pelos deputados e senadores a partir de fevereiro de 2013.


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sábado, 26 de maio de 2012

Brasil registra remédio que pode prevenir HIV

Brasil registra remédio que pode prevenir HIV

Sexta-Feira, 25/05/2012, 08:32:20 - Atualizado em 25/05/2012, 08:36:00
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O remédio Truvada, que recebeu o aval da comissão consultora da agência sanitária dos EUA para ser usado na prevenção de infecção pelo HIV, foi registrado no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O antirretroviral é produzido pela Gilead.
Isso não significa, porém, que a droga passará automaticamente a ser usada no Brasil para tratamento de pacientes com HIV ou indicada antes de relações sexuais desprotegidas com parceiros soropositivos ou com situação sorológica desconhecida.
“O governo precisa discutir qual estratégia será adotada para o medicamento e chamar a sociedade para esse debate”, diz Jorge Beloqui, do Grupo Incentivo à Vida de São Paulo.
No início do mês, uma comissão ligada ao FDA recomendou a indicação do uso da droga, uma combinação de tenofovir com emtricitabina na prevenção da aids. Isso permitiria que pessoas não contaminadas pudessem manter relações com soropositivos sem usar preservativo.
O remédio já é usado em vários países no tratamento de pacientes com aids. Se a autorização for concedida pelo FDA, a fabricante poderá também indicar o remédio para prevenir a infecção. O Departamento de DST Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde afirmou que o registro da Anvisa não vai modificar, no momento, a estratégia brasileira de combate à doença.
O assessor do departamento, Ronaldo Hallal, argumenta que, embora alguns estudos mostrem que o remédio exerce um papel protetor, não está claro, ainda, como isso seria aplicado em uma ação de saúde pública.
Beloqui avalia que qualquer mudança na política de tratamento no País deveria ser precedida de pesquisas de aceitação e estudos-piloto. “É um assunto delicado. Claro que o remédio não pode ser usado em larga escala”, comentou. Mas ele considera ser preciso avaliar a eficácia do uso do remédio como prevenção entre grupos com risco acrescido, como homens que fazem sexo com homens, por determinados períodos da vida.
Mário Scheffer, presidente do Grupo pela Vidda, elogia a cautela adotada pelo governo nesse debate. “Acho prematuro falar em adoção do remédio, até porque a Emea, a agência europeia, também não opinou sobre o tema.” Ele diz, no entanto, que a discussão deve ocorrer. “Talvez para grupos altamente vulneráveis, uma seleção rigorosa. Mas não sem antes a realização de um estudo-piloto. Pessoas que usam o remédio têm de fazer acompanhamento periódico”, pondera.
No Brasil
O uso de antirretrovirais vem se ampliando. Em 2010, o consenso recomendou que, além de portadores do vírus, o remédio fosse indicado para quem tivesse relações desprotegidas com parceiro com condição sorológica desconhecida.
O registro do Truvada deverá incentivar discussões em torno de sua patente. A Gilead depositou um pedido no Brasil em 2004, que ainda está em análise pelo Inpi. O Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual da Rede Brasileira pela Integração dos Povos apresentou uma manifestação contrária à concessão no processo. “Os dois medicamentos usados no Truvada não têm patente. Além disso, a combinação dessas drogas já havia sido descrita antes de a Gilead lançar o remédio no mercado”, conta Renata Reis, do GTPI. As informações são do jornal O Estado de São Paulo.
 
 
ANTONIO ERNANDES MARQUES DA COSTA
Coordenador da ONG/GRUPAJUS
Coordenador do Comite Metropolitano de Combate a TB/PA - FUNDO GLOBAL
Rep.  Norte na CNAIDS - Ministerio da Saude /DE. DST/AIDS/HEPATITES VIRAIS
Representate Norte no MCP - Mecanismo de Coordenação de País

sábado, 12 de maio de 2012

EUA podem liberar remédio que ajuda pre>>>>


Re: [apoiosoropositivos] EUA podem liberar remédio que ajuda pre

Enviado por: "Grupo Água Viva Sepetiba" grupoaguavivasepetiba   grupoaguavivasepetiba

Sex, 11 de Mai de 2012 11:32 am

Recebi esta matéria e traduzi pelo Google Tradutor. Espero que apreciem a matéria. Luiz Bessa Editor do Facebook da ONG AIDS Grupo Água Viva. ___________________________ FDA Advisory Panel Faz uso preventivo da droga HIV Por DENISE GRADY Publicado em: 10 de maio de 2012
SILVER SPRING, Maryland - Um medicamento já usado para tratar HIV infecção deve também ser aprovado para evitar que ele, um painel consultivo da Food and Drug Administration disse nesta quinta-feira. A recomendação é a primeira vez que os conselheiros do governo têm defendido a dar remédio antiviral para pessoas saudáveis que podem ser expostos através da atividade sexual ao vírus que causa a AIDS.
Usado sozinho, e corretamente, Truvada reduz chances de infecção. Tomado com outros medicamentos antivirais, que trata de HIV Um dos painelistas chamado da aprovação da droga "uma oportunidade incrível para mudar a maré desta epidemia." Estudos têm mostrado que pessoas que tomam o remédio, o Truvada, a cada dia têm um risco muito reduzido de infecção. A FDA normalmente aceita o conselho de seus painéis consultivos, que são compostas de fora especialistas médicos.
Na quinta-feira, após avaliar estudos sobre a pílula uma vez-a-dia e ouvir apresentações científicas, o painel recomendou que Truvada ser prescritos para pessoas com alto risco de infecção, como os homens gays que têm múltiplos parceiros sexuais, especialmente aqueles que nem sempre utilizam preservativos , e as pessoas nas relações com alguém que é HIV-positivo. Jovens negros que têm sexo com outros homens estão em maior risco. A droga também seria recomendado para outras pessoas de alto risco, como prostitutas.
O medicamento destina-se não para substituir os preservativos e outras medidas de sexo seguro, mas para ser usado com eles para proteção adicional. Especialistas dizem que melhores métodos de prevenção são necessárias porque existem 50.000 novas infecções pelo HIV por ano nos Estados Unidos. Vários oradores enfatizaram quinta-feira que esse número não se alterou em 15 a 20 anos. Aconselhamento e preservativos não estão fazendo o trabalho, eles disseram, e muitos dos recém-infectados são homens cujos parceiros sexuais não percebem que eles são HIV-positivo. Muitos participantes expressaram preocupação na quinta-feira sobre a possibilidade de que pessoas infectadas ao mesmo tempo tomar Truvada poderia desenvolver perigosas estirpes resistentes do vírus, mas o painel decidiu que os benefícios da prevenção de novas infecções superavam os riscos. Uma análise da FDA descobriram que pessoas que são mais velhos e mais instruídos são mais propensos a tomar a droga fielmente. Assim são os homens que relatam ter praticado sexo anal receptivo sem preservativo. Não há dados para dizer se o Truvada seria prevenir o HIV propagação da infecção por agulhas de compartilhamento. Porque Truvada já foi aprovado para tratar a infecção pelo HIV, os médicos são livres para prescrevê-lo para a prevenção, e alguns têm sido assim. Prescrição de um medicamento para algo diferente de seu propósito aprovado, chamado uso off-label, é permitido pelo FDA, embora as companhias farmacêuticas não estão autorizados a comercializar ou promover drogas para tais usos. Os defensores do fornecimento de Truvada para a prevenção de dizer a aprovação do FDA ajudaria a assegurar que a droga foi mais segura e eficaz utilizado. O medicamento teria que ser etiquetados com instruções específicas, incluindo testes de laboratório que pacientes necessários para obter, por razões de segurança. Por exemplo, os pacientes devem ser testados para infecção pelo HIV antes de iniciar a droga, porque se alguém que já está infectado leva Truvada sozinho, cepas resistentes do vírus pode desenvolver rapidamente. Alguns pacientes podem também precisa ter sua função renal marcada. E a droga pode também causar ligeiras diminuições da densidade óssea que podem necessitar de monitorização em algumas pessoas. Apesar de votar para recomendar a aprovação, os palestrantes lutou com perguntas sobre como se certificar de que os testes necessários são realizados. Os funcionários da FDA na reunião argumentou fortemente que não havia nenhuma maneira prática para que possa cumprir um requisito para testes, e que em qualquer caso, tal exigência representaria muito de uma barreira para pacientes que queriam os medicamentos preventivos. A votação não foi unânime, e alguns membros do painel de 22 membros votaram contra ou se abstiveram porque eles achavam que não havia dados suficientes para provar a droga segura e eficaz em mulheres ou negros. Aprovação do FDA também pode tornar mais provável que as seguradoras cobririam uso preventivo, que custa cerca de US $ 14.000 por ano. Truvada, que contém dois medicamentos antivirais, é vendido por Gilead Sciences, com sede em Foster City, Califórnia Embora seja usado sozinho para a prevenção, deve ser tomado junto com outros antivirais para o tratamento de HIV Primeiro aprovada em 2004, rapidamente se tornou um dos best-seller drogas contra o HIV. Gilead relatou vendas Truvada de 758,3 milhões dólares no primeiro trimestre deste ano, o que se traduziria em mais de US $ 3 bilhões por ano. Um funcionário da Gilead, o Dr. Andrew Cheng, disse ao painel que se Truvada foram aprovados para a prevenção, a empresa iria realizar monitoramento de segurança e fornecer materiais educativos para enfatizar a importância do uso de outros métodos de prevenção, bem como, como preservativos, aconselhamento e testagem de HIV regularmente . Ele disse Gilead também fornecer gratuitamente preservativos e testes para HIV e hepatite B ; testes subsidiados para a resistência viral para pessoas que são infectadas, e um programa de assistência para as pessoas sem cobertura médica. Estudos de prevenção de Truvada foram realizados nos últimos anos, com resultados um tanto contraditórios. Um estudo de 2.499 homens gays em seis países, publicados em 2010, encontraram uma redução do risco global de 44 por cento. Quando os investigadores olharam mais de perto e verificar os níveis sanguíneos da droga, eles descobriram que muitos dos homens não tinha tomado a pílula Truvada todos os dias. Dentre os que levá-la corretamente, a redução do risco foi cerca de 90 por cento. Mas apenas cerca de 10 por cento dos homens tomou as pílulas exatamente como dirigido. Alguns estudos na África e Ásia também mostraram redução significativa do risco entre pessoas saudáveis cujos parceiros foram infectados. Mas outros estudos na África foram interrompidas porque a droga estava mostrando nenhum benefício em mulheres; análises posteriores revelaram que muitas das mulheres não estavam a tomar os comprimidos, às vezes porque não acho que eles estavam em risco. O fracasso de algumas pessoas nos estudos de tomar os comprimidos todos os dias levou a AIDS Healthcare Foundation , um grupo de médicos e de advocacia com sede em Los Angeles, a afirmar que a prescrição de Truvada como prevenção poderia sair pela culatra, deixando as pessoas vulneráveis enquanto acalmam os em acreditar que sexo sem preservativo é seguro.
"Você vai definitivamente ter um resultado que é muito pior do que você tinha em nenhum dos estudos", disse Michael Weinstein, presidente da fundação, disse em uma entrevista.
Mas um pesquisador que conduziu o estudo em homens homossexuais, o Dr. Robert M. Grant do Instituto Gladstone de Virologia e Imunologia, que é afiliado com a Universidade da Califórnia, San Francisco, discordou, comparando o argumento do Sr. Weinstein para que pessoas em década de 1970 que alerta que os air bags nos automóveis levaria as pessoas a parar de usar cintos de segurança.
"Será que isso aconteceu?" Dr. Grant perguntou em uma entrevista. "Não." Mateus Rose, um coordenador de associação para o National Lesbian & Gay Journalists Association , descreveu-se ao painel como "um homem jovem, HIV-negativo preto." Ele disse que ele e muitos de seus amigos estavam entusiasmados com a perspectiva de uma droga preventiva. Crescer gay em Washington, DC, muitos jovens têm a sua iniciação sexual aos 16 anos e são HIV-positivo em 25, ele disse, e enfrentar essa realidade, muitos querem outra camada de proteção.
"Peço a vocês para dar a minha comunidade mais uma opção", disse Rose disse ao painel. "Nós não estamos dizendo que vai acabar com a epidemia. Mas dar às pessoas opções e escolhas que irá trabalhar para eles, a ciência nos diz coisas nos dará uma chance. "
Uma versão deste artigo apareceu na imprensa em 11 de maio de 2012, na página A 1 do New York edição com a manchete: FDA Advisory Panel Faz uso preventivo da droga HIV.

Fonte: http://www.nytimes.com/2012/05/11/health/policy/fda-panel-weighs-preventive-use-of-hiv-drug.html?_r=1&pagewanted=all 
Atenciosamente, http://grupoaguaviva.org.br/ Luiz Bessa Administrativo Financeiro Contribua com a nossa causa: Banco do Brasil 01 - Agência nº 0087-6 C/C 12.668-3 CNPJ: 00.713.514/0001-94 Inscrição Municipal Nº 519.462-8 - Assistência Social O Centro de Referência e Prevenção das DST/AIDS parte integrante do Grupo Água Viva, criado em 19 de dezembro de 1994, é uma Organização Civil sem fins lucrativos, designada ONG/AIDS, com a finalidade e objetivo de ASSISTIR, ORIENTAR e TRATAR pessoas com HIV e doentes de AIDS. Telefax: (21) 3317-2872  / 7694-4031 / 8694-3449 - Luiz Bessa. Redes Sociais: https://www.facebook.com/grupoaguaviva.crpdstaids https://twitter.com/#!/grupoaguavivarj http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=3965033629257347433 http://grupoaguavivasepetiba.blogspot.com/ http://grupoaguaviva.org.br/index.php

Especialistas dos EUA aprovam pílula preventiva contra Aids_Enviado por: "Renato da Matta"

Especialistas dos EUA aprovam pílula preventiva contra Aids

Enviado por: "Renato da Matta" damatta2003@   damatta2003

Sex, 11 de Mai de 2012 9:40 pm






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Resultados de estudos de referência publicados em 2010 demonstraram que a droga ajudou a repelir o HIV em homens homossexuais que adotam comportamentos de risco de 44% para quase 73%
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Consultores sanitários dos Estados Unidos recomendaram nesta quinta-feira a adoção da droga Truvada como a primeira pílula preventiva contra a Aids.
O Comitê de Aconselhamento de Drogas Antirretrovirais, que assessora a Food and Drug Administration (FDA), agência que regula os alimentos e os medicamentos nos Estados Unidos, aprovou por 19 votos contra 3 a prescrição do Truvada para homens homossexuais HIV-negativos, e por 19 votos a 2 (uma abstenção) receitar a droga para cônjuges não infectados cujos parceiros têm Aids.

O Truvada atualmente está disponível como tratamento para soropositivos em combinação com outras drogas antirretrovirais e a FDA o aprovou em 2004. A fabricante de medicamentos Gilead Sciences Inc., da Califórnia, apresentou uma solicitação para poder comercializá-lo com objetivos de prevenção.

Resultados de estudos de referência publicados em 2010 demonstraram que a droga, fabricada pela Gilead Sciences, ajudou a repelir o HIV em homens homossexuais que adotam comportamentos de risco de 44% para quase 73%.

Mas críticos observam que a pílula é cara - custa até US$ 14 mil ao ano - e outros alertam que o teste clínico não representa as circunstâncias do mundo real e poderia provocar um aumento na prática de sexo sem proteção e em uma retomada nos casos de Aids.

Os dados usados provêm principalmente do Estudo de Prevenção do HIV iPrEx, pesquisa realizada entre julho de 2007 e dezembro de 2009 em seis países: Brasil, Equador, Peru, África do Sul, Tailândia e Estados Unidos.

O estudo foi realizado com 2.499 homens homossexuais, inclusive 29 transexuais, com idades entre 18 e 67 anos, sexualmente ativos, mas não infectados com o vírus causador da Aids.

Os participantes foram selecionados ao acaso para tomar uma dose diária de Truvada - combinação de 200 miligramas de emtricitabina e 300 milligramas de tenofovir disoproxil fumaratoo - ou um placebo.

Aqueles que tomaram o novo medicamento com regularidade tiveram uma incidência quase 73% menor de infecções. Em todo o estudo, incluindo aqueles que não fizeram um uso tão seguido do Truvada, houve 44% menos infecções do que entre aqueles que tomaram o placebo.

O método de ingestão do medicamento antes da potencial exposição ao HIV é denominado profilaxia pré-exposição (PrEP).

Depois da publicação do estudo no periódico New England Journal of Medicine, alguns especialistas saudaram os resultados, denominando-os de uma virada de mesa e a primeira demonstração de que um medicamento oral já aprovado poderia reduzir a probabilidade de infecções por HIV.

No entanto, outros alertaram para os riscos de se depender nas pessoas - particularmente naquelas que já tiveram comportamentos de risco - em ingerir uma pílula diária.

"Poderá haver um aumento do risco para os homens que, acreditando falsamente estar 100% protegidos, parassem de usar preservativos. Uma redução no uso do preservativo significaria um risco maior de transmissão e disseminação de um vírus resistente a medicamentos", alertou em um comunicado a Aids Healthcare Foundation.

"Os 44% que se beneficiaram do Truvada no estudo iPrex foram aconselhados mensalmente e fizeram exames frequentes para detectar infecções sexuais, algo que não é verossímil no mundo real", acrescentou.

Os homens homossexuais representam mais da metade dos 56 mil novos casos de HIV nos Estados Unidos, segundo os Centros de Controle e Prevenção de Doenças do país.

Uma análise do custo e benefício, realizada no mês passado por especialistas da Universidade de Standford, sugeriu que o medicamento seria financeiramente viável entre homens gays com cinco parceiros ou mais ao ano, mas seria proibitivamente caro se promovido para todos os homossexuais masculinos.

Fonte - Uol

 Grupo Apoio Soropositivos      
http://br.groups.yahoo.com/group/apoiosoropositivos/



Renato da Matta
Valeria Saraiva
 

domingo, 6 de maio de 2012

Anvisa quer agilizar autorização de pesquisas sobre novas drogas

Queridos,

Vejam abaixo a boa noticia.

 

 

Anvisa quer agilizar autorização de pesquisas sobre novas drogas Proposta, que ficará em consulta pública, deve ser publicada hoje

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) promete simplificar e tornar mais rápida sua autorização para a realização de pesquisas clínicas visando ao desenvolvimento de medicamentos e produtos para a saúde.
A pesquisa clínica é uma das últimas etapas antes do registro de novos produtos e envolve testes com pacientes.
A ideia é que pesquisas que já tenham sido aprovadas por agências reconhecidas no exterior — como a americana (FDA), a australiana e a japonesa— possam passar por um processo simplificado de análise pela Anvisa.
Essa proposta foi aprovada pela diretoria colegiada da agência anteontem e deve ser publicada hoje na forma de um consulta pública, aberta pelos próximos 30 dias.
INTERNACIONAL
O impacto direto vai ser maior em pesquisas originadas em um país estrangeiro e com braços em diversos outros, sendo um deles o Brasil, de acordo com Dirceu Barbano, diretor- presidente da Vigilância Sanitária.
“Tínhamos como padrão analisar todo o estudo [ desenvolvido fora] novamente. Isso demanda tempo, por vezes fazia com que o Brasil fosse excluído do estudo. Chegamos à conclusão de que uma análise simplificada é possível, avaliando questões de risco sanitário específico no país”, afirma ele.
Questões como quais centros serão usados e se eles têm capacidade para desenvolver o estudo serão avaliadas pela Anvisa, mas o desenho do estudo ( como o cálculo estatístico para garantir a eficácia da análise), não.
DEMORA
Segundo Barbano, a espera para a autorização dessas pesquisas já foi de três meses, mas, por conta do aumento de demanda pelos centros de pesquisa nacionais, a demora chega hoje a sete meses. O objetivo é que esse tempo caia para 30 dias.
Com isso, a agência quer ainda ter mais agilidade na aprovação das pesquisas totalmente nacionais, que precisam passar pela análise completa da Anvisa.
Greyce Lousana, presidente- executiva da SBPPC ( Sociedade Brasileira de Profissionais em Pesquisa Clínica), diz que a redução nos prazos pode abrir caminho para que pacientes com doenças raras ou graves tenham acesso a drogas experimentais.
Ela conta que, recentemente, uma pesquisa sobre câncer de mama deixou de vir ao país por causa dos prazos demorados — da Anvisa e do comitê de ética da instituição— e, assim, deixou de beneficiar cerca de cem pacientes.
Lousana defende, porém, outras mudanças na norma em vigor, como análises totalmente separadas entre medicamentos e outros produtos para a saúde, o que pode encurtar mais os prazos para análise. (JN)

 Jucimara Moreira
Grupo pela VIDDA/RJ
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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Cliiping BemFam:25/maio/2011

CLIPPING - 25/maio/2011
Dia Nacional da Adoção

Bemfam realiza curso em Ijuí - O curso de atualização será sobre “Câncer de Colo de Útero e Nomenclatura para Laudos Citopatológicos Cervicais”. Médicos e enfermeiros de Ijuí e região irão participar nesta terça-feira, 24, e quarta-feira, 25, de capacitação promovida pela Bem-Estar Familiar no Brasil (Bemfam), no auditório da Secretaria Municipal da Saúde. O curso de atualização será sobre “Câncer de Colo de Útero e Nomenclatura para Laudos Citopatológicos Cervicais”. O palestrante será o médico ginecologista e obstetra, Fernando Pécis, da Bemfam de Porto Alegre. Acompanhando o médico estará a assessora de Desenvolvimento Social, Marines Kosloski. Na terça-feira a capacitação teórica será das 8h30 às 17h. Já na quarta-feira haverá aula prática das 8h30 às 12h. Ininy Lopes abre Fórum Nacional de Organismos de Políticas para as Mulheres - Ao som de “Escrito nas Estrelas”, interpretada por Gláucia Helena, presidente da Coordenadoria da Mulher de Contagem (MG), foi aberto, na manhã de terça-feira (24/05), o Fórum Nacional de Organismos de Políticas para as Mulheres. Mais de 300 mulheres, representantes de secretarias e coordenadorias de mulheres de municípios e estados  de todas as regiões do país, estiveram presentes. A ministra Iriny Lopes, da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), proferiu a  palestra de abertura, denominada “O Brasil que queremos e o papel dos governos na construção da igualdade”. Em sua fala, Iriny ressaltando o importante papel exercido pelos movimentos sociais para a construção da democracia. Também citou como desafio, ampliar a criação de organismos de políticas para as mulheres em mais de cinco mil municípios, “já que hoje só existem cerca de 320 em todo o país”. A municipalização da corrupção (Editorial) - O nível de exposição do governo federal o deixa mais vulnerável à necessária vigilância da sociedade, seja por organizações não governamentais, partidos políticos de oposição e a própria imprensa profissional, independente. Algo semelhante ocorre em grandes estados e prefeituras. Mas, mesmo assim, ocorrem casos graves de desvio de dinheiro público. Quando se aborda o problema a partir da Federação como um todo, com foco no enorme universo municipal, os golpes contra o Erário parecem constituir uma epidemia. Reforça-se a ideia de que desviar dinheiro público - para bolsos privados e/ou caixa político - é parte da deletéria cultura patrimonialista existente na política brasileira. Rio inaugura espaço para tratar usuários de crack - As secretarias Municipal de Assistência Social e Estadual de Saúde do Rio de Janeiro inauguraram (24) um espaço especializado na reabilitação de crianças e adolescentes usuários de crack. É a Casa Viva, em Laranjeiras, na zona sul da cidade. Ela tem capacidade para atender a 25 crianças e adolescentes entre 8 e 14 anos, que já estejam em abrigos da prefeitura e que apresentem estado crítico de dependência da droga. Governo quer facilitar regras para a adoção - O governo quer facilitar as regras para a adoção de crianças no País pelas famílias cadastradas. A informação foi prestada hoje pelo ministro-chefe da Secretaria Geral, Gilberto Carvalho. Antes de participar da cerimônia de lançamento da campanha nacional "Adoção: família para todos" em comemoração ao Dia Nacional da Adoção, celebrado em 25 de maio, no auditório do anexo do Planalto, o ministro anunciou que o governo está disposto a rever a lei de adoção, "naquilo que ainda tem imperfeições para facilitar o processo que segue, ainda, muito demorado". Governo pode ampliar repasse para ajudar Santa Casa de SP- O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse (24) que o governo federal está disposto a ampliar os repasses para a Santa Casa de São Paulo, que corre o risco de ter o pronto-socorro fechado. No entanto, ele condicionou o aumento de recursos a um plano de melhorias no hospital, que já está sendo discutido entre representantes dos governos federal, municipal e estadual e a diretoria do hospital. De acordo com governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, a falta de recursos para a Santa Casa está diretamente relacionado aos valores pagos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo ele, esse é um problema que também atinge outros hospitais do estado. “Temos um problema de financiamento. O problema é a tabela do SUS. Não é só a Santa Casa de São Paulo que está com problema, mas todos que atendem por meio do SUS.” Ciganos: falta de políticas públicas ainda é desafio para o governo - A falta de políticas públicas específicas para a população cigana, estimada em 800 mil pessoas, é hoje o maior desafio do governo federal para melhorar a qualidade de vida desses povos, respeitando as peculiaridades culturais. Entre as poucas ações governamentais adotadas recentemente está a instituição, em 2006, do Dia Nacional do Cigano, lembrado (24 de maio). A data é uma homenagem à padroeira Santa Sara Kali. No entanto, desde então, nenhuma ação ligada à educação, saúde e programas assistenciais para os ciganos foi implantada. “Não temos uma política para as comunidades ciganas, mas estamos trabalhando na perspectiva de ter”, afirmou a secretária de Políticas para Povos e Comunidades Tradicionais da Secretaria de Políticas e Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Ivonete Carvalho. Segunda feira erótica do Rio cresce e prevê faturar mais - O Rio de Janeiro sediará, pelo segundo ano consecutivo, a Hot Fair, a maior feira de produtos eróticos que o Estado já viu. O evento acontece de amanhã e domingo. O sucesso da primeira edição, que registrou retorno de R$ 2 milhões, permitiu que o evento migrasse dos 400 metros quadrados do Monte Líbano (zona sul), para os 1.600 metros quadrados do Riocentro (zona oeste). O lucro esperado para este ano é de mais de R$ 5 milhões. Segundo a Abeme (Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual), o segmento está animado com o aumento das vendas. Em 2010 ocorreu a maior alta (15%) dos últimos dez anos. Muito se deve ao público feminino. "No primeiro momento, o maior público desse nicho eram os gays. Pensava-se que os produtos eram voltados para eles. Nos últimos anos, casais héteros, principalmente as mulheres, chegaram mais junto", disse a consultora Paula Aguiar, 43. EUA aprovam novo medicamento para tratar hepatite C - A FDA (Agência de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos) aprovou na segunda-feira (23) o remédio Incivek para tratar a hepatite C, marcando a segunda aprovação de fármacos do tipo este mês. "A resposta viral sustentada em pacientes tratados com Incivek em todos os estudos e em todos os grupos de pacientes foi de 20% a 45% maior do que o padrão atual", destacou o FDA. Produzido pelo Vertex Pharmaceuticals, o Incivek é uma pílula que deve ser ingerida três vezes ao dia, acompanhando as refeições, e se soma à terapia composta de peginterferon alfa e ribarivina. Em meados de maio, a agência reguladora americana aprovou o Victrelis, fabricado pela farmacêutica Merck. Os dois demonstraram elevar as taxas de cura quando adicionados ao regime atual, que ajuda menos de 50% afetadas pela doença.


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segunda-feira, 3 de maio de 2010

FDA aprova vacina contra Câncer de Próstata

FDA Approves FIRST Cancer Vaccine Ever...

Mesa : AZ : USA | May 03, 2010
1 0
Views: 32
  • Vaccine
    Posted by: instgtr
    Prostate Vaccine
  • The FDA said a treatment called Provenge is designed for use by men in ...
    Source: AFP
Vaccine
Prostate Vaccine

In 2009, more than 192,000 new cases of Prostate Cancer were diagnosed and more than 27,000 people died from it. The FDA has just given their first approval for a Cancer vaccine, which is named Provenge...

The vaccine only works AFTER the cancer has been diagnosed and is not a cure or even a preventative drug and so far has only prolonged the life of patients by 4 months (when tested against other prostate cancer patients who were given a placebo)

There are currently dozens of other vaccines (for prostate and other cancers) that are being looked at by the FDA, but Provenge is the first "Cancer" vaccine that has been approved...

The cost of the vaccine is just under $95,000 and although it only prolongs life by approximately 4 months, it's a start and given more time will hopefully be even more effective.

Fonte:www.allvoices.com

segunda-feira, 29 de março de 2010

Olha o perigo da propaganda

29/03/2010 - 08h55

Propaganda de cigarro conquista as adolescentes

Publicidade

TARSO ARAUJO
da Folha de S.Paulo

Os cigarros vendidos nesta embalagem são finos, delicados. Alguns trazem como brinde batons com sabor de morango e joias para celular.

Divulgação
Anúncio norte-americano do Camel nº9; campanha do cigarro seria para mulheres
Anúncio norte-americano do Camel nº9; campanha do cigarro seria para mulheres

Com essa apresentação, o Camel nº 9 foi lançado e divulgado, em 2007, em revistas femininas dos Estados Unidos -onde se permite a propaganda de tabaco.

Cigarro para meninas? Segundo o fabricante, R. J. Reynolds, não. O alvo eram mulheres adultas, declarou a companhia em comunicado.

A campanha, no entanto, atingiu as adolescentes americanas, como mostra uma pesquisa publicada neste mês na revista "Pediatrics".

O estudo acompanhou 1.036 crianças que tinham de dez a 13 anos em 2003. Uma vez por ano, até 2008, elas responderam questões como "qual seu anúncio de cigarro favorito?".

A proporção de meninos que citavam alguma marca não mudou no período. A de meninas, porém, pulou de 34% para 44% no último ano da pesquisa -em 2008, exatamente após o lançamento do Camel nº 9.

"É uma evidência definitiva de que [os fabricantes do cigarro] violaram o acordo", diz John Pierce, autor do estudo, citando acordo de 1998 em que a indústria do tabaco se comprometia a não direcionar suas propagandas a adolescentes.

Na época do lançamento do produto, houve protestos de associações anticigarro e a campanha da marca foi interrompida. Mas a polêmica deu ainda mais evidência ao produto.

O estudo vem à tona na semana em que a FDA (agência americana que regula remédios e alimentos) aprovou uma regra que proíbe a venda de cigarros para menores de 18 anos e aumenta as restrições de anúncios de produtos de tabaco.