Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Curto & Grosso #cura da #AIDS
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Informação SOBRE Coleta de sangue #SC
Policlinica do Centro sala 23 pião
inferior De 2 a 5 feiras das 07 as 9 horas
Importante: chegar 15 minutos para cadastro
Trazer identidade ,cartão do sus.cartao de gestante
Não e nescessario Jejum
fone 3952-01-20 Telefone GAPASC 48 32221510
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
UFRJ PROJETO-VIDA+ PARA #PVHAS
-->
de manhã
terça-feira, 1 de maio de 2012
SP: instituto coordena maior pesquisa sobre tratamento de aids
SP: instituto coordena maior pesquisa sobre tratamento de aids
O Instituto de Infectologia Emílio Ribas, unidade da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo referência nacional para o tratamento das doenças infectocontagiosas, na capital paulista, está à frente de um dos maiores estudos internacionais para o tratamento medicamentoso contra o vírus HIV.
O objetivo da pesquisa é responder sobre o melhor momento para se iniciar o tratamento antirretroviral. Além disso, o estudo pretende verificar se a qualidade de vida do paciente soropositivo pode ser melhorada quando a terapia medicamentosa é antecipada.
Para acompanhar os resultados da dinâmica do tratamento, foram selecionados 90 pacientes do Emílio Ribas, que tiveram recente diagnóstico para o HIV. Após um sorteio aleatório, um grupo iniciou tratamento mais cedo do que o recomendado pelos padrões brasileiros, e o outro será incluído dentro dos moldes utilizados atualmente. Os casos serão acompanhados durante cinco anos.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Cura da Aids está mais próxima, dizem cientistas
Coord. Adjunto do Comite Metropolitano de Combate a TB/PA - FUNDO GLOBAL
Representante Norte na CNAIDS - MS/DEPARTAMENTO -DST/AIDS/HEPATITES VIRAIS
Núcleo de estudos do tabaco
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Imunização de adultos
Prezados,
Imunização de adultos
- 05/12/2011 - 18:24 | Saúde
-
| Imprimir Texto | Voltar
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Reportagem sobre falta teste CD4 E ARV'S
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Problema com teste de carga viral.
Pessoas queridas,
Na semana passada recebemos uma informação de que o LACEN havia informado os profissionais de saúde que não fariam Carga Viral de julho a setembro!
E, mais, que o MS não havia repassado kits.
Entramos em contato com o LACEN, que acabou negando a informação.
Mas, a fonte continuou nos informando que era “quente” a notícia!
Agora saiu uma Nota Técnica assinada por Dirceu Grecco (197/2011) de 12/07/2011 confirmando que não haverá Carga Viral!
Vocês sabiam disso?
O que podemos fazer?
Claudia Penalvo
SOMOS – Comunicação, Saúde e Sexualidade
Rua Jacinto Gomes, número 378 - Santana, Porto Alegre, Rio Grande do Sul
51-3233.8423
Prezados,
ja sabiamos que o Lacem não faria mais carga viral, os pacientes estão sendo emcaminhados para o Hospital Presidente Vargas ou PAM 3 - Vila dos Comerciarios isso ja estava acontecende desde março de 2011, segundo informações qe eu tenho nenhum exame de cargaviral ou cd4 o acem não iria mais fazer
Marcelly Malta
Enviada em: segunda-feira, 18 de julho de 2011 22:15
Para: 'nilo geronimo'
Assunto: nota tecnica Exames carga viral
| 2 anexos — Examinar e baixar todos os anexos | |||
| |||
| |||
Nilo ,
Espero que consigas ler.....esta em PDF.
abs
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Transplantes de rins entre portadores do HIV foram bem sucedidos na África do Sul
| |
AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DA AIDS | NOTÍCIAS
AIDS
17/08/2010
17/08/2010 - Transplantes de rins entre portadores do HIV foram bem sucedidos na África do Sul
17/08/2010 - 12h
Quatro portadores do HIV reagiram bem aos transplantes de rins doados por outros soropositivos na África do Sul, segundo artigo publicado recentemente no jornal científico New England Journal of Medicine. Essa novidade no mundo da medicina trouxe grandes expectativas para o desenvolvimento de um banco de doadores de pessoas com o vírus da AIDS.
Essa é a primeira evidência em todo mundo sobre a segurança de transplantar um rim de um paciente infectado pelo HIV. A preocupação dos médicos era o risco de ocorrer uma reinfecção com algum subtipo do HIV, o que poderia acelerar a progressão do vírus na pessoa transplantada.
Os doentes, três homens e uma mulher, receberam terapêutica imunossupressora para prevenir a rejeição do órgão doado, e um ano depois não tinham ocorrido casos de rejeição.
Apesar de a contagem das células de defesa do organismos, o CD4, se manter abaixo do nível ideal em três dos quatro doentes nos 12 meses seguintes ao transplante (devido à terapêutica imunossupressiva), todos eles mantiveram também uma baixa quantidade de cópias do HIV no sangue. Isso sugere que qualquer vírus que tenha sido transplantado com o rim, não terá efeito no controle da doença.
Os médicos do Hospital Grote Schuur, da Cidade do Cabo, explicaram que será necessário mais investigação para avaliar se as características virais, tais como o sub-tipo do HIV, influenciam o risco de rejeição do órgão ou a própria progressão do vírus.
Eles sugerem que o uso de um potente remédio inibidor da protease aumentaria as probabilidades de suprimir um vírus resistente que seja transplantado com o rim.
Ainda segundo os pesquisadores, os rins de pessoas com HIV podem ser transplantados para outros soropositivos se o rim demonstrar ser saudável na biopsia, se o recipiente tiver boa adesão ao tratamento antirretroviral, carga viral indetectável e evidência de reconstituição imunitária.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Terapia precoce de Aids reduz mortes/Antecipação do tratamento com coquetel antiviral diminui em 75% o risco de óbito, diz estudo feito no Haiti
Terapia precoce de Aids reduz mortes
FOLHA DE S. PAULO
19/07/2010
Antecipação do tratamento com coquetel antiviral diminui em 75% o risco de óbito, diz estudo feito no Haiti
Diagnóstico tardio é um problema no Brasil, que tem 630 mil portadores do vírus, mas 255 mil ainda não sabem disso
O tratamento precoce com o coquetel antiviral reduz em 75% o risco de morte de pacientes com HIV. Também cai em 50% o diagnóstico de novos casos de tuberculose, doença que mais mata os soropositivos brasileiros.
A conclusão é de um estudo controlado inédito publicado no "New England Journal of Medicine". No Brasil, 43% dos soropositivos iniciam a terapia tardiamente- quando a contagem das células de defesa do organismo (CD4) está muito baixa.
O nível de CD4 e o teste de carga viral (que mede quantidade de HIV no sangue) são os exames mais usados para decidir o início da terapia com os ANTIRRETROVIRAIS, que inibem a reprodução do HIV.
O recente estudo, feito no Haiti, endossa o que outros trabalhos observacionais já tinham constatado: para reduzir as mortes, a terapia deve ser iniciada com o CD4 menor que 350 células por milímetro cúbico de sangue.
Em abril, o Brasil passou a adotar esse critério, a exemplo do que fazem os países europeus. Antes, a terapia era indicada quando o CD4 estava próximo a 200. Nos EUA, preconiza-se o tratamento ainda mais precoce, com o CD4 abaixo de 500 ou tão logo a pessoa descubra ser SOROPOSITIVA.
DEFESA BAIXA
O principal problema no país, porém, é o diagnóstico tardio. Cerca de 630 mil brasileiros são portadores do vírus HIV, mas 255 mil ainda não sabem disso, segundo o Ministério da Saúde.
"As pessoas já chegam doentes ou com CD4 baixíssimo nos serviços. Temos os medicamentos, temos uma recomendação atualizada à luz dos estudos mais recentes, mas uma grande parte dos pacientes não se beneficia disso", diz Mário Scheffer, presidente do Grupo Pela Vidda-SP e membro do grupo de consenso terapêutico de AIDS do Ministério da Saúde.
Segundo ele, há dois fatores que levam ao atraso no diagnóstico: a testagem anti-HIV é falha e a cobertura do teste rápido para a detecção do vírus ainda é "medíocre".
O infectologista Caio Rosenthal, do Instituto Emílio Ribas, explica que a maioria dos pacientes descobre o HIV quando procura o serviço de saúde em razão de outra doença (neurotoxoplasmose e tuberculose, por exemplo) ou, no caso das mulheres, de gravidez.
"Os médicos precisam ter a cultura de solicitar o teste de HIV aos pacientes. E são necessárias mais campanhas para alertar a população sobre a importância da testagem", afirma Rosenthal.
ANTECIPAÇÃO
Mudanças na antecipação do tratamento anti-HIV são sempre vistas com cautela. Como a infecção por HIV é uma doença crônica incurável, é preciso levar em conta os riscos de toxicidade, as falhas na adesão e a resistência do vírus às drogas.
"Embora alguns países desenvolvidos indiquem [a terapia] abaixo de 500, entendemos que, para a nossa realidade, está correto o critério de CD4 abaixo de 350 e carga viral acima de 10 mil para início da terapia", diz o médico.
No trabalho no Haiti, os pesquisadores avaliaram 816 soropositivos assintomáticos, com CD4 de 280 por milímetro cúbico de sangue. Metade do grupo iniciou o tratamento duas semanas após o diagnóstico e a outra metade teve de esperar a contagem de CD4 chegar a 200.