Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Curto & Grosso #cura da #AIDS

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Luiz Loures, diretor-adjunto do Unaids, diz ao "O GLobo" que se o Brasil manejar aids entre gays, estará perto do fim da epidemia

29/10/2013 - 17h30

O diretor executivo-adjunto do Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV e Aids (Unaids), o , 
brasileiro Luiz Loures 
alertou durante entrevista concedida ao jornal carioca O Globo para a volta do crescimento da doença entre homossexuais. Ele pede revisão de parâmetros de tratamento no país e no mundo. Leia na íntegra.

O vice-diretor do Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV/Aids (Unaids), o brasileiro Luiz Loures, é um homem com uma missão: decretar o fim da epidemia até 2030. Não da aids, como ele sempre gosta de frisar, mas da epidemia da doença. Para o infectologista, basta olhar para os grandes avanços obtidos tanto na prevenção quanto no tratamento nas últimas décadas. O número de novos casos, para se ter uma ideia, caiu em um milhão em menos de dez anos. E a quantidade de gente em tratamento cresceu exponencialmente no mesmo período. Surpreendentemente, no entanto, a infecção volta a crescer no mundo inteiro entre os homossexuais masculinos — o primeiro grupo a ser atingido em cheio pela doença e também o primeiro a dar uma resposta social ao problema. Segundo Loures, para que sua meta seja cumprida, é preciso repensar as estratégias de combate à aids.

O senhor costuma ser otimista. Acha que até 2030 já poderemos falar no fim da epidemia?

Eu sou um otimista mesmo. Acho que até 2030 já podemos estar falando em fim da epidemia. Não no fim da aids, claro. Mas da epidemia. Para isso, no entanto, é preciso haver renovação nas estratégias de combate à doença. É como se a epidemia, de certa forma, estivesse se adaptando aos progressos que fizemos. Então, temos que inovar.

De que forma?

Precisamos mudar a rotina de tratamento, tratar imediatamente a população mais vulnerável. Não esperar a contagem das células CD4 (células do sistema imunológico) cair, mas tratar imediatamente. Já sabemos hoje que o tratamento é importante para a sobrevida e a qualidade de vida do paciente, mas também como forma de prevenção. Quem se trata não transmite. Felizmente, claro, não temos pessoas morrendo de Aids o tempo todo. Mas, por conta disso, a percepção de risco de um jovem gay hoje não é a mesma dos anos 80 e 90. Então temos que adaptar as estratégias.

Há uma tendência global de aumento da doença entre os gays. Por que isso está ocorrendo justamente entre o grupo que primeiro foi mais atingido e que respondeu bem à epidemia nos anos 80?

Eu não sei. Devolvo a pergunta para você. Falta a inserção do assunto como prioridade para a comunidade gay. E só faz aumentar. Está acontecendo na Europa, nos Estados Unidos, na China e na África. A tendência é ascendente em toda parte. É preciso que o tema seja tratado com a importância que tem. Há muita ênfase no debate sobre o casamento gay e pouca para esta questão.

A discussão sobre o casamento gay em várias partes do mundo não é um avanço? Não é um sinal da redução da discriminação?

É claro que é um avanço. Mas, com toda a discussão que está rolando hoje no mundo, não há evidência da redução da discriminação, pelo menos não entre aqueles sujeitos mais vulneráveis. Na última reunião da Organização Mundial de Saúde (OMS) houve uma proposta de se colocar como um item da agenda a questão da saúde LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros). E não passou. Houve um bloqueio. O casamento gay é um avanço social muito importante. Mas por que não conseguimos também discutir a saúde como um item de agenda da OMS? É um paradoxo.

É uma surpresa essa tendência de aumento da epidemia entre os homossexuais?

Não sei se é surpresa. Talvez nem seja. Os fatores que contribuem para isso continuam existindo e levando a epidemia à frente. Para se ter uma ideia, os países que mais recebem dinheiro internacional para a Aids são os mesmos que criminalizam a relação entre pessoas do mesmo sexo — alguns deles, inclusive, com pena de morte. Meus amigos gays vão me matar por dizer isso, mas a verdade é que precisamos de mais engajamento. Fora isso, eu não tenho outra coisa a fazer a não ser propor uma nova estratégia de tratamento.

Inclusive para o Brasil? Há também uma tendência de aumento da doença entre os jovens homossexuais no país?

Sim. No Brasil, cerca de metade dos novos casos da doença ocorre entre homossexuais jovens. E o país, que foi o pioneiro na universalização do tratamento, tem agora uma nova possibilidade concreta de ser o primeiro país do mundo a decretar o fim da epidemia; se conseguir manejar a questão entre os gays. E isso é uma chance histórica, uma oportunidade única.

Qual seria o impacto para o país de passar a tratar imediatamente a população de risco que testasse positivo? O país tem como arcar com isso?

Isso representaria, no Brasil, umas 100 mil pessoas a mais. Atualmente, cerca de 300 mil recebem o coquetel. O país tem como arcar com isso. Precisamos que o Brasil, mais uma vez, seja pioneiro e que seja o primeiro país do mundo a começar a tratar imediatamente todas as populações vulneráveis.



Fonte: O Globo 
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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Informação SOBRE Coleta de sangue #SC

Coleta de Carga Viral e CD4
Policlinica do Centro sala 23 pião
inferior De 2 a 5 feiras das 07 as 9 horas

Importante: chegar 15 minutos para cadastro

Trazer identidade ,cartão do sus.cartao de gestante

Não e nescessario Jejum

fone 3952-01-20 Telefone GAPASC 48 32221510

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

UFRJ PROJETO-VIDA+ PARA #PVHAS


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UFRJ PROJETO
VIDA+
Na UFRJ Há uma academia pronta para que os PVHAS possam fazer sua ginástica e assim combater estesse alem de prevenir a lipodistrofia.
Para se ter acesso a essa academia o interessado deve pedir ao seu médico um laudo assinado e carimbado com os seguintes dados:
Exames
CD4
CV
Colesterol
TriGlicerídeos
Os Horário s são:
segunda-feira, qurarta-feira e sexta-feira 
de manhã
9::30 às 11:30
Quarta-feira
12:30 às 14:30
Segunda-feira, quarta-feira e sexta-feira
14:00 às 14:30
Após a inscrição com o professor Alex Santos,
o candidato preencherá dois anexos para que os exercícios sejam melhor definidos ao PVHAS.
O PVHAS deverá agendar outros exames que serão feitos na própia UERJ
Esse exames é os seguintes:
Dexabiodexa
Flexibilidade
e
Teste de força

terça-feira, 1 de maio de 2012

SP: instituto coordena maior pesquisa sobre tratamento de aids

SP: instituto coordena maior pesquisa sobre tratamento de aids

  O Instituto de Infectologia Emílio Ribas, unidade da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo referência nacional para o tratamento das doenças infectocontagiosas, na capital paulista, está à frente de um dos maiores estudos internacionais para o tratamento medicamentoso contra o vírus HIV.

O projeto, chamado "Start", tem como principal financiador o National Institutes of Health (NIH) dos Estados Unidos e conta com a participação de 223 centros de saúde em 35 países de todos os continentes.
O objetivo da pesquisa é responder sobre o melhor momento para se iniciar o tratamento antirretroviral. Além disso, o estudo pretende verificar se a qualidade de vida do paciente soropositivo pode ser melhorada quando a terapia medicamentosa é antecipada.
Para acompanhar os resultados da dinâmica do tratamento, foram selecionados 90 pacientes do Emílio Ribas, que tiveram recente diagnóstico para o HIV. Após um sorteio aleatório, um grupo iniciou tratamento mais cedo do que o recomendado pelos padrões brasileiros, e o outro será incluído dentro dos moldes utilizados atualmente. Os casos serão acompanhados durante cinco anos.
No Brasil, a indicação para o início da terapia anti-HIV é realizada quando o CD4 (células de defesa no sangue) está abaixo de 350 células por milímetro cúbico. A avaliação para a realização do tratamento também é feita conforme a condição clínica do paciente, e de acordo com o caso, inicia-se precocemente, ou seja, quando o CD4 do paciente soropositivo estiver abaixo de 500.
Segundo o infectologista Luiz Carlos Pereira Junior, coordenador do "Start" o objetivo é avaliar o impacto que o tratamento precoce pode ter sobre a qualidade de vida do paciente, além de outros fatores associados, como alterações neurológicas, ósseas, renais, cardiovasculares e hepáticas, entre outras.
O Instituto de Infectologia Emílio Ribas é o centro coordenador do "Start" no país, juntamente com a Universidade Federal do Rio de Janeiro e a participação do Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids e a Faculdade de Medicina da USP, além de outros cinco centros de pesquisa para o tratamento da Aids no país.
 

  

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Cura da Aids está mais próxima, dizem cientistas


repassando
 
ANTONIO ERNANDES MARQUES DA COSTA
Coordenador da ONG/GRUPAJUS
Coord. Adjunto do Comite Metropolitano de Combate a TB/PA - FUNDO GLOBAL
Representante Norte na CNAIDS - MS/DEPARTAMENTO -DST/AIDS/HEPATITES VIRAIS
Representate Norte no MCP - Mecanismo de Coordenação de País






Cura da Aids está mais próxima, dizem cientistas
Depois de mais de duas décadas de pesquisas, o HIV, causador da Aids, já é o vírus sobre o qual há mais conhecimento acumulado
São Paulo — O HIV é o vírus mais conhecido pela ciência, como resultado de grandes investimentos em pesquisa nas últimas décadas. Os inúmeros avanços conquistados modificaram muito, para melhor, a realidade dos portadores do vírus. Mas ainda há um longo caminho pela frente para que se possa controlar a epidemia de HIV-Aids.
A conclusão é de Esper Kallás, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP) que organizou, na semana passada, em São Paulo, o 6º Curso Avançado de Patogênese do HIV, no qual foram discutidos temas como tratamento, desenvolvimento de vacinas e epidemiologia do vírus.
O curso, que trouxe ao Brasil 30 dos principais especialistas em HIV de todo o mundo, integrou as atividades do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Investigação em Imunologia (INCT-iii), cuja área de HIV-Aids é coordenada por Kallás.
O Programa INCT foi lançado em dezembro de 2008 pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), com recursos obtidos em parceria com as fundações de amparo à pesquisa estaduais. A Fapesp financia 50% dos valores destinados aos institutos sediados no Estado de São Paulo.
Três desafios
Segundo Kallás, as apresentações dos especialistas durante o curso mostraram que as descobertas relacionadas a vários aspectos do vírus e da Aids não cessaram nos últimos anos – e melhoraram efetivamente a vida dos pacientes –, mas ainda é preciso avançar.
“Os avanços que tivemos desde a identificação da síndrome da Aids até hoje foram imensos. Mas ainda temos três grandes desafios pela frente. O primeiro é desenvolver uma vacina protetora. O segundo, compreender o mecanismo de degeneração e combater o envelhecimento dos portadores. O terceiro é descobrir como curar o indivíduo. Quando cumprirmos esses três objetivos, poderemos controlar ou eliminar a epidemia”, disse ele.
 
De acordo com Esper Kallás, os investimentos na pesquisa sobre o HIV, que sempre foram consideráveis, precisam permanecer no mesmo patamar para que seja possível chegar a esses objetivos.
“O HIV é seguramente o vírus que mais conhecemos hoje em dia e para o qual nós mais tivemos investimentos em pesquisa. Mas é preciso dar continuidade a isso. É importante observar, no entanto, que os recursos investidos na pesquisa sobre Aids não ficam restritos a essa área, mas acabam se replicando para várias outras. Não podemos esquecer que esse tipo de investimento é feito principalmente a longo prazo, na formação de recursos humanos, na disseminação de conhecimento e na capacitação de grupos de pesquisa”, destacou.
A situação dos pacientes atualmente, em comparação com a do início da epidemia na década de 1980, é bastante diferente, segundo Kallás. Mas isso não significa que a doença possa ser encarada com indiferença.
“Naquela época, ser portador da doença tinha um significado ainda mais dramático. Hoje é diferente, mas a doença não pode ser ignorada. Ela ainda tem um impacto muito grande, em termos de saúde pública, de saúde individual e até mesmo no que diz respeito ao custo financeiro. A condição do doente melhorou muito em relação ao que era antes, mas ainda temos muito o que fazer”, afirmou.
 
Vacinas experimentais
Durante o curso, uma revisão do tema da patogênese do HIV foi apresentada aos estudantes, médicos e outros profissionais participantes. Mas o aspecto principal do curso consistiu em estreitar o contato com os dados recentes das pesquisas realizadas pelos cientistas que apresentaram conferências.
“Tivemos a oportunidade de ver o que está na fronteira do conhecimento da patogenia do HIV tanto em relação à transmissão, como à prevenção, à resposta imune, à virologia e ao tratamento da infecção”, disse Kallás.
Todas essas áreas apresentaram avanços recentes de grande importância. “Na questão da prevenção, por exemplo, tivemos aqui a apresentação dos dados mais recentes relacionados à profilaxia da pré-exposição ao vírus. Na parte de imunologia, tivemos a identificação de novas subpopulações celulares envolvidas na resposta imune”, afirmou.
 
Degeneração
Já na área de reconhecimento dos aspectos biodegenerativos da infecção pelo HIV, o curso proporcionou discussões sobre senescência celular e marcadores de ativação. Na parte de virologia, foi apresentada a identificação de novos alvos para a ação antirretroviral e mecanismos de defesa celular.
“Tivemos também a discussão de novos dados de diversidade genética do HIV e novos dados de distribuição e transmissão de HIV no Brasil e no mundo. No que se refere ao tratamento, discutimos as novidades de desenvolvimento de novas drogas e debatemos situações especiais como a infecção aguda, ou pessoas que não respondem com a elevação de linfócitos TCD4. O curso teve ainda extensas discussões sobre a questão da resistência”, disse Kallás.
Na área de vacinas, foram apresentados resultados recentes de diversos grupos com vacinas experimentais candidatas para combater a transmissão do HIV. Foram debatidos alguns dos principais gargalos para o avanço científico em imunologia.
“Um dos gargalos é que ainda não temos um marcador de proteção bem definido. Não conseguimos dizer com precisão, com base em um teste específico, se uma pessoa vai ficar protegida ou não. Em segundo lugar, o vírus é muito diverso, muda muito de pessoa para pessoa e até mesmo dentro de um mesmo indivíduo ele possui uma grande diversidade. Uma vacina tem dificuldade de identificar e reconhecer essas variações virais”, disse.
Outro gargalo, ainda segundo Kallás, é que não se sabe exatamente qual é a região do vírus e o tipo de resposta que consegue de fato gerar proteção. “Há várias tentativas, sabemos algumas dessas coisas, mas não sabemos ainda com certeza essa definição. Tivemos avanços que foram apresentados e que permitem entender alguns desses problemas, mas ainda temos um longo caminho pela frente”, disse.
CAT - Centro de Apoio ao Tabagista
Núcleo de estudos do tabaco
Ação política no controle do tabagismo
 
 "Fumar pra quê, meninas e meninos?" http://www.cigarro.med.br
 

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Imunização de adultos


Prezados,

Fiquem de olho pois nós PVHAs também podemos tomar desde que CD4 esteja acima de 400.
Att
Zazá


Imunização de adultos

Quem tem entre 20 e 59 anos de idade deve tomar quatro vacinas. Todas estão disponíveis gratuitamente nos centros de saúde do DF
Victor Ribeiro, da Agência Brasília

Muitos adultos, quando pensam em vacinação, lembram do personagem Zé Gotinha e associam a imunização às crianças. Apesar disso, quem tem entre 20 e 59 anos precisa tomar quatro vacinas, que irão proteger contra hepatite B, difteria, tétano, febre amarela, sarampo, caxumba e rubéola. As doses estão disponíveis gratuitamente em todos os centros de saúde do Distrito Federal.

A médica responsável pela Gerência de Vigilância Epidemiológica e Imunização do Distrito Federal, Cristina Segatto, explicou que o órgão realiza diversas campanhas para imunização de adultos durante todo o ano, implantando postos de vacinação em locais que fogem à rotina, como a rodoviária ou o Parque da Cidade, por exemplo. Existem também as campanhas de vacinação de pessoal que trabalha sob o risco de doença, como médicos, enfermeiros, bombeiros e policiais.

As quatro vacinas a serem tomadas pelos adultos são: tríplice viral (contra sarampo, caxumba e rubéola), em dose única; dupla adulto (contra difteria e tétano), com uma dose a cada dez anos; febre amarela, também com uma dose a cada dez anos; e hepatite B, com três doses, que a partir de 2012 terá a faixa etária do público-alvo estendida de 24 para 29 anos.
                                                                                
O chefe do Núcleo de Vigilância Epidemiológica e Imunização da Regional Norte de Saúde, Carlos Vaugrand, explica que uma pessoa só pode ser considerada vacinada se apresentar o cartão de vacinação. “Sem o cartão, é preciso tomar todas as vacinas de novo. Por isso, é preciso manter o cartão atualizado e não perdê-lo”, orienta.

De acordo com o médico, que trabalha no Ambulatório do Viajante do Hospital Regional da Asa Norte (Hran), apresentar o cartão ao se vacinar é importante também para que o governo possa planejar políticas de saúde pública. “A observação do cartão facilita a elaboração de campanhas contra surtos de doenças, porque permite ao governo definir estratégias mais focadas”, destaca Vaugrand.

Dados da Gerência de Vigilância Epidemiológica e Imunização do Distrito Federal, órgão vinculado à Secretaria de Saúde, mostram que, ao todo, 293.161 adultos foram imunizados com as três doses da vacina contra a Hepatite B em 2011. A doença é a que oferece maior risco à população, além de ter tempo fixo de aplicação entre as doses – a segunda deve ser aplicada um mês após a primeira e a terceira, deve ser aplicada seis meses após a segunda.

Cuidados - Antes de se vacinar, lembra o médico Carlos Vaugrand, é preciso estar atento a duas restrições. A primeira delas é quanto à vacinação das grávidas: “Elas devem receber apenas a dupla adulto e a de hepatite B”, informa.

Outro cuidado a se tomar é em relação às vacinas tríplice viral e contra febre amarela. “Como elas são feitas a partir de vírus vivos, ou a pessoa toma as duas no mesmo dia ou toma com um intervalo de 30 dias”, diz.

Viagens - Para quem pensa em viajar, Carlos Vaugrand avisa que, em geral, basta manter o cartão em dia. “Quem vai para Estados Unidos e América Central, por exemplo, já está contemplado pelo nosso calendário normal de imunização. Em geral, a única vacina exigida é a da febre amarela”, afirma.

Carlos Vaugrand acrescenta que somente para alguns países da África e da Ásia são exigidas vacinas específicas, como as contra meningite e febre tifoide. Ele recomenda ainda que quem planeje ir a esses continentes compareça ao Ambulatório do Viajante para receber instruções específicas. “Nós temos orientações sobre cuidados a tomar em alguns países, que vão desde a comida até o uso de cosméticos e o consumo de água”, conta.

O atendimento no Ambulatório do Viajante do Hran (Setor Médico Hospitalar Norte, quadra 101, Área Especial, Asa Norte – Brasília) é feito de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h, e deve ser agendado previamente pelo telefone (61) 3325-4362.


http://www.agenciabrasilia.df.gov.br/042/04299003.asp?ttCD_

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Reportagem sobre falta teste CD4 E ARV'S

 No globo de hj(07/08/11) matéria "Pacientes com aids sofrem com falta de exame"
 Quero dar meus  agradecimentos aos repor teres: Caroline Benevides(caroline.benevides@oglobo.com.br)
Leticia lins (leticia.lins@oglobo.com.br) com o apoio de Leila Suwwan,Marcos Vivicios Gomes e Naiara Hofmeister* ( O pais@oglobo.com.br.
 Em especial aos ATIVISTAS sofredores porem determinados e Dispostos a lutar por seus Direitos!
 Carlos de Recife, Veriano Terto Da ABiA, Cristiana Moreira da Sociedade Viva Cazuza,Mara Moreira minha amiga do GPVRJ,e especialmente a C.E.B GPrg. de Maringá!!!Pelo desprendimento e por suas falas tão importânte para o movimnto. Sem esquecer de Carlos alberto Duarte cujo pioneirismo dos dados nos levaram a comprovar por essa reportagem.
 Comento que sem esse circulo de relacionamento talvez essa noticia ficasse perdida por alguma Burocracia.
 Essa Reportagem foi feita com as editorias das cidades de: Rio de janeiro, Recife, Curitiba, Porto alegre e São paulo!


Nilo garonimo Borgna
 Ativismocontraaidstb.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Problema com teste de carga viral.

 
Pessoas queridas,
Na semana passada recebemos uma informação de que o LACEN havia informado os profissionais de saúde que não fariam Carga Viral de julho a setembro!
E, mais, que o MS não havia repassado kits.
Entramos em contato com o LACEN, que acabou negando a informação.
Mas, a fonte continuou nos informando que era “quente” a notícia!
Agora saiu uma Nota Técnica assinada por Dirceu Grecco (197/2011) de 12/07/2011 confirmando que não haverá Carga Viral!
Vocês sabiam disso?
O que podemos fazer?

Claudia Penalvo

SOMOS – Comunicação, Saúde e Sexualidade
Rua Jacinto Gomes, número 378 - Santana, Porto Alegre, Rio Grande do Sul
51-3233.8423

Prezados,
ja sabiamos que o Lacem não faria mais carga viral, os pacientes estão sendo emcaminhados para o Hospital Presidente Vargas ou PAM 3 - Vila dos Comerciarios isso ja estava acontecende desde março de 2011, segundo informações qe eu tenho nenhum exame de cargaviral ou cd4 o acem não iria mais fazer

Marcelly Malta
Pessoal,

Os exames de CV ainda estão sendo feitos pelo LACEN, o que eles não fazem mais é a coleta, desde março.
Em Porto Alegre os exames são feitos pelo Laboratório Central  e atendem os PAM ¾ e o Hosp. Presidente Vargas

Como esta sendo feita uma troca  na metodologia dos exames de Carga Viral, foi feita uma compra emergencial de 6 meses – Siemens - para suprir a demanda no intervalo de implantação desta nova metodologia, salientando que o LACEN esta sem kits e já estão congelando o sangue, e os kits que deveriam chegar em POA até final de semana passado, não chegaram.


O problema é o impacto que acarretará para nós PVHA, porque tem que ser trocado os equipos, o pessoal tem que ser capacitado, e pelo que sabemos se faltar kits, a proposta é congelar o sangue e esperar até a rede estar apta a realizar estes exames.
É um problema de logística!!!

Precisamos resolver e acredito que devemos pedir para o estado/ município/ LACEN fazer uma reunião para esclarecer esta logística, e ver a melhor forma de reduzir o impacto que acarretara na rede de serviço e a nós PVHA.

Quem sabe pedir esclarecimentos ao Departamento e eles estarem presentes quando fizermos esta reunião?

Em anexo, a Nota Técnica referente aos Exames de Carga Viral do Departamento -  leiam com atenção.

Nilo ,
Espero que consigas ler.....esta em PDF.
abs



De: Zé Helio [mai
Enviada em: segunda-feira, 18 de julho de 2011 22:15
Para: 'nilo geronimo'
Assunto: nota tecnica Exames carga viral

Nilo,

Como falamos via fone ta indo a nota técnica para saberes do conteúdo.

Alagoas já fez reunião com o LACEN, o Claudio colocou no egroup....

Vamos ver como esta a situação em todo pais....agora é momento de reunir dados.

E vamos ver se o Departamento nos dá uma resposta, o email que passei foi com cópia para o Eduardo sobre esta situação.

E vms nessa,
Abs
 Zehelio

JOSÉ HÉLIO COSTALUNGA DE FREITAS
Representação Estadual da RNP+RS
cel: 51.99683546
Rua Luis Afonso 234 - Cidade Baixa - Porto Alegre
fone: 51.3013.1169 /3221.6363


2 anexos Examinar e baixar todos os anexos

image001.emz
152K Examinar e baixar

oledata.mso
707K Examinar e baixar


Nilo ,

Espero que consigas ler.....esta em PDF.

abs

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Transplantes de rins entre portadores do HIV foram bem sucedidos na África do Sul

http://www.linearclipping.com.br/imagens/cliente/dst_left.jpg

http://www.linearclipping.com.br/imagens/cliente/dst_right.jpg

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DA AIDS | NOTÍCIAS

AIDS

17/08/2010

17/08/2010 - Transplantes de rins entre portadores do HIV foram bem sucedidos na África do Sul

17/08/2010 - 12h

Quatro portadores do HIV reagiram bem aos transplantes de rins doados por outros soropositivos na África do Sul, segundo artigo publicado recentemente no jornal científico New England Journal of Medicine. Essa novidade no mundo da medicina trouxe grandes expectativas para o desenvolvimento de um banco de doadores de pessoas com o vírus da AIDS.

Essa é a primeira evidência em todo mundo sobre a segurança de transplantar um rim de um paciente infectado pelo HIV. A preocupação dos médicos era o risco de ocorrer uma reinfecção com algum subtipo do HIV, o que poderia acelerar a progressão do vírus na pessoa transplantada.

Os doentes, três homens e uma mulher, receberam terapêutica imunossupressora para prevenir a rejeição do órgão doado, e um ano depois não tinham ocorrido casos de rejeição.

Apesar de a contagem das células de defesa do organismos, o CD4, se manter abaixo do nível ideal em três dos quatro doentes nos 12 meses seguintes ao transplante (devido à terapêutica imunossupressiva), todos eles mantiveram também uma baixa quantidade de cópias do HIV no sangue. Isso sugere que qualquer vírus que tenha sido transplantado com o rim, não terá efeito no controle da doença.

Os médicos do Hospital Grote Schuur, da Cidade do Cabo, explicaram que será necessário mais investigação para avaliar se as características virais, tais como o sub-tipo do HIV, influenciam o risco de rejeição do órgão ou a própria progressão do vírus.

Eles sugerem que o uso de um potente remédio inibidor da protease aumentaria as probabilidades de suprimir um vírus resistente que seja transplantado com o rim.

Ainda segundo os pesquisadores, os rins de pessoas com HIV podem ser transplantados para outros soropositivos se o rim demonstrar ser saudável na biopsia, se o recipiente tiver boa adesão ao tratamento antirretroviral, carga viral indetectável e evidência de reconstituição imunitária.

Redação da Agência de Notícias da AIDS

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Terapia precoce de Aids reduz mortes/Antecipação do tratamento com coquetel antiviral diminui em 75% o risco de óbito, diz estudo feito no Haiti

Terapia precoce de Aids reduz mortes

FOLHA DE S. PAULO

19/07/2010

Antecipação do tratamento com coquetel antiviral diminui em 75% o risco de óbito, diz estudo feito no Haiti

Diagnóstico tardio é um problema no Brasil, que tem 630 mil portadores do vírus, mas 255 mil ainda não sabem disso

O tratamento precoce com o coquetel antiviral reduz em 75% o risco de morte de pacientes com HIV. Também cai em 50% o diagnóstico de novos casos de tuberculose, doença que mais mata os soropositivos brasileiros.

A conclusão é de um estudo controlado inédito publicado no "New England Journal of Medicine". No Brasil, 43% dos soropositivos iniciam a terapia tardiamente- quando a contagem das células de defesa do organismo (CD4) está muito baixa.

O nível de CD4 e o teste de carga viral (que mede quantidade de HIV no sangue) são os exames mais usados para decidir o início da terapia com os ANTIRRETROVIRAIS, que inibem a reprodução do HIV.

O recente estudo, feito no Haiti, endossa o que outros trabalhos observacionais já tinham constatado: para reduzir as mortes, a terapia deve ser iniciada com o CD4 menor que 350 células por milímetro cúbico de sangue.

Em abril, o Brasil passou a adotar esse critério, a exemplo do que fazem os países europeus. Antes, a terapia era indicada quando o CD4 estava próximo a 200. Nos EUA, preconiza-se o tratamento ainda mais precoce, com o CD4 abaixo de 500 ou tão logo a pessoa descubra ser SOROPOSITIVA.

DEFESA BAIXA

O principal problema no país, porém, é o diagnóstico tardio. Cerca de 630 mil brasileiros são portadores do vírus HIV, mas 255 mil ainda não sabem disso, segundo o Ministério da Saúde.

"As pessoas já chegam doentes ou com CD4 baixíssimo nos serviços. Temos os medicamentos, temos uma recomendação atualizada à luz dos estudos mais recentes, mas uma grande parte dos pacientes não se beneficia disso", diz Mário Scheffer, presidente do Grupo Pela Vidda-SP e membro do grupo de consenso terapêutico de AIDS do Ministério da Saúde.

Segundo ele, há dois fatores que levam ao atraso no diagnóstico: a testagem anti-HIV é falha e a cobertura do teste rápido para a detecção do vírus ainda é "medíocre".

O infectologista Caio Rosenthal, do Instituto Emílio Ribas, explica que a maioria dos pacientes descobre o HIV quando procura o serviço de saúde em razão de outra doença (neurotoxoplasmose e tuberculose, por exemplo) ou, no caso das mulheres, de gravidez.

"Os médicos precisam ter a cultura de solicitar o teste de HIV aos pacientes. E são necessárias mais campanhas para alertar a população sobre a importância da testagem", afirma Rosenthal.

ANTECIPAÇÃO

Mudanças na antecipação do tratamento anti-HIV são sempre vistas com cautela. Como a infecção por HIV é uma doença crônica incurável, é preciso levar em conta os riscos de toxicidade, as falhas na adesão e a resistência do vírus às drogas.

"Embora alguns países desenvolvidos indiquem [a terapia] abaixo de 500, entendemos que, para a nossa realidade, está correto o critério de CD4 abaixo de 350 e carga viral acima de 10 mil para início da terapia", diz o médico.

No trabalho no Haiti, os pesquisadores avaliaram 816 soropositivos assintomáticos, com CD4 de 280 por milímetro cúbico de sangue. Metade do grupo iniciou o tratamento duas semanas após o diagnóstico e a outra metade teve de esperar a contagem de CD4 chegar a 200.

O estudo durou 21 meses e teve de ser interrompido por razões éticas óbvias: o adiamento da terapia havia quadruplicado o risco de morte no grupo que demorou mais para iniciar o tratamento.
clipping Bem Fam:(19/07/010)