Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Representações sociais de profissionais de saúde sobre transexualidade #UNB

Representações sociais de profissionais de saúde sobre transexualidade Publicação em 18/07/12 UNB Universidade de Brasília

 

Boa tarde


Seguindo na pesquisa e socializando...


Abs

Nádia Elizabeth Barbosa Villas Bôas
Conselheira Nacional de Saúde
Segmento: Patologias e Deficiências/Hepatites Virais

MBHV Movimento Brasileiro de Luta Contra as Hepatites Virais
Hepatchê Vida
Porto Alegre/RS

51    8127 5366 Tim
51    8418 4159 Oi
      51 9105 8069 Claro
______________________________________________________________________________________________________________________________________________



Utilize este link para identificar ou citar este item: http://hdl.handle.net/10482/10976  

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Título: 
Representações sociais de profissionais de saúde sobre transexualidade
Autor(es): 
Orientador(es): 
Assunto: 
Data de publicação: 
18-Jul-2012
Data de defesa: 
8-Mar-2012
Referência: 
SANTOS, Adelyany Batista dos. Representações sociais de profissionais de saúde sobre transexualidade. 2012. 76 f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde)—Universidade de Brasília, Brasília, 2012.
Resumo: 
 ________________________________
Introdução: No Brasil, nos últimos anos, a transexualidade tem sido objeto de políticas públicas, principalmente no campo da saúde. Apesar de ser tema de discussões sociais e de investigações acadêmicas e estar frequentemente em evidência nos meios de comunicação, como televisão, revistas e internet, ainda pode ser considerada um universo pouco conhecido. A existência de múltiplas dimensões dessa questão, tanto no que se refere às pessoas que vivenciam a transexualidade, como às pessoas que entram em contato de alguma forma com essa realidade, configuram-na como uma questão complexa. Uma dessas dimensões é o que se sabe sobre a transexualidade e como ela é percebida socialmente, pois esses fatores podem influenciar as relações e as condutas das pessoas ao lidar com essa questão. No campo da saúde, a forma como o profissional de saúde percebe a transexualidade pode ter influência direta nas suas práticas e, consequentemente, na direção e na qualidade da atenção à saúde. Compreender essa percepção se torna fundamental para a construção de uma atenção à saúde de qualidade. Objetivos: Analisar as representações sociais de profissionais de saúde da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal sobre transexualidade, por meio da identificação de conhecimentos e vivências, e do conteúdo e da estrutura dessas representações. Métodos: Trata-se de um estudo baseado na Teoria das Representações Sociais com 128 profissionais de saúde, médicos, enfermeiros e auxiliares/técnicos em enfermagem de 22 unidades de saúde da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal, utilizando questionário semi-estruturado auto-aplicável. O processamento dos dados foi feitos pelos softwares ALCESTE e EVOC. Foram observadas todas as recomendações éticas vigentes. Resultados: Quanto ao perfil dos profissionais, nota-se a predominância de participantes do sexo feminino, casados ou vivendo em união estável, católicos e pardos. A idade variou entre 24 e 67 anos (mediana 43, média 42), predominando a faixa etária de 30 a 49 anos (62,4%). Quanto às características profissionais, a maior parte dos participantes é de Centros de Saúde de atenção básica, profissionais da área da enfermagem, sendo que a maior parte são auxiliares ou técnicos em enfermagem e quase 60% afirma já ter atendido uma pessoa transexual ao longo de sua carreira profissional. Em relação ao conteúdo das representações sociais, os profissionais percebem a transexualidade como paciente que muda de sexo e precisa ser aceito, e como pessoas que merecem respeito, mas que falta habilidade profissional para lidar com essa questão. No que se refere à estrutura das representações sociais, os termos “mudança de sexo” e “preconceito” aparecem como pertencendo ao núcleo central, e, dentre outros, “discriminação”, “opção” “coragem” como fazendo parte do sistema periférico. Discussão e Considerações finais: As representações sociais dos profissionais de saúde sobre transexualidade aparentemente tem forte relação com as variáveis categoria profissional, sexo e religião. Relatam que se sentem despreparados para lidar com essa questão, evidenciando a necessidade de uma política de educação permanente em saúde que atenda a essa demanda. A construção de um sistema de saúde que contribua para a redução das desigualdades e para a melhoria da qualidade de vida da população passa pela compreensão da construção de processos relacionais, como o estigma, oferecendo subsídios para uma formação profissional que se aproxime mais das realidades da população.
_________________________________________________ ABSTRACT
Introduction: In Brazil, during these latest years, transsexuality has been object of public policies, especially in the health field. Although being subject for academic social debates and investigations and also being frequently under the spot in the media, such as television, magazines and the internet, the matter itself might be considered a few known universe. The existence of multiple dimensions for this matter, concerning those people living their transsexuality as much as the people somehow in touch with this reality, turn it into a complex question. One of those dimensions is what is known about transsexuality and how it is socially percept, for these factors might influence people’s relations and behaviors as dealing with the matter. In the health field, the manner how the health professional perceives transsexuality might have direct influence on one’s practices and, therefore, on the course and the quality of attention to healthcare. Understanding this perception becomes fundamental in order to build a quality attention to healthcare. Objectives: Analyzing health professionals from the Health Office of Distrito Federal social representations on transsexuality through the identification of knowledge and experience, and of the contents and structures of such representations. Methods: This is a study based on the Social Representation Theory held with 128 health professionals, doctors, nurses and nursing technicians or assistants from 22 health units in the Health Office of Distrito Federal using a semi and self applied questionnaire. The data processing was made by the software ALCEST and EVOC. All the ethical recommendation established was observed. Results: As for the professionals profile it can be noticed the predominance of the female sex participants, married or living in a stable relationship, catholic and brown. The age varied between 24 and 67 years old (median 43, average 42), prevailing the age range from 30 to 49 years old (62,4%). As for the professional characteristics the majority of the participants was from Health Centers for basic attention, professionals of the nursing field, being most of them nursing technicians or assistants, and almost 60% of them claim have already taken care of a transsexual person during their professional career. Concerning the content of the social representations the professionals perceive transsexuality as a patient who changes his or her sex and needs to be accepted, and people that deserve respect, but they also admit that lacks professional ability to handle this matter. About the structure of the social representations the terms “sex change” and “prejudice” appear as belonging to the core of the question, and among others, “discrimination”, “option” and “courage” make part of the peripheral system. Discussion and Final considerations: The health professionals’ social representations on transsexuality apparently have strong relation to the variables professional category, sex and religion. They report feeling unprepared to handle this matter, evidencing the need of a permanent educational policy in the health ambit that attends this demand. The construction of a health system that contributes to the reduction of inequality and the improvement in the quality of life of the population passes by the comprehension of the construction of relational processes such as the stigma, offering subsidies to a professional formation that reaches the different realities of the population.

Informações adicionais: 
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde, 2012.
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Joao compartilhou um link em seu mural.

Joao compartilhou um link em seu mural.
Você sabia que agora eu tenho uma página do livro Viagem Solitária?

Vou esperar você curtir a página Você já leu meu livro que acaba de ser premiado?. O link dela é esse:

https://www.facebook.com/pages/Viagem-Solit%C3%A1ria/205100982907932
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Viagem Solitária
Escritor. Autor do livro Viagem Solitária - Memórias de um transexual 30 anos depois, pela editora Leya. |Redes Sociais - Joao W Nery| ° Blog: www.jwnescritor.blogspot.com ° Twitter:www.twitter.com/joaownery1 ° Youtube:www.youtube.com/user/joaownery1 ° Meadiciona:www.meadiciona.com/joaownery
http://soutranshomemedai.webnode.com/videos/
http://meadiciona.com/joaownery
http://www.calameo.com/read/000726348bf68afe988f7
http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=3677270&csParam=%7B%22feature%22%3A%22viewpersonalized%22%2C%22source%22%3A%22Home+Principal%22%2C%22recType%22%3A%22viewpersonalized%22%7D
http://www.facebook.com/pages/Viagem-Solit%C3%A1ria/205100982907932
Viagem Solitária
Para ver seu mural ou para escrever no mural de Joao, clique no link abaixo:
http://www.facebook.com/n/?permalink.php&story_fbid=236566709754947&id=100001786963333&mid=576db33G5af37afd2585G6cfc8cG3a&bcode=mFUxm4vD&n_m=nborgna1%40gmail.com
Obrigado,
A Equipe do Facebook.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Relato colhido do Face Book #lgbtt #


ndianara Siqueira
CARTA DE UMA TRAVESTI/TRANSEXUAL COMO LEGADO AO SEU PAIPAI QUERIA SABER SE TE FIZ E FAÇO FALTA ,SE CHORAS POR MIMAH PAI QUANTAS VEZES QUIS QUE VOCÊ ESTIVESSA LÁ POR MIM,COMO QUANDO EU ERA CRIANÇA E VOCÊ ME DIZIA QUE NÃO TINHA MONSTRO EMBAIXO DA CAMA.VOCÊ QUEBROU TUA PROMESSA QUE ERA DE SEMPRE ESTAR AO MEU LADO E ME PROTEGERVOCÊ ME TRAIU QUANDO NÃO ME DIRIGIU MAIS A PALAVRAVOCÊ FALHOU COMO PAI QUANDO ME MATOU EM SUA VIDA QUANDO EU DECIDI VIVER A MINHAVOCÊ TRAIU A PATERNIDADE QUANDO SABENDO QUE OUTROS ME AÇOITAVAM PELAS RUAS NADA FEZAO CONTRÁRIO,SE CALOU E ESSE SILÊNCIO ME FERIU MAIS AINDAVOCÊ NÃO FOI MEU HERÓI MAS ENTRE MILHARES MEU ALGOZVOCÊ QUERIA ENCONTRAR PARA MIM A CURASEM SABER QUE MINHA FELICIDADE PLENA ESTAVA EM TUA ACEITAÇÃOQUANDO ME AGREDIAM PELAS RUAS DA CIDADE,EU QUERIA GRITAR PAI SOCORROMAS O GRITO CALAVA NO SANGUE QUE ESCORRIA EM MEU PEITOPOIS TALVEZ TUA RESPOSTA MEU PAI SERIA :-BEM FEITOAH PAPAI TALVEZ SE TIVESSES CUMPRIDO TUAS PROMESSAS PATERNAS,EU HOJE NÃO FOSSE MAIS UM N° NAS ESTATISTICAS HOMOLESBOTRANSFÓBICASTALVEZ EU NÃO FOSSE HOJE ESSE CADAVER A MAIS NO CEMITÉRIO ENTERRADA COMO INDIGENTEPOIS POR VERGONHA DE ASSUMIR QUE ERAS MEU PAI,VOCÊ PASSOU PELO MEU CORPO JOGADO NA CALÇADA ONDE ME DIVERTINDO ENTRE AMIGAS PROCUREI SER FELIZ À MINHA MANEIRA OU TIVE QUE ME PROSTITUIR PARA GANHAR MEU PÃO DE CADA DIA E TER UM TETO ONDE ME ABRIGAR,JÁ QUE ME EXPULSASTE DO ABRIGO DO LAR ONDE VIVI SEM PREOCUPAÇÕES MINHA INFÂNCIA ACREDITANDO NAS PROMESSAS QUE ME FAZIASNA CALÇADA AO IGNORARES MEU CORPO SEM VIDA,ME NEGASTE ATÉ NA HORA DA MORTE TUA PATERNIDADE E A DIGNIDADE QUE A VIDA ME TIROU E NEGOUPAI SINTO FRIO,QUERIA APENAS UM ABRAÇO,MAS SÓ CONSEGUI LEMBRAR DA BOFETADA QUE DESTES EM MEU ROSTO AO ME SURPREENDER ARMADA COM MINHAS ROUPAS FEMININAS EM CIMA DE UM SALTO,PREPARADA PARA A GUERRA QUE ME ESPERAVA SEM EU SABER DE REPENTE ERA COMO SE TIVESSE NASCIDO ASSIM COMO DIANA/ARTÉMIS A DEUSA VIRGEM NASCIDA ARMADA DA CABEÇA DE SEU PAIQUERIA APENAS UMA PALAVRA DE AMOR E CARINHO,NÃO TUAS PALAVRAS DURAS DIZENDO QUE NÃO HAVIA POSTO NO MUNDO UM DEGENERADOQUERIA QUE TIVESSES DITO QUE INDEPENDENTE DO QUE EU FOSSE,VOCÊ AINDA IRIA PARA MIM,COMO QUANDO EU ERA CRIANÇA, TRAZER A LUAMAS ME EXPULSASTES DE CASA PARA A SOLIDÃO E PARA A MORTE NA RUAPAI ME PERDOE,MAS NÃO RESISTI À QUERER SER LIVRE E FELIZ,MESMO QUE ISSO ME FOSSE FATAL,TALVEZ EU TENHA TRAÍDO SEUS CONCEITOS DE MACHO E FÊMEA,HOMEM E MULHERMAS NÃO TRAÍ À MIM MESMAQUERIA QUE ESTIVESSES LÁ PARA OBRIGAR O HOSPITAL A ME TRATAR COM RESPEITO, PARA DIZER AOS POLICIAIS QUE EU TINHA PAI,PARA QUE GRITASSES AOS SERVIÇOS PÚBLICOS MEUS DIREITOS COMO CIDADÃQUERIA QUE ESTIVESSES LÁ PARA JUNTOS LUTARMOS CONTRA MEUS AGRESSORES E TALVEZ EU AINDA ESTIVESSE VIVA,POIS AS PESSOAS QUE IGNORARAM MEU GRITO DE SOCORRO TALVEZ ESCUTASSEM O PEDIDO DESESPERADO DE AJUDA DE UM PAI POR SEU FILHO OU FILHA PAI QUANTO AMOR PROMETIDO,QUANTO ÓDIO OFERECIDOAPRENDI A ME ARMAR SOZINHASEI QUE NÃO ME RECONHECIAS MAIS ATRAVÉS DO MEU CORPO AGORA MOLDADO ATRAVÉS DE HORMÔNIOS E SILICONES MAIS AINDA ERA EU,A CRIANÇA QUE SEGURASTE EM EM TEUS BRAÇOS NO MOMENTO DO MEU NASCIMENTO,A CRIANÇA A QUEM PROMETESTE PROTEGER E AMAR POR TODA NOSSA VIDA,MAS QUEBRASTES TUAS PROMESSASPAI SE TIVESSEM ME DADO MAIS TEMPO PARA TE FAZER ENTENDER,TALVEZ CHEGASSEMOS A UM ACORDOSE TIVESSEM ME DADO MAIS TEMPO TALVEZ AGORA EU PUDESSE DIZER :-TE PERDOO PAPAIMAS QUERIA QUE SOUBESSES QUE NO MEIO DA TEMPESTADE QUE FOI MINHA VIDA,COMO UM NAUFRAGO EM UM MAR REVOLTO,ALCANCEI MINHA TÁBUA DE SALVAÇÃO E CHEGUEI À UMA ILHA ONDE ENCONTREI OUTROS NAUFRAGOS COMO EU, QUE ME ACOLHERAM E FIZERAM O PAPEL DE PAI,MÃE E IRMÃOS QUE ME FALTARAM EM MINHA NOVA VIDAE POR ALGUM TEMPO JUNTOS,EU E MEUS NOVOS AMIGOS NOS PROTEJÍAMOSMAS EM UM MOMENTO DE DESCUIDO E DISTRAÇÃO MINHA,MEUS ALGOZES CHEGARAM SEM QUE EU PERCEBESSE,ME AÇOITARAM E TIRARAM MINHA VIDAMAS NA CALÇADA DO OUTRO LADO,VI TEU ROSTO OMISSO E TÃO AMADO POR MIMENTÃO ENQUANTO MORRIA NÃO GRITAVA MAIS AIMEU ÚLTIMO PENSAMENTO OU GRITO JÁ NEM SEI, FOI APENAS:-SOCORRO ME AJUDE QUE ME MATAM PAPAIAUTORIA: INDIANARÂ SOPHIA PHÊNIX

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Crianças com disturbio sexual (posssuem os dois sexos)



http://gnt.globo.com/gntdoc/Videos/_1580179.shtml

Gnt.doc
Assunto:
Crianças com disturbio sexual (posssuem os dois sexos)
Titulo:
Menino ou menina?

Menino e menina? - Vídeos - GNT.Doc - GNT

gnt.doc. horário. DOM 00:30. alternativo. veja todos ... 01/08/2011. Menino e
menina? detalhes ... copie esse código para seu site ou blog: ...
gnt.globo.com/gntdoc/Videos/_1580179.shtml - Em cache - Similares
Exibição hoje às 2300
GNT
Depois via Web.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Meu Eu Secreto - Histórias de Crianças Transgêneras


Olá!!!Olha eu aqui de novo pertubando rsrsrsrsrrssrrsrs mas por uma causa justa rsrsrsrsrrsrsrs
Estaremos reunidas(os) no proximo dia 29 de julho(SEXTA-FEIRA) apartir das 17:45 no Grupo Pela Vidda/RJ(Avenida Rio Branco,135/709-Centro/RJ) para apresentação do Documentário" Meu EU Secreto", que conta relatos de crianças transgeneras e famílias.
Teremos como convidada a nossa Parceira e Amiga( Indianara Siqueira) para um bate papo bem discontraido em relação ao documentário.Para os profissionais de Assistente Social, Psicolgia, Educadores entre outras é de suma importãncia presença para tirar dúvidas e fazer um bate papo sobre o tema abordado que para muitos profissionais ainda é desconhecido e não sabem como lidar com o assunto.
Nesse mesmo dia teremos "Ateliê Cultural" que será sempre todas as sexta-feiras a partir das 16:00horas.Estaremos recebendo a "COMPANHIA DE DANÇA DE WELLINGTON LOPES" apresentando o trabalho da companhia e o projeto de inclusão cultural na Praça Tiradentes.

OBS.:
Lembrando a todos que a entrada no prédio é até às 19:00 .
PASSOU 19:01 NÃO TEM COMO ENTRAR, INFELIZMENTE SÃO NORMAS DO EDIFICIO.


CONTO COM VOCÊS!!! VAMOS UNIR FORÇAS

Atenciosamente

Giselle Meirelles Kuzattis Cassani
www.pelavidda.org.br
www.transrevolucao.hd1.com.br
www.madamegiselle.kit.net
(021)9665-6743=vivo
(021)8339-2753=Tim
(021)8761-1474=Oi
(021)7625-3302=Claro
(021)4104-2300=Convencional

      Voluntaria/Coordenadora

--
Você está recebendo esta mensagem porque se inscreveu no grupo "RED - TRANS" dos Grupos do Google. Google.

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terça-feira, 5 de julho de 2011

Para entender o termo Orgulho Gay Tradução (Lisa Mineli)


A verdadeira historia pq outros omitem as pesoas TRANS deste senanario:

A Revolução Trans, Lésbica e Gay de 28 de junho de 1969 ± o ano em Nova Iorque

Um bar em Nova York MOTAN Stonewall Inn, em 1969 provocou o início ³ de movimento para os direitos das pessoas e transexuais, lésbicas, gays e bisexualers.
New Day / Actualizacià ³ n Jornal Digital Transexual. HACA De vários dias, veia polícia assediar clientes de um bar para as pessoas transexuais e / ou transexuais, lésbicas e gays, de Nova York rua Christopher, Greenwich Village, chamado Stonewall Inn .
Assédio, liderada pelo Inspetor Seymour Pine, consistÃa a visita de funcionários da polícia, em busca de evidências para provar que não é o álcool vendÃa ilegalmente.
Abaixo desta área segura, outro existÃa realidade ligada à Corrupção Nenhum policial. Para Tena seu próprio nome: 'Gayola'. O mesmo responsável consistÃa debaixo da mesa Os proprietários destes estabelecimentos ± os, que, desta forma para acabar com este intervenções policiais constantes.
Sega º n é dito, os moradores que se recusaram a fazer pagamentos por baixo da mesa para a polícia são expostos a qualquer momento, os agentes invadiram suas instalações e prenderam todos dentro desses, geralmente submetido © Ndola para uma inspecção mais humilhante.
Dias após © s que Pine e seus agentes invadiram o Stonewall Inn, causando um número de clientes começaram a reclamar de abusos "polícia", a polícia voltou ³ entrar em Ação n às 1:20 do MAA ± ana o 28 de junho de 1969.
Para alguns observadores, talvez os representantes da lei e da ordem não poderia ter escolhido um momento pior: o que mais tarde comunidade gay conocerÃa s como ele foi, então, bastante deprimido, naquela noite, porque durante o dia de feijão foi enterrado New York uma de suas figuras mais admiradas s, o imortal Judy Garland, morreu dias antes em Paris.
Mas os agentes inundou o quarto, fechou as portas e, de acordo º n é dito, tinha todos sob controle enquanto L vai escolher quatro O Próximo Passo.
Em última instância, os agentes disseram que deixar ir de qualquer um com identificações ³ n. Quem tinha que ter, e lidar com todos os cross-dressing, transgêneros e / ou transgene © Neros foram presos, incluindo o precursor emntre portorriqueà Ryvera ± Silvia.
Enquanto que sucedÃa a rua na entrada do bar, começou a encher com as pessoas que habÃan ciente do que estava acontecendo. Ao mesmo tempo acredita-se que a multidão, alimentada por aqueles habÃan foi deixando paroquianos a abandonar as instalações, atingiu a 400 ³.
Então surgiu o gatilho: quando um dos três travestis que a polícia até um de seus ônibus saiu de repente bateu uma ³ ³ polícia e voltou para pegá-la pela força.
Os gritos de "brutalidade policÃaca" proferidas pelo povo, misturado com insultos e arremesso de objectos, incluindo moedas, foi rápida. Quando os objetos jogados começou a tomar forma com pedras e garrafas, Pine e seus agentes buscaram refúgio no local.
Enquanto isso, as coisas começaram a ser ³ Ela ainda mais quente s, a multidão que começou a quebrar as janelas das instalações para o acesso à © ste, começa ³ parquÃmetros usar projéteis e até mesmo planejou para pulverizar a estrutura com o fluido isqueiro para queimar bar, com o interior da polícia.
Felizmente, quando os reforços policiais chegaram Pine flertou com a idéia triste de ordenar seus oficiais abriram fogo contra uma multidão revoltada, que provavelmente tinha levado ao matadouro.
Mas mesmo os Táticas Operações Unitárias (espécie de tropa de choque) teve que enfrentar a ira ea chuva de objetos dos desordeiros, incapazes de controlar a cena até bem no final da manhã.
No final houve 13 prisões e três feridos em policarbonato.
Não poderia faltar, é claro, que os porto-riquenhos tinha algas º n ± ou envolvidos no assunto. Neste caso, uma das quais estava lá era um transexual e Puerto riquenhos de ascendência venezuelana chamada Sylvia Rivera ± a, ± 18 anos de idade, que pronunciarÃa CA © Lebre frase: â € Oeno quero perder um momento dessa . Â ³ Este é o â € revolucionária n!
CONTROLE DE GRUPO
Para sa parece que era: apesar de protestos antes habÃan sido para a causa dos direitos gay considera-se que os motins de Stonewall são as primeiras ocasiões ³ n que â € œpersonas com a mesma orientação sexual e desejos de uma feira, já não são isoladas e se juntou para lutar sistemaâ €, como se lê um artigo publicado após © s.
â € œThe motins de Stonewall marca o início do ³ movimentos de libertação n gay que transformou a opressão Não para gays e lésbicas em chamadas para o orgulho e ações ³ nâ €, acrescenta o artigo que aparece nos arquivos da página da Universidade de Columbia .
A verdade é que algumas semanas começaram a surgir várias organizações que representam os gays, muitos deles contendo a palavra em seu nome Stonewall.
E a 28 de junho de 1970, para comemorar o primeiro aniversário da revolta ocorreu ³ start-bancos-los em Christopher Street, o primeiro paradas do orgulho gay, que excursionou ³ 15 ruas da cidade de Nova York e foi apoiado ³ linhas de marchas simultâneas em Los Angeles e Chicago.
Em 1971, o movimento espalhou n º ³ s anos mais, incluindo Boston, Dallas, Milwaukee, Londres, Paris, Berlim Ocidental e Estocolmo.
Asa, embora tarde, marchas pelos direitos dos homossexuais, finalmente, juntou-se ao rio habÃan protestos esmagadora de ano sixties ± os, incluindo os direitos civis, o chamado Poder Negro, a libertação Não manifestações de estudantes do sexo feminino em relação ao serviço recrutamento e da Guerra do Vietnã.
Como é habitual neste tipo de coisa, ano após © s ± os, aqueles que eram fatos vÃctimas circunstancial, os patronos do Stonewall Inn, passaram a se tornar lendas vivas. Cada ano ± ou, como agora, realizada em Nova York que é hoje conhecida como a Parada do Orgulho Gay (Gay Pride), Ã © sta corre ao longo da Quinta Avenida, até o Greenwich Village e, eventualmente, através da parte dianteira Stonewall Inn, transformado ao longo do tempo em um monumento.
E entre aqueles que estão marchando são membros da Associação de Veteranos de Stonewall, composto, como o nome sugere, por algumas das vítimas do CA © Lebre invasão de 1969, incluindo-riquenhos jornalista Puerto ± cobre do Capitólio , Cristina Hayworth, do microfone famosos que lê "Capito-Lao."
â € œFui um dos poucos que eu estava dentro quando aconteceu tudo ³ €, disse recentemente, que â € œpero º ano n viver nós concordamos que ninguém consegue falar por si: nós estamos no processo de escrever um livro onde diga tudo o que aconteceu para além € ³.
Em 1999, o grupo foi recebido na mansão executiva por Rudy Giuliani o então prefeito de trigo a ser cumpridas © simo aniversário do incidente.
E Sylvia Rivera, que morreu em 2002 com a idade de 50 anos ± os Next © s de uma vida dedicada ao ativismo, chega ³ até ter sérias diferenças na Administração Pública com os líderes gay quando eu pensei ³ que eles estavam marginalizando os travestis em seus esforços para infundir um tom de movimento mais conservador aceitável s-tem até recebeu uma página de confirmação e Stum: h oy em dia, Sylvia Rivera esquina da rua Caminho com Christopher Street, em Greenwich Village ... a poucos quarteirões do Stonewall Inn.






Em memória de Sylvia Rivera e precursor / Stonewall é




Paty Betancourt
Fundador da rede trans lac
sub-regional coordenador para a América Central e México lac rede de transportes
COORDENADOR mulheres no México GRAL.RED AC TRANS
                                        
"Para a luta na visibilidade das mulheres trans"

Bjossssssssss,
Sme mais,
Att.

Sadessa Vieira.

2011/7/5 nilo geronimo
 
Lisa publiquei no blog sem traduzir vou ver em outro forum se alguem
traduz para que os não leitores de espanhol

Tradução:  Sadessa T. Vieira
                                  Diretora Presidente da ATNH/RS
                                     Vice - Presidente REDTRANS
                      Fone: Oi: (51) 8405.44.32 ou TIM: (51) 8198.71.61
"SOU A ALEGRIA DE QUEM ME AMA, A TRISTEZA DE QUEM ME ODEIA E A OCUPAÇÃO DE QUEM ME INVEJA"!!!!
                                             

                          

segunda-feira, 11 de abril de 2011

De skinhead a transex

Terça-feira, 05 de Abril de 2011

Terça-feira, 05 de Abril de 2011
De skinhead a transex
Ex-skinhead mudou de sexo e quer lutar pelos direitos homossexuais. 
por Redação MundoMais
Monika Strub:Hoje sou uma pessoa diferente.Monika Strub:Hoje sou uma pessoa diferente.
Ele era um skinhead, neonazista e incitador à morte de homossexuais e negros. Hoje é uma mulher transexual e chegou a se candidatar ao parlamento alemão para defender as minorias pelo partido socialista, mas não foi eleita, pois só atingiu 1,8% dos votos.
Ela, que hoje se chama Monika Strub e tem 35 anos, disse que decidiu deixar para trás não só o sexo com que nasceu, como as suas ligações com o Partido Nacionalista.
Segundo aquilo que descreve no site que tem o seu nome, a transexual explica que logo cedo foi confrontada com a exclusão. "Porque, embora fosse homem, sentia-me como mulher. Mas, mesmo não me sendo permitido, finalmente decidi, em 2007, passar a viver como uma mulher", lembra.
Atualmente, ela trabalha como fotógrafa em Estugarda(sudoeste da Alemanha). Monika assumiu o seu passado após ter aceitado um lugar nas listas do Die Linke, um movimento político de Esquerda composto por socialistas saídos do Partido do Socialismo Democrático, fundado em 2007. A candidata pelo estado federal de Bade-Vurtemberga foi pressionada pela revelação de fotos suas, de cabeça raspada, em encontros nacionalistas, onde apelava à morte de homossexuais.
Em declarações ao jornal "Orange News", Monika garante que do violento Horst Strub e das ligações ao NPD já nada existe, após ter realizado a mudança de sexo. "Não escondo o meu passado nem os fatos de ter sido homem e pertencer à extrema-Direita. Mas, hoje, sou uma honesta socialista", assegura.
Apoiada pelo companheiro, mudou de sexo em 2009, tendo confessado numa recente entrevista ao jornal alemão "Bild": "Queria viver como uma mulher e amar um homem. Isso não poderia existir no NPD. Os esquerdistas são agora a minha vida". "Sim, este é o meu passado. Mas hoje sou uma pessoa diferente. Tenho deitado fora todas as fotos dessa altura e outras queimo-as", acrescentou

Ex-skinhead mudou de sexo e quer lutar pelos direitos homossexuais. 
por Redação MundoMais
Monika Strub:Hoje sou uma pessoa diferente.Monika Strub:Hoje sou uma pessoa diferente.
Ele era um skinhead, neonazista e incitador à morte de homossexuais e negros. Hoje é uma mulher transexual e chegou a se candidatar ao parlamento alemão para defender as minorias pelo partido socialista, mas não foi eleita, pois só atingiu 1,8% dos votos.
Ela, que hoje se chama Monika Strub e tem 35 anos, disse que decidiu deixar para trás não só o sexo com que nasceu, como as suas ligações com o Partido Nacionalista.
Segundo aquilo que descreve no site que tem o seu nome, a transexual explica que logo cedo foi confrontada com a exclusão. "Porque, embora fosse homem, sentia-me como mulher. Mas, mesmo não me sendo permitido, finalmente decidi, em 2007, passar a viver como uma mulher", lembra.
Atualmente, ela trabalha como fotógrafa em Estugarda(sudoeste da Alemanha). Monika assumiu o seu passado após ter aceitado um lugar nas listas do Die Linke, um movimento político de Esquerda composto por socialistas saídos do Partido do Socialismo Democrático, fundado em 2007. A candidata pelo estado federal de Bade-Vurtemberga foi pressionada pela revelação de fotos suas, de cabeça raspada, em encontros nacionalistas, onde apelava à morte de homossexuais.
Em declarações ao jornal "Orange News", Monika garante que do violento Horst Strub e das ligações ao NPD já nada existe, após ter realizado a mudança de sexo. "Não escondo o meu passado nem os fatos de ter sido homem e pertencer à extrema-Direita. Mas, hoje, sou uma honesta socialista", assegura.
Apoiada pelo companheiro, mudou de sexo em 2009, tendo confessado numa recente entrevista ao jornal alemão "Bild": "Queria viver como uma mulher e amar um homem. Isso não poderia existir no NPD. Os esquerdistas são agora a minha vida". "Sim, este é o meu passado. Mas hoje sou uma pessoa diferente. Tenho deitado fora todas as fotos dessa altura e outras queimo-as", acrescentou

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Foz do Iguaçu sedia Semana da Visibilidade Trans

Foz do Iguaçu sedia Semana da Visibilidade Trans
Enviado por zecarlos em 16/06/2010 00:47:50 (3 leituras)

A ação conta com a parceria do projeto Cidadania LGBT


O Programa Municipal de Prevenção às DST/HIV/Aids e Hepatites Virais de Foz do Iguaçu promove entre os dias 21 e 25 de junho, das 14 às 17 horas, no espaço cultural da Rodoviária Internacional, a 1a Semana da Visibilidade Trans (Travestis e Transexuais). A ação conta com a parceria do projeto Cidadania LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) e da Associação das Travestis e Transexuais de Foz do Iguaçu.

A iniciativa quer visibilizar os anseios desta comunidade, que historicamente vem sendo marginalizada pela sociedade. A ação traz um novo enfoque sobre a vida e o trabalho destas pessoas na cidade. Durante a semana, quem visitar o espaço vai poder ver uma coleção de roupas confeccionadas pelos transvestis e transexuais iguaçuenses, e também assistir a curtas-metragens sobre o tema.

No local também haverá também entrega de material informativo e orientações sobre sexo seguro, além da distribuição de preservativos. Toda a sociedade iguaçuense esta convidada a visitar o espaço cultural da rodoviária.

Fonte: Click foz