Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador Mara Moreira - Mulher Vivendo com HIV/Aids. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mara Moreira - Mulher Vivendo com HIV/Aids. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 4 de março de 2015

Mara Moreira - Mulher Vivendo com HIV/Aids

Mara Moreira - Mulher Vivendo com HIV/Aids Soja vira "fábrica de proteína" contra o HIV Brasil e ONU formam líderes para controle do HIV e Aids Italianos descobrem onde HIV se esconde dentro da célula Soja vira "fábrica de proteína" contra o HIV Posted: 03 Mar 2015 12:40 PM PST Seg, 23/02/2015 às 19:03 Soja vira "fábrica de proteína" contra o HIV Agência EBC Divulgação Sojas precisam ser modificadas geneticamente Uma pesquisa realizada em parceria entre a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (DF), o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (NIH, sigla em inglês) e a Universidade de Londres conseguiu comprovar que sementes de soja geneticamente modificadas constituem, até o momento, a biofábrica mais eficiente e uma opção viável para a produção em larga escala da cianovirina - uma proteína extraída de algas - muito eficaz no combate ao vírus HIV. O resultado inédito é tema de artigo da edição de hoje (13/02) da revista norte-americana Science (número 6223 Vol. 347 página 733, seção Editors choice). A pesquisa, que começou a ser desenvolvida em 2005, se baseia na introdução da cianovirina, uma proteína presente em algas que é capaz de impedir a multiplicação do vírus HIV no corpo humano, em sementes de soja geneticamente modificadas para produção em larga escala. O objetivo final é o desenvolvimento de um gel, capaz de eliminar o vírus, para que as mulheres apliquem na vagina antes do relacionamento sexual. Segundo Elíbio Rech, coordenador dos estudos na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia e um dos autores do artigo, foram realizados testes com outras biofábricas, como plantas de tabaco (N. tabacum e N. benthamiana), bactéria (E. coli) e levedura (S. cerevisiae). Entretanto, a única biofábrica que mostrou ser uma opção viável para a produção de cianovirina foi a semente de soja transgênica porque permite que a proteína seja largamente escalonada até a quantidade adequada. Aliado a esse fato está o benefício do baixo custo do investimento requerido na produção da matéria prima para extração da molécula. Para se ter uma ideia do potencial da soja como fábrica biológica para produção da cianovirina, no resumo do artigo publicado na Science, os cientistas afirmam que "grosso modo, se a soja GM for plantada em uma estufa menor do que um campo de beisebol (97,54 metros) é possível fornecer cianovirina suficiente para proteger uma mulher 365 dias por ano durante 90 anos". Fábricas biológicas para produção de medicamentos Rech explica que os efeitos positivos da cianovirina contra o HIV  já estavam comprovados desde 2008 a partir de testes realizados com macacos pelo instituto norte-americano. A capacidade natural dessa proteína, extraída da alga azul-verde (Nostoc ellipsosporum), de se ligar a açúcares impedindo a multiplicação do vírus já é conhecida pela comunidade científica mundial há mais de 15 anos. "O que faltava era descobrir uma forma eficiente e econômica para produzir a proteína em larga escala", completa. A utilização de plantas, animais e microrganismos geneticamente modificados para produção de medicamentos faz parte de uma plataforma tecnológica com a qual o pesquisador vem trabalhando desde a década de 1990. "As biofábricas ou fábricas biológicas são capazes de expressar moléculas de alto valor agregado com custos baixos e, por isso, são opções viáveis para produção de insumos, como medicamentos e fibras de interesse da indústria, entre outros", afirma. Além disso, valorizam ainda mais o agronegócio brasileiro, já que permitem a agregação de valor a produtos agropecuários, como plantas, animais e microrganismos.  Por isso, ele acredita que o cenário no Brasil daqui a dez anos será totalmente influenciado pela biogenética. O faturamento da biotecnologia na indústria farmacêutica mundial cresceu muito nas últimas décadas e hoje alcança aproximadamente 10 bilhões de dólares por ano.  Os produtos biotecnológicos estão em franco desenvolvimento e hoje representam cerca de 10% dos novos produtos atualmente no mercado. A expectativa da Embrapa ao investir em pesquisas com biofármacos, como explica Rech, é fazer com que esses medicamentos cheguem ao mercado farmacêutico com menor custo, já que são produzidos diretamente em plantas, bactérias ou no leite dos animais.  Existem evidências de que a utilização de biofábricas pode reduzir os custos de produção de proteínas recombinantes em até 50 vezes. Ele explica que as plantas produzem proteínas geneticamente modificadas, idênticas às originais, com pouco investimento de capital, resultando em produtos seguros para o consumidor.  Além disso, representam um meio mais barato para a produção de medicamentos em larga escala, pois como não estão sujeitas à contaminação, evitam gastos com purificação de organismos que são potenciais causadores de doenças em humanos.  Sem falar na facilidade de estocagem e transporte. Sementes geneticamente modificadas não serão plantadas no campo Rech faz questão de ressaltar que as sementes geneticamente modificadas não serão plantadas no campo. Elas serão cultivadas em condições controladas de contenção dentro de casas de vegetação ou estufas. O próximo passo é a produção de sementes de soja em larga escala para isolar a cianovirina e iniciar a fase de estudos pós-clínicos. Durante as próximas fases de desenvolvimento, os cientistas contarão também com a colaboração de cientistas do Conselho de Pesquisa Científica e Industrial da África do Sul (CSIR - sigla em inglês). Países com altos índices de infestação por  HIV terão acesso livre à tecnologia Além de inovadora, a pesquisa tem um forte componente humanitário. Países em desenvolvimento com altos índices de infestação do HIV, como alguns da África, por exemplo, terão licença de produção e uso interno, livre do pagamento de royalties. Aquele continente continua sendo o mais afetado pela doença, com 1,1 milhão de mortos em 2013, 1,5 milhão de novas infecções e 24,7 milhões de africanos contaminados. África do Sul e Nigéria encabeçam a lista dos países mais afetados. Na América Latina, com 1,6 milhão de soropositivos em 2014 (60% deles, homens), o país mais preocupante é o Brasil, onde o índice de novos infectados pelo vírus subiu 11% entre 2005 e 2013, tendência contrária aos números globais, que apresentaram queda no mesmo período. Na Ásia, os países que apresentam maior contaminação são Índia e Indonésia, onde as infecções aumentaram 48% desde 2005. A revista Science, publicada pela Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS, sigla em inglês), é uma das mais prestigiadas de sua categoria, com tiragem semanal de 130 mil exemplares, além das consultas online, o que eleva o número estimado de leitores a um milhão em todo o mundo. Brasil e ONU formam líderes para controle do HIV e Aids Posted: 03 Mar 2015 12:19 PM PST Saúde Brasil e ONU formam líderes para controle do HIV e Aids Políticas públicas Seleção do Ministério da Saúde vai priorizar jovens que tenham o perfil da parcela da população vítima de HIV e Aids por Portal Brasil publicado: 25/02/2015 15h01 última modificação: 25/02/2015 15h01 Itens relacionados Saiba mais sobre o teste oral de HIV ONU Brasil lança campanha por um carnaval sem violência contra as mulheres Ministério da Saúde faz ação de prevenção em aplicativos de encontro O Ministério da Saúde está selecionando 50 jovens, entre 18 e 26 anos, para acompanhar e fiscalizar as políticas públicas de saúde na área de HIV e Aids. O objetivo é formar uma turma para participar do Curso de Formação de Novas Lideranças das Populações-Chave Visando o Controle Social do Sistema Único de Saúde no âmbito do HIV e Aids que será realizado em  Brasília, entre os dias 7 e 11 de maio deste ano. As informações completas sobre a seleção podem ser obtidas no edital publicado pelo Ministério da Saúde. Os interessados em participar da iniciativa poderão realizar suas inscrições no curso, por meio de formulário eletrônico, até o dia 8 de março. Serão priorizados jovens de populações-chave como pessoas que vivem com HIV e Aids, gays, travestis e transexuais, profissionais do sexo e pessoas que usam drogas. O curso, que terá carga-horária de 36 horas, é realizado pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, em conjunto com o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (Unaids), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco). “Acreditamos que temos que buscar novas formas de dialogar com o público jovem e esse curso faz parte dessa visão, assim como a recente Campanha de Prevenção às DST e Aids do Carnaval 2015 que investiu em aplicativos de relacionamento. É exatamente entre o público jovem, em especial na população gay, que os índices de infecção vem crescendo e precisamos encontrar maneiras de definir, acompanhar e fiscalizar a execução das políticas de saúde pelos próprios integrantes das populações-chaves”, avaliou o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, Fábio Mesquita. A razão para a escolha das populações-chave para a capacitação deve-se ao fato de que esses segmentos da população possuem comportamentos específicos que os colocam em maior risco de infecção pelo HIV e outras IST (infecções sexualmente transmissíveis). Em razão dessa vulnerabilidade, eles acabam tornando-se populações prioritárias para as políticas de prevenção, diagnóstico e tratamento do HIV e outras IST, desenvolvidas pelo Ministério. Cenário Aids Desde os anos 80, foram notificados 757 mil casos de Aids no Brasil. A epidemia no País está estabilizada, com taxa de detecção em torno de 20,4 casos, a cada 100 mil habitantes. Isso representa cerca de 39 mil casos de Aids novos ao ano. O coeficiente de mortalidade por Aids caiu 13% nos últimos 10 anos, passando de 6,4 casos de mortes por 100 mil habitantes em 2003, para 5,7 casos em 2013. A faixa etária onde a epidemia mais cresceu nos últimos 10 anos foi em jovens de 15 a 24 anos de idade. Fonte: Portal da Saúde Italianos descobrem onde HIV se esconde dentro da célula Posted: 03 Mar 2015 12:15 PM PST Italianos descobrem onde HIV se esconde dentro da célula Descoberta deve ter fortes repercussões no meio científico Cientistas descobrem o local onde o vírus do HIV se esconde Thinkstock Cientistas italianos conseguiram fotografar a estrutura do núcleo do linfócito e descobrir o local onde o vírus do HIV se esconde, se tornando "invisível", dentro da célula. A pesquisa foi realizada pelo ICGEB (Centro Internacional de Engenharia Genética e Biotecnologia) de Trieste, com a condução do professor Mauro Giacca. A descoberta será publicada nesta segunda-feira (2) e deve ter fortes repercussões no desenvolvimento de novas drogas contra a AIDS. Um dos maiores problemas da doença é que o vírus insere seu DNA dentro do material genético das células infectadas, tornando-se assim parte de sue código genético. “Eu não tinha esperança de viver tanto tempo”, diz mulher que contraiu Aids do namorado há 27 anos O motivo pelo qual o vírus escolhe apenas alguns do 20 mil genes humanos para se integrar e como se esconde dos remédios dentro deles, no entanto, permanecia um mistério até agora. You are subscribed to email updates from Mara Moreira - Mulher Vivendo com HIV/Aids To stop receiving these emails, you may unsubscribe now. Email delivery powered by Google Google Inc., 1600 Amphitheatre Parkway, Mountain View, CA 94043, United States

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

trem da prevenção na Central do Brasil 11/02 By Mara Moreira

Mara Moreira - Mulher Vivendo com HIV/Aids


Posted: 12 Feb 2015 06:20 AM PST


Posted: 12 Feb 2015 06:18 AM PST


Quando Rei Momo assumir a chave da cidade, a turma da Vila Mimosa já estará devidamente esclarecida sobre a importância de curtir a folia com responsabilidade. É que nesta quinta-feira, dia 12, haverá uma ação preventiva no reduto de entretenimento sexual, distribuindo preservativos e material educativo sobre as doenças sexualmente transmissíveis. A partir das 15h, haverá vacinação gratuita contra Hepatite B e testes de HIV, para os freqüentadores da Vila Mimosa. Os testes também são de graça e o resultado rápido(em torno de 20 minutos) e sigiloso. Este é o segundo ano em que a Linha 4 do Metrô (Barra da Tijuca – Ipanema) apoia a ONG Grupo Pela VIDDA/RJ nesta iniciativa. A secretaria municipal e a Associação dos Moradores do Condomínio e Amigos da Vila Mimosa (AMOCAVIM) também apoiam o projeto. ​
 
RELEASE:
 
Linha 4 do Metrô promove distribuição de camisinhas, vacinação e palestras na Vila Mimosa
 
Ação educativa, nesta quinta-feira (12/02), terá testes gratuitos de HIV para os frequentadores
 
Às vésperas da folia de Momo, nesta quinta-feira, dia 12, haverá uma ação preventiva na Vila Mimosa, região central da cidade, distribuindo preservativos e material educativo sobre as doenças sexualmente transmissíveis(DST). A partir das 14h, haverá vacinação gratuita contra Hepatite B e testes de HIV, para os freqüentadores do local. Os testes também são de graça e o resultado será rápido(em torno de 20 minutos)  e sigiloso.
Este é o segundo ano em que a Linha 4 do Metrô (Barra da Tijuca – Ipanema) apoia a o‘Grupo pela VIDDA/RJ’ nesta iniciativa para os freqüentadores da Vila Mimosa. A secretaria municipal de Saúde e a Associação dos Moradores do Condomínio e Amigos da Vila Mimosa (AMOCAVIM) também apóiam o projeto.
 
Desde o início das obras da Linha 4 do Metrô, um Programa de Educação Sexual estimula o comportamento sexual responsável entre os colaboradores, com palestras educativas e campanhas de prevenção. Em dezembro do ano passado, mês do combate mundial à Aids, duas máquinas de distribuição de camisinhas foram instaladas nos banheiros do canteiro administrativo do Jardim de Alah. No início deste mês, a distribuição gratuita dos preservativos foi ampliada a outros canteiros da Linha 4 do Metrô. A campanha faz um paralelo entre os equipamentos de proteção individual (EPIs) usados na obra e a camisinha, itens indispensáveis à segurança: “Na obra, use sempre EPI. E fora dela, leve a camisinha!”.
 
Mais de 300 mil pessoas vão usar a Linha 4 do Metrô
A Linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro (Barra da Tijuca—Ipanema) é uma obra do Governo do Estado do Rio de Janeiro e vai transportar, a partir de 2016, mais de 300 mil pessoas por dia, retirando das ruas cerca de 2 mil veículos por hora/pico. Serão seis estações e aproximadamente 16 quilômetros de extensão. A ligação metroviária entre Ipanema e a Barra da Tijuca estará à disposição dos passageiros em julho de 2016, com a operação comercial da nova linha nos mesmos horários das demais linhas do metrô. Será possível ir da Barra a Ipanema em 13 minutos e, da Barra ao Centro, em 34 minutos. Os usuários poderão ainda deslocar-se da Pavuna até a Barra da Tijuca, pagando apenas uma tarifa.
 
Grupo Pela VIDDA
O Grupo Pela VIDDA do Rio de Janeiro (GPV-RJ) foi fundado em 24 de maio de 1989, pelo escritor Herbert Daniel. Trata-se do primeiro grupo fundado no Brasil por pessoas vivendo com HIV e AIDS, seus amigos e familiares. Os objetivos principais da ONG são a ruptura do isolamento e a desconstrução do estigma relacionado à doença, a reintegração social dos portadores de HIV e AIDS, e a defesa dos direitos e a garantia da dignidade dessas pessoas.WWW.pelavidda.org.br

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

programa em Familia do Canal Saude BYMara Moreira - Mulher Vivendo com HIV/Aids

Mara Moreira - Mulher Vivendo com HIV/Aids


Posted: 05 Feb 2015 06:20 AM PST
Posted: 20 Aug 2014 10:53 AM PDT

Com HIV "cercado", cientistas querem erradicar epidemia da aids até 2030

Vírus foi colocado contra a parede - resta saber como destruí-lo nos "esconderijos" para onde escapa

18/08/2014 | 08h01
Com HIV "cercado", cientistas querem erradicar epidemia da aids até 2030 Henrique Tramontina/Agencia RBS
O desafio de matar a última reserva do vírus, que sempre ameaça tomar conta do organismo, persiste insolúvelFoto: Henrique Tramontina / Agencia RBS
A comunidade científica quer erradicar a epidemia de aids até 2030. A meta foi anunciada em Melbourne, na Austrália, no fechamento da 20ª Conferência Internacional sobre a Aids, soprando otimismo em um evento que transcorreu entristecido pela morte de seis pesquisadores que rumavam para o encontro a bordo do voo MH17, abatido no leste da Ucrânia em 17 de julho.
Sob o desalento da perda de especialistas como o holandês Joep Lange, que presidiu a Sociedade Internacional de Aids entre 2002 e 2004, o evento sediou o anúncio de que o vírus HIV, “flagrado” em estado de hibernação, pela primeira vez foi forçado a abandonar as células e se soltar no sangue. O avanço foi registrado por Ole Søgaard, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, cuja equipe administrou em pacientes o Romidepsin, medicamento para combater o câncer.
Se os antirretrovirais que compõem o coquetel contra a aids reduzem o vírus a uma pequena população adormecida, que não replica o HIV, a técnica dos dinamarqueses expulsa o vírus desse “esconderijo”. O que persiste insolúvel é o desafio de matar essa última reserva do vírus, que sempre ameaça tomar conta do organismo, exigindo a administração periódica do coquetel.
– A pesquisa comprova que é possível atingir o vírus mesmo em estado de latência, mas ainda não conseguimos matar as células que fazem parte desse reservatório e que estão na matriz do sangue. Já sabemos isolar e neutralizar o vírus com o coquetel. O passo adicional seria atacar a população do vírus que fica – explica Eduardo Sprinz, infectologista do Hospital de Clínicas especializado no tratamento da aids.
Ainda que o HIV esteja escasso a ponto de não ser detectável, deixar de tomar os antirretrovirais permite que o vírus latente acorde e se restabeleça. Uma cura completa envolveria matar todas as células infectadas. Mas, como a matança não pode ser indiscriminada, sob pena de derrubar também todas as células saudáveis do paciente, é preciso descobrir um modo de atacar apenas o reservatório do vírus.
– A infecção já é controlável. Embora a cura esteja d istante, sabemos qual caminho seguir. Sozinha, a estratégia de tentar provocar a célula dormente não é suficiente. Se tivéssemos uma forma de marcar as células para que fossem miradas, como alvos, seria muito interessante – diz Sprinz.
O tratamento
Já uma cura “funcional” manteria o vírus adormecido mesmo depois de o paciente abandonar o coquetel. É o que parecia ter acontecido com a “bebê do Mississippi”, que, logo nasceu, já foi medicada. Em 18 meses, a criança parecia estar livre do HIV recebido da mãe, mas o vírus reapareceu dois anos depois da suspensão do tratamento.
Até agora, a única cura amplamente reconhecida é a do “paciente de Berlim”, como é conhecido o americano Timothy Ray Brown. Por força de uma leucemia, Brown teve de passar por dois transplantes de medula óssea. Os doadores tinham genes resistentes ao HIV, e as cirurgias acabaram nocauteando não só a leucemia, como também a aids. No mês passado, foi divulgado que dois australianos passaram pelo procedimento, obtendo o mesmo sucesso. Mas a cirurgia, cara e arriscada, passa longe de oferecer uma alternativa prática e abrangente para tratar uma doença epidêmica. 
A conferência em Melbourne apresentou uma redução dos casos de aids no mundo. Em contrapartida, no Brasil, houve um aumento de 11%.
– A redução ocorreu na maior parte dos países mais atingidos, como a África do Sul e as nações da África subsaariana, onde a epidemia claramente tem padrão heterossexual. Onde o padrão é diferente, não caiu. É o caso de Inglaterra, Estados Unidos, Brasil, Bélgica – diz Ricardo Kuchenbecker, que, na condição de pesquisador do Instituto de Avaliação de Tecnologia em Saúde (IATS), foi convidado pelo Ministério da Saúde para representar o Brasil na conferência em Melbourne.
De acordo com Kuchenbecker, que também chefia o serviço de emergência do Hospital de Clínicas, não faltou medicação no Brasil nos últimos anos. O problema é que os infectados têm chegado muito tarde ao serviço de saúde.
– Eu apostaria na contramão do que foi discutido em Melbourne. A cura passa por aperfeiçoar o tratamento, mas estratégias de prevenção ainda são mais importantes. Apostam muito em uma estratégia biomédica, medicamentosa, e sem dúvida a eficácia disso é enorme, mas precisamos criar uma maneira de chegar a uma população mais ampla, que o serviço de saúde dificilmente atinge – argumenta.
Eduardo Sprinz concorda com o diagnóstico, defendendo que “o fato número um deve ser todas as pessoas terem acesso à medicação já existente”.
– Se tu consegues ter em cada esquina uma Coca-Cola, há como montar uma estrutura para distribuir medicação também – sugere.
Ao comentar a meta política “mobilizadora” de Melbourne, Kuchenbecker salienta que, pela primeira vez, é possível prever o controle de uma epidemia tão grande.
– Houve momentos em que erradicamos doenças, mas em termos de pessoas atingidas e mortalidade absolutamente menores. Falamos hoje de uma doença que compreende 36 milhões de pessoas. Seria inédito – conclui.
Vírus em queda
O HIV cria cópias de si mesmo ao inserir o seu código genético nas células humanas. As células infectadas replicam o HIV e morrem em seguida, processo que é interrompido pelos antirretrovirais, que controlam o vírus ao reduzi-lo a concentrações mínimas no sangue. Esse último depósito do HIV permanece adormecido em células que podem ficar anos a fio sem produzir cópias novas do vírus.
Como os tratamentos atuais não conseguem remover o material genético do HIV dessas células dormentes, os pacientes não podem parar de tomar diariamente o coquetel, porque sem ele nada garante que a doença não vá acordar e se restabelecer no organismo. As células mais atacadas pelo HIV são linfócitos que lideram a resposta do corpo contra bactérias e vírus – daí que a aids seja a aquisição de uma síndrome de imunodeficiência, perigosa por deixar o corpo suscetível a “infecções oportunistas” como a pneumonia e a tuberculose.
A recomendação é de que se use no mínimo três medicamentos antirretrovirais, pois o HIV se adapta às pressões das drogas no organismo e passa a produzir cópias com mutações resistentes ao tratamento, que começam a se reproduzir normalmente. O Brasil foi o primeiro país em desenvolvimento e o terceiro no mundo a distribuir esses medicamentos gratuitamente a todos os pacientes diagnosticados. A Unaids estima em cerca de 730 mil o número de brasileiros soropositivos.


Arte: Henrique Tramontina/Agencia RBS
Posted: 15 Aug 2014 07:44 AM PDT
 
Mais um VIVENDO em nossas vidas...dessa vez queremos contar e ouvir histórias...para que esquecer o que nos faz viver e sentir saudades...
 
Quem viver virá!
 
Faça sua inscrição on-line agora e garanta sua vaga!
 
Para solicitar Bolsa VIVENDO leia as instruções com atenção.
 
Marcio Villard

... ter atitude é o que faz a diferença!

 
Assunto: INSCRIÇÃO NO XVII VIVENDO, CELEBRAÇÃO DA VIDDA E 2º BABADÃO DA DIVERSIDAIDS
 
Clique no link abaixo e faça sua inscrição:
 

https://docs.google.com/forms/d/1UHg4PXSkgu0WKA2fSS0YPpmpjarmjy_LRkgVe-YTHQg/viewform?c=0&w=1&usp=mail_form_link

INSCRIÇÃO NO XVII VIVENDO, CELEBRAÇÃO DA VIDDA E 2º BABADÃO DA DIVERSIDAIDS


INSCRIÇÃO NO XVII VIVENDO, CELEBRAÇÃO DA VIDDA E 2º BABADÃO DA DIVERSIDAIDS
XVII VIVENDO e Celebração da VIDDA - Valorização, Integração e Dignidade da Pessoa Vivendo com HIV e Aids – 25 Anos GPV-RJ e 2º BABADÃO da DiversidAids.
Local: Centro de Convenções da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro
http://www.noveeventos.com.br/pt-br/nossos-espacos/bolsa-do-rio.asp
Praça XV de Novembro nº 20, centro do Rio de Janeiro-RJ.
Data: 20 a 22/11/14
O XVII Encontro Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e Aids na perspectiva da Celebração “VIDDA” será um resgate da memória e da história do Movimento social de Luta contra a Aids no Brasil e que ao longo do tempo se consolidou com a formação de várias redes e que hoje pode ser melhor definido como um movimento diverso e democrático, mas que continua na perspectiva de um enfrentamento político integrado.
Prevemos a participação de 300 pessoas no XVII VIVENDO, entre PVHA, integrantes de Grupos, Redes e ONG/Aids, Movimentos Sociais e convidados para uma programação política e temática acerca dos principais dilemas para o enfrentamento do HIV e Aids hoje, tais como: debates e reflexões envolvendo as políticas públicas de saúde (SUS) e o enfrentamento da Aids; a sustentabilidade e a cooperação das ONG/Aids; os desafios na gestão pública das ações de saúde; sustentabilidade das ações comunitárias; as coinfecções; promoção da equidade em saúde; exclusão social e grupos estigmatizados pela epidemia; Viver com Aids (antes e hoje) ; Agendas colaborativas no enfrentamento do HIV e Aids; A assistência e o tratamento hoje; e as Metas e Políticas globais de enfrentamento da epidemia.
O Encontro será de 20 e 22 de novembro de 2014 na cidade do Rio de Janeiro com previsão de 300 participantes envolvidos diretamente com o enfrentamento da epidemia de HIV e Aids no Brasil objetivando refletir, debater e contribuir a partir dos principais eixos, questões e dilemas cotidianos do VIVER com HIV e Aids:
1) Resposta global à epidemia de HIV e Aids - Intercâmbio e cooperação técnica e social entre grupos, redes e PVHA;
2) Promoção e defesa de direitos das PVHA – compartilhamento de experiências;
3) Mobilização Social e luta contra a Aids no Brasil – Quem somos hoje?;
4) A Agenda e dilemas das Coinfecções e Aids - DST, Tuberculose e Hepatites Virais como fortalecer redes e espaços políticos no enfretamento?;
5) A atual política brasileira de enfrentamento do HIV e Aids – A Aids no SUS e a equidade na Saúde;
6) Novas tecnologias e a medicalização da prevenção – Avanços e Incertezas;
7) Dilemas das novas diretrizes de assistência em Aids no Brasil – Testar e Tratar!?!
PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR:
20/11/14 – 1° Dia (quinta-feira)
10:00 às 13:00 – Pré VIVENDO - Atividades integradas e estratégicas
14:30 – Credenciamento
15:00 às 17:30 – Atividades Temáticas dos Eixos 1, 2 e 3
18:00 às 19:30 – Abertura do XVII VIVENDO – Histórias Pré PositHIVas - VIVER com Aids antes e depois daquele tempo...
21/11/14 – 2° Dia (sexta-feira)
09:00 às 09:30 – Acolhimento e Atividade Cultural
09:30 às 10:45 – Mesa Disparadora dos Eixos 4 e 5
11:00 às 13:00 - Atividades Temáticas dos Eixos 4 e 5
13:00 às 14:30 - Almoço
14:30 às 17:30 – Oficinas, Tribunas e Atividades autogestionadas do Eixo 6
18:00 às 19:00 – DHIVAN – A nossa História todos os dias “Viva a Vida!”
07/11/2014 – 3º Dia (sábado)
09:00 às 09:30 – Acolhimento e Atividade Cultural
09:30 às 10:45 – Mesa Disparadora do Eixo 7
11:00 às 13:00 Atividades Temáticas do Eixo Temático 7
13:00 às 14:30 - Almoço
14:30 às 17:00 – Oficinas, Tribunas e Atividades autogestionadas – Histórias Pré PositHIVas 2
17:30 às 20:00 – Celebração 25 Anos do GPV-RJ e 2º Babadão da DiversidAids - “Quem viveu virá!”
Como participar?
Todos terão que realizar a inscrição on-line até 19/09. A inscrição dá direito a participação, materiais e alimentação.
Participantes fora da região metropolitana do Rio de Janeiro poderão solicitar Bolsa VIVENDO. A mesma será concedida integral (ressarcimento de passagem, hospedagem e alimentação) ou parcial (sem ressarcimento de passagem).
Para solicitar Bolsa VIVENDO os participantes terão que enviar proposta da seguinte forma:
1) Histórias Pré PositHIVas – envie sua História Vivendo ou Convivendo com HIV e Aids (tema livre) – texto com resumo de até 5 linhas e apresentação de no máximo 500 caracteres.
2) DHIVAN “ Viva a Vida” – escolha um dos Eixos Temáticos e conte a sua experiência PositHIVa - texto com resumo de até 5 linhas e apresentação de no máximo 500 caracteres.
3) “Viva a Vida 25 Anos” Nossa História todos os dias – envie um vídeo de no máximo 5 minutos da sua experiência em viver com HIV e Aids
4) Atividades Autogestionadas – envie proposta de Oficinas, tribunas e Rodas a partir dos Eixos Temáticos do 17º VIVENDO
Orientação para postagem:
As propostas juntamente com a impressão da Inscrição on-line devem ser enviadas por correspondência registrada para a Coordenação do 17º VIVENDO até 12/09 – Av. Rio Branco 135 sala 709, centro, Rio de Janeiro/RJ, cep 20040-006
Esperamos tod@s em mais esse capítulo da nossa história. Viva a Vida!!!
Dúvidas e informações: gpvrj@pelavidda.org.br

20 a 22 de novembro de 2014 - Centro de Convenções da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro - Praça XV - Centro/RJ

Imagem sem legenda
Posted: 15 Aug 2014 07:41 AM PDT
Relatório da Reunião organizada pela UNFPA de apresentação dos resultados de pesquisas sobre saúde sexual e reprodutiva de mulheres vivendo com HIV/AIDS.

 
A  pesquisa apoiada pela UNFPA intitulada  “GENIH:  Gênero  e  infecção  pelo  HIV:  estudos  sobre  práticas  e  decisões relativas à saúde sexual e reprodutiva” compõe um conjunto de iniciativas que visam suprir a lacuna de  conhecimento  sobre  as  questões  de  saúde  sexual  e  reprodutiva  das  mulheres  vivendo  com HIV/Aids (MVHA), apresentada pelo estado de São Paulo e Porto Alegre.
Em São Paulo,  coordenada  pelo  Núcleo  de  Estudos  de  População  da  Universidade  de Campinas  (NEPO/UNICAMP),  teve  como  objetivo  principal investigar aspectos de saúde sexual e reprodutiva de mulheres adultas e jovens vivendo com HIV/Aids (MVHA) em comparação à mulheres soronegativas  para  o  HIV  (MNVHA),  os resultados apresentados somente vem somar os esforços da sociedade civil em falar dos retrocessos vivenciados na Epidemia de DST/AIDS, o diagnóstico tardio, a discriminação vivenciado nas unidades de saúde, empobrecimento, baixa escolaridade, falta de conhecimento dos resultados de CD4 e Carga Viral, laqueaduras, grande numero de abortos e gravidez não desejadas, dificuldades de acesso a insumos seja camisinhas e gel.

Os objetivos  específicos  da pesquisa destacam-se:

1)  Comparar  características  sociodemográficas  e  de  comportamento  sexual  e  reprodutivo  de MVHA e MNVHA, incluindo acesso e uso de métodos contraceptivos, a ocorrência de gravidez não planejada, e histórico de interrupção de gestação;
2)   Descrever  e  comparar  a  proporção  de MVHA  e MNVHA  que  relatam  situações  de  violência psicológica,  física e/ou sexual sofrida e a associação desses episódios com aspectos da saúde sexual e reprodutiva de MVHA e MNVHA; 
3)   Entre MVHA,  investigar  a  especificidade  da  infecção  pelo  HIV/AIDS nas decisões e práticas relacionadas à vida sexual e reprodutivas dessas  mulheres; 
4)  Investigar a associação de características dos serviços de saúde e da assistência à saúde sexual e reprodutiva de MVHA e MNVHA com suas práticas/decisões contraceptivas e reprodutivas;
5)  Investigar  e  comparar  entre  MVHA  e  MNVHA  os  fatores  individuais, relacionais,  sociais  e programáticos/  institucionais  associados  a  práticas  contraceptivas  em  uso,  a  ocorrência  de gravidez não planejada e ao histórico de interrupção de gestação.

Em Porto Alegre, a pesquisa teve o  objetivo  de  também  avaliar  as  especificidades  das mulheres  vivendo  com HIV/Aids  no  que concerne à saúde sexual e  reprodutiva, comparando-as com mulheres soronegativas para o HIV,  foi realizada  em  Porto  Alegre  pela  Universidade  Federal  do  Rio  Grande  do  Sul  (UFRGS)    a  pesquisa “Saúde Sexual e Reprodutiva de Mulheres Vivendo no Contexto da Epidemia do HIV/Aids em Porto Alegre”. Entre os objetivos específicos, destacam-se:

1)   Avaliar  a  associação  entre  o  diagnóstico  de  soropositividade  para  o HIV/Aids  e  a  prática  de aborto;
2)  Avaliar a associação de soropositividade para o HIV/Aids e o relato de violência física e sexual;
3)   Investigar o uso de métodos contraceptivos pelas mulheres que vivem com HIV/Aids ;
4)  Compreender as especificidades do contexto de vulnerabilidade para o vírus que se apresenta
para as mulheres infectadas pelo HIV/Aids em relação às mulheres soronegativas.
O apoio do UNFPA ao estudo GENIH e a divulgação dos resultados das duas pesquisas é parte de sua estratégia de gestão do conhecimento e cooperação para fortalecimento da  integração entre saúde sexual e reprodutiva e direitos sexuais e reprodutivos e HIV/AIDS, compondo seus esforços para  apoiar  a  produção  de  evidências  que  subsidiem  a  tomada  de  decisões  em  saúde  sexual  e  reprodutiva com equidade de gênero, faixa etária, raça e etnia. 

    O Objetivo da reunião realizada pela UNFPA realizada em Brasília no dia 12 de agosto, em Divulgar e discutir os resultados dos estudos “GENIH: Gênero e  infecção pelo HIV: estudos sobre práticas  e  decisões  relativas  à  saúde  sexual  e  reprodutiva”  e  “Saúde  Sexual  e  Reprodutiva  de Mulheres Vivendo no Contexto da Epidemia do HIV/Aids em Porto Alegre e São Paulo”.
Estiveram presentes ministérios das relações exteriores,Ministério do trabalho, Secretaria Nacional da juventude,  Ministério da Saúde, Gestores municipais dos estados sede da pesquisa em São Paulo e Porto Alegre, e a sociedade civil o Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas(Mara Moreira) e a Rede Jovem (RONI /DF), sentimos a falta da SPM- Nacional e do Departamento Nacional de Aids na pessoa do Sr. Marcelo Freitas onde foi falado especificamente de sua área, apesar de estarem presentes as técnicas TAINA e DAMIANA nada defenderam a área da assistência e prevenção a qual foi apontada nessa pesquisa as deficiências existida, bem contra fatos não há argumentos realmente, mais as demandas tem que ser encaminhadas e corrigidas pelo Departamento de DST/AIDS.

E esperamos que depois de publicada a amplamente divulgadas pela UNFPA, os resultados desta pesquisa sejam também apresentadas aos fóruns de ONG AIDS especificamente de São Paulo e Sul, onde poderão respaldar vários documentos que já temos apontados estas deficiências nas áreas de prevenção e assistências.
Não há dúvidas de que o preconceito e o estigma contra mulheres positivas, aliados com impacto social da AIDS, têm contribuído para o aumento dramático da infecção do HIV entre as brasileiras durante os últimos anos. Embora o tema Aids seja hoje abordado mais abertamente, o preconceito ainda é a tônica principal de qualquer discussão. Além disso, a maior parte da população urbana provavelmente já travou contato com as informações necessárias à prevenção do HIV sem que isto acarretasse a adoção de práticas seguras de proteção, aponta a pesquisa realizada pela NEPO/UNICAMP e Universidade  Federal  do  Rio  Grande  do  Sul  (UFRGS) e apresentada pela UNFPA.
A falta de informação unida ao preconceito contribui, a cada dia, para o aumento dos casos de Aids e outras doenças transmissíveis pelas relações sexuais, interferindo cada vez mais na saúde da população.
Os resultados dessas pesquisas demonstram que a epidemia do HIV/Aids continua crescendo e atingindo as mulheres não importando sua raça, credo ou orientação sexual. Questões como direitos sexuais e reprodutivos, direitos sociais e a qualificação dos serviços para uma intervenção mais adequada às necessidades e especificidades das mulheres.
  Nós do MNCP(Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas ) já sinalizamos também estas deficiências em vários documentos recentemente pelo Rio de janeiro nos pontosrelacionadas à perda de nossos direitos sexuais e reprodutivos no âmbito da assistência e da prevenção a AIDS, reivindicamos:
1. O conhecimento é um fator identificado como “chave” no fortalecimento das  ações, pois é a ferramenta indispensável para fortalecer mulheres, pois uma vida com HIV pode ser positiva, negativo é o preconceito.

2.Implementação de uma portaria sobre Reprodução Humana Assistida (A portaria nº 3.149 do Ministério da Saúde, de 28 de dezembro de 2012) garantindo assim os direitos sexuais e reprodutivos de mulheres com HIV/AIDS;
3.Garantia do acesso a profilaxia pós-exposição ao HIV e DST, para as mulheres vítimas de violência sexual e a disponibilidade, imediata, das novas tecnologias de prevenção no SUS.
4. Investimento em pesquisas sobre: HTLV, efeitos adversos relacionados aos ARV´S (Menopausa e Envelhecimento Precoce, Neuroaids, dentre outros).
5. Apoio à formação de mulheres vivendo e convivendo com HIV/AIDS em temas relacionados a: Prevenção Positiva, Lipodistrofia, Violência, Reprodução humana assistida e efeitos adversos.
6.Incluir na política de promoção de equidade em saúde o plano integrado de enfrentamento à feminização da epidemia em HIV/AIDS e outras DST e Hepatites Virais.
7.Implementação nos Estados e Municípios das diretrizes do plano de feminização.
8.Planejamento do plano de redução de contracepção e concepção.
9.Prevenção a cesárea eletiva da transmissão vertical do HIV, do HTLV, Sífilis e Hepatites Virais.
10.                   Fornecimento de fórmula láctea continua para filhos de mulheres vivendo com HIV/AIDS e HTLV.
11.                   Garantia do emprego e trabalho da Mulher Vivendo com HIV/Aids respeitando a recomendação 200 IOT.

Acreditamos que com o compromisso de todos, teremos respostas para estas demandas e assim, garantirmos uma vida segura, digna e saudável para todas nós Mulheres vivendo com HIV/AIDS no Brasil.


Jucimara de Almeida Moreira
Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas
Rio de Janeiro, 13 de Agosto de 2014.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

CAMPANHA DA #UNAIDS NO CRISTO REDENTOR

Queridos Confirmo presença e afirmo as palavras da REGINA quando nossa participação ontem na CAMPANHA DA UNAIDS NO CRISTO REDENTOR #discriminaçãozero tivemos a PRESENÇA de vários ativistas. Muito importante foi n?no Android

domingo, 4 de maio de 2014

Evento sobre cirurgias reparadoras.BY fonaids

Olá
Não sei se perdii algum mail, mas estou repassando um evento que já começou e julgo super importante. (link abaixo)
Seria interessante a socialização dos debates

Grata
Silvia Aloia
 
Olá
Não sei se perdii algum mail, mas estou repassando um evento que já começou e julgo super importante. (link abaixo)
Seria interessante a socialização dos debates

Grata
Silvia Aloia
 
 
 
Oi Mara
Que bom que conseguiram articular a reativação do GT, vi a relatoria do Jair Brandão e a posição das mulheres nela também.
Aqui na Região Sul estamos abordando bastante esse tema dentro de um projeto Regional, onde várias Cidadãs e PVHA,  fizeram levantamentos de fluxos nos seus estados e municipios. 
Na 2ª oficina do Projeto Protagonismo Tri-Legal que aconteceu de 14 a 27 de abril em Curitiba, foram socializados esses levantamentos e é absurdo a falta de informações sobre.
Na 3ª oficina que acontecerá em Agosto, haverá uma mesa com as coordenações do PR, SC e RS (já que nesta tive que cancelar devido à agenda dos gestores), para trazerem como de fato está acontecendo as aplicações de metacril e as cirurgias reparadoras e esperamos de respostas e avanços.
O que puder me informar sobre esse evento em São Paulo e outras informações relevantes, agradeço.
Tenho usado materiais que você abordou no Seminario de Comunicação, assim como uma aresentação que Heliana me encaminhou e tem ajudado muito na elucidação de algumas das nossas demandas.
Abç
Silvia
Silvia,
Muito bom este vento em SÃO PAULO, está semana estive no forum de consulta do nordeste e tive notícias que pelo nosso documento do encontro de mulheres o Departamento Nacional de Aids irá reativar o GT DE LIPODISTROFIA e nos cidadãs iremos ser convidadas.
Mara Moreira 
 
Que ORGULHO FAZER PARTE DESTE CAMINHAR COM TODAS NÓS MULHERES QUE SABEM ONDE QUEREMOS CHEGAR E LUTAMOS POR ISTO. PARABÉNS!! A  CARTA DO EVENTO JÁ ESTÁ TRAZENDO SEUS RESULTADOS. VAMOS EM FRENTE.... REGINA BUENO.





sábado, 15 de setembro de 2012

Mara Moreira - Mulher Vivendo com HIV/Aids

Mara Moreira - Mulher Vivendo com HIV/Aids



Posted: 14 Sep 2012 03:31 PM PDT

Camisinha feminina!!!!!!!!!!!!

Onde estão?????? O que comemorar???? ainda é pouco o quantitativos????Fora o preço ainda um absurdo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Publica o Ministério da Saúde:

Saúde marca Dia da Camisinha feminina (12) com distribuição do preservativo

Na data, comemorada ontem (12), o Sistema Único de Saúde (SUS) contabilizou o repasse de 4 milhões do insumo aos estados este ano
Conteúdo extra: Photo Gallery
O Ministério da Saúde já distribuiu este ano, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), cerca de quatro milhões de preservativos femininos. Já foram enviados aos estados os três primeiros lotes das 20 milhões de unidades compradas em abril e que serão entregues ao longo de 2012. Esta foi a primeira compra brasileira de preservativos femininos da terceira geração, fabricados com borracha nitrílica, que proporciona mais conforto e aceitabilidade.
A distribuição de camisinhas femininas faz parte da estratégia da política brasileira de ampliar as opções de proteção das mulheres às epidemias de HIV e aids e outras DST.
Prioritariamente, as camisinhas femininas serão distribuídas às populações definidas de acordo com critérios de vulnerabilidade:
  • Mulheres atendidas pelo CTA (Centro de Testagem e Aconselhamento)
  • Mulheres atendidas pelo sistema prisional;
  • Mulheres com DST (doenças sexualmente transmissíveis);
  • Mulheres vivendo com HIV/aids;
  • Profissionais do sexo feminino;
  • Usuárias de drogas;
  • Mulheres atendidas na Rede Básica da Saúde;
“A camisinha feminina é mais uma estratégia de prevenção para enfrentar a resistência cultural que o preservativo para mulheres ainda encontra na sociedade”, observa o diretor-adjunto do Departamento, Eduardo Barbosa. Segundo Eduardo, “a nova tecnologia usada nos preservativos de terceira geração que está sendo distribuída pelo ministério é uma das formas de quebrar muitas barreiras ao uso, pois é mais confortável e menos barulhenta – crítica comum a esse tipo de camisinhas.
História – O preservativo feminino chegou ao Brasil em 1997, quando a Anvisa aprovou a comercialização. Desde então o Ministério já adquiriu e distribuiu cerca de 16 milhões de preservativos para as 27 unidades da federação. A nova compra desse insumo é maior do que todas as já feitas pelo ministério.
Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas da População Brasileira (PCAP), realizada pelo Departamento em 2008, mostra que cerca de 90% das mulheres sexualmente ativas conhece ou pelo menos já ouviu falar da camisinha feminina. Se em 2005, apenas 4% das mulheres afirmava ter experimentado o insumo, em 2009, esse número subiu para 9%, o que significa um aumento de 100% da disseminação do acesso ao preservativo.
Além de adquirir e distribuir os insumos, o Ministério da Saúde orienta Secretarias Estaduais e Municipais para que adotem medidas que facilitem o acesso à camisinha, que pode ser retirada em postos de saúde, hospitais e Centros de Testagem e Aconselhamento (CTAs). As recomendações são a de não exigir prescrição médica e documento de identidade nem presença em palestra ou em qualquer tipo de reunião para pegar camisinha nesses locais.


Preservativo Feminino

Estado/Região
Quantidade

Acre
70.000

Rio Branco
51.500

Amapá
40.000

Macapá
51.500

Amazonas
75.000

Manaus
54.000

Para
75.000

Belém
54.000

Rondônia
75.000

Porto Velho
32.500

Roraima
67.500

Boa Vista
46.500

Tocantins
68.000

Palmas
51.500

Total Norte

Alagoas
105.000

Maceió
51.500

Bahia
82.500

Salvador
54.000

Ceará
80.000

Fortaleza
51.500

Maranhão
83.000

São Luiz
84.000

Paraíba
80.000

João Pessoa
39.000

Pernambuco
80.000

Recife
46.500

Piauí
88.000

Teresina
51.500

Rio Grande do Norte
65.000

Natal
48.000

Sergipe
80.000

Aracaju
53.000

Total Nordeste

Distrito Federal
82.500

Goiás
72.000

Goiânia
52.000

Mato Grosso
73.000

Cuiabá
63.000

Mato Grosso do Sul
80.000

Campo Grande
52.500

Total Centro Oeste

Espírito Santo
77.500

Vitória
80.500

Minas Gerais
75.000

Belo Horizonte
55.000

Rio de Janeiro
80.000

Rio
32.500

São Paulo
400.000

São Paulo Município
170.000

Total Sudeste

Paraná
130.000

Curitiba
65.000

Rio Grande do Sul
80.000

Porto Alegre
50.000

Santa Catarina
73.000

Total Sul

Total Nacional
3.958.500
Posted: 14 Sep 2012 03:26 PM PDT

Camisinha feminina!!!!!!!!!!!!

Onde estão?????? O que comemorar???? ainda é pouco o quantitativos????Fora o preço ainda um absurdo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Publica o Ministério da Saúde:

Saúde marca Dia da Camisinha feminina (12) com distribuição do preservativo

Na data, comemorada ontem (12), o Sistema Único de Saúde (SUS) contabilizou o repasse de 4 milhões do insumo aos estados este ano
Conteúdo extra: Photo Gallery
O Ministério da Saúde já distribuiu este ano, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), cerca de quatro milhões de preservativos femininos. Já foram enviados aos estados os três primeiros lotes das 20 milhões de unidades compradas em abril e que serão entregues ao longo de 2012. Esta foi a primeira compra brasileira de preservativos femininos da terceira geração, fabricados com borracha nitrílica, que proporciona mais conforto e aceitabilidade.
A distribuição de camisinhas femininas faz parte da estratégia da política brasileira de ampliar as opções de proteção das mulheres às epidemias de HIV e aids e outras DST.
Prioritariamente, as camisinhas femininas serão distribuídas às populações definidas de acordo com critérios de vulnerabilidade:
  • Mulheres atendidas pelo CTA (Centro de Testagem e Aconselhamento)
  • Mulheres atendidas pelo sistema prisional;
  • Mulheres com DST (doenças sexualmente transmissíveis);
  • Mulheres vivendo com HIV/aids;
  • Profissionais do sexo feminino;
  • Usuárias de drogas;
  • Mulheres atendidas na Rede Básica da Saúde;
“A camisinha feminina é mais uma estratégia de prevenção para enfrentar a resistência cultural que o preservativo para mulheres ainda encontra na sociedade”, observa o diretor-adjunto do Departamento, Eduardo Barbosa. Segundo Eduardo, “a nova tecnologia usada nos preservativos de terceira geração que está sendo distribuída pelo ministério é uma das formas de quebrar muitas barreiras ao uso, pois é mais confortável e menos barulhenta – crítica comum a esse tipo de camisinhas.
História – O preservativo feminino chegou ao Brasil em 1997, quando a Anvisa aprovou a comercialização. Desde então o Ministério já adquiriu e distribuiu cerca de 16 milhões de preservativos para as 27 unidades da federação. A nova compra desse insumo é maior do que todas as já feitas pelo ministério.
Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas da População Brasileira (PCAP), realizada pelo Departamento em 2008, mostra que cerca de 90% das mulheres sexualmente ativas conhece ou pelo menos já ouviu falar da camisinha feminina. Se em 2005, apenas 4% das mulheres afirmava ter experimentado o insumo, em 2009, esse número subiu para 9%, o que significa um aumento de 100% da disseminação do acesso ao preservativo.
Além de adquirir e distribuir os insumos, o Ministério da Saúde orienta Secretarias Estaduais e Municipais para que adotem medidas que facilitem o acesso à camisinha, que pode ser retirada em postos de saúde, hospitais e Centros de Testagem e Aconselhamento (CTAs). As recomendações são a de não exigir prescrição médica e documento de identidade nem presença em palestra ou em qualquer tipo de reunião para pegar camisinha nesses locais.


Preservativo Feminino

Estado/Região
Quantidade

Acre
70.000

Rio Branco
51.500

Amapá
40.000

Macapá
51.500

Amazonas
75.000

Manaus
54.000

Para
75.000

Belém
54.000

Rondônia
75.000

Porto Velho
32.500

Roraima
67.500

Boa Vista
46.500

Tocantins
68.000

Palmas
51.500

Total Norte

Alagoas
105.000

Maceió
51.500

Bahia
82.500

Salvador
54.000

Ceará
80.000

Fortaleza
51.500

Maranhão
83.000

São Luiz
84.000

Paraíba
80.000

João Pessoa
39.000

Pernambuco
80.000

Recife
46.500

Piauí
88.000

Teresina
51.500

Rio Grande do Norte
65.000

Natal
48.000

Sergipe
80.000

Aracaju
53.000

Total Nordeste

Distrito Federal
82.500

Goiás
72.000

Goiânia
52.000

Mato Grosso
73.000

Cuiabá
63.000

Mato Grosso do Sul
80.000

Campo Grande
52.500

Total Centro Oeste

Espírito Santo
77.500

Vitória
80.500

Minas Gerais
75.000

Belo Horizonte
55.000

Rio de Janeiro
80.000

Rio
32.500

São Paulo
400.000

São Paulo Município
170.000

Total Sudeste

Paraná
130.000

Curitiba
65.000

Rio Grande do Sul
80.000

Porto Alegre
50.000

Santa Catarina
73.000

Total Sul

Total Nacional
3.958.500
Posted: 14 Sep 2012 02:39 PM PDT
Depoimentos Páginas da Vida


Duração: ‎8:01
 
 
 
 
 
 
Prezados,
 
Acima o link, para assistirem meu depoimento dado a Rede Globo para a novela Páginas da Vida, a recordação que tenho que depois desse depoimento meu esposo foi mandado embora do seu serviço por preconceito. 
Posted: 14 Sep 2012 02:35 PM PDT
Passe Interestadual


Presidência da República
Casa CivilSubchefia para Assuntos Jurídicos
RegulamentoConcede passe livre às pessoas portadoras de deficiência no sistema de transporte coletivo interestadual.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:
Art. 1º É concedido passe livre às pessoas portadoras de deficiência, comprovadamente carentes, no sistema de transporte coletivo interestadual.
Art. 2º O Poder Executivo regulamentará esta lei no prazo de noventa dias a contar de sua publicação.
Art. 3º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 4º Revogam-se as disposições em contrário.
Brasília, 29 de junho de 1994; 173º da Independência e 106º da República.
ITAMAR FRANCO
Cláudio Ivanof Lucarevschi
Leonor Barreto Barreto Franco

Este texto não substitui o publicado no D.O.U. de 30.6.1994.
Passe Municipal do Rio de Janeiro
 DECRETO Nº 32842 DE 1 DE OUTUBRO DE 2010 
Regulamenta a Lei nº 5211, de 01 de julho de 2010, que institui o Bilhete Único no Município
do Rio de Janeiro, bem como a Lei nº 3167, de 27 de dezembro de 2000, que disciplina a
Bilhetagem Eletrônica nos serviços de Transporte Público de Passageiros do Município do Rio
de Janeiro, incluído o exercício das gratuidades legalmente instituídas.

O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais,

CONSIDERANDO que a Lei do Bilhete Único, bem como a Lei Municipal n° 3167, de 27 de
dezembro 2000, dispõem sobre o Sistema de Bilhetagem Eletrônica nos serviços de transporte
público de passageiros do Município do Rio de Janeiro;

CONSIDERANDO a necessidade de que o Bilhete Único seja implementado em consonância
com o Sistema de Bilhetagem Eletrônica e com o disposto no art. 401 da Lei Orgânica do
Município do Rio de Janeiro, haja vista o caráter social da gratuidade nos transportes para os
maiores de 65 (sessenta e cinco) anos, alunos uniformizados da rede pública de ensino
fundamental e médio e portadores de deficiências;

CONSIDERANDO a importância de se promover a integração modal e intermodal, como
preconiza o art. 395 da Lei Orgânica Municipal, ademais da interoperabilidade com os demais
sistemas de bilhetagem existentes no âmbito metropolitano, o que reclama modelo de
bilhetagem eletrônica aberto tecnologicamente;

CONSIDERANDO que a integração dos transportes públicos urbanos aos demais meios de
transporte coletivo constitui providência indispensável à racionalização do sistema, ensejando
previsíveis benefícios aos cidadãos que utilizam os serviços públicos de transporte, bem como
à qualidade de vida na Cidade;

CONSIDERANDO que o Bilhete Único garante a modicidade tarifária do serviço público de
transporte de interesse local, considerado essencial pelo art. 30, inciso V da Constituição da
República;

CONSIDERANDO a maior eficiência na tutela do interesse coletivo, em virtude do acesso pelo
Poder Concedente municipal às informações detalhadas sobre o número de viagens e de usuários por linha, providência exeqüível apenas através de suporte tecnológico desenvolvido
por intermédio do "Sistema de Bilhetagem Eletrônica";

CONSIDERANDO a necessidade de transparência dos dados gerenciais para a fixação do valor
das respectivas tarifas;

CONSIDERANDO que a implementação do Sistema de Bilhetagem Eletrônica não desprezou
aspectos sociais relevantes ao preservar o cobrador, que continua prestando serviço, de modo
a conferir ainda maior eficiência à execução do serviço público,

DECRETA:

CAPÍTULO I

DO BILHETE ÚNICO ADEQUADO AO SISTEMA DE BILHETAGEM

ELETRÔNICA

Seção I

DA DEFINIÇÃO

Art. 1°. O Bilhete Único adequado ao Sistema de Bilhetagem Eletrônica para utilização no
transporte público de passageiros, na forma das Leis municipais n° 3.167/2000 e nº
5.211/2010, é benefício tarifário instituído com redução das tarifas praticadas nas linhas
municipais, exclusivamente nos ônibus urbanos, sem ar condicionado, regidos pela norma
ABNT- NBR15.570, podendo ser estendido a integrações entre modais diversos, existentes ou a
serem criados, na dependência de regulamentação específica.

§1º. O benefício tarifário proporcionado pelo Bilhete Único é aplicável às situações de viagens
no serviço público de transporte coletivo de passageiros do Município do Rio de
...

[Mensagem cortada]  Exibir toda a mensagem