Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
quarta-feira, 4 de março de 2015
Mara Moreira - Mulher Vivendo com HIV/Aids
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
trem da prevenção na Central do Brasil 11/02 By Mara Moreira
Mara Moreira - Mulher Vivendo com HIV/Aids |
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Posted: 12 Feb 2015 06:20 AM PST
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Posted: 12 Feb 2015 06:18 AM PST
Quando Rei Momo assumir a chave da cidade, a turma da Vila Mimosa já estará devidamente esclarecida sobre a importância de curtir a folia com responsabilidade. É que nesta quinta-feira, dia 12, haverá uma ação preventiva no reduto de entretenimento sexual, distribuindo preservativos e material educativo sobre as doenças sexualmente transmissíveis. A partir das 15h, haverá vacinação gratuita contra Hepatite B e testes de HIV, para os freqüentadores da Vila Mimosa. Os testes também são de graça e o resultado rápido(em torno de 20 minutos) e sigiloso. Este é o segundo ano em que a Linha 4 do Metrô (Barra da Tijuca – Ipanema) apoia a ONG Grupo Pela VIDDA/RJ nesta iniciativa. A secretaria municipal e a Associação dos Moradores do Condomínio e Amigos da Vila Mimosa (AMOCAVIM) também apoiam o projeto.
RELEASE:
Linha 4 do Metrô promove distribuição de camisinhas, vacinação e palestras na Vila Mimosa
Ação educativa, nesta quinta-feira (12/02), terá testes gratuitos de HIV para os frequentadores
Às vésperas da folia de Momo, nesta quinta-feira, dia 12, haverá uma ação preventiva na Vila Mimosa, região central da cidade, distribuindo preservativos e material educativo sobre as doenças sexualmente transmissíveis(DST). A partir das 14h, haverá vacinação gratuita contra Hepatite B e testes de HIV, para os freqüentadores do local. Os testes também são de graça e o resultado será rápido(em torno de 20 minutos) e sigiloso.
Este é o segundo ano em que a Linha 4 do Metrô (Barra da Tijuca – Ipanema) apoia a o‘Grupo pela VIDDA/RJ’ nesta iniciativa para os freqüentadores da Vila Mimosa. A secretaria municipal de Saúde e a Associação dos Moradores do Condomínio e Amigos da Vila Mimosa (AMOCAVIM) também apóiam o projeto.
Desde o início das obras da Linha 4 do Metrô, um Programa de Educação Sexual estimula o comportamento sexual responsável entre os colaboradores, com palestras educativas e campanhas de prevenção. Em dezembro do ano passado, mês do combate mundial à Aids, duas máquinas de distribuição de camisinhas foram instaladas nos banheiros do canteiro administrativo do Jardim de Alah. No início deste mês, a distribuição gratuita dos preservativos foi ampliada a outros canteiros da Linha 4 do Metrô. A campanha faz um paralelo entre os equipamentos de proteção individual (EPIs) usados na obra e a camisinha, itens indispensáveis à segurança: “Na obra, use sempre EPI. E fora dela, leve a camisinha!”.
Mais de 300 mil pessoas vão usar a Linha 4 do Metrô
A Linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro (Barra da Tijuca—Ipanema) é uma obra do Governo do Estado do Rio de Janeiro e vai transportar, a partir de 2016, mais de 300 mil pessoas por dia, retirando das ruas cerca de 2 mil veículos por hora/pico. Serão seis estações e aproximadamente 16 quilômetros de extensão. A ligação metroviária entre Ipanema e a Barra da Tijuca estará à disposição dos passageiros em julho de 2016, com a operação comercial da nova linha nos mesmos horários das demais linhas do metrô. Será possível ir da Barra a Ipanema em 13 minutos e, da Barra ao Centro, em 34 minutos. Os usuários poderão ainda deslocar-se da Pavuna até a Barra da Tijuca, pagando apenas uma tarifa.
Grupo Pela VIDDA
O Grupo Pela VIDDA do Rio de Janeiro (GPV-RJ) foi fundado em 24 de maio de 1989, pelo escritor Herbert Daniel. Trata-se do primeiro grupo fundado no Brasil por pessoas vivendo com HIV e AIDS, seus amigos e familiares. Os objetivos principais da ONG são a ruptura do isolamento e a desconstrução do estigma relacionado à doença, a reintegração social dos portadores de HIV e AIDS, e a defesa dos direitos e a garantia da dignidade dessas pessoas.WWW.pelavidda.org.br
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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
programa em Familia do Canal Saude BYMara Moreira - Mulher Vivendo com HIV/Aids
Mara Moreira - Mulher Vivendo com HIV/Aids |
- programa em Familia do Canal Saude
- Com HIV "cercado", cientistas querem erradicar epidemia da aids até 2030
- XVII VIVENDO
- Relatório da Reunião organizada pela UNFPA de apresentação dos resultados de pesquisas sobre saúde sexual e reprodutiva de mulheres vivendo com HIV/AIDS.
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Posted: 05 Feb 2015 06:20 AM PST
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Posted: 20 Aug 2014 10:53 AM PDT
Com HIV "cercado", cientistas querem erradicar epidemia da aids até 2030Vírus foi colocado contra a parede - resta saber como destruí-lo nos "esconderijos" para onde escapa
18/08/2014 | 08h01
O desafio de matar a última reserva do vírus, que sempre ameaça tomar conta do organismo, persiste insolúvelFoto: Henrique Tramontina / Agencia RBS
A comunidade científica quer erradicar a epidemia de aids até 2030. A meta foi anunciada em Melbourne, na Austrália, no fechamento da 20ª Conferência Internacional sobre a Aids, soprando otimismo em um evento que transcorreu entristecido pela morte de seis pesquisadores que rumavam para o encontro a bordo do voo MH17, abatido no leste da Ucrânia em 17 de julho.
Sob o desalento da perda de especialistas como o holandês Joep Lange, que presidiu a Sociedade Internacional de Aids entre 2002 e 2004, o evento sediou o anúncio de que o vírus HIV, “flagrado” em estado de hibernação, pela primeira vez foi forçado a abandonar as células e se soltar no sangue. O avanço foi registrado por Ole Søgaard, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, cuja equipe administrou em pacientes o Romidepsin, medicamento para combater o câncer.
Se os antirretrovirais que compõem o coquetel contra a aids reduzem o vírus a uma pequena população adormecida, que não replica o HIV, a técnica dos dinamarqueses expulsa o vírus desse “esconderijo”. O que persiste insolúvel é o desafio de matar essa última reserva do vírus, que sempre ameaça tomar conta do organismo, exigindo a administração periódica do coquetel.
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– A pesquisa comprova que é possível atingir o vírus mesmo em estado de latência, mas ainda não conseguimos matar as células que fazem parte desse reservatório e que estão na matriz do sangue. Já sabemos isolar e neutralizar o vírus com o coquetel. O passo adicional seria atacar a população do vírus que fica – explica Eduardo Sprinz, infectologista do Hospital de Clínicas especializado no tratamento da aids.
Ainda que o HIV esteja escasso a ponto de não ser detectável, deixar de tomar os antirretrovirais permite que o vírus latente acorde e se restabeleça. Uma cura completa envolveria matar todas as células infectadas. Mas, como a matança não pode ser indiscriminada, sob pena de derrubar também todas as células saudáveis do paciente, é preciso descobrir um modo de atacar apenas o reservatório do vírus.
– A infecção já é controlável. Embora a cura esteja d istante, sabemos qual caminho seguir. Sozinha, a estratégia de tentar provocar a célula dormente não é suficiente. Se tivéssemos uma forma de marcar as células para que fossem miradas, como alvos, seria muito interessante – diz Sprinz.
O tratamento
Já uma cura “funcional” manteria o vírus adormecido mesmo depois de o paciente abandonar o coquetel. É o que parecia ter acontecido com a “bebê do Mississippi”, que, logo nasceu, já foi medicada. Em 18 meses, a criança parecia estar livre do HIV recebido da mãe, mas o vírus reapareceu dois anos depois da suspensão do tratamento.
Até agora, a única cura amplamente reconhecida é a do “paciente de Berlim”, como é conhecido o americano Timothy Ray Brown. Por força de uma leucemia, Brown teve de passar por dois transplantes de medula óssea. Os doadores tinham genes resistentes ao HIV, e as cirurgias acabaram nocauteando não só a leucemia, como também a aids. No mês passado, foi divulgado que dois australianos passaram pelo procedimento, obtendo o mesmo sucesso. Mas a cirurgia, cara e arriscada, passa longe de oferecer uma alternativa prática e abrangente para tratar uma doença epidêmica.
A conferência em Melbourne apresentou uma redução dos casos de aids no mundo. Em contrapartida, no Brasil, houve um aumento de 11%.
– A redução ocorreu na maior parte dos países mais atingidos, como a África do Sul e as nações da África subsaariana, onde a epidemia claramente tem padrão heterossexual. Onde o padrão é diferente, não caiu. É o caso de Inglaterra, Estados Unidos, Brasil, Bélgica – diz Ricardo Kuchenbecker, que, na condição de pesquisador do Instituto de Avaliação de Tecnologia em Saúde (IATS), foi convidado pelo Ministério da Saúde para representar o Brasil na conferência em Melbourne.
De acordo com Kuchenbecker, que também chefia o serviço de emergência do Hospital de Clínicas, não faltou medicação no Brasil nos últimos anos. O problema é que os infectados têm chegado muito tarde ao serviço de saúde.
– Eu apostaria na contramão do que foi discutido em Melbourne. A cura passa por aperfeiçoar o tratamento, mas estratégias de prevenção ainda são mais importantes. Apostam muito em uma estratégia biomédica, medicamentosa, e sem dúvida a eficácia disso é enorme, mas precisamos criar uma maneira de chegar a uma população mais ampla, que o serviço de saúde dificilmente atinge – argumenta.
Eduardo Sprinz concorda com o diagnóstico, defendendo que “o fato número um deve ser todas as pessoas terem acesso à medicação já existente”.
– Se tu consegues ter em cada esquina uma Coca-Cola, há como montar uma estrutura para distribuir medicação também – sugere.
Ao comentar a meta política “mobilizadora” de Melbourne, Kuchenbecker salienta que, pela primeira vez, é possível prever o controle de uma epidemia tão grande.
– Houve momentos em que erradicamos doenças, mas em termos de pessoas atingidas e mortalidade absolutamente menores. Falamos hoje de uma doença que compreende 36 milhões de pessoas. Seria inédito – conclui.
Vírus em queda
O HIV cria cópias de si mesmo ao inserir o seu código genético nas células humanas. As células infectadas replicam o HIV e morrem em seguida, processo que é interrompido pelos antirretrovirais, que controlam o vírus ao reduzi-lo a concentrações mínimas no sangue. Esse último depósito do HIV permanece adormecido em células que podem ficar anos a fio sem produzir cópias novas do vírus.
Como os tratamentos atuais não conseguem remover o material genético do HIV dessas células dormentes, os pacientes não podem parar de tomar diariamente o coquetel, porque sem ele nada garante que a doença não vá acordar e se restabelecer no organismo. As células mais atacadas pelo HIV são linfócitos que lideram a resposta do corpo contra bactérias e vírus – daí que a aids seja a aquisição de uma síndrome de imunodeficiência, perigosa por deixar o corpo suscetível a “infecções oportunistas” como a pneumonia e a tuberculose.
A recomendação é de que se use no mínimo três medicamentos antirretrovirais, pois o HIV se adapta às pressões das drogas no organismo e passa a produzir cópias com mutações resistentes ao tratamento, que começam a se reproduzir normalmente. O Brasil foi o primeiro país em desenvolvimento e o terceiro no mundo a distribuir esses medicamentos gratuitamente a todos os pacientes diagnosticados. A Unaids estima em cerca de 730 mil o número de brasileiros soropositivos.
Arte: Henrique Tramontina/Agencia RBS |
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Posted: 15 Aug 2014 07:44 AM PDT
Mais um VIVENDO em nossas vidas...dessa vez queremos contar e ouvir histórias...para que esquecer o que nos faz viver e sentir saudades...
Quem viver virá!
Faça sua inscrição on-line agora e garanta sua vaga!
Para solicitar Bolsa VIVENDO leia as instruções com atenção.
Marcio Villard
... ter atitude é o que faz a diferença!
Assunto: INSCRIÇÃO NO XVII VIVENDO, CELEBRAÇÃO DA VIDDA E 2º BABADÃO DA DIVERSIDAIDS
https://docs.google.com/forms/ INSCRIÇÃO NO XVII VIVENDO, CELEBRAÇÃO DA VIDDA E 2º BABADÃO DA DIVERSIDAIDSINSCRIÇÃO NO XVII VIVENDO, CELEBRAÇÃO DA VIDDA E 2º BABADÃO DA DIVERSIDAIDS
XVII VIVENDO e Celebração da VIDDA - Valorização, Integração e Dignidade da Pessoa Vivendo com HIV e Aids – 25 Anos GPV-RJ e 2º BABADÃO da DiversidAids.
Local: Centro de Convenções da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro http://www.noveeventos.com.br/ Praça XV de Novembro nº 20, centro do Rio de Janeiro-RJ.
Data: 20 a 22/11/14
O XVII Encontro Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e Aids na perspectiva da Celebração “VIDDA” será um resgate da memória e da história do Movimento social de Luta contra a Aids no Brasil e que ao longo do tempo se consolidou com a formação de várias redes e que hoje pode ser melhor definido como um movimento diverso e democrático, mas que continua na perspectiva de um enfrentamento político integrado.
Prevemos a participação de 300 pessoas no XVII VIVENDO, entre PVHA, integrantes de Grupos, Redes e ONG/Aids, Movimentos Sociais e convidados para uma programação política e temática acerca dos principais dilemas para o enfrentamento do HIV e Aids hoje, tais como: debates e reflexões envolvendo as políticas públicas de saúde (SUS) e o enfrentamento da Aids; a sustentabilidade e a cooperação das ONG/Aids; os desafios na gestão pública das ações de saúde; sustentabilidade das ações comunitárias; as coinfecções; promoção da equidade em saúde; exclusão social e grupos estigmatizados pela epidemia; Viver com Aids (antes e hoje) ; Agendas colaborativas no enfrentamento do HIV e Aids; A assistência e o tratamento hoje; e as Metas e Políticas globais de enfrentamento da epidemia. O Encontro será de 20 e 22 de novembro de 2014 na cidade do Rio de Janeiro com previsão de 300 participantes envolvidos diretamente com o enfrentamento da epidemia de HIV e Aids no Brasil objetivando refletir, debater e contribuir a partir dos principais eixos, questões e dilemas cotidianos do VIVER com HIV e Aids: 1) Resposta global à epidemia de HIV e Aids - Intercâmbio e cooperação técnica e social entre grupos, redes e PVHA; 2) Promoção e defesa de direitos das PVHA – compartilhamento de experiências; 3) Mobilização Social e luta contra a Aids no Brasil – Quem somos hoje?; 4) A Agenda e dilemas das Coinfecções e Aids - DST, Tuberculose e Hepatites Virais como fortalecer redes e espaços políticos no enfretamento?; 5) A atual política brasileira de enfrentamento do HIV e Aids – A Aids no SUS e a equidade na Saúde; 6) Novas tecnologias e a medicalização da prevenção – Avanços e Incertezas; 7) Dilemas das novas diretrizes de assistência em Aids no Brasil – Testar e Tratar!?!
PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR:
20/11/14 – 1° Dia (quinta-feira)
10:00 às 13:00 – Pré VIVENDO - Atividades integradas e estratégicas
14:30 – Credenciamento 15:00 às 17:30 – Atividades Temáticas dos Eixos 1, 2 e 3 18:00 às 19:30 – Abertura do XVII VIVENDO – Histórias Pré PositHIVas - VIVER com Aids antes e depois daquele tempo...
21/11/14 – 2° Dia (sexta-feira)
09:00 às 09:30 – Acolhimento e Atividade Cultural
09:30 às 10:45 – Mesa Disparadora dos Eixos 4 e 5 11:00 às 13:00 - Atividades Temáticas dos Eixos 4 e 5 13:00 às 14:30 - Almoço 14:30 às 17:30 – Oficinas, Tribunas e Atividades autogestionadas do Eixo 6 18:00 às 19:00 – DHIVAN – A nossa História todos os dias “Viva a Vida!”
07/11/2014 – 3º Dia (sábado)
09:00 às 09:30 – Acolhimento e Atividade Cultural
09:30 às 10:45 – Mesa Disparadora do Eixo 7 11:00 às 13:00 Atividades Temáticas do Eixo Temático 7 13:00 às 14:30 - Almoço 14:30 às 17:00 – Oficinas, Tribunas e Atividades autogestionadas – Histórias Pré PositHIVas 2 17:30 às 20:00 – Celebração 25 Anos do GPV-RJ e 2º Babadão da DiversidAids - “Quem viveu virá!”
Como participar?
Todos terão que realizar a inscrição on-line até 19/09. A inscrição dá direito a participação, materiais e alimentação.
Participantes fora da região metropolitana do Rio de Janeiro poderão solicitar Bolsa VIVENDO. A mesma será concedida integral (ressarcimento de passagem, hospedagem e alimentação) ou parcial (sem ressarcimento de passagem).
Para solicitar Bolsa VIVENDO os participantes terão que enviar proposta da seguinte forma:
1) Histórias Pré PositHIVas – envie sua História Vivendo ou Convivendo com HIV e Aids (tema livre) – texto com resumo de até 5 linhas e apresentação de no máximo 500 caracteres.
2) DHIVAN “ Viva a Vida” – escolha um dos Eixos Temáticos e conte a sua experiência PositHIVa - texto com resumo de até 5 linhas e apresentação de no máximo 500 caracteres.
3) “Viva a Vida 25 Anos” Nossa História todos os dias – envie um vídeo de no máximo 5 minutos da sua experiência em viver com HIV e Aids
4) Atividades Autogestionadas – envie proposta de Oficinas, tribunas e Rodas a partir dos Eixos Temáticos do 17º VIVENDO
Orientação para postagem:
As propostas juntamente com a impressão da Inscrição on-line devem ser enviadas por correspondência registrada para a Coordenação do 17º VIVENDO até 12/09 – Av. Rio Branco 135 sala 709, centro, Rio de Janeiro/RJ, cep 20040-006
Esperamos tod@s em mais esse capítulo da nossa história. Viva a Vida!!!
Dúvidas e informações: gpvrj@pelavidda.org.br
20 a 22 de novembro de 2014 - Centro de Convenções da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro - Praça XV - Centro/RJ |
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Posted: 15 Aug 2014 07:41 AM PDT
Relatório da Reunião organizada pela UNFPA de apresentação dos resultados de pesquisas sobre saúde sexual e reprodutiva de mulheres vivendo com HIV/AIDS.
A pesquisa apoiada pela UNFPA intitulada “GENIH: Gênero e infecção pelo HIV: estudos sobre práticas e decisões relativas à saúde sexual e reprodutiva” compõe um conjunto de iniciativas que visam suprir a lacuna de conhecimento sobre as questões de saúde sexual e reprodutiva das mulheres vivendo com HIV/Aids (MVHA), apresentada pelo estado de São Paulo e Porto Alegre.
Em São Paulo, coordenada pelo Núcleo de Estudos de População da Universidade de Campinas (NEPO/UNICAMP), teve como objetivo principal investigar aspectos
Os objetivos específicos da pesquisa destacam-se:
1) Comparar características sociodemográficas e de comportamento sexual e reprodutivo de MVHA e MNVHA, incluindo acesso e uso de métodos contraceptivos, a ocorrência de gravidez não planejada, e histórico de interrupção de gestação; 2) Descrever e comparar a proporção de MVHA e MNVHA que relatam situações de violência psicológica, física e/ou sexual sofrida e a associação desses episódios com aspectos da saúde sexual e reprodutiva de MVHA e MNVHA; 3) Entre MVHA, investigar a especificidade da infecção pelo HIV/AIDS nas decisões e 4) Investigar a associação de características dos serviços de saúde e da assistência à saúde sexual e reprodutiva de MVHA e MNVHA com suas práticas/decisões contraceptivas e reprodutivas; 5) Investigar e comparar entre MVHA e MNVHA os fatores individuais, relacionais, sociais e programáticos/ institucionais associados a práticas contraceptivas em uso, a ocorrência de gravidez não planejada e ao histórico de interrupção de gestação. Em Porto Alegre, a pesquisa teve o objetivo de também avaliar as especificidades das mulheres vivendo com HIV/Aids no que concerne à saúde sexual e reprodutiva, comparando-as com mulheres soronegativas para o HIV, foi realizada em Porto Alegre pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) a pesquisa “Saúde Sexual e Reprodutiva de Mulheres Vivendo no Contexto da Epidemia do HIV/Aids em Porto Alegre”. Entre os objetivos específicos, destacam-se: 1) Avaliar a associação entre o diagnóstico de soropositividade para o HIV/Aids e a prática de aborto; 2) Avaliar a associação de soropositividade para o HIV/Aids e o relato de violência física e sexual; 3) Investigar o uso de métodos contraceptivos pelas mulheres que vivem com HIV/Aids ; 4) Compreender as especificidades do contexto de vulnerabilidade para o vírus que se apresenta para as mulheres infectadas pelo HIV/Aids em relação às mulheres soronegativas.
O apoio do UNFPA ao estudo GENIH e a divulgação dos resultados das duas pesquisas é parte de sua estratégia de gestão do conhecimento e cooperação para fortalecimento da integração entre saúde sexual e reprodutiva e direitos sexuais e reprodutivos e HIV/AIDS, compondo seus esforços para apoiar a produção de evidências que subsidiem a tomada de decisões em saúde sexual e reprodutiva com equidade de gênero, faixa etária, raça e etnia.
O Objetivo da reunião realizada pela UNFPA realizada em Brasília no dia 12 de agosto, em Divulgar e discutir os resultados dos estudos “GENIH: Gênero e infecção pelo HIV: estudos sobre práticas e decisões relativas à saúde sexual e reprodutiva” e “Saúde Sexual e Reprodutiva de Mulheres Vivendo no Contexto da Epidemia do HIV/Aids em Porto Alegre e São Paulo”.
Estiveram presentes ministérios das relações exteriores,Ministério do trabalho, Secretaria Nacional da juventude, Ministério da Saúde, Gestores municipais dos estados sede da pesquisa em São Paulo e Porto Alegre, e a sociedade civil o Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas(Mara Moreira) e a Rede Jovem (RONI /DF), sentimos a falta da SPM- Nacional e do Departamento Nacional de Aids na pessoa do Sr. Marcelo Freitas onde foi falado especificamente de sua área, apesar de estarem presentes as técnicas TAINA e DAMIANA nada defenderam a área da assistência e prevenção a qual foi apontada nessa pesquisa as deficiências existida, bem contra fatos não há argumentos realmente, mais as demandas tem que ser encaminhadas e corrigidas pelo Departamento de DST/AIDS.
E esperamos que depois de publicada a amplamente divulgadas pela UNFPA, os resultados desta pesquisa sejam também apresentadas aos fóruns de ONG AIDS especificamente de São Paulo e Sul, onde poderão respaldar vários documentos que já temos apontados estas deficiências nas áreas de prevenção e assistências.
Não há dúvidas de que o preconceito e o estigma contra mulheres positivas, aliados com impacto social da AIDS, têm contribuído para o aumento dramático da infecção do HIV entre as brasileiras durante os últimos anos. Embora o tema Aids seja hoje abordado mais abertamente, o preconceito ainda é a tônica principal de qualquer discussão. Além disso, a maior parte da população urbana provavelmente já travou contato com as informações necessárias à prevenção do HIV sem que isto acarretasse a adoção de práticas seguras de proteção, aponta a pesquisa realizada pela NEPO/UNICAMP e Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e apresentada pela UNFPA.
A falta de informação unida ao preconceito contribui, a cada dia, para o aumento dos casos de Aids e outras doenças transmissíveis pelas relações sexuais, interferindo cada vez mais na saúde da população.
Os resultados dessas pesquisas demonstram que a epidemia do HIV/Aids continua crescendo e atingindo as mulheres não importando sua raça, credo ou orientação sexual. Questões como direitos sexuais e reprodutivos, direitos sociais e a qualificação dos serviços para uma intervenção mais adequada às necessidades e especificidades das mulheres.
Nós do MNCP(Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas ) já sinalizamos também estas deficiências em vários documentos recentemente pelo Rio de janeiro nos pontosrelacionadas à perda de nossos direitos sexuais e reprodutivos no âmbito da assistência e da prevenção a AIDS, reivindicamos:
1. O conhecimento é um fator identificado como “chave” no fortalecimento das ações, pois é a ferramenta indispensável para fortalecer mulheres, pois uma vida com HIV pode ser positiva, negativo é o preconceito.
2.Implementação de uma portaria sobre Reprodução Humana Assistida (A portaria nº 3.149 do Ministério da Saúde, de 28 de dezembro de 2012) garantindo assim os direitos sexuais e reprodutivos de mulheres com HIV/AIDS;
3.Garantia do acesso a profilaxia pós-exposição ao HIV e DST, para as mulheres vítimas de violência sexual e a disponibilidade, imediata, das novas tecnologias de prevenção no SUS.
4. Investimento em pesquisas sobre: HTLV, efeitos adversos relacionados aos ARV´S (Menopausa e Envelhecimento Precoce, Neuroaids, dentre outros).
5. Apoio à formação de mulheres vivendo e convivendo com HIV/AIDS em temas relacionados a: Prevenção Positiva, Lipodistrofia, Violência, Reprodução humana assistida e efeitos adversos.
6.Incluir na política de promoção de equidade em saúde o plano integrado de enfrentamento à feminização da epidemia em HIV/AIDS e outras DST e Hepatites Virais.
7.Implementação nos Estados e Municípios das diretrizes do plano de feminização.
8.Planejamento do plano de redução de contracepção e concepção.
9.Prevenção a cesárea eletiva da transmissão vertical do HIV, do HTLV, Sífilis e Hepatites Virais.
10. Fornecimento de fórmula láctea continua para filhos de mulheres vivendo com HIV/AIDS e HTLV.
11. Garantia do emprego e trabalho da Mulher Vivendo com HIV/Aids respeitando a recomendação 200 IOT.
Acreditamos que com o compromisso de todos, teremos respostas para estas demandas e assim, garantirmos uma vida segura, digna e saudável para todas nós Mulheres vivendo com HIV/AIDS no Brasil.
Jucimara de Almeida Moreira
Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas
Rio de Janeiro, 13 de Agosto de 2014.
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quarta-feira, 28 de maio de 2014
CAMPANHA DA #UNAIDS NO CRISTO REDENTOR
Queridos Confirmo presença e afirmo as palavras da REGINA quando nossa participação ontem na CAMPANHA DA UNAIDS NO CRISTO REDENTOR #discriminaçãozero tivemos a PRESENÇA de vários ativistas. Muito importante foi n?no Android
domingo, 4 de maio de 2014
Evento sobre cirurgias reparadoras.BY fonaids
Muito bom este vento em SÃO PAULO, está semana estive no forum de consulta do nordeste e tive notícias que pelo nosso documento do encontro de mulheres o Departamento Nacional de Aids irá reativar o GT DE LIPODISTROFIA e nos cidadãs iremos ser convidadas.
sábado, 15 de setembro de 2012
Mara Moreira - Mulher Vivendo com HIV/Aids
Mara Moreira - Mulher Vivendo com HIV/Aids |
- Dia Mundial da Camisinha Feminina
- Dia Mundial da Camisinha Feminina
- Depoimento para a Novela da Rede Globo chamada Páginas da Vida
- Informe sobre Gratuidade a pessoas com HIV/Aids
- Novos desafios para o programa contra a Aids{Globo A+}
- O Globo
| Posted: 14 Sep 2012 03:31 PM PDT Camisinha feminina!!!!!!!!!!!!Onde estão?????? O que comemorar???? ainda é pouco o quantitativos????Fora o preço ainda um absurdo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Publica o Ministério da Saúde:Saúde marca Dia da Camisinha feminina (12) com distribuição do preservativoNa data, comemorada ontem (12), o Sistema Único de Saúde (SUS) contabilizou o repasse de 4 milhões do insumo aos estados este ano Conteúdo extra: O Ministério da Saúde já distribuiu este ano, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), cerca de quatro milhões de preservativos femininos. Já foram enviados aos estados os três primeiros lotes das 20 milhões de unidades compradas em abril e que serão entregues ao longo de 2012. Esta foi a primeira compra brasileira de preservativos femininos da terceira geração, fabricados com borracha nitrílica, que proporciona mais conforto e aceitabilidade. A distribuição de camisinhas femininas faz parte da estratégia da política brasileira de ampliar as opções de proteção das mulheres às epidemias de HIV e aids e outras DST. Prioritariamente, as camisinhas femininas serão distribuídas às populações definidas de acordo com critérios de vulnerabilidade:
“A camisinha feminina é mais uma estratégia de prevenção para enfrentar a resistência cultural que o preservativo para mulheres ainda encontra na sociedade”, observa o diretor-adjunto do Departamento, Eduardo Barbosa. Segundo Eduardo, “a nova tecnologia usada nos preservativos de terceira geração que está sendo distribuída pelo ministério é uma das formas de quebrar muitas barreiras ao uso, pois é mais confortável e menos barulhenta – crítica comum a esse tipo de camisinhas. História – O preservativo feminino chegou ao Brasil em 1997, quando a Anvisa aprovou a comercialização. Desde então o Ministério já adquiriu e distribuiu cerca de 16 milhões de preservativos para as 27 unidades da federação. A nova compra desse insumo é maior do que todas as já feitas pelo ministério. Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas da População Brasileira (PCAP), realizada pelo Departamento em 2008, mostra que cerca de 90% das mulheres sexualmente ativas conhece ou pelo menos já ouviu falar da camisinha feminina. Se em 2005, apenas 4% das mulheres afirmava ter experimentado o insumo, em 2009, esse número subiu para 9%, o que significa um aumento de 100% da disseminação do acesso ao preservativo. Além de adquirir e distribuir os insumos, o Ministério da Saúde orienta Secretarias Estaduais e Municipais para que adotem medidas que facilitem o acesso à camisinha, que pode ser retirada em postos de saúde, hospitais e Centros de Testagem e Aconselhamento (CTAs). As recomendações são a de não exigir prescrição médica e documento de identidade nem presença em palestra ou em qualquer tipo de reunião para pegar camisinha nesses locais.
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| Posted: 14 Sep 2012 03:26 PM PDT Camisinha feminina!!!!!!!!!!!!Onde estão?????? O que comemorar???? ainda é pouco o quantitativos????Fora o preço ainda um absurdo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Publica o Ministério da Saúde:Saúde marca Dia da Camisinha feminina (12) com distribuição do preservativoNa data, comemorada ontem (12), o Sistema Único de Saúde (SUS) contabilizou o repasse de 4 milhões do insumo aos estados este ano Conteúdo extra: O Ministério da Saúde já distribuiu este ano, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), cerca de quatro milhões de preservativos femininos. Já foram enviados aos estados os três primeiros lotes das 20 milhões de unidades compradas em abril e que serão entregues ao longo de 2012. Esta foi a primeira compra brasileira de preservativos femininos da terceira geração, fabricados com borracha nitrílica, que proporciona mais conforto e aceitabilidade. A distribuição de camisinhas femininas faz parte da estratégia da política brasileira de ampliar as opções de proteção das mulheres às epidemias de HIV e aids e outras DST. Prioritariamente, as camisinhas femininas serão distribuídas às populações definidas de acordo com critérios de vulnerabilidade:
“A camisinha feminina é mais uma estratégia de prevenção para enfrentar a resistência cultural que o preservativo para mulheres ainda encontra na sociedade”, observa o diretor-adjunto do Departamento, Eduardo Barbosa. Segundo Eduardo, “a nova tecnologia usada nos preservativos de terceira geração que está sendo distribuída pelo ministério é uma das formas de quebrar muitas barreiras ao uso, pois é mais confortável e menos barulhenta – crítica comum a esse tipo de camisinhas. História – O preservativo feminino chegou ao Brasil em 1997, quando a Anvisa aprovou a comercialização. Desde então o Ministério já adquiriu e distribuiu cerca de 16 milhões de preservativos para as 27 unidades da federação. A nova compra desse insumo é maior do que todas as já feitas pelo ministério. Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas da População Brasileira (PCAP), realizada pelo Departamento em 2008, mostra que cerca de 90% das mulheres sexualmente ativas conhece ou pelo menos já ouviu falar da camisinha feminina. Se em 2005, apenas 4% das mulheres afirmava ter experimentado o insumo, em 2009, esse número subiu para 9%, o que significa um aumento de 100% da disseminação do acesso ao preservativo. Além de adquirir e distribuir os insumos, o Ministério da Saúde orienta Secretarias Estaduais e Municipais para que adotem medidas que facilitem o acesso à camisinha, que pode ser retirada em postos de saúde, hospitais e Centros de Testagem e Aconselhamento (CTAs). As recomendações são a de não exigir prescrição médica e documento de identidade nem presença em palestra ou em qualquer tipo de reunião para pegar camisinha nesses locais.
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| Posted: 14 Sep 2012 02:39 PM PDT | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Posted: 14 Sep 2012 02:35 PM PDT
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei: Art. 1º É concedido passe livre às pessoas portadoras de deficiência, comprovadamente carentes, no sistema de transporte coletivo interestadual. Art. 2º O Poder Executivo regulamentará esta lei no prazo de noventa dias a contar de sua publicação. Art. 3º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 4º Revogam-se as disposições em contrário. Brasília, 29 de junho de 1994; 173º da Independência e 106º da República. ITAMAR FRANCO Cláudio Ivanof Lucarevschi Leonor Barreto Barreto Franco Este texto não substitui o publicado no D.O.U. de 30.6.1994. Passe Municipal do Rio de Janeiro DECRETO Nº 32842 DE 1 DE OUTUBRO DE 2010 Regulamenta a Lei nº 5211, de 01 de julho de 2010, que institui o Bilhete Único no Município do Rio de Janeiro, bem como a Lei nº 3167, de 27 de dezembro de 2000, que disciplina a Bilhetagem Eletrônica nos serviços de Transporte Público de Passageiros do Município do Rio de Janeiro, incluído o exercício das gratuidades legalmente instituídas. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais, CONSIDERANDO que a Lei do Bilhete Único, bem como a Lei Municipal n° 3167, de 27 de dezembro 2000, dispõem sobre o Sistema de Bilhetagem Eletrônica nos serviços de transporte público de passageiros do Município do Rio de Janeiro; CONSIDERANDO a necessidade de que o Bilhete Único seja implementado em consonância com o Sistema de Bilhetagem Eletrônica e com o disposto no art. 401 da Lei Orgânica do Município do Rio de Janeiro, haja vista o caráter social da gratuidade nos transportes para os maiores de 65 (sessenta e cinco) anos, alunos uniformizados da rede pública de ensino fundamental e médio e portadores de deficiências; CONSIDERANDO a importância de se promover a integração modal e intermodal, como preconiza o art. 395 da Lei Orgânica Municipal, ademais da interoperabilidade com os demais sistemas de bilhetagem existentes no âmbito metropolitano, o que reclama modelo de bilhetagem eletrônica aberto tecnologicamente; CONSIDERANDO que a integração dos transportes públicos urbanos aos demais meios de transporte coletivo constitui providência indispensável à racionalização do sistema, ensejando previsíveis benefícios aos cidadãos que utilizam os serviços públicos de transporte, bem como à qualidade de vida na Cidade; CONSIDERANDO que o Bilhete Único garante a modicidade tarifária do serviço público de transporte de interesse local, considerado essencial pelo art. 30, inciso V da Constituição da República; CONSIDERANDO a maior eficiência na tutela do interesse coletivo, em virtude do acesso pelo Poder Concedente municipal às informações detalhadas sobre o número de viagens e de usuários por linha, providência exeqüível apenas através de suporte tecnológico desenvolvido por intermédio do "Sistema de Bilhetagem Eletrônica"; CONSIDERANDO a necessidade de transparência dos dados gerenciais para a fixação do valor das respectivas tarifas; CONSIDERANDO que a implementação do Sistema de Bilhetagem Eletrônica não desprezou aspectos sociais relevantes ao preservar o cobrador, que continua prestando serviço, de modo a conferir ainda maior eficiência à execução do serviço público, DECRETA: CAPÍTULO I DO BILHETE ÚNICO ADEQUADO AO SISTEMA DE BILHETAGEM ELETRÔNICA Seção I DA DEFINIÇÃO Art. 1°. O Bilhete Único adequado ao Sistema de Bilhetagem Eletrônica para utilização no transporte público de passageiros, na forma das Leis municipais n° 3.167/2000 e nº 5.211/2010, é benefício tarifário instituído com redução das tarifas praticadas nas linhas municipais, exclusivamente nos ônibus urbanos, sem ar condicionado, regidos pela norma ABNT- NBR15.570, podendo ser estendido a integrações entre modais diversos, existentes ou a serem criados, na dependência de regulamentação específica. §1º. O benefício tarifário proporcionado pelo Bilhete Único é aplicável às situações de viagens no serviço público de transporte coletivo de passageiros do Município do Rio de | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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