E das suas relações politicas e tramoias.
Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
segunda-feira, 5 de setembro de 2016
Antes contra Dilma agora contra quem?
E das suas relações politicas e tramoias.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
[] Orgulho HETERO
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
CLIPPING - 20/nov./2012 Dia da Consciência Negra O Dia da Consciência Negra é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira. A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. O Dia da Consciência Negra procura ser uma data para se lembrar a resistência do negro à escravidão de forma geral, desde o primeiro transporte de africanos para o solo brasileiro (1594). Joaquim Barbosa para presidente? (RUTH DE AQUINO) - Esse título é uma provocação. Ou não. Porque, de fato, esse mineiro de Paracatu, primogênito de oito filhos de um pedreiro e uma dona de casa, está prestes a se tornar presidente, mas do Supremo Tribunal Federal. Não escapará do rótulo de “primeiro presidente negro” do STF. É inevitável. O adjetivo vem a reboque como verdade histórica, o registro de uma primazia. O segundo negro se livrará desse aposto ambíguo. Um dia não haverá mais “o primeiro negro” e “a primeira mulher”, porque a cor da pele e o sexo perderão todo o significado. Felizmente. Mulheres negras são maioria entre jovens que não trabalham nem estudam - Mulheres pretas, pardas e indígenas são a maioria entre os 5,3 milhões de jovens de 18 a 25 anos que não trabalham nem estudam no país, a chamada “geração nem nem”. Cruzamento de dados inédito feito pelo Instituto de Estudos Sociais e Políticos (Iesp) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), a pedido da Agência Brasil, revela que elas somam 2,2 milhões, ou seja, 41,5% desse grupo. Do total de jovens brasileiros nessa faixa etária (27,3 milhões), as negras e indígenas representam 8% - enquanto as brancas na mesma situação chegam a 5% (1,3 milhão). Para o coordenador do levantamento, Adalberto Cardoso, que fez a pesquisa com base nos dados do Censo 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), várias razões explicam o abandono da educação formal e do mercado de trabalho por jovens. Entre elas, o casamento e a necessidade de começar a trabalhar cedo para sustentar a família. Cerca de 70% dos jovens “nem nem” estão entre os 40% mais pobres do país. A gravidez precoce é o principal motivo do abandono, uma vez que mais da metade das jovens nessa situação têm filhos. A pesquisa também identificou entre os “nem nem” jovens com deficiência física grave e os que saíram da faculdade, mas ainda não estão empregados. Os dados completos constam do estudo Juventude, Desigualdade e o Futuro do Rio de Janeiro, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) e deve ter um capítulo publicado em 2013. Racismo faz mal à saúde e mata- Um estudo epidemiológico do Ministério da Saúde apresenta informação específica para ajudar a preencher esses vazios, ao comparar indicadores como assistência pré-natal por raça, cor e etnia. Também analisa outros aspectos, como o direito e o acesso a planejamento familiar, que é mais precário entre as afrodescendentes. Precisamente este aspecto é o centro do informe mundial do UNFPA, apresentado no dia 14, com o título Sim à Opção, não ao Acaso – Planejamento da Família, Direitos Humanos e Desenvolvimento. Por exemplo, 19% das crianças nascidas vivas são de mães adolescentes brancas entre 15 e 19 anos. Contudo, a incidência de gravidez em adolescentes é de 29% entre as jovens afro-brasileiras da mesma faixa etária. Além disso, enquanto 62% das mães de crianças brancas informavam ter realizado sete ou mais consultas pré-natais, apenas 37% das mães de recém-nascidos mulatos e negros realizaram essa quantidade de exames antes do parto. A mortalidade infantil também apresenta disparidades. O risco de uma criança negra ou mulata morrer antes dos cinco anos de idade por doenças infecciosas e parasitárias é 60% maior em relação a uma criança branca. E o de morte por desnutrição é 90% superior. O estudo também constatou que morrem mais grávidas afrodescendentes do que brancas por causas vinculadas à gestação, como hipertensão. O UNFPA contribui com o governo e o movimento negro para fortalecer essa política e a formação profissional que deve acompanhá-la. "O desafio é responder por que, em um país onde a população negra representa 50,3% do total, temos um quadro sanitário tão diferenciado" entre negros e brancos, admite o Ministério da Saúde. Negros ainda estão mais vulneráveis ao HIV e são alvo de campanha em São Paulo - Embora representem cerca de metade da população brasileira, os negros ainda não têm acesso igual aos serviços de saúde no país. Em decorrência disso, doenças como a aids atingem este grupo com mais força. Segundo dados do Ministério da Saúde, entre 2000 e 2009, o número de casos de aids, quando analisado apenas nos brancos, caiu de 62,9% para 54,8% (entre os homens) e de 60% para 53,1% (entre as mulheres). Já entre os homens negros, o número diminui apenas de 10,1% para 9,8%. Em relação às mulheres afrodescendentes, o índice subiu de 11,5% para 13,2% neste mesmo período. O número de casos de aids entre a população parda também cresceu. Em 2000, os homens somavam 25,7% dos casos notificados e as mulheres 27,4%. Em 2009, o índice entre os homens chegou a 35% e entre as mulheres a 33%. Um Relatório Anual das Desigualdades Raciais no Brasil 2009/2010, organizado pelo Laboratório de Análises Econômicas, Históricas, Sociais e Estatísticas das Relações Raciais (Laeser), do Instituto de Economia da Universidade do Rio de Janeiro (IE-UFRJ), mostrou que em todas as grandes regiões geográficas agrupadas do País essas populações gozam de menor taxa de cobertura do Sistema Único de Saúde do que a população branca e que o número de óbitos em decorrência da aids chega a ser quase 10% maior do que em brancos. Cientes do problema histórico, o Movimento Negro pede por ações de equidade que diminuam sua vulnerabilidade e o baixo acesso do grupo a serviços essenciais. Entre as ações defendidas estão as cotas raciais para as universidades e o fim do racismo institucional. . “É preciso visibilizar o racismo. Escondê-lo é o próprio racismo. Disseminar a informação é fundamental”, disse Jurema Werneck, médica focada na saúde da população negra, durante os Congressos de Prevenção de DST/Aids ocorridos em São Paulo em agosto de 2012. Segundo ela, a epidemia da aids não trouxe exatamente novidades na trajetória dos negros. Mas se nada na epidemia foi novo para a população, o que precisaria ser novidade é o tratamento destinado a ela. Leitores acreditam que o tráfico entre adolescentes acontece pela desestruturação da família - A educação começa em casa. A frase resume a opinião de leitores do portal acritica.com que acreditam que um dos motivos para adolescentes se envolverem com o tráfico de drogas começa na desestruturação familiar. Para os internautas, a falta de planejamento familiar acaba deixando os jovens mais vulneráveis ao mundo do tráfico. "A estrutura familiar sempre foi o alicerce na educação de bons cidadãos", comenta uma leitora. "Muitos pais pensam que somente a escola tem a obrigação de educar nossos filhos... engano!", diz postagem. Outra leitora apresenta uma série de motivos apontados por ela como negativos e influenciadores para a participação dos jovens no crime. “Medidas socioeducativas ineficientes, escolas mal preparadas, falta de segurança pública competente, leis frouxas e famílias em situação financeira precária vivendo em áreas comandadas pelo tráfico...Um conjunto de problemas sociais muito influenciado pela incapacidade do estado em se fazer presente nas comunidades”, comenta outro internauta. As manifestações partem de comentários sobre a matéria ("Crianças e adolescentes se transformam em 'traficantes mirins' dentro das escolas de Manaus"), publicada neste fim de semana. ABEP/CCR: Fecundidade em cenários específicos: escolaridade, gênero e etnia em geografias distintas A CCR (Comissão Cidadania e Reprodução) assistiu à sessão temática "Fecundidade em cenários específicos: escolaridade, gênero e etnia em geografias distintas" que discutiu as mudanças nas taxas de fecundidade entre as mulheres brasileiras. Com questões apresentadas por Luciano Oliva Patricio(NEPO/UNICAMP), Débora Ramos Santiago (UEA) e Morvan de Mello Moreira (Fundaj e UFPE), a região Norte e Nordeste foi amplamente mostrada como tendo a maior diferença nas taxas de fecundidade nos últimos anos. Houve uma mudança no modelo de mãe para mulher que trabalha, e com isso também mudou o planejamento familiar das mulheres. Como mostrado por Luciano, "quanto mais mulheres se ausentam do domicílio, por motivo de trabalho ou estudo, menor tende a ser a fecundidade no universo amostral. Há também um cenário em que as altas proporções de frequencia à creche na faixa etária de 0 a 1 ano indicaria a maturidade da transição do modelo "mulher mãe em tempo integral" para o modelo "mulher no trabalho (ou escola) - criança na escola". A fecundidade também varia de acordo com a renda e instrução da mulher. Quanto maior a instrução da mulher, mais acesso ela terá a oportunidades de trabalho e aos métodos contraceptivos. Com isso, ela adia e planeja a construção da sua família e consequentemente quantos filhos irá ter no futuro. Também existe uma tendência de rejuvenescimento da fecundidade: as mulheres têm filhos mais cedo. Mesmo no Nordeste, as taxas de fecundidade caíram. Em 1980, a taxa de fecundidade total era de 6,2 filhos por mulher. Em 2010, 2,06 filhos. Apesar dessa queda e o crescimento do Nordeste, a região concentra a maior fração de população pobre do Brasil - quase 60% dos mais pobres do Brasil estão no Nordeste. Transtorno de identidade sexual na infância divide especialistas –Aos quatro anos, um menininho inglês que se chamava Jack disse para a mãe: "Deus cometeu um erro, eu deveria ser uma menina". Aos oito, ele mandou um e-mail para as pessoas da escola onde estudava (e sofria bullying) avisando ser "uma menina presa em um corpo de menino". E passou a se vestir como garota. Aos dez, disse à mãe que se mataria se começasse a "virar homem". Aos 11, Jack teve uma overdose e fez outras seis tentativas de suicídio antes de completar 16 anos. Como a lei inglesa não permite cirurgia de mudança de sexo antes dos 18, Jack foi operado na Tailândia, aos 16. A história de Jack, que a rede de TV britânica BBC exibe hoje, mostra os contornos e as dores do transtorno de identidade sexual na infância. Jackie Green tem agora 19 anos, é modelo e foi a primeira finalista transexual do concurso de Miss Inglaterra. A OMS define o fenômeno como o desejo, manifesto antes da puberdade, de ser (ou de insistir que é) do outro sexo. O termo "transexualismo" só é usado para adultos. Para psicólogos, transexualismo não é doença. A visão do transexualismo como doença é controversa. Uma ação mundial tenta retirá-lo dos manuais de doenças da OMS e da Associação Americana de Psiquiatria. A campanha "Stop Trans Patologization" ["Parem de patologizar os trans"] tem o apoio, aqui, do Conselho Federal de Psicologia. Segundo a psicóloga Ana Ferri de Barros, que coordena a comissão de sexualidade e gênero do conselho paulista, o acesso à cirurgia de mudança de sexo pelo SUS não deveria depender do diagnóstico. "Defendemos a despatologização das identidades 'trans' e também o acesso universal à saúde", diz. Cirurgia bariátrica aos 16 anos - De acordo com o Ministério da Saúde (MS), o número de cirurgias para redução do estômago saltou de 1.773 em 2003 para 5.332 em 2011, ou seja, um aumento de 200%. Os recursos para esses procedimentos também cresceram. Passaram de R$ 5,7 milhões em 2003 para R$ 30 milhões em 2011. Nos três primeiros meses deste ano, foram realizadas 1.276 cirurgias, sendo gastos R$ 7 milhões. O sedentarismo e os maus hábitos alimentares têm contribuído para o aumento no número de pessoas que estão acima do peso, o que é verificado com o índice de massa corporal (IMC) entre 25,1kg/m2 e 29,9kg/m2. De acordo com dados divulgados pelo Instituto de Geografia e Estatística (IBGE), quase metade da população brasileira está acima do peso. O percentual passou de 42,7% em 2006 para 48,5% em 2011. No mesmo período, a proporção de obesos subiu de 11,4% para 15,8%. Dados do Ministério da Saúde mostram que Belo Horizonte tem 45,3% de sua população com excesso de peso e 14,2% classificada como obesa. A substituição da compulsão por alimento por sexo, álcool, jogos e até internet é um dos temas mais polêmicos entre os especialistas que tratam da obesidade. De acordo com o presidente da Comissão de Especialidades Associadas (Coesas), da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, o psiquiatra Adriano Segal, o percentual de pessoas que desenvolvem outras dependências é pequeno, cerca de 5%. Durante o Congresso da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, psiquiatras, psicólogos e outros profissionais de saúde discutiram os aspectos psicológicos relacionados à cirurgia bariátrica. "Para quem sai de um momento de privação existencial, dar uma "abusadinha" é normal. Passa a ser patológico quando se transforma em um comportamento contínuo", diz Segal. ÁLCOOL - O alcoolismo é apontado como uma das complicações da cirurgia. O psiquiatra explica que entre os pacientes obesos que vão fazer a cirurgia, de 12% a 13% sofrem de alcoolismo. Depois da cirurgia, há um incremento de dois pontos percentuais, passando para 15%. "O número não é muito diferente da prevalência do alcoolismo na população de forma geral", afirma Adriano. A psicóloga Alessandra Dias Mattar, da equipe Clínica LEV, de Uberlândia, reforça a importância do acompanhamento multidisciplinar por dois anos. Segundo ela, os problemas mais comuns depois da cirurgia são alcoolismo e compulsão por compras. Paciente que usava silicone PIP perde ação - A 6ª Vara Federal de Porto Alegre negou o pedido para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) fosse obrigada a indenizar uma paciente com implante da prótese de silicone da empresa Poly Implants Prothese (PIP). "A Justiça reconheceu que a Anvisa não pode ser responsabilizada pela fraude. O implante usado na paciente não é o mesmo que havia sido registrado no País", afirmou o diretor adjunto da agência, Luiz Roberto Klassmann. A ação foi extinta sem julgamento de mérito. A autora da ação sofreu rompimento da prótese de silicone PIP, adulterada pelo fabricante. Durante a cirurgia de remoção, ela teve perda do tecido mamário. Na ação, ela reivindicava pagamento pela agência por danos morais e físicos. CLIPPING Bem fam 20/nov./2012 Dia da Consciência Negra
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domingo, 16 de setembro de 2012
Cartilha LGBT para Eleições 2012/2014{FB JORNALISTA por LEANDRO SIQUEIRA}
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Nota 0 para o STF
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Íntegra do discurso da presidente Dilma Rousseff
Íntegra do discurso da presidente Dilma Rousseff
precisam ter oportunidades reais de crescimento pessoal, todos precisam ter assegurados – não apenas na letra da lei, mas no dia a dia – os seus direitos básicos de alimentação, moradia, emprego digno, educação de qualidade, acesso à saúde e cultura.
Manteremos a estabilidade econômica como valor absoluto. Reafirmo que não permitiremos, sob nenhuma hipótese, que a inflação volte a corroer nosso tecido econômico e a penalizar os mais pobres.
Adotaremos, para este fim, ações efetivas e integradas com todos os entes da Federação, em particular nas áreas da saúde, da educação e da segurança, atendendo às justas aspirações do povo brasileiro. Conclamo as senhoras e os senhores representantes do Poder Legislativo, governadores e prefeitos a se reunirem em torno de um pacto de avanço social neste País. Uma parceria sólida que acabe com a miséria, que amplie e melhore o acesso à saúde e educação, que garanta a segurança e que proporcione às brasileiras e aos brasileiros oportunidades reais de crescimento social.
Este Governo está aberto às senhoras e senhores parlamentares, governadores e prefeitos para, juntos, montarmos um arcabouço das responsabilidades e compromissos de cada ente federativo, de forma a impedir que o drama provocado pelas chuvas se repita com tamanha intensidade. A educação será uma das prioridades centrais do nosso Governo. Somente com avanço na qualidade de ensino poderemos formar jovens preparados para desenvolver atividades produtivas tecnologicamente sofisticadas e aptos a conduzir o País aos plenos benefícios da sociedade da tecnologia e do conhecimento.
12Apresentação
Hoje, milhares de jovens afrodescendentes, indígenas e das periferias são os primeiros de suas famílias a conquistar um diploma universitário. O ensino técnico federal está cada vez mais acessível em todo o País. A universalização do ensino fundamental, alcançada nas últimas duas décadas, coloca-nos o desafio de melhorar sua qualidade e aumentar as vagas no ensino infantil e no ensino médio. Para isso, vamos dar decidido apoio aos Municípios na tarefa de ampliar a oferta de creches e de pré-escolas.
jovens recebam uma formação educacional e profissional de qualidade. De forma a que todas essas diretrizes sejam viabilizadas, é de fundamental importância a valorização do professor. Em parceria com Estados e Municípios, consolidaremos o processo de
de diagnóstico e tratamento, tornando os medicamentos acessíveis a todos e fortalecendo as políticas de prevenção e promoção da saúde.
Unidades de Pronto Atendimento – as UPAs.
Investiremos, ainda, R$ 5,5 bilhões em mais de 8 mil Unidades Básicas de Saúde (UBS) destinadas a ampliar oferta da atenção básica e integral, criar infraestrutura de apoio às equipes de saúde da família e ofertar serviços de atendimento de rotina nas mais variadas áreas médicas.
As senhoras e os senhores hão de concordar que são desafios gigantescos. Mas tenho a certeza de que são superáveis. Estou convencida disso porque tive o privilégio de participar ativamente dos anos de esforço e trabalho da equipe do presidente Lula, quando
muitas metas consideradas excessivamente ousadas vieram a ser superadas e uma imensa mobilidade social se verificou em todas as regiões do Brasil.
Mais do que isto: temos no futuro próximo a oportunidade única de transformar o Brasil, definitivamente, em uma nação economicamente desenvolvida e socialmente justa.
Retomamos com o Programa de Aceleração do Crescimento – o PAC – a capacidade de planejar a longo prazo e de levar adiante gigantescas obras de infraestrutura, que transformam nossa geografia e nossa economia. A determinação do Governo em induzir
o crescimento do País será aprofundada, já em 2011, com a consolidação do PAC 2 e da segunda fase do Programa Minha Casa, Minha Vida.
em saneamento, pavimentação e mobilidade urbana e prevenção em áreas de risco, R$ 461,6 bilhões em energia (dos quais R$ 281,9 bilhões em petróleo e gás natural, R$ 113,7 bilhões em geração e R$ 26,6 bilhões em transmissão de energia elétrica) e R$ 23
bilhões.
terços da população, a Copa do Mundo servirá de vetor para a entrega à população de centenas de obras de infraestrutura urbana e de logística. Sobre esse último item, chamo a atenção para as nossas diretrizes na área de aviação civil. Temos urgência em ampliar
e melhorar nossos aeroportos e beneficiar parcelas cada vez mais amplas da população que passam a ter acesso ao transporte aéreo.
cuidado ambiental, o Pré-Sal será importante fator de valorização da empresa nacional e seus investimentos serão geradores de milhares de novos empregos.
da matriz energética mais limpa do mundo. Por meio da Política Nacional de Mudanças Climáticas, aprovada por esta Casa, o Brasil definiu, voluntariamente, uma meta de 36% a 39% de corte das emissões de gases de efeito estufa até 2020, demonstrando que fará sua parte para combater o problema da mudança do clima. Continuaremos, nesse contexto, a incentivar o etanol e o biodiesel e as fontes de energia hídricas, bem como fontes alternativas como a biomassa, a eólica e a solar.
sul-americanos, poderemos transformar nossa região, que vemos como um espaço de paz e crescente cooperação, em componente essencial do mundo multipolar que se anuncia, dando consistência cada vez maior ao Mercosul e à Unasul.
de capitais especulativos e contribuindo para a estabilidade financeira internacional.
dos investimentos, assim como dos bens de consumo popular. Promoveremos a melhoria da qualidade do gasto público, de modo a preservar o aumento dos níveis de investimento em relação aos gastos de custeio. Isso não se fará sem grandes esforços e sem a imprescindível colaboração do Congresso Nacional. A qualidade da despesa pública deve representar nosso compromisso com o presente e o futuro do País, com as atuais e futuras gerações.
Apresentação
Durante os últimos oito anos, na condição de Ministra de Estado das Minas e Energia e, posteriormente, como Ministra de Estado Chefe da Casa Civil, tive a feliz oportunidade de estabelecer as melhores relações de entendimento e coordenação com o Congresso
Nacional. Agora, como presidenta, quero reiterar minha determinação e desejo de estreitar esses laços. Tendo por meta os superiores interesses do País, que unem a todos os brasileiros, conclamo novamente as senhoras e os senhores a uma parceria em favor do Brasil. Uma parceria em favor da democracia, da erradicação da miséria, do desenvolvimento econômico e social sustentáveis. Tendo sempre presente o respeito à autonomia e independência dos Poderes e ao princípio federativo, trabalharemos em consonância com o Legislativo e o Judiciário, bem como com a parceria de governadores e prefeitos, para continuarmos a desenvolver nosso País, aperfeiçoando nossas instituições e fortalecendo nossa democracia.
Dilma Rousseff
Presidenta da República Federativa do Brasil
Sarney defende reforma eleitoral com o fim do voto proporcional
Sarney defende reforma eleitoral com o fim do voto proporcional
Outro desafio para o Congresso, segundo Sarney, é reduzir o alcance das medidas provisórias, preservando para o Executivo apenas as atribuições administrativas que são de sua exclusiva competência. Na opinião dele, o rito em vigor “transformou-se em uma armadilha que perturba o funcionamento das instituições”.
Sarney elogiou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e disse que a ascensão da presidente Dilma Rousseff abre um período de expectativas positivas para o País. Ele afirmou que o Congresso colaborará com a gestão da presidente, sem perder a sua independência.
Veja a íntegra do discurso do senador José Sarney.
Edição - Regina Céli Assumpção
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
O erro que Dilma não pode cometer: Colunista do Congresso Em Foco
Jeito bonito de contar uma verdade, não? Mesmo sem a ajuda do poeta, sabemos que o contrário também ocorre. Até o cristalino mar do Caribe pode se transformar em cenário para as piores tragédias, como demonstrou o vazamento de petróleo da British Petroleum.
Ainda está por ser divulgado o número final, mas tivemos em 2010 o maior índice de crescimento da economia brasileira em décadas. E o nível de emprego sobe a ponto de faltar mão de obra em várias áreas. Os salários têm aumento real. As reservas do país batem recorde sobre recorde. E tome investimento, Copa, Olimpíadas e o escambau!
O momento é, sem nenhuma dúvida, muito favorável ao governo Dilma. Mas, não se enganem, tudo pode piorar se o Palácio do Planalto não for capaz de definir já, e definir com alguma dose de ousadia, suas prioridades legislativas para os próximos quatro anos.
Há duas coisas que podem ajudar Dilma a assumir o efetivo controle da base e melhorar a consistência dessa massa heterogênea e nada desinteressada de políticos e legendas partidárias que a apoia. A primeira é administrar bem o Brasil. Dificilmente o governo perderá o controle de sua base se tiver níveis altos de popularidade. A segunda é estabelecer uma agenda legislativa à altura das necessidades do país.
Queiramos ou não, o Congresso tem muita dificuldade para deliberar sobre matérias importantes sem alguma condução por parte do Executivo. Imensamente fragmentado, ele só consegue construir consenso sem pressões externas (do governo ou da sociedade) em lances isolados de corporativismo (evitar cassações de “colegas”, por exemplo) e oportunismo (votação de aumentos salariais indecentes).
Também são modestas as intenções atribuídas a Dilma, até aqui, nos campos fiscal e tributário. No primeiro caso, a ideia seria promover cortes orçamentários e nada mais. No segundo, fala-se que o governo irá propor alterações em partes. A primeira delas poderia ser a redução da contribuição previdenciáriacipoal de impostos e regras tributárias que ajudam a fazer do Brasil uma das nações que mais dificultam a ação de empreendedores. E por que não ir além de tesouradas no orçamento para repensar, de forma ampla e democrática, a estrutura de gastos, a gestão administrativa e a qualidade dos serviços prestados pelo Estado brasileiro?
Já era hora de ter vindo a público, de forma clara, a agenda legislativa do novo governo. Que este não tarde muito a fazê-lo. O passado recente ensina que o primeiro ano de mandato é o momento decisivo para votar as mudanças legais mais polêmicas. Ou Dilma e sua equipe arregaçam logo as mangas, ou deixarão desperdiçar uma oportunidade determinante para o futuro dos brasileiros e para o sucesso da sua administração.
***
CNM diz que impacto do salário mínimo de R$ 545 na folha dos municípios seria de R$ 1,3 bilhão Agência Brasil 26/01/2011
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
petição contra aumento Salarios Presidente Ministros E Parlamentares #petitom
Abaixo-assinado contra o aumento nos salários do presidente da República, ministros e parlamentares. Dezembro/2010
Nós subscrevemos o abaixo-assinado contra o aumento nos salários do presidente da República, ministros e parlamentares. Dezembro/2010, Para Presidente da República Federativa do Brasil; Congresso Nacional do Brasil; Supremo Tribunal Federal; Câmara dos Deputados; Senado Federal
287817 pessoas já assinaram.
Leia o abaixo-assinado contra o aumento nos salários do presidente da República, ministros e parlamentares. Dezembro/2010sexta-feira, 19 de março de 2010
Serra admite pela 1ª vez que é candidato a presidente
Serra admite pela 1ª vez que é candidato a presidente
Assessoria diz que confirmação foi feita a programa de TV. Hoje, governador faz 68 anos
Durante a entrevista, ao jornalista José Luis Datena, da TV Bandeirantes, Serra foi tratado como candidato e não se esquivou de perguntas que o colocavam na disputa, como costumava fazer quando questionado por jornalistas. Serra chegou a afirmar que a população "vai escolher entre os candidatos à Presidência em função da capacidade de realizar programas".
De acordo com a assessoria de imprensa do governador, no entanto, Serra não falou que é candidato, mas sim o apresentador do programa o tratou como tal.
O anúncio oficial da candidatura do tucano está previsto para 10 de abril em Brasília. Antes disso, Serra precisa se desincompatibilizar do cargo de governador, cujo prazo limite é 3 de abril. Há expectativa de que ele se afaste de suas funções no Executivo um dia antes.
O anúncio de Serra presidente gerou divergência entre os tucanos. De um lado, os que defendiam que o governador assumisse sua candidatura o quanto antes, uma vez que sua principal adversária, a ministra da Casa Civil e pré-canidata do PT, Dilma Rousseff, estava subindo nas pesquisas. De outro, os que achavam que era melhor esperar porque, mesmo sem fazer campanha, o tucano continuava liderando em intenções de votos.
Ontem, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso cobrou urgência do PSDB para começar a fazer campanha eleitoral.
- Uma coisa é o candidato outra coisa é a campanha. Não sei porque o partido tem que esperar que alguém diga que é candidato para fazer campanha.
Fernando Henrique lembrou que o PT e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já entraram na disputa há algum tempo, o que vem favorecendo a ministra Dilma Rousseff nas pesquisas.
- O partido tem que ter autonomia frente seus candidatos. É preciso difundir mais.
FHC fez o alerta admitindo que seja "possível" que Serra tenha segurado o partido.Segundo ele, a candidatura de Serra está confirmada e garantida. O que falta é apenas a definição do momento do lançamento.
- Estamos discutindo data. Houve uma precipitação do presidente da República e isso dá a impressão que os outros estão atrasados.
Hoje, governador faz aniversário e completa 68 anos. No Twitter, Serra colocou um link com fotos desde quando era bebê ao som dos Beatles cantando Happy Birthday.
Copyright Thomson Reuters 2009
sábado, 6 de março de 2010
Quem manda ter amante
Presidente do Google derruba diário virtual de ex-amante
RAFAEL CAPANEMA
da Folha de S.Paulo
O inferno astral do Google parece se estender à vida pessoal de seus funcionários. Segundo o Valleywag, blog especializado em fofocas do Vale do Silício, o executivo-chefe da empresa, Eric Schmidt, ordenou por meio de seus advogados que o blog de sua ex-amante Kate Bohner fosse retirado do ar.
Hospedado no Blogspot, serviço do Google, o Recovery Girl 007 (recoverygirl007.blogspot.com) já não pode mais ser acessado.
| Phelan M. Ebenhack -28.fev.09/AP |
| Eric Schmidt ordenou que o blog de sua ex-amante Kate Bohner fosse retirado do ar |
Segundo "fontes próximas à situação", nas palavras do Valleywag, Bohner removeu o site depois de ameaças dos advogados de Schmidt.
Bohner, que é jornalista e já trabalhou na revista "Forbes" e na emissora CNBC, referia-se a Schmidt em seus posts por meio do apelido Dr. Strangelove, e contou que o executivo havia dado a ela um protótipo do iPhone --na época, Schmidt fazia parte do conselho da Apple.
Além disso, a jornalista relatava a luta para se livrar do vício em cocaína e álcool.
"Eric Schmidt pode advogar para tornar a informação "ainda mais aberta e acessível", mas não quando o assunto são suas amantes", ironizou o Valleywag.