Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador presidente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador presidente. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Antes contra Dilma agora contra quem?




Acho muito engraçado essa tentativa de um sindicato que nada mais eh que um apêndice do governo anterior, agora decretar uma greve com intenções de gerar tumulto...
Alias os bancos perincipalmente a Caixa foram os que mais lucraram com o governo anterior.
Mesmo com o Pseudo rebaixamento de juros , eles alcançaram lucros escorchantes.
E levou 56 milhões de pessoas a se endividarem e ter seus nomes inscritos em alguma lista restritiva de credito!!!
Agora pegam a bandeira suja da ex Presidente e de seu predecessor para tentar manter se em suas nababescas vantagens...
Tenham doh
O presidente que hoje vocês dizem ser golpista sempre fez parte de suas fichas de votação!!!
E das suas relações politicas e tramoias.
Nilo Geronimo Borgna
ativismocontraaidstb

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

[] Orgulho HETERO

  O cara está se achando. Deixa ele. Quanto mais acelerar o projeto fundamentalista, mais vai se expor e desgastar. http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/camara-desarquiva-projetos-sobre-discriminacao-contra-heterossexuais/ Câmara desarquiva projetos sobre discriminação contra heterossexuais Duas propostas de autoria do presidente da Casa, Eduardo Cunha, voltaram a tramitar após arquivamento por falta de votação. Uma estabelece o “dia do orgulho hetero” e o outro prevê penas para quem recusar serviços a casais de sexos diferentes POR MARIO COELHO | 11/02/2015 19:29  CATEGORIA(S): DIREITOS HUMANOS, NOTÍCIAS, OUTROS DESTAQUES  COMPARTILHARIMPRIMIR Luis Macedo/Câmara dos DeputadosApós solicitação de Eduardo Cunha, Mesa Diretora desarquivou os projetosDuas propostas que ligadas ao preconceito de heterossexuais voltaram a tramitar nesta semana na Câmara após serem arquivadas pelo fim da legislatura passada. Como não foram apreciados nos últimos quatro anos – nem estavam perto disso – o projeto que cria o “dia do orgulho heterossexual” e o que criminaliza o preconceito contra casais de sexos diferentes poderão ser votados a partir de agora. Ambos são de autoria do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), evangélico declarado e que não poupa críticas ao movimento LGBT. De acordo com o regimento interno da Câmara, as propostas são arquivadas se não estiveram prontas para votação em plenário ao fim de cada legislatura. Para voltar a tramitar, o autor, caso reeleito, apresenta um requerimento à Mesa Diretora solicitando que a matéria volte a tramitar. Em um único requerimento, Cunha fez o que está previsto nas normas da Casa e pediu o desarquivamento de diversos projetos; entre eles, os que tratam de questões relacionadas aos setores conservadores. O projeto que pretende criminalizar o preconceito contra heterossexuais começou a tramitar em 2010 e ainda não foi votado pelas comissões da Câmara. Nele, Cunha sugere reclusão de um a três anos caso alguém impeça, recuse ou proíba o acesso em qualquer ambiente aberto ao público, que cobrem de sobretaxas ou impeçam a hospedegem em hotéis, motéis, pensões ou similares, e restrinjam a afetividade de pessoas de sexos diferentes em locais públicos. “Se não se tem em conta as possíveis formas de discriminação contra heterossexuais ao se propor políticas públicas antidiscriminatórias referentes à orientação sexual pode-se transmitir a impressão de que a afetividade da pessoa homossexual, bissexual ou transgênero encontrase em um patamar de relacionamento humano mais elevado que a afetividade heterossexual”, diz Cunha na justificativa do projeto. “Orgulho heterossexual” Outro projeto de Cunha desarquivado nesta semana estabelece o terceiro domingo de dezembro como o “dia do orgulho heterossexual”. “A presente proposta visa resguardar direitos e garantias aos heterossexuais de se manifestarem e terem a prerrogativa de se orgulharem do mesmo e não serem discriminados por isso”, afirmou Cunha na justificativa do projeto, apresentado em 2011. Até agora, ele não foi votado em nenhuma comissão. Cunha é evangélico da Igreja Sara Nossa Terra. Desde o seu primeiro mandato na Câmara, não poupou críticas a gays. Para a deputada Erika Kokay (PT-DF), ligada ao movimento LGBT, ao pedir o desarquivamento dos projetos, Cunha não preside a Câmara “com a grandeza que a cadeira exige”. “Ele resgatou uma agenda que atenta contra a democracia e que atenta contra a nossa humanidade”, disse. Julian Rodrigues Consultor em Direitos Humanos e Diversidade (11) 9 95959223 (Vivo) (11) 9 48466022 (TIM) __._,_.___ Enviado por: Julian Rodrigues Responder através da web • • através de email • Adicionar um novo tópico • Mensagens neste tópico (1) VISITE SEU GRUPO • Privacidade • Sair do grupo • Termos de uso . __,_._,___

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

CLIPPING - 20/nov./2012 Dia da Consciência Negra O Dia da Consciência Negra é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira. A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. O Dia da Consciência Negra procura ser uma data para se lembrar a resistência do negro à escravidão de forma geral, desde o primeiro transporte de africanos para o solo brasileiro (1594). Joaquim Barbosa para presidente? (RUTH DE AQUINO) - Esse título é uma provocação. Ou não. Porque, de fato, esse mineiro de Paracatu, primogênito de oito filhos de um pedreiro e uma dona de casa, está prestes a se tornar presidente, mas do Supremo Tribunal Federal. Não escapará do rótulo de “primeiro presidente negro” do STF. É inevitável. O adjetivo vem a reboque como verdade histórica, o registro de uma primazia. O segundo negro se livrará desse aposto ambíguo. Um dia não haverá mais “o primeiro negro” e “a primeira mulher”, porque a cor da pele e o sexo perderão todo o significado. Felizmente. Mulheres negras são maioria entre jovens que não trabalham nem estudam - Mulheres pretas, pardas e indígenas são a maioria entre os 5,3 milhões de jovens de 18 a 25 anos que não trabalham nem estudam no país, a chamada “geração nem nem”. Cruzamento de dados inédito feito pelo Instituto de Estudos Sociais e Políticos (Iesp) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), a pedido da Agência Brasil, revela que elas somam 2,2 milhões, ou seja, 41,5% desse grupo. Do total de jovens brasileiros nessa faixa etária (27,3 milhões), as negras e indígenas representam 8% - enquanto as brancas na mesma situação chegam a 5% (1,3 milhão). Para o coordenador do levantamento, Adalberto Cardoso, que fez a pesquisa com base nos dados do Censo 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), várias razões explicam o abandono da educação formal e do mercado de trabalho por jovens. Entre elas, o casamento e a necessidade de começar a trabalhar cedo para sustentar a família. Cerca de 70% dos jovens “nem nem” estão entre os 40% mais pobres do país. A gravidez precoce é o principal motivo do abandono, uma vez que mais da metade das jovens nessa situação têm filhos. A pesquisa também identificou entre os “nem nem” jovens com deficiência física grave e os que saíram da faculdade, mas ainda não estão empregados. Os dados completos constam do estudo Juventude, Desigualdade e o Futuro do Rio de Janeiro, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) e deve ter um capítulo publicado em 2013. Racismo faz mal à saúde e mata- Um estudo epidemiológico do Ministério da Saúde apresenta informação específica para ajudar a preencher esses vazios, ao comparar indicadores como assistência pré-natal por raça, cor e etnia. Também analisa outros aspectos, como o direito e o acesso a planejamento familiar, que é mais precário entre as afrodescendentes. Precisamente este aspecto é o centro do informe mundial do UNFPA, apresentado no dia 14, com o título Sim à Opção, não ao Acaso – Planejamento da Família, Direitos Humanos e Desenvolvimento. Por exemplo, 19% das crianças nascidas vivas são de mães adolescentes brancas entre 15 e 19 anos. Contudo, a incidência de gravidez em adolescentes é de 29% entre as jovens afro-brasileiras da mesma faixa etária. Além disso, enquanto 62% das mães de crianças brancas informavam ter realizado sete ou mais consultas pré-natais, apenas 37% das mães de recém-nascidos mulatos e negros realizaram essa quantidade de exames antes do parto. A mortalidade infantil também apresenta disparidades. O risco de uma criança negra ou mulata morrer antes dos cinco anos de idade por doenças infecciosas e parasitárias é 60% maior em relação a uma criança branca. E o de morte por desnutrição é 90% superior. O estudo também constatou que morrem mais grávidas afrodescendentes do que brancas por causas vinculadas à gestação, como hipertensão. O UNFPA contribui com o governo e o movimento negro para fortalecer essa política e a formação profissional que deve acompanhá-la. "O desafio é responder por que, em um país onde a população negra representa 50,3% do total, temos um quadro sanitário tão diferenciado" entre negros e brancos, admite o Ministério da Saúde. Negros ainda estão mais vulneráveis ao HIV e são alvo de campanha em São Paulo - Embora representem cerca de metade da população brasileira, os negros ainda não têm acesso igual aos serviços de saúde no país. Em decorrência disso, doenças como a aids atingem este grupo com mais força. Segundo dados do Ministério da Saúde, entre 2000 e 2009, o número de casos de aids, quando analisado apenas nos brancos, caiu de 62,9% para 54,8% (entre os homens) e de 60% para 53,1% (entre as mulheres). Já entre os homens negros, o número diminui apenas de 10,1% para 9,8%. Em relação às mulheres afrodescendentes, o índice subiu de 11,5% para 13,2% neste mesmo período. O número de casos de aids entre a população parda também cresceu. Em 2000, os homens somavam 25,7% dos casos notificados e as mulheres 27,4%. Em 2009, o índice entre os homens chegou a 35% e entre as mulheres a 33%. Um Relatório Anual das Desigualdades Raciais no Brasil 2009/2010, organizado pelo Laboratório de Análises Econômicas, Históricas, Sociais e Estatísticas das Relações Raciais (Laeser), do Instituto de Economia da Universidade do Rio de Janeiro (IE-UFRJ), mostrou que em todas as grandes regiões geográficas agrupadas do País essas populações gozam de menor taxa de cobertura do Sistema Único de Saúde do que a população branca e que o número de óbitos em decorrência da aids chega a ser quase 10% maior do que em brancos. Cientes do problema histórico, o Movimento Negro pede por ações de equidade que diminuam sua vulnerabilidade e o baixo acesso do grupo a serviços essenciais. Entre as ações defendidas estão as cotas raciais para as universidades e o fim do racismo institucional. . “É preciso visibilizar o racismo. Escondê-lo é o próprio racismo. Disseminar a informação é fundamental”, disse Jurema Werneck, médica focada na saúde da população negra, durante os Congressos de Prevenção de DST/Aids ocorridos em São Paulo em agosto de 2012. Segundo ela, a epidemia da aids não trouxe exatamente novidades na trajetória dos negros. Mas se nada na epidemia foi novo para a população, o que precisaria ser novidade é o tratamento destinado a ela. Leitores acreditam que o tráfico entre adolescentes acontece pela desestruturação da família - A educação começa em casa. A frase resume a opinião de leitores do portal acritica.com que acreditam que um dos motivos para adolescentes se envolverem com o tráfico de drogas começa na desestruturação familiar. Para os internautas, a falta de planejamento familiar acaba deixando os jovens mais vulneráveis ao mundo do tráfico. "A estrutura familiar sempre foi o alicerce na educação de bons cidadãos", comenta uma leitora. "Muitos pais pensam que somente a escola tem a obrigação de educar nossos filhos... engano!", diz postagem. Outra leitora apresenta uma série de motivos apontados por ela como negativos e influenciadores para a participação dos jovens no crime. “Medidas socioeducativas ineficientes, escolas mal preparadas, falta de segurança pública competente, leis frouxas e famílias em situação financeira precária vivendo em áreas comandadas pelo tráfico...Um conjunto de problemas sociais muito influenciado pela incapacidade do estado em se fazer presente nas comunidades”, comenta outro internauta. As manifestações partem de comentários sobre a matéria ("Crianças e adolescentes se transformam em 'traficantes mirins' dentro das escolas de Manaus"), publicada neste fim de semana. ABEP/CCR: Fecundidade em cenários específicos: escolaridade, gênero e etnia em geografias distintas A CCR (Comissão Cidadania e Reprodução) assistiu à sessão temática "Fecundidade em cenários específicos: escolaridade, gênero e etnia em geografias distintas" que discutiu as mudanças nas taxas de fecundidade entre as mulheres brasileiras. Com questões apresentadas por Luciano Oliva Patricio(NEPO/UNICAMP), Débora Ramos Santiago (UEA) e Morvan de Mello Moreira (Fundaj e UFPE), a região Norte e Nordeste foi amplamente mostrada como tendo a maior diferença nas taxas de fecundidade nos últimos anos. Houve uma mudança no modelo de mãe para mulher que trabalha, e com isso também mudou o planejamento familiar das mulheres. Como mostrado por Luciano, "quanto mais mulheres se ausentam do domicílio, por motivo de trabalho ou estudo, menor tende a ser a fecundidade no universo amostral. Há também um cenário em que as altas proporções de frequencia à creche na faixa etária de 0 a 1 ano indicaria a maturidade da transição do modelo "mulher mãe em tempo integral" para o modelo "mulher no trabalho (ou escola) - criança na escola". A fecundidade também varia de acordo com a renda e instrução da mulher. Quanto maior a instrução da mulher, mais acesso ela terá a oportunidades de trabalho e aos métodos contraceptivos. Com isso, ela adia e planeja a construção da sua família e consequentemente quantos filhos irá ter no futuro. Também existe uma tendência de rejuvenescimento da fecundidade: as mulheres têm filhos mais cedo. Mesmo no Nordeste, as taxas de fecundidade caíram. Em 1980, a taxa de fecundidade total era de 6,2 filhos por mulher. Em 2010, 2,06 filhos. Apesar dessa queda e o crescimento do Nordeste, a região concentra a maior fração de população pobre do Brasil - quase 60% dos mais pobres do Brasil estão no Nordeste. Transtorno de identidade sexual na infância divide especialistas –Aos quatro anos, um menininho inglês que se chamava Jack disse para a mãe: "Deus cometeu um erro, eu deveria ser uma menina". Aos oito, ele mandou um e-mail para as pessoas da escola onde estudava (e sofria bullying) avisando ser "uma menina presa em um corpo de menino". E passou a se vestir como garota. Aos dez, disse à mãe que se mataria se começasse a "virar homem". Aos 11, Jack teve uma overdose e fez outras seis tentativas de suicídio antes de completar 16 anos. Como a lei inglesa não permite cirurgia de mudança de sexo antes dos 18, Jack foi operado na Tailândia, aos 16. A história de Jack, que a rede de TV britânica BBC exibe hoje, mostra os contornos e as dores do transtorno de identidade sexual na infância. Jackie Green tem agora 19 anos, é modelo e foi a primeira finalista transexual do concurso de Miss Inglaterra. A OMS define o fenômeno como o desejo, manifesto antes da puberdade, de ser (ou de insistir que é) do outro sexo. O termo "transexualismo" só é usado para adultos. Para psicólogos, transexualismo não é doença. A visão do transexualismo como doença é controversa. Uma ação mundial tenta retirá-lo dos manuais de doenças da OMS e da Associação Americana de Psiquiatria. A campanha "Stop Trans Patologization" ["Parem de patologizar os trans"] tem o apoio, aqui, do Conselho Federal de Psicologia. Segundo a psicóloga Ana Ferri de Barros, que coordena a comissão de sexualidade e gênero do conselho paulista, o acesso à cirurgia de mudança de sexo pelo SUS não deveria depender do diagnóstico. "Defendemos a despatologização das identidades 'trans' e também o acesso universal à saúde", diz. Cirurgia bariátrica aos 16 anos - De acordo com o Ministério da Saúde (MS), o número de cirurgias para redução do estômago saltou de 1.773 em 2003 para 5.332 em 2011, ou seja, um aumento de 200%. Os recursos para esses procedimentos também cresceram. Passaram de R$ 5,7 milhões em 2003 para R$ 30 milhões em 2011. Nos três primeiros meses deste ano, foram realizadas 1.276 cirurgias, sendo gastos R$ 7 milhões. O sedentarismo e os maus hábitos alimentares têm contribuído para o aumento no número de pessoas que estão acima do peso, o que é verificado com o índice de massa corporal (IMC) entre 25,1kg/m2 e 29,9kg/m2. De acordo com dados divulgados pelo Instituto de Geografia e Estatística (IBGE), quase metade da população brasileira está acima do peso. O percentual passou de 42,7% em 2006 para 48,5% em 2011. No mesmo período, a proporção de obesos subiu de 11,4% para 15,8%. Dados do Ministério da Saúde mostram que Belo Horizonte tem 45,3% de sua população com excesso de peso e 14,2% classificada como obesa. A substituição da compulsão por alimento por sexo, álcool, jogos e até internet é um dos temas mais polêmicos entre os especialistas que tratam da obesidade. De acordo com o presidente da Comissão de Especialidades Associadas (Coesas), da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, o psiquiatra Adriano Segal, o percentual de pessoas que desenvolvem outras dependências é pequeno, cerca de 5%. Durante o Congresso da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, psiquiatras, psicólogos e outros profissionais de saúde discutiram os aspectos psicológicos relacionados à cirurgia bariátrica. "Para quem sai de um momento de privação existencial, dar uma "abusadinha" é normal. Passa a ser patológico quando se transforma em um comportamento contínuo", diz Segal. ÁLCOOL - O alcoolismo é apontado como uma das complicações da cirurgia. O psiquiatra explica que entre os pacientes obesos que vão fazer a cirurgia, de 12% a 13% sofrem de alcoolismo. Depois da cirurgia, há um incremento de dois pontos percentuais, passando para 15%. "O número não é muito diferente da prevalência do alcoolismo na população de forma geral", afirma Adriano. A psicóloga Alessandra Dias Mattar, da equipe Clínica LEV, de Uberlândia, reforça a importância do acompanhamento multidisciplinar por dois anos. Segundo ela, os problemas mais comuns depois da cirurgia são alcoolismo e compulsão por compras. Paciente que usava silicone PIP perde ação - A 6ª Vara Federal de Porto Alegre negou o pedido para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) fosse obrigada a indenizar uma paciente com implante da prótese de silicone da empresa Poly Implants Prothese (PIP). "A Justiça reconheceu que a Anvisa não pode ser responsabilizada pela fraude. O implante usado na paciente não é o mesmo que havia sido registrado no País", afirmou o diretor adjunto da agência, Luiz Roberto Klassmann. A ação foi extinta sem julgamento de mérito. A autora da ação sofreu rompimento da prótese de silicone PIP, adulterada pelo fabricante. Durante a cirurgia de remoção, ela teve perda do tecido mamário. Na ação, ela reivindicava pagamento pela agência por danos morais e físicos. CLIPPING Bem fam 20/nov./2012 Dia da Consciência Negra



CLIPPING - 20/nov./2012

Dia da Consciência Negra



O Dia da Consciência Negra é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira. A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. O Dia da Consciência Negra procura ser uma data para se lembrar a resistência do negro à escravidão de forma geral, desde o primeiro transporte de africanos para o solo brasileiro (1594).



presidente para presidente? (RUTH DE AQUINO) - Esse título é uma provocação. Ou não. Porque, de fato, esse mineiro de Paracatu, primogênito de oito filhos de um pedreiro e uma dona de casa, está prestes a se tornar presidente, mas do Supremo Tribunal Federal. Não escapará do rótulo de “primeiro presidente negro” do STF. É inevitável. O adjetivo vem a reboque como verdade histórica, o registro de uma primazia. O segundo negro se livrará desse aposto ambíguo. Um dia não haverá mais “o primeiro negro” e “a primeira mulher”, porque a cor da pele e o sexo perderão todo o significado. Felizmente.



Mulheres negras são maioria entre jovens que não trabalham nem estudam - Mulheres pretas, pardas e indígenas são a maioria entre os 5,3 milhões de jovens de 18 a 25 anos que não trabalham nem estudam no país, a chamada “geração nem nem”. Cruzamento de dados inédito feito pelo Instituto de Estudos Sociais e Políticos (Iesp) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), a pedido da Agência Brasil, revela que elas somam 2,2 milhões, ou seja, 41,5% desse grupo. Do total de jovens brasileiros nessa faixa etária (27,3 milhões), as negras e indígenas representam 8% - enquanto as brancas na mesma situação chegam a 5% (1,3 milhão). Para o coordenador do levantamento, Adalberto Cardoso, que fez a pesquisa com base nos dados do Censo 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), várias razões explicam o abandono da educação formal e do mercado de trabalho por jovens. Entre elas, o casamento e a necessidade de começar a trabalhar cedo para sustentar a família. Cerca de 70% dos jovens “nem nem” estão entre os 40% mais pobres do país. A gravidez precoce é o principal motivo do abandono, uma vez que mais da metade das jovens nessa situação têm filhos. A pesquisa também identificou entre os “nem nem” jovens com deficiência física grave e os que saíram da faculdade, mas ainda não estão empregados. Os dados completos constam do estudo Juventude, Desigualdade e o Futuro do Rio de Janeiro, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) e deve ter um capítulo publicado em 2013.



Racismo faz mal à saúde e mata- Um estudo epidemiológico do Ministério da Saúde apresenta informação específica para ajudar a preencher esses vazios, ao comparar indicadores como assistência pré-natal por raça, cor e etnia. Também analisa outros aspectos, como o direito e o acesso a planejamento familiar, que é mais precário entre as afrodescendentes. Precisamente este aspecto é o centro do informe mundial do UNFPA, apresentado no dia 14, com o título Sim à Opção, não ao Acaso – Planejamento da Família, Direitos Humanos e Desenvolvimento. Por exemplo, 19% das crianças nascidas vivas são de mães adolescentes brancas entre 15 e 19 anos. Contudo, a incidência de gravidez em adolescentes é de 29% entre as jovens afro-brasileiras da mesma faixa etária. Além disso, enquanto 62% das mães de crianças brancas informavam ter realizado sete ou mais consultas pré-natais, apenas 37% das mães de recém-nascidos mulatos e negros realizaram essa quantidade de exames antes do parto. A mortalidade infantil também apresenta disparidades. O risco de uma criança negra ou mulata morrer antes dos cinco anos de idade por doenças infecciosas e parasitárias é 60% maior em relação a uma criança branca. E o de morte por desnutrição é 90% superior. O estudo também constatou que morrem mais grávidas afrodescendentes do que brancas por causas vinculadas à gestação, como hipertensão. O UNFPA contribui com o governo e o movimento negro para fortalecer essa política e a formação profissional que deve acompanhá-la. "O desafio é responder por que, em um país onde a população negra representa 50,3% do total, temos um quadro sanitário tão diferenciado" entre negros e brancos, admite o Ministério da Saúde.



Negros ainda estão mais vulneráveis ao HIV e são alvo de campanha em São Paulo - Embora representem cerca de metade da população brasileira, os negros ainda não têm acesso igual aos serviços de saúde no país. Em decorrência disso, doenças como a aids atingem este grupo com mais força. Segundo dados do Ministério da Saúde, entre 2000 e 2009, o número de casos de aids, quando analisado apenas nos brancos, caiu de 62,9% para 54,8% (entre os homens) e de 60% para 53,1% (entre as mulheres). Já entre os homens negros, o número diminui apenas de 10,1% para 9,8%. Em relação às mulheres afrodescendentes, o índice subiu de 11,5% para 13,2% neste mesmo período. O número de casos de aids entre a população parda também cresceu. Em 2000, os homens somavam 25,7% dos casos notificados e as mulheres 27,4%. Em 2009, o índice entre os homens chegou a 35% e entre as mulheres a 33%. Um Relatório Anual das Desigualdades Raciais no Brasil 2009/2010, organizado pelo Laboratório de Análises Econômicas, Históricas, Sociais e Estatísticas das Relações Raciais (Laeser), do Instituto de Economia da Universidade do Rio de Janeiro (IE-UFRJ), mostrou que em todas as grandes regiões geográficas agrupadas do País essas populações gozam de menor taxa de cobertura do Sistema Único de Saúde do que a população branca e que o número de óbitos em decorrência da aids chega a ser quase 10% maior do que em brancos. Cientes do problema histórico, o Movimento Negro pede por ações de equidade que diminuam sua vulnerabilidade e o baixo acesso do grupo a serviços essenciais. Entre as ações defendidas estão as cotas raciais para as universidades e o fim do racismo institucional. . “É preciso visibilizar o racismo. Escondê-lo é o próprio racismo. Disseminar a informação é fundamental”, disse Jurema Werneck, médica focada na saúde da população negra, durante os Congressos de Prevenção de DST/Aids ocorridos em São Paulo em agosto de 2012. Segundo ela, a epidemia da aids não trouxe exatamente novidades na trajetória dos negros. Mas se nada na epidemia foi novo para a população, o que precisaria ser novidade é o tratamento destinado a ela.



Leitores acreditam que o tráfico entre adolescentes acontece pela desestruturação da família - A educação começa em casa. A frase resume a opinião de leitores do portal acritica.com que acreditam que um dos motivos para adolescentes se envolverem com o tráfico de drogas começa na desestruturação familiar. Para os internautas, a falta de planejamento familiar acaba deixando os jovens mais vulneráveis ao mundo do tráfico. "A estrutura familiar sempre foi o alicerce na educação de bons cidadãos", comenta uma leitora. "Muitos pais pensam que somente a escola tem a obrigação de educar nossos filhos... engano!", diz postagem. Outra leitora apresenta uma série de motivos apontados por ela como negativos e influenciadores para a participação dos jovens no crime. “Medidas socioeducativas ineficientes, escolas mal preparadas, falta de segurança pública competente, leis frouxas e famílias em situação financeira precária vivendo em áreas comandadas pelo tráfico...Um conjunto de problemas sociais muito influenciado pela incapacidade do estado em se fazer presente nas comunidades”, comenta outro internauta. As manifestações partem de comentários sobre a matéria ("Crianças e adolescentes se transformam em 'traficantes mirins' dentro das escolas de Manaus"), publicada neste fim de semana.



ABEP/CCR: Fecundidade em cenários específicos: escolaridade, gênero e etnia em geografias distintas

A CCR (Comissão Cidadania e Reprodução) assistiu à sessão temática "Fecundidade em cenários específicos: escolaridade, gênero e etnia em geografias distintas" que discutiu as mudanças nas taxas de fecundidade entre as mulheres brasileiras. Com questões apresentadas por Luciano Oliva Patricio(NEPO/UNICAMP), Débora Ramos Santiago (UEA) e Morvan de Mello Moreira (Fundaj e UFPE), a região Norte e Nordeste foi amplamente mostrada como tendo a maior diferença nas taxas de fecundidade nos últimos anos. Houve uma mudança no modelo de mãe para mulher que trabalha, e com isso também mudou o planejamento familiar das mulheres. Como mostrado por Luciano, "quanto mais mulheres se ausentam do domicílio, por motivo de trabalho ou estudo, menor tende a ser a fecundidade no universo amostral. Há também um cenário em que as altas proporções de frequencia à creche na faixa etária de 0 a 1 ano indicaria a maturidade da transição do modelo "mulher mãe em tempo integral" para o modelo "mulher no trabalho (ou escola) - criança na escola".  A fecundidade também varia de acordo com a renda e instrução da mulher. Quanto maior a instrução da mulher, mais acesso ela terá a oportunidades de trabalho e aos métodos contraceptivos. Com isso, ela adia e planeja a construção da sua família e consequentemente quantos filhos irá ter no futuro. Também existe uma tendência de rejuvenescimento da fecundidade: as mulheres têm filhos mais cedo.  Mesmo no Nordeste, as taxas de fecundidade caíram. Em 1980, a taxa de fecundidade total era de 6,2 filhos por mulher. Em 2010, 2,06 filhos. Apesar dessa queda e o crescimento do Nordeste, a região concentra a maior fração de população pobre do Brasil - quase 60% dos mais pobres do Brasil estão no Nordeste. 



Transtorno de identidade sexual na infância divide especialistas –Aos quatro anos, um menininho inglês que se chamava Jack disse para a mãe: "Deus cometeu um erro, eu deveria ser uma menina". Aos oito, ele mandou um e-mail para as pessoas da escola onde estudava (e sofria bullying) avisando ser "uma menina presa em um corpo de menino". E passou a se vestir como garota. Aos dez, disse à mãe que se mataria se começasse a "virar homem". Aos 11, Jack teve uma overdose e fez outras seis tentativas de suicídio antes de completar 16 anos. Como a lei inglesa não permite cirurgia de mudança de sexo antes dos 18, Jack foi operado na Tailândia, aos 16. A história de Jack, que a rede de TV britânica BBC exibe hoje, mostra os contornos e as dores do transtorno de identidade sexual na infância. Jackie Green tem agora 19 anos, é modelo e foi a primeira finalista transexual do concurso de Miss Inglaterra. A OMS define o fenômeno como o desejo, manifesto antes da puberdade, de ser (ou de insistir que é) do outro sexo. O termo "transexualismo" só é usado para adultos. Para psicólogos, transexualismo não é doença. A visão do transexualismo como doença é controversa. Uma ação mundial tenta retirá-lo dos manuais de doenças da OMS e da Associação Americana de Psiquiatria. A campanha "Stop Trans Patologization" ["Parem de patologizar os trans"] tem o apoio, aqui, do Conselho Federal de Psicologia. Segundo a psicóloga Ana Ferri de Barros, que coordena a comissão de sexualidade e gênero do conselho paulista, o acesso à cirurgia de mudança de sexo pelo SUS não deveria depender do diagnóstico. "Defendemos a despatologização das identidades 'trans' e também o acesso universal à saúde", diz.



Cirurgia bariátrica aos 16 anos - De acordo com o Ministério da Saúde (MS), o número de cirurgias para redução do estômago saltou de 1.773 em 2003 para 5.332 em 2011, ou seja, um aumento de 200%. Os recursos para esses procedimentos também cresceram. Passaram de R$ 5,7 milhões em 2003 para R$ 30 milhões em 2011. Nos três primeiros meses deste ano, foram realizadas 1.276 cirurgias, sendo gastos R$ 7 milhões. O sedentarismo e os maus hábitos alimentares têm contribuído para o aumento no número de pessoas que estão acima do peso, o que é verificado com o índice de massa corporal (IMC) entre 25,1kg/m2 e 29,9kg/m2. De acordo com dados divulgados pelo Instituto de Geografia e Estatística (IBGE), quase metade da população brasileira está acima do peso. O percentual passou de 42,7% em 2006 para 48,5% em 2011. No mesmo período, a proporção de obesos subiu de 11,4% para 15,8%. Dados do Ministério da Saúde mostram que Belo Horizonte tem 45,3% de sua população com excesso de peso e 14,2% classificada como obesa. A substituição da compulsão por alimento por sexo, álcool, jogos e até internet é um dos temas mais polêmicos entre os especialistas que tratam da obesidade. De acordo com o presidente da Comissão de Especialidades Associadas (Coesas), da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, o psiquiatra Adriano Segal, o percentual de pessoas que desenvolvem outras dependências é pequeno, cerca de 5%. Durante o Congresso da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, psiquiatras, psicólogos e outros profissionais de saúde discutiram os aspectos psicológicos relacionados à cirurgia bariátrica. "Para quem sai de um momento de privação existencial, dar uma "abusadinha" é normal. Passa a ser patológico quando se transforma em um comportamento contínuo", diz Segal. ÁLCOOL -  O alcoolismo é apontado como uma das complicações da cirurgia. O psiquiatra explica que entre os pacientes obesos que vão fazer a cirurgia, de 12% a 13% sofrem de alcoolismo. Depois da cirurgia, há um incremento de dois pontos percentuais, passando para 15%. "O número não é muito diferente da prevalência do alcoolismo na população de forma geral", afirma Adriano. A psicóloga Alessandra Dias Mattar, da equipe Clínica LEV, de Uberlândia, reforça a importância do acompanhamento multidisciplinar por dois anos. Segundo ela, os problemas mais comuns depois da cirurgia são alcoolismo e compulsão por compras.



Paciente que usava silicone PIP perde ação - A 6ª Vara Federal de Porto Alegre negou o pedido para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) fosse obrigada a indenizar uma paciente com implante da prótese de silicone da empresa Poly Implants Prothese (PIP). "A Justiça reconheceu que a Anvisa não pode ser responsabilizada pela fraude. O implante usado na paciente não é o mesmo que havia sido registrado no País", afirmou o diretor adjunto da agência, Luiz Roberto Klassmann. A ação foi extinta sem julgamento de mérito. A autora da ação sofreu rompimento da prótese de silicone PIP, adulterada pelo fabricante. Durante a cirurgia de remoção, ela teve perda do tecido mamário. Na ação, ela reivindicava pagamento pela agência por danos  morais e físicos.


CLIPPING.doc
163K Exibir como HTML Examinar e baixar

domingo, 16 de setembro de 2012

Cartilha LGBT para Eleições 2012/2014{FB JORNALISTA por LEANDRO SIQUEIRA}

 PESSOAL EM ANEXO VOCÊS PODEM LER UMA CARTILHA que tem informações muito úteis para nós lgbts.
  Foi elaborada por membros da COMUNIDADE LGBT BRASIL , DO ORKUT E DO FACEBOOK.

  ELA RECOMENDA QUE SE VOTE PREFERENCIALMENTE NOS CANDIDATOS DO PARTIDO PSOL
  OUTROS PARTIDOS COMO  o PCO PCB e PSTU  PODEM SER OPçÃO (MAS deve-se levar em consideração  a coligação)
  Esta cartilha está muito bem fundamentada e possui muitos links  que servem de referência.
  Parabéns aos realizadores
https://docs.google.com/file/d/0BymXfmkIzPAGNTM2YWFkODctN2YzYy00OWJiLThkOTctMzU3ODRjYmRiOWYx/edit?pl

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Nota 0 para o STF


Nota 0 para o STF
Começou com o Sr Presidente do Supremo, fato esse citado por Camarotti na Globo News, receber membros do PMDB e em troca do voto favorável a não cassação de Jader Barbalho, ter o pedido de aumento dos ministros votado logo no inicio do periodo trabalhista no ano que vem.
Note-se que a nova ministra já havia sido sabatinada e foi aceita pelo pleno do Senado como novo membro do STF.
Seria de bom tom o Sr Presidente deixar esse voto de Minerva para o novo nome do STF, fica feio ele votar duas vezes e com isso livrar Jader da cassação.
Pior será se realmente esse voto foi em troca de aumento.
Hoje diante de matéria do Jornal Folha de São Paulo sabemos que o Sr Peluso foi favorecido com verba de 700 mil a custo de auxílio moradia juntamente com Lewandowski.
Vejam artigo de Mônica Bergamo hoje na folha.
E ainda como se não bastasse, o STF ainda cassa o direito do CNJ de investigar mais esse assunto, pelo visto pode ser possível que tenha outro s favorecidos.
Precisamos de um Supremo Forte e acima de qualquer suspeita, não um STF vendido e entregue aos mau s políticos.
Que papel feio!
Como Poderá Julgar os outro s se sua conduta não condiz com o que prega?
O STF tem até recentemente sido conduzido em Bons atos e decisões, mas este s ultimo s fatos depõem contra esse currículo.
Com a palavra o STF.
Nilo Geronimo borgna
ativismocontraaidstb.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Íntegra do discurso da presidente Dilma Rousseff

02/02/2011 19:32

Íntegra do discurso da presidente Dilma Rousseff

Senhoras e Senhores Parlamentares,
É com muita honra que encaminho, pela primeira vez neste mandato que me foi concedido pelo povo, esta Mensagem por ocasião da abertura dos trabalhos do Congresso Nacional. Trata-se de uma oportunidade ímpar para detalhar nossos planos com vistas ao exercício que se inicia e reafirmar nosso compromisso com o diálogo e com a relação independente e harmoniosa entre os Poderes da República.
O Brasil vive o mais longo período de estabilidade democrática de sua história republicana. A transição democrática, a Constituição de 1988 e as sucessivas eleições livres fortaleceram e aprimoraram as nossas instituições. O povo brasileiro conquistou um ambiente de liberdade e participação efetiva na elaboração de políticas públicas e na condução dos rumos do País. É nosso dever consolidar e ampliar esta vivência democrática. É ela, afinal, que possibilita, avaliza e garante o amplo processo de transformações vivido por nosso País nos últimos anos. A democracia nos abriu um horizonte mais promissor de justiça social, redução das desigualdades sob todas as suas formas e consolidação de nosso desenvolvimento econômico e social.
Uma democracia ampla exige atitudes, impõe responsabilidades e cobra dos seus governantes compromissos em relação a todos os cidadãos, independentemente de gênero, idade, credo ou raça. Para que a democracia seja exercida plenamente por todos, todos
precisam ter oportunidades reais de crescimento pessoal, todos precisam ter assegurados – não apenas na letra da lei, mas no dia a dia – os seus direitos básicos de alimentação, moradia, emprego digno, educação de qualidade, acesso à saúde e cultura.
O nosso Governo, este Parlamento, as instituições do Estado de Direito, a sociedade em geral têm a responsabilidade de ampliar e aprofundar a democracia, começando por aquela que é nossa missão mais básica: erradicar a pobreza extrema do País. O Brasil não pode aceitar mais que milhares de pessoas continuem vivendo na miséria, que não tenham alimentação suficiente, que não tenham um teto para viver. É vergonhoso que, em um país capaz de produzir no ano passado 149,5 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas, ainda haja cidadãos que passem fome. Esta não é uma missão que se restringe a nosso Governo. É uma missão de todos os brasileiros. Porque, para ser verdadeiramente democrático, o Brasil precisa criar oportunidades para todos.
Lutarei, firme e decididamente, para acabar com a miséria em nosso País. Conto com o apoio e a dedicação das senhoras e dos senhores parlamentares, representantes legítimos do povo, nesta luta histórica. A superação da pobreza extrema e a ampliação das oportunidades para todos os brasileiros não constituem ato voluntarista, mas sim a consequência natural de uma política macroeconômica consistente, capaz de gerar um longo ciclo de crescimento sustentado.
O crescimento econômico – combinado com uma ampla rede de proteção social – possibilitou nos últimos oitos anos que 27 milhões e 900 mil brasileiros obtivessem uma renda maior e ultrapassassem a linha da pobreza. A manutenção de uma política
macroeconômica compatível com o equilíbrio fiscal – com ações firmes de controle à inflação e rigor no uso do dinheiro do contribuinte – será um dos pilares fundamentais do nosso Governo.
Manteremos a estabilidade econômica como valor absoluto. Reafirmo que não permitiremos, sob nenhuma hipótese, que a inflação volte a corroer nosso tecido econômico e a penalizar os mais pobres.
Vivemos hoje um momento inédito na história do País, em que o número de trabalhadores formais superou o de trabalhadores informais. Entre 2003 e 2010, foram criados 15 milhões de empregos. A adoção da política de valorização do salário mínimo permitiu que este alcançasse o maior nível dos últimos 40 anos, beneficiando diretamente trabalhadores ativos, aposentados e pensionistas. No entanto, é preciso ir ainda mais longe, superando o quadro atual e instituindo regras estáveis, de longo prazo, que permitam a continuidade dessa política. Para tanto, encaminharei ao Congresso Nacional proposta de política de longo prazo de reajuste do salário mínimo, conforme estabelece a Lei nº 12.255, de 15 de junho de 2010.
A manutenção de regras estáveis que permitam ao salário mínimo recuperar o seu poder de compra é um pacto deste Governo com os trabalhadores. Asseguradas as regras propostas, os salários dos trabalhadores terão ganhos reais sobre a inflação e serão compatíveis com a capacidade financeira do Estado. Estado este para o qual a grande massa da população dirige seus anseios e do qual cobra respostas a suas demandas. União, Estados, Distrito Federal e Municípios devem estar em condições de responder a essas necessidades com crescente presteza e qualidade.
Adotaremos, para este fim, ações efetivas e integradas com todos os entes da Federação, em particular nas áreas da saúde, da educação e da segurança, atendendo às justas aspirações do povo brasileiro. Conclamo as senhoras e os senhores representantes do Poder Legislativo, governadores e prefeitos a se reunirem em torno de um pacto de avanço social neste País. Uma parceria sólida que acabe com a miséria, que amplie e melhore o acesso à saúde e educação, que garanta a segurança e que proporcione às brasileiras e aos brasileiros oportunidades reais de crescimento social.
Este pacto pode ter como símbolo o esforço deste Governo – e, tenho certeza, das senhoras e dos senhores também – para que nunca mais se repita a tragédia das chuvas que roubaram centenas de vidas e destroçaram os sonhos de milhares de famílias na Região Sudeste neste início de ano. Nenhum país é imune aos riscos de tragédias naturais. Mas, no Brasil, não podemos – e não iremos – esperar o próximo ano, as próximas chuvas para chorar as próximas vítimas.
Determinei, junto aos ministros responsáveis, a implantação de um sistema nacional de prevenção e alerta de desastres naturais. A partir da conjugação de dados meteorológicos e geofísicos será possível alertar para que as populações sejam retiradas das áreas de risco.
Durante décadas, criou-se uma cultura em que a Defesa Civil limitou-se a trabalhar apenas com foco em emergências. O que aconteceu na região serrana do Rio mostra que isso não pode continuar. Investiremos pesadamente na geração de dados confiáveis que possam alertar a população a tempo e com precisão; apoiaremos os Estados na identificação das áreas de risco; juntamente com os Municípios, realizaremos obras de prevenção; e ofereceremos aos moradores das áreas atingidas a possibilidade de novas habitações, através do programa Minha Casa, Minha Vida.
Este Governo está aberto às senhoras e senhores parlamentares, governadores e prefeitos para, juntos, montarmos um arcabouço das responsabilidades e compromissos de cada ente federativo, de forma a impedir que o drama provocado pelas chuvas se repita com tamanha intensidade. A educação será uma das prioridades centrais do nosso Governo. Somente com avanço na qualidade de ensino poderemos formar jovens preparados para desenvolver atividades produtivas tecnologicamente sofisticadas e aptos a conduzir o País aos plenos benefícios da sociedade da tecnologia e do conhecimento.
12Apresentação
Hoje, milhares de jovens afrodescendentes, indígenas e das periferias são os primeiros de suas famílias a conquistar um diploma universitário. O ensino técnico federal está cada vez mais acessível em todo o País. A universalização do ensino fundamental, alcançada nas últimas duas décadas, coloca-nos o desafio de melhorar sua qualidade e aumentar as vagas no ensino infantil e no ensino médio. Para isso, vamos dar decidido apoio aos Municípios na tarefa de ampliar a oferta de creches e de pré-escolas.
No ensino médio, além da expansão da rede de escolas técnicas e do aumento do investimento público, vamos estender a bemsucedida experiência do PROUNI à educação profissional e técnica de nível médio, oferecendo milhares de vagas para que nossos
jovens recebam uma formação educacional e profissional de qualidade. De forma a que todas essas diretrizes sejam viabilizadas, é de fundamental importância a valorização do professor. Em parceria com Estados e Municípios, consolidaremos o processo de
focalização do ensino na figura do professor, já iniciado com a criação do piso salarial.
A oferta de saúde pública de qualidade, por meio da consolidação do Sistema Único de Saúde – SUS, terá primazia no nosso mandato. O SUS deve ter como foco o atendimento efetivo das necessidades dos usuários, oferecendo os melhores instrumentos
de diagnóstico e tratamento, tornando os medicamentos acessíveis a todos e fortalecendo as políticas de prevenção e promoção da saúde.
Para esse fim, serão considerados três pilares: financiamento adequado e estável para o SUS; valorização das práticas preventivas; e organização dos vários níveis de atenção aos usuários, garantindo atendimento básico e ambulatorial nas unidades de Saúde e nas
Unidades de Pronto Atendimento – as UPAs.
Em relação às UPAs, destaco que será de fundamental importância a parceria da União com os Estados e Municípios. A meta de implantação de 500 UPAs para garantir atendimento médico adequado a urgências de baixa e média complexidade e reduzir a superlotação das emergências dos grandes hospitais será alcançada com o investimento de R$ 2,6 bilhões.
Investiremos, ainda, R$ 5,5 bilhões em mais de 8 mil Unidades Básicas de Saúde (UBS) destinadas a ampliar oferta da atenção básica e integral, criar infraestrutura de apoio às equipes de saúde da família e ofertar serviços de atendimento de rotina nas mais variadas áreas médicas.
Outro pilar das prioridades governamentais é a segurança. Reitero nosso compromisso de agir no combate às drogas, em especial ao avanço do crack, que desintegra nossa juventude e fragiliza as famílias. A ação integrada de todos os níveis de Governo, juntamente
com a participação da sociedade, é o caminho para a redução da violência que tanto mal causa ao País.Trabalharemos permanentemente para garantir a presença do Estado em todas as regiões mais sensíveis à ação da criminalidade e das drogas, em forte parceria com Estados e Municípios. Para esse fim, atuaremos diretamente por meio da Polícia Federal, da Força Nacional de Segurança Pública e, quando necessário, das Forças Armadas.
Estimularemos e ampliaremos experiências exitosas, como a criação das Unidades de Polícia Pacificadora – as UPPs –, no Estado do Rio de Janeiro, e promoveremos a ação coordenada das forças de segurança. O avanço social tem que ser feito, necessariamente, por meio da valorização da diversidade cultural. A cultura é a alma de um povo, essência de sua identidade. Vamos investir em cultura, ampliando, em todas as regiões, a produção e o consumo de nossos bens culturais e expandindo a exportação da nossa música, cinema e literatura, signos vivos de nossa presença no mundo.
3
As senhoras e os senhores hão de concordar que são desafios gigantescos. Mas tenho a certeza de que são superáveis. Estou convencida disso porque tive o privilégio de participar ativamente dos anos de esforço e trabalho da equipe do presidente Lula, quando
muitas metas consideradas excessivamente ousadas vieram a ser superadas e uma imensa mobilidade social se verificou em todas as regiões do Brasil.
Hoje, vivemos em um País que cresce a taxas sustentáveis e que mantém a produção e o mercado interno aquecidos, mesmo durante períodos turbulentos da economia mundial.
Mais do que isto: temos no futuro próximo a oportunidade única de transformar o Brasil, definitivamente, em uma nação economicamente desenvolvida e socialmente justa.
Retomamos com o Programa de Aceleração do Crescimento – o PAC – a capacidade de planejar a longo prazo e de levar adiante gigantescas obras de infraestrutura, que transformam nossa geografia e nossa economia. A determinação do Governo em induzir
o crescimento do País será aprofundada, já em 2011, com a consolidação do PAC 2 e da segunda fase do Programa Minha Casa, Minha Vida.
No PAC 2 estão programados para o período 2011-2014 investimentos em infraestrutura da ordem de R$ 955 bilhões, sendo R$ 48,4 bilhões em rodovias; R$ 43,9 bilhões em ferrovias; R$ 40,6 bilhões em água, recursos hídricos e Luz para Todos; R$ 57,1 bilhões
em saneamento, pavimentação e mobilidade urbana e prevenção em áreas de risco, R$ 461,6 bilhões em energia (dos quais R$ 281,9 bilhões em petróleo e gás natural, R$ 113,7 bilhões em geração e R$ 26,6 bilhões em transmissão de energia elétrica) e R$ 23
bilhões em equipamentos urbanos e sociais nas áreas de saúde, segurança, creches, pré-escolas e esportes. No Programa Minha Casa, Minha Vida está prevista a construção de 2 milhões de novas habitações, até 2014, envolvendo investimento de R$ 278,2
bilhões.
Os investimentos previstos para a Copa do Mundo e para as Olimpíadas serão planejados e articulados com vistas a assegurar benefícios permanentes de qualidade de vida para os cidadãos. Com suas sedes localizadas em Estados onde moram mais de dois
terços da população, a Copa do Mundo servirá de vetor para a entrega à população de centenas de obras de infraestrutura urbana e de logística. Sobre esse último item, chamo a atenção para as nossas diretrizes na área de aviação civil. Temos urgência em ampliar
e melhorar nossos aeroportos e beneficiar parcelas cada vez mais amplas da população que passam a ter acesso ao transporte aéreo.
O Pré-Sal, nosso passaporte para o futuro, é em si mesmo fruto do avanço tecnológico brasileiro e de uma moderna política de investimentos em pesquisa e inovação. Articulado com políticas para o avanço científico e social e acompanhado por medidas de
cuidado ambiental, o Pré-Sal será importante fator de valorização da empresa nacional e seus investimentos serão geradores de milhares de novos empregos.
Conforme determina o seu marco regulatório, aprovado em 2010 por este Congresso Nacional, as riquezas produzidas pelo Pré-Sal serão convertidas, através do Fundo Social, em poupança de longo prazo, de modo a propiciar recursos para o desenvolvimento
sustentável. Os recursos oriundos do Pré-Sal serão canalizados para a qualidade dos serviços públicos, a redução da pobreza e a valorização do meio ambiente. Trabalharei sem descanso para que a principal parcela das riquezas do Pré-Sal seja investida na melhoria da qualidade de vida do povo brasileiro por longo período.
A oportunidade que pela primeira vez se coloca para o Brasil de se tornar uma nação desenvolvida não pode ser desperdiçada. O nosso Governo está comprometido com um projeto de desenvolvimento associado à preservação das reservas naturais e à manutenção
da matriz energética mais limpa do mundo. Por meio da Política Nacional de Mudanças Climáticas, aprovada por esta Casa, o Brasil definiu, voluntariamente, uma meta de 36% a 39% de corte das emissões de gases de efeito estufa até 2020, demonstrando que fará sua parte para combater o problema da mudança do clima. Continuaremos, nesse contexto, a incentivar o etanol e o biodiesel e as fontes de energia hídricas, bem como fontes alternativas como a biomassa, a eólica e a solar.
O crescimento da infraestrutura e da produção industrial e agropecuária ocorrerá em sintonia com a preservação ambiental. Desde 2003, o Brasil reduziu os índices de desmatamento na Amazônia em mais de 75%. Somos uma potência mundial da agroenergia. E ocupamos a vanguarda no combate aos graves efeitos das mudanças climáticas. Continuaremos mostrando ao mundo que é possível associar uma economia dinâmica e um forte crescimento com o respeito ao meio ambiente. Nossa política externa estará baseada nos valores clássicos da tradição diplomática brasileira: promoção da paz, respeito ao princípio de não intervenção, defesa dos Direitos Humanos e fortalecimento do multilateralismo. Nossa participação nas Forças da ONU – especialmente na Missão para a Estabilização do Haiti – é emblemática do nosso compromisso com a paz e a estabilidade
democrática.
O Brasil reitera, com veemência e firmeza, a decisão de associar seu desenvolvimento econômico, social e político ao da América do Sul. Se geografia é destino, como se diz na geopolítica, estamos muito felizes com o nosso destino. Juntamente com nossos vizinhos
sul-americanos, poderemos transformar nossa região, que vemos como um espaço de paz e crescente cooperação, em componente essencial do mundo multipolar que se anuncia, dando consistência cada vez maior ao Mercosul e à Unasul.
Continuaremos fortalecendo nossas reservas para garantir o equilíbrio das contas externas. Nos fóruns multilaterais, defenderemos com vigor políticas econômicas saudáveis e equilibradas, protegendo o País da concorrência desleal e do fluxo indiscriminado
de capitais especulativos e contribuindo para a estabilidade financeira internacional.
Continuaremos defendendo a reforma dos organismos de governança mundial, em especial as Nações Unidas e seu Conselho de Segurança. É natural que um país como o nosso, que busca internamente ser cada vez mais justo, também sustente na esfera internacional a necessidade de democratização das relações entre os Estados. O desafio de consolidação de um mundo multipolar corresponde, no plano externo, ao projeto, essencialmente brasileiro, de proporcionar a todos o acesso às mesmas oportunidades.
As mudanças virtuosas vividas pelo Brasil formam um ambiente no qual é possível avançarmos ainda mais. E isso será feito a partir do diálogo e da criação de consensos com toda a sociedade brasileira e suas entidades representativas, contexto em que se destacam as senhoras e os senhores como representantes eleitos pelo povo. Trabalharemos em conjunto com esta Casa para a retomada da agenda da reforma política. São necessárias mudanças que fortaleçam o sentido programático dos partidos brasileiros e aperfeiçoem as instituições, permitindo mais transparência ao conjunto da atividade pública.
A reforma tributária é também tema essencial, a fim de que o sistema tributário seja simplificado, racionalizado e modernizado, apontando para uma base de arrecadação mais ampla e com a desoneração de atividades indutoras do crescimento, em especial
dos investimentos, assim como dos bens de consumo popular. Promoveremos a melhoria da qualidade do gasto público, de modo a preservar o aumento dos níveis de investimento em relação aos gastos de custeio. Isso não se fará sem grandes esforços e sem a imprescindível colaboração do Congresso Nacional. A qualidade da despesa pública deve representar nosso compromisso com o presente e o futuro do País, com as atuais e futuras gerações.
Apresentação
Durante os últimos oito anos, na condição de Ministra de Estado das Minas e Energia e, posteriormente, como Ministra de Estado Chefe da Casa Civil, tive a feliz oportunidade de estabelecer as melhores relações de entendimento e coordenação com o Congresso
Nacional. Agora, como presidenta, quero reiterar minha determinação e desejo de estreitar esses laços. Tendo por meta os superiores interesses do País, que unem a todos os brasileiros, conclamo novamente as senhoras e os senhores a uma parceria em favor do Brasil. Uma parceria em favor da democracia, da erradicação da miséria, do desenvolvimento econômico e social sustentáveis. Tendo sempre presente o respeito à autonomia e independência dos Poderes e ao princípio federativo, trabalharemos em consonância com o Legislativo e o Judiciário, bem como com a parceria de governadores e prefeitos, para continuarmos a desenvolver nosso País, aperfeiçoando nossas instituições e fortalecendo nossa democracia.
Muito obrigada.
Dilma Rousseff
Presidenta da República Federativa do Brasil

Sarney defende reforma eleitoral com o fim do voto proporcional

02/02/2011 17:58

Sarney defende reforma eleitoral com o fim do voto proporcional

As mudanças, na opinião do presidente do Congresso, devem estar em linha com o avanço das novas mídias.
Rodolfo Stuckert
Sarney (recebendo mensagem
presidencial): outro desafio para o Congresso será reduzir o alcance das medidas provisórias.
O presidente do Congresso Nacional, José Sarney, afirmou que a judicialização da política, que tem levado os tribunais a interferirem no processo eleitoral, é um reflexo da confusão e da ineficiência do sistema político brasileiro. No discurso que fez há pouco para saudar a abertura da sessão legislativa deste ano, ele defendeu a reforma do sistema eleitoral, com o fim do voto proporcional, que considerou responsável pela “desintegração dos partidos”.
Segundo Sarney, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem sofrido uma pressão excessiva, tendo que decidir sobre problemas “que jamais deveriam ser levados ao seu exame”. Apesar disso, ele elogiou a atuação do Judiciário.
Durante o seu discurso de abertura da 54ª Legislatura, o presidente do Senado destacou ainda que a reforma deve estar em linha com as mudanças provocadas pelo avanço das novas mídias. Para ele, a informação em tempo real e as redes sociais exigem uma constante renovação da representação política e colocam a opinião pública em contato imediato com as grandes questões nacionais. “Ou nos integramos a esse mundo ou seremos destruídos”, afirmou.
Medidas provisórias
Outro desafio para o Congresso, segundo Sarney, é reduzir o alcance das medidas provisórias, preservando para o Executivo apenas as atribuições administrativas que são de sua exclusiva competência. Na opinião dele, o rito em vigor “transformou-se em uma armadilha que perturba o funcionamento das instituições”.
Sarney elogiou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e disse que a ascensão da presidente Dilma Rousseff abre um período de expectativas positivas para o País. Ele afirmou que o Congresso colaborará com a gestão da presidente, sem perder a sua independência.
Veja a íntegra do discurso do senador José Sarney.
Reportagem - Janary Júnior
Edição - Regina Céli Assumpção
 
 
http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/POLITICA/193300-SARNEY-DEFENDE-REFORMA-ELEITORAL-COM-O-FIM-DO-VOTO-PROPORCIONAL.html
 
 
 

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

O erro que Dilma não pode cometer: Colunista do Congresso Em Foco

26/01/2011 - 07h15
O erro que Dilma não pode cometer
"O momento é muito favorável ao governo. Mas, não se enganem, tudo pode piorar se o Palácio do Planalto não for capaz de definir já, com alguma dose de ousadia, suas prioridades legislativas para os próximos quatro anos"
Dizia Vinicius de Moraes que “as águas mais turvas contêm às vezes as pérolas mais belas”.
 Jeito bonito de contar uma verdade, não? Mesmo sem a ajuda do poeta, sabemos que o contrário também ocorre. Até o cristalino mar do Caribe pode se transformar em cenário para as piores tragédias, como demonstrou o vazamento de petróleo da British Petroleum.
Em geral, nossa tendência no Brasil é de agir mal tanto em uma situação quanto na outra. Deixamo-nos abater pelo vírus da desesperança e ignoramos as oportunidades que os momentos de incerteza costumam trazer. E, quando o vento está a favor, inebriamo-nos de um excesso de confiança que despreza todos os riscos.
Vivemos atualmente, como é óbvio, uma fase de grande otimismo, que tem consideráveis chances de desembocar em mais um surto de euforia. Os ingredientes necessários estão na mesa.
Ainda está por ser divulgado o número final, mas tivemos em 2010 o maior índice de crescimento da economia brasileira em décadas. E o nível de emprego sobe a ponto de faltar mão de obra em várias áreas. Os salários têm aumento real. As reservas do país batem recorde sobre recorde. E tome investimento, Copa, Olimpíadas e o escambau!
Fora isso, temos a primeira mulher presidente, que dá os primeiros passos no cargo cercada de simpatias – interna e externamente – e embalada pelo clima a favor próprio de início de governo, que também é início de ano e de década. E ela começa o jogo com uma maioria excepcional no Congresso!
 O momento é, sem nenhuma dúvida, muito favorável ao governo Dilma. Mas, não se enganem, tudo pode piorar se o Palácio do Planalto não for capaz de definir já, e definir com alguma dose de ousadia, suas prioridades legislativas para os próximos quatro anos.
Pra começo de conversa, o quadro não é tão róseo assim. Há pedregais por todos os lados. Na economia, são vários os desafios de curto prazo: dificuldade em exportar para um mundo que ainda não saiu da crise; as pressões das contas públicas, do câmbio, dos juros e, ops, até dos preços, que recolocaram a inflação na ordem das grandes preocupações nacionais. Para não falar de questões mais profundas que nos afastam da tão longamente sonhada condição de nação desenvolvida.

Na política, é fato, a oposição não assusta. Está brutalmente enfraquecida pela derrota eleitoral, que a transformou numa minoria numericamente inexpressiva no Congresso, e pela obtusa insistência do tucanato paulista de tolher os movimentos do único nome com capacidade para reerguê-la, o ex-governador mineiro e senador eleito Aécio Neves. Mas a baixa qualidade das alianças que sustentam a base governista fornece material suficiente para convencer o governo quanto à inconveniência de sair soltando fogos por aí. Dilma tem uma base que Lula jamais teve. Mas, nossos avós estavam certos, tamanho realmente não é documento: nunca a base governista foi tão pouco confiável. Muitos dos seus integrantes não coram ao exibir de público suas motivações. Conforme antes registrado aqui, a presidenta não pode ter segurança nem mesmo quanto à lealdade do seu vice.  

Sintomaticamente, um líder da base, o deputado Sandro Mabel (PR-GO) já se apresentou como candidato a presidente da Câmara dos Deputados, contra o nome oficial, de Marco Maia (PT-RS), ao qual o governo chegou após passar por um processo que deixou várias cicatrizes dentro do PT (que tinha outros candidatos) e nas relações com o PMDB (que também queria a cadeira de presidente).
Há duas coisas que podem ajudar Dilma a assumir o efetivo controle da base e melhorar a consistência dessa massa heterogênea e nada desinteressada de políticos e legendas partidárias que a apoia. A primeira é administrar bem o Brasil. Dificilmente o governo perderá o controle de sua base se tiver níveis altos de popularidade. A segunda é estabelecer uma agenda legislativa à altura das necessidades do país.

Queiramos ou não, o Congresso tem muita dificuldade para deliberar sobre matérias importantes sem alguma condução por parte do Executivo. Imensamente fragmentado, ele só consegue construir consenso sem pressões externas (do governo ou da sociedade) em lances isolados de corporativismo (evitar cassações de “colegas”, por exemplo) e oportunismo (votação de aumentos salariais indecentes).
Um dos maiores erros que Dilma poderá cometer na área política será deixar de fazer uso dessa situação. Para isso, ela precisa definir já uma pauta de mudanças legislativas, aproveitando a força dos 56 milhões de votos que recebeu e a maré favorável do início de governo. O preocupante é que, quase um mês após a posse presidencial, não há nenhum sinal de que essa agenda exista.

Líderes da base sabem apenas que a prioridade inicial do Executivo é aprovar as 23 medidas provisórias em andamento no Congresso, das quais a mais rumorosa é a que define o novo valor do salário mínimo. É muito pouco, para uma nação com imensos problemas estruturais, nas mais diversas áreas. Aparentemente, Dilma não pretende enviar uma proposta de reforma política. Se isso ocorrer, adianta um influente parlamentar ligado ao governo, será a morte da reforma política.
Também são modestas as intenções atribuídas a Dilma, até aqui, nos campos fiscal e tributário. No primeiro caso, a ideia seria promover cortes orçamentários e nada mais. No segundo, fala-se que o governo irá propor alterações em partes. A primeira delas poderia ser a redução da contribuição previdenciáriacipoal de impostos e regras tributárias que ajudam a fazer do Brasil uma das nações que mais dificultam a ação de empreendedores. E por que não ir além de tesouradas no orçamento para repensar, de forma ampla e democrática, a estrutura de gastos, a gestão administrativa e a qualidade dos serviços prestados pelo Estado brasileiro?
Já era hora de ter vindo a público, de forma clara, a agenda legislativa do novo governo. Que este não tarde muito a fazê-lo. O passado recente ensina que o primeiro ano de mandato é o momento decisivo para votar as mudanças legais mais polêmicas. Ou Dilma e sua equipe arregaçam logo as mangas, ou deixarão desperdiçar uma oportunidade determinante para o futuro dos brasileiros e para o sucesso da sua administração.
                                                                                           
                                                                                            ***

Ideia que pode contribuir para aumentar a transparência do Poder Judiciário, aproximando-o das necessidades e dos sentimentos da população: que o governo faça um debate público entre os candidatos a ministro do Supremo Tribunal Federal, possibilitando aos cidadãos conhecê-los e se manifestarem a seu respeito. Somente depois disso, o Executivo optaria por um nome. Quem propõe é Dora Martins, da Associação Juízes para a Democracia. Entre aqui para saber mais.
 
O texto acima é do site:
Congresso Em Foco
Reproduzi por concordar com as observações!!!
Entrem no site e deixe seus comentários.
Cite que foi atravez do ATIVISMOCONTRAAIDSTB, que vocês souberam dele.
OBRIGADO!!! 

CNM diz que impacto do salário mínimo de R$ 545 na folha dos municípios seria de R$ 1,3 bilhão Agência Brasil 26/01/2011

CNM diz que impacto do salário mínimo de R$ 545 na folha dos municípios seria de R$ 1,3 bilhão
Agência Brasil
26/01/2011 
Brasília – Caso o salário mínimo seja reajustado para R$ 545 e não para R$ 540, a partir de 1º de fevereiro, os municípios terão um impacto de R$ 1,3 bilhão na folha de pagamento. A afirmação é do presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski. O novo salário mínimo está fixado em R$ 540, mas esse valor ainda está em discussão e poderá ser alterado. 
“De 2003 a 2010, só o aumento real representou para os municípios um acréscimo de R$ 10,8 bilhões. Esse dinheiro poderia ir para outro lugar. A resistência não vem da vontade do gestor ou minha, vem de um conjunto de normas que nós temos de cumprir, principalmente a Lei de Responsabilidade Fiscal”. 
Segundo Ziulkoski, o Brasil tem cerca de 5,3 milhões de trabalhadores empregados. Os municípios gastam 60% de seus recursos com pessoal, sendo 54% do efetivo da prefeitura e 6% da Câmara Municipal. 
“Temos prefeituras em que o número de servidores que ganham um salário mínimo é muito grande. Quando você aumenta o salário mínimo de uma maneira que supera a inflação, a prefeitura ultrapassa o limite dos 54% e o prefeito é penalizado porque não tem como demitir e não tem como criar tributos”. 

Cortesia: Clipping Bem Fam

Nota pessoal: Não aguento mais essa Mentira deslavada!!! Tal como a Falência da Previdencia/ nunca "antes na história do Brasil" se pagou tanto ao INSS vide o Programa 'Empreendedor Individual" e vide os milhões de novos empregos gerados na Gestão de Lula/
Essa de que um aumento maior do sálario mínimo vai falir o Brasil é outra Mentira/ Vai falir o municípios cujos prefeitos não pagam seus impostos à União/
AGORA QUANTO AO AUMENTO DOS SÁLARIOS DOS DEPUTADOS ,SENADORES,MINISTROS E PRESIDENTE iSSO NÃO GERA iNFLAÇÃO NÃO?
  Basta!! não SOU burro!!!

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

petição contra aumento Salarios Presidente Ministros E Parlamentares #petitom

Abaixo-assinado contra o aumento nos salários do presidente da República, ministros e parlamentares. Dezembro/2010

Nós subscrevemos o abaixo-assinado contra o aumento nos salários do presidente da República, ministros e parlamentares. Dezembro/2010, Para Presidente da República Federativa do Brasil; Congresso Nacional do Brasil; Supremo Tribunal Federal; Câmara dos Deputados; Senado Federal

287817 pessoas já assinaram.

Leia o abaixo-assinado contra o aumento nos salários do presidente da República, ministros e parlamentares. Dezembro/2010

sexta-feira, 19 de março de 2010

Serra admite pela 1ª vez que é candidato a presidente

Publicado em 19/03/2010 às 13h23: atualizado em: 19/03/2010 às 14h58

Serra admite pela 1ª vez que é candidato a presidente

Assessoria diz que confirmação foi feita a programa de TV. Hoje, governador faz 68 anos

Reuterscom R7
Cris Castello Branco/Governo de SP - 01.03.2010Foto por Cris Castello Branco/Governo de SP - 01.03.2010
Nesta sexta-feira, governador faz aniversário e completa 68 anos

O governador de São Paulo, José Serra, admitiu em entrevista a um programa de TV nesta sexta-feira (19) que é o candidato do PSDB à Presidência da República, de acordo com a assessoria de imprensa do governo. É a primeira vez que Serra se apresenta como candidato publicamente. Segundo a assessoria do governador, na entrevista ele teria dito que "iremos disputar nossas biografias", referindo-se à pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff.

Durante a entrevista, ao jornalista José Luis Datena, da TV Bandeirantes, Serra foi tratado como candidato e não se esquivou de perguntas que o colocavam na disputa, como costumava fazer quando questionado por jornalistas. Serra chegou a afirmar que a população "vai escolher entre os candidatos à Presidência em função da capacidade de realizar programas".

De acordo com a assessoria de imprensa do governador, no entanto, Serra não falou que é candidato, mas sim o apresentador do programa o tratou como tal.

O anúncio oficial da candidatura do tucano está previsto para 10 de abril em Brasília. Antes disso, Serra precisa se desincompatibilizar do cargo de governador, cujo prazo limite é 3 de abril. Há expectativa de que ele se afaste de suas funções no Executivo um dia antes.

O anúncio de Serra presidente gerou divergência entre os tucanos. De um lado, os que defendiam que o governador assumisse sua candidatura o quanto antes, uma vez que sua principal adversária, a ministra da Casa Civil e pré-canidata do PT, Dilma Rousseff, estava subindo nas pesquisas. De outro, os que achavam que era melhor esperar porque, mesmo sem fazer campanha, o tucano continuava liderando em intenções de votos.

Ontem, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso cobrou urgência do PSDB para começar a fazer campanha eleitoral.

- Uma coisa é o candidato outra coisa é a campanha. Não sei porque o partido tem que esperar que alguém diga que é candidato para fazer campanha.


Fernando Henrique lembrou que o PT e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já entraram na disputa há algum tempo, o que vem favorecendo a ministra Dilma Rousseff nas pesquisas.

- O partido tem que ter autonomia frente seus candidatos. É preciso difundir mais.

FHC fez o alerta admitindo que seja "possível" que Serra tenha segurado o partido.Segundo ele, a candidatura de Serra está confirmada e garantida. O que falta é apenas a definição do momento do lançamento.

- Estamos discutindo data. Houve uma precipitação do presidente da República e isso dá a impressão que os outros estão atrasados.

Hoje, governador faz aniversário e completa 68 anos. No Twitter, Serra colocou um link com fotos desde quando era bebê ao som dos Beatles cantando Happy Birthday.

sábado, 6 de março de 2010

Quem manda ter amante

06/03/2010 - 08h07

Presidente do Google derruba diário virtual de ex-amante

Publicidade

RAFAEL CAPANEMA
da Folha de S.Paulo

O inferno astral do Google parece se estender à vida pessoal de seus funcionários. Segundo o Valleywag, blog especializado em fofocas do Vale do Silício, o executivo-chefe da empresa, Eric Schmidt, ordenou por meio de seus advogados que o blog de sua ex-amante Kate Bohner fosse retirado do ar.

Hospedado no Blogspot, serviço do Google, o Recovery Girl 007 (recoverygirl007.blogspot.com) já não pode mais ser acessado.

Phelan M. Ebenhack -28.fev.09/AP
Eric Schmidt, ordenou por meio de seus advogados que o blog de sua ex-amante saísse do ar
Eric Schmidt ordenou que o blog de sua ex-amante Kate Bohner fosse retirado do ar

Segundo "fontes próximas à situação", nas palavras do Valleywag, Bohner removeu o site depois de ameaças dos advogados de Schmidt.

Bohner, que é jornalista e já trabalhou na revista "Forbes" e na emissora CNBC, referia-se a Schmidt em seus posts por meio do apelido Dr. Strangelove, e contou que o executivo havia dado a ela um protótipo do iPhone --na época, Schmidt fazia parte do conselho da Apple.
Além disso, a jornalista relatava a luta para se livrar do vício em cocaína e álcool.

"Eric Schmidt pode advogar para tornar a informação "ainda mais aberta e acessível", mas não quando o assunto são suas amantes", ironizou o Valleywag.