Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador Tuberculose e Aids. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tuberculose e Aids. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Tuberculose: Fala da Deputada Benedita da Silva

 
Dep. Benedita da Silva, vice presidente da Frente Parlamentar de Tuberculose do Congresso Nacional,  fala sobre o IX Encontro Comunitário de Tuberculose do Estado do RJ e do Dia Estadual de Luta Contra a Tuberculose no Rio de Janeiro (06/08)

um link.

 


Roberto Pereira
Centro de Educação Sexual - CEDUS
SEXUALIDADE – SAÚDE – CIDADANIA
 
CNPJ: 74055906 / 0001-40
Reg. CMDCA/ RJ: 02/184/ 349  -  Reg. CMAS/ RJ: 0297/00
Utilidade Pública Municipal - Lei 3115 em 03/10/2000
Utilidade Pública do Estado do Rio de Janeiro LEI 2947/2005
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Membro da Parceria Brasileira Contra a Tuberculose - STOP TB Brasil

Rio de Janeiro - RJ
Cel: (55.21) 9429-4550

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Secretário admite aumento de 30% nos casos de tuberculose no Rio


Conforme temos recorrentemente denunciado, o secretário municipal de Saúde e Defesa Civil, Hans Dohmann, confirma o aumento dos casos de tuberculose no município do Rio de Janeiro.

 Rio -  JORNAL DO BRASIL

rocinha.jpgSecretário admite aumento de 30% nos casos de tuberculose no Rio
Morre de tuberculose menina de 14 anos, filha do traficante Antônio Bonfim Lopes, o Nem, que se encontra preso em Bangu
A incidência da doença na Rocinha reflete o aumento de casos na capital do estado.

Além da Rocinha, bairros como Bangu, Caju e Campo Grande lideram as estatísticas da doença.

O município do Rio é responsável por mais da metade do número de casos da doença no estado.

O Estado do Rio de Janeiro lidera o desonroso ranking nacional com a maior incidência da doença (70/100 mil) o dobro da média nacional (37,7 casos por 100 mil habitantes) e o maior número de óbitos, com 900 mortes /ano, mortes anunciadas que poderiam ser evitadas, não fosse o descaso do poder público.


Em março desse ano, por conta do dia mundial de luta contra a tuberculose, participamos de uma matéria especial sobre tuberculose no programa Balanço Geral da TV Record, e de uma audiência pública na câmara de vereadores, onde apresentamos o dramático quadro de uma epidemia concentrada da doença em diversas áreas do município e estado do Rio.

Clique nas imagens abaixo para ver os vídeos/reportagens:

MiniaturaMiniatura 






16/11 Íris Marini
Em pleno século XXI, há um aumento da ordem de 30% no número dos casos de tuberculose na cidade do Rio de Janeiro, como admitiu o próprio secretário municipal de Saúde e Defesa Civil, Hans Dohmann. A secretaria, contudo, evita dar números de atendimentos e tenta omitir o problema apresentando os registros da taxa de cura que obtém. Ela apresenta queda: foi de 72,10% em 2010; caiu para 71,90% em 2011; e este ano, segundo dados do secretário Dohmann, anda pela faixa dos 53,70%. Ou seja, a cura diminuiu em quase 20 pontos percentuais. Mas o secretário diz, otimistamente, que chegará aos índices de 2011.
O problema, segundo lembra a vereadora Andrea Gouvêa Vieira, que questionou Dohmann em audiência pública na Câmara dos Vereadores, no dia 22 de outubro, exacerba-se na Rocinha por conta das péssimas condições de vida dos moradores. “Na Rocinha, há o foco principal da doença e no Caju, o segundo maior foco. O perigo da tuberculose e o fato de todos ali estarem em risco é muito pouco percebido na Rocinha. Há falta de ventilação, muita umidade, péssimas condições sanitárias, enfim, qualidades propícias para a disseminação da tuberculose”, explica Andrea, atualmente licenciada do PSDB e em final de mandato.
Ela ainda critica as autoridades municipais por esconderem o assunto: “Gastou-se um dinheirão para propagandear as clínicas da família e não se gastou um tostão para mostrar à população a gravidade da tuberculose, como se tratar, onde procurar ajuda, entre outras orientações. É preciso divulgar esses números para a população, porque um aumento de 30% é muita coisa”, alerta a vereadora.
A secretaria Municipal de Saúde admite que a Rocinha ainda possui umas das maiores incidências de tuberculose no município, mas diz que ela está em terceiro lugar depois dos bairros Bangu (primeiro colocado) e Campo Grande (em segundo lugar). Até 2010, a favela liderava o índice de infestação não apenas no estado, mas em todo o país, atingindo a marca de 300 casos de tuberculose para cada 100 mil habitantes.
Um óbito na favela
Apesar de as autoridades dizerem que a Rocinha vem apresentando queda do número de doentes, conforme o Jornal do Brasil adiantou na semana passada, é na favela que o Ministério da Saúde espalhou outdoors e cartazes alertando à população: “Tuberculose: Tosse por mais de três semanas é sinal de alerta. Procure uma unidade de saúde".
A secretaria admite que ali ocorreu uma morte, sem fornecer detalhes. Segundo informou a colunista Anna Ramalho, trata-se de uma menina de 14 anos, filha do traficante Antônio Bonfim Lopes, o Nem, que se encontra preso.
A assessoria da secretaria informa também que, de janeiro a junho deste ano, nas três unidades municipais de saúde da Rocinha, CMS Albert Sabin, Clínica da Família Maria do Socorro Sousa e Silva e Clínica da Família Rinaldo De Lamare, registraram-se 160 casos de tuberculose, dos quais 93 foram considerados curados, 48 permanecem em tratamento nestas unidades e outros 19 estão sendo atendidos em outros locais. De acordo com os dados oficiais, em 2010 o total de casos no bairro foi de 355 e, em 2011, de 261. 
Aumento dos casos
Na audiência, segundo explicou Andrea, Dohmann “comemorou” o índice de cura, dizendo que ele chegará a 75% este ano e mantendo uma meta de 82% para 2013. “É importante às pessoas terem ciência de que a incidência nos últimos quatro anos na cidade caiu de 97,5 em cada 100 mil pessoas para 73,9 nas mesmas 100 mil pessoas. Uma redução de 24% em função da prevenção. Agora se faz o diagnóstico. Nós já devemos fechar esse ano com uma taxa de cura acima dos anos anteriores. A previsão é de que seja perto dos 75%. Por isso, mantemos a previsão de 82 para o ano que vem”, frisou o secretário na audiência pública.
Mas, quando Andrea questionou-o diretamente se havia ou não aumentado o número de doentes na cidade, a resposta foi direta: “Aumentou em 30%”. Replicando a informação a vereadora agradeceu a franqueza do secretário: “Aumentou em 30%. Obrigada”.
Pouca informação
População ainda desconhece a doença
Apesar dos avisos espalhados pelas ruas e vielas da maior favela da Zona Sul do Rio – 69 mil habitantes distribuídos em 25 mil domicílios, pelos dados do censo de 2010 do IBGE, ou cerca de 180 mil pessoas, segundo as associações de moradores - depara-se facilmente com quem confessa sequer saber da existência da doença na região.
Nunca ouvi falar nisso aqui na Rocinha não. Moro na altura do número 407, da Estrada da Gávea, mas o que acontece é que o bairro é muito grande. Pode ser que aqui não tenha, mas que em outra área exista. Não dá para saber”, contou o morador, que preferiu não se identificar. 
Outros, porém, admitem até conhecer quem sofreu com o problema. Há mais de 30 anos na comunidade, o casal Antônio Carlos e Leuda Carlos tem parentes que foram acometidos pela doença. “Nossa sobrinha, de 35 anos, teve tuberculose há uns dois anos. Ela quase morreu. Descobriu muito tarde e já estava com água no pulmão, que tiveram de furar para retirar. Ela foi encaminhada pela clínica de saúde da Rocinha imediatamente para a Santa Casa, no Castelo, onde ficou internada por 15 dias”.
Eles não escondem que a questão é conhecida na região: “Essa é uma situação terrível aqui no bairro. Qualquer pessoa que você parar aqui na Rocinha tem, já deve ter tido tuberculose ou, pelo menos, conhece alguém que teve ou tem”, afirmaram.
Maria, que preferiu omitir o sobrenome, contou que foi UPA do bairro na sexta-feira passada (9) e, ao se queixar de coceira na garganta e tosse, que ela acredita ser apenas uma alergia, foi orientada ao fazer o exame de escarro. “Eu fui à UPA na sexta-feira, não tinha médico e nem vaga para marcar consulta. Fui atendida pela enfermeira da unidade que mal me ouviu e já me pediu que fizesse o exame de escarro. Não confio em enfermeira. Como eu ia fazer exame de escarro, se nem secreção eu tenho. Ela disse que aqui (Rocinha) está tendo muito casos de tuberculose e que era bom que eu fizesse o exame, mas não fiz e nem vou fazer”, explicou. 
 
Pesquisa e Edição:

Carlos Basília
Fórum ONGs Tuberculose RJ
Observatório Tuberculose Brasil
Instituto Brasileiro de Inovações em saúde Social - IBISS

Conheça nosso trabalho de Advocacy, Comunicação e Mobilização Social

Frente Parlamentar Nacional de Tuberculose (Congresso Nacional)

Campanhas de tuberculose:

Notícia:

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Video coinfecção TB e HIV Aids

Assitam o vídeo:







Roberto Pereira

Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Rio de Janeiro - RJ
Cel: (55.21) 9429-4550
cedusrj@yahoo.com.br

Nós pensamos muito e sentimos pouco. Mais do que máquinas, nós precisamos de humanidade. Mais do que inteligência, nós precisamos de carinho e bondade. Sem essas qualidade a vida será violenta, e tudo será perdido.
Discurso de Charlie Chaplin em "O grande ditador"

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Advocacy em tuberculose:(VIA FB CARLOS BASÍLIA)


Advocacy em tuberculose: Parlamentar cobra de...
Carlos Basilia 22 de Agosto de 2012 12:50
Advocacy em tuberculose:

Parlamentar cobra de candidatos as prefeituras no estado do Rio compromisso com tratamento da tuberculose.

O presidente da Frente Parlamentar de Combate à Aids e Tuberculose, deputado Gilberto Palmares, elaborou um documento com dez itens, que será entregue aos candidatos às prefeituras do estado. O Rio de Janeiro tem a maior incidência da doença no Brasil.

Na luta por conseguir que o tratamento da tuberculose tenha maior prioridade das autoridades, o deputado estadual Gilberto Palmares conseguiu que os indicadores da doença sejam incluídos entre as informações a serem analisadas para medir os resultados do programa “Renda Melhor”, desenvolvido pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos. “Este programa visa acabar com a pobreza extrema no estado,

Palmares lembrou que a questão da tuberculose não é apenas de saúde, mas intersetorial, uma vez que é preciso melhorar as condições de habitação dos doentes e fornecer meios para que estes não abandonem o tratamento, como vale transporte e cestas básicas. Ele lembrou que apesar da tuberculose ser um problema gravíssimo no Rio, muitos parlamentares da área de saúde não estão envolvidos no combate à doença e conclamou todos os parlamentares a se engajarem nessa luta.

ASSISTA AO VÍDEO:

http://www.tvalerj.tv/PlayMediaInPortfolio.do?mediaId=13314

terça-feira, 24 de julho de 2012

CDC: Aids e Tuberculose



O Centro de Apoio ao Tabagista, do Rio de Janeiro, divulga a fala do Diretor do Departamento de Eliminação da Tuberculose do CDC (Centers for Disease Control and Prevention), Dr, Kenneth Castro, sobre a relevância da associação da Tuberculose com o vírus da Aids (HIV) e a importância do diagnóstico precoce e do tratamento correto da TB, tanto para evitar os danos ao portador quanto para reduzir a transmissão da doenças para outras pessoas.

O Centro de Apoio ao Tabagista tem militado diuturnamente para que também a associação da Tuberculose com o Tabagismo e da Tuberculose com o Diabetes tenham mais espaço entre as intervenções propostas pelos gestores e recebam mais atenção das organizações e lideranças da sociedade civil interessadas pelo tema.

Veja o vídeo:

_____________________________



Roberto Pereira
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Rio de Janeiro - RJ
Cel: (55.21) 9429-4550
cedusrj@yahoo.com.br

Nós pensamos muito e sentimos pouco. Mais do que máquinas, nós precisamos de humanidade. Mais do que inteligência, nós precisamos de carinho e bondade. Sem essas qualidade a vida será violenta, e tudo será perdido.
Discurso de Charlie Chaplin em "O grande ditador"

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Programação da capacitação em tuberculose (PCT, 27/julho)


  Segue para todos a Programação da capacitação em tuberculose (PCT, 27/julho), o qual estarei presente.




cid:image003.jpg@01CD4CF0.B3D1DE30
Prezad@s,

Segue em anexo, a programação da capacitação em tuberculose, enviada pela Gerencia de Pneumologia Sanitária da SES/RJ

“ Formação de Cuidadores rumo ao abandono ZERO”
.

Data: 27 de agosto de 2012

Local: Hotel Regina – Flamengo/Rio de Janeiro

Horário: 09 as 17h

Abraços

Carlos Basilia
p/Fórum ONGs TB RJ
Secretaria Executiva
CEDUS - CEDAPS - GRUPO ÁGUA VIVA - GPV Niterói
REDE DE COMUNIDADES SAUDÁVEIS
_________________­­­­­­­­­­­­­­­­­­­___________________



Programaçãoa 27 julho (2).doc
29K Exibir como HTML Examinar e baixar

CapacitaçãoFormação de Cuidadores rumo ao abandono ZERO”
Hotel Regina – Rio de Janeiro- RJ
27 de julho de 2012

PROGRAMAÇÃO

08:30 h- Recepção - Café da manhã

09:00 h- Abertura:
         Alexandre Chieppe
        Miguel Aiub     
Carlos Basilia
Ana Alice Bevilaqua

09:30 h- Tuberculose: acesso da população. Como? Onde? E por que?
Luciane Blanco
               Maíra Guazzi              
10:05 h – Esquema Básico (4 em 1) e o Tratamento Diretamente Observado (TDO)    
Maria José Fernandes   

10:45 h- A coinfeção TB/ HIV – Um olhar comunitário
Juan Carlos Raxach
11:25 h- A Tuberculose em pacientes com tabagismo, diabetes, doenças hepáticas-
               Usuário de álcool e drogas
Adriana Sindra
12:10 h-  Almoço

13:30 h- Biossegurança da Tuberculose – Em casa e no Trabalho
Marneili Martins 
14:00 h- Direitos sociais
  Amanda Pinheiro
14:30 h- O papel do Cuidador
Cristina Castelo Branco,
Marneili Martins e
Maíra Guazzi
16:30 h- Encerramento - Lanche



segunda-feira, 2 de julho de 2012

Convite: Reunião Fórum ONGs Tuberculose RJ,


Convite: Reunião Fórum ONGs Tuberculose RJ, 05 de julho de 2012, quinta-feira, das 10:hs às 13:hs

cid:image003.jpg@01CD4CF0.B3D1DE30 

Fórum Estadual das ONGs na Luta contra a Tuberculose no Rio de Janeiro - 8 ANOS

A Secretaria do Fórum ONGs TB do Estado do Rio de Janeiro, vem convidá-los (as) para a reunião ordinária, a realizar-se no dia
05 de julho de 2012, quinta-feira, das 10:00 às 13:00 hs

Local: Federação de Bandeirantes do Brasil
Av. Marechal Câmara, 186 - 5° andar - Centro | Rio de Janeiro | RJ
Auditório

  Pauta:

1-     Organização do Dia Estadual de Luta contra a Tuberculose RJ – 6 de agosto (2012).

2-     Reunião com MS/SVS  e  movimentos sociais sobre a sustentabilidade das ações desenvolvidas por Organizações Sociais.

3-     Emenda, à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) repasse de recursos às entidades privadas sem fins lucrativos (ONGs).


Informes e assuntos gerais:

a)     Seminário/curso de capacitação para ONGs e lideranças sociais sobre tuberculose e coinfecção TB/HIV/Aids.
b)     Encaminhamentos da reunião com o Ministério Público Estadual (Coordenadoria de Direitos Humanos).
c)     Reunião c/ Deputada Federal Benedita da Silva, vice presidente Frente Parlamentar Nacional de Tuberculose.
d)     Informe V Encontro Nacional de Tuberculose e o II Fórum da Parceria Brasileira Contra a Tuberculose.
e)     Participação ONGs aids e tuberculose, Fala Comunidade Rio+20.
f)       Comitiva da OMS/ODM a Rocinha: Padilha homenageia ações de enfrentamento à tuberculose no Brasil.
g)     Tuberculose e Aids: políticas para atender vulneráveis - Centro de Estudos da ENSP.
h)     Lei de Acesso a Informação & resultado de Pesquisas Públicas.


Secretaria Executiva
CEDUS - CEDAPS - GRUPO ÁGUA VIVA - GPV Niterói
REDE DE COMUNIDADES SAUDÁVEIS


Conheça nosso trabalho de Advocacy, Comunicação e Mobilização Social

Campanhas de tuberculose:

Notícia:


As reuniões gerais do Fórum de ONGsTB-RJ, são abertas a todos os interessados na luta contra a Tuberculose, independentemente da sua afiliação ao Fórum.

Rio+20 acaba hoje com balanço positivo para o Brasil, mas com críticas de ativistas

Rio+20 acaba hoje com balanço positivo para o Brasil, mas com críticas de ativistas
APOIO








APOIO










22/06/2012 - 12h30

A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, será encerrada nesta sexta-feira com a divulgação do documento final, contendo 49 páginas, denominado O Futuro Que Queremos. Dentre os mais de 200 artigos que integram o texto, oito tratam especificamente sobre saúde. Segundo informações da Agência Brasil, o balanço dos 10 dias de discussões divide opiniões. Autoridades brasileiras consideram um avanço a inclusão do desenvolvimento sustentável com erradicação da pobreza, enquanto movimentos sociais e alguns líderes estrangeiros condenam a falta de ousadia do texto.

O tom de crítica deve predominar nesta sexta-feira, pois as organizações não governamentais (ONGs) que promoveram vários protestos durante a conferência prometem uma manifestação para hoje. Nela, será apresentado um balanço das discussões e recomendações apresentadas no texto final a ser aprovado pelos chefes de Estado e Governo.

O chefe da delegação do Brasil na Rio+20, embaixador André Corrêa do Lago, reiterou que o saldo da conferência é positivo. “O principal saldo foi fazer com que o desenvolvimento sustentável se transforme em paradigma em todos seus aspectos - social, ambiental e econômico”, disse.

Porém, para as ONGs, faltou ousadia por parte das autoridades na exigência de definições claras sobre responsabilidades específicas, repasses financeiros, discriminação de prazos para a adoção de medidas e a ampliação de poderes do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).

No Riocentro, local das discussões políticas, os protestos foram mais discretos do que os que dominaram as ruas do Rio de Janeiro.
Na terça-feira, 19 de junho, cerca de 50 ativistas que trabalham com questões ligadas à aids e à tuberculose fizeram uma manifestação. Eles seguraram cartazes com frases com reivindicações como “A saúde brilha em genebra, mas a vulnerabilidade continua aqui”, distribuíram camisinhas e cantaram palavras de ordem como “não é mole não, controle social está em risco de extinção”. Os militantes percorreram o espaço da Cúpula dos Povos, no Aterro do Flamengo, e depois seguiram até a Cinelândia no centro do Rio.

O ato fez parte das ações da campanha SOS ONGs Brasil, lançada em fevereiro deste ano, que pede uma rediscussão sobre o financiamento das entidades da sociedade civil que fazem o controle social das políticas de saúde, em especial no caso da aids e da tuberculose.

As discussões mostraram ainda que as divergências econômicas estão presentes também nos debates políticos e ambientais. Os negociadores dos países desenvolvidos e em desenvolvimento entraram em vários conflitos, principalmente os que envolviam recursos. A União Africana (formada por 54 países) foi um dos blocos que mais reagiram às restrições impostas pelos países desenvolvidos.

“Não há um grupo de negociadores que tenha admitido ganhar em tudo. O Brasil conduziu muito bem os temas divergentes. Depois, chegamos a um acordo e agora temos um caminho. Mas o documento ainda é muito grande”, disse o ministro do Desenvolvimento, Economia Florestal e Meio Ambiente do Congo, Henri Djombo.

Paralelamente, os líderes políticos estrangeiros discursavam na sessão plenária e debatiam o conteúdo do documento final. O texto ratifica que os temas polêmicos e sem consenso ficarão para uma próxima cúpula. Os aspectos sociais são destacados, ressaltando o esforço conjunto para a erradicação da pobreza, a melhoria na qualidade de vida e o homem no centro das preocupações.

O documento tem 49 páginas, menos uma em relação à versão anterior, sendo que inicialmente o texto chegou a ter 200 páginas. O documento está dividido em seis capítulos e 283 itens. Os capítulos mais relevantes são os que tratam de financiamentos e meios de implementação (relacionados às metas e compromissos que devem ser cumpridos).

O texto destaca, por exemplo, o combate a aids, tuberculose, gripe e doenças crônicas como diabetes e hipertensão, e afirma que é preciso redobrar esforços para alcançar o acesso universal à prevenção, tratamento, cuidados e apoio.


Fonte: Agência Brasil

sábado, 23 de junho de 2012

Tuberculose e Aids serão temas de Centro de Estudos - Informe ENSP



Tuberculose e Aids serão temas de Centro de Estudos - Informe ENSP
www.ensp.fiocruz.br
Tuberculose e Aids serão temas de Centro de EstudosPublicada em 19/06/2012Link para esta matériaImpr...
 

 
Brasil é o 17º em número de casos de tuberculose no mundo. No país, a doença representa a quarta causa de óbitos por doenças infecciosas e a primeira entre pacientes com Aids. Com o tema Ética do acesso ao diagnóstico, prevenção, cuidado e pesquisa na Tuberculose e Aids, o próximo Centro de Estudos da ENSP acontecerá no dia 27 de junho, tendo como expositores o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do MS, Dirceu Greco, e o coordenador do Programa Nacional de Controle de Tuberculose do MS, Draurio Barreira. A atividade, aberta a todos os interessados, está marcada para as 14 horas no salão internacional da Escola e será transmitida pela internet através do endereço www.ensp.fiocruz.br/portal-ensp/videos. O Centro de Estudos será coordenado pela pesquisadora do Centro de Referência Professor Hélio Fraga/ENSP Margareth Dalcolmo.
 
Sobre tuberculose e Aids
 
A tuberculose se tornou prioridade no SUS e o Ministério da Saúde está investindo para a erradicação da doença no país. Estudo realizado pelo Ministério da Saúde mostrou que a tuberculose é mais frequente entre grupos populacionais que vivem em condições desfavoráveis de moradia e alimentação e entre pessoas com sistema imune deficiente e dificuldades de acesso aos serviços de saúde. O Programa Nacional de Controle da Tuberculose do Ministério da Saúde definiu como prioritário as populações em situação de rua, a carcerária, os indígenas e as pessoas que vivem com HIV/Aids.
 
Em 2010, entre os casos novos de tuberculose notificados, cerca de 10% eram de pessoas infectadas pelo HIV, a chamada coinfecção. A Região Sul foi a que apresentou o maior percentual de pessoas com tuberculose e HIV (18,6% das pessoas com tuberculose têm o vírus), quase duas vezes superior à média nacional. Esse indicador está intimamente relacionado à realização do exame anti-HIV.
(Com informações do Blog da Saúde)
 
Centro de Estudos da ENSP
 
O Centro de Estudos da ENSP (Ceensp) é um espaço de atualização científica, com a troca permanente de experiências e conhecimentos entre pesquisadores de instituições do Brasil e de vários países, que vêm à Escola para debates com pesquisadores, alunos e demais interessados em contribuir com os diversos temas da saúde pública. Seu objetivo é apresentar e consolidar reflexões para a realidade de saúde pública e para o sistema de ciência e tecnologia.
 
Em 2012, já foram sete Centros de Estudos realizados na Escola. O primeiro debateu a importância dos avanços científicos recentes na questão das mudanças climáticas globais, com exposição do professor da USP Paulo Eduardo Artaxo; a segunda atividade abordou a saúde do bebê desde a sua concepção até 1 ano de vida, tendo como palestrante convidado o médico e pesquisador Michel Odent; a terceira sessão foi sobre o Índice de Desempenho do SUS (IDSUS 2012), com o diretor do Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde, Hêider Aurélio Pinto, e o coordenador geral de Monitoramento e Avaliação do MS, Afonso Teixeira dos Reis. O quarto encontro teve como tema Tendências da política de combate ao crack: para onde vamos? e como expositores convidados a secretária adjunta de Saúde de São Bernardo do Campo, Lumena Furtado, o pesquisador da ONG Psicotropicus Luiz Paulo Guanabara e o jornalista e autor do livro O fim da guerra, Denis Russo Burgierman. O quinto Ceensp tratou da ampliação do conceito de Riscofobia, agora envolvendo os Determinantes Sociais da Saúde, e as exposições foram do diretor executivo do Isags, José Gomes Temporão, e do pesquisador do Demqs/ENSP Luiz David Castiel. Avaliação na perspectiva da promoção da saúde e da equidade foi o tema da sexta edição do Ceensp em 2012, explorado pela pesquisadora da Universidad del Valle, Colômbia, e assessora da OMS em Promoção da Saúde, Ligia de Salazar. A professora de Filosofia e Direito da Universidade de Miami Susan Haack foi a convidada da sétima edição do Centro de Estudos, falando sobre o contexto epistemológico de correlação e causalidade definido pelo epidemiologista inglês Bradford Hill.
 




Roberto Pereira
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Rio de Janeiro - RJ
 
Cel: (55.21) 9429-4550

Nós pensamos muito e sentimos pouco. Mais do que máquinas, nós precisamos de humanidade. Mais do que inteligência, nós precisamos de carinho e bondade. Sem essas qualidade a vida será violenta, e tudo será perdido.
Discurso de Charlie Chaplin em "O grande ditador"