Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
21 Anos de #ABGLT
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
Defesa de Tese Doutorado,
Caro Toni No dia 7 de dezembro, segunda-feira, às 15h, será realizada a banca de defesa do meu doutorado na Faculdade de Educação da USP, Bloco B, sala 116. O título da minha tese é Igualdade e diferenças nas políticas educacionais: a agenda das diversidades nos governos Lula e Dilma. Mais uma vez, agradeço a entrevista que você me concedeu com tanta generosidade e transparência. Parabéns por todo o seu trabalho, compromisso político e dedicação em prol de um Brasil mais justo efetivamente para todas as pessoas. A seguir, apresento o sumário e o resumo da tese. Enviarei a tese a você após a revisão final e a incorporação de sugestões da banca que realizarei em janeiro. Obrigada!!!! Um grande abraço Denise (11)99606-4309 SUMÁRIO INTRODUÇÃO PARTE I – A EMERGÊNCIA DA DIVERSIDADE CAPÍTULO 1 – IGUALDADE E DIFERENÇAS NOS DIREITOS HUMANOS: ampliando as noções de dignidade e de quem são as/os diferentes CAPÍTULO 2 – O DIREITO HUMANO À EDUCAÇÃO E AS POLÍTICAS DE DIVERSIDADE PARTE II – DA SECAD À SECADI: TECENDO NARRATIVAS CAPÍTULO 3 – CONTEXTO DE INFLUÊNCIA – DE 1990 A 2002 CAPÍTULO 4 – CONTEXTO DE PRODUÇÃO DE TEXTO E DA POLÍTICA NA PRÁTICA · Tempo de organização de agendas e fomento de campos – 2003 a 2007 · Tempo de verticalização de políticas – 2007 a 2010 · Tempo de embates públicos – 2010 a 2012 · Tempo de resistência – 2013 e 2014 CAPÍTULO 5 – ANÁLISE DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DA SECAD/SECADI (2004-2014) PARTE III – A DIVERSIDADE E A DISPUTA DA NOÇÃO DE QUALIDADE EM EDUCAÇÃO CAPÍTULO 6 – DA CONEB AO PNE: o lugar das diversidades nas deliberações e metas das políticas educacionais brasileiras CAPÍTULO 7 – JUSTIÇA E DIVERSIDADES NA EDUCAÇÃO: disputando a noção de qualidade educacional em uma perspectiva democrática e sustentável CONCLUSÃO – ESTADO, POLÍTICAS EDUCACIONAIS E INTERSECCIONALIDADES: para além das fronteiras entre políticas universais e políticas da diferença RESUMO CARREIRA, Denise. Igualdade e diferenças nas políticas educacionais: a agenda das diversidades nos governos Lula e Dilma. 2015. Tese (Doutorado). Faculdade de Educação. Universidade de São Paulo, São Paulo, 2015. Esta pesquisa aborda as chamadas políticas de diversidade na educação e sua contribuição para o reconhecimento e a promoção dos direitos humanos e a superação do racismo, do sexismo, da homofobia e das demais desigualdades e discriminações que marcam profundamente a sociedade e a educação brasileiras. Com base nas vozes de gestores/as públicos/as e de ativistas da sociedade civil, na análise documental e da execução orçamentária e na experiência política da pesquisadora, é apresentado um balanço sobre os dez anos de existência da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad), órgão do Ministério da Educação criado no primeiro governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em especial, buscou-se identificar as provocações e os tensionamentos gerados pelas agendas das diversidades para o atual desenho, funcionamento e institucionalidade das políticas educacionais e sua influência nas concepções de qualidade educacional em disputa nas políticas federais. Essas disputas estiveram presentes nas Conferências Nacionais de Educação e no processo conflitivo de tramitação do novo Plano Nacional de Educação (Lei Federal n. 13.005/2014), analisados neste trabalho. Respaldado por convenções e pelas resoluções internacionais das Conferências da ONU e por normativas nacionais, o debate sobre diferenças ganhou espaço na agenda das políticas educacionais brasileiras. Essa discussão foi impulsionada por movimentos sociais negros, indígenas, LGBTs, feministas, de trabalhadores do campo, de deficientes, de quilombolas, ambientalistas e por agendas de fronteira na efetividade do direito humano à educação, como a educação de jovens e adultos, a educação em territórios de alta vulnerabilidade social e a educação de pessoas privadas de liberdade, entre outras. Apresenta-se, neste trabalho, uma contribuição teórica ao debate sobre a relação entre qualidade educacional, diferenças e igualdades, com base nas teorias críticas de justiça social. Discutem-se as possibilidades de a noção da diversidade constituir uma resposta interseccional às múltiplas discriminações e desigualdades que atingem os sujeitos concretos no cotidiano da vida e, especificamente, nas instituições educacionais. Ao final da tese, embasadas na definição do contexto de estratégia política de Stephen Ball e nas contribuições para o aperfeiçoamento das políticas previstas na metodologia de análise das políticas públicas, são apresentadas reflexões comprometidas com a ampliação da capacidade das políticas educacionais no sentido de dar respostas a essas agendas, em uma perspectiva de promoção da justiça na educação no marco dos direitos humanos. -- Toni Reis Pós-doutorando em Educação - Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos Bolsista da CAPES Membro Titular do Fórum Nacional, Estadual (Paraná) e Municipal (Curitiba) de Educação Secretário de Educação da ABGLT Diretor Executivo - Grupo Dignidade/CEPAC/IBDSEX http://lattes.cnpq.br/6056553002895088
terça-feira, 23 de junho de 2015
Comissão debate Estatuto da Família C/ #Malafaia e Toni Reis
Comissão debate Estatuto da Família com Silas Malafaia e Toni Reis
(016) 99603-0020
domingo, 14 de junho de 2015
#Seminario #Genero #violencia #feminismo
quinta-feira, 5 de março de 2015
Cotas para pessoas Trans no mestrado UFPR - Parabenizamos a Universidade Federal do Paraná Litoral
Enviado por: "Toni Reis - GMail"
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
Plataforma virtual oferece teste de HIV que pode ser feito em casa
O Grupo Dignidade está na parceria deste programa.
Toni Reis
Plataforma virtual oferece teste de HIV que pode ser feito em casa
Grupo Dignidade
) que permite a autotestagem por meio de teste de fluido oral, com objetivo principal de ampliar o diagnóstico precoce do HIV entre as populações mais vulneráveis à infecção e assim ampliar a eficácia do tratamento. O teste poderá ser feito em casa, com o uso de kits que podem ser pedidos pela internet.O projeto ainda faz uso de outras abordagens inovadoras junto à população alvo, entre elas a testagem rápida móvel em trailers equipados com laboratórios e na sede do Grupo Dignidade – organização não governamental de promoção dos direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transgêneros (LGBT). Foram realizados até agora 440 testes nos trailers do projeto, com resultado positivo para o vírus em 15 casos – 10 dos quais na população-chave.
O maior destaque, no entanto, fica para a estratégia de e-Testing, que disponibilizará uma plataforma web para que o público-foco do projeto tenha mais opções de acesso ao teste anti-HIV. Os usuários poderão solicitar o kit de testagem pelo site e retirá-lo nos postos de autoatendimento recentemente lançados pelos Correios ou na Farmácia Popular do centro de Curitiba. Com isso, poderão realizar o autoteste em casa ou em outro local em que se sintam confortáveis. O teste oral é validado para o uso no Brasil. É rapido, confiável, confidencial e sua execução é muito simples.
Como funciona
Ao acessar o site, os interessados encontrarão informações sobre prevenção contra o HIV e uma calculadora de risco de infecção que fornece um resultado com base nos comportamentos relatados, além de opções para o recebimento de um kit com o teste de fluido oral para o HIV. As instruções para a autotestagem estarão disponíveis na bula do teste e em um link na plataforma que dará acesso ao vídeo demonstrativo sobre a forma correta de fazer o teste e ler seu resultado.
Em caso de resultado positivo, os participantes serão encaminhados ao Centro de Orientação e Aconselhamento (COA) da Secretaria Municipal da Saúde para confirmação do diagnóstico da infecção e o agendamento da consulta médica para acompanhamento. Os usuários do site também terão à disposição uma linha telefônica (Disque Agora, 041-3322-2200) 24 horas por dia, sete dias por semana, para tirar dúvidas e obter apoio especializado.
Quanto mais prococemente a pessoa se descobrir soropositiva e iniciar o tratamento adequado, menor o dano que o HIV fará ao sistema imunológico. Além disso, o tratamento apropriado leva a uma queda de 96% na possibilidade da transmissão do virus. Atualmente o tratamento da infecção pelo HIV é realizado apenas com um comprimido ao dia.
A principal estratégia de divulgação do site será em bares, boates e outros estabelecimentos frequentados pela população-chave do projeto.
O projeto “A Hora É Agora” é uma parceria entre a Prefeitura de Curitiba, o Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, a Fundação Oswaldo Cruz, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos da América (CDC), o Grupo Dignidade, a Universidade Federal do Paraná e o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS).
Compromisso
O projeto faz parte das ações que Curitiba adota para cumprir um compromisso firmado em dezembro de 2014, em reunião do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS), em Paris: erradicar a epidemia de Aids nos próximos 15 anos, por meio de uma estratégia que estabelece que, até 2020, seja atingida a meta 90-90-90: que 90% das pessoas que vivem com HIV saibam que têm o vírus; 90% destas pessoas diagnosticadas estejam em tratamento; e 90% destes pacientes tratados tenham carga viral suprimida em seus organismos – situação em que, de acordo com estudos clínicos, as chances de transmissão de HIV se reduzem em 96%. Para 2030, a meta é alcançar 95-95-95 nestes três indicadores. A capital paranaense foi escolhida para participar deste esforço internacional por suas ações inovadoras em saúde pública e, em especial, na resposta à aids.
Hoje, no Brasil, 78% dos portadores de HIV receberam o diagnóstico do vírus, 56% dos diagnosticados aderiram ao tratamento com medicamentos antirretrovirais e 75% destes conseguem manter a carga viral abaixo do nível detectado pelos exames. Não há dados regionalizados para Curitiba, mas estima-se que a cidade acompanhe os índices nacionais.
“Curitiba tem um histórico importante no combate à epidemia. Foi, por exemplo, a primeira cidade a notificar todos os portadores de HIV, e não apenas os doentes de AIDS”, lembra o secretário municipal da Saúde, Adriano Massuda.
O secretário cita a eliminação da fila para atendimento desses casos. “A atual gestão trabalha para descentralizar o atendimento aos HIV positivos, um conjunto de pessoas que têm necessidades de saúde diversas e, por isso mesmo, podem ser bem acompanhadas por clínicos nas unidades de saúde próximas de suas residências, com o apoio de infectologistas. Com este trabalho conseguimos diminuir o tempo de espera para o atendimento e, junto a isso, com o trabalho realizado pelo programa Mãe Curitibana, no ano passado não registramos nenhum caso de transmissão vertical do vírus, que é a que passa de mãe para filho durante a gestação”, diz ele.
Serviços
A plataforma de orientação e solicitação do autoteste de HIV está disponível no endereço www.ahoraeagora.org. Os kits de testagem podem ser enviados aos interessados por correio ou retirados nos endereços descritos abaixo, conforme opção feita diretamente na plataforma:
Farmácia Popular
Rua Cândido Lopes, n.º 208, Centro
De segunda a sexta das 8h00 às 18h00 e aos sábados das 8h00 às 12h00
Terminais de autoatendimento
Rua 24 Horas, loja 21, Centro
Todos os dias da semana, das 09h00 às 22h00
Shopping Barigui
Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 600, Barigui
Segunda a sexta das 11h00 às 23h00, sábados das 10h00 às 23h00 e domingos das 12h00 às 23h00
Shopping Total
Rua Itacolomi 292, Portão
De segunda a sábado das 10h00 às 22h00 e domingos das 14h00 às 20h00
Unidade móvel
A unidade de testagem móvel do projeto “A Hora É Agora” funciona todas as sextas-feiras, das 18 às 22 horas, na Praça Osório, e aos sábados, das 19 às 23 horas, em local próximo à Praça Tiradentes. Eventuais alterações nos locais e horários de testagem estarão disponíveis na página do projeto no Facebook(http://goo.gl/k5wXmg) .
A testagem rápida do HIV também pode ser realizada no Centro de Orientação e Aconselhamento (COA - Rua do Rosário, 144, 6º andar), de segunda a sexta, em horário comercial.
Mais informações
www.ahoraeagora.org
fonte http://www.curitiba.pr.gov.br/
Facebook https://www.facebook.com/
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
[] Curitiba #Denúncia - Barbearia propagandas #homofóbicas? será?
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Por um #PlanoNacional de #Educaçãoinclusivo - Artigo de Toni Reis hoje Gazeta do Povo -
| Toni Reis | 8 de abril de 2014 11:25 |
Por um Plano Nacional de Educação inclusivo
Publicado em 08/04/2014 | Toni Reis
Após vários adiamentos, uma comissão especial da Câmara dos Deputados deve votar hoje o projeto de lei do Plano Nacional de Educação para os próximos dez anos. Entre outras disposições inclusivas, o artigo 2.º da versão do projeto enviada pela Câmara para apreciação pelo Senado – que, inclusive, se baseou nas deliberações democraticamente elaboradas e aprovadas pela Conferência Nacional de Educação de 2010 – prevê: “São diretrizes do PNE (...) a superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da igualdade racial, regional, de gênero e de orientação sexual e na erradicação de todas as formas de discriminação”. Esta versão do projeto também prevê a flexão de gênero em sua redação (ex. os/as professores/as) com vistas à promoção da igualdade de gênero.
Contudo, o Senado aprovou um substitutivo com alterações. O artigo 2.º perdeu a exemplificação dos tipos de discriminação mais comuns, mantendo apenas a disposição genérica contra “todas as formas de discriminação”. Isto apesar dos achados de várias pesquisas em relação à discriminação no ambiente escolar, como a da Fipe/MEC/Inep, que revelou que as atitudes discriminatórias mais elevadas se relacionam a gênero (38,2%), orientação sexual (26,1%), étnico-racial (22,9%) e territorial (20,6%). Esses dados indicam precisamente por que a versão original do artigo 2.º do projeto tem a redação acima.
Na sociedade em geral, essas atitudes se extrapolam além da mera discriminação: 26% dos brasileiros acham que mulher de roupa curta merece ser atacada, segundo o Ipea; em 2010 houve 34.983 homicídios de pessoas negras no país. Em 2012, o governo federal recebeu 9.982 denúncias de violação dos direitos humanos de pessoas LGBT. Esses dados apontam para a premente necessidade de especificar e enfrentar essas e outras formas de discriminação. Este processo precisa começar por um sistema de educação inclusiva.
Em relação à reflexão de gênero, o substitutivo do Senado requer a “supressão, em todo o texto, da flexão de gênero, adotando a forma genérica masculina”. Essa disposição perpetuará o machismo. E mais: insistir em usar apenas a forma masculina é um desrespeito às mulheres, que são a esmagadora maioria dos/das profissionais de educação no Brasil.
Há quem já tenha declarado publicamente, em relação ao PNE, que a mulher tem de permanecer numa condição inferior e subordinada ao homem. Outros veem nas disposições propostas no PNE acerca de gênero e orientação sexual uma afronta à instituição da família, porque se recusam a enxergar a realidade das múltiplas formas de família, identificadas inclusive pelo último censo.
É preciso fazer cumprir o que a Constituição estabelece: que todas as pessoas são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, que a educação é um direito de todos e todas, devendo ser garantida a igualdade de condições para o acesso e permanência na escola, e que tanto o Estado quanto a educação pública são laicos. Acima de tudo, é nestes princípios que a proposta original do PNE se baseou na tentativa de garantir a educação inclusiva. Isto deve ser respeitado e sua redação original deve ser mantida, se queremos acabar com o triste quadro de desigualdade, discriminação e homicídios retratado acima.
Toni Reis, doutor em Educação, é membro integrante dos fóruns Nacional, Estadual (Paraná) e Municipal (Curitiba) de Educação.
fonte http://www.gazetadopovo.com.
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
[fonaids] Reunião com Miistério da Saúde - enfrentamento do HIV/ aids [1 Anexo
quarta-feira, 1 de maio de 2013
VEJA COMO UMA LÉSBICA E UM GAY DEVEM MORRER
Pessoal desculpem mas tenho que compartilhar. Estas ameaças.
Hoje mesmo levarei ao conhecimento das autoridades competentes
Continuamos na luta mesmo com todas estas ameaças.
Toni Reis
_ ___/__) , /) (, / _ __ __ (/ _ / (_(_(_(_/ (__(_/ (_/ )_(_(_ (_____
Pode-se fazer via internet mesmo o registro na safer net.
Depois procurar delegacia de crimes ciberneticos para registrar tambem.
E aguardar resultado.
CARO TONI NÃO SE INTIMIDE SEI QUE JA TOMASTES PROVIDENCIA.
COMUNICO QUE COMPARTILHEI E DIVULGUEI EM REDES:::::