Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador Toni Reis. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

21 Anos de #ABGLT

 A ABGLT surgiu no dia 31 de janeiro de 1995, em Curitiba. Completa, portanto, 21 anos neste fim de semana. Hoje, reúne mais de 308 organizações por todo o país, promovendo ações que garantem a cidadania e direitos humanos de gays, lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais e demais gêneros ainda não-catalogados. Também é atuante internacionalmente e, desde 2009, tem status consultivo junto ao Conselho Econômico e Social da Organização das Nações Unidas. Para ficar num exemplo, denunciam a violação dos direitos humanos em 80 países que ainda criminalizam a homossexualidade, como acontece em Uganda. Suas ações são um catálogo de cartas de repúdio (da cantora Joelma à bancada evangélica) e notas de parabenização. A obrigação moral de descer a lenha em gente safada funciona desde a fundação do movimento. Um passo importante na promoção da livre orientação sexual tem sido a maior visibilidade do público gay. Passa pelo mais básico, desconstruir a imagem de marginalizados, ligada à homossexualidade e transexualidade, mostrando para a sociedade aquilo que ela nem desconfia - que ela ainda está muito distante da civilização. É preciso sempre lembrar que a violação dos direitos humanos continua sendo assustadora em nosso país. .A história da ABGLT é também a história do avanço das políticas públicas contra o HIV/Aids. Prevenção, diagnóstico e atenção aos portadores da doença faz parte do trabalho do movimento e é de grande importância hoje, principalmente com o crescente descaso com a doença. O Brasil é referência no combate à Aids, oferecendo tratamentos gratuitos, remédios feitos no país e diagnósticos rápidos. Um dos principais objetivos da ABGLT, e que consta em sua Carta de Princípios, é a interferência na elaboração de políticas públicas de saúde e afins para as pessoas mais vulnerável. A ABGLT luta contra a discriminação das chamadas minorias desfavorecidas. E cada crime contra a população LGBT  traz de volta a discussão sobre a criminalização da homofobia. Em resumo, o que a ABGLT pede é o mesmo rigor que se dá hoje com o racismo. O confronto com as políticas públicas no mundo dá a medida do comprometimento pela causa por aqui. O Brasil é um dos poucos países onde homossexuais podem se casar. Ao mesmo tempo, é o lugar onde mais estão sujeitos à violência. Criminalizar a homofobia é muito pouco. A discussão sobre reincidência criminal, impunidade e justiça mais dura também poderiam estar na agenda da causa gay. Sim, estou sugerindo pautas à ABGLT. Hoje, a ABGLT faz 21 anos. Parabéns! E que não dure mais 21. Que no futuro próximo não precisemos de entidades que lutem contra a discriminação. Que sejamos devidamente civilizados. Torço muito para isso.

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Defesa de Tese Doutorado,

Caro Toni               No dia 7 de dezembro, segunda-feira, às 15h, será realizada a banca de defesa do meu doutorado na Faculdade de Educação da USP, Bloco B, sala 116. O título da minha tese é Igualdade e diferenças nas políticas educacionais: a agenda das diversidades nos governos Lula e Dilma.   Mais uma vez, agradeço a entrevista que você me concedeu com tanta generosidade e transparência. Parabéns por todo o seu trabalho, compromisso político e dedicação em prol de um Brasil mais justo efetivamente para todas as pessoas.   A seguir, apresento o sumário e o resumo da tese.   Enviarei a tese a você após a revisão final e a incorporação de sugestões da banca que realizarei em janeiro.   Obrigada!!!!   Um grande abraço Denise (11)99606-4309     SUMÁRIO   INTRODUÇÃO PARTE I – A EMERGÊNCIA DA DIVERSIDADE CAPÍTULO 1 – IGUALDADE E DIFERENÇAS NOS DIREITOS HUMANOS: ampliando as noções de dignidade e de quem são as/os diferentes CAPÍTULO 2 – O DIREITO HUMANO À EDUCAÇÃO E AS POLÍTICAS DE DIVERSIDADE   PARTE II – DA SECAD À SECADI: TECENDO NARRATIVAS CAPÍTULO 3 – CONTEXTO DE INFLUÊNCIA – DE 1990 A 2002 CAPÍTULO 4 – CONTEXTO DE PRODUÇÃO DE TEXTO E DA POLÍTICA NA PRÁTICA ·         Tempo de organização de agendas e fomento de campos – 2003 a 2007 ·         Tempo de verticalização de políticas – 2007 a 2010 ·         Tempo de embates públicos – 2010 a 2012 ·         Tempo de resistência – 2013 e 2014   CAPÍTULO 5 – ANÁLISE DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DA SECAD/SECADI (2004-2014)   PARTE III – A DIVERSIDADE E A DISPUTA DA NOÇÃO DE QUALIDADE EM EDUCAÇÃO CAPÍTULO 6 – DA CONEB AO PNE: o lugar das diversidades nas deliberações e metas das políticas educacionais brasileiras CAPÍTULO 7 – JUSTIÇA E DIVERSIDADES NA EDUCAÇÃO: disputando a noção de qualidade educacional em uma perspectiva democrática e sustentável CONCLUSÃO – ESTADO, POLÍTICAS EDUCACIONAIS E INTERSECCIONALIDADES: para além das fronteiras entre políticas universais e políticas da diferença   RESUMO CARREIRA, Denise. Igualdade e diferenças nas políticas educacionais: a agenda das diversidades nos governos Lula e Dilma. 2015. Tese (Doutorado). Faculdade de Educação. Universidade de São Paulo, São Paulo, 2015. Esta pesquisa aborda as chamadas políticas de diversidade na educação e sua contribuição para o reconhecimento e a promoção dos direitos humanos e a superação do racismo, do sexismo, da homofobia e das demais desigualdades e discriminações que marcam profundamente a sociedade e a educação brasileiras. Com base nas vozes de gestores/as públicos/as e de ativistas da sociedade civil, na análise documental e da execução orçamentária e na experiência política da pesquisadora, é apresentado um balanço sobre os dez anos de existência da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad), órgão do Ministério da Educação criado no primeiro governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em especial, buscou-se identificar as provocações e os tensionamentos gerados pelas agendas das diversidades para o atual desenho, funcionamento e institucionalidade das políticas educacionais e sua influência nas concepções de qualidade educacional em disputa nas políticas federais. Essas disputas estiveram presentes nas Conferências Nacionais de Educação e no processo conflitivo de tramitação do novo Plano Nacional de Educação (Lei Federal n. 13.005/2014), analisados neste trabalho. Respaldado por convenções e pelas resoluções internacionais das Conferências da ONU e por normativas nacionais, o debate sobre diferenças ganhou espaço na agenda das políticas educacionais brasileiras. Essa discussão foi impulsionada por movimentos sociais negros, indígenas, LGBTs, feministas, de trabalhadores do campo, de deficientes, de quilombolas, ambientalistas e por agendas de fronteira na efetividade do direito humano à educação, como a educação de jovens e adultos, a educação em territórios de alta vulnerabilidade social e a educação de pessoas privadas de liberdade, entre outras. Apresenta-se, neste trabalho, uma contribuição teórica ao debate sobre a relação entre qualidade educacional, diferenças e igualdades, com base nas teorias críticas de justiça social. Discutem-se as possibilidades de a noção da diversidade constituir uma resposta interseccional às múltiplas discriminações e desigualdades que atingem os sujeitos concretos no cotidiano da vida e, especificamente, nas instituições educacionais. Ao final da tese, embasadas na definição do contexto de estratégia política de Stephen Ball e nas contribuições para o aperfeiçoamento das políticas previstas na metodologia de análise das políticas públicas, são apresentadas reflexões comprometidas com a ampliação da capacidade das políticas educacionais no sentido de dar respostas a essas agendas, em uma perspectiva de promoção da justiça na educação no marco dos direitos humanos.   -- Toni Reis Pós-doutorando em Educação - Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos Bolsista da CAPES Membro Titular do Fórum Nacional, Estadual (Paraná) e Municipal (Curitiba) de Educação Secretário de Educação da ABGLT Diretor Executivo - Grupo Dignidade/CEPAC/IBDSEX http://lattes.cnpq.br/6056553002895088

terça-feira, 23 de junho de 2015

Comissão debate Estatuto da Família C/ #Malafaia e Toni Reis

Comissão debate Estatuto da Família com Silas Malafaia e Toni Reis

A comissão especial que analisa o Estatuto da Família (PL 6583/13) promove audiência pública nesta quinta-feira (25) com o presidente da igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo, pastor Silas Malafaia; e com o ativista pelos direitos humanos, professor Toni Reis.
O projeto de lei estabelece diretrizes de políticas públicas voltadas para a entidade familiar, definida como o núcleo formado a partir da união entre homem e mulher, por meio de casamento, união estável ou comunidade formada pelos pais e seus descendentes.
A audiência será às 14 horas, no plenário 11.
 
Rodrigo Pinheiro
(016) 99603-0020

domingo, 14 de junho de 2015

#Seminario #Genero #violencia #feminismo

  [Anexos de Toni Reis - GMail incluídos abaixo] Seminário no pós-doutorado - questões de gênero, feminismo e  as violências de gênero..   Nos dias 10 a 12/06, estive no seminário, no meu pós-doutorado na Unisinos, com a professora visitante, Dra. Maria Guadalupe Huacaz Elias, da Universidad Autónoma Metropolitana – Unidad Xochimilco, da Cidade do México.   Foram três dias de grande aprendizado sobre questões de gênero, feminismo, as violências de gênero... Nos aprofundamos na teoria da complexidade, na teoria feminista, na teoria do caos e bifurcação, no feminismo crítico, cronotopo, polifonia.. e   muito mais.   Em  tempos  de  planos  de  educação  ... foi um belo seminário.   Toni   Reis __._,_.___ Anexo(s) de Toni Reis - GMail | Exibir anexos na web 1 de 1 foto(s) Maria Guadalupe Huacaz Elias e Toni Reis.JPG Enviado por: "Toni Reis - GMail" Responder através da web • • através de email • Adicionar um novo tópico • Mensagens neste tópico (1) VISITE SEU GRUPO • Privacidade • Sair do grupo • Termos de uso . __,_._,___

quinta-feira, 5 de março de 2015

Cotas para pessoas Trans no mestrado UFPR - Parabenizamos a Universidade Federal do Paraná Litoral


[aliancanacionallgbt] Cotas para pessoas Trans no mestrado UFPR - Parabenizamos a Universidade Federal do Paraná Litoral 

Parabenizamos a Universidade Federal do Paraná Litoral por incluir as pessoas trans (travestis e transexuais) nas cotas para o curso de Mestrado em Desenvolvimento Territorial Sustentável, conforme o item 5.2.d do Edital 12/2014.
 São ações afirmativas e reparadoras como estas que vão contribuir para garantir a equidade na educação.
 Seria muito importante que as todas  Secretarias Municipais, Estaduais de Educação, inclusive o  Ministério da  Educação tivessem essa mesma  sensibilidade para tratar dos assuntos da transfobia e da homofobia no ensino fundamental e médio, para que as pessoas trans conseguissem chegar à educação superior, inclusive os cursos de pós-graduação latu e stricto sensu.  

Toni Reis
 Secretário de Educação da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – ABGLT e diretor executivo do Grupo Dignidade
__._,_.___

Enviado por: "Toni Reis - GMail" 

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Plataforma virtual oferece teste de HIV que pode ser feito em casa

O  Grupo  Dignidade  está  na  parceria  deste  programa.

Toni Reis

Plataforma virtual oferece teste de HIV que pode ser feito em casa

10/02/2015 10:24:00
A população de Curitiba tem  mais uma opção para fazer o teste de HIV. Trata-se de uma plataforma virtual (

 Grupo  Dignidade 

) que permite a autotestagem por meio de teste de fluido oral, com objetivo principal de ampliar o diagnóstico precoce do HIV entre as populações mais vulneráveis à infecção e assim ampliar a eficácia do tratamento. O teste poderá ser feito em casa, com o uso de kits que podem ser pedidos pela internet.
A plataforma é a principal inovação do projeto “A Hora É Agora – Testar Nos Deixa Mais Fortes”. Lançado em Curitiba em novembro passado, o projeto visa a expansão da testagem rápida e gratuita anti-HIV entre as populações mais vulneráveis à infecção – ou ou seja, os jovens gays e outros homens que fazem sexo com homens.
O projeto ainda faz uso de outras abordagens inovadoras junto à população alvo, entre elas a testagem rápida móvel em trailers equipados com laboratórios e na sede do Grupo Dignidade – organização não governamental de promoção dos direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transgêneros (LGBT). Foram realizados até agora 440 testes nos trailers do projeto, com resultado positivo para o vírus em 15 casos – 10 dos quais na população-chave.
O maior destaque, no entanto, fica para a estratégia de e-Testing, que disponibilizará uma plataforma web para que o público-foco do projeto tenha mais opções de acesso ao teste anti-HIV. Os usuários poderão solicitar o kit de testagem pelo site e retirá-lo nos postos de autoatendimento recentemente lançados pelos Correios ou na Farmácia Popular do centro de Curitiba. Com isso, poderão realizar o autoteste em casa ou em outro local em que se sintam confortáveis.  O teste oral é validado para o uso no Brasil. É rapido, confiável, confidencial e sua execução é muito simples.

Como funciona

Ao acessar o site, os interessados encontrarão informações sobre prevenção contra o HIV e uma calculadora de risco de infecção que fornece um resultado com base nos comportamentos relatados, além de opções para o recebimento de um kit com o teste de fluido oral para o HIV. As instruções para a autotestagem estarão disponíveis na bula do teste e em um link na plataforma que dará acesso ao vídeo demonstrativo sobre a forma correta de fazer o teste e ler seu resultado.
Em caso de resultado positivo, os participantes serão encaminhados ao Centro de Orientação e Aconselhamento (COA) da Secretaria Municipal da Saúde para confirmação do diagnóstico da infecção e o agendamento da consulta médica para acompanhamento.  Os usuários do site também terão à disposição uma linha telefônica (Disque Agora, 041-3322-2200) 24 horas por dia, sete dias por semana, para tirar dúvidas e obter apoio especializado.
Quanto mais prococemente a pessoa se descobrir soropositiva e iniciar o tratamento adequado, menor o dano que o HIV fará ao sistema imunológico. Além disso, o tratamento apropriado leva a uma queda de 96% na possibilidade da transmissão do virus. Atualmente o tratamento da infecção pelo HIV é realizado apenas com um comprimido ao dia.
A principal estratégia de divulgação do site será em bares, boates e outros estabelecimentos frequentados pela população-chave do projeto.
O projeto “A Hora É Agora” é uma parceria entre a Prefeitura de Curitiba, o Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, a Fundação Oswaldo Cruz, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos da América (CDC), o Grupo Dignidade, a Universidade Federal do Paraná e o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS).
Compromisso
O projeto faz parte das ações que Curitiba adota para cumprir um compromisso firmado em dezembro de 2014, em reunião do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS), em Paris: erradicar a epidemia de Aids nos próximos 15 anos, por meio de uma estratégia que estabelece que, até 2020, seja atingida a meta 90-90-90: que 90% das pessoas que vivem com HIV saibam que têm o vírus; 90% destas pessoas diagnosticadas estejam em tratamento; e 90% destes pacientes tratados tenham carga viral suprimida em seus organismos – situação em que, de acordo com estudos clínicos, as chances de transmissão de HIV se reduzem em 96%. Para 2030, a meta é alcançar 95-95-95 nestes três indicadores. A capital paranaense foi escolhida para participar deste esforço internacional por suas ações inovadoras em saúde pública e, em especial, na resposta à aids.
Hoje, no Brasil, 78% dos portadores de HIV receberam o diagnóstico do vírus, 56% dos diagnosticados aderiram ao tratamento com medicamentos antirretrovirais e 75% destes conseguem manter a carga viral abaixo do nível detectado pelos exames. Não há dados regionalizados para Curitiba, mas estima-se que a cidade acompanhe os índices nacionais.
“Curitiba tem um histórico importante no combate à epidemia. Foi, por exemplo, a primeira cidade a notificar todos os portadores de HIV, e não apenas os doentes de AIDS”, lembra o secretário municipal da Saúde, Adriano Massuda.
O secretário cita a eliminação da fila para atendimento desses casos. “A atual gestão trabalha para descentralizar o atendimento aos HIV positivos, um conjunto de pessoas que têm necessidades de saúde diversas e, por isso mesmo, podem ser bem acompanhadas por clínicos nas unidades de saúde próximas de suas residências, com o apoio de infectologistas. Com este trabalho conseguimos diminuir o tempo de espera para o atendimento e, junto a isso, com o trabalho realizado pelo programa Mãe Curitibana, no ano passado não registramos nenhum caso de transmissão vertical do vírus, que é a que passa de mãe para filho durante a gestação”, diz ele.
Serviços
A plataforma de orientação e solicitação do autoteste de HIV está disponível no endereço www.ahoraeagora.org. Os kits de testagem podem ser enviados aos interessados por correio ou retirados nos endereços descritos abaixo, conforme opção feita diretamente na plataforma:
Farmácia Popular
Rua Cândido Lopes, n.º 208, Centro
De segunda a sexta das 8h00 às 18h00 e aos sábados das 8h00 às 12h00

Terminais de autoatendimento
Rua 24 Horas, loja 21, Centro
Todos os dias da semana, das 09h00 às 22h00

Shopping Barigui
Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 600, Barigui
Segunda a sexta das 11h00 às 23h00, sábados das 10h00 às 23h00 e domingos das 12h00 às 23h00

Shopping Total
Rua Itacolomi 292, Portão
De segunda a sábado das 10h00 às 22h00 e domingos das 14h00 às 20h00

Unidade móvel
A unidade de testagem móvel do projeto “A Hora É Agora” funciona todas as sextas-feiras, das 18 às 22 horas, na Praça Osório, e aos sábados, das 19 às 23 horas, em local próximo à Praça Tiradentes. Eventuais alterações nos locais e horários de testagem estarão disponíveis na página do projeto no Facebook(http://goo.gl/k5wXmg) .
A testagem rápida do HIV também pode ser realizada no Centro de Orientação e Aconselhamento (COA - Rua do Rosário, 144, 6º andar), de segunda a sexta, em horário comercial.
Mais informações
www.ahoraeagora.org
fonte  http://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/plataforma-virtual-oferece-teste-de-hiv-que-pode-ser-feito-em-casa/35486
Facebook https://www.facebook.com/pages/A-Hora-%C3%A9-Agora/347093478792496
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Anexo(s) de Toni Reis - GMail | Exibir anexos na web
3 de 3 foto(s)

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

[] Curitiba #Denúncia - Barbearia propagandas #homofóbicas? será?

  Pessoal vejam e analisem se esta barbearia está sen homofóbica http://barbeariaclube.com.br/blog/2009/09/homem-bem-feito/ As propagandas estão sendo machistas e homofóbicas? Se sim... o que podemos fazer? Um abraço. Toni Reis to tonireisctba@gmail.com Sent: Thursday, January 15, 2015 2:00 PM Subject: Denúncia Olá, Moro em Curitiba/PR e gostaria de comunicar um caso que considero ser de homofobia: Uma rede de barbearias na cidade, chamada Barbearia Clube, tem como slogan "coisa de macho" e há algum tempo vêm colocando outdoors e fazendo propagandas aonde deixam claro que gays (homens frouxos, segundo eles), nao são dignos de entrar em seu estabelecimento. Ao visitar o site da empresa, encontrei a seguinte página: http://barbeariaclube.com.br/blog/2009/09/homem-bem-feito/ em que o estabelecimento elogia dois vídeos extremamente homofóbicos, e diz "assinar embaixo". Gostaria que tomassem conhecimento do caso e possíveis providências, pois creio que esta empresa age como incentivadora da homofobia e discriminação. Peço também anonimato, pois não quero me envolver de forma alguma com esta empresa. Grato pela compreensão, Atenciosamente, Renato Bianco. __._,_.___ Enviado por: "Toni Reis - GMail" Responder através da web • • através de email • Adicionar um novo tópico • Mensagens neste tópico (1) VISITE SEU GRUPO • Privacidade • Sair do grupo • Termos de uso . __,_._,___

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Por um #PlanoNacional de #Educaçãoinclusivo - Artigo de Toni Reis hoje Gazeta do Povo -

Toni Reis 8 de abril de 2014 11:25
Por um Plano Nacional de Educação inclusivo - Artigo de Toni Reis hoje publicado no Gazeta do Povo -

Por um Plano Nacional de Educação inclusivo

Publicado em 08/04/2014 | Toni Reis
Após vários adiamentos, uma comissão especial da Câmara dos Deputados deve votar hoje o projeto de lei do Plano Nacional de Educação para os próximos dez anos. Entre outras disposições inclusivas, o artigo 2.º da versão do projeto enviada pela Câmara para apreciação pelo Senado – que, inclusive, se baseou nas deliberações democraticamente elaboradas e aprovadas pela Conferência Nacional de Educação de 2010 – prevê: “São diretrizes do PNE (...) a superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da igualdade racial, regional, de gênero e de orientação sexual e na erradicação de todas as formas de discriminação”. Esta versão do projeto também prevê a flexão de gênero em sua redação (ex. os/as professores/as) com vistas à promoção da igualdade de gênero.

Contudo, o Senado aprovou um substitutivo com alterações. O artigo 2.º perdeu a exemplificação dos tipos de discriminação mais comuns, mantendo apenas a disposição genérica contra “todas as formas de discriminação”. Isto apesar dos achados de várias pesquisas em relação à discriminação no ambiente escolar, como a da Fipe/MEC/Inep, que revelou que as atitudes discriminatórias mais elevadas se relacionam a gênero (38,2%), orientação sexual (26,1%), étnico-racial (22,9%) e territorial (20,6%). Esses dados indicam precisamente por que a versão original do artigo 2.º do projeto tem a redação acima.

Na sociedade em geral, essas atitudes se extrapolam além da mera discriminação: 26% dos brasileiros acham que mulher de roupa curta merece ser atacada, segundo o Ipea; em 2010 houve 34.983 homicídios de pessoas negras no país. Em 2012, o governo federal recebeu 9.982 denúncias de violação dos direitos humanos de pessoas LGBT. Esses dados apontam para a premente necessidade de especificar e enfrentar essas e outras formas de discriminação. Este processo precisa começar por um sistema de educação inclusiva.
Em relação à reflexão de gênero, o substitutivo do Senado requer a “supressão, em todo o texto, da flexão de gênero, adotando a forma genérica masculina”. Essa disposição perpetuará o machismo. E mais: insistir em usar apenas a forma masculina é um desrespeito às mulheres, que são a esmagadora maioria dos/das profissionais de educação no Brasil.

Há quem já tenha declarado publicamente, em relação ao PNE, que a mulher tem de permanecer numa condição inferior e subordinada ao homem. Outros veem nas disposições propostas no PNE acerca de gênero e orientação sexual uma afronta à instituição da família, porque se recusam a enxergar a realidade das múltiplas formas de família, identificadas inclusive pelo último censo.

É preciso fazer cumprir o que a Constituição estabelece: que todas as pessoas são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, que a educação é um direito de todos e todas, devendo ser garantida a igualdade de condições para o acesso e permanência na escola, e que tanto o Estado quanto a educação pública são laicos. Acima de tudo, é nestes princípios que a proposta original do PNE se baseou na tentativa de garantir a educação inclusiva. Isto deve ser respeitado e sua redação original deve ser mantida, se queremos acabar com o triste quadro de desigualdade, discriminação e homicídios retratado acima.

Toni Reis, doutor em Educação, é membro integrante dos fóruns Nacional, Estadual (Paraná) e Municipal (Curitiba) de Educação.

fonte http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/conteudo.phtml?tl=1&id=1460400&tit=Por-um-Plano-Nacional-de-Educacao-inclusivo


quarta-feira, 4 de setembro de 2013

[fonaids] Reunião com Miistério da Saúde - enfrentamento do HIV/ aids [1 Anexo

Pessoal   
 
No  dia 28   de  agosto, tivemos uma reunião  com o Ministério  da Saúde  para discutir a situação-problema  e  possíveis  respostas em relação ao enfrentamento do HIV/ aids na população gay.
 
Participaram da  reunião Jarbas  Barbosa, Secretário  de  Vigilância  em Saúde, representando o Ministro  Alexandre Padilha,  bem como o chefe  de  gabinete do secretário, Marcos Quito.
 
Do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais participaram Ivo Brito  e   Acioli Neto,  representando  Dr.  Fábio  Mesquita  que  estava  em  reunião  fora  do  país.
 
Também participou Alessandro  Melchior , presidente  do  Conselho  Nacional  da  Juventude.
 
Infelizmente,  o presidente  da ABGLT, Carlos  Magno, não pôde participar da reunião devido a um problema  com as passagens.
 
 
 
Toni Reis
Secretário   de  Educação  da  ABGLT
 

quarta-feira, 1 de maio de 2013

VEJA COMO UMA LÉSBICA E UM GAY DEVEM MORRER

Pessoal  desculpem mas  tenho  que  compartilhar.  Estas  ameaças.

Hoje mesmo   levarei  ao  conhecimento     das autoridades   competentes

Continuamos  na  luta   mesmo  com  todas  estas  ameaças.

Toni Reis

 


Toni viadão quer dar o cu lá PC do B ,verme covarde agressor de idosos ,VEJA COMO UMA LÉSBICA E UM GAY DEVEM MORRER 
1) de uma surra metendo vários socos e chutes na cara e na cabeça da sapatão ou do viado.
2)  depois que espancou a lésbica nojenta ,corte a cabeça da lésbica cretina se satisfazendo em ver o sangue jorrar.
3) chutar a cabeça da sapatona  ou do viado sem para depois de cortada a cabeça de seu corpo .
 É o que precisa acontecer com vc .

veja uma foto como exemplo como que se deve fazer com lésbicas e tb com gays.

http://www.flogao.com.br/ghiorzi/129880027
ghiorzi | Cabeça cortada

 

Toni,
Fiquei horrorizada com tamanha brutalidade, falta de caráter, sei como vc é espero o melhor para vc e que descubram quem é este ser porque quem pensa desta forma só pode ser um alienado, lunático não consigo pensar em uma pessoas falando isto pra mim nem animal é porque os animais ainda são melhores que um ser doentio como este.
Abraços solidários
Marly Fontoura
GAV- Castro-Pr.



Pessoal  desculpem mas  tenho  que  compartilhar.  Estas  ameaças.

Hoje mesmo   levarei  ao  conhecimento     das autoridades   competentes.

Continuamos  na  luta   mesmo  com  todas  estas  ameaças.

Toni Reis


Toni é um absurdo o que diz essa pessoa,  espero que a polícia consiga descobrir de que IP veio essa mensagem!
Abraços, 
Rubens





Que horror,
  Passei mal com essas imagens.
Laurinha

     _                           
 ___/__)            ,     /)     
(, /   _       __    __  (/   _  
  /   (_(_(_(_/ (__(_/ (_/ )_(_(_  
 (_____

  
 PARA QUEM NÂO SABE::::
   Pode-se fazer via internet mesmo o registro na safer net.
   Depois procurar delegacia de crimes ciberneticos para registrar tambem.
   E aguardar resultado.
   CARO TONI NÃO SE INTIMIDE SEI QUE JA TOMASTES PROVIDENCIA.
   COMUNICO QUE COMPARTILHEI E DIVULGUEI EM REDES:::::
   NGB

domingo, 10 de fevereiro de 2013

#ABGLT #COMUNICADO #TONIREIS

ABGLT passa a de 257 a ter 274 organizações afiliadas após a assembleia de 26/01/2013 em Curitiba - com as desfialiaçaões novas afiliações



Pessoal da  ABGLT e  aliadas.

Estamos  preparando a ata  da última assembleia da ABGLT para  ser  registrada no  dia  18/02/2013.

Favor  conferir   todas as   novas  afiliações - em  anexo  e  abaixo - em vermelho.

Foram  desfiliadas   as    organizações  que  mandaram a  documentação oficial  assinada  pelo  representante  legal.

Após a assembléia de 26/01/2013 em  Curitiba, agora a ABGLT  passa  a ter 274 organizações afiliadas - com as desfiliações e as novas afiliações.

Há  várias  organizações  pendentes  dos  documentos. É fundamental  encaminhá-los para nós a  documentação  completa para  a  devida   regularização  e  passar   a ser efetivamente  afiliadas, conforme exige o  novo  Estatuto.

Favor  encaminhar  até  dia  18/02/2013.  às 18 horas.

Um abraço   e na  folia  do  carnaval  trabalhando    por uma   ABGLT  mais  forte  e  de  Luta.

Toni Reis
Secretário  de  Educação  da  ABGLT



Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais

Categoria: Organizações Associadas

Associação de Homossexuais do Acre - Rio Branco - AC
Sohmos Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros de Arapiraca - AL
Grupo de Gays, Lésbicas da Cidade de Delmiro Gouveia – GLAD - Delmiro Gouveia - AL
Afinidades – GLSTAL – Maceió - AL
Associação de Homossexuais de Complexo Benedito Bentes – AHCBB – Maceió - AL
Associação de Jovens GLBTs de Alagoas – ARTJOVEM – Maceió - AL
Filhos do Axé – Maceió - AL
Grupo Gay de Alagoas – Maceió - AL
Grupo Gay de Maceió - AL
Pró-Vida – LGBT – Maceió - AL
Grupo Enfrentar – Viçosa - AL
Grupo Direito à Vida - AL
MGLTM - Movimento de Gays, Lésbicas e Transgêneros de Manacapuru  - AM
Associação Amazonense de GLT – Manaus - AM
Associação das Travestis do Amazonas – ATRAAM – Manaus - AM
Associação Homossexual do Estado do Amazonas – Manaus - AM
Associação Orquídeas GLBT – Manaus - AM
Grupo Ghata -  Grupo das Homossexuais Thildes do Amapá – Macapá - AP
Organização Homossexual Geral de Alagoinhas – OHGA – Alagoinhas - BA
Grupo Gay de Camaçari – Camaçari - BA
Fund e Assoc de Ação Social e DH GLBT de Canavieiras e Região – Canavieiras - BA
Grupo Gay de Dias D'Ávila - BA
Grupo Liberdade, Igualdade e Cidadania Homossexual – GLICH - Feira de Santana - BA
Transfêmea - Feira de Santana - BA
Eros – Grupo de Apoio e Luta pela Livre Orientação Sexual do Sul da Bahia – Ilhéus - BA
Grupo Humanus – Itabuna - BA
Grupo Gay de Lauro de Freitas - Lauro de Freitas - BA
Associação da Parada do Orgulho LGBT de Mata de São João – GRITTE - Mata de São João - BA
Movimento de Articulação Homossexual de Paulo Afonso - Paulo Afonso - BA
Grupo Fênix - Movimento em Defesa da Cidadania LGBT de Pojuca - BA
Associação Beco das Cores - Educação, Cultura e Cidadania LGBT (ABC-LGBT) – Salvador - BA
Associação das Travestis de Salvador – ATRÁS – Salvador - BA
Associação de Defesa e Proteção dos Direitos de Homossexuais - PRO HOMO – Salvador - BA
Grupo Felipa de Sousa - Salvador - BA
Grupo Gay da Bahia – Salvador - BA
Grupo Homossexual da Periferia – Salvador - BA
Grupo Licoria Ilione – Salvador - BA
Quimbanda Dudu – Salvador - BA
Grupo de Resistência Flor de Mandacaru – Caucaia - CE
Associação de Travestis do Ceará – ATRAC – Fortaleza - CE
Grupo de Resistência Asa Branca – GRAB – Fortaleza - CE
Movimento Arco-Iris da Sociedade Horizontina – MAISH – Horizonte - CE
GALOSC – Grupo de Apoio à Livre Orientação Sexual do Cariri - Juazeiro do Norte - CE
Grupo de Amor e Prevenção pela Vida - GAP - Pela Vida – Maracanaú - CE
Ações Cidadãs em Orientação Sexual – Brasília - DF
Estruturação – Grupo d Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Trans de Brasília - DF
ELOS - Grupo de Lésbicas, Gays, Travestis e Trans. do Dist. Federal e Entorno – Sobradinho - DF
GOLD - Grupo Ogulho Liberdade e Dignidade – Colatina - ES
Associação Gabrielense de Apoio à Homossexualidade – AGAH - São Gabriel da Palha - ES
Associação das Travestis do Espírito Santo – ASTRAES - São Mateus - ES
AGTLA - Associação de Gays, Transgêneros e Lésbicas de Anápolis – Anápolis - GO
Sociedade Oasis – Anápolis - GO
AGLST-RAQ - Associação de Gays, Lésbicas e Transgêneros da Região Águas Quentes - Caldas Novas - GO
Associação Desportiva de Gays, Lésbicas, Travestis e Transgêneros de Goiás – Goiânia - GO
Associação Goiana de Gays, Lésbicas e Transgêneros – AGLT – Goiânia - GO
Associação Ipê Rosa –Goiânia - GO
ASTRAL-GO – Goiânia - GO
Fórum de Transexuais do Goiás – Goiânia - GO
Grupo Oxumaré- Direitos Humanos Negritude e Homossexualidade – Goiânia - GO
Associação Jataiense de Direitos Humanos - Nova Mente – Jataí – GO
ACDHRio – Associação por Cidadania e Direitos Humanos LGBT de Rio Verde/GO e Região - GO
Grupo Flor de Bacaba – Bacabal - MA
Associação Gay de Imperatriz e Região – Imperatriz - MA
GAPDST - Grupo de Apoio e Prevenção – Imperatriz - MA
Grupo Passo Livre - Paço do Lumiar - MA
Grupo Solidário Lilás - São José de Ribamar - MA
Grupo Expressão - São Luis - MA
Grupo Gayvota - São Luis - MA
Grupo Lema - São Luis - MA
Organização dos Direito e Cidadania de Homossexuais do Estado do Maranhão - São Luis - MA
Movimento Gay e Alfenas e Região Sul de Minas – Alfenas - MG
Movimento Gay de Barbacena – MGB – Barbacena - MG
ALEM - Associação Lésbica de Minas - Belo Horizonte - MG
Associação de Transexuais e Travestis de Belo Horizonte – ASSTRAV - Belo Horizonte - MG
Centro de Luta pela Livre Orientação Sexual – CELLOS - Belo Horizonte - MG
Instituto Horizontes da Paz - Belo Horizonte – MG
Libertos Comunicação - Belo Horizonte – MG
Movimento Gay de Betim - MG
Centro de Luta pela Livre Orientação Sexual de Contagem- CELLOS – Contagem - MG
MGD - Movimento Gay de Divinópolis – Divinópolis - MG
MGS - Movimento Gay e Simpatizantes do Vale do Aço – Ipatinga - MG
GALDIUM - Grupo de Apoio Luta e Defesa dos Interesses das Minorias – Itaúna - MG
MGM - Movimento Gay de Minas - Juiz de Fora - MG
MGG - Movimento Gay dos Gerais - Montes Claros - MG
Movimento Gay de Nanuque – MGN – Nanuque - MG
Shama - Associação Homossexual de Ajuda Mútua – Uberlândia - MG
MOOCAH - MG
Associação das Travestis e Transexuais do Mato Grosso do Sul - Campo Grande - MS
Grupo Iguais - Campo Grande - MS
Movimento de Emancipação Sexual, Cidadania, Liberdade e Ativismo do MS - Campo Grande  - MS
MESCLA - MS
Associação de Gays, Lésbicas e Travestis de Cáceres – Cáceres - MT
GRADELOS - Grupo Afro-descendente de Livre Orientação Sexual – Cuiabá - MT
Grupo Livre-Mente – Cuiabá - MT
LIBLES - Associação de Direitos Humanos e Sexualidade Liberdade Lésbica – Cuiabá - MT
Associação GLS- Vida Ativa – Rondonópolis - MT
Associação das Travestis do Mato Grosso – ASTRAMT - Cuiabá - MT
APOLO - Grupo Pela Livre Orientação Sexual – Belém - PA
Cidadania, Orgulho e Respeito – COR – Belém - PA
Grupo Homossexual do Pará – Belém - PA
Movimento Homossexual de Belém – Belém - PA
Associação LGBT de Tucuruí - PA
LesbiPará  - PA
Associação dos Homossexuais de Campina Grande, Estado da Paraíba - AHCG/PB - Campina Grande - PB
Gayrreiros do Vale do Paraíba – GVP – Itabaiana - PB
Associação das Travestis da Paraíba – ASTRAPA - João Pessoa - PB
Movimento do Espírito Lilás – MEL - João Pessoa - PB
TABIRAH - Associação de Homossexuais, Lésbicas, Travestis... – Tabira - PE
Grupo Homossexual do Cabo - Cabo Santo Agostinho - PE
Articulação e Movimento Homossexual de Recife – AMHOR – Jaboatão - PE
SHUDO - Associação de Articulação de Defesa e Promoção dos Direitos Humanos – Olinda - PE
Grupo Gay de Pernambuco – Recife - PE
Movimento Gay Leões do Norte – Recife - PE
Satyricon- Grupo de Apoio e Defesa da Orientação Sexual – Recife - PE
Atos de Cidadania - São Lourenço da Mata - PE
Grupo Unificado de Apoio à Diversidade Sexual de Parnaíba – O GUARÁ – Parnaíba - PI
Associação de Travestis do Piauí – ATRAPI – Teresina - PI
GGLOS LGBT - PI
Grupo Expressões - direitos humanos, cultura e cidadania – Cascavel - PR
Associação Paranaense da Parada da Diversidade – APPAD – Curitiba - PR
Dom da Terra – Curitiba - PR
Grupo Dignidade – Curitiba - PR
Inpar 28 de Junho- Instituto Paranaense 28 de Junho – Curitiba - PR
Transgrupo Marcela Prado – Curitiba - PR
Grupo Renascer - Ponta Grossa - PR
Grupo União pela Vida – Umuarama - PR
Grupo Arraial Free - Araial do Cabo - RJ
Grupo Triângulo Rosa - Belford Roxo - RJ
Grupo Cabo Free de Conscientização Homossexual - Cabo Frio - RJ
Grupo Iguais - Conscientização Contra o Preconceito - Cabo Frio - RJ
Grupo Esperança - Campos dos Goytacazes - RJ
Grupo Pluralidade e Diversidade - Duque de Caxias - RJ
ONG Movimento da Diversidade Sexual – Macaé - RJ
Associação de Gays e Amigos de Nova Iguaçu – AGANI – Mesquita - RJ
Grupo Atividade EN'atividade – GAEN – Natividade - RJ
GDN - Grupo Diversidade Niterói – Niterói - RJ
Grupo Sete Cores – Niterói - RJ
Amores- Organização Não Governamental de Apoio à Diversidade Sexual - Nova Friburgo - RJ
Grupo 28 de Junho- pela Cidadania Homossexual - Nova Iguaçu - RJ
ATOBÁ- Movimento de Afirmação Homossexual - Rio de Janeiro - RJ
Grupo Arco-Íris de Conscientização Homossexual - Rio de Janeiro - RJ
Instituto Arco-Íris de Direitos Humanos e Combate à Homofobia - Rio de Janeiro - RJ
Movimento D´ELLAS - Rio de Janeiro - RJ
Turma OK - Rio de Janeiro - RJ
Cidadania Gay - Sao Gonçalo - RJ
Aldeia Diversidade - RJ
Cores da Vida – Rio das Ostras- RJ
Associação das Travestis do Rio Grande do Norte – ASTRARN – Natal - RN
Grupo de Afirmação Homossexual Potiguar – GAHP – Natal - RN
Grupo Habeas Corpus Potiguar – Natal - RN
GAYRO - Grupo Arco-Íris de Rondônia – Cacoal - RO
GGR - Grupo Gay de Rondônia - Porto Velho - RO
Tucuxi- Núcleo de Promoção da Livre Orientação Sexual - Porto Velho - RO
Grupo Beija-flor Organização em Defesa da Livre Orientação e Expressão Sexual – Vilhena - RO
Associação Roraimense Pela Diverrsidade Sexual - Boa Vista - RR
Grupo Igualdade de Guaíba – Guaíba - RS
Igualdade - Associação de Travestis e Transexuais do Rio Grande do Sul - Porto Alegre - RS
Outra Visão – Grupo GLTB - Porto Alegre - RS
Grupo Igualdade de Tramandaí – Tramandaí - RS
ADEH – Associação em Defesa dos Direitos Humanos com Enfoque na Sexualidade da Grande Florianópolis - SC
Associação Arco-Iris – Joinville - SC
GATA - Associação de Transgêneros da Amurel – Tubarão - SC
Associação de Defesa Homossexual de Sergipe – ADHONS – Aracajú - SE
ASTRA – Direitos Humanos e Cidadania GLTB – Aracajú - SE
Unidas de Travestis – Aracajú - SE
MOLS - SE
Identidade - Grupo de Luta pela Diversidade Sexual – Campinas - SP
Grupo Gay de Guarujá – Guarujá - SP
Lésbicas Organizadas da Baixada Santista – LOBAS – Guarujá - SP
ONG Reintegrando Vidas – REVIDA – Jacareí - SP
CASVI - Centro de Apoio e  Solidariedade à Vida – Piracicaba - SP
Grupo Rosa Vermelha - Ribeirão Preto - SP
Ação Brotar pela Cidadania e Diversidade Sexual - ABCD'S - Santo André - SP
Lésbicas e Gays do Litoral – LEGAL – Santos - SP
ONG Visibilidade LGBT - São Carlos - SP
Associação de Populações Vulneráveis – APV - São José do Rio Preto - SP
Associação Rio-Pretense de Travestis, Transexuais e Simpatizantes - ARTT'S - São José do Rio Preto - SP
Grupo de Amparo ao Doente de Aids – GADA - São José do Rio Preto - SP
Associação de Pessoas GLSBT – Ser Humano - São Paulo - SP
CFL - Coletivo de Feministas Lésbicas - São Paulo - SP
Instituto Edson Néris - São Paulo - SP
CORSA - Cidadania, Orgulho, Respeito, Solidariedade, Amor - São Paulo - SP
Associação Vida Esperança - São Vicente - SP
Vanguarda Esperança - SP
Associação Grupo Ipê Amarelo pela Livre Orientação Sexual – GIAMA – Palmas – TO

Novas afiliações na categoria Associadas em 26/01/2013:

Alessa – Associação de Livre Orientação Sexual de Ananindeua – PA
Grupo Contra o Preconceito – Simões Filho-BA
Grupo Humanizar-se de Alagoinhas-BA
Grupo Realidade Colorida – Camaçari-BA
Grupo Saphos LGBT – Ilhéus-BA
KIU! – Coletivo Universitário pela Diversidade Sexual – Salvador-BA
Movimento Anti-Homofobia de Paulo Afonso-BA
Movimento de Lésbicas e Mulheres Bissexuais  da Bahia
Associação das Travestis Reencontrando a Vida do Rio Grande do Norte  – Natal-RN
Arco-Íris – Grupo LGBTs – Madre de Deus-BA
Associação Goiana da Diversidade LGBT de Anápolis-GO
SADHLOESTUR – Sociedade Araguaia pelo Ambiente, Cultura, Desporto, Diversidade, Direitos Humanos, Livre Orientação e Expressão Sexual, Saúde, Segurança e Turismo – Barra do Garças-MT
Aliança Jovem LGBT – Curitiba-PR
Associação Borboleta – Bady Bassitt-SP
Organização LGBT de Muriaé-MG
OLGA – Organização de Lésbicas e Garotas Ativistas – São José do Rio Preto – SP
ELO LGBT – Expressão Livre do Orgulho LGBT – Mauá-SP
Comunidade Ilê Axé Ya Locy – Bebedouro – SP
Centro Cultural Império do Samba – Bebedouro-SP
Centro de Apoio à Diversidade – Limeira-SP
Associação da Parada do Orgulho GLBT de Goiás
  


Categoria: Organizações Colaboradoras

GAAC- Grupo Anti-aids de Camaçari – Camaçari - BA
Centro Anti-aids de Feira de Santana - Feira de Santana - BA
Associação dos Moradores do Pontal – AMOP – Ilhéus - BA
Centro Baiano Anti-Aids – Salvador - BA
Centro de Cidadania Sexual do GAPA-BA – Salvador - BA
Grupo Palavra de Mulher Lésbica – Salvador - BA
Associação das Prostitutas do Ceará – Fortaleza - CE
Rede Solidariedade Positiva – CE
Campanha Nacional pelo Fim da Exploração, violência e turismo sexual contra crianças – Brasília - DF
Sociedade Oásis – Anápolis - GO
Grupo Amor e Vida – Ceres - GO
Associação de Negros do Estado de Goiás – Goiânia - GO
Centro de Valorização da Mulher – Goiânia - GO
Comunidade Asha – Goiânia - GO
GOS - Grupo de Orientação ao Soropositivo HIV+ - Goiânia - GO
Centro de Protagonismo Juvenil - Campo Grande - MS
Grupo Assistencial Experiência e Vida Ivandro Reis de Matos – GAE-Vida - Três Lagoas - MS
GAPA-PA - Grupo de Apoio à prevenção à Aids do Pará – Belém - PA
GRUVCAP- Grupo de Voluntário de Cajueiro da Praia - Cajueiro da Praia - PI
Associação de Luta pela Vida – PR
Grupo Semente da Vida – Colombo - PR
CEPAC - Centro Paranaense da Cidadania – Curitiba - PR
Rede Solidariedade – Curitiba - PR
RNP+ Curitiba e Região Metropolitana – Curitiba - PR
Núcleo de Ação Solidária à Aids – NASA - Foz do Iguaçu - PR
Voz pela Vida – Maringá – PR
AVIVER – Paranaguá - PR
ABDS- Associação Afro-Brasileira de Desenvolvimento Social - São José dos Pinhais - PR
Assistência Filantrópica a Aids de Araruana – AFADA – Araruana - RJ
Associação Irmãos da Solidariedade – Campos - RJ
Associação Viver – Itaperuna - RJ
Grupo Pela Vidda Niterói – Niterói - RJ
Movimento Acorda Cabuçu - Nova Iguaçu - RJ
AMOLP - Rio de Janeiro - RJ
GCC- Grupo de Convivência Cristã - Rio de Janeiro - RJ
Grupo Água Viva de Prevenção à Aids - Rio de Janeiro - RJ
Grupo Pela Vidda/ RJ - Rio de Janeiro - RJ
Programa Integrado de Marginalidade – PIM - Rio de Janeiro - RJ
RNP+ Núcleo - Rio de Janeiro - RJ
Grupo Milagre da Vida – Macaé-RJ
ICABO - RJ
STVBrasil - Sociedade Terra Viva – Natal - RN
Grupo Esperança – Alegrete - RS
FAPA- Frente de Apoio e Prevenção da Aids - Caxias do Sul - RS
GESTO - RS
APROSVI- Associação dos Profissionais do sexo do Vale do Itajaí - Balneário Camboriu - SC
Instituto Arco-Íris – Florianópolis - SC
GAIVP – Grupo de Apoio e Incentivo à Vida Positiva - Campo Limpo Paulista - SP
GASA- Grupo Ap. Sol. Paciente com AIDS – Catanduva - SP
Centro de Convivência Joanna d'Arc – Guarujá - SP
Grupo de Apoio Amor à Vida - São Bernardo do Campo - SP
APRENDA- Associação Paulista de Redutores de Danos - São José do Rio Preto - SP
GADA - Grupo de Amparo ao Doente de Aids - São José do Rio Preto - SP
Grupo de Amparo ao Doente de Aids – GADA - São José do Rio Preto - SP
GAPA SJC –  Grupo de Apoio à prevenção à Aids- São José dos Campos - SP
APTA - Associação para Prevenção e Tratamento da Aids - São Paulo - SP
Associação Civil Anima - São Paulo - SP
Associação de Incentivo à Educação e à Saúde de São Paulo – AIESSP - São Paulo- SP
Grupo Prisma - São Paulo – SP

Novas afiliações na categoria Colaboradoras em 26/01/2013:

Associação dos Renais Crônicos e Transplantados do Sul da Bahia – Ilhéus-BA
ACEPUB - Associação e Centro de Estudos e Pesquisas da Unidade Brasileira – Ubarana-SP
SEIVA – Serviço de Esperança e Incentivo à Vida Agora – Ilha Solteira-SP



Categoria: Organizações Parceiras

Articulação Nacional das Travestis e Transexuais - ANTRA
Articulação Brasileira de Lésbicas - ABL
E-Jovem
ABRAGAY - Associação Brasileira de Gays
GPH - Associação Brasileira de Pais e Mães de Homossexuais

Nova afiliação na categoria Parceiras em 26/01/2013:

Instituto Brasileiro de Diversidade Sexual
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Anexo(s) de Toni Reis - GMail
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