Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

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Ativismo Contra Aids/TB

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sábado, 14 de junho de 2014

Pacientes com Câncer assistem 1 o jogo da Copa

​ Com Neymar, na saúde e na doença O Brasil da Copa e o dos hospitais, segundo os pacientes do maior centro de tratamento de câncer da América Latina CRISTIANE SEGATTO (TEXTO) E NATHALIA TAVOLIERI (VÍDEO) 13/06/2014 16h50 - Atualizado em 13/06/2014 17h11 Kindle inShare1 Eduardo Antonio Criado, de 69 anos, se emocionou com a vitória do Brasil na Copa (Foto: Nathalia Tavolieri / ÉPOCA)                                  Neymar não sabe, mas quando tocou a bola com o pé esquerdo e marcou o primeiro gol do Brasil, ele devolveu a alegria a um rosto que não combina com tristeza. Bastou a bola chacoalhar a rede para seis rugas de preocupação desaparecerem da testa do motorista Eduardo Antonio Queiroz Criado, de 69 anos. No 16° andar do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP), o maior hospital oncológico da América Latina, Eduardo não pôde soltar a voz. Mesmo assim, se fez entender. Agarrou a caneta e anotou no meu caderno: “Neymar chutando é sempre gol”.    Eduardo é otimista por natureza. Há quase um mês, vive sem a laringe. Perdeu as cordas vocais para o tumor provocado por 45 anos de cigarro. No hospital, ele se alimenta por uma sonda nasal. Passa 90 minutos preso ao suporte que transporta o preparado nutritivo. É o tempo de assistir a uma partida de futebol inteira. Às vezes, Eduardo engasga. Uma secreção escapa pela traqueostomia, o orifício aberto no pescoço. As duas filhas, Érica e Patrícia, correm para limpá-la. Nenhuma imagem da campanha antitabagista poderia ser mais explícita e didática. Quem vê, não esquece.  Apesar do desconforto imposto pelo tratamento, o motorista apoiou a Seleção como pôde. Quando Marcelo inaugurou o placar com um desconcertante gol contra, os olhos de Eduardo ficaram tristes. Foi quando ele mais se agarrou às cores da pátria. Sobre a cabeça enfaixada, ajeitou o chapéu de feltro em forma de bola verde e amarela. No caderno, anotou o incentivo que gostaria de soprar nos ouvidos de cada um dos jogadores: “O Brasil tem que manter a calma para virar o jogo”. Neymar, Oscar, David Luiz... Todo ídolo do futebol é o sobrevivente de disputas ferrenhas que o brasileiro aprende, desde criancinha, a entender como um fato da vida: as peneiras. Milhões de garotos gostariam de entrar em campo para defender o Brasil, mas só os melhores chegam lá. O sucesso é explicado por ingredientes comuns a outras formas de estrelato: talento, sorte e trabalho.   No futebol, as peneiras fazem sentido. No acesso à saúde, elas são inaceitáveis. Eduardo é sobrevivente de uma forma cruel de seleção. Até o final deste ano, o Brasil terá cerca de 580 mil casos novos de câncer. Pouca gente conseguirá se tratar, pelo SUS, em um centro de excelência como o ICESP. Quinze mil novos pacientes por ano é o máximo que a instituição consegue atender.     Em São Paulo, como no país inteiro, a maioria dos doentes sequer se tornará paciente. Perderá o jogo antes de receber diagnóstico e conseguir começar o tratamento. “As pessoas passam muito tempo sem saber o que têm”, diz o médico Paulo Hoff, diretor geral do ICESP. “Descobrir um câncer não é alegria para ninguém, mas, na realidade brasileira, quem consegue receber pelo menos um diagnóstico já fica feliz”.   Tecnicamente, o ICESP é considerado um hospital de portas fechadas. Não recebe pessoas que desconfiam da doença. Se a estrutura fosse utilizada para fazer triagem e diagnóstico, não sobrariam braços e orçamento para oferecer o tratamento de alta qualidade que caracteriza o instituto. Só entram no ICESP os pacientes encaminhados por outras unidades de saúde. Gente que já passou por um posto de saúde, já venceu longos meses de espera por um exame e já tem indicação clara da necessidade de tratamento. Depois dessa corrida de obstáculos, metade dos pacientes que chegam ao ICESP tem tumores avançados (estágios 3 e 4, numa escala de um a quatro). O ideal seria que a maioria chegasse nas fases iniciais da doença. Oficialmente, o hospital deveria atender apenas a população da capital e casos especiais encaminhados por outras instituições do interior paulista. Basta passar uma manhã na porta do instituto para ver a movimentação de pacientes de outros municípios e até de outras unidades da federação. “Não discriminamos ninguém”, diz Hoff. “Não investigamos onde as pessoas moram, mas esse afluxo de pacientes é um claro sinal da ausência de tratamento de câncer nos outros estados”, afirma. As vagas do ICESP são disputadas não apenas pelos pacientes do SUS. Quando a doença se agrava e os planos de saúde não cumprem com suas obrigações -- algo tão corriqueiro quanto um pênalti em dia de jogo tenso -- os clientes do mercado privado engrossam as filas do instituto. "Vários amigos com casos de câncer na família me pedem ajuda para conseguir uma vaga aqui”, afirma Patrícia, uma das filhas de Eduardo. “Quem sou eu?”, diz ela.  Eduardo coloca a caneta em ação: “Sou muito bem tratado aqui. Sinto pena dos brasileiros que não têm a mesma sorte.” A família sonha com o dia em que o ICESP e outras raras instituições públicas de excelência no país deixem de ser um privilégio para tão poucos. Para a presidente, ele anota um recado cristalino: “Dilma não se preocupa porque está com os melhores médicos. Se ela tivesse que passar por um hospital público, daria mais valor”.   Eduardo com a família e a equipe de enfermeiros do ICESP. Eles assistiram juntos ao primeiro jogo da Seleção na Copa de 2014 (Foto: Nathalia Tavolieri / ÉPOCA) No dia histórico em que o Brasil abrigou uma Copa do Mundo, vários pacientes expressaram o desejo de ver o país provar que é capaz de organizar a saúde. Sozinhos, com a família ou com os amigos reunidos no ICESP, eles torceram pela Seleção. Os sentimentos e as aspirações dos que não puderam ir às ruas foram registrados em vídeo pela repórter Nathalia Tavolieri. Eduardo era um dos mais animados. Os netos Gustavo, de 17 anos, Letícia (11) e Gabriela (9), não aceitaram viver a primeira Copa no Brasil sem o avô. Compraram camisetas, acessórios e adereços para enfeitar o quarto do hospital. Naquela tarde, ele seria a melhor extensão possível da casa de Diadema, na Grande São Paulo. Faltaram alguns detalhes. Não havia a TV de 42 polegadas nem as seis caixas de som que Eduardo fez questão de comprar para acompanhar os jogos do Corinthians. Em campo, não havia os ídolos que ele viu jogar para nunca mais esquecer: o mítico goleiro Gilmar, Sócrates, Basílio, Vaguinho, Zé Maria, Russo, Birobiro... Não havia pipoca, sua especialidade altamente reconhecida na vizinhança. “Ele faz doce e salgada”, diz a neta Gabriela. “É tão boa, mas tão boa que minhas amigas perguntam se ele é pipoqueiro”. O que não faltou foi afetividade. Naquela família, havia tanta e em quantidade tão generosa a ponto de transbordar pelos corredores do hospital. Quem passou por lá, sentiu. Se Eduardo continuar se recuperando tão bem da cirurgia, talvez tenha alta nos próximos dias. Chegará a Diadema a tempo de ajudar a enfeitar a rua. Não faltarão pacientes para ocupar a vaga tão disputada no quarto 1637.   Sistemas de saúde capazes de atender 100% da demanda são cada vez mais raros – se é que existem, de fato, em algum país. O Brasil certamente não é um deles. Os buracos da peneira de acesso à saúde não podem continuar a ser tão estreitos quanto o fundo de uma agulha. É preciso alargar essa malha e botar para dentro quem precisa de ajuda. Numa terra de tantos craques, está faltando artilheiro para marcar esse gol. (Cristiane Segatto escreve às sextas-feiras)    

quinta-feira, 29 de maio de 2014

sexta-feira, 28 de março de 2014

quarta-feira, 22 de maio de 2013

CLIPPING - 22/maio/2013

A culpa é das mulheres (Larissa Lima)   
Em 2005 foram registrados 15.351 casos de estupro (dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Ministério da Justiça e Sistema Único de Saúde). Em 2010 o número subiu para 41.294 e em 2013 os casos vêm aumentando. Só neste ano, o Rio de Janeiro registrou 1.494 novos estupros e atentados ao pudor contra mulheres.  Apesar da quantidade espantosa desse tipo de violência, alguns casos só passaram a ser noticiados e trazidos a público depois do estupro de um casal de estrangeiros no Rio. A preocupação e a celeuma entre os jornalistas e políticos é a imagem do Brasil “lá fora”. O mundo, com seus olhos voltados para os próximos grandes eventos que o país vai sediar, não pode ficar com essa indigesta impressão, ora. Dois desses eventos acontecem no Rio de Janeiro, onde o governador do estado prontamente resolveu a questão: proibidas as vans na zona sul da cidade. Isso basta, turista nenhum vai além dos grandes cartões postais e a população pode continuar convivendo com o que sempre conviveu. Devidamente embaixo dos panos e dos pés descompassados.  Quem freqüenta as redes sociais ainda pôde ver o incômodo com essa a preocupação com a imagem do país da Copa, muito mais do que com a vulnerabilidade das mulheres (quase 90% dos casos de estupro são contra as mulheres), onde ainda havia espanto com esse tipo de postura. Para as/os feministas, fato nada surpreendente. Já socialmente o feminismo vem tendo seu valor diminuído, por supostamente já termos chegado à igualdade de gêneros. Chegamos? No recente caso de Cleveland (EUA), em que três mulheres foram mantidas presas por 10 anos, nos portais de notícias não era raro ver comentários de que aquela situação seria impossível, de que ninguém é mantido sob cárcere por 10 anos e, possivelmente, as mulheres compactuaram com o sequestrador. A matéria que o Fantástico exibiu domingo (12/5), termina com a frase de Ariel Castro de que elas só estavam ali porque cometeram o erro de entrar no carro de um estranho. O erro era, a exemplo dos casos de estupro, mais uma vez das mulheres. Também recentemente, o sempre equivocado deputado federal Marco Feliciano afirmou no livro Religiões e política; uma análise da atuação dos parlamentares evangélicos sobre direitos das mulheres e LGBTs no Brasil, que o estímulo às mulheres para que elas tenham os mesmos direitos que os homens é uma forma de atingir a família e acabar com a sociedade.  Esses são casos mais gritantes, mais óbvios e, consequentemente, mais fáceis de serem combatidos. E quando a discriminação de gênero está tão inserida no modo de enxergar a sociedade que não são facilmente percebidos?  Ah, não, papo de patriarcado? Mas que modo patriarcal é esse se as mulheres já podem votar, trabalhar e fazer tudo que os homens fazem? Elas já não podem gozar, até, da mesma liberdade sexual conferida a eles?  Podem, também, andar de transporte público sem serem assediadas? Podem escolher andar como quiserem sem que isso seja interpretado como permissão para, adivinha, serem assediadas? Quando um brinquedo é definido como brinquedo de menino e de menina rompemos as barreiras de gênero? E quando uma mulher precisa pensar duas vezes quando vai fazer um caminho na rua, por riscos de ser estuprada, ela é livre? Ou ela é potencialmente mais um número para as tantas estatísticas relacionadas ao assunto?  Isso quando entram nas estatísticas. Os meios de informação diminuíram seu silêncio, já que ultimamente quase todos os dias podemos ver novos casos de estupro nos portais e telejornais. Mas, ainda assim, só são notícias dos casos coletivos ou em lugares públicos, como em metrôs, ônibus e banheiros. Ou Igrejas.

Femen decreta fim de filial brasileira: Não nos representa
A filial brasileira da organização feminista Femen não existe mais. A informação foi dada por uma das fundadoras do movimento original, a ucraniana Alexandra Shevchenko, em entrevista ao jornal Zero Hora. Segundo ela, a dissolução da organização no Brasil se deve aos problemas que tiveram com a sua organizadora no país, a paulista Sara Winter, que confirmou a notícia.“Gostaria de dizer algo que imagino seja novo para vocês. Não temos mais Femen Brazil. A pessoa que nos representava, Sara Winter, e que tem sua própria conta no Facebook, o Femen Brazil, não faz parte do nosso grupo. Tivemos muitos problemas com ela. Ela não está pronta para ser líder. É uma pena, mas essa decisão faz parte do nosso crescimento como movimento honesto. O Femen Brazil não nos representa”, disse Shevchenko ao jornal. Por sua vez, Sarah confirmou atritos com a matriz ucraniana. "As ucranianas são muito autoritárias. Em vários aspectos discordamos da postura delas, como no caso do comportamento discriminatório que elas tem com relação às mulheres islâmicas. Somos a favor da pluralidade religiosa", afirmou.  Ela afirma que não recebeu a ajuda de custo prometida para poder se dedicar somente ao movimento de maneira regular. No entanto, ela afirma que, mesmo sem o nome, pretende continuar organizando protestos.  Também afirmou ao Zero Hora que a organização lhe exigia ações “absurdas”: “Elas queriam que eu contratasse um helicóptero para desenhar um símbolo do Femen no Cristo Redentor. Como iria fazer uma coisa dessas? Queriam que eu encontrasse uma cruz de madeira no Rio ou em São Paulo e serrasse?”.

Participação da mulher na política brasileira cresce de forma lenta
Se o eleitorado brasileiro não tem preconceito em votar nas mulheres, por que a participação feminina na política cresce apenas 1%, em média, a cada eleição? Parte da resposta talvez se encontre nos partidos, que não estariam praticando "democracia de gênero", por exemplo, ao dificultar o acesso das mulheres às esferas decisórias da estrutura partidária. – Em parte, é verdade que a mulher não se interessa pela política, porque a campanha é um jogo de cargas marcadas. Ela sofre com a falta de espaço na televisão [propaganda eleitoral], de recursos, de apoio nos partidos. No dia em que os partidos mudarem a relação com as mulheres, pode ter certeza que seu interesse será proporcional à mudança das estruturas [partidárias] – aposta o demógrafo José Eustáquio Diniz Alves, professor de mestrado na Escola Nacional de Ciências Estatísticas (ENCE/IBGE). Mas a conta desta exclusão não pode ser cobrada apenas dos partidos. A sobrecarga dos afazeres domésticos sobre as mulheres – que já respondem por 44% da força de trabalho brasileira – também é um fator de peso a distanciar a mulher da prática política, segundo ressaltou a professora Clara Araújo, do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). – As mulheres trabalham em casa mais que o dobro de horas dedicadas pelos homens: 26 horas contra 10 horas semanais – comentou a pesquisadora. Este cenário foi revelado, nesta terça-feira (21), durante audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Detalhes dessa realidade constam do livro "Mulheres nas Eleições 2010", lançado na ocasião e elaborado com a participação de José Eustáquio Diniz e Clara Araújo. O demógrafo espera que a publicação contribua para acelerar o processo de paridade nas disputas políticas. E, neste esforço para vencer o "déficit democrático de gênero", que ajude a tirar o Brasil da posição de lanterna quanto à participação feminina no cenário político internacional. – O Brasil tem menos de 10% de mulheres na política, perdendo até para o Iraque e o Afeganistão. Para dividir paritariamente [os cargos políticos] com os homens, as mulheres vão levar quase 150 anos, já que o ritmo de crescimento é de 1% a cada eleição – observou José Eustáquio Diniz.

Um delírio do CNJ
A Constituição não atribui ao Conselho Nacional de Justiça a função de legislar. Sendo um órgão administrativo do Judiciário obviamente não pode extrapolar das suas funções, que sequer são jurisdicionais, mas apenas, em escala constitucional superlativa, administrativas.
Embora com poder regulamentar e disciplinar em seu amplo âmbito de atuação, o regime democrático jamais reconheceu a órgão administrativo o poder de legislar, criando normas gerais vinculantes para a sociedade, ainda mais quando versam sobre matéria constitucional. A Resolução nº 175 de 14/05/2013 do CNJ viola o preceito. Não se discute a aceitação do casamento homoafetivo e de seus efeitos civis, mas sim que nenhum órgão administrativo pode interferir na vida civil-constitucional do cidadão. Como importante valor fundante o casamento tem sua disciplina prevista na Constituição, daí sua inquestionável situação de base da família e da sociedade. O ministro Gilmar Mendes abriu polêmica no meio jurídico, assinalando que a decisão do STF de 2011 não tratava de casamento, mas apenas de união estável. Segundo ele, a decisão não legitimou automaticamente o casamento homoafetivo, afirmando que "o tribunal só tratou da questão da união estável, mandou aplicar a união estável". Também o subprocurador-geral da República Francisco Sanseverino afirmou que seria necessária "ou edição de uma lei ou uma nova decisão em outra ação do STF". A conselheira Maria Cristina Peduzzi votou pela rejeição da Resolução, destacando que a regra não poderia ser estabelecida pelo CNJ sem previsão legal. A legislação sobre direito civil é privativa da União, competindo ao STF a interpretação final da Constituição. A nação não suporta o papel de uma instituição-curinga que, ao invés de cumprir sua finalidade, enverede pelo perigoso surto da usurpação de poder.O CNJ não deve vulgarizar-se, escorregando pelo movediço terreno do delírio institucional.

PSC entra no STF com mandado de segurança contra registro de casamento gay
O Partido Social Cristão (PSC) ajuizou nesta terça-feira (21/5), no Supremo Tribunal Federal, mandado de segurança com pedido de liminar, com o objetivo de anular a regulamentação do casamento homossexual, aprovada pelo Conselho Nacional de Justiça. No último dia 15, o Diário da Justiça publicou a Resolução 175 do CNJ, que obriga os cartórios do país a registrar como casamento civil a união estável de pessoas do mesmo sexo. A ação terá como relator, por sorteio, ministro Luiz Fux, O advogado do PSC, Antonio Oliboni, afirma na petição que “prevalecendo a Resolução do CNJ, verifica-se que poderá ocorrer uma grande injustiça contra o impetrante e seus filiados, especialmente aos deputados federais e senadores, no exercício de seus respectivos mandatos, uma vez que a posição partidária do PSC é contra o tema da resolução citada”, tendo havido “uma usurpação da função de um dos poderes da República (Legislativo) por parte do Poder Judiciário”. O PSC tem, no Congresso, um senador e 19 deputados.

Ensino Religioso nas Escolas
É difícil dizer que o Estado Brasileiro é laico, quando se vê no preâmbulo da Constituição de 1988, em vigor, apesar das mais de sessenta emendas, que foi promulgada sob a proteção de Deus. A polêmica pode ainda ser ampliada ao se analisar o conteúdo do texto constitucional, que estabelece: liberdade de culto religioso; impedimento ao Estado de embaraçar o funcionamento de igrejas ou a sua manutenção; a imunidade de impostos para as sociedades religiosas e, demais disso, os subsídios financeiros do Estado para as instituições de ensino confessionais. O Estado Brasileiro tem tratados com o Vaticano, ente estatal da Igreja Católica. Esta se beneficia de laudêmios nas áreas centrais das cidades, que se expressa numa taxa que o proprietário tem que pagar anualmente para as dioceses.O Estado Brasileiro tem um regime de concessão de emissoras de TV e rádio para as sociedades ou associações religiosas.
A Lei Federal 6.802/1980, estabelece que o dia 12 de Outubro é feriado Nacional, dedicado ao culto oficial a Nossa Senhora de Aparecida: padroeira do Brasil. Afirmativas de que a laicidade do Estado Brasileiro é indiscutível nega a história. Nega o conteúdo da Constituição. Laicismo não é ateísmo. Laico é um Estado que não prega uma religião específica, podendo o cidadão escolher o culto religioso que quer professar. E o fato de não poder ferir a liberdade de crença e de religião na vida privada do cidadão, não resume a laicidade do Estado. A ideia de Estado laico não descarta possibilidade dele adotar comportamentos que incentivem opções de fé religiosa.

Gay não é doença (Ancelmo Gois)
O juiz da 5ª Vara Federal, Firly Nascimento Filho, julgou improcedente a ação do MP Federal contra os conselhos regional e federal de Psicologia. Um grupo de procuradores, entre eles o evangélico Fábio de Aragão, queria anular a resolução que proíbe psicólogos de tratarem a homossexualidade como doença.

Cônsul adjunto em Sydney é retirado do posto
O cônsul adjunto do Brasil em Sydney, Cesar de Paula Cidade, tem até 20 de junho para se apresentar ao Itamaraty e prestar explicações sobre as denúncias contra ele. O diplomata é denunciado por funcionários por assédio moral e sexual, homofobia e desrespeito.

Código Penal: Fonteles critica proposta que libera aborto até a 12ª semana
Pontos polêmicos do projeto de reforma do Código Penal foram discutidos hoje na comissão especial de senadores criada para analisar a proposta formulada por uma comissão de juristas. Em audiência com o ex-procurador-geral da República Cláudio Fonteles e o professor da Universidade de São Paulo (USP) Hélcio Madeira, os senadores debateram diversos pontos do projeto, entre eles a proposta de liberação do aborto até a 12ª semana de gravidez. Fonteles se posicionou contra a proposta de que o aborto não seja considerado crime se acontecer neste período e mediante atestado de médicos e psicólogos de que a gestante não tem condição de levar a gravidez adiante. No entanto, o ex-procurador-geral considerou mais adequado que sejam aplicadas penas alternativas para as mulheres que praticarem o aborto pela primeira vez. Ele acredita que, trabalhando pela sociedade, elas aprenderão mais sobre a valorização da vida e terão menos chances de reincidirem no crime. Assim como Fonteles, Madeira também criticou o modelo de descriminalização do aborto que foi proposto pela comissão de juristas que formulou o anteprojeto do Código Penal. Na opinião dele, alguns pontos ficaram vagos e foram criadas tantas exceções que as hipóteses que configuram crime é que passaram a ser minoria. A comissão especial que analisa a proposta de reforma do código manterá a rotina de audiências públicas até junho. Após o recesso legislativo o relatório final do senador Pedro Taques (PDT-MT) deverá ser apresentado e votado. Em seguida, o projeto deverá ser votado pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado e pelo plenário da Casa antes de seguir para a Câmara. Uma comissão do Conselho Nacional do Ministério Público também foi instalada para fazer sugestões ao texto.

Saúde pública merece prioridade em meio aos desafios globais, defende diretora da OMS
No momento em que o mundo lida com muitos desafios, das mudanças climáticas até a fome e desnutrição, é mais importante do que nunca garantir que a saúde pública receba tanto a atenção quanto os recursos que merece para garantir o bem-estar de milhões de pessoas. Foi o que defendeu a diretora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, na segunda-feira, 20 de maio.
"Estamos vivendo tempos profundamente preocupantes. Nestes tempos conturbados, a saúde pública parece mais e mais como um refúgio, um porto seguro de esperança que permite e inspira todos os países a trabalharem juntos pelo bem da humanidade", enfatizou a diretora, durante a 66ª Assembleia Mundial de Saúde, em Genebra, na Suíça. Segundo ela, o medo de novas doenças pode unir o mundo, como também trazer a determinação para aliviar a miséria humana. "Isto é o que faz com que a saúde pública se destaque em relação a outras áreas do engajamento global: os motivos, os valores e o foco. Sabemos que temos de influenciar as pessoas no topo, mas são as pessoas na base que mais importam." Chan também frisou a necessidade de assegurar que a saúde ocupe um lugar de destaque na agenda de desenvolvimento global para além de 2015, prazo para o cumprimento das metas de combate à pobreza, conhecidas como os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM).

OMS: mundo não está preparado para surto de gripe
A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou (21) que o mundo continua sem estar preparado para lidar com um surto de gripe de larga escala, havendo receios de que o vírus H7N9 na China possa se espalhar. O diretor-geral assistente da OMS, Keiji Fukuda, disse em uma reunião que, apesar dos esforços empreendidos desde a gripe aviária H1N1 há três anos, é necessário um maior planejamento de contingência. “Ainda que tenha sido feito trabalho desde então, o mundo não está preparado para um grande e severo surto”, disse Fukuda. Os sistemas de reação rápida são cruciais, uma vez que os esforços das autoridades de saúde estão limitados pela falta de conhecimentos das doenças, acrescentou. “Quando as pessoas são atingidas por uma doença emergente, não se pode somente ir a um livro e saber o que fazer”. A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, disse que “qualquer novo vírus da gripe que infecte humanos tem potencial para se tornar uma ameaça de saúde global”. De acordo com os números mais recentes, a gripe aviária H7N9 infectou 130 pessoas na China e matou 35 desde que foi detectada em humanos em março deste ano.

Cientistas brasileiros assinam manifesto pela descriminalização das drogas
Cientistas brasileiros divulgaram (21), na sede da ONG Viva Rio, um manifesto em defesa da descriminalização das drogas e de uma política mais humana com relação aos usuários. O documento será entregue ao Congresso Nacional como uma contribuição dos pesquisadores para o debate pela mudança na legislação sobre drogas. De acordo com um dos signatários da carta, o diretor do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Roberto Lent, a legislação atual (11.343/2006) não faz distinção clara e objetiva entre usuário e traficante, o que gera arbitrariedades e prisões injustas. “No fogo da batalha, às 3h da manhã, o indivíduo [portanto drogas] se for de cor negra é traficante e se for de cor branca, talvez não. Logo o preconceito racial vai aparecer. O preconceito social também, pois se o indivíduo for de classe C ou D vai ser considerado traficante e se for de classe A, talvez não seja”, lamentou ele. O cientista ressaltou a importância da lei definir quantidades de porte para cada droga que diferenciariam um traficante de um usuário. “O policial poderia, facilmente, ter uma pequena balança no carro, assim como o bafômetro, na Lei Seca, que deu tão certo”, sugeriu Roberto Lent, que citou Portugal como exemplo de país que já estabelece uma quantidade máxima para porte do usuário. Ele destacou que 90% dos jovens interceptados com porte de drogas pela polícia são réus primários e não têm porte de arma. “A dependência química é uma doença. A pessoa que é usuária deve ser considerada um doente, não um criminoso. Mesmo o usuário que não é dependente, que nós chamamos de usuário recreativo, está sob risco”, completou. O professor do Instituto de Biofísica da UFRJ Ricardo Reis ressaltou que a ciência têm mostrado que a questão das drogas é um problema de saúde e não de polícia. Ele defendeu que ações de restrição social, de publicitária e políticas educativas têm se mostrado muito efetivas no combate às drogas, ao contrário das ações de repressões. “Em relação a nicotina, o Brasil talvez tenha feito uma das maiores campanhas contra o fumo nos últimos 20 anos, e as estatísticas mostram que houve uma redução no consumo de cigarro e a nicotina não foi proibida”, exemplificou Reis. Ambos os cientistas falaram do problema do álcool no país que, segundo eles, é muito mais grave que o das demais drogas, principalmente por que há exaltação da bebida alcoólica por meio das campanhas publicitárias e seu uso irrestrito em lugares públicos. Dentre os signatários da carta estão os ex-ministros da Saúde José Gomes Temporão e da Ciência e Tecnologia Sérgio Machado Resende, além da presidenta da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Nader. O manifesto pode ser acessado no site www.precisamudar.com.br e está aberto para assinaturas de outros membros da comunidade científica.

Direito adquirido (Luiz Carlos Azedo)
Se há uma lição a aprender com o boato de que o Bolsa Família iria acabar é de que o programa virou uma espécie de direito adquirido para as famílias beneficiadas. E a perspectiva de emancipação compulsória dos beneficiados não existe sem provocar uma comoção social. Segundo a Caixa Econômica Federal, no final de semana, 900 mil pessoas compareceram aos postos de autoatendimento para sacar antecipadamente o benefício. De uma hora para outra, foram retirados das agências da Caixa R$ 152 milhões. Se o dinheiro não fosse liberado, provavelmente haveria um quebra-quebra semelhante aos saques de supermercados que ocorreram na Argentina, em dezembro passado. O governo corre atrás da origem do boato. O mais importante, porém, é a constatação de que o programa deixou de ser visto como uma benesse. Os beneficiados se “empoderaram” dele. Amazonas, Pará, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Tocantins e Rio de Janeiro foram os estados atingidos pela onda de boatos. Com a rapidez de um tornado, começou no boa a boca e se propagou pelas redes sociais e por meio de mensagens de celulares.

O Gosto Amargo da Copa do Mundo no Brasil
"A população tem a ilusão de que irá lucrar com os eventos da Copa, mas a verdade é que será brutalmente reprimida”, assegura Roberto Morales. Os acordos entre o governo do Brasil e a FIFA limitam a venda informal em torno dos estádios, expulsando os vendedores para um raio de dois quilômetros de distância dos eventos. "A Copa será grande negócio para os grandes empresários do esporte e para quem for autorizado a vender comida e bebida”, lamenta. Morales participa do Comitê Popular da Copa criado durante os Jogos Pan-americanos no Rio de Janeiro em 2007, quando as pessoas que estavam sendo despejadas à força para dar lugar às obras começaram a resistir aos traslados. "Além disso, começamos a perceber que os despejos não eram o único problema na hospedagem de grandes eventos – observamos outros problemas, como corrupção. As obras dos Pan-americanos estavam orçadas em 300 milhões de reais, mas acabaram custando 3,5 bilhões.” É total próximo de dois bilhões de dólares. Essa situação é especialmente visível no Rio de Janeiro, uma das sedes principais da Copa de 2014 e anfitriã dos Jogos Olímpicos de 2016. Nas doze cidades que serão sedes da Copa do Mundo foram criados Comitês Populares que se estão mobilizando sob a égide do lema "Copa e Olimpíadas com respeito aos direitos humanos”. Em 12 de dezembro esses comitês entregaram às autoridades das doze cidades um dossiê intitulado "Megaeventos e violações dos direitos humanos no Brasil”, onde detalham desde a violação do direito à habitação e das leis do trabalho nas obras até a falta de estudos de impacto ambiental de obras que correm contra o relógio.

Elefantes
Quase um mês após a data inicialmente anunciada para a inauguração, o Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, abriu as portas neste sábado (18/05). A construção, que custou mais de 1 bilhão de reais, terá capacidade para 72 mil pessoas, um moderno sistema de captação de água da chuva para posterior reutilização e funcionará como uma “usina de energia solar”, como ressaltam os engenheiros, a partir de painéis fotovoltaicos de última geração instalados em sua cobertura. Modelo de sustentabilidade para outros estádios, o Mané Garrincha, no entanto, poderá carecer exatamente daquilo que justificaria sua existência: torcedores. Há anos o Distrito Federal não tem um representante na primeira divisão do futebol brasileiro – atualmente o Brasiliense, na série C, é a equipe de melhor situação. Difícil, assim, garantir público ao longo do ano para encher as fileiras do estádio erguido para receber a abertura da Copa das Confederações, no mês que vem, e sete partidas do Mundial de 2014. A situação não é exclusiva de Brasília. Críticos alertam que Manaus, Natal e Cuiabá podem estar diante de grandes elefantes brancos – ou seja, obra grandes e dispendiosas, porém sem utilização após a Copa. O governo federal defende que, dada a grandiosidade do evento, a construção nesses estados de arenas para a Copa – geralmente mais caras, por atenderem a uma série de exigências impostas pela Fifa – era imprescindível.


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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Capitais que vao sediar a Copa>>LeoMLiorcino


Capitais que vao sediar a Copa do Mundo estão entre as cidades mais violentas do Mundo

 


Das 50 cidades mais violentas do mundo, 14 são brasileiras, diz ONG

Da Agência Brasil
Pelo menos 14 cidades brasileiras estão entre as mais violentas do
mundo. A conclusão é do estudo feito pela organização não
governamental (ONG) mexicana Conselho Cidadão para a Segurança Pública
e Justiça Penal divulgado nesta sexta-feira. Especialistas da entidade
listaram as 50 cidades mais violentas em todo mundo. O topo da lista é
ocupado pela cidade de San Pedro Sula, em Honduras, com uma taxa de
158.87 homicídios para um grupo de 100 mil habitantes. Em segundo
lugar, está Juárez, no México, com uma taxa de 147.77.
No Brasil, Maceió, capital alagoana, aparece como a mais violenta
ocupando o terceiro lugar no ranking – com uma taxa de 135.26
homicídios para cada 100 mil habitantes.
Depois da capital alagoana estão Belém (PA) – em 10o lugar no ranking,
com uma taxa de 78.08 homicídios para cada 100 mil habitantes; Vitória
(ES), em 17.º lugar, com taxa de 67.82; Salvador (BA), em 22.º na
lista, com 56.98 e Manaus (AM), em 26.º, com 51.21.
Também são definidas como violentas as cidades de São Luís (MA), em
27.º lugar no estudo, com taxa de 50.85 mortes violentas para cada 100
mil habitantes, João Pessoa (PB), em 29.º, com 48.64; Cuiabá (MT), em
31o na lista, com taxa de 48.32; Recife (PE), em 32.º lugar, com taxa
de 48.23, Macapá (AP), em 36o, com 45.08; Fortaleza (CE), em 37.º, com
42.90; Curitiba (PR), em 39.º na lista, com 38.09; Goiânia (GO), 40.º,
com 37.17 e Belo Horizonte (MG), em 45.º no ranking das cidades mais
violentas, com taxa de 34.40 homicídios para cada 100 mil habitantes.
Das 50 cidades apontadas como as mais violentas do mundo, além das 14
brasileiras, 12 estão no México e cinco na Colômbia.
O estudo também informa que das 50 cidades, 40 estão na América
Latina. Além disso, a organização alerta para o fato de que no México,
as autoridades estão falsificando dados e escondendo o verdadeiro
número de homicídios. A ONG diz que elas “não inspiram confiança em
seus dados oficiais”, pois “há evidências de falsificação” para fazer
com que a violência pareça menor do que ela realmente é.
Como exemplo, o estudo cita o caso da cidade mexicana de Juárez, que,
segundo as autoridades, registrou 1.974 homicídios em 2011. Porém, o
relatório da organização indica que o governo oculta pelo menos 150
homicídios. A entidade informa ainda que nesta cidade houve uma
redução da violência, mas os números ainda são elevados.
Sexta-feira, 13 de Janeiro de 2012 – 16:29 hsDeixe um comentário.     


sábado, 3 de julho de 2010

Do Twitter sobre Dunga:

  1. Web Futebol Club webfc Júlio César homenageia Dunga após derrota - Os jogadores da seleção brasileira manifestaram apoio a Dunga depois da ... http://ow.ly/17Z4pP
  2. Carlos Alexandre eieumessss dunga burro
  3. Lucas Barnabé luqunhas Nunca concorderdei com a escalação do Dunga, mas como brasileiro SEMPRE torci! abraço pra quem fica.... boa noite.
  4. casskrss casskrss Brazílsky tréner Dunga: Takýto koniec šampionátu sme si nepredstavovali: Tréner brazílskych futbalistov Carlos Dun... http://bit.ly/dsOUbh
  5. Mais Notícias mais_noticias Jornal: CBF sonda técnicos para substituir Dunga http://ow.ly/17Z4JT
  6. JOwEL Henrique JOwELBrasil 1 Dunga, 11 Sonecas, 190 milhões de Zangados...
  7. Tinna Septikasari tinTinnodh_ World #Cup 2010: Dunga steps down after Brazil lose to Holland - http://www.newzfor.me/?43z8
  8. Froukje de Haan Frouk hahaha ze hebben een poll wie er verantwoordelijk is voor gisteren, Dunga, F. Melo, etc...of the whole team..
  9. Flavio DedeAbel jflaviodedeabel O volante é o dono do melhor retrospecto da seleção na era Dunga. Desde que começou em 2009, ele sempre foi titular e nunca havia perdido.
  10. fruscalso fruscalso RT @Pablo_Peixoto: @brogui SAIU!! Dunga em um Dia de Fúria, Capítulo Final: http://bit.ly/aIhEjN #dungadiadefuria /// CALMA
  11. Botachopp_RJ Botachopp_RJ Júlio César homenageia Dunga após derrota: http://bit.ly/bODToO
  12. piauinetiauinet piauinet Lula absolve Dunga e diz que agora é torcedor do Mercosul ( http://tinyurl.com/3xt2emm )
  13. Futebol futebolemrede Júlio César homenageia Dunga após derrota: Os jogadores da seleção brasileira manifestaram apoio a Dunga depois da... http://bit.ly/c39rLm
  14. GE Net F. Mundial genet_mundial Júlio César homenageia Dunga após derrota http://bit.ly/aR2run
  15. GE.Net Futebol genet_futebol Júlio César homenageia Dunga após derrota http://bit.ly/aR2run
  16. edsonmasami edsonmasami 1 Dunga, 11 Sonecas e 190 milhoes de Zangados.........
  17. raylson fernandes huguinhok8 agora fudeu ter que aturar os argentinos cheios de marra...FODA dunga burrão...:)
  18. FIFA World Cup Craze fifawcupcraze World Cup Updates: FIFAWorldCupTM: Dunga done with Brazil - Dunga's reign as Brazil coach looks to be at an end foll... http://ow.ly/17Z5B9
  19. monoj samanta monojs965 plese dunga out from brasil team coaching?pls pls pls its my request to u!
  20. Mindy Mount newslightning The Ultimate Dunga tour.: However the manager was adamant that having previously said his term was only for four y... http://bit.ly/b8vpse
  21. Cristina Benevides benevides_cris Parabéns Dunga por seu amor ao Brasil, por ter caráter e aos meninos que fizeram o que puderam . Ninguém vai participar de uma Copa para per
  22. ReGol ReGolit : Brasile, Leonardo o Scolari per il dopo Dunga http://www.regol.it/brasile-leonardo-o-scolari-per-il-dopo-dunga/
  23. Nathan Mendes NathanelloBRA man.. wat een afgang gister, vandaag lekker het land uit, dunga blijft mijn trending topic.. helaas#hakkemdoordemidde
  24. Mass media RSS feed informacija Pasaulio futbolo čempionatas: Dunga palieka Brazilijos rinktinę: Brazilijos futbolo rintinės vyriausiasis trene... http://bit.ly/d30ibk ATN
  25. Ramon de Morais ramondemorais Tem uma galera de clientes da TIM se perguntando... "E agora Dunga, e o meu infinity?". hahahahahahaha
  26. Ribamar Rólifiu Ribamar_Rolifiu Vem bate ni mim Felipe Melo seu imbecil, o Dunga é outro que eu quero quebra. #bra Brazil
  27. Jack the Lad whokilledkamini woah fuck, dunga resigned?
  28. Blog do Noblat BlogdoNoblat Lula absolve Dunga e diz que torcerá para Mercosul http://bit.ly/dmR7Ci
  29. Milton Sacramento notarc go home #dunga http://www.youtube.com/watch?v=IhiiYEA-na8&feature=player_embedded
  30. Pedro Cabral poisepedro Dunga: Um exército mau humorado nem sempre vence a guerra.
  31. Pedro Julio pjcmota 1 imbecil da espn que atnde pelo nome de carla gomes chegou a dizer q o brasil já vai tarde,birra pq nao gosta do dunga #espnagora
  32. Yanisa Andarsih Nisawew dunga , #PAR Paraguay , maradona dan suarez jadi TT
  33. Prajeesh km kmprajeesh #bra Brazil Brazil lost because of Dunga ? He excluded many players & paid back .
  34. Alexandre Diegas adiegas @pauloamigao: Não acredito nisso Amigão, disseram a mesma coisa com o Dunga. O técnico que entrar, ficará até a Copa
  35. Buurtagent Peter peter_boekweg Laat mijn hond nou Dunga heten...... Vanaf gisteren noem ik hem Bert. Even wennen hoor!
  36. RIHAN NOUSHAD rihannoushad why dunga throw rono out?
  37. Salem Mizzawi mizzawi Carlos Dunga has announced that he will stand down as coach of the Brazilian national team after the South... http://fb.me/E5qe3p6P
  38. Willian nascimento005 @Bomdiaafrica Pro Filipe Melo nunca mais vestir a camisa do Brasil e Dunga ficar na Africa
  39. Pedro Julio pjcmota 1 imbecil da espn que atnde pelo nome de carla gomes chegou a dizer q o brasil já vai tarde,fazendo birrinha pq nao gosta do dunga#espnagora
  40. Leo *evenvoorNed* Brasi_Leo Jajajajaja !!!!! Dunga stopt. Niet roepen "we hebben weer wat geleerd voor later". Nee, moven en dit (met de wetenschap van nu) nóóit meer.
  41. Daniel Oliveira Danieldggarcia Putz!!! Tinha alguém fechado com o Dunga aí? #copa fail
  42. buzz7 buzz7 Hot News: Dunga hints at end of Brazil job http://bit.ly/c53UZm
  43. Futcomolegusta Futcomolegusta Júlio César homenageia Dunga após derrota http://bit.ly/c39rLm by Futcomolegusta