Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador #AIDS2012. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador #AIDS2012. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

AIDS NO BRASIL HOJE: O QUE NOS TIRA O SONO?







Caso não visualize esse email adequadamente clique aqui.

Rio de Janeiro, 21 de agosto de 2012.

AIDS NO BRASIL HOJE: O QUE NOS TIRA O SONO?

Caros/as parceiros/as e amigos/as,
Apresentamos a seguir mais informações sobre o manifesto AIDS NO BRASIL HOJE: O QUE NOS TIRA O SONO?, elaborado por docentes, pesquisadores/as e representantes e organizações da sociedade civil brasileira, entre as quais a Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (ABIA), chamando a atenção para a preocupação diante da atual situação da resposta brasileira à epidemia de Aids.
Participe agora mesmo, lendo abaixo a íntegra do manifesto, acessando o blog e o Facebook em apoio e disseminando o conteúdo entre os seus contatos e redes!

 
Resposta à Aids tira o sono de docentes, pesquisadores/as e representantes da sociedade civil

“O que nos tira o sono” é o mote do manifesto lançado nessa terça-feira (21/08) e que aponta sérios problemas no controle da epidemia de Aids no Brasil. Docentes, pesquisadores e integrantes da sociedade civil que assinam o manifesto estão preocupados com a resposta à epidemia no país, que tem apresentado indicadores negativos e produzido um senso comum de que a doença deixou de ser um problema de saúde pública.

  • Aumento de 10% no número de óbitos, saindo de 11.100 óbitos em 2005 para 12.073 em 2010. O número equivale a um óbito por hora.
  • Redução do número de gestantes com o HIV que recebem o tratamento que pode evitar a transmissão do vírus para o recém nascido: de 53,8% das gestantes soropositivas para o HIV em 2005 para 49,7% em 2008. A falta de diagnóstico e tratamento resulta em três casos de aids em recém-nascidos a cada dois dias.
  • Aumento de 12% no número de casos de Aids: de 33.166 casos em 2005 para 37.219 em 2010.
  • Apesar disso, estados, como São Paulo, reduzem o número de médicos e fecham serviços e leitos especializados.

Para dar voz ao protesto foram criados um blog (http://oquenostiraosono.tumblr.com/manifesto) e uma página no Facebook (https://www.facebook.com/AidsNoBrasilOQueNosTiraOSono) que abrem espaço para sugestões que possam contribuir para melhoria do cenário e convidam os visitantes a apontarem outros problemas na resposta à epidemia.

Há uma semana da realização do VI Fórum Latino-americano e do Caribe em HIV/Aids e do IX Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids, a referência à insônia é um contraponto à declaração de dirigentes do Ministério da Saúde que, durante a XIX Conferência Internacional de Aids, realizada em Julho, nos Estados Unidos, disseram que nada no Brasil em relação à aids tira o sono deles.

O manifesto é assinado por  54 docentes, pesquisadores e integrantes da sociedade civil e 14 instituições: Núcleo de Estudos para a Prevenção da Aids(NEPAIDS/USP); Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (ABIA);Católicas Pelo Direito de Decidir (CDD); Grupo de Resistência Asa Branca  (GRAB); SOMOS - Comunicação, Saúde e Sexualidade; Grupo Pela Vidda SP; Projeto Purpurina; Fórum de ONG/Aids de São Paulo; GIV – Grupo de Incentivo à Vida; GAPA - RS; RNP+ Núcleo Rio de Janeiro; GAPA - SP; Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde; Sapatá - Rede Nacional de Promoção e Controle Social em Saúde de Lésbicas Negras.

Participem, entrem no blog: http://oquenostiraosono.tumblr.com/manifesto
 
Você pode mandar sua opinião, compartilhar o que tem tirado seu sono e o que garantiria seu sono
 
Curtam a página no Facebook https://www.facebook.com/AidsNoBrasilOQueNosTiraOSono

Ajudem a divulgar!

Qualquer dúvida ou demanda de imprensa, enviem para: manifestoaids@gmail.com

Vejam a íntegra do manifesto:



AIDS NO BRASIL HOJE: O QUE NOS TIRA O SONO?

Enquanto o mundo discute a interrupção da transmissão do vírus da aids, o Brasil perde o controle sobre a epidemia e dorme tranquilo. É o que se pode concluir a partir da XIX Conferência Internacional de Aids, realizada nos Estados Unidos no último mês de julho.

Pela primeira vez na história da epidemia, o mundo ouviu o anúncio de que o conhecimento acumulado, os compromissos assumidos em nível global, as conquistas no campo dos direitos humanos e as tecnologias hoje disponíveis nos permitem ambicionar a erradicação da aids. Na mesma Conferência, porém, ao ser questionado sobre “o que lhe tira o sono hoje?”, o representante do governo brasileiro respondeu que “dorme tranquilo”.

A afirmação de que a epidemia de aids está sob controle no Brasil, além de falaciosa, tem prejudicado a resposta nacional, despolitizando a discussão e afastando investimentos internacionais. Se no passado, declarar que éramos o melhor programa de aids do mundo legitimou as decisões ousadas que outrora caracterizaram o programa brasileiro e que tantos benefícios trouxeram à população, o que temos hoje é, pelo contrário, um programa desatualizado, cujos elementos são insuficientes para enfrentar a configuração nacional da epidemia.

Os atuais indicadores sugerem o esgotamento da nossa capacidade de intervir e de evitar que um número maior de pessoas se infecte e morra em decorrência da aids.

Se é verdade que hoje temos conhecimentos e tecnologias suficientes para erradicar a aids, é também verdade que no Brasil de hoje não os estamos utilizando em sua máxima potência. Conhecimentos acumulados não estão se transformando em políticas públicas que nos coloquem no caminho da última década da epidemia. Novidades no âmbito das tecnologias de prevenção não estão sendo amplamente discutidas e estudadas em nosso contexto. Informações sobre estas novidades não estão sendo incorporadas na formação dos técnicos, nem no diálogo com usuários e pacientes. Grupos mais vulneráveis não estão sendo atendidos com a prioridade que necessitam.

Reconhecer a diversidade de demandas e necessidades presente no cotidiano do país e construir respostas que com elas dialoguem é papel da política pública e só poderá ser feito se todos os setores interessados forem ouvidos, se estudos nacionais forem feitos, se a ação da sociedade civil for fortalecida.

É preciso ousadia para formular políticas que efetivamente ofereçam à população condições para se proteger da infecção e do adoecimento por aids, respeitando a autonomia dos cidadãos, reduzindo vulnerabilidades e assegurando direitos.

É preciso ousadia para redirecionar os esforços para o enfrentamento da epidemia nas populações mais expostas ao risco de infecção, articulando-as a ações para a população geral.

É preciso, em síntese, ousadia para rever a resposta brasileira à epidemia de aids, superar antigos pressupostos e adotar novas práticas, recuperando os princípios essenciais que fizeram da resposta brasileira um exemplo para o mundo.

A capacidade de reconhecer problemas e de mobilizar a sociedade em torno da busca de soluções foram os principais fatores que marcaram a resposta à aids no Brasil.

Na luta contra a epidemia e em defesa dos direitos humanos, aprendemos que todos somos parte da solução. Mais do que dormir e sonhar, queremos construir a muitas mãos as condições para que, no Brasil, a quarta década possa ser a última.
 
 
 
 

Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (ABIA)
Av. Presidente Vargas, 446/13º andar - Centro
Rio de Janeiro/RJ
Cep. 20071-907
Tel. 21 - 22231040
Endereço eletrônico: www.abiaids.org.br

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

BEM FAM -CLIPPING - 22/ago./ 2012

CLIPPING - 22/ago./ 2012
LEIA MAIS, SEJA MAIS

O pico populacional (artigo)- A demografia não costuma definir o tamanho ótimo de uma população, pois existem dúvidas entre os estudiosos se existe um número ideal de pessoas. No entanto, é comum se ouvir a seguinte pergunta: quantos habitantes a Terra pode suportar? O demógrafo Joel Cohen buscou responder esta pergunta no livro “How Many People Can the Earth Support? (1995)”. Mas a resposta do autor não foi determinística. A quantidade de pessoas que o Planeta pode sustentar depende do padrão de consumo e do estilo de vida. Porém, uma coisa está ficando cada vez mais clara: a humanidade está chegando, já chegou ou vai chegar em breve aos limites do Planeta, pois enquanto a população e a economia mundial crescem, a natureza e as demais espécies murcham e definham.
Descriminalização, planejamento familiar e redução de danos - As complicações decorrentes do aborto são a quarta causa de morte materna, e estima-se que um milhão de gestações sejam interrompidas por ano no país. “O cálculo é feito segundo as internações decorrentes de aborto induzido. Para cada internação, supõe-se que outros três foram realizados sem resultar em complicação”, explica Maria do Carmo Leal, coordenadora do projeto Nascer no Brasil: Inquérito sobre parto e nascimento, realizado pela Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz). Os resultados preliminares do estudo revelaram que apenas 45% das mulheres planejaram a gravidez. “A gravidez vem acontecendo por acidente, e o Ministério da Saúde precisa ficar alerta e trabalhar melhor a questão da contracepção”, afirma Maria do Carmo. Já foram entrevistadas 22 mil mulheres grávidas em todos os estados do país, desde 2010, com o objetivo principal de conhecer as complicações maternas e as dos recém-nascidos, de acordo com o tipo de parto no país.“O planejamento familiar é importante não apenas por questões econômicas, mas também psicológicas”, aponta a pesquisadora, “As mulheres mais pobres, as adolescentes e as menos instruídas admitiram com maior frequência que tentaram interromper a gestação. O sistema de saúde tem que discutir a questão do aborto”, defende Maria do Carmo. Desde 2008, não há registro de mortalidade materna decorrente de aborto no país. “A legislação proibitiva não é eficaz para prevenir o aborto e, ao mantê-lo na clandestinidade, não há oportunidade de evitar sua repetição”, observa o médico. “Quando o aborto é legal e realizado dentro do sistema de saúde, se dá aconselhamento em planejamento familiar e se inicia o uso de métodos seguros e eficazes”, ressalta.
Participação de mulheres na política cresceu nos países da América Latina e Caribe - A participação feminina na política latino-americana e caribenha vem crescendo consideravelmente na última década, de acordo com o relatório Estado das Cidades da América Latina e Caribe, divulgado hoje (21) pelo Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat). Nos legislativos locais, o número de vereadoras já alcança 22%. Em 1999, eram apenas 14%. As ações afirmativas são citadas como importantes ferramentas para a diminuição das desigualdades de gênero. Conforme o relatório, os países que implementaram algum tipo de lei nesse sentido são os que apresentaram avanços na participação feminina na política.
Grupos de defesa dos direitos da mulher esperam que leis sejam cumpridas - Os direitos femininos também estão discriminados na Política Nacional de Atenção à Saúde da Mulher, documento do Ministério da Saúde que ressalta a importância de ações preventivas. Para Paula Viana, integrante e fundadora da Rede Feminista de Saúde, prevenção e educação sexual são fundamentais, já que podem diminuir a mortalidade por cânceres de mama e ginecológicos e abortos inseguros, além da contaminação por Aids. Mas, para que todas as reivindicações sejam atendidas, Márcia lembra que é preciso investimento. "Temos as secretarias da mulher, mas, por conta do orçamento, muitos projetos não têm continuidade e, sem continuidade, os projetos sociais não dão resultado". Já Sílvia, do SOS Corpo, aponta a postura dos políticos diante da causa feminina como a grande dificuldade. "Uma coisa é um evento para mulheres, entrega de prêmios de reconhecimento pelo trabalho; outra é ter propostas para promover a igualdade de gênero”, alfineta. Ela acredita que seria interessante para a cidade se os candidatos estudassem os resultados dos congressos feministas.Para essas eleições municipais, o Fórum de Mulheres, articulação feminista que inclui o SOS Corpo, Instituto Papai e o Grupo Curumim, por exemplo, decidiu não apoiar nenhuma candidatura. A atuação do grupo vai se concentrar no diálogo com alguns partidos e com a população, orientando como a política pode assegurar os direitos da mulher.
Sem vacina, País acumula mortes por câncer de colo - Sem política de vacinação contra o Papiloma vírus (HPV), o Brasil enterra uma mulher a cada hora vítima do câncer de colo de útero. Mesmo com a alta incidência — 50 casos novos por dia — nenhuma capital oferece as três doses do antígeno pelo Sistema Público de Saúde (SUS).
Pesquisadores e especialistas no tratamento da doença, que participaram ontem de um seminário fechado em São Paulo, alertaram que os gastos com tratamento superam o que seria investido em campanhas de vacinação em massa. “Sem combate primário ao vírus, perde-se dinheiro em tratamentos cirúrgicos ou a laser. É um caso de cobertor curto”, ressalta Felipe Lorenzato, pesquisador de Patologia Molecular da University College London. O grupo médico sugere a vacinação de mulheres que já têm vida sexual a partir dos 15 anos. E estima que o governo pagaria cerca de R$ 30 por dose, em compras de grandes lotes. O Ministério da Saúde não tem, no entanto, previsão de vacinação.
Brasil relaxou no controle da Aids, afirma manifesto - Manifesto lançado ontem por 14 instituições e 54 pesquisadores e ativistas do movimento anti-Aids aponta sérios problemas no controle da epidemia da doença no país. Entre eles estão o aumento no número de casos e de mortes. Dados do Ministério da Saúde mostram que o número de casos passou de 33.166, em 2005, para 37.219, em 2010 (aumento de 12%). No mesmo período, as mortes pularam de 11.100 para 12.073 (aumento de 8,8%). "Não é uma situação esperada. Com a melhoria do tratamento, deveríamos estar reduzindo o número de óbitos. Se tivéssemos uma política de prevenção efetiva, não teríamos tantos casos novos", afirma Alexandre Grangeiro, pesquisador da USP que assina o manifesto.
Secretário diz que número de casos é estável - O secretário de vigilância em saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, questionou a leitura dos dados da Aids feita pelo manifesto. "O óbito aumentou entre aspas. A população aumentou, então a taxa de mortalidade está estabilizada." Sobre o percentual de gestantes com o vírus em tratamento, Barbosa afirma que dados de 2011 mostram que também há estabilidade.
Segundo o secretário, a política de Aids é aberta no país, discutida periodicamente com especialistas e a sociedade civil. "Algumas questões que eles colocam como inquietações são compartilhadas, estamos fazendo políticas para atendê-las." As preocupações, diz, são a aproximação com os grupos mais vulneráveis (como jovens gays) e testes precoces para a doença.
Baixa adesão no combate ao crack - Presidido pelo ministro Alexandre Padilha, o Conselho Nacional de Saúde (CNS) vai cobrar, em reunião marcada para amanhã, mais recursos ao programa Crack, é possível vencer, lançado pela presidente Dilma Rousseff no fim do ano passado. O colegiado pretende pedir um extra de até 15% do valor previsto inicialmente - R$ 4 bilhões até 2014. Apesar da reivindicação, a verba mal começou a ser gasta. Até agora, somente R$ 1,3 bilhão foram comprometidos para serem aplicados nos três anos de programa. Das 27 unidades da Federação, apenas 12 aderiram ao plano. Enquanto o governo diz que está tudo dentro do cronograma, especialistas criticam a iniciativa. O conselheiro nacional Clóvis Boufleur reconhece que o programa passa por um momento de fragilidade por não apresentar resultados expressivos. "Certamente a gente tem pouco conhecimento do índice de sucesso para poder, inclusive, pedir aumento. Qual o índice de sucesso dos programas de governo na área de saúde mental? Não tenho essa informação", explica.
Uso de antibióticos em bebês com menos de seis meses de idade pode levar à obesidade - Dar antibióticos a bebês com menos de seis meses de idade pode levá-los a ser crianças gordinhas, de acordo com um estudo [Infant antibiotic exposures and early-life body mass] publicado nesta terça-feira. “Nós normalmente consideramos obesidade uma epidemia provocada por dieta pouco saudável e falta de exercício, mas cada vez mais estudos sugerem que é mais complicado do que isso”, afirmou o co-autor da pesquisa, Leonardo Trasande, da Escola de Medicina da Universidade de Nova York (NYU).
“Micróbios em nossos intestinos podem ter papéis críticos em relação a como absorvemos calorias, e a exposição a antibióticos, principalmente no início da vida, pode matar as bactérias saudáveis que influenciam a forma como absorvemos nutrientes em nosso corpo, e que, caso contrário, nos deixariam magros”. “Embora sejam necessários mais estudos para confirmar nossas descobertas, este estudo cuidadosamente conduzido sugere que os antibióticos influenciam o ganho de peso em humanos, especialmente em crianças”. O estudo foi publicado no International Journal of Obesity.
Frente quer 10% do orçamento para a saúde - A Frente Parlamentar da Saúde no Congresso Nacional não desiste da emenda constitucional que destina 10% dos recursos da União para os serviços de saúde em todo o país. É praticamente a mesma luta desde que a bancada foi criada há 17 anos. A frente hoje reúne 249 deputados e senadores, já conseguiu aprovar a Emenda 29 da reforma constitucional estabelecendo que os municípios destinem 15% e os Estados 12% de seus orçamentos à saúde, mas tem esbarrado sempre na resistência do governo federal em aumentar as verbas para o Sistema Único de Saúde (SUS). "A Frente Parlamentar da Saúde tem sido um instrumento positivo para a sociedade, mas sem conseguir ampliar os recursos da União para o setor não consegue dar a sua maior contribuição à saúde dos brasileiros", diz o deputado Darcísio Perondi (PMDB/RS), que preside a bancada. "Um orçamento de R$ 72 bilhões para um sistema universal de atendimento à saúde de 200 milhões de pessoas num país que está envelhecendo e não investe em saneamento é menos do que gastam alguns países africanos", diz o deputado da Frente Parlamentar.
Software da UFRJ ajuda a detectar a tuberculose-Um software desenvolvido pela Coppe-UFRJ pode tornar mais rápido e eficiente o diagnóstico da tuberculose, a partir da análise de um questionário respondido pelo grupo de risco. O Sistema Neutral TB armazena dados sobre os diversos sintomas dos pacientes com suspeita da tuberculose e avalia as estatísticas das informações, assim como identifica os que têm alta probabilidade de ter a doença e em que grau a enfermidade está. - Com o sistema, as chances de erros do diagnóstico diminuem e fica mais fácil gerenciar recursos dos postos de saúde - diz o engenheiro elétrico e matemático José Manoel de Seixas, professor da Coppe/UFRJ, coordenador do projeto financiado pela Faperj. A tuberculose, frequentemente associada à pobreza, ainda representa um desafio para a saúde pública. O bacilo da tuberculose é uma bactéria transmitida pelo ar, e as casas apertadas, úmidas e tomadas pelo mofo, comumente encontradas nas favelas cariocas, podem acelerar o desenvolvimento da doença. A favela da Rocinha, por exemplo, tem um dos piores resultados e uma das maiores taxas de tuberculose no mundo. A incidência de 2010 foi de 386,7 casos por cem mil habitantes.    
Especialistas criticam exagero no Código Penal - Em audiência pública no Senado ontem, representantes de entidades do meio jurídico criticaram o excesso de penas incluídas no projeto de lei sobre a Reforma do Código Penal. O texto elaborado por um grupo de juristas está em análise em comissão especial de senadores que têm até 5 de setembro para apresentar emendas à proposta. Para os especialistas convidados, além de o prazo para discutir o projeto ser curto, o excesso de punição imposto pela matéria poderá sobrecarregar ainda mais o sistema carcerário.O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, disse que o órgão criou um grupo para avaliar o projeto e sugerir mudanças, mas ainda não tem posicionamento fechado. "O Código Penal não pode ser visto como a tábua de salvação de todos os problemas ou um simples instrumento de punição. Da forma como está, daqui a pouco no lugar do Minha Casa, Minha Vida, haverá o Minha Cela, Minha Vida".
Taís Schilling também considerou exagerada a proposta de criminalizar o bullying. Segundo o texto, a "intimidação vexatória" verbal ou física contra crianças e adolescentes poderá ser punida com prisão, no caso de maiores de idade. "Essa de fato é uma questão muito grave, mas me parece um pouco de exagero levar para a delegacia um assunto que deve ser resolvida no ambiente escolar, investindo na conscientização", argumentou a conselheira. Todos os convidados ressaltaram ainda que o tempo para a discussão dos mais de 500 itens do novo Código Penal proposto é insuficiente. Diante da concordância de alguns senadores, o relator do texto, Pedro Taques (PDT-MT), admitiu a possibilidade de que o prazo seja prorrogado. Por enquanto, a data máxima para que o relatório final seja votado, após a apreciação das emendas, é 4 de outubro. Em seguida, o projeto segue ao plenário do Senado e depois para a Câmara dos Deputados.
IBGE e Secretaria divergem sobre número de crianças sem identidade - A menina Yasmin de Moura Camilo, de seis anos, que morreu vítima de bala perdida na comunidade de Costa Barros, na Zona Norte do Rio, no domingo (19), não tinha certidão de nascimento. Para não enterrá-la como indigente, a família teve que tirar, ao mesmo tempo, as certidões de nascimento e de óbito. Mas Yasmin não é um caso isolado. Os dados do Censo de 2010 do IBGE mostram que no Brasil 69.829 crianças de 0 a 10 anos não possuem o registro civil de nascimento (RCN). Pela mesma pesquisa - realizada pela primeira vez no país -  no estado do Rio são 6.330 menores nesta situação e no município do Rio, 2.305.


CLIPPING.doc
162K Exibir como HTML Examinar e baixar

terça-feira, 24 de julho de 2012

LINK sobre a Conferência de Washington

Queridos,

Para terem acesso as matérias do Paulo Giacomini sobre a Conferência de Washington o link é:

http://saudaids.blogspot.com.br/




 Jucimara Moreira
Grupo pela VIDDA/RJ
2518-3993/87672478
 
A Solidariedade é um ato de cidadania. Contribua com os nossos projetos e serviços
Conta Doação: Bradesco Agência 1444-3 C/C 11.205-4

MATERIA DO FANTÀSTICO DIZ QUE TEREMOS UM MUNDO SEM AIDS?

Matéria do Fantástico - Próxima Geração Já Deve Conhecer Um Mundo Sem Aids

Com o avanço cada vez maior das pesquisas sobre o vírus HIV, os portadores de Aids aumentam as esperanças, e os pesquisadores concentram esforços.
A ONU divulgou nessa semana um relatório otimista sobre o combate à Aids e o governo americano aprovou pela primeira vez um remédio de prevenção ao vírus. Já é possível imaginar um mundo sem Aids?

Um homem que já viu o dia que iria morrer. Um americano que já teve Aids. Sim, não tem mais. Ele é um ex-portador do vírus HIV. Ele encontrou a cura. Timothy Ray Brown está no Fantástico, direto de Washington, capital dos Estados Unidos. Na cidade, ele vai participar 19ª Conferencia Internacional da Aids.

A partir deste domingo, 22, até sexta-feira, 27, médicos, pesquisadores, políticos de vários países vão trocar idéia sobre essa doença que desafia o mundo a mais de 30 anos. Hoje, a comunidade cientifica já sabe muito bem como tratar o HIV e que chegou a hora de mudar o foco. Este é o momento de se concentrar na busca da vacina contra a Aids e na cura da doença.

A geração que deverá conhecer o mundo sem Aids já está nascendo. Dela faz parte a filha do casal Marta e Greicio, ambos soropositivos.

"Decidi ter um filho. Era um sonho nosso que decidimos realizar”, conta Marta Fernandes. “É difícil quando você tem uma doença crônica. É difícil lidar com o preconceito. Foi um processo meio longo", acrescenta.

A declaração foi dada ao Fantástico em janeiro do ano passado. Ester, filha de Marta e Greicio, nasceu no dia 3 de junho de 2011 e não é portadora do vírus HIV.

“Ester está boa, sadia e só dá alegria para nós”, ressalta a mãe.

Nós podemos pensar na realidade de um mundo sem Aids, só precisamos implementar todas as ferramentas que já temos", diz Anthony Fauci, Diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos EUA.

Essas palavras ele vai repetir, nesta segunda, durante a 19ª Conferencia Internacional da Aids, em Washington.

Fauci refere-se aos avanços do tratamento e prevenção. Entre eles, os cuidados tomados por Marta, que fez com que a chance de ela transmitir o vírus a Ester fosse quase zero.

A previsão da Organização das Nações Unidas é que até 2015, todas as grávidas terão acesso aos remédios que combatem o vírus da Aids. Isso vai significar praticamente um mundo sem bebês com HIV.

“Nós caminhamos rapidamente para um cenário bastante favorável mesmo sem a vacina, porque a vacina é algo que poderá vir a acontecer a médio, talvez longo prazo”, explica Pedro Chequer, Coordenador da Unaids/Brasil

A ciência também já descobriu que um paciente soropositivo que faz o tratamento corretamente reduz em 96% a chance de passar o vírus durante uma relação sexual. Dado que também ajuda a explicar por que a taxa de transmissão vem caindo anualmente.

"Hoje no Brasil, nós temos mais de 200 mil pessoas que se tratam pela infecção do HIV e da Aids”, destacou Alexandre Padilha, Ministro da Saúde.

No ano passado, dois milhões e meio de pessoas foram infectadas pelo HIV em todo o mundo, 20% a menos que em 2001. Situação que faz com que cresça o número de casais como Felipe e José. Felipe sabe que é portador do vírus HIV desde 2006. Há três anos, ele conheceu José e começaram a namorar. José não era portador do vírus. E assim continua.

“Escutei de um grande amigo meu, ex-grande amigo meu: ‘como você pode pensar em entrar nesse relacionamento, que não tem futuro, porque sabe-se lá quanto tempo ele vai durar’”, conta o arquiteto José Miranda.

“Eu acredito muito na cura. Mas, eu sonho com a cura contra o preconceito”, ressalta Felipe Gomes, ativista de direitos humanos.

As barreiras contra a expansão do contágio não param de aparecer. Depois de uma pesquisa realizada em diferentes partes do mundo, os Estados Unidos aprovaram esta semana a utilização do remédio truvada como auxiliar na prevenção.

Essa pílula já é usada em 93 países como remédio para os pacientes soropositivos. Estudos indicaram que se tomado por uma pessoa sem o vírus as chances de ela contraí-lo são reduzidas em até 73%. Júlio foi um dos voluntários da pesquisa no brasil.

“Hoje a gente busca novas metodologias de prevenção e a própria cura da Aids. Acho que cada um pode fazer a sua parte de alguma forma”, diz Julio Moreira, presidente do grupo Arco-Íris.

Após sete meses em tratamento, o resultado no exame de Júlio continua sendo negativo. Mas ele afirma que, durante este período, não deixou de usar também a camisinha, que é ainda a única forma 100% garantida de prevenção.

Sobre a cura, a última grande notícia aconteceu em 2010. Foi quando médicos conseguiram eliminar totalmente o vírus do corpo de um homem.

“O médico disse que não tinha mais nenhum resquício de HIV no meu organismo, mas eu só acreditei quando vi a notícia em um jornal de medicina inglês”, conta o americano Timothy Ray Brown.

Brown, na altura HIV positivo, foi diagnosticado com leucemia e precisou passar por um transplante de medula. O doador da medula tinha uma mutação genética muito diferente e era resistente ao HIV. Um tratamento caro, arriscado e que dificilmente pode ser aplicado mais uma vez. Mas além de curar o americano, ajudou cientistas a direcionarem melhor as pesquisas.

O médico de Timothy foi Steven Deeks, um dos grandes pesquisadores sobre HIV. Ele conta que essa experiência permitiu os pesquisadores puderem dizer que o momento atual não é para gastar energia tentando controlar o vírus. É concentrar esforços para matar o HIV.

Link: http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1681428-15605,00-PROXIMA+GERACAO+JA+DEVE+CONHECER+UM+MUNDO+SEM+AIDS.html
Se vamos ter uma próxima geração sem aids eu não sei ? Mas que teremos milhões pessoas cada vez mais dependendo de remédios e enriquecendo  os laboratórios disso eu tenho certeza!!! Afinal o truvada e muitos outros prometem.
Abraços,
Josefa.


Nota PessoaL: 

  Até quando Pseudos Jornalistas e péssimos editores vão continuar
deixando notícias como essa passarem?
  Já não bastou o da Cura da AIDS pelo TRUVADA?
  Qual remedio pode ser eficiente em 100% com o uso de camisinha e ter
sua  eficácia de 40% semcamisinha?
   Para ser eficiente deve ter 100% de eficacia e não precisar de mais
nenhum outro meio de proteção.
    Não veem que notícias assim dão a falsa impressão que está todo
bem e que poderemos relaxar no uso de preservativo?
   Não estou nem falando na tentativa de cura da AIDS atravez da
vacina, outra promessa que gastou milhares de doláres e resultou em
fiasco.
   Por sua vez O Governo Federal não atualiza os dados do Boletim epidemiologico,
pois mantem a versão de 2008,me corrijam quanto o ano, mas de 2008 até
os dias atuais as coisas ficaram muito piores.
   Não quero acreditar que trata-se de uma forma de "ocultar" e escamotear a
falencia do atual "Melhor Programa de Aids"
  Senhores jornalistas e senhores editores tenham mais respeito com o
ser humano!!!!
  E Ainda tentam dizer que meu registro de jornalista não vale. Pois
não estudei em universidade.
  Sou formado na universidade do Viva a VIDDA!!

PARA QUEM NÂO SABE: ESSE É  O Jargão do GPVRJ.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Jornal da Cultura destaca parceria com Agência Aids

Jornal da Cultura destaca parceria com Agência Aids para cobertura da Conferência em Washington






17/07/2012 - 11h30

Com a participação da jornalista Roseli Tardelli ao vivo no estúdio, o Jornal da Cultura anunciou nesta segunda-feira, 16 de julho, a parceria com a Agência de Notícias da Aids para a transmissão de boletins sobre a 19ª Conferência Internacional de Aids em Washington.

O telejornal destacou também a recém aprovação dos Estados Unidos do uso do antirretroviral Truvada para prevenção do HIV, a vida das pessoas com HIV e aids atualmente e o impacto da doença no mundo.

A Conferência Internacional de Aids deste ano terá como lema a frase Turning the Tide Together, o que em português pode ser traduzido para “Juntos para virar a maré”. A ideia é enfatizar o quanto é importante um comprometimento global para mudar o curso da pandemia de HIV.

O chefe de redação da Agência Aids, Lucas Bonanno, irá passar os boletins para o Jornal da Cultura. Esta Agência enviará também informações sobre a Conferência Internacional de Aids para o portal UOL, Rádio Estadão/ESPN, Voz da América e Sistema Oboré.

Durante o evento, que ocorre entre os dias 22 e 27 de julho, será feita ainda uma série de entrevistas e captação de imagens para a produção de um documentário sobre o trabalho das ONGs internacionais na luta contra a pandemia, "Aids, 30 anos: o enfrentamento das ONGs do mundo!".

Redação da Agência de Notícias da Aids

A cobertura internacional da Agência Aids e a produção do documentário em Washington serão apoiados pelo SENAC, Interfarma, Anglo American, MSD, e Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

New media and HIV prevention at AIDS 2012

New media and HIV prevention at AIDS 2012


Tweeters,

I hope you all are doing well and that all preparations are going smoothly for the upcoming AIDS 2012 Conference in Washington. With the invites to sessions/events are coming fast and furious I wanted to point out a few items that can be found on IAVI’s conference page www.iavi.org/aids2012 and items on new/social media.

There are a few sessions looking at aspects of new media that will be using the hashtag #newmediaHIV in addition to the conference-wide #AIDS2012 hash tag.

One of these is a global village workshop Monday July 23 3-4:30 pm in GV Session Room 2 (http://bit.ly/hivscience140), where we’ll be looking at the challenges of communicating complex HIV prevention science via social media outlets. We organizers of this workshop – AVAC, IAVI, IRMA, HIV/AIDS Network Coordination (HANC) and National Black Gay Men’s Advocacy Coalition (NBGMAC) – are really hoping that this will be a hands-on, brainstorming session that will generate ideas of newbies and seasoned social media pros alike.

In advance of this session, we’re asking people to share their experiences and questions on Twitter before the event via the #newmediaHIV hash, and we’ll be posting a series of questions next week. See the attached flier for details -- and we hope to see many of you there (you don’t need to be registered for the conference to attend this as it’s in the Global Village).

The US government also has organized a satellite session on new media Monday evening (6:30-8:30 Mini Room 4 http://blog.aids.gov/2012/06/historic-new-media-call-to-action-at-aids-2012.html) in which they’ll be issuing a call to declaration to utilize new media to move toward an AIDS-free generation. I'm also in for the tweet up on Sunday if that gets organized.
 
Also, for those who are working for an organization that works in advocacy, I also hope you and/or your colleagues will join us Tuesday July 24 from 3:00-4:30 pm at the PATH office a couple blocks from the convention center (455 Massachusetts Avenue, NW, Suite 1000) to discuss lessons learned from advocacy for new HIV/AIDS-related prevention tools and how we can adapt strategies to the current global health advocacy and policy environment. Please see the full invite and details below from the Global Health Technologies Coalition, IAVI, Aeras, AVAC, and the International Partnership for Microbicides. RSVP for this to Nick Taylor at info@ghtcoalition.org or +1 202.822.0033.    

Finally, note that in making your plans for the conference, using the Program at a Glance (http://pag.aids2012.org/PAGHome.aspx?tab=1) you can filter by “roadmaps” in the lower left corner, including a roadmap for HIV vaccine-related sessions. In addition, AVAC has a lot of great resources on HIV prevention research at the conference www.avac.org.

I hope to see many of you at the conference!

Best,

Vince

Vince Blaser
New Media Specialist
International AIDS Vaccine Initiative
125 Broad Street, 9th Floor
New York, NY 10004
(212) 847-1051
VBlaser@iavi.org

Follow us on Twitter @AIDSvaccine
Join us on Facebook: facebook.com/AIDSvaccine
Watch videos on our YouTube channel

-Imagine a world without AIDS-

You are invited to:

Advocating for Advancements in HIV/AIDS and TB Prevention Technologies in a Changing World

Tuesday, July 24, 2012
3:00 – 4:30 p.m.
455 Massachusetts Avenue, NW, Suite 1000
Washington, DC
*Within walking distance of the XIX International AIDS Conference venue. See map below.*

Ice cream, sorbet, and summer beverages will be provided.

The advocacy agenda for HIV/AIDS-related issues at the national and global levels is changing dramatically. The global financial crisis and increasing demands on strapped country-level budgets have created enormous challenges. And global health and development advocacy is shifting as the international community begins to talk about what comes after the Millennium Development Goals, among other issues.

Join Aeras, AVAC, the Global Health Technologies Coalition (GHTC), the International AIDS Vaccine Initiative (IAVI), and the International Partnership for Microbicides (IPM) to discuss lessons learned from advocacy for new HIV/AIDS-related prevention tools.  At the event, advocates who work on national and global advocacy will discuss how to adapt strategies to the current global health advocacy and policy environment.  The event will also provide attendees with the opportunity to strategize with colleagues working across advocacy issues, and to prepare for the challenges and opportunities ahead.

Panelists:

Prince Bahati, Director, Vaccine Preparedness, Policy and Advocacy, IAVI

Henriette Laursen, Director, AIDS-Fondet 

Christine Lubinski, Vice President for Global Health, Infectious Disease Society of America

Chamunorwa Jefrey Mashoko, University of Zimbabwe-University of San Francisco Research Programme and AVAC Advocacy Fellow

More panelists to be announced.


To RSVP, please contact Nick Taylor at info@ghtcoalition.org or 202.822.0033   




AIDS 2012 Social Media Session.pdf
128K Exibir como HTML Examinar e baixar

domingo, 1 de julho de 2012

Cerca de 30 mil novos casos de AIDS são registrados todos os anos no Brasil




Entrevista com Eduardo Barbosa do Departamento de Aids e Hepatites Virais - MS, Lucinha Araujo - Sociedade Viva Cazuza e Ivone de Paula do CRT São Paulo.
Globo News:
http://g1.globo.com/globo-news/jornal-globo-news/videos/t/assunto-em-debate/v/cerca-de-30-mil-novos-casos-de-aids-sao-registrados-todos-os-anos-no-brasil/2017411/

Cerca de 30 mil novos casos de AIDS são registrados todos os anos no Brasil

Menos da metade das pessoas contaminadas não sabem ou ainda não fizeram o teste, e o aumento no número de casos entre os mais jovens e os mais maduros preocupam.

Cerca de 30 mil novos casos de AIDS são registrados todos os anos no Brasil
Menos da metade das pessoas contaminadas não sabem ou ainda não fizeram o teste, e o aumento no número de casos entre os mais jovens e os mais maduros

Menos da metade das pessoas contaminadas não sabem ou ainda não fizeram o teste,...


Roberto Pereira
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Rio de Janeiro - RJ
Cel: (55.21) 9429-4550
cedusrj@yahoo.com.br

Nós pensamos muito e sentimos pouco. Mais do que máquinas, nós precisamos de humanidade. Mais do que inteligência, nós precisamos de carinho e bondade. Sem essas qualidade a vida será violenta, e tudo será perdido.
Discurso de Charlie Chaplin em "O grande ditador"

sexta-feira, 9 de março de 2012

19ª Conferência sobre Retrovírus e Infeções Oportunistas, Seattle, E.U.A

Reencaminhando...



Obrigada pela oportunidade de servir sempre!
Deus nos abençoe!
Cordialmente,
Enfermeira Dra. Herleni Cavalcante Farias COREN GO 010.997
PARTIDO DOS TRABALHADORES DO VALPARAISO DE GOIÁS

19ª Conferência sobre Retrovírus e Infeções Oportunistas, Seattle, E.U.A




Quinta-feira, 8 de Março de 2012

Teste de carga viral em locais com recursos limitados


A monitorização regular da carga viral permite que, quando há falência terapêutica, a mudança de tratamento seja mais rápida em comparação com a monitorização baseada em outros critérios, segundo demonstra um estudo conduzido na Zâmbia.
Contudo, a monitorização regular da carga viral não levou à deteção precoce de falência terapêutica.
A monitorização da carga viral é dispendiosa e complexa. E, como tal, não faz habitualmente parte dos cuidados de rotina do VIH em locais com recursos limitados. Isto significa que os testes de carga viral são apenas realizados se a pessoa fica doente ou se a contagem de células CD4 não aumenta ou desce significativamente. Contudo, há preocupações que isto possa significar que algumas pessoas desenvolvam resistência aos medicamentos antes de mudar a combinação terapêutica (por estarem sob um tratamento que não funciona) e que outras mudem de tratamento desnecessariamente.
Uma equipa de investigadores internacionais pretendia observar se a monitorização regular da carga viral tinha benefícios na monitorização baseada na manifestação de sintomas e na contagem de células CD4.
O estudo envolveu 1 973 pessoas que iniciaram o tratamento entre 2006 e 2008.
Os participantes foram randomizados para monitorizar a carga viral de modo regular ou numa base arbitrária.
Um ano após o início do tratamento, não havia diferença na mortalidade entre os dois grupos. Proporções iguais tinham, também, os níveis de carga viral abaixo das 400 cópias/ml. O período de falência terapêutica foi igualmente semelhante.
Porém, os doentes com carga viral monitorizada regularmente eram duas vezes mais propensos a mudar de tratamento, e estas alterações ocorreram mais rápido comparativamente às pessoas no braço da monitorização arbitrária.
Uma análise de custo-eficácia está a ser planeada, mas os investigadores concluíram que a monitorização regular reduz a quantidade de tempo passado em falência terapêutica.

Os benefícios do financiamento do PEPFAR estende-se para além do VIH


Atividades desenvolvidas pelo PEPFAR no mundo (www.pepfar.gov)
O financiamento do PEPFAR para os programas do VIH é associado a uma redução significativa da taxa de mortalidade em geral.
Os gastos na ajuda ao desenvolvimento na área do VIH alcançaram os quatro milhões de dólares americanos em 2009. No entanto, tem havido algumas críticas de que a ajuda disponibilizada foi desviada de outras prioridades da saúde para financiar estas despesas.
Os investigadores analisaram as taxas de mortalidade em adultos nos países da África subsaariana, tendo em conta se recebiam financiamento através do PEPFAR.
Um total de 27 países e um milhão e meio de adultos foram incluídos no estudo. As taxas de mortalidade nos países que receberam financiamento do PEPFAR e dos que não receberam divergiram acentuadamente, após a introdução do mesmo, em 2004. As taxas permaneceram estáveis nos países não abrangidos pelo financiamento, mas nos países abrangidos desceram em quase 50%.
Tal, não se deve simplesmente à mudança no número de mortes relacionadas com o VIH.
A análise demonstrou que todas as causas de mortalidade eram 16% mais baixas nos países a receber financiamento do PEPFAR. Os investigadores estimam que quase 750 000 casos de morte em idade adulta foram prevenidos graças ao financiamento.

Infeção pelo VIH - Prevenir a transmissão mãe-filho – retenção nos cuidados de saúde é um desafio


Estudos conduzidos na Zâmbia e na África do Sul demonstraram que é difícil reter mulheres grávidas e no período de amamentação nos cuidados de saúde quando sob tratamento antirretroviral.
Quando acessível, a Organização Mundial de Saúde (OMS) incentiva a disponibilização da terapêutica antirretroviral tripla a todas as mulheres grávidas e em período de amamentação, mesmo quando tal não é necessário para a saúde materna. Uma opção na prevenção da transmissão mãe-filho é o uso da monoterapia com AZT após a 14ª semana de gestação, doses únicas de nevirapina para a mãe e bebé durante o parto, e AZT e 3TC no momento do parto e na semana seguinte.
Os investigadores zambezianos concluíram que a terapêutica tripla reduziu o risco de infeções e de mortalidade.
Acrescentam, contudo, que ocorreu um elevado risco de perda no acompanhamento das mulheres sob terapêutica tripla. Pensam que tal poderá diminuir a eficácia dos programas na redução do risco de transmissão mãe-filho.
Um estudo sul-africano demonstrou que 19% das mulheres seropositivas para o VIH grávidas abandonaram os cuidados de saúde um ano após o início da terapêutica antirretroviral. Tal, é comparado a uma taxa de apenas 3% para as mulheres seropositivas não-grávidas.

Tratamento pediátrico para o VIH em locais com poucos recursos


A terapêutica antirretroviral baseada no inibidor da protease lopinavir/ritonavir foi associada a uma descida no risco de desenvolver malária em crianças seropositivas para a infeção pelo VIH.
Os investigadores em Tororo, no Uganda – onde a malária é endémica – observaram as taxas da doença em crianças seropositivas para o VIH, tendo em conta se estas estavam sob terapêutica antirretroviral baseada em lopinavir/ritonavir ou num inibidor não-nucleósido da transcriptase reversa (INNTR).
A terapêutica com o inibidor da protease foi associada a uma redução de 59% do risco de desenvolvimento de malária.
A terapêutica preventiva padrão para a malária foi disponibilizada a todas as crianças. Os investigadores pensam que o lopinavir/ritonavir possa ter potenciado os níveis dos medicamentos profiláticos para a malária. Especulam, também, que o inibidor da protease possa ter um efeito anti-malárico.
Um outro estudo demonstrou que o tratamento com d4T (estavudina) é o principal fator de risco para o desenvolvimento da lipoatrofia (perda de gordura) em crianças sob terapêutica antirretroviral na África do Sul.
Os investigadores enfatizam a importância de detetar precocemente este efeito secundário, difícil de reverter e estigmatizante.

Tratamento para a hepatite C


Estudo apresentado por Edward Gane no CROI 2012
O tratamento para a hepatite C sem interferão peguilado “ não é um sonho”, afirmaram os investigadores após saberem os resultados de um estudo que demonstrou que uma combinação com dois medicamentos orais obteve um efeito rápido e potente contra o vírus.
Contudo, a carga viral aumentou quando o tratamento foi interrompido. O estudo envolveu doentes monoinfetados pelo vírus da hepatite C (VHC).
O tratamento padrão para a hepatite C consiste em interferão peguilado e ribavirina. Esta terapêutica nem sempre funciona e pode causar efeitos secundários graves, muitos dos quais associados ao interferão.
Dois inibidores da protease que atuam diretamente contra o vírus da hepatite C foram recentemente aprovados. Estes melhoram as taxas de resposta ao tratamento, contudo, o interferão peguilado permanece como um componente essencial no tratamento.
Outros medicamentos que atuam diretamente contra o vírus da hepatite C estão em desenvolvimento.
Os resultados apresentados no ano passado demonstraram que a combinação baseada no inibidor da polimerase experimental, GS-7977, mais ribavirina obteve bons resultados em doentes monoinfetados pelo VHC com os genótipos 2 e 3, mais fáceis de tratar.
Os investigadores pretendiam observar se a combinação era segura e eficaz em pessoas com o genótipo 1, mais difícil de tratar.
Os participantes do estudo receberam 400mg de GS-7977 num comprimido diário com 1000 ou 1200mg de ribavirina, consoante o peso de cada pessoa, durante 12 semanas. A carga viral do VHC desceu rapidamente e permaneceu suprimida até ao final da terapêutica.
Contudo, tornou a ser novamente detetável em todos os participantes, à exceção de um. Este doente tinha uma variação genética (IL28B) associada a uma resposta favorável ao tratamento e fibrose hepática mínima.
Os investigadores pensam prolongar a terapêutica, ou adicionar outro medicamento, que atue diretamente no vírus da hepatite C de modo a melhorar as taxas de resposta.

“O básico” – novos temas


Lançámos recentemente 12 novos temas da nossa série ilustrada “O básico”.
Desenhámos estes folhetos para apoiar as discussões entre os profissionais de saúde e as pessoas que vivem com VIH, onde cada tema cobre alguns aspetos-chave. São escritos em linguagem simples e com ilustrações para melhor compreender a informação.
Pode saber mais sobre estes novos temas no blog da NAM, ou consultar e descarregar a série completa no nosso site.
Muitos destes folhetos estão traduzidos em vários idiomas, incluindo o Português. Pode encontrar todos os folhetos em português no nosso site, como também, mais informações detalhadas para doentes.

Apoie o nosso trabalho de outras formas


Como organização de solidariedade, necessitamos de donativos e agradecemos todos os que recebemos, sejam pequenos ou grandes. Todos os cêntimos são canalizados para ajudar as pessoas que vivem com VIH e aqueles que os apoiam e cuidam, a ter acesso a informação essencial.
Acreditamos veementemente que uma informação independente, clara e baseada em evidência científica está no centro do fortalecimento da capacidade das pessoas para tomarem decisões sobre a sua saúde e viver durante mais tempo, vidas felizes e com mais saúde.
Se quiser apoiar o nosso trabalho através de um donativo, poderá fazê-lo online através da página www.aidsmap.com/donate.
Se quiser saber como o seu apoio pode fazer a diferença e se sentir que pode apoiar o nosso trabalho com um donativo, poderá fazê-lo online através da página www.aidsmap.com/donate.
Muito obrigado.
“Fui diagnosticado com VIH no início de dezembro, com 24 anos…No início não consegui contar nem aos meus amigos mais próximos ou familiares e o aidsmap.com ajudou-me a falar com outras pessoas.”
Links relacionados:
A NAM é uma reconhecida organização de base comunitária, com sede no Reino Unido. Proporciona informações correctas e actualizadas sobre VIH para todo o mundo para pessoas que vivem com a infecção pelo VIH e profissionais desta área.
Faça um donativo, marque a diferença em www.aidsmap.com/donate
Para mais informações, por favor entre em contacto com a NAM:
Telefone: +44 (0)20 3242 0820
Fax: +44 (0) 20 3242 0839
E-mail: info@nam.org.uk
Site: www.aidsmap.com
NAM Publications
Registered office: 77a Tradescant Road, London, SW8 1XJ
Company limited by guarantee. Registered in England & Wales, number: 2707596
Registered charity, number: 1011220
Para cancelar a subscrição, por favor visite a nossa página: http://www.aidsmap.com/page/1492854/