Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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quinta-feira, 3 de maio de 2012

RJ: Superlotação mata por tuberculose nas cadeias

RJ: Superlotação mata por tuberculose nas cadeias

Mais do que dobrou, em um ano, a taxa de mortalidade por tuberculose no sistema penitenciário estadual do Rio de Janeiro. Em fevereiro deste ano, morreu um preso a cada dois dias, nos postos de saúde do sistema. O agravamento dessa mórbida estatística é um dos efeitos da superlotação. Atualmente com 30.282 presos, a população está 26% superior à capacidade das unidades prisionais. Enquanto isso, o quadro de profissionais de saúde se reduziu de 1.200 em 1995, para 700 em 2011. Há apenas dois médicos atualmente no Sanatório Penal, hospital de referência para tuberculose. Eram 11 em 2005. Também pioraram os salários e as condições de trabalho. Esse grave diagnóstico deu o tom de emergência da audiência pública realizada em (17/4/2012) pela Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Alerj. O debate durou cinco horas.

A superlotação surgiu como efeito do fechamento das carceragens da Polícia Civil, a partir de abril do ano passado. Restam ainda nas unidades policiais cerca de 300 presos. Estima-se que até 2016 a população prisional terá chegado a 52 mil encarcerados. Há cerca de um ano, em audiência pública também sobre a questão prisional, o presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos de Direitos, deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ) alertou que haveria superlotação nos presídios sem um planejamento prévio que envolvesse a criação de novas vagas no sistema. Nesse contexto, a taxa de mortalidade subiu de 0.25/ 1 mil presos em fevereiro de 2011 para 0.53/1 mil no mesmo mês deste ano.

“Alertei para o risco da transferência para a Seap dos problemas que havia na Polícia Civil, de que seria uma mera mudança de endereço”, lembrou o parlamentar. “O número de óbitos de presos é absurdo. Se continuar assim, se nada for feito para garantir condições mínimas de saúde nas prisões, teremos de responsabilizar judicialmente o governador Sérgio Cabral”, afirmou o deputado. Como principal encaminhamento da audiência, houve a cobrança da contratação emergencial de profissionais de saúde para a Seap, enquanto não há a realização de concurso público, de pelo menos sete médicos para o Sanatório Penal. Além disso, será criado um Grupo de Trabalho para monitorar o encaminhamento das ações emergenciais necessárias na saúde do sistema prisional.

Em inspeção realizada pelo Mecanismo de Prevenção e Combate à Tortura do Estado do Rio de Janeiro, entre agosto de 2011 e março deste ano, foi possível verificar a superlotação em seis das oito unidades visitadas. Os casos mais graves foram encontrados no Ary Franco, na Água Santa, com 1.680 presos, onde deveria caber até 958, e no Vicente Piragibe, com 2.300 presos, em lugar para, no máximo, 1.444.

De acordo com os próprios profissionais de saúde da Seap, a superlotação do sistema ocorre aliada à falta de profissionais, de unidades de atendimento, de transportes de pacientes, de equipamentos e de medicamentos, em um ambiente insalubre e com alimentação inadequada. Tudo isso tem criado as condições propícias para a proliferação de doenças contagiosas. No caso da tuberculose, a incidência dentro do sistema, com 572 casos registrados em 2010, está 36 vezes maior do que a incidência na população em geral. O quadro se agravou com o fechamento dos hospitais penitenciários. Hoje, o sistema carece de recursos humanos e materiais mesmo para a própria diagnose do problema.

“A realidade não é muito diferente da que se encontra na saúde pública do país e de diversos estados”,admitiu o secretário de Administração Penitenciária, coronel César Rubens. “Trata-se de um segmento da sociedade que a própria sociedade quer esquecer que existe”,concluiu o secretário, referindo-se à população do sistema que administra e no qual um em cada 20 presos sofre atualmente do mal da tuberculose.

Participaram da audiência, além do titular da Seap, representantes da Secretaria Estadual de Saúde, do Grupo Executivo de Delegacia Legal da Secretaria Estadual de Obras, da Vara de Execuções Penais, do Ministério Público e da Defensoria Pública estaduais, do Mecanismo de Prevenção e Combate à Tortura do Estado do Rio de Janeiro, da OAB-RJ, do DDH-RJ, da Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz, do Fórum Permanente do Sistema Penitenciário, Conselho Federal de Medicina, do Fórum das ONGs de Combate à Tuberculose do Rio de Janeiro, Associação dos Servidores das Áreas de Saúde e Assistência Penitenciária do Rio de Janeiro (Assap). Além de Freixo, participaram também os deputados Rejane, Robson Leite, Paulo Ramos, Flávio Bolsonaro, Edson Albertassi, André Lazzaroni.

Houve ainda a participação especial na audiência de Dona Maria de Lourdes Cabral de Souza, mãe de João Paulo da Souza Silva, de 28 anos, cadeirante, em cumprimento de pena no presídio Muniz Sodré, com suspeita de tuberculose. Ela fez um apelo para a necessidade de atendimento urgente para o seu filho, que ela ainda tem esperança de que consiga sair vivo após cumprir sua pena no sistema prisional do Rio.

Fonte: http://www.marcelofreixo.com.br/portal/noticias_do.php?codigo=658

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Veja o vídeo com a Dra. Alexandra Sanchez, médica do DESIPE, quando da Audiência Pública sobre as condições sanitárias do sistema prisional fluminense, em especial sobre os cuidados para o controle da disseminação da tuberculose entre os recolhidos.

Clique no link => http://www.metacafe.com/watch/8380514/cat_tuberculose_alexandra_sanchez_audi_ncia_p_blica/



 
 
 
Roberto Pereira
Coordenação Geral
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Av. General Justo, 275 - bloco 1 - 203/ A - Castelo
20021-130 - Rio de Janeiro - RJ - Brasil
 
Cel: (55.21) 9429-4550
cedusrj@yahoo.com.br

Nós pensamos muito e sentimos pouco. Mais do que máquinas, nós precisamos de humanidade. Mais do que inteligência, nós precisamos de carinho e bondade. Sem essas qualidade a vida será violenta, e tudo será perdido.
Discurso de Charlie Chaplin em "O grande ditador"


segunda-feira, 30 de abril de 2012

A TUBERCULOSE É ANTIGA, MAS NÃO É PASSADO.

Nunca é demais lembrar:
A TUBERCULOSE É ANTIGA,
MAS NÃO É PASSADO.
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Roberto Pereira
Coordenação Geral
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Av. General Justo, 275 - bloco 1 - 203/ A - Castelo
20021-130 - Rio de Janeiro - RJ - Brasil
 
Cel: (55.21) 9429-4550



Nós pensamos muito e sentimos pouco. Mais do que máquinas, nós precisamos de humanidade. Mais do que inteligência, nós precisamos de carinho e bondade. Sem essas qualidade a vida será violenta, e tudo será perdido.
Discurso de Charlie Chaplin em "O grande ditador"

domingo, 1 de abril de 2012

Ministério da Saúde lança campanha educativa contra tuberculose e HIV


Em Porto Alegre,
 Ministério da Saúde 
lança campanha educativa
 contra tuberculose e HIV



http://www.agenciaaids.com.br/usermedia/images/Tuberculose-lat.jpg30/03/2012

O diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, Dirceu Greco, participou, nessa quinta-feira, 29 de março, em Porto Alegre, do lançamento da campanha educativa "TB/HIV - Essa dupla não combina", promovida pelo Programa Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT) do Ministério da Saúde.

A campanha faz parte do projeto Ações Colaborativas TB/HIV, realizado pelo PNCT e pelo Departamento de Aids, gerenciado pela ONG MSH (Management Sciences for Health) e financiado pela Usaid (Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional).

"O projeto é a prévia de uma política pública implementável e a integração entre aids e tuberculose deve ser cada vez maior", afirmou Dirceu Greco.

Os números mostram que essa integração, especialmente no tratamento, é uma necessidade. Atualmente cerca de 10% das pessoas que vivem com HIV/aids têm tuberculose.

O projeto, que será encerrado em junho, foi realizado em nove municípios da região Sul, com prevalência de 20% dos casos de coinfecção (quando o paciente tem aids e tuberculose ao mesmo tempo). Entre as ações desenvolvidas, está a biossegurança nos locais de tratamento, o aumento do diagnóstico de tuberculose entre as pessoas que vivem com HIV/aids e a implantação da profilaxia entre os pacientes que tenham a infecção latente (quando tem o bacilo da tuberculose sem estar doente).
"Não se trata de nada inovador pois já se preconiza a integração 
entre tuberculose e aids, mas é o primeiro passo no sentido de 
mplementá-la efetivamente", afirmou o coordenador do PNCT, 
Dráurio Barreira. De acordo com ele, a intenção do governo 
é ampliar as ações de integração para todo o país.

Redação da Agência de Notícias da Aids

quinta-feira, 29 de março de 2012

Alerj Debate: Tuberculose Vídeo TVALERJ Assistam:


Alerj Debate: Tuberculose

Assista ao Programa da TV ALERJ - Assembleia Legislativa do Estado do Rio de janeiro, alusivo ao Dia Mundial de Luta Contra a Tuberculose
24/03/2012

Alerj Debate: Tuberculose
Alerj Debate: Tuberculose

Com a participação do Deputado Estadual Gilberto Palmares , presidente da Frente Parlamentar de Aids e Tuberculose do Estado do Rio de Janeiro; do Dr. Alexandre Chieppe, da SES/RJ e do Psicólogo Carlos Basilia, do IBISS e Observa´tprio Tuberculose Brasil, representanto o Fórum ONGs Tuberculose RJ.


Alerj Debate: Tuberculose

1ADB_026_120322_TuberculoseGilb­ertoPalmares 3_bl01-02Baixar: formato Vídeo WMV - tamanho 36 MiB
2ADB_026_120322_TuberculoseGilb­ertoPalmares 3_bl02-02


"TODOS JUNTOS NA LUTA CONTRA A TUBERCULOSE" 

Roberto Pereira
Consultor Técnico
Consultor Técnico - Projeto Fundo Global TB / FAP
Av. Almirante Barroso, 54 - 15º andar
20031-000 Rio de Janeiro - RJ
Tel.: +55 21 2544-6795
Visite-nos: http://www.fundoglobaltb.org.br
 
TRADIÇÃO SE CONQUISTA COM O TEMPO
FUNDAÇÃO ATAULPHO DE PAIVA
Desde 1900, desenvolvendo ações de promoção da saúde

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Rio, 1º Dez, Dia Mundial de Luta contra Aids (Convite)


           
O Dia Mundial de Luta Contra a Aids foi criado para relembrar o combate à doença e despertar nas pessoas a consciência da necessidade da prevenção, aumentar a compreensão sobre a síndrome e reforçar a solidariedade às pessoas vivendo com o HIV/Aids.
Foi a Assembléia Mundial de Saúde, com o apoio da Organização das Nações Unidas (ONU), que instituiu a data de 1º de dezembro. A decisão foi tomada em outubro de 1987. No Brasil, a data passou a ser comemorada a partir de 1988, por decisão do Ministro da Saúde.   
  UMA VIDA – DUAS DOENÇAS – UMA RESPOSTA
Em grande parte do mundo, a epidemia da tuberculose está associada ao avanço dos casos de Aids, principal fator do aumento do número de casos de tuberculose no mundo.  Nas principais metrópoles brasileiras a Aids e a tuberculose, são duas graves doenças com um crescente aumento da co-infecção TB/HIV.

Um dos problemas mais alarmantes relacionados à tuberculose é a co-infecção Tuberculose - Aids, a infecção pelo HIV é um importante fator de risco para o desenvolvimento da tuberculose o que normalmente ocorre devido á baixa imunidade causada pelo vírus HIV, sendo a doença oportunista mais freqüente e a principal causa de morte em pessoas vivendo com Aids.
Segundo especialistas da OMS na primeira reunião das Nações Unidas para a discussão TB/HIV e o impacto global da interação entre estas doenças, a pouca atenção dispensada à disseminação da tuberculose está minando os ganhos recentes obtidos contra o vírus causador da Aids, atualmente a tuberculose e a Aids têm um caráter epidêmico em várias áreas do mundo, e as duas doenças infecciosas precisam ser combatidas juntas.
tbhiv_brochure.jpg  Onde existe alta prevalência de HIV, a TB não pode ser prevenida e efetivamente tratada sem a prevenção e o tratamento do HIV/Aids, por outro lado, as ações direcionadas para o controle de TB são de fundamental importância na efetividade das ações de combate ao HIV/Aids.
   Jorge Sampaio, ex-presidente de Portugal que atua na ONU como enviado especial para o combate à tuberculose, afirmou que a co-infecção TB/HIV tem sido um problema bastante negligenciado" e que devido ao alastramento contínuo da tuberculose resistente a medicações, os profissionais da área de saúde relutam cada vez mais em cuidar dos pacientes infectados pelo HIV.
   Segundo Mario Raviglione, diretor de controle da tuberculose da OMS pelo menos 700 mil casos de tuberculose surgem entre indivíduos infectados pelo HIV a cada ano no mundo, e neste ano calcula-se que 230 mil pessoas infectadas morrerão de tuberculose. Este número inclui muitos que receberam drogas anti-retrovirais que podem conter o HIV, mas que não receberam os medicamentos que geralmente podem curar a tuberculose não resistente a essas drogas.
  O tratamento da co-infecção TB/HIV de maior complexidade exige um atendimento diferenciado multidisciplinar, maior atenção ao paciente e estímulo reforçado à adesão ao tratamento das duas infecções, como agravante a pessoa ainda sofre do forte estigma e preconceito associados a essas doenças. Ainda é comum por falta de informação se acreditar que é preciso se afastar ou isolar as pessoas com tuberculose o que fragiliza e aumenta ainda mais o sofrimento e a vulnerabilidade de quem na verdade precisa de carinho, solidariedade e apoio social.
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Carlos Basília
Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Observatório Tuberculose Brasil
Instituto Brasileiro de Inovações em Saúde Social - IBISS

Conheça nosso trabalho de Advocacy, Comunicação e Mobilização Social

Campanhas de tuberculose:

Notícia:

domingo, 8 de maio de 2011

Tuberculose Programa MAIS VOCÊ, Dia Mundial da Tuberculose

 
Prezados(as),
 
No dia 24 de março, Dia Mundial de Luta Contra a Tuberculose, fomos surpreendidos com uma excelente matéria veiculada no Programa MAIS VOCÊ, com a apresentadora Ana Maria Braga que, de uma forma simples, bem popular e de fácil entendimento, trouxe ao seu público importantes informações à respeito da tuberculose, seus impactos e sua cura.
 
Por conta disso sugerimos que vocês assistam e repassem em suas listas de interesse. Nós já usamos essa gravação em atividades com públicos variados e a mesma teve excelente aceitação.
Dia Mundial da Tuberculose:
 
 
 
 
Roberto Pereira
Coordenação Geral
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro Suplente da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Membro da Executiva do Fórum ONG Aids RJ
Av. General Justo, 275 - bloco 1 - 203/ A - Castelo
20021-130 - Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Tel: (55.21) 2544-2866 Telefax: (55.21) 2517-3293
Cel: (55.21) 9429-4550

A prioridade absoluta tem de ser o HUMANO.
Acima dessa, não reconheço nenhuma outra.
(José Saramago)
         


Assunto:
Tuberculose
Programa MAIS VOCÊ, Ana Maria Braga
Dia Mundial da Tuberculose




Programa MAIS VOCÊ, Ana Maria Braga
 
24 DE MARÇO DE 2011.
 
Dia Mundial da Tuberculose:
 
Favor divulgar,
Alexandre Milagres.
Fundação Ataulpho de Paiva 

CAT - Centro de Apoio ao Tabagista
Núcleo de estudos do tabaco
Ação política no controle do tabagismo


 
"Fumar pra quê, meninas e meninos?" http://www.cigarro.med.br



quarta-feira, 13 de abril de 2011

BOLETIM OBSERVATÓRIO TBBRASIL- ESPECIAL DIA M TB- 2011

  OBSERVATÓRIOTUBERCULOSE BRASIL
BOLETIM - DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA A TUBERCULOSE - 2011
 
     Segue em anexo, (pdf) Boletim do Observatório Tuberculose Brasil e o Clipping do Ministério da Saúde, especial Tuberculose, com as principais matérias veiculadas em jornais, TVs, rádios e sites na internete durante março de 2011, por conta das ações alusivas ao Dia Mundial de Luta contra a Tuberculose - 24 de março.
 
     Foi um amplo trabalho de pesquisa e leitura de notícias coletadas e selecionadas, onde podemos perceber ao comparar com as publicações em anos anteriores uma maior cobertura e um expressivo aumento das ações de mobilização em todo país.
 
     Essa amostragem é um importante e significativo indicador que demonstra o quanto avançamos em nossa mobilização, comunicação e Advocacy em Tuberculose e da necessidade da aceleração e inovação das ações para o alcance das metas definidas para o controle da tuberculose no Brasil.
 
   Nosso  especial agradecimento a colaboração de Cristina Ruas, Comunicação Institucional Projeto Fundo Global TB-Brasil e Milton Júnior, Jornalista da Assessoria de Imprensa do Ministério da Saúde.
____________________
 
Os documentos também podem serem baixados clicando nos links abaixo:
 
(Obs: Se tiver problemas em abrir os documentos, clique no link para baixar grátis um visualizador de arquivos em PDF
 
 
Carlos Basilia
Fórum ONGsTuberculose - RJ
Observatório Tuberculose Brasil
Instituto Brasileiro de Inovações em Saúde Social - IBISS

sábado, 9 de abril de 2011

Peste Branca (TB) e Santa Theresinha


D I V U L G A N D O  
 
 
Roberto Pereira
Coordenação Geral
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro Suplente da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Membro da Executiva do Fórum ONG Aids RJ
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20021-130 - Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Tel: (55.21) 2544-2866 Telefax: (55.21) 2517-3293
Cel: (55.21) 9429-4550

A prioridade absoluta tem de ser o HUMANO.
Acima dessa, não reconheço nenhuma outra.
(José Saramago)
         
 

De: Alexandre Milagres
Assunto: Santa Theresinha e a Peste Branca



 Prezados,

Segue uma informação passada por uma paciente de TB, que poderá ser utilizada em algum momento por vocês, ativistas e técnicos, e que deva constar de nossos arquivos pessoais sobre a tuberculose e seu impacto sobre a história da humanidade. Como ando estudando este tema e desconhecia esta informação, repasso-a para vcs.

A conhecida Santa Theresinha, Theresa de Lisieux (originalmente Marie Françoise Thérèse Martin), nascida em Alençon, uma comunidade francesa da Baixa-Normandia, em 2 de janeiro de 1873, perdeu a mãe por câncer, aos 4 anos de idade. Aos 14, entra para a Ordem das Carmelitas Descalças, após receber a autorização do Papa Leão XXIII devido à sua pouca idade, adotando o nome de Theresa do Menino Jesus (Thérèse de l'Enfant Jesus).
 
Morreu de tuberculose, em Lisieux, em 30 de setembro de 1897, portanto, com apenas 24 anos de idade e 15 anos após a descoberta da bactéria causadora da doença, por Robert Koch (1882). Infelizmente, entre a descoberta do alemão e os primeiros fármacos a combater o Mycobacterium tuberculosis, mais de 7 décadas se passaram.

As imagens anexadas são da Theresa de Lisieux saudável, já adoecida e morta pela Peste Branca.

Sds.
Alexandre Milagres.

P.S. 
Link para informações adicionais sobre a personagem no Wikipedia.
P.S.2 Mais de 4 mil mortes anuais por TB no Brasil do Século XXI deveria ser inadmissível.



CAT - Centro de Apoio ao Tabagista
Núcleo de estudos do tabaco
Ação política no controle do tabagismo


 
"Fumar pra quê, meninas e meninos?" http://www.cigarro.med.br
Rua Djalma Ulrich, 163 s/ 602 Copacabana, Rio de Janeiro
Tel. (21) 2513.2934           alexandre@cigarro.med.br


__._,_.___
Anexo(s) de CEDUS
5 de 5 foto(s)

terça-feira, 29 de março de 2011

Tuberculose: perguntas e respostas


ENCAMINHANDO
 
Acione o link abaixo e tenha acesso a um excelenye material de apoio sobre tuberculose (2008), de autoria das Dras. Laedi Santos e Vera Galesi, produzido pela Divisão de Tuberculose da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo, com apoio do Projeto Fundo Global Tuberculose Brasil.
 
Link para TUBERCULOSE - PERGUNTAS E RESPOSTAS:
 
 
 


 
 
 
Roberto Pereira
Coordenação Geral
Centro de Educação Sexual - CEDUS
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"A tuberculose é antiga, mas não é passado." 
24 DE MARÇO
Dia Mundial de Luta Contra a Tuberculose

domingo, 27 de março de 2011

Tuberculose preocupa Ministério da Saúde



Prezados(as),
 
Depois de décadas de um quase total esquecimento, que levou a tuberculose a ser inserida no rol das DOENÇAS NEGLIGENCIADAS ou, como preferem outros, DOENÇAS DA POBREZA, governantes, gestores da saúde, pesquisadores, imprensa e organizações sociais voltam, ainda que lentamente, a focar sua atenção a essa patologia que acompanha a humanidade desde os seus primordios e continua, ainda agora no século 21, a provocar milhares de vítimas em todo o mundo.
 
Os números da tuberculose tornam-se mais assustadores quando sabemos que, tanto o seu diagnóstico, como o seu tratamento e cura, são conhecidos a décadas e, quando comparados a outas doenças, têm um custo extremamento baixo.
 
Para nós do Brasil essa questão torna-se ainda mais importante pois fazemos parte do conjunto de 22 países que concentram 80% dos casos de tuberculose no mundo.
 
Para nós do Rio de Janeiro essa situação também é alarmante se considerarmos o fato de que a região metropolitana do estado tem uma das maiores incidências de tuberculose no país, cabendo a cidade do Rio de Janeiro, o maior número de casos das suas formas mais resistentes.
 
Cabe a nós portanto: governantes; gestores da saúde, educação a assistência social; educadores, pesquisadores, imprensa, empresários e, fundamentalemtne, sociedade civil, formarmos uma grande rede com ações integradas e complementares, para esse enfrentamento já que a tuberculose é um problema de todos nós.
 
A tuberculose tem cura e o seu tratamento é seguro e eficaz.

 
 
 
Roberto Pereira
Coordenação Geral
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro Suplente da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Membro da Executiva do Fórum ONG Aids RJ
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20021-130 - Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Tel: (55.21) 2544-2866 Telefax: (55.21) 2517-3293
Cel: (55.21) 9429-4550

"A tuberculose é antiga, mas não é passado." 
24 DE MARÇO
Dia Mundial de Luta Contra a Tuberculose
 
 
                                     
                                                                      



De: Carlos Basilia
 
 
Segue informe do Ministério da Saúde da cerimônia oficial alusiva ao Dia Mundial de Luta contra  a Tuberculose em Brasília.
 
Em destaque os links com o áudio da apresentação do Dr.Jarbas Barbosa, Secretário de Vigilância em Saúde SVS/MS
e a fala do Ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
 
Ouça o áudio da apresentação: parte I, parte II, parte III, parte IV e parte V (vale a pena)
 
Carlos Basilia
Observatório Tuberculose Brasil
Membro Fórum ONGs Tuberculose - RJ
IBISS - Instituto Brasileiro de Inovações em Saúde Social

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Brasil reduz casos novos de tuberculose

 
24/03/2011

Número caiu de 73 mil para 70 mil, entre 2008 e 2010. Doença, no entanto, ainda preocupa Ministério da Saúde
Veja Também:
Saúde lança campanha no Dia Mundial de Luta contra a Tuberculose 

O Brasil reduziu de 73.673 para 70.601 o número de casos novos de tuberculose entre 2008 e 2010 – o que representa 3 mil casos novos a menos no período. Com a redução, a taxa de incidência (número de pacientes por 100 mil habitantes) baixou de 38,82 para 37,99. São números positivos, mas que ainda fazem da tuberculose um dos principais problemas de saúde pública do Brasil, exigindo esforços para acelerar a diminuição do número de novos casos.


No país, a tuberculose é a terceira causa de óbitos por doenças infecciosas e a primeira entre pacientes com aids. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (24), em Brasília, pelo secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, por ocasião do Dia Mundial de Luta contra a Tuberculose.

Atualmente, o Brasil ocupa o 19º lugar no ranking dos 22 países que concentram 80% dos casos em todo o mundo. Nesta lista, quanto mais elevada é a posição ocupada pelo país, melhor é a situação. Com relação à incidência, o Brasil é o 108º colocado. “Nós acreditamos que, mantido o progresso atual, em cinco anos estaremos muito próximos de deixar o grupo dos 20 países com mais casos no mundo”, afirma o secretário.

A tuberculose é uma das doenças que devem ter indicadores reduzidos pela metade até 2015 em relação aos registros de 1990, conforme previsto nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). Há duas décadas, a incidência da doença era de 56 casos por 100 mil habitantes e a mortalidade, de 3,6 por 100 mil. Até 2015, os indicadores devem chegar a 28/100 mil e 1,8/100 mil, respectivamente.

Jarbas Barbosa afirma que a meta de redução da mortalidade deverá ser atingida. Em 2009, a taxa ficou em 2,5 óbitos por 100 mil habitantes. Porém, quanto à incidência, Barbosa reforça que é necessário acelerar o ritmo de queda dos casos, embora tenham sido registrados números positivos nos últimos anos.

“A população deve ficar atenta ao principal sintoma da tuberculose, que é tosse por mais de três semanas, com ou sem catarro. Apresentando esse sintoma, a pessoa deve procurar uma unidade de saúde para fazer o diagnóstico. Se for tuberculose, o tratamento é iniciado imediatamente e a cadeia de transmissão é interrompida”, esclarece o secretário. Ele chama atenção para o fato de que o tratamento dura seis meses e não pode ser interrompido. Dessa forma, é possível obter a cura da doença e a redução da transmissão.

Em 2008, o percentual de cura foi de aproximadamente 73%. A meta do Programa Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT), da Secretaria de Vigilância em Saúde, é atingir 85%, como recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Novo esquema facilita adesão ao tratamento

Desde o final de 2009, o Brasil adota um novo esquema terapêutico para tratar a doença. Antes, o tratamento era feito com três drogas, o paciente era obrigado a tomar até nove comprimidos diferentes por dia e 9,4% dos doentes abandonavam o tratamento. Com o novo esquema, os pacientes ingerem apenas 2 a 4 comprimidos por dia, de acordo com o peso da pessoa. Assim, espera-se reduzir a taxa de abandono para menos de 5% (parâmetro usado pela OMS) até 2015.

“Um dos problemas que temos com a tuberculose é que o tratamento é muito efetivo, mas é prolongado – dura cerca de seis meses. Muita gente começa a tomar o remédio e o abandona nos primeiros meses. No entanto ela só fica completamente curada se completar o tratamento”, explica Jarbas Barbosa, que frisa a importância da ação conjunta entre os governos municipais, sociedade civil e parceiros comunitários no incentivo ao tratamento.

Outra medida adotada pelo Brasil foi expandir a cobertura da estratégia do Tratamento Diretamente Observado (TDO), que consiste no acompanhamento do paciente durante os seis meses de tratamento – outra recomendação da OMS. Em 2009, 36,2% dos casos novos de tuberculose foram acompanhados; em 2001, eram apenas 3,5%. Atualmente, 97% dos municípios prioritários, que concentram 63% dos casos de tuberculose, adotam o TDO como estratégia para aumentar o percentual de cura da doença.

A DOENÇA – Importante problema de saúde pública, a tuberculose é uma doença causada pelo bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis), que afeta vários órgãos do corpo, mas principalmente os pulmões. É transmitida pelo ar, quando o paciente tosse ou espirra. Os principais sintomas são tosse prolongada (por mais de três semanas) com ou sem catarro, cansaço, emagrecimento, febre (noturna) e suor noturno. Em 1993, a OMS declarou a tuberculose como uma emergência global.

RJ, AM e PE têm as maiores incidências

De acordo com os dados de 2010, as maiores incidências estão nos estados do Rio de Janeiro (71,8 por 100 mil habitantes), Amazonas (69,2/100 mil), Pernambuco (47,5/100 mil), Pará (46,2/100 mil) e Rio Grande do Sul (45,3/100 mil). As menores taxas de incidência do país foram registradas no Distrito Federal (11,7/100 mil), Tocantins (13,6/100 mil) e Goiás (14,6/100 mil).

Entre as capitais, as maiores incidências são registradas em Porto Alegre (111,3/100 mil), Recife (97,2/100 mil), Belém (95,1/100 mil), Rio de Janeiro (93,4/100 mil) e Manaus (93,2/100 mil).

TUBERCULOSE E HIV – Entre 2002 e 2009, houve aumento do percentual de pacientes com tuberculose que fizeram testes de detecção do HIV, vírus causador da aids. No início da década, apenas 26% fizeram o teste; em 2009, o percentual subiu para 50,8%. Como a tuberculose é a principal causa de morte de pessoas com HIV, quanto mais precoce o diagnóstico, melhores as chances de sobrevida do paciente. Atualmente, o percentual de coinfecção, quando o paciente tem HIV e tuberculose ao mesmo tempo, é de 9,2% (dados de 2009).

PERFIL DO PACIENTE No Brasil, a faixa etária mais acometida pela tuberculose é a que vai dos 20 aos 49 anos, abrangendo em torno de 63% dos casos novos da doença registrados em 2009. Quanto à escolaridade, 62,5% dos casos novos tinham até oito anos de estudo.

A incidência entre os homens (cerca de 50 casos por 100 mil habitantes) é o dobro do que é observado entre as mulheres. Já nas populações mais vulneráveis, as taxas são maiores do que a média nacional, de 37,99. Entre os indígenas, a incidência é quatro vezes maior que a taxa nacional; na população privada de liberdade, 25 vezes maior; nos portadores de HIV, 30 vezes maior. No entanto, a tuberculose afeta todos os segmentos da sociedade, independentemente de renda ou da escolaridade.

Investimento contra doença cresce 14 vezes em oito anos

Entre 2002 e 2010, o volume de recursos investidos pelo Ministério da Saúde e estados cresceu 14 vezes. No ano passado, o orçamento total foi de US$ 74 milhões, contra US$ 5,2 milhões em 2002.

No ano passado, o Ministério da Saúde e o programa de saúde global financiado pela Fundação Bill & Melinda Gates anunciaram uma parceria com o PNCT, em colaboração com a Fundação Ataulpho de Paiva (FAP), do Rio de Janeiro. O principal objetivo é validar um teste rápido de detecção da doença, cujo resultado sai em 1h30. Pela técnica tradicional, o diagnóstico demora 30 dias em média. O total de recursos investidos pela Fundação Gates, ao longo de três anos, será de US$ 3 milhões.

Em 2010, o PNCT iniciou um projeto-piloto, em parceria com as secretarias estaduais e 13 municípios da Região Sul, com o objetivo de sensibilizar e capacitar equipes de profissionais de saúde para melhorar o diagnóstico e o tratamento oportuno de tuberculose em pacientes com HIV. Um dos resultados esperados é a definição de um modelo de avaliação clínica das pessoas com HIV/aids para a detecção precoce da tuberculose. Isso porque a tosse por mais de três semanas nem sempre é o sintoma mais frequente da doença entre essas pessoas.

A agência do governo dos Estados Unidos para o desenvolvimento internacional (USAID, na sigla em inglês) repassou US$ 750 mil ao projeto, que conta com a participação da organização não-governamental MSH, responsável pela execução financeira junto aos municípios.

Foram selecionados municípios com prevalência de 20% ou mais de casos de HIV em pessoas com tuberculose, percentual considerado alto pelo Ministério da Saúde. No Rio Grande do Sul, o projeto beneficiará Porto Alegre e outros nove municípios da Região Metropolitana (Alvorada, Cachoeirinha, Canoas, Esteio, Gravataí, Novo Hamburgo, São Leopoldo, Sapucaia do Sul e Viamão). Em Santa Catarina, as cidades contempladas são Florianópolis e Itajaí; e no Paraná, o município de Paranaguá.

 
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