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Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
domingo, 24 de agosto de 2014
Sala de leitura dos #Alzheimer's #Cuidadores e familiares de pacientes
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Boas notícias para os renais crônicos do Pará e Amazonas
Criança recebe rim doado pela mãe | |||||||||||
| Procedimento inovador no Amazonas realiza transplante entre duas pessoas vivas e deve acontecer amanhã pela manhã | |||||||||||
| Publicado Terça-Feira, 15 de Janeiro de 2013, às 18:29 | BAND | |||||||||||
Agência Pará de Notícias
Julia Garcia - Secom
Fone: (91) 3202-0912 / (91) 8847-2281
Email: juliagarcia@
Secretaria de Estado de Comunicação
Rodovia Augusto Montenegro, km 09 - Coqueiro - Belém - PA CEP.: 66823-010
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segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Países do Mercosul assinam acordo para o controle da aids e outras doenças.
doenças.
[right] 17/11/2012 - 10h10
Os Ministérios da Saúde do Mercosul assinaram na quinta-feira
passada, 15 de novembro, no Palácio Piratini em Porto Alegre (RS),
sete acordos que estabelecem ações integradas para o controle e
prevenção de doenças. Os documentos visam contribuir para a
diminuição na região no número de casos e óbitos de aids,
tuberculose, leishmaniose, dengue e doenças crônicas não
transmissíveis.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destaca a importância das
iniciativas. "Os Ministérios da Saúde dos países membros e
associados do Bloco se comprometem de maneira inovadora a estreitar
ainda mais seus laços, para ampliar a qualidade da saúde de suas
populações", observa o ministro.
Durante a Reunião, Padilha apresentou os resultados do Plano
Brasileiro de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das
Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), lançado no
ano passado. As DCNT (diabetes, câncer, doenças cardiovasculares
e respiratórias crônicas, entre outras) são responsáveis
por 72% das mortes no Brasil. O objetivo do Plano é diminuir 2% o
número total de mortos por esse grupo de doença em 10 anos.
A reunião contou também com a entrega da Presidência Pro
Tempore, ocupada anteriormente pelo Brasil, ao Uruguai. Estiveram
presentes no evento delegações da Argentina, do Brasil, do Chile, do
Peru e do Uruguai.
Na área da aids, o documento prevê o fortalecimento das Ações
de Saúde para as Pessoas Privadas de Liberdade no Mercosul, levando
em consideração as populações especialmente vulneráveis, com a
perspectiva de inclusão de doentes mentais e dependentes de drogas.
Fonte: Blog da Saúde
terça-feira, 1 de março de 2011
Portadores de Doenças raras se reúnem em São Paulo para Caminhada em prol da igualdade no tratamento
Toda nossa solidariedade. Saude é um direito das Pessoas e uma Obrigação do Estado.
Léo mendes
Portadores de Doenças raras se reúnem em São Paulo para Caminhada em prol da igualdade no tratamento
23 de fevereiro de 2011
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O Dia Mundial das Doenças Raras é comemorado no dia 28 de fevereiro. Para marcar esta data será realizado no dia 27 de fevereiro (domingo), no Parque da Aclimação, em São Paulo, a 2ª Caminhada de Apoio ao Paciente de Doenças Raras que irá reunir cerca de duas mil pessoas. Este ano, o evento vai abordar o tema “Desigualdade na Saúde”. O objetivo da iniciativa é alertar governo e sociedade para a importância da aprovação pelo Ministério da Saúde da regulamentação de uma política de atendimento às doenças genéticas e raras pelo SUS contínua, assim como existe para algumas doenças graves.
O evento terá a presença de 70 associações de doenças genéticas e raras que irão distribuir material informativo para orientar a população. No local ainda será realizado workshop e seminários práticos, além de atrações culturais, musicais e lúdicas.
De acordo com a presidente da Associação de Mucopolissacaridose* de São Paulo, Regina Próspero, a caminhada marca a luta dos portadores das doença e seus familiares em busca de tratamento adequado. “Uma doença só é rara quando é vista de forma isolada, mas quando todas as doenças raras se unem pelo mesmo ideal ganham força. Juntas temos mais chance de conquistar tratamento adequado”, explica.
Portadores de mucopolissacaridose do tipo I, II e IV precisam entrar com liminar na justiça para que o governo ou a secretaria de saúde forneça o medicamento, e mesmo assim, os pacientes muitas vezes não conseguem ter acesso ao tratamento. Há 8 anos a associação de MPS de São Paulo pede para o Ministério da Saúde que os medicamentos que tratam a Mucopolissacaridose (MPS) sejam regulamentados.
Sobre a doença MPS
Mucopolissacaridoses* (MPS) são doenças genéticas classificadas dentro de um grupo de erros inatos do metabolismo. As MPS são doenças causadas pelo mau funcionamento de enzimas essenciais para a degradação de moléculas chamadas glicosaminoglicanos (GAGs). Nas MPS ocorre a deficiência das enzimas que digerem os GAGs, que se acumulam dentro de um compartimento celular chamado lisossomo e levam aos problemas clínicos associados a essas doenças.
Segunda Caminhada de Apoio ao Paciente de Doenças Raras
Data: 27 de fevereiro de 2011
Local: Parque da Aclimação – Rua Muniz de Souza, 1119
Início da concentração: 8h
Informações à imprensa:
TREE COMUNICAÇÃO
Janaína Gomes / Inês Castelo
E-mail: janaina@tree.inf.br / ines@tree.inf.br
Tel: (11) 3093-3609 / 3093-3617
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Ou se trata ou come, qual você prefere?
Mais da metade dos brasileiros que sofrem doenças crônicas param tratamento por falta de dinheiro
Agência Brasil
07/05/2010
Rio de Janeiro - O acesso a medicamentos de uso contínuo para enfermidades crônicas ou recorrentes, como as doenças cardiovasculares e a hipertensão, ainda é uma dificuldade no Brasil, sobretudo para as pessoas mais pobres. O alerta é da diretora da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), Andréa Brandão. De acordo com a médica, que citou dados de Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Saúde (Conass), 51,7% dos brasileiros que sofrem dessas doenças interrompem o tratamento por falta de dinheiro.
Andréa Brandão explicou que se um indivíduo ganha um salário mínimo e compromete entre R$ 40 e R$ 50 por mês com medicamentos ou com a manutenção da boa saúde familiar, isso representa em torno de 10% do que ele recebe. “Acaba sendo uma relação que compromete muito o tratamento”, disse. Segundo ela, as classes econômicas mais baixas são as mais prejudicadas.
A diretora da SBC disse que o governo vem tentando fazer algo que facilite o acesso da população, por meio dos medicamentos da cesta básica, que estão disponibilizados nas farmácias populares em valores reduzidos. A médica reconheceu que a cesta não inclui todos os medicamentos que os especialistas gostariam. “Você tem aí uma facilidade para acessar alguns medicamentos, mas não são todos e nem sempre atendem aos casos dos pacientes. E nem todos os pacientes conseguem manter o tratamento, por razões diferentes”.
Além da falta de dinheiro para acessar os medicamentos, Ela relatou que existem também fatores culturais e sociais que precisam ser revistos. “No caso da hipertensão, há necessidade de que a população seja mais instruída em relação à doença e ao uso continuado do tratamento”, indicou a cardiologista.
Para quem sofre de hipertensão (pressão alta), Andréa Brandão afirmou que a principal dificuldade “é manter [o doente] sob tratamento contínuo, para o resto da vida”. Existem problemas financeiros para custear o tratamento, que abrange não só a compra de medicamentos, mas também a realização de consultas médicas e o acesso aos exames necessários para uma boa avaliação.
Segundo a especialista, o sistema público de saúde brasileiro é bom, mas não supre tudo que a população necessita. “Ele [Sistema Único de Saúde - SUS] pretende atender a maior parte da população brasileira, mas a gente reconhece que há deficiências”.
A diretora da SBC participa na noite de hoje (6) do Simpósio Acesso a Medicamentos e Adesão a Tratamentos. O evento quer chamar a atenção dos médicos e dos hipertensos, principalmente, para que o tratamento seja contínuo, ininterrupto. “Para que haja um sucesso realmente. Não adianta a pessoa com pressão alta tomar um remédio um mês e parar porque a pressão ficou normal.
cortesia: Clipping Bem Fam(07/05/010)
