Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador Forum ONGS tb. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Prevenção no Carnaval By CEDUS


 


Roberto Pereira
Centro de Educação Sexual - CEDUS
SEXUALIDADE – SAÚDE – CIDADANIA
 
CNPJ: 74055906 / 0001-40
Reg. CMDCA/ RJ: 02/184/ 349  -  Reg. CMAS/ RJ: 0297/00
Utilidade Pública Municipal - Lei 3115 em 03/10/2000
Utilidade Pública do Estado do Rio de Janeiro LEI 2947/2005
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Membro da Parceria Brasileira Contra a Tuberculose - STOP TB
Membro da Comissão Estadual de Aids e Tuberculose - SES/RJ
Membro da Comissão de Aids e Tuberculose do CMS/RJ
 Brasil
 - Rio de Janeiro - RJ 
Cel: (55.21) 99429-4550 

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

RJ: Precariedade no atendimento de Pessoas HIV+ na AP4






Prezados (as),

Impactados com a noticia recebida, dando conta de que:

  1. Os pacientes novos de HIV e/ou TB-HIV na AP4 (conforme mensagem enviada à SMS/RJ), estão sem nenhuma referência para atendimento;
  2. O Programa de Aids do Hospital de Curicica esta com mais de 1800 pacientes sob uso de antiretroviral, sob o acompanhamento, no momento, de apenas 2 médicos e 1 enfermeira
  3. Falta de referência em Infectologia do PAM Newton Bethlem,  que apresenta dificuldades para dar conta dos seus pacientes já inscritos.

Vimos solicitar às autoridades responsáveis, imediato posicionamento quanto às providências em processo de implantação para sua imediata solução, assim como para que absurdos como esse não voltem a se repetir.
considerando 
a gravidade e o impacto que essa negligência institucional tem na vida das pessoas afetadas pelo HIV/Aids.


Em tempo, informamos que esse assunto, entre outros, será objeto de de discussão na Audiência Pública alusiva ao Dia Mundial de Luta Contra a Aids que acontece nesta sexta-feira, dia 30 de novembro, às 10 horas, na sala 314 da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro - ALERJ, conduzida pela Frente Parlamentar Estadual de Aids e Tuberculose, com a presença de Parlamentares, Gestores, Representante do Ministério Público Estadual e Sociedade Civil Organizada (Fóruns de ONG Aids e ONGs Tuberculese/RJ).

Atenciosamente,


Roberto Pereira

Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Rio de Janeiro - RJ
Cel: (55.21) 9429-4550
cedusrj@yahoo.com.br

DEVER - QUERER  - PODER
Tem coisas que DEVO, mas NÃO QUERO
Tem coisas que QUERO, mas NÃO POSSO
Tem coisas que POSSO, mas NÃO DEVO
A escolha correta é, portanto, fruto de decisões
conscientes e éticas.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

PROGRAMAÇÃO DO XVI VIVENDO – 22 a 24/11/12


“XVI Encontro Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e Aids – 20 anos sem Herbert Daniel, Estamos Vivos!?!”
PROGRAMAÇÃO DO XVI VIVENDO – 22 a 24/11/12 
1º Dia / 22-11 / ESQUENTANDO O VIVENDO – 15:00 às 18:00 
Tribuna Livre 1 “TB/HIV/AIDS” 
• Patríca Werlang/PNCT 
• Jair Brandão/GESTOS-PE 
• Carlos Basília/Observatório da Tuberculose 
• Marcos Moreira GPV-RJ“XVI Encontro Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e Aids – 20 anos sem Herbert Daniel, Estamos Vivos!?!”

PROGRAMAÇÃO DO XVI VIVENDO – 22 a 24/11/12

1º Dia / 22-11 / ESQUENTANDO O VIVENDO – 15:00 às 18:00

Tribuna Livre 1 “TB/HIV/AIDS”

• Patríca Werlang/PNCT
• Jair Brandão/GESTOS-PE
• Carlos Basília/Observatório da Tuberculose
• Marcos Moreira GPV-RJ

Pesquisa e Edição:

Carlos Basília
Fórum ONGs Tuberculose RJ
Observatório Tuberculose Brasil
Instituto Brasileiro de Inovações em saúde Social - IBISS

Conheça nosso trabalho de Advocacy, Comunicação e Mobilização Social

Frente Parlamentar Nacional de Tuberculose (Congresso Nacional)

Campanhas de tuberculose:

Notícia:

quarta-feira, 4 de julho de 2012

atenção: Emenda LDO 2013 - Mais um passo para aprovação



LEIAM, DIVULGUEM, ASSINEM



Roberto Pereira

Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Rio de Janeiro - RJ
Cel: (55.21) 9429-4550

Nós pensamos muito e sentimos pouco. Mais do que máquinas, nós precisamos de humanidade. Mais do que inteligência, nós precisamos de carinho e bondade. Sem essas qualidade a vida será violenta, e tudo será perdido.
Discurso de Charlie Chaplin em "O grande ditador"
Emenda LDO 2013 - Mais um passo para aprovação
Para:
Data: Quarta-feira, 4 de Julho de 2012, 16:52


Prezados,
 
Recebemos  uma ligação do Gabinete do Deputado Antônio Brito, Presidente da Frente Parlamentar de Luta contra a Tuberculose,  para comunicar que a Emenda a LDO 2013 que dispensa o CEBAS para Instituições que trabalham nas áreas de prevenção e promoção à saúde: DST/aids, hepatites virais, tuberculose, hanseníase, malária e dengue foi acatada pelo relator  da LDO 2013, Senador  Antônio  Carlos Valadares(PSB/SE).
 
E muito importante continuarmos   encaminhando  as manifestações  de apoio  a emenda  através  do portal e-Democracia e também junto à Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) e ao gabinete do deputado Antônio Brito (PTB/BA) pelos emails cssf@camara.gov.br e dep.antoniobrito@camara.gov.br, respectivamente. 
 
A noticia está publicada no Blog – Circulando a Informação http://blogdatuberculose.blogspot.com.br/2012/07/emenda-ldo-mais-um-passo-para-aprovacao.html
 
Segue em anexo o relatório e texto substitutivo  da LDO 2013 que ainda deverá ser votado.
 
Vencemos mais  um passo importante!
Abs,
Patricia Werlang
Consultora Técnica
Programa Nacional de Controle da Tuberculose - Ministério da Saúde
Área de Comunicação, Advocacy e Mobilização Social
SCS - Quadra 4 - Bloco A - Edif. Principal - 1º Andar
Brasilia/DF/Brasil/CEP 70304-000
Email: patricia.werlang@saude.gov.br

01_Relatorio.pdf
263K Exibir como HTML Examinar e baixar

02_Substitutivo.pdf
613K Exibir como HTML Examinar e baixar



Descrição: Descrição: Descrição: cid:image002.png@01CD0778.806BC9B0
 
cid:part1.02070200.08010102@caliay2.com.br
 
 


segunda-feira, 18 de junho de 2012

Carta manifesto ONGs Tuberculose Rio+20

 DO RIO Á RIO+20 CÚPULA DOS POVOS( LOGO)
 FORUM ONGS TB RJ  (LOGO)


Carta manifesto para os governos, lideranças e formadores de opinião, entidades
médicas e científicas e população em geral – Rio de Janeiro, Junho de 2012.
Nós, ONGs TB participantes da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento
Sustentável (UNCSD) Rio+20, chamamos a atenção para a importância do Combate à
Tuberculose.
Combater a Tuberculose – O desafio
   A tuberculose (TB) é uma das enfermidades mais antigas do mundo. Mas não é uma
doença do passado como muitos imaginam. Segundo estimativas da OMS, dois bilhões
de pessoas, o que corresponde a um terço da população mundial, está infectada pelo
Mycobacterium tuberculosis. Destes 9 milhões, desenvolverão a doença e 2 milhões
morrerão a cada ano.

   O Brasil faz parte do grupo de 22 países responsáveis por 80% do total de casos de
tuberculose no mundo, com 36 casos registrados da doença para cada 100 mil
habitantes. Apesar dos avanços, a doença ainda esta longe de um controle efetivo. No
país, a tuberculose representa a quarta causa de óbitos por doenças infecciosas (4,6 mil
mortes em 2010) e a primeira entre pacientes com Aids.
   O Rio de Janeiro se destaca no quadro nacional por apresentar, historicamente, uma
das maiores incidências de tuberculose do país (70 / 100.000 habitantes), elevada
coinfecção TB/HIV e uma estimativa de 900 óbitos a cada ano. Números inaceitáveis

para uma doença que tem cura.
Vimos conclamar a população e cobrar das autoridades e gestores da saúde maior
empenho no enfrentamento da tuberculose e seus determinantes sociais. Acreditamos
que só por meio das seguintes ações seremos capazes de reverter os atuais indicadores
da tuberculose no Brasil e no mundo:
  •      Buscar o atingimento dos ODM (meta 6 - combate ao HIV/aids, malária,
       tuberculose e hanseníase); 
  •    Maior visibilidade e priorização das ações voltadas ao controle da Tuberculose e
       comorbidades, TB/HIV, diabetes, álcool e drogas;
  •      Promover campanhas de conscientização de massa sobre a importância da
      prevenção e do tratamento adequado da doença. Garantia de acesso ao
      diagnóstico precoce e a um tratamento de qualidade humanizado;
  •      Investimentos concretos no incentivo à pesquisa e produção nacional de novos
      métodos de diagnóstico e tratamento encurtado;
  •      Implementação e ampliação do tratamento supervisionado para Tuberculose,
      estratégia (DOTS), com ênfase na busca ativa de casos e incentivos de adesão ao
      tratamento para os pacientes como auxílio transporte e alimentação (Cestas
      Básicas); Fortalecimento do SUS e Programas de Saúde com a participação de
      Agentes Comunitários de Saúde e participação de pacientes;

  •      Combater a pobreza, a fome e a exclusão social, através da criação de programas
      e ações de inclusão, que gerem emprego e renda;
  •      Combater o estigma, o preconceito e a discriminação relacionados à TB;
  •      Maior rigor, transparência e compromisso social na aplicação e uso dos recursos
      públicos da saúde e dos Programas de Controle da Tuberculose;
  •      Fortalecimento, fomento e a sustentabilidade da participação da Sociedade Civil
      Organizada através de ONGs redes, fórum e grupos de pacientes TB & HIV/AIDS.
            Os governos têm uma dívida a reparar com essas populações
As ações de combate da tuberculose estão muito aquém de uma resposta efetiva de
controle, A cada dia a tuberculose continua a avançar de forma devastadora
principalmente nos segmentos mais vulneráveis da população, crescendo
acentuadamente nas periferias, nos bolsões de pobreza, entre a população de rua,
encarcerados e pessoas vivendo com o HIV/AIDS.
           Construindo uma resposta coletiva na Luta contra a Tuberculose
                   O papel da mobilização social no controle da tuberculose
    Nós, do movimento social de luta contra a Tuberculose e o HIV/Aids, acreditamos
    que só através da mobilização social, do compromisso político das autoridades, bem
    como, da melhoria das condições de vida da população junto à implementação de
    políticas públicas de moradia, trabalho e renda é que poderemos conter o avanço da
    doença. A retomada da mobilização social na luta contra a tuberculose no Brasil, por
    meio da criação de Fóruns, Grupos de Pacientes e redes sociais de luta contra a
    tuberculose, é um marco histórico e um importante instrumento político para mudar
    o dramático cenário da doença e a negligência da saúde junto às populações mais
    vulneráveis.
    Assinam essa carta manifesto o coletivo das entidades não governamentais:
               Fórum Estadual das ONG no Combate à Tuberculose – RJ
                                 Secretaria Executiva
              CEDUS - CEDAPS - GRUPO ÁGUA VIVA - GPV Niterói
                        REDE DE COMUNIDADES SAUDÁVEIS
                         Contato: forumongstbrj@yahoo.com.br

segunda-feira, 30 de abril de 2012

A TUBERCULOSE É ANTIGA, MAS NÃO É PASSADO.

Nunca é demais lembrar:
A TUBERCULOSE É ANTIGA,
MAS NÃO É PASSADO.
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Roberto Pereira
Coordenação Geral
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Av. General Justo, 275 - bloco 1 - 203/ A - Castelo
20021-130 - Rio de Janeiro - RJ - Brasil
 
Cel: (55.21) 9429-4550



Nós pensamos muito e sentimos pouco. Mais do que máquinas, nós precisamos de humanidade. Mais do que inteligência, nós precisamos de carinho e bondade. Sem essas qualidade a vida será violenta, e tudo será perdido.
Discurso de Charlie Chaplin em "O grande ditador"

domingo, 1 de abril de 2012

Senador pede empenho das autoridades P/evitar reincidência da tuberculose

Brasília, Senador pede empenho das autoridades para evitar reincidência da tuberculose





cid:image001.jpg@01CD0E8A.2C507B00cid:image003.jpg@01CD0E8A.2C507B00
29/03/2012 -  Plenário - Pronunciamento
Senador Paulo Davim pede empenho das autoridades municipais para evitar reincidência da tuberculose
Agência Senado
O senador Paulo Davim (PV-RN) pediu, nesta quinta-feira (29), em Plenário, que os gestores municipais se comprometam a acompanhar os pacientes de tuberculose até a conclusão do tratamento. Por ser um tratamento longo, o paciente não conclui e acaba não sendo curado.
O senador afirmou que o Brasil ainda está longe de atingir as metas estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMC) no que se refere à cura da doença.
- Precisamos aprimorar o acompanhamento do tratamento da tuberculose no Brasil, já que, pela estatística, estamos bem no diagnóstico dessa patologia, mas mal no tratamento, na cura.
Portanto, exijo o acompanhamento mais de perto, mais comprometido das autoridades sanitárias municipais e estaduais – disse o parlamentar, que, no entanto, elogiou o Ministério da Saúde pelos dados estatísticos levantados.
Paulo Davim explicou que a tuberculose está associada ao estado nutricional dos pacientes, aos programas sociais desenvolvidos pelo governo, a acessibilidade ao diagnóstico e, principalmente, a continuidade do tratamento. O senador citou o exemplo da região Nordeste, que lidera os óbitos pela doença no Brasil, mas é a quarta região que possui maior incidência. Para ele, essa estatística reforça a ideia de que a doença está também associada ao estado de pobreza da região.
Davim apresentou dados que mostram que a tuberculose ainda é a quarta causa de mortalidade entre as doenças infecciosas no Brasil, sendo a primeira entre os pacientes soropositivos. Apesar dessas particularidades, o senador reconheceu o esforço do Ministério da Saúde no combate à doença, que resultou na diminuição de 3,5% dos casos no Brasil em 2011. Nos últimos dez anos, a redução da doença foi de 16%.

Veja também o vídeo com audiência Pública na Câmara dos Deputados



Carlos Basília
Fórum ONGs Tuberculose RJ
Observatório Tuberculose Brasil
Instituto Brasileiro de Inovações em saúde Social - IBISS

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Campanhas de tuberculose:

Notícia:

domingo, 25 de março de 2012

Debate sobre Tuberculose Rio TV Câmara

Vale a Pena Ver de Novo: Debate sobre Tuberculose Rio TV Câmara

Debate sobre a TUBERCULOSE realizado nos estúdios da Rio TV Câmara, numa iniciativa da Câmara de Vereadores do município do Rio de Janeiro, que visa possibilitar o aprofundamento da discussão do tema sob a ótica dos diferentes olhares: médico, academia, ativismo e comunitário.
A tuberculose é um dos maiores problemas de saúde pública mundial, sendo o Brasil um dos 22 países que concentram 80% do número total de casos no mundo com 71 mil casos de TB notificados em 2010; Estimativa de 92.000 casos (OMS, 2008); 19º país em número de casos; 4,6 mil mortes por ano; 4ª causa de mortes por doenças infecciosas  e 1ª causa de mortes dos pacientes com Aids.

Do debate, conduzido pelos jornalistas Francis Alexandrino e Luciana Cabizieri, participam como convidados:
*Para ver o video/debate clique nas imagens baixo ou no link em azul

 -Alexandre Milagres (médico pneumologista, coordenador do Programa de Controle da Tuberculose do Hospital Municipal Raphael de Paula - Souza e médico da Fundação Ataulpho de Paiva - FAP, contratado para as atividades do Fundo Global Tuberculose Brasil);
 -Afrânio Kritski (médico pneumologista, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro e membro da Rede Nacional de Pesquisas em Tuberculose - Rede TB);
 -Carlos Basília, (psicólogo ativista, do Fórum de ONGs  na  Luta contra a Tuberculose do Estado do Rio de Janeiro, Observatório Tuberculose Brasil e do Instituto Brasileiro de Inovações em Saúde Social - IBISS);
 -Rita Smith, (liderança comunitária ativista (presidente do Grupo de Apoio aos Pacientes e Ex-Pacicentes de Tuberculose da Rocinha, no Rio de Janeiro - GAEXPA).

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Fórum Estadual das ONGs na Luta contra a Tuberculose – R J
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Campanhas de tuberculose:

quarta-feira, 7 de março de 2012

Marcar consultas e ser atendido é desafio para população na rede municipal



Marcar consultas e ser atendido é desafio para população na rede municipal

RIO - Marcar consulta e ser atendido por um médico nos postos de saúde e nas clínicas de família da rede municipal do Rio pode ser uma tarefa árdua. Nos postos, faltam profissionais especializados, como pediatras, ginecologistas e clínicos gerais. Nas clínicas de família, muitas vezes, os doentes encontram apenas enfermeiros. Além disso, são obrigados a esperar até um mês por uma única consulta e, mesmo já internados, precisam aguardar uma chance para chegar ao centro cirúrgico dos hospitais, como constatou O GLOBO nos últimos três dias.
http://img.video.globo.com/288x216/1844842.jpg
Veja também
Nas quatro principais emergências da rede - Souza Aguiar, Salgado Filho, Lourenço Jorge e Miguel Couto -, o déficit de médicos e de leitos preocupa, e quem precisa de vaga no CTI pode esperar de dois a dez dias, segundo os profissionais de saúde desses hospitais. Além de moradores da cidade, o Rio recebe pacientes da Região Metropolitana. No Miguel Couto, na Gávea, segundo levantamento dos médicos, a maioria vem da Baixada Fluminense. Nos postos de saúde, estão pedindo comprovante de residência para marcar consultas.
A situação crítica já havia sido alertada semana passada pelo Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde (IDSUS), que classificou o Rio como a pior entre as principais cidades brasileiras, com nota 4,33.
Longas filas são rotina nos postos
Nesta terça-feira, na Clínica da Família Epitácio Soares dos Reis, na Pavuna, Zona Norte, não havia médicos. Segundo uma das recepcionistas, o único profissional responsável pelo atendimento dos pacientes agendados do dia estava “passando mal”. Resultado: quem tinha consulta marcada teve que voltar para casa. Para piorar, a demora para marcar uma visita ao clínico geral na unidade chega a um mês.
- Marcamos conforme a demanda. Pode ser que eu te cadastre hoje (terça-feira) e para esta e para a próxima semanas não tenha vaga. Pode ser que, em uma outra semana, já tenha vaga, entendeu? Não tem uma data certa - afirmou uma das atendentes da clínica.
Também na Pavuna, o Posto de Saúde Doutor Nascimento Gurgel tinha nesta terça-feira uma longa fila para a pediatria. Pais e mães esperavam até quatro horas por alguma desistência.
- Não tenho plano de saúde, mas meus impostos estão em dia. O que eu ganho com isso? Absolutamente nada. Estou aqui desde as 7 horas e já são 11 horas. Estou com meu filho, vendo se alguém vai desistir da consulta - disse o mecânico Genivaldo de Souza Silva, de 47 anos.
No Posto de Assistência Médica Carlos Alberto Nascimento, em Campo Grande, na Zona Oeste, só há um clínico geral, e consultas apenas às terças e às quintas-feiras com pré-agendamento. Caso parecido ocorre na pediatria.
- Não é brincadeira. A saúde está falida. Estou esperando há quase três horas para o meu filho ser atendido. Se ele precisar de um pediatra sem ser na segunda ou na terça, a gente não encontra - afirmou o motorista de ônibus Fábio Ferreira, de 39 anos.
A precariedade no atendimento nos postos de saúde leva os hospitais a enfrentar situações dramáticas.
- A falta de prevenção tem criado um exército de amputados no Rio. Os procedimentos podiam ser evitados se os diabéticos fossem tratados antes. Atualmente, eles já chegam com gangrena - conta um médico de uma emergência da cidade.
Médica do Souza Aguiar, L.M. diz que atualmente os pacientes não conseguem um acompanhamento médico:
- Antes, as pessoas se consultavam nos postos. Desde que o Programa Saúde da Família foi ampliado, os postos vêm perdendo profissionais. Então, a mãe que ia procurar atendimento no posto para o filho agora vai ao hospital, onde acaba sendo redirecionada para os postos e acaba sem acesso à saúde.


Comentários: 

E QUANDO VAMOS PRA RUA GRITAR, ESBRAVEJAR, REQUERER SOLUÇÃO IMEDIATA, PLANEJADA E COMPROMETIDA E NÃO ELEITOREIRA, SE INDIGNAR, DE VERDADE, COM REPERCUSSÃO NACIONAL E INTERNACIONAL, ALÉM DAS ARTICULAÇÕES/REUNIÕES POLÍTICAS, EM ANDAMENTO, FEITAS PELAS NOSSAS DIVERSAS REPRESENTAÇÕES - CNAIDS, FORUNS, CAMS, CONSELHOS,  ETC ETC.?
ONDE ESTÁ A TAL "PARTICIPAÇÃO SOCIAL" QUE TANTO LUTAMOS NA 8A. CNS EM 1986 E QUE DEU EMBASAMENTO, NA ÁREA DE SAÚDE, AO QUE ESTÁ ESCRITO, DESDE 1988, NA NOSSA CONSTITUIÇÃO FEDERAL TENDO EFICÁCIA???
SERÁ QUE DESAPRENDEMOS MESMO A NOS INDIGNAR???
JÁ PRA RUA MEU POVO CARIOCA... JÁ!!! 
INDIGNADA. REGINA BUENO
Eu concordo!!!!

Aqui no Rio, existe um movimento chamado RIO, EU AMO EU CUIDO, da Sociedade Civil, que conquistou o apoio da Prefeitura por causa da grande mobilização que o movimento conseguiu fazer, e que busca fazer o carioca refletir sobre a civilidade urbana: lixo, bitucas de cigarro no chão, estacionamento irregular, e outros desses detalhes menores de problemas metropolitanos.

Acontece que eles conseguem reunir DEZENAS de pessoas para, DE VEZ EM QUANDO, fazerem um MUTIRÃO PARA CUIDAR DO LIXO!!!

Cadê os movimentos sociais, que não hesitam em bradar suas DÉCADAS de história, para tentar fazer pelo menos um MINI-MUTIRÃO para CUIDAR DA VIDA!?!?! 

Será que já chegamos nesse ponto, no qual a sociedade vê mais retorno em se MOBILIZAR PELO LIXO do que PELA VIDDA!? 

Eu só tenho o meu diagnóstico de HIV há humildes 3 meses, mas apenas 1 mês foi suficiente pra me deixar inquieto e reunir disposição pra mobilizar ESFORÇOS pra recuperar a visibilidade e a importância da causa HIV/AIDS!

Tenho 22 anos, mas ainda quero viver pelo menos mais 90 anos. E sei que pra isso, por mais que o tratamento esteja avançado, ainda não é 100% resolutivo. 
Então, pra ter um mínimo de confiança de que verei meus filhos terem seus filhos, preciso MUITO ajudar a fortalecer o movimento social, pra batalhar, pro resto da vida, por mais direitos de acesso aos melhores tratamentos e medicamentos, auxílio à reprodução assistida, e tudo quanto mais surgir!

Estarei SEMPRE à disposição para por a cara à tapa, na rua, na Câmara, na ALERJ, no MP, onde quer que seja!

Espero que todos se lembrem do ditado mais bobo de todos, mas um dos mais verdadeiros:

A UNIÃO FAZ A FORÇA!

E que se lembrem de que existem pessoas DOIDAS PARA COLABORAR, para SOMAR, como eu!!
Obrigado,

Pedro
  Estou me pondo a disposição de todos os que querem fazer algo contra
esse estado de coisas.
 O Governo do Estado e Principalmente do Municipio estão tentando nos
enganar com reformas de postos de saúde, mais nos insumos, tanto no
tocante de contratação de pessoal para prestação dos serviços de
saúde, quanto para material, tais como, alguns medicamentos estão
sendo relegado a segundo plano.
 Concordo com Regina e Pedro, acho que estamos deixando passar uma boa
hora, pois as eleições estão chegando e o atual não está fazendo o
basico.
 Ou melhor está nos enganando atravez de obras.
 Mas para fazermos diferença temos que nos unir em torno de um ideal.
 Acho que seria propício uma manifestação nas escadas da Câmara, ou
uma passeata?
 Nilo Geronimo Borgna
 ativismocontraaidstb.blogspot.com
Nilo,

Agraço MUITO a compreensão e o apoio.

Mas não dá pra ir pra rua e clamar por ações do poder público sem um mínimo de razoabilidade. Um discurso inflamado pode ser útil, mas se não for respaldado por fatos verídicos e verificáveis, torna-se inútil.

O movimento social tem que ser parceiro das instâncias nas quais orbitam parcerias, e ser confrontador nas instâncias que precisam ser confrontadas.

Nem o Governo do Estado e nem o do Município estão enganando a população. 
Temos que ser justos e reconhecer os avanços, denotando bom senso e credibilidade e retorno para o ativismo.

Posso falar da situação do Município, pois trabalho na Secretaria de Saúde, Subsecretaria de Atenção Primária:

1. Até dez-2011 a atual gestão construiu 52 novas Unidades Básicas de Saúde, a porta de entrada para o SUS, incluindo mais de 2 milhões de cariocas na Estratégia de Saúde da Família;
2. Foram reformadas até dez-2011 65 unidades de Atenção Primária, e outras 11 ainda estão sendo reformadas, para atender dignamente a população.
3. Foram contratados mais de 600 médicos de Saúde da Família, trabalhando em equipes completas com 1 Enfermeiro + 1 Técnico de Enfermagem + 1 Auxiliar de Enfermagem + 6 Agentes Comunitários de Saúde + 1 Agente de Vigilância em Saúde.
4. Em relação a 2008, o número de profissionais trabalhando na atenção primária aumentou, em média, 400%.
5. Implantação de 46 Academias Carioca de Saúde, num total de  147 UBS realizando atividades físicas com a população.
6. Implantação da 1ª Política Municipal de Nutrição do Brasil.
7. Ampliação da Rede de Adolescentes Promotores da Saúde, conquistando o Prêmio Pró-Equidade, dado pelo Ministério da Saúde, Fiocruz e CONASEMS.
8. Redução de mais de 12% na taxa de mortalidade infantil.

Isso digo apenas respeito a Atenção Primária. Houve melhoras incontestáveis com a construção de mais de 10 UPAs e está em curso reformas de todas as emergências e de todos os hospitais.
O Orçamento da Saúde aumentou muito mais de 100%, chegando a R$ 4 bilhões, e empatando com o da Educação.

Sem contar que falta de profissionais e estrutura é um problema de saúde no mundo inteiro. Não basta dizer que é direito de todos e que está na Constituição. O tempo médio de espera para exames de imagem (mamografia por exemplo) na Inglaterra é de três meses. Em Portugal, há filas em todas as unidades. É super normal, e por lá ninguém acha um absurdo.
Nos Estados Unidos, nem se fala. As pessoas simplesmente não tem direito de acesso a saúde.

O mundo inteiro bate palmas de pés para o SUS. É uma das propostas de Estado mais ousadas do mundo.
Valeria a pena lutar PELO SUS, e não CONTRA O SUS. O SUS É UMA CONQUISTA, e não uma trapaça.

Qualquer discurso que desqualifique os gestores ou as instituições, e não esteja baseado na análise imparcial e não-emotiva dos fatos, será em vão.
Até mesmo, porque de nada adianta gritar, panfletar, pedir, reclamar, querendo que "A Justiça seja feita", que "A Fiscalização seja exercida". A primeira coisa que os órgãos de justiça, controle, fiscalização, punição, etc etc etc, farão será: checar números, metas, quantidades, fatos verificáveis, relatórios, planos de ação. E vão consultar especialistas, e farão estudos comparando a situação em outros municípios, estados, países.
Porque então o movimento social não se ocupa disso?
Mais efetivo e eficaz do que ficar na frente de uma tela de computador encaminhando e reencaminhando e-mails e notícias.

Horas de trabalho e dedicação são o recurso mais escasso de qualquer organização. 
No setor público, as horas são aproveitadas ao máximo. Inclusive é essa saturação que afasta os profissionais da Saúde Pública. 
E no terceiro setor, o que está sendo feito com as horas produtivas? Assistência, acolhimento, apoio e tudo o mais são fundamentais, mas e quanto à articulação política EFETIVA. E quanto as CONQUISTAS, as VITÓRIAS? Só leio relatos de que ficaram para trás, junto com aqueles que vieram a falecer por causa da implacabilidade da doença. Quando voltaremos a ser implacáveis!? Eu não vejo a hora de me tornar implacável! Implacável em prevenção, em tratamento, em quebra de preconceitos, em conquista de direitos.
Desde que comecei a me envolver no assunto, a conquista mais recente da qual tive notícia por meio dos demais foi o acesso aos ARVs em 1996. E depois? E o que mais se está tentando conquistar?

Se for pra se manifestar, pra protestar, eu topo.
Mas protestar pelo quê? Gritar pelo quê? Ir nas escadas da Câmara pra fazer o quê?

Quantas propostas foram entregues à Prefeitura? Ao Estado? Qual a resposta oficial da Prefeitura à essas reivindicações? Onde estão essas propostas? Estão acessíveis para que todos possam, unidos, fazer a força?

Eu particularmente vejo mais gente pra contar as histórias e se regojizar pelos esforços e perdas de mártires do que estrategistas ativos articulando planos com ações práticas, concretas e bem definidas.

Como disse o gato da Alice, "pra quem não sabe aonde quer chegar, qualquer caminho serve".

Aonde o movimento social quer chegar? Se fosse minha falecida avó acompanhando a tudo isso, penso que concluiria: "Pedro, águas passadas não rodam moinho".

A prefeitura e o estado sabem aonde querem chegar. Tem metas, números, planos de ação, relatórios de gestão. 
Sabem quem são, onde moram e como são tratados os pacientes.

E os movimentos sociais? Aonde querem chegar? Quem são? Quantos são? Quais são os objetivos, as restrições? Quais são os insumos, os recursos, as potencialidades, os diferenciais? Quais são os parceiros? Como e quando podem contar com eles? O que é, daqui pra frente?
Ao que me consta, a maioria não saberia responder a essas perguntas de imediato, e propriamente, nem depois de várias reuniões...


Acho que vale a pena a reflexão, para todos, do Brasil inteiro!

Com todo meu respeito e sinceridade,

Pedro,
22 anos
nascido em Campo Grande - MS
morando no Rio de Janeiro
filho de uma professora
estudante de Economia
vivendo com HIV, e feliz
se esforçando para garantir que nunca desanime ou esmoreça com as dificuldades de garantir mais dignidade e integridade pra vida de todas as pessoas!
Prezado
Eu concordo em tudo que você disse, apenas na parte que devemos tomar cuidado com nossas cobranças que discordo.
E este cuidado que o movimento social vem tomando com medo de perder as esmolas que o governo repassa atraves de termos de convenios que esta nos tornando passivos demais.
Nosso movimento vêem de uma historia gloriosa, porém agora com a desculpa de sermos politicos muitas vezes nos esquecemos de quem somos e de onde viemos.
Temos sim que reclamar, exigir que as politicas sejam cumpridas e principalmente que o cidadão seja respeitado e tenha acesso a uma saùde digna e de qualidade.
Gastamos milhoes em hospitais universitàrios para que nossos médicos se formem, e estes por sua vez ao se formarem vão clinicar em suas clinicas particulares e nós ficamos no prejuizo.
Temos que saber sim o que queremos e para onde vamos, porém enquanto debatemos isso e providênciamos nossos caminhos e nos preparamos para novos desafios legais e juridicos impostos a sociedade civil, nao podemos paralisar nosso grito de clamor por cidadania e respeito.
Atenciosamente
Lucas soler
 NOTA PESSOAL:
Obrigado por sua colaboração   Pedro mas, gostaria de saber
apenas um dado, caso tenha para nos informar, seria muito bom nesse
debate.
 Recentemente ao comentar com minha doutora sobre a  construção e
inauguração de um PSF(Programa da Saude da Família) dentro co meu
condominio, eu relatei com ela, que fui informado da possível
transferência da minha ficha do Posto onde me trato para a clínica
perto de casa.
 Eles me disseram que assim eu seria tratado por um clinico geral e
caso houvesse complicação no quadro eu seria encaminhado ao
Infectologista.
 MInha doutora Disse que de maneira nenhuma me permitiria que eu
saísse do posto para ser tratado com um clínico.
 Que tem estudos publicados alertando que os pacientes cuidados por um
infectologista têm muito mais chaches de resultados favoraveis ao
tratamento se comparado com os pacientes cuidados por clínico geral.
 Os infectologistas estão muito mais preparados para cuidar dos PVHAS.
Pois com essa especialidade é possível acompanhar as co-infecções e
interações com outros tratamentos.
 Assim sendo pergunto.
 Houve um aumento das contratações de médicos infectologistas?
 Sabemos que essa especialidade ganha na iniciativa privada muito mais
que pelo serviço publico, razão pela qual tivemos muitos medicos se
desligando do Estado e Municipio para serem contratados por clinicas
particulares.
 Por acaso voce teria esse dado?
 Esse foco deve ser atentados por todos nos PVHAS, pois em comparação
ao paciente da atenção básica estamos de certo modo tendo problemas
tais como, falta de ARV, falta de medicamentos para I.O., falta de
medico infectologista, é nesse sentido minha queixa.
 Isso sem falar na demora da entrega dos resultados dos exames e no
contigenciamento dos examoes de CD4 E Carga viral, que normalmente
deve ser de 4 exames por ano e como no meu caso até agora não tive
nenhum exame pronto.
 Esse fatos por você dito são de suma importância e merece publicação
e respeito, mas especificamente no tocante aos PVHAS, temos pouco a
comemorar, o mesmo se diz quanto aos pacientes de tuberculose e
hepatites virais. Que dirá ser essas doenças estiverem convivendo em
um mesmo paciente.
 Assim concordo com o amigo Lucas soler pela importante fala.
 Não quis falar o dito dele para não apimentar o debate.


 NIlo Geronimo Borgna
Ativismocontraaidstb.blogspot.com

Carlos Basília
Fórum ONGs Tuberculose RJ
Observatório Tuberculose Brasil
Instituto Brasileiro de Inovações em saúde Social - IBISS

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Notícia:
http://videos.r7.com/casos-de-tuberculose-assustam-moradores-da-rocinha-rj-/idmedia/4ecd3a31e4b0bfa2e07f3e46.html