Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Informe Fórum ONGs Tuberculose RJ




Fórum ONGs Tuberculose RJ

Dando inicio às atividades de 2013, aconteceu na última quinta-feira (08/02) a Reunião Ordinária do Fórum ONGs Tuberculose RJ, no Auditório da Fundação Ataulpho de Paiva - centro do Rio, onde, entre outros assuntos, começamos a pensar nas propostas de atividades alusivas ao Dia Mundial de Luta Contra a Tuberculose (24 de março).

Na ocasião, a Dra. Ana Alice, Coordenadora do Programa Estadual de Controle da Tuberculose/ SES/RJ, fez a apresentação, seguida de uma avaliação pelos presentes, dos Relatórios da visita de monitoramento e avaliação ao Estado do Rio de Janeiro feita pelo PNCT/ Ministério da Saúde (DEZ/2012).

Ao final da reunião, no momento destinado aos informes, a Assessoria da Deputada Federal Benedita da Silva, vice-presidente da Frente Parlamentar Nacional de Tuberculose no Congresso, trouxe alguns informes sobre as ações da Frente, com foco especial na tentativa de alocação de recursos no âmbito do Estado do Rio de Janeiro para impulsionar as respostas governamentais e comunitárias.

A próxima Reunião Ordinária do Fórum já está agendada para o dia 07/03 (quinta-feira), das 10:00 hs às 13:00 hs), no Auditório da Fundação Ataulpho de Paiva - Central FAP de Ação Social, na Av. Amirante Barroso, 54/ 15º andar - Centro - RJ.





Secretaria Executiva
Fórum ONGs Tuberculose - RJ

(CEDAPS/CEDUS/GPV-NIT/GRUPO ÁGUA VIVA/REDE DE COMUNIDADES SAUDÁVEIS)


O Fórum das ONGs no Combate à Tuberculose RJ, fundado em 06 de agosto de 2003, é um espaço de articulação, mobilização e representação das Organizações da Sociedade Civil Organizada, direta ou indiretamente envolvidas no enfrentamento da tubercuose e coinfecções no Estado do Rio de Janeiro, sendo suas reuniões abertas à todas as pessoas e instâncias, público ou privadas, interessadas na interlocução a partir dessa temática.


Clipe tuberculose Sônia Liderança Comunitária - YouTube

youtube.com8 mar. 2007 - 33 seg - Vídeo enviado por rachelzinharj
Clipe tuberculose Sônia Liderança Comunitária. ... CAMPANHA CONTRA TUBERCULOSE 2008by ...
    

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Carta manifesto ONGs Tuberculose Rio+20

 DO RIO Á RIO+20 CÚPULA DOS POVOS( LOGO)
 FORUM ONGS TB RJ  (LOGO)


Carta manifesto para os governos, lideranças e formadores de opinião, entidades
médicas e científicas e população em geral – Rio de Janeiro, Junho de 2012.
Nós, ONGs TB participantes da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento
Sustentável (UNCSD) Rio+20, chamamos a atenção para a importância do Combate à
Tuberculose.
Combater a Tuberculose – O desafio
   A tuberculose (TB) é uma das enfermidades mais antigas do mundo. Mas não é uma
doença do passado como muitos imaginam. Segundo estimativas da OMS, dois bilhões
de pessoas, o que corresponde a um terço da população mundial, está infectada pelo
Mycobacterium tuberculosis. Destes 9 milhões, desenvolverão a doença e 2 milhões
morrerão a cada ano.

   O Brasil faz parte do grupo de 22 países responsáveis por 80% do total de casos de
tuberculose no mundo, com 36 casos registrados da doença para cada 100 mil
habitantes. Apesar dos avanços, a doença ainda esta longe de um controle efetivo. No
país, a tuberculose representa a quarta causa de óbitos por doenças infecciosas (4,6 mil
mortes em 2010) e a primeira entre pacientes com Aids.
   O Rio de Janeiro se destaca no quadro nacional por apresentar, historicamente, uma
das maiores incidências de tuberculose do país (70 / 100.000 habitantes), elevada
coinfecção TB/HIV e uma estimativa de 900 óbitos a cada ano. Números inaceitáveis

para uma doença que tem cura.
Vimos conclamar a população e cobrar das autoridades e gestores da saúde maior
empenho no enfrentamento da tuberculose e seus determinantes sociais. Acreditamos
que só por meio das seguintes ações seremos capazes de reverter os atuais indicadores
da tuberculose no Brasil e no mundo:
  •      Buscar o atingimento dos ODM (meta 6 - combate ao HIV/aids, malária,
       tuberculose e hanseníase); 
  •    Maior visibilidade e priorização das ações voltadas ao controle da Tuberculose e
       comorbidades, TB/HIV, diabetes, álcool e drogas;
  •      Promover campanhas de conscientização de massa sobre a importância da
      prevenção e do tratamento adequado da doença. Garantia de acesso ao
      diagnóstico precoce e a um tratamento de qualidade humanizado;
  •      Investimentos concretos no incentivo à pesquisa e produção nacional de novos
      métodos de diagnóstico e tratamento encurtado;
  •      Implementação e ampliação do tratamento supervisionado para Tuberculose,
      estratégia (DOTS), com ênfase na busca ativa de casos e incentivos de adesão ao
      tratamento para os pacientes como auxílio transporte e alimentação (Cestas
      Básicas); Fortalecimento do SUS e Programas de Saúde com a participação de
      Agentes Comunitários de Saúde e participação de pacientes;

  •      Combater a pobreza, a fome e a exclusão social, através da criação de programas
      e ações de inclusão, que gerem emprego e renda;
  •      Combater o estigma, o preconceito e a discriminação relacionados à TB;
  •      Maior rigor, transparência e compromisso social na aplicação e uso dos recursos
      públicos da saúde e dos Programas de Controle da Tuberculose;
  •      Fortalecimento, fomento e a sustentabilidade da participação da Sociedade Civil
      Organizada através de ONGs redes, fórum e grupos de pacientes TB & HIV/AIDS.
            Os governos têm uma dívida a reparar com essas populações
As ações de combate da tuberculose estão muito aquém de uma resposta efetiva de
controle, A cada dia a tuberculose continua a avançar de forma devastadora
principalmente nos segmentos mais vulneráveis da população, crescendo
acentuadamente nas periferias, nos bolsões de pobreza, entre a população de rua,
encarcerados e pessoas vivendo com o HIV/AIDS.
           Construindo uma resposta coletiva na Luta contra a Tuberculose
                   O papel da mobilização social no controle da tuberculose
    Nós, do movimento social de luta contra a Tuberculose e o HIV/Aids, acreditamos
    que só através da mobilização social, do compromisso político das autoridades, bem
    como, da melhoria das condições de vida da população junto à implementação de
    políticas públicas de moradia, trabalho e renda é que poderemos conter o avanço da
    doença. A retomada da mobilização social na luta contra a tuberculose no Brasil, por
    meio da criação de Fóruns, Grupos de Pacientes e redes sociais de luta contra a
    tuberculose, é um marco histórico e um importante instrumento político para mudar
    o dramático cenário da doença e a negligência da saúde junto às populações mais
    vulneráveis.
    Assinam essa carta manifesto o coletivo das entidades não governamentais:
               Fórum Estadual das ONG no Combate à Tuberculose – RJ
                                 Secretaria Executiva
              CEDUS - CEDAPS - GRUPO ÁGUA VIVA - GPV Niterói
                        REDE DE COMUNIDADES SAUDÁVEIS
                         Contato: forumongstbrj@yahoo.com.br

domingo, 6 de maio de 2012

Relatório UNGASS VIA GAV

AGUquarta-feira, 14 de março de 2012


Relatório UNGASS

Parceiros, na reunião da CAMS desta semana o governo levará para sociedade civil desse espaço, os primeiros informes sobre a construção do relatorio de País, ou seja, a prestação de contas do Brasil com relação ao cumprimento do Brasil sobre as metas UNGASS. Os Paises irao prestar contas a ONU sobre tudo que foi pactuado como compromisso para deter o avanço da Aids, além das medidas de proteção e serviços aquelas pessoas já infectadas.
No relatório de PAIS ele é constituido de olhar do Governo e da Sociedade Civil. Assim é importante, que as representações hoje na CAMS - que representam segmentos, possam se apropriar dessa discussão levando o questionário para suas basses para que o BRASIL em toda sua diversidade possa se expressar neste relatório. Lembrem-se o governo não vai pra fila do posto de saude, nao sofre a discriminação e preconceito, não vive a homofobia. so tem estas inforamações que as sofre no dia-a-dia.

LISTA de links: Interessantes!!!

sábado, 5 de maio de 2012

CASAL SORODISCORDANTE

Prezados,

O Grupo Água Viva - Centro de Referência e Prevenção das DST/AIDS apoia em sua totalidade, com o "Encontro Nacional de Casais + com - a ser realizado pelo Grupo de Ação e Prevenção às Pessoas Vivendo com HIV/AIDS".

Há tempos que aguardávamos uma temática como esta, visto que a convivência entre casais "SORODISCORDANTES" vem superando as expectativas dos então soropositivos, levando-se em consideração o respeito e aceitação do "Não Soropositivo" ao seu parceiro tomadas as suas devidas precauções na prevenção ao uso contínuo do preservativo.

Para quem ainda não entende estema, convido a assistir esta campanha da ABIA: 

Em discussão:

Casais sorodiscordantes para Aids confessam que  nem sempre optam  por relações sexuais com  preservativo
Pesquisa realizada com 13 casais heterossexuais em que um parceiro tem HIV revela falta de segurança na relação sexual.
 
Com o intuito de estudar o universo dos casais sorodiscordantes mais a fundo, a pesquisadora Ivia Maksud realizou pesquisa que resultou na tese de doutorado intitulada “Casais sorodiscordantes, conjugalidade, práticas sexuais e HIV/Aids”. Segundo a autora, “a tese examina a partir de uma perspectiva sócio-antropológica como se dão as relações conjugais entre casais sorodiscordantes para o HIV”. A pesquisa, realizada no segundo semestre de 2007, baseou-se em entrevistas individuais com perguntas basicamente sobre questões relacionadas à descoberta da sua soropositividade ou da de seu parceiro, na convivência com a doença no cotidiano, hábitos sexuais do casal e vida afetivo-sexual.
 
O estudo foi realizado com entrevistas de treze casais cujos componentes apresentavam idades compreendidas entre 23 e 61anos de idade. Inicialmente, a pesquisadora realizou quatro entrevistas com casais do município do Rio de Janeiro e depois com mais quatro com casais de outros estados. Posteriormente, ela inseriu na pesquisa um grupo de nove casais assistidos pelo Ipec –Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas, um instituto de pesquisa situado no campus da Fiocruz que realiza acompanhamento médico de casais sorodiscordantes para o HIV. Casais sorodiscordantes são aqueles em que um dos cônjuges é portador de HIV e o outro não.
 
De acordo com o estudo, muitos casais relataram que a revelação da soropositividade ao parceiro foi algo temido e que, diante do conhecimento da doença, os contatos íntimos passaram a ser mais escassos. Um casal sempre “dá beijos na boca, embora ‘a intensidade já tenha sido maior, porque no período da descoberta houve uma queda total e depois uma retomada, mas não é mais como era antigamente’”, relata a pesquisadora fazendo referência ao depoimento de um dos entrevistados.
 
Quando perguntados acerca da utilização de preservativos, houve casais que afirmaram dispensar seu uso e que “a gente começa a se gostar tanto que não liga para o que o outro tiver”. E ainda: “preservativo incomoda, tira a sensibilidade e o conforto”. O descaso com o uso da camisinha aparece recorrente em diversos momentos das entrevistas: “Gosto muito dela, mas te confesso que a gente faz sem camisinha. A gente acha até que ela tem. Aí ela faz os exames (e não ocorre a transmissão)”, afirma um soropositivo que tem relacionamento conjugal de cinco anos com soronegativa.
 
A falta de esclarecimento acerca da transmissão também se mostrou presente: “homem não pega de mulher”, afirmou um dos entrevistados. Alguns portadores do HIV disseram preferir ter parceiros portadores do vírus porque, segundo eles, “seria natural”.
 
Diante dos resultados da pesquisa, Ivia finaliza falando acerca do distanciamento existente entre a população e as informações de tratamento e prevenção da Aids oferecidas pelo Ministério da Saúde e por outros membros da sociedade. Segundo ela, o material distribuído com o intuito de promover o esclarecimento acerca da doença não tem seus códigos decodificados,ou seja , não são compreendidos pelas pessoas, de uma forma geral. “A existência de informações oficiais sobre prevenção e tratamento do HIV/Aids disponibilizadas pelo Ministério da Saúde em campanhas, livros, folhetos e cartilhas educacionais, materiais de promoção à saúde desenvolvidos e distribuídos por Ongs, o conjunto de entrevistas sugere uma distância entre códigos produzidos e recebidos”, afirma.
16/04/2008


Esperamos ter este Projeto aprovado e assim abrir novos caminha para a percepção desta realidade nos tempos atuais.

Mais uma vez, PARABÉNS aos idealizadores.
 
 
Atenciosamente, 
Luiz Bessa
Administrativo Financeiro
Contribua com a nossa causa: Banco do Brasil 01 - Agência nº 0087-6 C/C 12.668-3

CNPJ: 00.713.514/0001-94
Inscrição Municipal Nº 519.462-8 - Assistência Social

O Centro de Referência e Prevenção das DST/AIDS parte integrante do Grupo Água Viva, criado em 19 de dezembro de 1994, é uma Organização Civil sem fins lucrativos, designada ONG/AIDS, com a finalidade e objetivo de ASSISTIR, ORIENTAR e TRATAR pessoas com HIV e doentes de AIDS. Telefax: (21) 3317-2872  / 7694-4031 / 8694-3449 - Luiz Bessa.
Redes Sociais:
http://grupoaguaviva.org.br/index.php

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Manifesto, TB/HIV, Latino Americano e Caribe


Prezad@s,
Segue manifesto, TB/HIV, Latino Americano e Caribe, clamando por um maior ativismo por parte das organizações não  governamentais para o enfrentamento da questão TB/HIV.
Em que pese o texto fazer nos fazer uma referencia positiva “ Brasil tiene un sólido movimiento de sociedad civil trabajando activamente en la co-infección TB-VIH, nós sabemos que a grave questão da morbimortalidade  relacionada associação aids e tuberculose, apesar de algumas ações e esforços isolados, não tem tido o devido peso e a atenção necessária na agenda política do movimento social, nos programas governamentais e nos serviços do SUS.
Fazemos coro e endossamos a referida chamada, para uma ação mais contundente no enfrentamento dessa questão, ao mesmo tempo crítica e negligenciada.
Fórum ONGs Tuberculose RJ
Secretaria Executiva
CEDUS - CEDAPS - GRUPO ÁGUA VIVA - GPV Niterói
REDE DE COMUNIDADES SAUDÁVEIS
_______________________________________________________________________
“Llamado de acción de Panamá para ampliar las actividades de colaboración TB/VIH”
TB-VIH: ¿Por qué no se escucha la voz de América Latina y el Caribe?[1]
El Día Mundial de la Tuberculosis (TB), 24 de marzo, es un buen momento para reflexionar acerca del rol de las organizaciones trabajando en VIH y sida de América Latina y El Caribe, en la prevención y atención integral de la TB.
Tristemente, nuestra región habiendo sido líder en variados temas como el acceso a tratamientos antirretrovirales, priorización de comunidades relegadas por la identidad de género, entre otras; es una de las regiones más tímidas respecto a la abogacía para prevenir la TB y la co-infección TB-VIH. No solamente callan las organizaciones de la sociedad civil, sino también los gobiernos, las agencias de cooperación y los donantes. Como señaló un/a activista:
“¿Por qué no decirlo de una vez por todas? Nuestras voces han sido acalladas cuando demandamos servicios de calidad para las personas afectadas o en riesgo de TB o aquellas con VIH en riesgo latente para la reactivación de la TB. Peor aún, nuestros esfuerzos han sido desdibujados o minimizados por oficiales de los Programas de TB y de VIH en nuestros respectivos países”
¿Por qué?
¿Acaso una de las lecciones más importantes del VIH es que el silencio es igual a la muerte?

Un grupo de activistas reunidos/as en 2011, promovieron el “Llamado de acción de Panamá para ampliar las actividades de colaboración TB/VIH-julio 2011” http://www.stoptb.org/wg/tb_hiv/assets/documents/Llamado_de_Acci%C3%B3n_de_Panam%C3%A1_TB-VIH.pdf
A pesar de esta reunión, que fue una más de las acciones aisladas sobre la co-infección TB-VH, no se han logrado avances a mediano ni largo plazo, mucho menos, el surgimiento del “largamente esperado activismo latinoamericano en TB”.

Al parecer hay muchas razones por las cuales la voz de América Latina y el Caribe sobre la co-infección TB-VIH no se escucha:

• Las y los activistas en VIH y sida de América Latina y El Caribe, no conocen la realidad de la epidemia de TB en nuestra región, ni de la co-infección TB-VIH.
• Los programas de TB y VIH trabajan de forma no tan coordinada como ser observa en otras regiones.
• Las personas viviendo con el VIH que han sobrevivido a la TB, aunque podrían hablar abiertamente sobre su diagnóstico de VIH, no lo harían sobre sus experiencias con la TB; precisamente, debido a la estigmatización de la TB que es más fuerte que la del VIH.
• La TB no es una prioridad de los y las activistas en la región, porque los liderazgos de las redes comunitarias y de activistas en VIH y sida, asumen que la TB no es un problema nuestro, que no nos afecta directamente. Si es así, entonces deberíamos analizar si nuestro liderazgo y activismo, tiene una orientación elitista la cual no nos permite percatarnos de la realidad de la co-infección TB-VIH.
• Cabe preguntarnos y responder honestamente: ¿Cuánto nos interesa abogar en favor de las personas “pobres” afectados/as por la TB? Un/a activista señala:
“Debido a la combinación mortal entre la falta de información confiable sobre la epidemia de la TB, junto con la actitud de ignorar las necesidad de los más pobres (usualmente los que nunca llegan a un servicio de salud); mientras se siga pensando que la TB es una "enfermedad de pobres" y, siga siendo estigmatizada, las barreras continuarán)”
Si las organizaciones trabajando en VIH y sida no pueden desestigmatizar la TB mostrándose a sí mismos/as como vulnerables a la TB y/o sobrevivientes de la misma; entonces ¿Quién podría hacerlo?
Algunos/as activistas expresaron su gran preocupación y tristeza al escuchar que las propias ONGs de la región de América Latina y El Caribe, al igual que los donantes, señalan que la TB no es un problema nuestro:
“Es para mí una gran pena escuchar de ONGs o donantes internacionales decir que la región de las Américas, no es prioridad en la TB, porque no tenemos los problemas que África o la India tienen. El día de hoy me han dicho: "Pero sus datos no reflejan tanto problema" ¿Qué les parece?”Existen algunos/as activistas que han sido la excepción en la región. Por ejemplo, Brasil tiene un sólido movimiento de sociedad civil trabajando activamente en la co-infección TB-VIH. Perú tuvo experiencias de capacitación horizontal desde las personas viviendo con el VIH hacia las personas afectadas por la TB. En México, existen algunas organizaciones de la sociedad civil (los propios/as activistas señalan que la base de estas organizaciones está conformadas por personas viviendo con el VIH), que han desarrollado información sobre la violación de los derechos humanos en contra de personas afectadas por la TB. En Bolivia, las personas viviendo con el VIH son parte de los 9 comités inter programáticos TB-VIH.
Con todo el esfuerzo que estas acciones hayan significado, la voz de América Latina y El Caribe sobre la TB y la co-infección TB-VIH, es todavía tímida, débil o inexistente.
Ésta es una invitación cordial para realizar un análisis autocrítico del trabajo de los y las activistas en VIH y sida de América Latina y El Caribe y, sobre nuestras prioridades para la incidencia política, preguntándonos ¿Cómo decidimos cuáles temas son más importantes que otros?

Usando los puntos principales del Llamado a la Acción de Panamá (citados a continuación), ésta es una invitación para tratar de entender conjuntamente, ¿Por qué parece no haber ni un solo progreso en los siguientes puntos?:
• “Promover la colaboración entre programas de TB-VIH, la sociedad civil, las instituciones académicas y otras socios para ampliar las actividades de colaboración TB-VIH, armonizadas en el contexto país;
• Incorporar a la sociedad civil en el seguimiento de actividades nacionales y los logros, el aumento de actividades de sensibilización y educación y el activismos para romper el silencio político, económico y programático relacionado con la co-infección TB/VIH en la región;
• Abogar desde la sociedad civil la inclusión en la agenda política del fortalecimiento de la salud pública y los sistemas de servicios sociales con un enfoque no discriminatorio, de determinantes sociales, de respeto de los derechos humanos, con perspectiva de igualdad de género y que respalde la diversidad;
• Promover el empoderamiento de las personas con TB/VIH y las comunidades promoviendo el acceso a los servicios, la retención y la adherencia, especialmente en poblaciones en situación de vulnerabilidad;
• Abogar por un aumento de investigaciones sociales, básicas y operativas y en la mejoría de la vigilancia de la tuberculosis y del VIH para apoyar las políticas basadas en evidencia y prácticas;
• Favorecer los procesos de cooperación técnica entre países;
• Revisar estos compromisos que estamos asumiendo en la próxima reunión regional”
Aparte de los 15.000 casos de co-infección TB-VIH conocidos en nuestra región el 2009:
¿Cuántos muertos/as más o cuántos co/infectados/as necesitamos para ponernos en acción?
¿Sabemos cuántas personas murieron en nuestros países debido a la co-infección TB-VIH el 2011?
Algunos/as activistas plantean que se deben realizar “autopsias orales”, e investigar las actas de defunción para encontrar la información sobre las causas de muerte de muchas personas con VIH murieron a causa de la TB extra-pulmonar no diagnosticada y por lo tanto no tratada.
No solamente los gobiernos, las agencias de cooperación y los donantes deben romper el silencio sobre la epidemia de TB y la co-infección TB-VIH, sino también la sociedad civil (y desde luego, también las personas afectadas o en riesgo de TB o de VIH o aquellas con fármaco resistencia).
En América latina y El Caribe, lo que existe en VIH y sida, es gracias a la demanda de las comunidades organizadas. Si los/as activistas en VIH y sida de América Latina y El Caribe priorizan la demanda de la co-infección TB-VIH, será tomada en cuenta. Si nosotros/as callamos, seguiremos siendo vulnerables a la TB y a la muerte a causa de la TB no diagnosticada ni tratada.
He aquí algunas preguntas sobre la co-infección TB-VIH, el objetivo de las mismas es que cada uno/a de los/as activistas las analice y se evalúe a sí mismo/a:
• ¿Dónde está la voz de las redes regionales de personas viviendo con VIH respecto a la co-infección TB-VIH?
• ¿Qué activista se ha pronunciado sobre la necesidad de trabajar mejor los temas asociados a la co-infección TB-VIH?
• ¿Qué se puede decir de la acción o inacción de las muchas organizaciones defensoras de los derechos humanos y de la salud, en relación a la epidemia de la TB?
• ¿Alguien ha escuchado al movimiento feminista pronunciarse sobre el impacto de la TB en las mujeres y la transmisión a los bebés?
• ¿Qué apoyo se ha recibido de las agencias de cooperación (incluida OPS, ONUSIDA y todas las demás) para que la sociedad civil trabaje en temas relativos a la co-infección TB-VIH?
• ¿Se conoce algún mensaje de los movimientos de jóvenes sobre los y las jóvenes que mueren debido a la TB y a la co-infección TB-VIH?
• ¿Se ha conocido algún mensaje de los movimientos indígenas sobre la epidemia de la TB?
• ¿Se conoce algún compromiso de gobierno para prevenir, tratar y curar la co-infección TB-VIH?
Sinceramente, esperamos que algunas de estas preguntas tengan respuestas. Lo contrario, significaría que las organizaciones trabajando en VIH y sida de América Latina y El Caribe, hemos fallado en poner en práctica el discurso que predicamos: no hemos defendido la causa del acceso universal y la atención integral para las personas viviendo con el VIH, olvidando la necesidad y urgencia de demostrar, abogar, detener y prevenir las muertes de personas viviendo con VIH y sida a causa de la TB.

Gracia Violeta Ross graciavioleta@gmail.com
Representante de la Comunidad
Grupo de Trabajo TB-VIH, Alianza para detener la TB
[1] Este mensaje fue grandemente enriquecido por los aportes de Alma de León (Guatemala), Francisco Rosas (México), Pablo Anamaría (Perú), Oswaldo Rada (Colombia) y Alberto Colorado (USA/México).

terça-feira, 3 de abril de 2012

Ato Solidário @migos da ONG Grupo Água Viva

@migos da ONG Grupo Água Viva

Em: 02 Abr 2012

Gostaria de encontrar um jeito simples e que lhes traga boas lembranças de um Ato Solidário? Adquira nossas máscaras de dormir e tenha um sono com sonhos tranquilos contribuindo com a aquisição deste produto, cujo valor será revertido para o pagamento de nossas despesas administrativas e de ponta torne-se um @migo da ONG Grupo Água Viva.

Valor da Máscara de Dormir: R$ 10,00


@migos da ONG

Prezados amigos e parceiros da ONG AIDS Grupo Água Viva,

Contribuições voluntárias em nossa Conta Corrente 12.668-3 Agência 0087-6 do Banco do Brasil.

O @migos da ONG é um projeto criado pela ONG AIDS Grupo Água Viva, através do Centro de Referência e Prevenção das DST/AIDS – CRP-DST/AIDS com o objetivo de contribuir para o fortalecimento da prevenção, informação e educação na luta contra a AIDS e demais Doenças Sexualmente Transmissíveis – DST.

O projeto estimula o envolvimento de todos (profissionais da educação, alunos, familiares, profissionais de saúde, portadores do vírus HIV e doentes de AIDS e todos que abraçam esta causa) nesse esforço e a participação de voluntários no desenvolvimento de ações preventivas às DST/AIDS e de adesão ao tratamento em benefício das pessoas portadoras do vírus HIV e doentes de AIDS.

O projeto busca a implementação em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), UNESCO, Faça Parte, Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), Conselho Nacional de Saúde, Ministério da Saúde, além de instituições e empresas comprometidas com a educação, informação e comunicação em saúde de qualidade para todos.

O @migos da ONG é um projeto de comunicação, informação e educação implementado de forma descentralizada. Ele utiliza a força mobilizadora dos parceiros consultivos e ativistas para sensibilizar a população e a comunidade a darem sua contribuição para a melhoria contínua da saúde pública.

O que o @migos da ONG se propõe a fazer?

Mobilizar voluntários por meio de campanhas na TV e mídias comunitárias e informar a população (pelo site e pelo telefone) sobre as outras ONGs parceiras que estão interessadas em receber voluntários;
Divulgar boas experiências nas ferramentas sociais do Grupo Água Viva – Centro de Referência e Prevenção das DST/AIDS – CRP-DST/AIDS e mídias comunitárias; 
Promover Dias Temáticos regionais e nacionais que possam ser aproveitados pelas ONGs para dinamizar suas atividades e projetos;
Contribuir com subsídios para a direção das ONGs parceiras, fornecendo informações e recursos para que as mesmas desenvolvam suas competências para o melhor aproveitamento e organização das atividades.
Objetivo Específico.

Captar recursos financeiros e humanos para a continuidade das ações de sustentabilidade das ONGs envolvidas no projeto.

Contato: Luiz Bessa – Administrativo Financeiro

Rua Buritizal, Quadra 1 – Lote 1 - Casa 1 – Balneário Globo - Sepetiba – Rio de Janeiro – RJ - CEP : 23545-100 – Tel.: (021) 3317-2872 / 9806-1624 / 7264-5644

Contribuição Financeira: Banco do Brasil – Agencia 0087-6 - C/C 12.668-3

E-mail: grupo@grupoaguaviva.org.br /http://www.grupoaguaviva.org.br/


MSN: grupoaguavivasepetiba@yahoo.com.br grupoaguavivasepetiba@yahoo.com.br
Atenciosamente,
Luiz Bessa
Administrativo Financeiro
Contribua com a nossa causa: Banco do Brasil 01 - Agência nº 0087-6 C/C 12.668-3

CNPJ: 00.713.514/0001-94
Inscrição Municipal Nº 519.462-8 - Assistência Social

O Centro de Referência e Prevenção das DST/AIDS parte integrante do Grupo Água Viva, criado em 19 de dezembro de 1994, é uma Organização Civil sem fins lucrativos, designada ONG/AIDS, com a finalidade e objetivo de ASSISTIR, ORIENTAR e TRATAR pessoas com HIV e doentes de AIDS. Telefax: (21) 3317-2872  / 7694-4031 / 8694-3449 - Luiz Bessa.
Redes Sociais:
http://grupoaguaviva.org.br/index.php 

Atenciosamente,


BESSA SEPETIBA
Sejam Bem Vindos.
Telefones: 21 3317-2872 / 7694-4031
Blog: http://bessasepetiba.blogspot.com/

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Habitus de gênero e experiência escolar: jovens gays no ensino médio em São Paulo

 
 
 
Grupo Água Viva Bessa
Pessu ALL,


Após várias semanas de tratativas burocráticas, finalmente minha dissertação de mestrado em Sociologia da Educação, intitulada Habitus de gênero e experiência escolar: jovens gays no ensino médio em São Paulo, foi disponibilizada no site do Banco de Teses da Universidade de São Paulo. Ela foi defendida em agosto de 2006 e um ano depois, como condição para que eu recebesse o diploma de mestre com registro no MEC, foi-me solicitada uma cópia do arquivo digital em PDF. Eu acreditei que, mediante esta exigência, o texto seria inserido no acervo da USP. Só recentemente é que descobri que isso não havia acontecido, alertado por um pesquisador que a procurou ali e não a localizou. Finalmente, isso foi resolvido.



O link para acesso é http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48134/tde-03022012-163059/pt-br.php



Abaixo transcrevo o abstract e as palavras-chave. Vale assinalar que, naquela época, ainda era vigente a sigla GLBT, que só seria alterada dois anos depois, em votação na nossa I Conferência Nacional em Brasília, em junho de 2008. E o T abreviava “transgêneros”, termo que foi então substituído por “travestis e transexuais”.



Lula Ramires
Palavras-chave

Educação
experiência escolar
gênero
habitus
masculinidades homossexuais


Resumo

Este trabalho investiga a produção de masculinidades de jovens estudantes homossexuais durante o Ensino Médio. Inicia com uma reflexão que visa a articular os conceitos de gênero de Joan Scott, de sexualidade de Jeffrey Weeks, de habitus de Pierre Bourdieu, de experiência social e escolar de François Dubet e de preconceito de Agnes Heller. Na análise, realizada com base em entrevistas com alunos secundaristas de escolas públicas e privadas da cidade de São Paulo, ressaltaram-se diversos elementos das trajetórias escolares dos sujeitos pesquisados. Constatam-se diversas contradições que revelam a instituição de ensino, de um lado, como um lugar ainda permeado pela homofobia, marcado pela violência física e verbal, pelas pressões que reiteram o padrão heterossexual e pela constante referência à homossexualidade como um não-lugar; de outro, como espaço onde também se observam o revide às agressões, situações de acolhimento e aceitação pelos colegas bem como o empoderamento resultante da transgressão das normas de gênero, possibilitados pelos movimentos feminista e GLBT (gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros).



Título em inglês

Gender habitus and school experience: high-school gay youths in São Paulo
 
 

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Viva a VIII Jornada Nacional de Vacinas - Belém 2011.#enong #vacinas #hiv

Viva a VIII Jornada Nacional de Vacinas - Belém 2011.


Quem vier para o ENONG traga roupas leves, está muito quente na cidade.


Já me encontro em Belém desde às 12 horas após a longa viagem e espera para a chegada são e salvo partindo do RJ em sentido à Brasília com mais uma escala em Maracá (ou coisa parecida) e término em Belém e já efetuado o Check in no Hotel Regente tendo que aguardar a liberação do apto para às 14:30 hrs e sem almoço. Tudo bem, vamos em frente. O que importa é que o credenciamento aconteceu às 18 horas e posteriormente foi aberto oficialmente a VIII Jornada Nacional de Vacinas tendo se formado a mesa de abertura e a seguir a primeira apresentação deste dia com a presença do Dr. Ronaldo Hallal - Coordenação de Cuidado e Qualidade de Vida do Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais o qual tratou dos seguintes pontos: Potenciais conflitos relacionados ao tema.
Dados Gerais: Estima-se 600,000 PVHA e 215,00 pessoas estão em tratamento.
Epidemia Concentrada
- População geral 0,6%
Gays e outros HSH 10.5%
Usuários de drogas 5.9%
Profissionais do Sexo 5%
Casos acumulados em 2008 37.645

Casos de aids entre 13 e 24 anos – 1991 – 2009. Crescimento considerável.
Tratamento e redução de Transmissibilidade: Oportunidade para a prevenção – CD4<200 células CD4 200-349 Células CD4 350-499 Células CD4>500 Células ( 2003 / 2009); Prevenção Posithiva – Prioridade estratégica para viabilizar a realização a ações integradas de prevenção, assistência e promoção dos direitos humanos focadas nas estratégias de danos.Utilização de TARV. ( Ver utilização do texto). Informações coletadas entre 2007 e 2009 para avaliar o efeito da “Afirmação Suíça”.Ver 11ª EXPOEPI – França abril 2009.
3.381 Casais Heterossexuais Sorodiscordantes assintomáticos, sexualmente ativos. Contagem CD4 350- 500. HPTN 052; transmissão do HIV-1;
82% das transmissões ocorreram na África e incluiu 54% dos casais;
Considerações; TARV – Recomendações para tratamento antiretroviral em adultos infectados pelo HIV – 2008. Ver publicação.
Ver publicação norte-americana Outubro 2011 – World Health Organization
Abordagens finais: Testar e tratar
Casais monogâmicos sem outros contatos sexuais com 100 relações sexuais em 01 ano; Trato genital feminino – ITRN; Trato genital masculino – ITRN ; Profilaxia Pré-exposição sexual: Oportunidades para a prevenção – Exposição em 01 mês/ 72 horas;
Estou neste momento resumindo os tópicos mais em breve estarei formatando em sua totalidade, conforme acertado antes de minha viagem. Me resta agora descansar um pouco, visto que a cidade é muito quente apesar de sua beleza. amanhã retorno com mais informes.
Preparei um album com o trajeto da viagem e espero que apreciem. Já estou com saudade de meu Rio de Janeiro. E a PAZ está reinando aí? Beijos á todos. Atenciosamente, Luiz Bessa.
 
Atenciosamente,

Luiz Bessa
Administrativo Financeiro
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Contribua com a nossa causa: Banco do Brasil 01 - Agência nº 0087-6 C/C 12.668-3. Constituição Federal:
Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas  sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.
1994 - 2011 - 17 Anos na luta contra a AIDS.
O Centro de Referência e Prevenção das DST/AIDS parte integrante do Grupo Água Viva, criado em 19 de dezembro de 1994, é uma Organização Civil sem fins lucrativos, designada ONG/AIDS, com a finalidade e objetivo de ASSISTIR, ORIENTAR e TRATAR pessoas com HIV e doentes de AIDS. Telefax: (21) 3317-2872  / 9806-1624 / 7694-4031 - Luiz Bessa.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Caos na assistencia as pessoas vivendo com aids no Rio de Janeir

Prezados,
Estamos socializando em nosso site.
Esta é a forma de contribuirmos na luta contra a AIDS e os Gestores da Saúde que não respeitam a nossa SOBREVIDA.
Se estas c=informações não condizerem com as verdades, que se pronunciem.

Atenciosamente,

Luiz Bessa
Administração Financeira
Sustentabilidade Social
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To: apoiosoropositivos@yahoogrupos.com.br
From: cazu_barroz@yahoo.com.br
Date: Wed, 14 Sep 2011 13:33:24 -0700
Subject: [apoiosoropositivos] Caos na assistencia as pessoas vivendo com aids no Rio de Janeiro

Precisamos ir as ruas, bater panelas, jogar mercúrio no palácio do governo e prefeituras, se jogar no chão ou iremos todos, um ao enterro do outro numa marcha fúnebre .

Lamentável que diante do caos instalado na assistência as pessoa vivendo com aids, no Estado do Rio de Janeiro, quando este caos é levado a mídia, os gestores respondem que não sabem e ou não tem informações nenhuma sobre a falta, fracionamento medicamentos, falta de kits e ou demora na entrega dos resultados dos exames CD4, Carga viral e Genotipagem, falta de leitos, medicamentos para doenças oportunistas etc.. e etc...
Como responderam a esta reportagem, exibida neste segunda- feira nos jornais da TV Record.

Vejam a entrevista quem não viu:
http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/noticias/garoto-propaganda-da-campanha-da-aids-denuncia-falta-de-medicamento-20110912.html

Nossos gestores simplesmente nos chamam de mentirosos e diz a imprensa que além de desconhecer o problema, afirma que esta tudo normalizado e que não há nenhum problema no Rio de Janeiro.

Segue em anexo, pois recordar é viver, comprovação de que o movimento social, desde 2008, com a carta de Araruama e 1 de Dezembro de 2010, carta do Forum Estadual de ONG Aids/RJ, vem informando a população e aos gestores, diariamente sobre a falta de assistência aos portadores de HIV em nosso estado. Segue- se também, links de recentes reportagens da agencia aids de noticias, onde usuários denunciam falta de medicamentos. Só não sabe que não quer.

É fácil dizer que não conhecem os problemas, o difícil é o gestor, honrar com seus compromissos feito durante as eleições..

Falta de medicamentos no Rio - http://www.agenciaaids.com.br/noticias/interna.php?id=17394
http://www.agenciaaids.com.br/noticias/interna.php?id=17291
Governo nega falta de medicamentos: http://www.agenciaaids.com.br/noticias/interna.php?id=17094
Falta de atendimento em postos e hospitais: http://www.agenciaaids.com.br/noticias/interna.php?id=17256

Gestores, resolvam nossos problemas se vocês forem homens e mulheres pra isso!

Sobre o Rock In Rio "EU VOU SEM DROGA NENHUMA"

Sobre o Rock In Rio - Que tal uma Campanha focada na Luta contra a AIDS em parceria com "EU VOU SEM DROGA NENHUMA"?


Prezados,

Depois de tantas opiniões e participação nesta discussão sobre o Rock in Rio, acabei sonhando com este Show com um Mega Ônibus Trunkado do Ministério da Saúde, onde antes da entrada da Cidade do Rock as pessoas passavam por uma enorme sala tipo "NOSSO LAR" onde todos eram vistoriados com uma máquina de Raio X ou algo semelhante e aqueles que eram diagnosticados "LIMPOS" eram direcionados para uma outra área mais reservada e com muito conforto.

Em contrapartida àqueles que eram diagnosticados "IMPUROS" sequer entravam no ambiente posterior, sendo remanejados para uma sala quase que na penumbra enquanto aguardavam serem chamados e orientados a retornarem para casa após a confirmação de sua impureza.

Acordei sobressaltado por saber-me soropositivo e não ter tido a oportunidade de participar deste grandioso evento.

Até o presente momento, não entendi este sonho.

Sou Espírita Kardecista e isto me preocupa muito.

Vamos às considerações:

Se realmente forem realizados os exames no local, os resultados serão entregues antes do Show ou indicados para uma outra localidade?

Em caso positivo para o HIV, qual será o encaminhamento para o diagnosticado? O mesmo irá continuar a assistir o Show com a indicação positiva para o HIV?

Em caso negativo para o HIV, o diagnosticado receberá algum insumo para prevenção às DST/AIDS enquanto se "DIVERTE" no Embalo da Euforia?

Como será a distribuição dos insumos como preservativos e informativos sobre prevenção às DST/AIDS? Porque se for entregue os preservativos aleatoriamente, com certeza veremos milhares de "Balões" flutuando sob a galera, isto se não tiver algo à mais dentro dos mesmos.

Voltemos ao diagnosticado positivo para o HIV.

No dia de hoje li alguns e-mails sobre a deficiência no "ACOLHIMENTO" e em muitos dos depoimentos a sensação era de abandono, desinteresse e até medo de continuar a viver sobre o manto da AIDS.

Considerações Finais:
Nestes últimos meses tenho visto nas chamadas do Rock In Rio uma campanha contra as Drogas "EU VOU SEM DROGA NENHUMA" e em momento algum, uma campanha contra a AIDS.
Creio que ainda dá tempo de se criar em parceria com estes mesmos atores e demais ativista uma Campanha de Prevenção à AIDS focada neste Mega evento.

Vamos parar de reclamar e arregaçar as mangas na luta contra a AIDS. Esta é a nossa OPORTUNIDADE.
Atenciosamente,
Luiz Bessa
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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Ministério Público de São Paulo dá entrada na Justiça contra lei

Ministério Público de São Paulo dá entrada na Justiça contra lei que destina 25% dos leitos de hospitais do SUS para planos de saúde

Ministério Público de São Paulo dá entrada na Justiça contra lei que destina 25% dos leitos de hospitais do SUS para planos de saúde

 
09/08/2011 - 17h

O Ministério Público do Estado de São Paulo (MPE), por meio dos promotores de Justiça Arthur Pinto Filho e Luiz Roberto Cicogna Faggioni, da Promotoria de Justiça dos Direitos Humanos - Área de Saúde Pública, deram entrada na Justiça nesta terça-feira, 9 de agosto , com uma Ação Civil Pública, com pedido de liminar, contra a Lei Complementar nº.1.131/2010, que permite direcionar 25% dos leitos e outros serviços hospitalares para os planos e seguros de saúde privados. A lei abrange os hospitais estaduais de São Paulo que têm contrato de gestão com Organizações Sociais (OS).

A ação responde a representação de diversas entidades da sociedade civil, entre elas o Fórum de ONG/Aids do Estado de São Paulo, o Grupo Pela Vidda-SP e o Grupo de Incentivo à Vida (GIV), acolhida pelo MPE no dia 15 de fevereiro. Além de impedir que o governo estadual celebre contratos de gestão, alterações e aditamentos entre organizações sociais e planos de saúde, a ação do MPE pede à Justiça que declare a ilegalidade do Decreto Estadual número 57.108, de 6 de julho de 2011, que regulamenta a “Lei da Dupla Porta”.

Desde o dia 6 de agosto, a Secretaria de Estado da Saúde (Resolução Nº 148 – DOE de 06/08/11 – Seção 1 - p.30) autorizou os primeiros hospitais a ofertar até 25% de sua capacidade a particulares e aos usuários de planos de saúde privados: o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira; e o Hospital de Transplantes do Estado de São Paulo Dr. Euryclides de Jesus Zerbini.

Dentre os argumentos do MPE usados na ação destacam-se:

Os dependentes do SUS perderão 25% dos leitos públicos dos Hospitais estaduais de alta complexidade, que já são, notoriamente, insuficientes para o atendimento da demanda da população.

Em setembro de 2009, o mesmo Poder Executivo ( o então governador José Serra) vetou idêntica lei. O argumento é que já existe lei estadual e federal que possibilitam o ressarcimento, pelos planos de saúde, de todos os conveniados que sejam atendidos no SUS

Dentre as inúmeras entidades que representaram ao Ministério Público contra a Lei 1131., destacam-se o Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo – Cosems/SP e o Conselho Estadual de Saúde, cujo presidente é o próprio Secretário de Estado da Saúde,

A Constituição do Estado de São Paulo traz em seu art. 222 uma vedação explícita: o sistema de saúde tem como diretriz “a gratuidade dos serviços prestados, vedada a cobrança de despesas e taxas sob qualquer título”.

Os Hospitais Públicos de São Paulo gerenciados OSs não têm controle social. Não contam com conselhos gestores que poderiam acompanhar a gestão da unidade e verificar o tratamento igualitário e a não reserva de leitos, por exemplo.

Para Mário Scheffer, presidente do Grupo Pela Vidda-SP, entidade que liderou a representação junto ao MPE, ao ostentar em suas redes credenciadas os hospitais do SUS, os planos de saúde exigirão como contrapartida o atendimento diferenciado de seus clientes. “Os usuários de planos, já com o diagnóstico em mãos, irão furar a fila, serão atendidos na frente e em melhor hotelaria, enquanto os usuários do SUS aguardam meses até o agendamento, até serem encaminhados pela rede básica. É assim que funciona a dupla porta do Incor e do complexo HC-FMUSP, modelo que será agora estendido ao Icesp e ao Hospital dos Transplantes.”, conclui.

De acordo com Ligia Bahia, professora da UFRJ, “os que tentam recobrir a discussão com verniz caritativo mais parecem corretores de imóveis negociando nacos de serviços públicos, na lógica de que os pacientes se dividiriam entre SUS-não-pagantes e planos-pagantes, os salvadores da pátria. Mas as contas não fecham, até porque os valores da remuneração dos planos são muitas vezes mais baixos que os praticados pelas instituições oficiais.”

Segundo Gilson Carvalho, médico pediatra e de saúde pública, a lei federal do ressarcimento, diferente da lei paulista, dispensa a identificação na porta do SUS, de quem tem ou não tem plano, o que garante a equidade. Lenir Santos, advogada sanitarista, acrescenta que o ressarcimento da lei federal se aplica a todos os serviços SUS da administração direta e indireta e inclusive às OSs e possíveis privados contratados pelo SUS.

“Ao vender a dupla porta como sendo um ressarcimento diferenciado, o decreto paulista não leva em conta que a arrecadação não ficará exclusivamente com a instituição, pois muitos dos honorários, diretos ou indiretos, vão para determinados profissionais e prestadores.”, diz Gilson.

Dica de entrevista:
Mais informações sobre a Ação do MPE : (0XX11) 3119-9027

Fonte: Fonte: Grupo Pela Vidda-SP
 

Prezados,

Estamos socializando em nosso site.

O SUS é um "Seguro Estatal" garantido por nossos impostos e contribuições sociais, previsto na constituição como "direito de todos e dever do Estado".

SEGURO ESTATAL:

Financiado pelos cidadãos, entre as muitas vantagens tem as seguintes: Inexistência do lucro (objetivo do privado), possibilidade de extensão de cobertura em necessidades emergentes, abertura ao controle da sociedade (por meio do legislativo, do Judiciário e do Controle Social direto). No afã diário de resolver os problema emergentes do Sitema Único de Saúde, os gestores públicos correnm o risco, de ficarem apenas na administração das "faltas" de cada dia. Cuidando do varejo. Correndo atrás do prejuizo. O grande problema enfrentado hoje e desde muito tempo pelo sistema é ter poucos defensores do SUS universal e equitativo, srvindo a todas as pessoas, em suas necessidades de saúde, numa concepção mais ampla e integradora, como manda a Constituição Federal.

O Grupo Água Viva através do Centro de Referência e Prevenção das DST/AIDS - CRP-DST/AIDS vem participando das Conferências Distritais e Municipal de Saúde do Rio de Janeiro em especial abrangidas pela Área Programática 5.3 Santa Cruz, Paciência e Sepetiba, na qual é membro Conselheiro Distrital, acompanhando as implementações das Propostas apresentadas, submetidas e aprovadas nas mesmas a fim de buscar resultados em favor de uma melhor qualidade de vida e que possam garantir o verdadeiro processo de acesso aos seus usuários.

De contrapartida espero que esta Liminar surte o efeito esperado contra esta Lei que destina irresponsavelmente os 25% dos leitos de hospitais do SUS para planos de saúde.

Afinal de contas se o SUS é um Seguro Estatal, estaria o Governo paulista e/ou talvez outros governos de demais estados fechando as portas para aqueles menos favorecidos ou quem sabe a promoção da existência do lucro (objetivo escuso do poder público), creio que não.

Assim esperamos como Controle Social valer nossos direitos.

Atenciosamente,

Luiz Bessa
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RUA BURITIZAL, QUADRA 01 – LOTE 01 – CASA 01 – BALNEÁRIO GLOBO – SEPETIBA – RIO DE JANEIRO – RJ. – CEP: 23.545-100
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E-mail Opcional: grupoaguavivasepetiba@yahoo.com.br
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