Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Apoio a Carta Vozes Positiva ICW Brasil - BEMFAM - CIAT
- Ampliar acesso e divulgação de serviços de diagnóstico e tratamento de TB e HIV/AIDS e Hepatites Virais, incluindo exames complementares, principalmente para jovens e populações vulneráveis.
- Sensibilização de profissionais e acadêmicos da área de saúde para a prática do Programa de Humanização no atendimento ao público com HIV/Aids e coinfecção TB/hepatites virais/DST.
- Incorporar os temas tuberculose e hepatites virais no Programa Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE) e ampliação da implementação do Programa para todas as escolas da rede pública.
- Sensibilizar escolas privadas para a elaboração e implementação de programas de saúde e prevenção.
- Aumentar a disponibilidade de insumos para a prevenção, em especial preservativos femininos e gel lubrificante, bem como desburocratizar sua distribuição.
- Aumentar disponibilidade de preservativo masculino para necessidades específicas - como tamanho diferenciado, sem látex na composição, antialérgicos - na rede pública de saúde.
- Aumentar a disponibilidade de material educativo nas unidades básicas de saúde e ONGs que atuam na área de prevenção as DST/HIV/AIDS, com informações praticas sobre o uso de preservativos, em especial o feminino, incluindo modelos pélvicos para demonstração do uso do preservativo feminino.
- Adequar a linguagem das campanhas e materiais educativo-informativos para contemplar as necessidades especiais das mulheres com HIV.
- Nas campanhas de amamentação, incluir mensagem e orientações para quem não pode amamentar, bem como acompanhamento integral dessas mulheres, respeitando suas especificidades.
- Disponibilizar o teste rápido para o HIV em todos os CTAs e reduzir o prazo de entrega do resultado do exame confirmatório feito na rede pública.
- Exigir o respeito ao sigilo na entrega do resultado de exames na rede publica e privada, com aconselhamento adequado pré e pós-teste.
- Adequar protocolos de pesquisa científica e estatística à realidade das mulheres vivendo com HIV.
- Adequar o protocolo de atendimento pré-natal a necessidades específicas, considerando que mulheres com HIV/Aids e/ou Hepatite C não podem amamentar.
- Investir em pesquisa para preparar o leite de mulheres com HIV para permitir a amamentação direta.
- Disseminar informação sobre a possibilidade de pasteurização do leite materno e ampliação das unidades que realizam o processo de pasteurização.
- Ampliar o apoio e suporte ao trabalho da sociedade civil como complementar junto à população com dificuldade de acesso aos serviços públicos.
- Aparelhar unidades básicas de saúde e hospitais com Raio-X e outras formas de diagnostico da Tuberculose.
- Divulgar formas de denúncia da discriminação, preconceito, assedio moral e violência contra mulheres vivendo com HIV/Aids/TB.
- Aumentar número de leitos em hospitais para o atendimento de pacientes com HIV/Aids/TB.
- Construir e/ou reativar hospitais de referência de infectologia municipal, estadual e/ou federal.
- Elaborar e implementar projeto de qualificação e atualização para inserção e reinserção no mercado de trabalho para pessoas com HIV/Aids.
- Qualificar e inserir no mercado de trabalho de jovens com HIV/Aids vivendo em casas de apoio e abrigos.
- Reativar o Conselho Empresarial Estadual de DST e AIDS no Local de Trabalho pela Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro e sensibilizar para a criação de conselhos semelhantes nos estados que não possuem.
- Sensibilizar os profissionais de saúde para orientar as usuárias sobre prevenção das DST/HIV/Aids/Hepatites Virais, no momento de exames ginecológicos e obstétricos, respeitando sua privacidade e integridade do atendimento, de acordo com o código de ética profissional.
- Ampliar os serviços de reprodução assistida para mulheres com HIV/Aids, contemplando serviços de media e alta complexidade.
- Revisar a publicação “Saúde Sexual e Saúde Reprodutiva das Mulheres Adultas, Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV e Aids” e ampla distribuição para a Sociedade Civil.
- Ampliar a informação sobre profilaxia para a prevenção da infecção pelo HIV pós-exposição sexual para mulheres vítimas de violência.
- Ampliar a informação sobre profilaxia para tuberculose e adesão ao tratamento.
- Implementar e monitorar o “Plano Integrado de Enfrentamento da Feminização da Epidemia de Aids e outras DST” nos municípios do estado do Rio de Janeiro.
- Realizar de salas de conversa e reuniões informais de orientação para pessoas vivendo e convivendo com HIV/Aids nas unidades de saúde e organizações da sociedade civil.
- Respeitar os direitos humanos fundamentais das mulheres vivendo com HIV/Aids.
- Juçara Portugal Santiago - CPF
- ICW BRASIL – Comunidade Internacional de Mulheres Vivendo com HIV AIDS –
- Damiana Cristina Adão – 0
- Cleide Jane Figueiró de Araújo –
- Rose Cristina Ribeiro Paulino
- Regina Célia de Oliveira Bueno
- Rene Teixeira – GPV RJ
- Jaci Carioca Sampaio –
- Marcelle Cristiane Esteves –
- Ney Francisco Pinto Costa – CPF
- BEMFAM - Bem-Estar Familiar no Brasil – CNPJ
- Helena Leila Carrero Wengorski – CPF 0
- Gabrielle Guimarães da Silva – CFP
- Graciana Martins dos Santos – CPF 0
- Luiz Ricardo Maggi – CPF 6
- Sergio Souza Costa – CPF
- Gestos – Soropositividade, Comunicação e Gênero – CNPJ
- LACCASO – Conselho Latino Americano e do Caribe de Organizações Não Governamentais com Serviços em HV AIDS – CNPJ 1
- Aurea Celeste da Silva Abbade –
- Nilo Geronimo Borgna –
quarta-feira, 3 de março de 2010
Mais uma para debate sobre o Dia internacional das mulheres
Desinformação ameaça as mulheres
especial para Folha de S.Paulo
Essa situação ocorre pela desigualdade entre homens e mulheres, ainda presente no mundo. Para Lee Jong-wook, diretor-geral da OMS, as mulheres raramente têm o poder de impor relações sexuais seguras e protegidas.
Por esse motivo, explica o diretor da OMS, as intervenções sanitárias relacionadas ao HIV/Aids devem promover um melhor acesso das mulheres à informação, ao tratamento, aos cuidados e ao seu próprio sustento.
Para os especialistas, as mulheres são mais vulneráveis à infecção do que os homens por razões biológicas, econômicas, sociais e culturais.
Um dos maiores exemplos é observado na disseminação da Aids na África, que ocorre de forma devastadora, principalmente em mulheres da região subsaariana. Na área, foi observado que as jovens entre 15 e 24 anos são duas vezes e meia mais susceptíveis de ser infectadas que os rapazes da mesma faixa de idade.
No Dia Internacional da Mulher. Notícia para debater
Aids causa maioria das mortes de mulheres entre 15 e 49 anos, diz ONU
da BBC Brasil
A infecção pelo vírus HIV se transformou na principal causa de mortes e doenças de mulheres em idade reprodutiva (entre 15 e 49 anos) no mundo todo, de acordo com a Unaids, a agência das Nações Unidas para o combate à Aids.
A agência lançou nesta terça-feira um plano de ação de cinco anos para lidar com os fatores que colocam mulheres em risco, no início de uma conferência de dez dias sobre a situação das mulheres no mundo, em Nova York.
A agência advertiu que até 70% das mulheres no mundo todo sofrem violência, e esses maus tratos prejudicam a capacidade destas mulheres de negociar relações sexuais seguras com seus parceiros. Ou seja: elas podem estar sendo forçadas a fazer sexo sem preservativo, o que aumenta a chance de contaminação pelo HIV.
"A violência contra mulheres não deve ser tolerada", disse o diretor-executivo da Unaids, Michel Sidibé.
"Ao tirar a dignidade das mulheres, estamos perdendo a oportunidade de aproveitar metade do potencial da humanidade para atingirmos as Metas do Milênio. Mulheres e meninas não são vítimas, elas são a força motriz que traz a transformação social", acrescentou.
Proporção
De acordo com a Unaids, em dezembro de 2008, 33,4 milhões de pessoas viviam com o HIV no mundo todo. Deste total, 15,7 milhões, quase metade, eram mulheres.
E a proporção de mulheres infectadas com o vírus da Aids aumentou em muitas regiões do mundo nos últimos dez anos.
Cerca de 30 anos depois do início da epidemia do vírus no mundo, os serviços que atendem os portadores não atendem de forma adequada as necessidades específicas de mulheres e adolescentes, alertou a agência da ONU.
"Elas precisam de um sistema de apoio amigável e adequado que permita que elas façam escolhas livres a respeito de sua sexualidade sem que sejam discriminadas ou estigmatizadas", afirmou.
O plano de ação lançado pela agência da ONU especificou alguns pontos de ação para que a ONU possa trabalhar junto com governos de vários países, sociedade civil e outros parceiros.
Entre os pontos principais deste plano está a melhora na coleta de informações e análise de como a epidemia afeta mulheres e a garantia de que a questão da violência contra a mulher seja incluída nos programas de prevenção do HIV.
O Brasil e vários outros países da América do Sul, da África e da Europa participam da iniciativa, juntamente com várias instituições ligadas à ONU e ONGs. O lançamento da campanha contou também com a presença da cantora e ativista Annie Lennox.
Fonte:meu Yahoo!