Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

​ SAIU NA IMPRENSA 30/NOV./2015 NOVEMBRO AZUL  

Não te quero mais (Carmita Abdo) O Globo   Pesquisa recente sugere que o uso da pílula anticoncepcional muda a atratividade natural das mulheres   Ninguém duvida da importância que a pílula anticoncepcional representou para a vida sexual da mulher, a partir dos anos 60. Transcorridos mais de 50 anos de seu advento, ela participou da mudança do panorama sociocultural e econômico da Humanidade. Em função de ter propiciado ao casal melhor planejamento familiar e à mulher mais tranquilidade para se dedicar a uma profissão, inserir-se socialmente e se desenvolver em diversos planos, esse método contraceptivo revolucionou o cotidiano de homens e mulheres.   Sabe-se, hoje, que o impacto que a pílula provocou e vem provocando é mais amplo até do que tudo isso. Especula-se, inclusive, a influência que seu uso teria sobre a escolha de um parceiro sexual. Algumas pesquisas já haviam mostrado que as mulheres que se utilizam da pílula não exibem sexualidade do tipo fértil, mas preferências e interesses semelhantes aos daquelas que não estão nesse período. Ou seja: ao avaliar homens como parceiros eventuais, as mulheres em período fértil do mês procuram aqueles com traços masculinos fortes ou características que enfatizem aptidão para a vida competitiva. Mulheres prestes a ovular preferem homens altos e de ombros largos, com aparência dominante e inteligentes.   Pesquisa recente sugere que o uso da pílula, excluindo a fase fértil do ciclo menstruai, muda a atratividade natural das mulheres. Em comparação com aquelas que apresentam um ciclo fértil, as usuárias da pílula têm pouca ou nenhuma preferência por masculinidade facial ou da voz. Lembremos que elas não ovulam, em função do anticoncepcional.   O estudo contou com quase 400 mulheres, divididas em dois grupos e cuja média de idade era 33 anos. O grupo de não usuárias de pílula anticoncepcional mostrou, mais do que o de usuárias, maior preferência por parceiros sexuais com características psicológicas, físicas e comportamentais próprias do gênero masculino.   Diante desse resultado, a hipótese aventada foi a de que o uso da pílula pode modificar a preferência das mulheres em relação a determinadas características de um parceiro sexual idealizado.   Esse estudo suscita algumas questões. Escolhas de parceiros, feitas quando as mulheres estão tomando pílula podem diferir daquelas que elas fariam quando não mais estivessem. Seria essa mudança efeito direto da pílula? Em segundo lugar, se realmente as preferências pelos parceiros sexuais são alteradas pela pílula e esta desempenha papel na manutenção da atração por determinados tipos de parceiros, a satisfação com o relacionamento, a estabilidade e a duração do mesmo podem, em última análise, ser também afetadas. Pesquisas futuras devem investigar se suspender o uso da pílula influencia a evolução do relacionamento, a ponto de tomar a mulher frustrada com o parceiro que ela mesma escolheu.   Mais ainda: se usuárias da pílula se acasalarem com homens com características físicas menos masculinas, seus filhos também podem expressar fenótipos menos másculos, o que poderia, potencialmente, influenciar o comportamento e as estratégias reprodutivas. Por outro lado, se tuna mulher que está em um relacionamento estável e usando a pílula para de tomá-la para engravidar, a atração dela pelo parceiro diminui, o que explicaria a falta de desejo de algumas mulheres a partir da primeira gravidez?   Estudos futuros que comparem as taxas de divórcio ou de satisfação conjugal em sociedades que difiram na prevalência do uso da pílula, mas que sejam semelhantes em aspectos sociais e de tolerância ao divórcio e ao uso de contraceptivos, poderão esclarecer o quanto a insatisfação dos casais é influenciada pela suspensão do uso da pílula.   Uma explosão de DSTs (Jairo Bouer) Época   Os Estados Unidos enfrentam uma verdadeira epidemia de doenças transmitidas pelo sexo (DSTs), de acordo com um novo relatório da agência de vigilância epidemiológica do governo americano, o CDG Nunca houve tantos casos de clamídia. Outras infecções, como gonorreia e sífilis, também estão crescendo.   Em 2014, os registros de clamídia aumentaram 3% em relação a 2013, alcançando mais de 1,4 milhão de casos. Apesar do maior número de diagnósticos de clamídia ter sido registrado em homens, eles também subiram entre as mulheres. Os casos de gonorreia aumentaram 5% e os de sífilis cresceram 15% no mesmo período. Em relação à sífilis, o aumento aconteceu de forma mais importante entre os homens que fazem sexo com outros homens (homossexuais e bissexuais). Eles respondem por 83% dos casos notificados na população masculina. Ainda mais preocupante é que, em 51% deles, além da sífilis, o diagnóstico também foi positivo para o HIV. Sabe-se que a sífilis pode provocar lesões genitais que potencializam o risco da infecção pelo vírus da aids.   Apesar de ser uma porção relativamente pequena da população sexualmente ativa dos Estados Unidos, os jovens de 15 a 24 anos são dois terços de todos os casos de clamídia e gonorreia registrados em 2014. As duas doenças podem não apresentar sintomas e, se não tratadas, levam a problemas como doença inflamatória pélvica, dores na relação sexual e infertilidade.   Aqui no Brasil, em 1º de dezembro, Dia Mundial da Luta Contra a Aids, o Ministério da Saúde divulgará os dados do boletim epidemiológico mais recente. Se as tendências dos últimos anos forem mantidas, deve haver cerca de 40 mil novos casos, a maior parte deles na população jovem, sobretudo entre os homens que fazem sexo com outros homens. No caso da sífilis, assim como nos Estados Unidos, diversas pesquisas recentes feitas no Brasil mostram uma explosão da doença. Entre as grávidas, aumentou de forma impressionante, bem como na população homossexual e bissexual.   Todos esses números mostram que está havendo uma folha importante na proteção. Uma pesquisa do Ministério da Saúde publicada no começo do ano mostra que metade da população não usa camisinha de forma consistente, mesmo nas relações com parceiros eventuais. Educar para o sexo mais seguro, fazer com que as pessoas adotem medidas de proteção voluntariamente, realizar mais testes em quem se expôs a riscos e tratar rapidamente quem tem uma DST (bem como seu parceiro) são medidas que ajudam no controle.   No caso do HIV, essas estratégias são ainda mais importantes. Estima-se que 20% dos brasileiros que têm o vírus não sabem. É fundamental que mais pessoas sejam testadas, que o tratamento seja feito assim que possível e que novas tecnologias possam ser incorporadas para oferecer camadas extras de proteção, além da camisinha.   Para ter sucesso contra o HIV Jalro Bouer – O Estado de SP   Na próxima terça, dia mundial de luta contra a aids, o Ministério da Saúde divulga o novo boletim epidemiológico, com os números mais recentes da infecção pelo HIV no Brasil. Se a tendência dos últimos anos for mantida, serão cerca de 40 mil novos casos, a maioria deles na população jovem.   Os últimos anos trouxeram mudanças importantes em conceitos e estratégias de prevenção e combate ao HIV. A primeira consiste na importância de fazer com que as pessoas sejam testadas. Especialistas estimam que ainda hoje no País cerca de 20% dos infectados (150 mil pessoas) desconhecem seu status sorológico. O segundo passo seria fazer com que o uso dos medicamentos seja iniciado o mais cedo possível. A terceira etapa seria a adesão ao tratamento e a carga viral indetectável, o que toma a chance de transmissão do vírus praticamente nula.   A Organização Mundial da Saúde (OMS) avalia que se 90% dos soropositivos fossem testados, se 90% deles estivessem sob tratamento e se 90% dos tratados "zerassem" sua carga viral, a transmissão sexual do HIV poderia ser interrompida em até 15 anos. A razão por trás dessa equação é que, com cada vez menos vírus circulando, seria muito mais improvável que alguém se contaminasse pelo sexo.   Algumas novas tecnologias, já em uso em alguns países e em fase final de avaliação e aprovação aqui no Brasil, podem ajudar a "fechar essa conta". O uso do autoteste de HIV, regulamentado pela Anvisa no último dia 20, pode fazer com que mais pessoas busquem saber se estão infectadas. Com ele, uma barreira inicial importante para muita gente (a vergonha ou o receio de procurar pelo teste em postos de saúde ou ONGs) seria eliminada. O teste comprado em farmácia vai ser uma espécie de triagem, que exigirá uma confirmação em laboratório posterior.   A profilaxia pré-exposição (PreP) também pode ajudar na prevenção. Pessoas com maior risco de entrar em contato com o vírus, como homens que fazem sexo com outros homens e não usam camisinha de forma regular, podem tomar um medicamento (combinação de dois antivirais) que praticamente bloqueia o risco de eles se infectarem. Importante lembrar que esse método não substitui o preservativo, mas é uma camada adicional de proteção.   Hoje com camisinha, testes mais rápidos e acessíveis, tratamento para todos, possibilidade concreta de zerar a carga viral em poucos meses e profilaxias pré e pós exposição disponíveis (a primeira ainda em fase de avaliação para possível implementação na rede pública em 2016), reunimos, pelo menos em teoria, o maior número de insumos e estratégias já disponíveis para mudar a história da epidemia no Brasil.   O grande desafio ainda consiste em implementar todas essas etapas. Em primeiro lugar, educar os jovens desde cedo nas escolas para tuna vida sexual mais responsável e com mais autonomia. Depois, fazer com que quem se expôs a risco vença seus medos e tabus e faça o teste. O passo seguinte seria acelerar o início do tratamento. Para completar, uma atenção especial para garantir a adesão aos antivirais.   Artigo recente do The New York Times  explica como a cidade de São Francisco, nos EUA, conseguiu sucesso nessas estratégias. Uma campanha permanente mostra a importância da testagem. Uma vez feito o diagnóstico, não é incomum que a pessoa comece a tomar medicamentos quase que imediatamente. Além disso, cerca de 20% da população de homens que fazem sexo com homens usa a PreP. Há ainda um acompanhamento muito próximo dos pacientes, até mesmo com troca de mensagens eletrônicas, lembrando sobre consultas, exames de rotina e uso dos remédios. Para garantir a adesão, até visitas domiciliares dos agentes de saúde (quando necessárias) podem acontecer.   As Famílias, apesar dos Estatuto da Família Emanuela Cardoso Onofre de Alencar - Guest Post   Na justificação do Projeto de Lei nº 6.583, de 2013, que quer ser o “estatuto da família”, seu autor, o Deputado Federal Anderson Ferreira, reconhece que as famílias vêm sofrendo rápidas mudanças sociais. Pela redação do artigo 2º, esse reconhecimento lhe serve para fechar os olhos a essas mudanças e defender uma forma “tradicional” de família: um núcleo formado “a partir da união de um homem e de uma mulher, por meio de casamento ou de união estável, e a comunidade formada por qualquer dos pais e seus filhos.” Por esta definição, os núcleos formados por casais do mesmo sexo não seriam considerados família. As tradições, contudo, não devem ser aceitas de maneira acrítica; devem ser avaliadas para verificar se os argumentos que as justificam sobrevivem a uma análise crítica informada pelos valores de nosso contexto jus-social do presente.   São varios os argumentos defendidos pelos autores do projeto de lei e do relatório que lhe informa, e por quem comparte sua posição. Neste texto, analiso três argumentos: a) o da reprodução como elemento que justifica a proteção da família; b) o do afeto como elemento insuficiente para justificar uma relação de família; e c) o de que a família, porque tem certas características, é a base da sociedade.   Apesar de que o debate gira em torno do que é uma família, o que está em jogo, e implícito na discussão, é o reconhecimento pelo Estado da pretensão das pessoas homossexuais de formarem uma união estável ou casarem-se em igualdade de direitos com as pessoas heterossexuais. Neste texto, meu foco são as relações de casal.   O que é uma família? A resposta é importante porque determina aspectos da discussão. O que segue, contudo, são linhas gerais do que podemos considerar como família e identificar o que a distingue.  A família é um grupo social complexo que pode estar formada por vínculos de consanguinidade ou sem estes. Podemos considerar como família as relações entre o casal; entre este e seus filhos, caso existam; e entre estes e os avós, tios e primos existentes. A família pode ser compreendida tanto de uma forma estricta, como a chamada “nuclear”, composta pelo casal e, caso existam, seus filhos, como de uma forma mais ampla, incluindo também aqueles que sao família por vínculos de parentesco.   Se olhamos para a família pelas lentes do Direito, vemos que diferentes ordenamentos jurídicos regularam-na de diversas formas, e que estas mudaram ao longo do tempo. Tenhamos sempre presente que a família é, primeiro, um fenômeno social que tem mudado suas formas e funções; o Direito acompanha essas mudanças. Um exemplo disso, e fazendo referencia à regulamentação jurídica, é que a família já foi considerada como a união formada pelo casamento indissolúvel, mas depois ampliou-se para incluir outras formas, como a união estável. As formas reconhecidas por lei de establecer uma família também foram modificadas. Se antes o casamento era considerado indissolúvel, hoje é possível finalizá-lo pelo divorcio. O casamento e a união estável já foram considerados um privilegio de casais heterossexuais; atualmente, cada vez mais Estados reconhecem que casais do mesmo sexo têm o direito de casar e de viver em união estável.   Suas funções também evoluiram. Se em um primeiro momento a família exerceu uma função polítical, na qual, como unidade orgânica, participava no espaço público defendendo os intereses do grupo familiar, representada pelo patriarca; desempenhou, em outros momentos, diferentes tipos de funções econômicas. Na atualidade, sua função primordial é servir de espaço de socialização e satisfação das necesidades primarias de seus membros.   Essas mudanças demonstram que não existe uma forma “natural” de instituir uma família ou uma única função que desempenhar. Uniões com o objetivo de compartir uma vida, repartindo as cargas e os beneficios da convivência, sempre existiram entre pessoas do mesmo sexo e de sexos distintos. Que o Direito tenha reconhecido e regulamentado apenas algumas dessas formas só quer dizer que representou uma opção política em um momento dado. Conhecer a justificação dessas escolhas é o mais interessante, já que permite identificar os argumentos que levaram o legislador a reconhecer algumas formas e excluir outras.   Assim, mais do que falar de família, debemos falar de famílias, no plural, pois esse grupo social possue diferentes vínculos, formas e funções que se modificaram ao longo do tempo.   O argumento da reprodução como elemento que justifica a proteção da família   O argumento principal de quem defende a união formada por pessoas de sexos diferentes, seja por casamento ou união estável, como a única capaz de formar uma família, é que esta seria a única capaz de procriar. A capacidade reprodutiva seria a marca distintiva das formas de estabelecer uma família. Como a reprodução é necessaria para perpetuar a espécie humana, somente a união entre um homem e uma mulher teria essa capacidade. As uniões entre pessoas do mesmo sexo, como, em principio, não poderiam procriar, teriam um valor menor e não mereceriam ter, em igualdade, o direito de casar ou formar uma união estável.   Esse argumento gera vários questionamentos. O primeiro se refere ao caso das pessoas que se casam ou formam uma união estável, mas não procriam: há casais que não querem ter filhos ou simplesmente não podem tê-los, seja por um problema de infertilidade ou porque a mulher está na menopausa. Essas pessoas deveriam estar impedidas de casar ou formar uma união estável? Suas uniões não constituiriam uma família? Se a reprodução é a marca distintiva dos casais que podem formar uma familia, nesses casos esse diferencial inexistiría. Nossa realidade mostra que os casais heterossexuais que não podem ou não querem procriar podem casar ou constituir uma união estável. Não há nenhuma exigência de reprodução como condição necessária para constituir uma das formas de instituir uma familia.   O objetor poderia argumentar que o relevante não é a reprodução per se, senão sua potencialidade. Somente a união entre um homem e uma mulher pode, potencialmente, reproduzir. A existência de casais em que uma das partes é infértil coloca uma dificuldade para o objetor (especialmente se ele for contrário ao uso das técnicas de reprodução assistida): a infertilidade impossibilita a reprodução. Mesmo assim, esses casais podem casar ou viver em união estável e formar uma família.   O que parece estar implícito neste argumento é a exigência do ato sexual entre um homem e uma mulher. Como, em principio, somente esse tipo de relação poderia procriar, é a necessidade de existir o ato sexual entre um homem e uma mulher que está no núcleo do argumento da reprodução.  Algumas questões apresentam-se aqui também. Inicialmente, todo Estado justo deve ser indiferente às relações sexuais consentidas entre pessoas adultas e capazes, independente do sexo dos parceiros. Qualquer tentativa de controle dessas relações representa uma intromissão inadmissível em uma esfera de intimidade tão importante como é a vida sexual. Se esse espaço de intimidade deve ser de livre exercício, as pessoas devem poder formar vínculos sentimentais e sexuais com quem escolher, seja alguém de seu mesmo sexo ou de sexo diferente.   Outra questão a discutir se refere à existência de filhos. Devem as pessoas procriar? Ter filhos poderia ser algo desejável, já que disso depende a sobrevivência da espécie. A decisão de ter filhos ou não, contudo, é exercida no espaço de liberdades de uma pessoa ou do casal; é parte do exercício do livre planejamento familiar e não cabe ao Estado interferir sem que exista uma justificativa forte para isso.  Devemos perguntar-nos também que tipo de procriação estamos falando. A adoção existe para que um indivíduo ou um casal possa adotar crianças que são filhos biológicos de outra pessoas. Alguns Estados, inclusive, já regulam a adoção por casais homossexuais, o que possibilita a existência de filhos, seu cuidado e criação no marco dessas relações. Além disso, o desenvolvimento das técnicas de reprodução assistida ampliou as formas de procriar. Atualmente, casais podem ter filhos com o material genético de outras pessoas; e já não é necesário um ato sexual para que uma mulher possa engravidar. Se uma pessoa ou um casal deseja ter filhos e cumpre certos requisitos, há diversas alternativas para tê-los.   O argumento do afeto como elemento insuficiente para justificar uma relação de família   Os defensores do artigo 2º rejeitam o afeto como um elemento que justifica a formação de uma família. Afirmam que se trata de um elemento instável e pode, um dia, acabar, motivo pelo qual seria um elemento desnecesário. Além disso, destacam que não há uma exigência de existir afeto para que um casal possa casar ou formar uma união estável. É suficiente que exista a expressão da vontade das partes, observados alguns requisitos objetivos.   O argumento é forte, mas por outras razões. Afeto é sinónimo de emoção e como tal pode ser expressado de diferentes formas: amor, carinho, raiva, entre vários outros. As pessoas sentem diferentes tipos de afetos por diversas pessoas, dependendo dos vínculos existentes e das relações que se formam. Entre os membros de uma família, a pluralidades de afetos também é uma realidade, sejam eles negativos ou positivos. Apesar de ser algo inerente às pessoas, os afetos não devem ser objeto de regulamentação. A expressão das emoções humanas é plural e nem sempre se encaixa no ideal de amor romântico que costuma estar vinculado ao discurso de quem defende esse elemento como marca distintiva das relações, também plurais, de família. Privilegiar, por exemplo, a existência de amor, seria desconsiderar uma diversidade de motivações que um casal, hetero ou homossexual, possa ter para instituir uma família.   O elemento necessário para constituir uma união estável ou um casamento deve ser o exercicio da livre vontade individual. Este é um elemento essencial da autonomía. As pessoas têm uma capacidade igual de escolher com quem querem relacionar-se sexual e afetivamente, e devem ter a liberdade de exercer essa escolha no marco de uma relação consentida, entre pessoas adultas e capazes, sem sofrem discriminação de nenhum tipo. O direito de casar ou formar uma união estável com a pessoa de sua escolha deve ser reconhecido como um direito de todos, sejam hetero o homossexuais. As pessoas, independente de sua orientação sexual, devem poder expressar sua livre vontade de casar ou formar uma união estável, com o companheiro ou a companheira por elas escolhido, porque aceitam compartir as cargas e os beneficios de uma vida em comum, com base na igualdade de direitos e deveres.   O problema do argumento de quem defende a redação do artigo 2º é que reconhece o exercicio da livre vontade, mas o restringe aos casais heterossexuais porque seriam os únicos, defendem, que poderiam procriar. Esses defensores afirmam que não há uma exigência de afeto para formalizar uma relação de família, o que é verdade, mas há uma exigência de reprodução? Há uma exigência de ter filhos, biológicos ou adotivos? Não. O fato de que existam normas que regulam a filiação significa apenas que, caso exista o interesse de ter filhos, há regras que devem ser observadas. A filiação não é um requisito necesário para formalizar um casamento ou uma união estável.   O argumento de que a família, porque tem certas características, é a base da sociedade   Quem defende o artigo 2º defende também, em essência, que a família é a base da sociedade porque é o espaço de procriação e criação dos filhos, o que lhe faz objeto de proteção do Estado.   Esse argumento, contudo, é insuficiente. A família, em suas diferentes formas, pode ser considerada um núcleo essencial em uma sociedade por duas razões relevantes. A primeira é ser um lugar de socialização dos indivíduos: transmite pautas de comportamento, de hábitos e de crenças. A família tem o papel de educar os indivíduos e de prepará-los para a vida em sociedade. A segunda é ser um núcleo de solidariedade e assistência mútua. Se trata do primeiro espaço no qual as pessoas satisfazem suas necessidades mais básicas, em especial quando não é possível satisfazê-las por si mesmas, como no caso de pouca ou avançada idade, de doença ou de alguma necessidade especial.   Não é a reprodução o que distingue a familia e justifica sua proteção. Esse é um argumento simples e que diz pouco acerca de sua relevância social, especialmente porque existem núcleos familiares que não querem ou não podem procriar. Ser um espaço de solidariedade entre seus membros, assistência mútua e socialização é o que a distingue de outros núcleos sociais. As perguntas que surgem são: que tipo de casal é capaz de cumprir com esses deveres? Será que a diferença de sexo entre os membros de um casal é um elemento suficiente para assegurar a existência de solidariedade, assistência mútua e socialização entre ambos e, caso existam, com relação aos filhos? Ou será que casais, independente do sexo de seus membros, são capazes de cumprir com esses deveres? Deixo esas perguntas abertas para provocar a reflexão e as respostas do leitores.   Antes de finalizar, parece-me relevante destacar que o Estado deve estar atento para não legislar com base em estereótipos ou preconceitos sobre determinados grupos sociais. O Estado, por meio também do Direito, deve promover o avanço social, não dificultá-lo, correndo o risco de legitimar diferentes formas de discriminação.   Atualmente, cada vez mais Estados democráticos mudam suas normas para reconhecer em igualdade o direito dos casais do mesmo sexo de casar e formar uma união estável. Há excelentes razões para que o Brasil siga esse caminho.   LAMENTÁVEL!   O novato Partido da Mulher Brasileira - que, na verdade, só tem homem -já está com 23 deputados federais e pode passar o Democratas em tempo de TV, caso consiga alcançar o objetivo de atrair 28 parlamentares em Brasília.   A legenda está servindo de escada para muitos que querem mudar de pouso, sem incorrer na infidelidade partidária.

sábado, 28 de novembro de 2015

Editorial: República Desonrada By #IstoE Colabora #AnaDaGloria

Editorial: República Desonrada

Estão esculhambando nosso País

www.Isto é.com

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O grau de perplexidade que toma conta dos brasileiros só aumenta. Como é possível conceber a ideia de um senador da República, líder do Governo, destacado quadro do PT, em pleno exercício do mandato, articular a fuga de um delator de escândalos? E ainda garantir financiamento através de um banqueiro? Não foi através de intermediários. Ele - em pessoa! - negociou. Propôs alternativas de rota. Arrotou influência, inclusive no Supremo Tribunal, e falou do interesse do Governo no caso. Cada passo gravado e documentado. E o que dizer de um presidente da Câmara, denunciado por enriquecimento ilícito, tentando escolher quem pode conduzir o processo e como ele deve ser investigado por seus crimes? A mandatária não sabe quando e por que vários de seus assessores diretos se meteram em maracutaias escabrosas. Nem responde de maneira convincente a muitas das dúvidas de participação que lhe pesam sobre a cabeça, de financiamento ilegal em campanha, de crime de responsabilidade nas pedaladas fiscais entre outras. Seu mentor, e articulador do projeto de poder que por treze anos vem assaltando os cofres do País - fazendo “o diabo”! -, alega que as acusações a seus amigos, filhos, noras e agregados não passam de mera perseguição. Enquanto o chefe do Partido dos Trabalhadores, no afã de defender correligionários (muitos atrás das grades), aponta que eles são “guerreiros do povo” a serviço de missões partidárias, embora pegos em flagrante nas pilhagens que deram origem ao “mensalão” e ao “petrolão”. Parece piada. Lamentavelmente não é. O cinismo desse grupo ultrapassou as barreiras do aceitável. O tamanho da sujeira que espalham há anos parece não ter fim. É uma tentativa milimetricamente planejada de esculhambação geral da República. Surreal! Qualquer cidadão que guarde um mínimo de caráter, de noção do certo e errado – independente de opções partidárias – tem que se sentir ultrajado. Deve estar atento e não temer reagir. Como chegamos a esse ponto? Estão roubando nosso País a luz do dia! Roubando o futuro, os sonhos, as chances de dar certo, o dinheiro de cada um que contribui, enquanto afrontam a dignidade nacional. Pergunta elementar: onde estão os líderes para frear tamanho descalabro? O que foi feito dos homens públicos de bem, capazes da abnegação e luta a favor do interesse comum? Quem vai tomar para si a bandeira da faxina moral e liderar um basta? Apareçam aqueles que entraram na vida política por convicção de que poderiam ajudar o próximo, sem a velada ideia de se locupletar! Hoje as esperanças dos brasileiros parecem residir nas instituições da Justiça, que funcionam plenamente e de maneira louvável. Respondem na letra da lei com a punição que a Carta Magna contempla e a sociedade almeja. Sem receios ou tergiversações. A frase da ministra do Supremo, Carmem Lúcia, diante das últimas revelações, foi lapidar do que vem pela frente. Disse a ministra, para que ninguém se esqueça: “Houve um momento em que a maioria de nós acreditou que a esperança tinha vencido o medo. Depois descobrimos que o cinismo tinha vencido a esperança. Agora o escárnio venceu o cinismo. Mas o crime não vencerá a justiça”. Fez claramente uma referência e uma resposta enfática ao já desacreditado slogan de “esperança” maquinado por Lula do PT. No mesmo tom, o ministro Celso de Mello alertou: “A captura do Estado e de instituições governamentais por organizações criminosas é um fato gravíssimo. É preciso esmagar, é preciso destruir com todo o peso da lei esses agentes criminosos”. Aqui está posta a reação. Que o Brasil nunca mais tenha de engolir calado tanta podridão, tantos políticos de má índole e agremiações partidárias que se transformaram em meras centrais de práticas ilícitas, com ideologias mafiosas e quadros especializados na arte da ladroagem e safadeza institucionalizada. Ano que vem, mais uma vez, ocorrerão eleições municipais, com a volta as urnas. Que o povo dê ali uma resposta consistente e consciente contra esses maus elementos. E que eles sejam varridos dos postos que ainda ocupam.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

#Clipping Sexualidade & Saúdes by Ana da Gloria

​ SAIU NA IMPRENSA 02/OUT./2015 OUTUBRO ROSA   Idade da menopausa está relacionada ao câncer de mama Veja.com   De acordo com novo estudo, mulheres que entram na menopausa de forma precoce (antes dos 40) correm menor risco de desenvolver tumores nas mamas. Para cada ano que a menopausa demora a ocorrer, o risco sobe 6%   Um grupo de pesquisadores das Universidades de Cambridge e Exeter estabeleceu uma conexão entre a idade com que uma mulher entra na menopausa e o câncer de mama. O estudo foi publicado na última edição da revista Nature Genetics.   A pesquisa indicou que as mulheres que têm menopausa antes dos 40 anos são menos propensas a desenvolver este tipo de câncer. Por outro lado, elas têm mais risco de sofrer de outras doenças, como a osteoporose e o diabetes.   Os pesquisadores descobriram que, para cada ano que a menopausa demora a ocorrer, o risco de câncer de mama sobe 6%. De acordo com Deborah Thompson, coautora do estudo e médica do departamento de Saúde Pública e Atenção Primária da Universidade de Cambridge, o risco aumenta porque, quanto mais tarde ocorre a menopausa, maior é a exposição ao estrogênio durante a vida. Acredita-se que o hormônio feminino atue como um combustível para o tumor.   Além disso, o estudo mostrou ainda que a idade natural da menopausa, que marca o final da vida reprodutiva da mulher, é geneticamente determinada. Para chegar a essa conclusão, os autores associaram o genoma completo de 70.000 mulheres de ascendência europeia e identificaram 56 variantes genéticas relacionadas à idade natural desta etapa reprodutiva.   Segundo Anna Murray, geneticista da Universidade de Exeter, a pesquisa ajudou a compreender como acontece o envelhecimento reprodutivo feminino e que os achados podem ajudar no desenvolvimento de novos tratamentos para evitar a menopausa precoce. "Muitas mulheres hoje em dia optam por ter filhos em uma idade mais avançada, mas podem ter dificuldades para conceber de forma natural porque a fertilidade começa a diminuir, pelo menos, dez anos antes da menopausa", acrescentou.   Mães solteiras e seus filhos não formam uma família? Nathali Macedo - DCM   Foi uma semana difícil para os defensores da igualdade no Brasil. Por 17 votos a 5, a Câmara dos Deputados decidiu que o conceito de família está restrito a núcleos familiares formados por um homem e uma mulher.   Isso não significa apenas um retrocesso dos direitos homoafetivos e da igualdade. Significa que mães solteiras e seus filhos não formam uma família; avós que criaram seus netos não formam uma família; irmãos órfãos que se cuidam mutuamente não formam uma família.   Segundo pesquisa do Instituto Data Popular, 31% das mães brasileiras são solteiras. Vinte milhões de mulheres que são, de fato, a única referência de família de seus filhos e não foram reconhecidas como tal pelo Estado. É oficial: nosso país cria leis que nos violentam.    Há apenas uma coisa que espanta mais do que a proporção assustadora de votos: o argumento utilizado para a aprovação. Segundo o Deputado Federal Diego Garcia (PHS), “relações de afeto” não podem ser a base para decidir o que é uma família.   Além de paradoxalmente contrariar toda a lógica do próprio direito de família, assusta a incoerência desse argumento. Senão o afeto, o que mais pode ser considerado para que se determine o que é uma família? Laços sanguíneos, ignorados todos os dias por pais que abandonam seus filhos biológicos?   Este é o resultado do lamentável avanço da bancada evangélica: a religião tem ditado as regras. E a aprovação deste projeto é a prova de que não existe coerência quando decisões políticas são influenciadas por ideologias religiosas. É uma prova de que o fundamentalismo é o novo câncer da política brasileira, que vem se espalhando silenciosamente e tomando proporções inacreditáveis. É a demonstração clarividente de que a guerra entre o conservadorismo e a igualdade tem atingido a todos nós indistintamente.   A aprovação do estatuto da família é um claro ataque aos direitos homoafetivos, mas representa, no plano prático, muito mais do que isso: a involução do conceito de uma das mais importantes instituições sociais. Isso não atinge apenas as famílias – sim, famílias – homoafetivas, mas a todas as famílias não nucleares do Brasil, e o Congresso Nacional sabe disso. Mas a vitória do conservadorismo é e sempre será o mais importante.   Oficialmente, a bancada evangélica venceu a coerência.   Cientistas descobrem caminho para criar 1º anticoncepcional masculino UOL   Pesquisadores da Universidade de Osaka, no Japão, identificaram a proteína presente no sêmen que é responsável pela penetração do espermatozoide no óvulo e, portanto, responsável por fecundá-lo. A descoberta abriu caminho para a criação do primeiro anticoncepcional masculino do mundo e também para ampliar os tratamentos para a infertilidade. O estudo foi publicado nesta quinta-feira (1) na revista Science.    A proteína é chamada de calcineurina e está ligada ao transporte de cálcio no organismo. A calcineurina está presente em vários tipos de células, desde os espermatozoides até os linfócitos do sistema imunológico.   Os cientistas liderados por Masahito Ikawa conseguiram isolar o tipo específico que está presente no espermatozoide. Esse tipo de calcineurina está diretamente ligado à mobilidade do gameta. Quando há deficiência, a parte intermediária da cauda do espermatozoide não consegue dobrar e assim não consegue ter o impulso necessário para penetrar a membrana que protege o óvulo, apesar de conseguir nadar normalmente.    Com técnicas de engenharia genética, o professor Haruhiko Miyata criou camundongos com deficiência de calcineurina no sêmen e descobriu que esses machos eram inférteis. A equipe também descobriu que camundongos selvagens tratados com inibidores de calcineurina - como ciclosporina e FK506 - se tornaram estéreis em duas semanas. Depois de uma semana sem ingerir os inibidores, eles voltaram a ser férteis novamente. Essa pesquisa deve abrir o caminho para a criação de um remédio que iniba a proteína responsável pela penetração do espermatozoide no óvulo.   Isolamento dos genes - Dados anteriores mostravam que a calcineurina tinha um papel importante na fertilidade masculina, mas a existência de tipos diferentes dessa proteína nos testículos tornava difícil a tarefa de saber a função de cada um deles. O mérito desses cientistas foi descobrir que os tipos expressos pelos genes PPP3CC e PPP3R2 são encontrados apenas nas células que formam os espermatozoides e assim estudá-los.    O grupo constatou que a calcineurina específica do sêmen também está presente nos seres humanos. No entanto, ciclosporina e FK506 não podem ser usados como contraceptivos em humanos, pois eles também impedem a ação da calcineurina presente nos linfócitos (anticorpos).   Em casos de transplante de órgãos, por exemplo, médicos usam esses inibidores para diminuir o risco de rejeição ao novo órgão.    O desenvolvimento de um remédio que possa afetar apenas a calcineurina específica dos espermatozoides pode ser a chave para criar o primeiro anticoncepcional masculino com efeito reversível num curto espaço de tempo.   Assembleia de Deus estreia operadora de celular para o público evangélico Época   Operadora chamará Mais AD e tem como público-alvo cristãos evangélicos. Ela irá compartilhar a rede da Vivo   A igreja Assembleia de Deus tem cerca de 18 milhões de fiéis no Brasil. É o equivalente à base de usuários de importantes operadoras brasileiras. Visando esse público, e outros cristãos, a Assembleia começa hoje a cadastrar clientes da Mais AD.    Eis a apresentação que ela mesma faz em seu site: "uma operadora de telefonia móvel virtual exclusiva da Assembleia de Deus, que vai conectar ainda mais todos os Cristãos, principalmente com a Palavra de Nosso Senhor".   Segundo a agência Reuters, a operadora utilizará capacidade de rede da Vivo. A Mais AD tem parceria com a Movttel, empresa que tem entre os investidores Ricardo Knoepfelmacher, ex-presidente da Brasil Telecom, operadora incorporada à Oi.   Quem sabe com ajuda divina o serviço de telefonia móvel melhore no Brasil.

terça-feira, 23 de junho de 2015

SAIU NA IMPRENSA 23/Jun./2015

A ativista Rachel Dolezal foi corajosa ao se passar por negra nos Estados Unidos?
DCM

Se há um rótulo que a ativista acusada de se passar por negra Rachel Dolezal não merece é o de covarde. Por mais que a norte-americana possa ter obtido privilégios por meio da farsa, defender a igualdade racial em um país que abriga barbáries como o massacre de nove pessoas negras em uma igreja na Carolina do Sul é tarefa de risco.

Dolezal, inclusive, denunciou anos atrás várias ameaças com teor racista, como cartas e telefonemas anônimos, pichações e um laço de forca pendurando em frente à residência onde morava.

Por mais que as revelações do passado tenham posto em dúvida a veracidade dessas histórias  – apareceu até acusação de plágio em uma de suas pinturas -, as situações são plausíveis, ainda mais pelos cargos ocupados por Dolezal. Presidente da “Associação Nacional pelo Avanço das Pessoas de Cor” (NAACP) na cidade de Spokane e professora de estudos africanos na Universidade de Eastern Washington, tinha credenciais para ser uma das vítimas de Dylann Roof, o autor do massacre na Carolina.

Se ela estivesse na igreja de Charleston no dia do ataque, poderia ser uma das vítimas. Mesmo se ostentasse os cabelos naturalmente lisos e loiros e a pele branca dos tempos de infância, seria abatida se o atirador soubesse do seu trabalho de ativista dos direitos dos negros.

Para defensores da supremacia branca como Roof, o branco que é simpático ou defensor da causa negra não merece o melhor dos tratamentos. Um exemplo disso foi o assassinato de Viola Liuzzo, em 1965.

Uma das poucas brancas ativistas pelos direitos civis dos negros, Viola participou no apoio e organização das Marchas de Selma a Montgomery, um dos mais importantes eventos na luta contra a segregação racial nos Estados Unidos.

Depois de terminar os trabalhos na última das três marchas, que havia culminado com um discurso de Martin Luther King, Viola sofreu uma emboscada de membros da Ku Klux Klan e foi morta com dois tiros. Como Dolezal, Viola fazia parte da NAACP.

A história de Viola Liuzzo e de James Reeb, morto por espancamento dias antes de Liuzzo, prova que brancos podem ter participação ativa na luta pelos diretos dos negros. Sem precisar recorrer a maquiagem, bronzeamento artificial e permanente afro.

Os motivos que levaram Rachel Dolezal a se fantasiar de negra ainda são desconhecidos. Provavelmente há algum distúrbio psicológico dos grandes por trás do faz-de-conta étnico.

Ela foi chamada de oportunista e de apropriadora da cultura negra nas redes sociais. Mas diante dos riscos que correu ao defender os direitos dos negros, merece um pouco mais de compaixão.

Igualdade no mundo do trabalho, por Eleonora Menicucci
SPM

Somos mais de 51% da população brasileira, representamos quase 40% dos chefes de família, temos mais tempo de escolaridade que os homens, mas ganhamos quase 30% menos do que eles no mercado de trabalho. E, ainda, 65,6% das trabalhadoras recebem até dois salários mínimos, enquanto apenas 27,9% dos homens estão nessa faixa. Esses são pontos que mostram a desigualdade entre mulheres e homens nas relações de trabalho.

Há 10 anos, o governo federal, por meio da Secretaria de Políticas para as Mulheres, criou o Programa Pro Equidade de Gênero e Raça, que está na 5ª edição. Trata-se de uma das mais eficazes ações para transformar a cultura da discriminação de gênero e de raça na organização do trabalho das empresas. Realizado em parceria com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, ONU Mulheres e OIT, mais de 80 empresas já aderiram ao programa, que identifica e premia as boas práticas.

O universo de trabalhadoras e trabalhadores envolvidos chega a quase 1 milhão, tornando-se semente de promoção de políticas de igualdade em âmbito muitas vezes avesso a perceber que reproduz discriminações. Afinal, quase sempre se argumenta que a legislação já veda qualquer forma de discriminação nas relações de trabalho.

O impacto do programa tem sido excepcional porque mostra que as empresas aderentes e as que recebem o selo do programa se tornam referência na construção de dinâmica de inclusão de mulheres e da população negra. Há um grupo de trabalho, externo à SPM, que acompanha e avalia as ações previstas no plano de ações proposto pela própria empresa. Em novembro, é a entrega do selo para as instituições premiadas ao longo deste ano.

O mercado de trabalho das grandes e médias empresas é setor privilegiado de emprego e renda. No entanto, a inserção e ascensão das mulheres encontram barreiras específicas. O paradigma central do programa é quebrar com a cultura de discriminação de gênero e raça na organização do trabalho. Talvez a principal evidência seja o fato de que as mulheres entram no mercado, mas não ascendem nas carreiras. Dados do IBGE e da Fundação Getulio Vargas apontam que apenas de 6% a 7% de mulheres chegam aos cargos mais altos de direção nas empresas.

Sou favorável à cota de mulheres nos conselhos de administração de empresas públicas e privadas. Temos que ter clareza de que a cota não é definitiva. Trata-se de política afirmativa que objetiva romper com discriminação secular. E a experiência tem mostrado que a presença das mulheres nos cargos de direção mobiliza mais mulheres, criando dinâmica positiva para a participação.

Há muito tempo as mulheres têm saído de forma ousada para buscar espaços no mundo do trabalho, porém os homens não foram para dentro de casa dividir as tarefas domésticas. Isso continua influenciando as novas gerações e as oportunidades de meninas e meninos. Afinal as mulheres dedicam duas vezes mais tempo aos afazeres domésticos que os homens.

A desigualdade na divisão sexual do trabalho ainda é obstáculo para a igualdade de gênero. Tem impacto profundo na vida e influencia o acesso e as oportunidades de ascensão profissional, transformando-se em barreiras diárias que as mulheres enfrentam dentro e fora de casa. E com efeitos inegáveis nas condições desiguais no competitivo mundo do trabalho.

As condições de emprego e renda são indispensáveis para possibilitar a autonomia sobre a própria vida. Não é por outra razão que nas Casas da Mulher Brasileira, que integram o Programa Mulher Viver sem Violência, foi criado serviço de orientação para o trabalho e renda, incentivo ao empreendedorismo, qualificação profissional e inserção no mercado. Tudo isso contribui para que a mulher seja dona do próprio destino.

Construir condições de igualdade é desafio que engloba muitas áreas. Por isso, não podemos deixar de lembrar que, no início de junho, o país deu um salto na construção da isonomia no mundo do trabalho com a regulamentação da lei que amplia os direitos dos trabalhadores domésticos. O sentido da nova legislação é muito mais do que a ampliação de direitos trabalhistas. Ela reafirma a responsabilidade de romper com cultura e relações de servidão tão cotidianas na história. Discutir o alcance da mudança é tema que merece novo artigo.

Alimentação e nutrição são essenciais para acabar com epidemia de aids até 2030, diz agência da ONU
Fonte : ONU

Segundo os participantes de um evento do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids), a nova estratégia do programa para 2016-2021 deve centrar-se na melhoria da qualidade dos serviços prestados às pessoas vivendo com HIV e às mais afetadas pelo vírus. “Pessoas subnutridas vivendo com HIV têm duas a seis vezes mais chances de morrer nos primeiros seis meses de tratamento e a fome é uma das barreiras à adesão em longo prazo.”

O alerta é do consultor sênior de Nutrição e coordenador global do Unaids no Programa Mundial de Alimentos da ONU (PMA), Martin Bloem, durante reunião em Genebra, no final de maio.

“Acredito que podemos alcançar os três zeros mas a falta de alimentos e de apoio nutricional ainda é um obstáculo. É hora de priorizar a alimentação e a nutrição na abordagem de aceleração da resposta à aids proposta pelo Unaids”, disse Bloem.

O evento, organizado pelo Unaids e pelo PMA, abordou a importância crítica de alimentos e apoio nutricional tanto para as metas de tratamento 90-90-90 como para a prevenção de novas infecções pelo HIV, especialmente entre as adolescentes e as mulheres jovens.

Os três zeros dizem respeito às metas da ONU para o tema: zero nova infecção por HIV, zero discriminação e zero morte relacionada à aids.

Segundo os participantes do evento, a nova estratégia do Unaids para 2016-2021 deve centrar-se na melhoria da qualidade dos serviços prestados às pessoas vivendo com HIV e às mais afetadas pelo vírus.

“Somente colocando as pessoas no centro de nossa atenção é que poderemos chegar ao fim da epidemia da aids. A alimentação e a nutrição são essenciais para alcançarmos as metas”, afirmou o diretor executivo adjunto do Unaids, o brasileiro Luiz Loures.

Vacinas contra HPV podem ser eficazes em menos doses
Notícias Ao Minuto

Caso resultados se confirmem, as vacinas podem chegar a mais pessoas em todo o mundo. 

Um grupo de cientistas cruzou dados de dois estudos – o Ensaio Clínico de Vacinação do HPV na Costa Rica (2005) e o Ensaio Clínico da Vacina do Vírus do Papiloma Humano contra o Cancro em Jovens Adultas (2009) – e chegou à conclusão de que a administração de vacinas contra o vírus do papiloma humano pode ser eficaz em menos doses.
       
Os estudiosos perceberam que uma dose única da vacina Cervarix oferece proteção para os dois genótipos mais carcinogénicos do vírus. Atualmente, a vacina é administrada em três doses. Já a Gardasil, no mercado português, é aplicada em duas doses.

Os resultados mostram que, no caso dos genótipos 16 e 18, responsáveis por cerca de 70% dos casos de cancro do colo do útero, a administração de uma dose ou duas doses tem eficácia semelhante à administração de três doses.

O mesmo não se pode dizer dos genótipos 31, 33 e 45 do vírus, menos carcinogénicos, para os quais a vacina oferece proteção cruzada parcial, quando aplicada em três doses.

Estas evidências levam a que se questione qual a concentração mínima de anticorpos necessária para uma proteção eficaz contra o HPV. “A duração da proteção é uma questão crítica, que ainda temos de abordar. Mas os dados obtidos mostram-nos uma proteção de quatro anos. Serão necessários mais estudos para se verificar a possibilidade de uma proteção mais alargada, idealmente seria de 20 anos”, explicou ao Público um dos autores do estudo.

As conclusões do estudo levam a que se coloque a hipótese de fazer chegar as vacinas contra o vírus do papiloma humano a mais pessoas. “Se este resultado for confirmado, será uma grande oportunidade para alagar a proteção da vacina do HPV a mais pessoas do que aquelas que alguma vez considerámos possíveis. (…) Se for suficiente apenas uma dose, poderão reduzir-se os custos de vacinação e melhorar a distribuição. Isto é especialmente importante para as regiões menos desenvolvidas do mundo”, acrescentou Aimée Kreimer.

Cor-de-rosa choque
Extra! Extra!

A advogada Margarida Pressburger é a nova responsável pela Política das Mulheres do governo do estado, e foi nomeada sub na Secretaria estadual de Assistência Social.

A moça é a única brasileira na subcomissão de Prevenção e Combate à Tortura da ONU.


Superpremiada - Margarida ganhou o prêmio de Direitos Humanos do governo federal em 2012 e também do Conselho Estadual de Direitos da Mulher (Cedim), do governo do estado.

SAIU NA IMPRENSA 22/Jun./2015 By AnaDaGloria


Fé, vida e meio ambiente
Correio Braziliense

O agravamento da crise ambiental, que coloca sob profundo risco a vida no planeta, foi tema, pela primeira vez, de encíclica papal -- Laudato si (Louvado seja). O sumo pontífice Francisco conseguiu conciliar fé e ciência para advertir as nações sobre a responsabilidade coletiva e individual em relação ao futuro da Terra. Não importam a etnia, a condição socioeconômica, a cultura, a origem, os interesses específicos quando a perpetuação de todas as espécies está em jogo.

As descobertas científicas são insuficientes para reverter o curso da degradação. Ou mudamos a relação com a pátria comum da humanidade ou seremos tragados pela irresponsabilidade no trato com o patrimônio ambiental. O papa chama a atenção para a necessidade de revisão do comportamento dos homens e dos líderes das nações com a natureza e os recursos por ela oferecidos.

A resistência dos chefes de Estado em repensar o modelo de produção tem postergado acordo efetivo para a redução das emissões de gases de efeito estufa. Cada um, a seu modo, impõe condições em defesa de objetivos muito particulares, quando deveriam ter preocupação e dedicar energia para as questões globais, que, indistintamente, afetam a todos. A maioria dos modelos econômicos vigentes, com base no consumo desenfreado, se mostraram incompatíveis com o equilíbrio ambiental. Revelaram-se insustentáveis.

Os excessos comprometem as relações humanas e a existência. O planeta dá sinais de exaustão. Entre as muitas advertências, merecem especial atenção as recorrentes tragédias climáticas -- furacões, tsunamis, enchentes, secas, -- e a perda contínua de fontes de água potável. Os povos dos países menos desenvolvidos pagam preço altíssimo frente às desigualdades, que expandem fome e miséria, resultado, em boa parte, da agressão humana ao meio ambiente.

No texto, o papa Francisco faz menção à Amazônia. Em 16 anos (de 1997 a 2013), o desmatamento suprimiu 248 mil km² de floresta, área equivalente ao estado de São Paulo, de acordo com balanço divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A Mata Atlântica já perdeu 85% da vegetação. Ambos são biomas com espécies endêmicas, que muito podem contribuir com princípios ativos importantes para a saúde humana. No entanto, são extirpados pela ação irracional do homens, ávidos em acumular fortuna. Falta cuidado e sobra despreocupação com a atual e as futuras gerações.

A carta do papa Francisco não é direcionada apenas aos católicos. É alerta máximo aos indivíduos de todas as nações, e bem pode ser comparada a pedido desesperado de socorro da mãe Terra. Trata-se de versão ampliada do ensinamento de velho líder indígena da Amazônia, chancelado pela autoridade e força política do líder máximo do catolicismo: "Quando não mais houver matas nem rios, o dinheiro não alimentará os homens". A vida terá se extinguido.

Laico, "ma non troppo" (Hélio Schwartsman)
Folha de SP

SÃO PAULO - O Estado brasileiro é laico. Está na Constituição, mais precisamente no artigo 19, que proíbe o poder público de estabelecer cultos religiosos, subvencioná-los ou manter com eles relações de dependência ou aliança. Eu não poderia concordar mais com esse dispositivo, mas, como o mundo está longe de ser um lugar perfeito ou mesmo lógico, o preâmbulo da Carta invoca a proteção de Deus, o artigo 210 manda as escolas públicas de ensino fundamental oferecerem ensino religioso à criançada e o 150 torna as igrejas imunes a tributos.

Vale, então, refazer a questão: quão laico é o Estado brasileiro? Menos do que deveria. É verdade que poderia ser pior. Basta olhar para países como Arábia Saudita e Qatar, onde a "sharia", a lei muçulmana, é a base das legislações civil e penal. Na vizinha Argentina, é o contribuinte que paga os salários dos bispos católicos. E mesmo nações desenvolvidas não conseguiram se livrar inteiramente do jugo religioso. Na Alemanha e em países nórdicos, o Estado recolhe dízimo para as igrejas.

Se é tão difícil assim que Estados sejam verdadeiramente laicos, por que teóricos da democracia insistem tanto nesse ponto? O problema com as religiões reveladas é que elas trazem absolutos morais. Se a lei foi baixada pelo Altíssimo, só querer discuti-la já é uma ofensa contra o Criador. E utilizar absolutos na política, sejam religiosos ou ideológicos, é ruim porque eles a descaracterizam como instância de mediação de conflitos.

O remédio contra isso é a separação Estado-igreja. Ainda que se revele imperfeita na prática, ela facilita o uso da política como espaço da negociação e, mais importante, favorece a noção de que minorias têm direitos que devem ser preservados mesmo contra a maioria. Aqui, paradoxalmente, o laicismo se torna a principal força a proteger as religiões umas das outras. E Deus e são Bartolomeu são testemunha de que elas precisam dessa guarda.

Puberdade precoce ou tardia aumenta risco de doenças
Veja,com

A idade em que uma criança entra na puberdade pode ser um fator de risco para o desenvolvimento 48 problemas de saúde no futuro - incluindo câncer e diabetes

Meninos e meninas que entram na puberdade muito cedo - ou muito tarde - possuem um fator de risco maior para o desenvolvimento de 48 problemas de saúde quando chegarem à vida adulta. É o que diz um estudo publicado na revista científica Scientific Reports.

A puberdade é um período de transformações físicas e psicológicas relacionadas à maturação sexual que traduzem a transição da infância à adolescência. Para o estudo, definiu-se como precoce as meninas que tiveram a primeira menstruação entre 8 e 11 anos. Já a tardia, após os 15 anos. No caso dos meninos, considerou-se que tiveram puberdade precoce aqueles que apresentaram alterações na voz entre 9 e 14 anos.

Após analisar os registros de saúde de 500 000 pessoas, os pesquisadores da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, viram que a idade do início da puberdade está associado ao desenvolvimento de doenças como a síndrome do intestino irritável, artrite, glaucoma, psoríase, depressão, câncer, problemas cardiovasculares, asma, obesidade e menopausa precoce.

De acordo com os resultados, os indivíduos - homens ou mulheres - que entraram muito cedo na puberdade apresentaram um risco 50% maior para diabetes tipo 2 e doenças cardíacas. Já no caso de puberdade tardia foi observado o aumento do risco de asma.

"Do ponto de vista biológico é fascinante ver que algo que acontece na adolescência possa influenciar no risco de doenças que só serão desenvolvidas na meia-idade. Considero isso surpreendente", disse Felix Day, da Universidade de Cambridge e um dos autores do estudo à BBC.

Para os autores, está claro que o surgimento de doenças como o câncer podem ter relação com os hormônios. Por outro lado, eles afirmam que a ciência ainda não consegue explicar como o momento da puberdade impacta no aumento de outros problemas de saúde como a asma e glaucoma, por exemplo.

"É importante ressaltar que o aumento do risco atribuído à puberdade (tardia ou precoce) é muito pequeno e representa apenas um dos muitos fatores de risco para o desenvolvimento de outras doenças", disse John Perry, pesquisador da Universidade de Cambridge e um dos autores do estudo.


INTOLERÂNCIA - A tolerância sempre foi marca do Brasil, país formado por diferentes povos e culturas. É, portanto, assustador constatar o aumento dos que não toleram quem tem religião, orientação sexual ou mesmo visão política diferente.