Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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sábado, 15 de setembro de 2012

Relatório do IX Congresso Brasileiro de Prevenção

Posted: 15 Sep 2012 01:56 PM PDT

Relatório do IX Congresso  Brasileiro de Prevenção das
DST e Aids

Dia 28/08 -  Mesa de Abertura – A marcante fala de Beto Volpe e de Rodrigo Pinheiro na mesa de abertura e o não comparecimento do Ministro da Saúde foram os destaques da noite que encerrou com a manifestação do Movimento Social na fala de Jarbas Barbosa.

Dia 29/09 – Preservativo feminino: das políticas globais à realidade brasileira nós Cidadãs Posithivas fomos brilhantemente representadas por Heliana Moura, que falou de nossa realidade: desabastecimentos, preços caríssimos,entre outros fatores foram pontuados pela nossa representante, blusa, fitas entre outros instrumentos foram usados para divulgação.

Prevenção na Comunidade I- sala Piacatu
Apresentei o projeto Educar para Viver(1779) ação de SPE nas comunidades das UPP´s no Rio de Janeiro.
Apoio psicológico individual, Pontual e focal para indivíduos vivendo com HIV/AIDS – Sala Arandu

30/08 – participei da Conversa Afiada Sociedade Civil e Governo, na sala Arandu, com a participação de José Marcos de Oliveira, Eduardo Barbosa, um representante das Hepatites que substituiu Nádia Elizabeth sob moderação de Rubens Duda. Com pouca participação do Movimento Social mais os que lá estavam se colocaram muito bem como exemplo: Mara Moreira, Regina Bueno, Roberto Pereira , Oswaldo Braga, entre outros poucos que ali estavam falaram da Banalização, sucateamento entre outras questões pontuadas por José Marcos.

Nós cidadãs posithivas tivemos uma reunião com Kátia Souto sobre o Encontro Nacional das Cidadãs Posithivas na tenda Paulo Freire

 Na tenda Paulo Freire – tivemos uma reunião do MNCP com Sr. Eduardo Barbosa onde pontuou algumas de nossas reinvidicações da noite anterior na manifestação e uma das perguntas foi: onde o Departamento não está ouvindo o Movimento Social? onde não sentimos contempladas em algumas representações, alguns convites são feitos sem nosso conhecimento e ele prometeu marcar uma reunião para apresentar a equipe e pontuar nossas principais reivindicação:preservativos femininos, gel, remédios específicos, redução da transmissão vertical, falta de medicamentos, cirurgias reparadoras, entre outras.
 (ata e fotos foram feitas)

A noite na Tenda da Juventude – tivemos uma reunião das 3 redes de PVHA(RNP+Brasil, Rede Jovem e MNCP) onde nos unimos para juntos levarmos nossa demanda na reunião com o Ministro que teriamos na segunda onde vários presentes ali estariam.


Dia 30/08 – Participação Social III- Auditório Apiaí
Participamos da Apresentação de Marcio Villard sobre o Atelier de Idéias e também da apresentação de Amujaci do Video e relatório do XIV ENONG 2011 onde será dada um copia para cada estado.
Participamos do lançamento do material de divulgação do PNCT sobre Tuberculose e Aids não combinam

Na sala Tabapuã -  Formação e produção de conhecimento do movimento social e Aids – com Veriano e Kátia Edmundo compartilhamos algumas das dificuldades do movimento social em continuar as ações de prevenção que realizamos muitas das vezes sem recurso financeiro ou com o mínimo  e várias propostas de sustentabilidade foram encaminhadas no final do evento para relatório final e encaminhamentos.

E várias outras sala, estandes, passamos onde muitos temas interessantes estavam sendo discutidos no mesmo momento.
Registramos aqui em poucas e resumidas palavras, nossa participação no Congresso de Prevenção.
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domingo, 26 de agosto de 2012

OFICINAS REDLACVO+

  • PAUTA OFICINAS REDLACVO+ CONGRESSO PREVENÇÃO DAS DST e AIDS - FORUM LATINI AMERICANO E CARIBENHO EM HIV/AIDS e DST - depois do dia 01 de setembro o presidente da REDLACVO + estará no Rio de Janeiro / Petropolis

                            
OFICINAS REDLACVO+
SALA TABAPUà 29 e 30/AGO de 19 as 22h     Esta atividade constará da programação oficial do evento.
PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR :
DIA 29 DE AGOSTO: das 19 às 22
Boas vindas –
  • Marcio Villard – GRUPO PELA VIDDA / RIO / PONTO FOCAL BRASIL e Antonio Carlos de Souza Pires (Cal) /GRUPO ASSISTENCIAL SOS VIDA / SECRETARIO GERAL REDLACVO+ - Apresentação das ações da REDLACVO+ no Brasil,
  • Representante do governo Federal – Departamento nacional de DST/AIDS – Eduardo Barbosa,
  • OSCAR HENRIQUE DUQUES – PRESIDENTE da REDLACVO+ - apresentação sobre ações da REDLACVO+ na America Latina e Caribe,
APRESENTAÇÃO DOS PARTICIPANTES
  1. Quem somos, onde estamos, o que queremos,
  2. Realidades dos países membros da REDLACVO+, (sugerir que cada representante traga por escrito),
  3. Situação política de cada país membro da REDLACVO+,
DIA 30 DE AGOSTO: das 19 às 22 h    
Oficina de Planejamento 2012/2014 e elaboração de propostas para fortalecimento da RedLacVo+

Depois do dia 01 de setembro o presidente da REDLACVO +, o jornalista : Oscar Henrique Duques Rivas estará no Rio de Janeiro / Petrópolis para diversos compromissos de intercambio - Brasil x America Latina e Caribe,
maiores informações atraves deste e-mail ou 
secretariogeral.redlacvo@gmail.com 

AVISO DE CONFIDENCIALIDADE
Esta mensagem e seus anexos são de uso exclusivo de pessoas e entidades autorizadas pelo Grupo Assistencial SOS VIDA e podem conter informações confidenciais e/ou privilegiadas. É proibido revelar, alterar, copiar, divulgar ou se beneficiar, direta ou indiretamente, destas informações sem a autorização de seus autores. Se você recebeu este e-mail por engano, por favor, informe ao remetente e apague a mensagem imediatamente. O Grupo Assistencial SOS VIDA se reserva o direito de pleitear ressarcimento pelos prejuízos decorrentes do uso indevido das informações e de requerer a aplicação das penalidades cabíveis.
 
 
Grupo Assistencial SOS VIDA – “ VHIVendo com assistência e dignidade”
Rua Alberto Torres 78–Centro–Petrópolis –Rio de Janeiro–Brasil–CEP 25.610–060
CNPJ: 02.712.343/0001-04 – U. P. Municipal: Resolução Nº 147 de 17 /06/1999 – U. P. Estadual – 1054/10  
CRP 05: PJ Nº 833 – Responsável Técnico: Psicólogo Antonio Carlos de Souza Pires CRP 05/36933
Antonio Carlos de Souza Pires – Secretario Geral REDLACVO+  

Telefones – 55 .24 2244.9526 / 22450322 / 2249.2763
sócio fundador da Pastoral da AIDS - CNBBwww.pastoralaids.org.br

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Congresso de Prevenção

Notícias

Congresso de Prevenção

16/06/10

Ministro da Saúde participa da abertura do Congresso Brasileiro de Prevenção das DST, Aids e Hepatites virais

Acesso equitativo e universal à prevenção será debatido em eventos que reunirão 5 mil pessoas de todo o Brasil no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Tema hepatites virais é um dos grandes destaques desta edição

Com o tema Viver direitos – acesso, equidade e cidadania, começam hoje, em Brasília, o VIII Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids e o I Congresso Brasileiro de Prevenção das Hepatites Virais. A cerimônia de abertura, que acontece às 19h no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, contará com a presença do ministro da Saúde José Gomes Temporão.

Nos dois encontros, profissionais de saúde, educação e integrantes da sociedade civil, além de pessoas vivendo com HIV/aids e pesquisadores da área vão ter oportunidade de debater os caminhos traçados para o acesso universal e equitativo à prevenção. A troca de experiências contribui para o fortalecimento de políticas de prevenção sobre aids, hepatites virais e outras doenças sexualmente transmissíveis (DST).

O tema hepatites virais é uma das grandes novidades desta edição do Congresso Brasileiro de Prevenção. Quando as hepatites batem à porta é necessário que gestores e o movimento social saibam como unir forças e trabalhar ações de prevenção, diagnóstico e tratamento. A ideia do fórum de discussão das hepatites, com esse nome, é que os participantes do encontro discutam e cheguem a uma conclusão de por onde começar a organização da estrutura de um programa de controle das hepatites virais, a partir de experiências exitosas desenvolvidas pelo Brasil afora.

Também serão destaques no encontro a importância da integração com a atenção básica para o diagnóstico precoce, além da divulgação de iniciativas comunitárias de segmentos da sociedade civil que têm feito a diferença no enfrentamento das hepatites. O fórum HIV, tuberculose e hepatites virais vai discutir como os três programas podem ser articulados nos projetos de saúde desenvolvidos pelos gestores da Saúde. A intenção é juntar as três frentes para atuar de forma conjunta e, por meio de uma agenda comum, ampliar o acesso integral dos pacientes.

Outra atração do Congresso é o ambiente Saúde em Movimento. O espaço vai promover oficinas para gestores de saúde que querem implantar academias de ginástica e musculação voltadas para pessoas que vivem com HIV/aids. O evento também terá pela primeira vez lançamento de publicações de participantes e contará com o Espaço Zen, com seções de terapias alternativas.

Para a diretora do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, Mariângela Simão, o congresso será um espaço de reflexão sobre os rumos da prevenção e de reafirmação da política brasileira. “Encarar a prevenção como a melhor estratégia para cuidar da saúde é uma das principais formas de enfrentar barreiras e limitações que dificultam o acesso da população ao sistema de saúde, além de promover qualidade de vida”. Nesse sentido, a oitava edição do maior evento da área no país justifica trazer os direitos para o debate no centro que reúne os Três Poderes da República.

Informação – As principais atividades do evento serão transmitidas pelo site www.aids.gov.br/mediacenter. A cobertura e a programação completa do Congresso estarão disponíveis no site www.aids.gov.br/congressoprev2010.

Serviço


Abertura do VIII Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids e do I Congresso Brasileiro de Prevenção das Hepatites Virais
Data: 16/06/2010
Horário: 19h
Local: Auditório Master do Centro de Convenções Ulysses Guimarães

Mais informações

Atendimento à imprensa
Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais
Tel: (61) 9221-2546/3306 7051/ 7033/ 7010/ 7016/
Site: www.aids.gov.br - E-mail: imprensa@aids.gov.br

Atendimento ao cidadão
0800 61 1997 e (61) 3315 2425

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Avaliando - Congresso Brasileiro de Prevenção das DST, Aids e Hepatites virais

Pessoal;

Acabou no sábado o VIII Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids e o I Congresso Brasileiro de Prevenção das Hepatites Virais com um saldo muito positivo. Com a participação em massa de gestores e sociedade civil - 5000 pessoas.

A participação em peso da sociedade civil foi fundamental principalmente pela diversidade ali encontrada. Ressalto a participação ativa das travestis, pessoas transexuais, lésbicas, gays, prostituas e usuários de drogas. Os (as) "vulneráveis" estavam muito bem representados (as)

As lésbicas abalaram com uma proposta de atuação para o segmento. Fiquei emocionado ao escutar o relato no final do congresso. Parabéns. Todo nosso apoio.

Afinal não somos o problema somos parte da solução.

E Ângela Reclery arrasando no Hino Nacional. E querida Safira Bengel arrasando no show final.

A juventude com um protagonismo digno de parabéns. A mostra do SPE sucesso total.

O empenho do Departamento de DST, Aids, Hepatites Virais é elogiável. Todos os detalhes foram pensados ,a parte cultural, os estandes , a programação. Muitos lançamentos de livros, vídeos e tudo mais. Um luxo só. O pessoal do departamento e terceirizados sempre muito gentis. E tudo muito intersetorial e transversal. Ministro Temporão, Mariângela, Eduardo, Dulce e toda equipe parabéns.

Os pré-fóruns foram um espaço para que todos e todas pudessem colocar suas propostas. O Fórum dos Planos foi maravilhoso. Esperamos ansiosos o relatório para ver se fomos contemplados nas propostas .

Claro que para as pessoas que já frequentaram os outros 7 congressos tem pontos repetitivos, mas estes congressos sempre são uma renovação das nossas baterias. Vi muitas carinhas novas.

Com relação ao movimento aids, deveriam ter mais reuniões paralelas para tomar decisões mais conjuntas. Creio que é fundamental unidade na ação do movimento.

Afinal quem é movimento? Creio que somos todos nós.

Sem sombra de dúvidas somos um programa de aids referência para mundo. Porém temos muito a melhorar. Precisamos cada vez mais estabelecer formas de diálogo horizontais e de forma articulada. Os discursos das nossas lideranças devem ser fruto de discussões em plenárias e reuniões de forma a unificar a luta.

O engajamento de todos e todas é fundamental.

Temos que lutar pela assistência e prevenção dias e noites, inclusive aos finais de semana.

Pessoalmente, gosto de manifestações bem preparadas, com manifestos e, principalmente, bem articulados. Quando o tomador de decisão diz Ok vocês estão certos. Para isto precisamos muita informação, muito planejamento e principalmente conversa.

Dar tiro do pé não faz parte do meu Guia de Advocacy e Controle Social.

Hoje temos um governo aberto ao diálogo, vide as 67 conferências no atual governo. Vivemos numa democracia.

O Departamento de Aids poucas vezes se recusou ao diálogo. Precisamos tratar aliados(as) como aliados(as) e adversários(as) como adversários(as) . Misturar as coisas não avança em nada, muito pelo contrário. Desestimulamos as pessoas que fazem parte da história de luta neste pais. Neste sentido temos que verificar o que é a comunicação. Quem é emissor e receptor. Se um não escuta outro, não há comunicação, há confusão.

E como falava o filósofo popular Chacrinha, quem não se comunica, se trumbica. Ui.

Respeito é fundamental para todos e todas.

Somos muito poucos(as) ativistas para ficarmos nos digladiando entre nós. Precisamos ver o que nos une, e não o que nos desune.

Sabemos das nossas diferenças entre nossas formas de ativismo, mas com certeza temos que nos centrar no que nos une, que é a cidadania plena, a prevenção e assistência para todos e todas, sem discriminação.

O sistema não é perfeito, mas com críticas bem fundamentadas, formas de manifestações bem pensadas e articuladas, podemos melhorar em muito. Estou dentro sempre.

Por um ativismo sério, responsável e respeitoso. Podemos conseguir muito mais.

Afinal todos e todas queremos Viver com direitos – acesso, equidade e cidadania, Incluo aqui felicidade e muito prazer e claro com camisinha.

Cordialmente

Toni Reis

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Antirretrovirais devem ser usados para prevenir o HIV em situações acidentais e não regularmente, defendem especialistas

Antirretrovirais devem ser usados para prevenir o HIV em situações acidentais e não regularmente, defendem especialistas

18/06/2010

O médico Érico Arruda, do hospital público do Ceará São José, contou que tem recebido com frequência ligações de amigos interessados em saber sobre a “pílula do dia seguinte” contra o HIV. “É um grande problema, porque preciso explicar que existe, mas que a sua utilidade é muito complexa”, comentou.

Arruda participou na tarde dessa quinta-feira, em Brasília, de um debate sobre o uso de antirretrovirais contra a transmissão do vírus da aids.

Estudos feitos no Brasil e em outros países indicam que há uma redução da chance de infecção do HIV, quando alguns medicamentos que compõem o coquetel antiaids são tomados até 72 horas depois de uma relação sexual desprotegida com um infectado ou quando há contato com sangue contaminado.

Porém, segundo ressaltou Arruda, o ideal é fazer uso dessa terapia pós-exposição até duas horas depois do ocorrido.

Acesso

A “pílula do dia seguinte contra o HIV” já é oferecida há anos por vários hospitais públicos do País, mas principalmente para profissionais de saúde que sofreram algum acidente de trabalho e para vítimas de abuso sexual.

No entanto, ao contrário da pílula contra a gravidez, que geralmente são dois comprimidos, os remédios que têm por objetivo evitar a infecção do HIV podem ser necessários por várias semanas. Com isso, aumentam os efeitos colaterais e em caso de falha na adesão, as chances de prevenção são minimizadas e pode se criar um vírus mais resistente.

Arruda, que tem acompanhado estudos sobre o tema, disse ser contra o uso constante da profilaxia pós-exposição. “Temos que usar para casos de acidente mesmo. Para aqueles que se expõem e se re-expõem ao vírus não há custo benefício”, comentou.

Camisinha em primeiro lugar

O assessor técnico do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde Ronaldo Hallal também participou do debate sobre o uso de antirretrovirais contra o HIV.

Segundo ele, as evidências sobre esse meio de prevenção ainda são frágeis para serem adotadas como uma estratégia de saúde pública. “Temos que usar a profilaxia pós-exposição em casos específicos e não em grande escala, e nunca esquecer de lembrar que a camisinha e o diagnostico precoce do HIV ainda são os principais meios de prevenção da aids”, disse.

Hallal informou que até o começo de julho o Ministério da Saúde irá divulgar um documento com algumas das principais recomendações feitas no VIII Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids e I Congresso Brasileiro de Prevenção das Hepatites Virais. Entre elas, devem constar sugestões sobre o uso de antirretrovirais como método de prevenção do HIV.

Cortesia: Clipping Bem Fam (18/06/010)

Governo quer melhorar o acesso aos insumos de prevenção às DST/aids

Governo quer melhorar o acesso aos insumos de prevenção às DST/aids

17/06/2010

Gestores de saúde e ativistas se reúnem em Brasília para discutir problemas e soluções no setor

O Ministério da Saúde irá elaborar um documento com orientações para Estados e municípios sobre a distribuição de insumos preventivos, como preservativos masculinos e femininos, géis lubrificantes, seringas descartáveis para usuários de drogas injetáveis e materiais informativos. A informação é da assessora técnica do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Governo Ellen Zita Ayer.

Com o objetivo de juntar informações sobre a atual distribuição desses materiais no País e sugestões de como melhorar esse serviço, o Ministério incluiu uma reunião técnica sobre o assunto na programação do VIII Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids e I Congresso Brasileiro de Prevenção das Hepatites Virais, que começam oficialmente na noite de hoje em Brasília.

Durante essa reunião, ocorrida nesta tarde, o Diretor do Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV e Aids, Pedro Chequer, disse que o Brasil precisa produzir mais preservativos. "Já temos a fábrica em Xapuri, no Acre (criada pelo governo em 2006), mas ainda não é suficiente", comentou.

A Coordenadora do Programa de DST/Aids do Estado de São Paulo, Maria Clara Gianna, representou na reunião o Conselho Nacional de Secretários de Saúde. Para ela, deveria ocorrer uma mudança no processo de repasse de preservativos por parte do governo federal aos Estados. "Recebemos milhares de camisinhas na nossa central em São Paulo, mas leva um tempo para elas irem aos municípios e os trâmites de logísticas são complicados. Talvez esses insumos pudessem ser enviados diretamente para algumas regiões do Estado", sugeriu.

Do total de preservativos distribuídos pelo governo, 80% são de responsabilidade da União, 20% dos Estados e os municípios fazem as distribuições complementares, informou Clara.

A Coordenadora do Programa Municipal de DST/Aids de São Paulo, Maria Cristina Abbate, criticou o fato dos preservativos femininos não aparecerem entre as prioridades dos insumos de prevenção. "A todo o momento, falamos que temos que combater a feminização da epidemia, mas as discussões sobre ampliar de fato a compra e a distribuição da camisinha para mulheres são sempre deixadas de lado", disse.

Segundo Cristina, o alto custo do produto, cerca de R$ 7 a unidade, não pode ser um empecilho para os programas de prevenção. "Nossa última compra (município de São Paulo), pagamos aproximadamente R$ 7.50 cada preservativo feminino, mas o Ministério da Saúde, comprando em grande escala, pagou menos de 2 reais", comentou. "Podemos talvez colocar nossas demandas em atas do Ministério para também pagarmos menos", acrescentou.

O preservativo masculino, também quando comprado em grande quantidade, custa em média 7 centavos.

Representando a sociedade civil, o presidente do Grupo Pela Vidda-São Paulo, Mário Scheffer, fez pesadas críticas ao Governo. "Sempre vemos anúncios do Ministério (da Saúde) de que bateram o recorde, comprando centenas de milhares de preservativos, mas quando vamos checar o número de camisinhas distribuídas nunca bate", disse. "Assim fica difícil acreditar nos números do Ministério", acrescentou.

Mário reforçou aqueles, que segundo ele, são os principais desafios no acesso aos insumos de prevenção no País: quantidade insuficiente, capacidade de distribuição limitada e materiais não chegam a aonde devem chegar, ou seja, às pessoas que precisam do produto, mas não os têm.

"Diferentemente do que fazemos na área da assistência, onde nós ativistas conseguimos ter um grande controle social e sempre alertar sobre a falta de medicamentos, na área de insumos de prevenção, temos dificuldade em fazer uma monitoria", finalizou.

O VIII Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids e I Congresso Brasileiro de Prevenção das Hepatites Virais ocorrem até sábado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

Governo quer melhorar o acesso aos insumos de prevenção às DST/aids

Governo quer melhorar o acesso aos insumos de prevenção às DST/aids

17/06/2010

Gestores de saúde e ativistas se reúnem em Brasília para discutir problemas e soluções no setor

O Ministério da Saúde irá elaborar um documento com orientações para Estados e municípios sobre a distribuição de insumos preventivos, como preservativos masculinos e femininos, géis lubrificantes, seringas descartáveis para usuários de drogas injetáveis e materiais informativos. A informação é da assessora técnica do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Governo Ellen Zita Ayer.

Com o objetivo de juntar informações sobre a atual distribuição desses materiais no País e sugestões de como melhorar esse serviço, o Ministério incluiu uma reunião técnica sobre o assunto na programação do VIII Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids e I Congresso Brasileiro de Prevenção das Hepatites Virais, que começam oficialmente na noite de hoje em Brasília.

Durante essa reunião, ocorrida nesta tarde, o Diretor do Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV e Aids, Pedro Chequer, disse que o Brasil precisa produzir mais preservativos. "Já temos a fábrica em Xapuri, no Acre (criada pelo governo em 2006), mas ainda não é suficiente", comentou.

A Coordenadora do Programa de DST/Aids do Estado de São Paulo, Maria Clara Gianna, representou na reunião o Conselho Nacional de Secretários de Saúde. Para ela, deveria ocorrer uma mudança no processo de repasse de preservativos por parte do governo federal aos Estados. "Recebemos milhares de camisinhas na nossa central em São Paulo, mas leva um tempo para elas irem aos municípios e os trâmites de logísticas são complicados. Talvez esses insumos pudessem ser enviados diretamente para algumas regiões do Estado", sugeriu.

Do total de preservativos distribuídos pelo governo, 80% são de responsabilidade da União, 20% dos Estados e os municípios fazem as distribuições complementares, informou Clara.

A Coordenadora do Programa Municipal de DST/Aids de São Paulo, Maria Cristina Abbate, criticou o fato dos preservativos femininos não aparecerem entre as prioridades dos insumos de prevenção. "A todo o momento, falamos que temos que combater a feminização da epidemia, mas as discussões sobre ampliar de fato a compra e a distribuição da camisinha para mulheres são sempre deixadas de lado", disse.

Segundo Cristina, o alto custo do produto, cerca de R$ 7 a unidade, não pode ser um empecilho para os programas de prevenção. "Nossa última compra (município de São Paulo), pagamos aproximadamente R$ 7.50 cada preservativo feminino, mas o Ministério da Saúde, comprando em grande escala, pagou menos de 2 reais", comentou. "Podemos talvez colocar nossas demandas em atas do Ministério para também pagarmos menos", acrescentou.

O preservativo masculino, também quando comprado em grande quantidade, custa em média 7 centavos.

Representando a sociedade civil, o presidente do Grupo Pela Vidda-São Paulo, Mário Scheffer, fez pesadas críticas ao Governo. "Sempre vemos anúncios do Ministério (da Saúde) de que bateram o recorde, comprando centenas de milhares de preservativos, mas quando vamos checar o número de camisinhas distribuídas nunca bate", disse. "Assim fica difícil acreditar nos números do Ministério", acrescentou.

Mário reforçou aqueles, que segundo ele, são os principais desafios no acesso aos insumos de prevenção no País: quantidade insuficiente, capacidade de distribuição limitada e materiais não chegam a aonde devem chegar, ou seja, às pessoas que precisam do produto, mas não os têm.

"Diferentemente do que fazemos na área da assistência, onde nós ativistas conseguimos ter um grande controle social e sempre alertar sobre a falta de medicamentos, na área de insumos de prevenção, temos dificuldade em fazer uma monitoria", finalizou.

O VIII Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids e I Congresso Brasileiro de Prevenção das Hepatites Virais ocorrem até sábado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

Ao som de vuvuzelas, manifestantes protestam contra problemas na distribuição de medicamentos

Ao som de vuvuzelas, manifestantes protestam contra problemas na distribuição de medicamentos durante abertura dos Congressos sobre DST, Aids e Hepatites Virais em Brasília

17/06/2010

Quando o Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, pegou no microfone para falar na noite desta quarta-feira durante o cerimonial de abertura dos Congressos Brasileiro de Prevenção das DST e Aids e das Hepatites Virais, vários ativistas se levantaram e munidos de vuvuzelas, apitos e faixas, criticaram a “desastrosa gestão nacional de distribuição de medicamentos antirretrovirais”.

Temporão ouviu as críticas, mas lamentou o fato dos manifestantes deixarem o local do evento, pois segundo ele, na democracia é preciso também saber ouvir. Enquanto o Ministro seguiu seu discurso, elogiando o trabalho de Mariângela Simão frente ao Programa de Aids, os ativistas gritavam do lado de fora da sala: “Tenho aids, tenho pressa. Remédio é o que interessa!”.

O evento de abertura do VIII Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids e I Congresso Brasileiro de Prevenção das Hepatites Virais corria conforme manda o protocolo. Representantes dos movimentos sociais que lutam contra essas doenças falaram. O representante da Unesco no Brasil, Vincent Defourny, reforçou a importância do encontro. Membros do governo, entre eles a ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Nicéia Freire, destacaram os esforços políticos contra a doença. Mas quando o Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, pegou o microfone para se pronunciar, vários ativistas levantaram e, ao som de vuvuzelas – as populares cornetas usadas pelos torcedores na Copa – chamaram a atenção das cerca de 3 mil pessoas presentes no local sobre os recentes desabastecimentos de medicamentos antirerretrovirais na rede pública.

“Desculpe-nos, sr. Ministro, por estarmos a te desrespeitar nesse momento, mas é também desrespeitados que nós, pessoas vivendo com HIV e aids e que precisamos dos medicamentos antirretroviais, estamos nos sentindo”, disse Beto Volpe, do Grupo Hipupiara, de São Vicente, litoral de São Paulo.

Um dos principais líderes do ato, Beto acrescentou ao Ministro que a “atual gestão nacional de distribuição de medicamentos contra a aids é desastrosa.”

Nos primeiros meses deste ano, um problema na documentação da compra do antirretroviral abacavir provocou a falta nacional do produto. Outros importantes medicamentos contra a aids, como o tenofovir, o biovir e a lamivudina também foram distribuídos em menor quantidade por conta de atrasos dos fabricantes.

Segundo Beto, a distribuição fracionada dos medicamentos, ou seja, quando são distribuidos aos poucos para evitar a falta do produto, fez com que alguns remédios fossem entregues aos pacientes, pelos técnicos das farmácias dispensadoras, em saquinhos de chup-chup.

Ele ressaltou ao Ministro que o tema do evento “Viver Direitos” (Acesso, equidade e cidadania) não tem sentido, já que as pessoas com HIV e aids não sabem "nem direito se irão viver", devido ao recente desabastecimento de medicamentos.

Com faixas que traziam frases como “Tolerência Zero para a falta de medicamentos", os manifestantes deixaram o local do evento em protesto.

Temporão ouviu todas as críticas e disse que os manifestantes “exerceram seus direitos”, mas lamentou a saída dos ativistas, porque, segundo ele, na democracia é preciso também saber ouvir. O chefe da pasta da Saúde continuou seu discurso, ainda quando os manifestantes estavam saindo, com uma homenagem ao trabalho feito pela Diretora do Programa de DST, Aids e Hepatites Virais, Mariângela Simão, nas áreas de assistência e prevenção.

Quando foi chamada para compor a mesa de abertura, Mariângela foi uma das mais aplaudidas.

Fora da cerimônia de abertura dos congressos, o Presidente do Fórum de ONG/Aids do Estado de São Paulo, Rodrigo Pinheiro, disse que a sociedade civil organizada não vai mais aceitar desculpas para o desabastecimento de medicamentos. “Vamos protestar e ir às ruas sempre que necessário”, comentou.

O Presidente do Fórum de ONG/Aids do Rio Grande do Sul, Rubens Raffo, ressaltou que a falta de medicamentos ocorreu porque não há um bom estoque do produto por parte do Ministério da Saúde.

Abertura do evento

Antes da manifestação, a ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Nicéia Freire, pediu para que durante os três dias de evento não deixassem de ser discutidas ações para que as mulheres vivendo com HIV possam ter mais autonomia nos seus direitos sexuais e reprodutivos.

Ela ressaltou que “das 400 pessoas que participaram do primeiro Congresso Brasileiro de Aids, em Salvador, no ano de 1986, passamos hoje para mais de 4 mil”. Segundo Nicéia, isso representa uma multiplicidade de intervenções que estão sendo feitas nacionalmente contra a doença.

O representante da sociedade civil de luta contra as hepatites virais, Jeová Pessin Fragoso, elogiou a iniciativa de unir, num mesmo Departamento do Ministério da Saúde, as DST/Aids e as hepatites. “Esse evento que estamos aqui, hoje, é a prova de que toda a experiência obtida no combate da aids no Brasil pode ser usada também para o combate das hepatites”, comentou.

Antônio Lisboa, representante das pessoas vivendo com HIV, criticou o mau uso do dinheiro destinado ao enfrentamento da aids por parte de algumas secretarias municipais de saúde. “Sabemos que ainda é comum em muitas cidades a aplicação de fundos contra o HIV e aids no mercado financeiro”, finalizou.

Os Congressos Brasileiros de Prevenção das DST, Aids e das Hepatites Virais ocorrem até sábado, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

VIII Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids e I Congresso Brasileiro de Hepatites Virais


VIII Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids e I Congresso Brasileiro de Hepatites Virais


16/06/10 a 19/06/10

Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães, Brasília (DF)

Público-alvo: Profissionais de saúde, soropositivos, gestores e integrantes de movimentos sociais

Para propor um debate sobre os caminhos a serem traçados para que se efetive o acesso universal e equânime à prevenção no Brasil e estimular uma mobilização coletiva, o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais organiza o VIII Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids e o I Congresso Brasileiro de Hepatites Virais.

Efetivar o direito do acesso universal e a igualdade das ações de prevenção é um dos maiores desafios da resposta brasileira à epidemia de aids, hepatites virais e outras DST. Um resultado positivo requer a atuação conjunta e articulada de todos os atores sociais que têm participado ativamente da construção coletiva dessa resposta. Esses protagonistas devem estar, cada qual com suas atribuições, comprometidos com a efetivação do acesso universal.

Fonte:www.aids.gov.br