Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
quarta-feira, 6 de julho de 2011
#eblog #municipio #Riodejaneiro RT PF
segunda-feira, 29 de março de 2010
Mulheres-bomba atacam metrô de Moscou e matam 38
2 horas, 23 minutos atrás
O balanço mais recente é de 38 mortos e pelo menos 64 feridos, nos ataques mais sangrentos cometidos na capital russa desde 2004, segundo o ministério das Situações de Emergência.
"Segundo as primeiras informações, as duas explosões foram cometidas por mulheres-bomba", afirma um comunicado dos Serviço de Inteligência russos (FSB, antiga KGB).
A notícia sobre as mulheres-bomba já havia sido antecipada pelo prefeito de Moscou, Iuri Lujkov.
Os atentados foram provavelmente executados por "grupos terroristas" vinculados aos insurgentes do Cáucaso, afirmou o diretor do FSB, Alexander Bortnikov.
"Segundo a versão preliminar, os atentados foram cometidos por grupos terroristas vinculados à região do Cáucaso Norte. Privilegiamos esta versão", declarou Bortnikov.
Os serviços de inteligência russos acreditam que as duas mulheres-bomba que detonaram explosivos nas estações do metrô moscovita eram naturais desta região, uma parte da Rússia majoritariamente muçulmana, cenário de uma violenta insurgência nos últimos anos.
O presidente da Rússia, Dmitri Medvedev, afirmou que o país continuará combatendo o terrorismo sem hesitar e ordenou um reforço da segurança nos transportes de toda a nação.
"A política de repressão do terror e de luta contra o terrorismo continuará. Prosseguiremos com as operações contra os terroristas sem hesitação e até o fim", afirmou Medvedev durante uma reunião de emergência convocada após os atentados.
"Tenho certeza de que as agências de segurança farão todo o possível para encontrar e punir os criminosos", afirmou o primeiro-ministro do país, Vladimir Putin, durante uma visita à cidade siberiana de Krasnoyarsk.
"Os terroristas serão aniquilados", completou.
O primeiro atentado aconteceu às 7H57 (0H57 de Brasília) em um vagão parado na estação Lubianka.
A Praça Lubianka abriga a sede do FSB, sucessor da KGB soviética, que neste edifício interrogava e eliminava os dissidentes e pessoas caídas em desgraça durante as punições da então União Soviética.
O segundo atentado foi executado na estação Park Kultury às 8h40 (1H40 de Brasília).
"Em Park Kultury, segundo dados preliminares, foi uma mulher-bomba. Segundo os fragmentos do corpo, que estão sendo examinados, o explosivo estava na altura da cintura. A situação é a a mesma em Lubianka", disse o porta-voz do comitê de investigação do Ministério Público de Moscou, Vladimir Markin.
A polícia também procura duas mulheres que acompanharam as suicidas até o metrô, segundo fontes dos serviços de segurança.
Os atentados aconteceram em duas estações da mesma linha. As outras linhas do metrô de Moscou, que diariamente transporta 8,5 milhões de pessoas, permaneciam funcionando normalmente.
Na Praça Lubianka, os sobreviventes ligavam para os familiares para relatar o acontecido.
Moscou registrou nos últimos 10 anos uma série de explosões mortais reivindicadas por militantes da causa chechena - uma república do Cáucaso -, mas nos últimos anos os atentados se tornaram menos frequentes.
O último ataque no metrô de Moscou acontecera em 6 de fevereiro de 2004, entre as estações Avtozavodskaia e Pavelestakia, com um balanço de 41 mortos e 250 feridos.
Nos últimos meses, as tropas russas intensificaram as operações militares contra rebeldes islâmicos no Cáucaso Norte e mataram vários dirigentes rebeldes.
As autoridades estrangeiras condenaram rapidamente os atentados.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama chamou os ataques de "atos monstruosos".
"O povo americano é solidário com o povo da Rússia na oposição ao extremismo e aos atrozes atentados terroristas que demonstram tal indiferença à vida humana, e condenamos estes atos monstruosos", afirma Obama em um comunicado.
O presidente americano expressou ainda "profundas condolências" ao povo da Rússia após a "terrível perda de vidas e de feridos".
O secretário-geral da Otan, Anders Fogh Rasmussen, afirmou que "nada pode justificar tais ataques contra civis inocentes".
"A União Europeia (UE) apoia firmemente a Rússia no combate ao terrorismo sob todas as formas", declarou a chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton.
A chanceler alemã Angela Merkel disse ter recebido com "consternação e horror" a notícia.
O presidente francês Nicolas Sarkozy condenou os atentados "odiosos e covardes".
O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, e o chefe de Governo espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, também enviaram mensagens de condolências ao presidente Medvedev.
Blog do Noblat
29.3.2010
|2h49m
Explosões matam pelo menos 25 pessoas em Moscou
Foto: Reuters
Da BBC Brasil:
Pelo menos 25 pessoas morreram em uma explosão no sistema de metrô de Moscou, na Rússia, na manhã desta segunda-feira. Uma segunda explosão aconteceu alguns minutos depois.
A primeira explosão ocorreu na estação central de Lubyanka, segundo fontes de segurança. Pelo menos dez pessoas ficaram feridas, de acordo com a agência de notícias russa Tass.
Uma porta-voz do ministério de Emergências disse que 14 pessoas morreram em um dos trens e 11 na plataforma.
"A explosão atingiu o segundo vagão do trem que parou em Lubyanka, às 7h56 (0h56, no horário de Brasília)", disse a porta-voz Irina Andrianova, segundo a agência Tass.
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Atualização das 3h09 - As agências de notícias começam a informar que o número de mortos pode chegar a 40. Suspeita-se de atentados terroristas.