Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador TB. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador TB. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 8 de abril de 2014

ATENÇÃO: #OrganizaçõesdeAids, #Tuberculose e #HepatitesVirais - IMPORTANTE

ATENÇÃO: Organizações de Aids, Tuberculose e Hepatites Virais - IMPORTANTE

  
 
 
Prezado/as dos Movimentos Sociais de Luta contra Aids, Tuberculose e Hepatites Virais,

No dia 26 de fevereiro deste ano foi realizada a primeira reunião presencial do GT para apresentar diretrizes sobre sustentabilidade das ações de organizações da sociedade civil das áreas de vigilância em saúde (Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Hanseníase), de acordo com Decreto nº. 7.508, de 28 de junho de 2011, instituído através da Portaria Nº 28, de 29 de novembro de 2013 da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde.

Um dos encaminhamentos do GT foi à realização de um levantamento sobre os principais problemas enfrentados pelas OSC durante o processo de realização de convênios referentes ao SICONV, BGSICONV, Edital 19/2013 da SVS/MS, FNS e etc. Para tal eu (Jair Brandão/Parceria Brasileira contra TB e Claudio Pereira/ANAIDS) ficamos responsáveis para na próxima reunião do GT apresentar sugestões de soluções e sugestões para os problemas detectados. Após esta tarefa a SVS/MS vai sistematizar essas informações e agregar a elas as resoluções dos Fóruns de Consulta Pública realizados pelo Departamento de Aids e Hepatites Virais e fazer os devidos encaminhamentos.

Para que possamos visibilizar a realidade e as dificuldades que as OSC estão enfrentando vimos através deste solicitar que as Organizações de Aids, TB e Hepatites Virais respondam as perguntas abaixo e nos enviem até a data de 11 de abril de 2014. Por favor, enviar para o e-mail: jairbrandaofilho@yahoo.com.br

Desde já agradecemos o apoio e esperamos a contribuição de todos e todas,

Jair Brandão – Parceria Brasileira contra Tuberculose STOP TB Brasil
Claudio Pereira – Articulação Nacional de Luta contra Aids ANAIDS
 
 
Questionário
Nome da Instituição:
Pessoa responsável peã informação:
E-mail:
 
Perguntas:
1 - Sua organização teve ou tem problemas de utilizar o SICONV ou outra forma de convênio federal para receber recursos? Caso sim quais? Por favor relatar o máximo possível.
 
2 - Quais sugestões e/ou propostas que sua organização tem para melhorar, facilitar ou mudar a forma de celebração de convênios e recebimento de recursos federal?
 
3 - Quais as dificuldades que sua organização encontra para receber recursos estaduais, municipais e privados? Tem sugestões para mudar esses processos?

 
Jair Brandão de Moura Filho - GESTOS – Soropositividade, Comunicação e Gênero
Contatos: (81) 3421-7670 / (81) 9764-5875 Tim / (81) 8861-8277 Oi
E-mail alternativo: jairbrandaofilho@yahoo.com.br / Skype: brandaofilho40

Secretario Executivo da Parceria Brasileira Contra TB
Membro do Colegiado Nacional e Regional da RNP+ Brasil
Membro da Comissão Nacional de DST, Aids e HV/MS
Membro da Comissão de Aids, TB e HV do Conselho Nacional de Saúde
Conselheiro Estadual de Saúde de Pernambuco
Membro do Comitê Técnico de Saúde Integral da População LGBT de PE

"...EU andarei vestido e armado com vossas armas para que meus inimigos tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me enxerguem e nem em pensamentos possam ter para me fazerem mal..." 


terça-feira, 28 de agosto de 2012

DIVULGAÇÃO DO PROGRAMA DA TUBERCULOSE:(Carlo Basilia)Via FB



28 de Agosto de 2012 14:51
DIVULGAÇÃO DO PROGRAMA DA TUBERCULOSE NO

Congressos de Prevenção e Fóruns em HIV/Aids, DST e Hepatites Virais
Sistema de saúde, redes comunitárias e o desafio de fazer prevenção
De 28.08.2012 a 31.08.2012 - São Paulo - São Paulo

CONVIDO A TOD@S A PARTICIPAREM DESSAS DUAS IMPORTANTES ATIVIDADES EM TUBERCULOSE, QUALQUER DÚVIDA ESTAREI NO CONGRESSO DE HOJE ATÉ O DIA 31.

______________________

29 de Agosto de 2012

1-Coinfecção TB/HIV: a integralidade do cuidado

Sala: Arandu 17h30/19h

Draurio Barreira – Programa Nacional de Controle da Tuberculose – Ministério da Saúde, DF
Rossana Brito - Hospital Federal Servidores do Estado, RJ
Marianna Hammerle – SMS de Paranaguá, PR
Leda Fatima Jamal – Coordenação Estadual de DST/Aids de São Paulo, SP
Helena Bernal – Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais – Ministério da Saúde, DF

31 de agosto de 2012

2- Acompanhamento de pesquisa em HIV e Mobilização comunitária no Tuberculose desenvolvidas no Brasil e em outros países

Sala: Piacatu 13h/16h

Giselle Raquel Israel – Programa Municipal de DST/Aids – SMSDC do Rio de Janeiro, RJ
Vitória Vellozo – SMSDC do Rio de Janeiro, RJ
Wim Vandevelde - Comite Comunitário Consultivo Europeu do European AIDS Treatment Group, ECAB / EATG e Membro do Grupo de Trabalho em novas drogas da STOP TB Partnership ativista do Global TB CAB

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Não há mais casos suspeitos de TB:

Não há mais casos suspeitos de TB: Mudando a forma como falamos sobre a tuberculose



Prezad@s,
                                                                                                                            
Segue matéria do Stop TB Partnership, movimento global de luta contra a tuberculose, se posicionando contra a utilização de palavras, conceitos e expressões de caráter estigmatizante e discriminatório, utilizados no combate à tuberculose.

Em agosto de 2010, durante o 1º Seminário “Tuberculose, Cidadania e Direitos Humanos: Refletindo sobre deveres para afirmação dos direitos das pessoas com Tuberculose”, promovido pelo PNCT, nós apontamos a utilização de linguagem discriminatória na terminologia biomédica utilizada pela tuberculose, a recomendação da substituição dessas expressões e a necessidade de uma relação mais humanizada no trato aos pacientes TB.

Clique aqui https://acrobat.com/app.html#d=6d5dyn2dC7iZ5lpEQNdZeg para ver a apresentação em Power Point.

estigma.jpgNão há mais casos suspeitos de TB:  Mudando a forma como falamos sobre a tuberculose

Maio 15, 2012 / Paris, França - 'faltosos' As palavras, "suspeito" e "controle" foram parte da linguagem da tuberculose (TB) de serviços por muitas décadas, e continuam a ser usado nas diretrizes internacionais e da literatura.

O efeito prejudicial da linguagem negativa como é detalhado por peritos em TB de todo o mundo em um artigo na edição de junho da Revista Internacional de Tuberculose e Doenças Pulmonares, "Linguage nos serviços de tuberculose: podemos mudar a terminologia centrada no paciente e parar o paradigma de culpar os pacientes? "

Os autores descrevem como os termos de julgamento, como se referindo a uma pessoa que pode ter tuberculose como um "suspeito TB" pode poderosamente influenciar atitudes e comportamentos em todos os níveis - de pacientes que inibem a procurar tratamento  e para moldar a forma como os decisores políticos encaram o desafio de enfrentamento da doença. Eles chamam a Parceria Stop TB para liderar as discussões sobre esta questão e fazer uma mudança.

"Do ponto de vista do paciente, esses termos são na melhor das hipóteses inadequadas, coercivas e incapacitante", diz o autor Dr. Rony Zachariah de Médicos Sem Fronteiras. "Na pior das hipóteses, eles podem ser percebidos como julgamento e criminalização".
O artigo também observa que a conotação fortemente negativa de palavras como 'faltosos' e 'suspeito' tendem a colocar a culpa pela doença e / ou a responsabilidade por resultados adversos do tratamento de um lado - o dos pacientes.
Reunindo as opiniões dos autores e instituições de África, Ásia, América Latina, Europa e no Pacífico, o artigo propõe que os termos atuais sejam substituídas por termos não-julgamento e centrada no paciente.
Por exemplo, 'suspeito TB' o termo poderia ser substituído por "pessoa com TB presuntivo" ou "pessoa a ser avaliada para a tuberculose", e um 'abandono' poderia ser referido ao contrário, como uma 'pessoa perdeu o acompanhamento do tratamento.

E, finalmente, que o termo «controle», o que não é utilizado em referência a outras doenças infecciosas igualmente problemáticas: poderia ser substituído com o mais apropriadamente descritiva 'prevenção e tratamento' ou simplesmente
eliminação.

O Stop TB Partnership e a Organização Mundial de Saúde responderam positivamente a esta chamada à ação como necessária para construir sobre a Carta dos pacientes para o Tratamento da Tuberculose, publicado em 2006, bem como as metas traçadas no Plano Global do Stop TB 2011 - 2015.

O mesmo problema IJTLD inclui um editorial pela Stop TB da Secretária Executiva Dr. Lucica Ditiu e o Vice-Presidente do Conselho de Coordenação da Parceria Blessina Kumar. "Tratamento da Tuberculose: por que o assunto seja", descreve o artigo como cristalizando um problema de longa data e fortemente concorda que a linguagem tem "o poder de transformar a maneira como as pessoas pensam e se comportam".
A Organização Mundial de Saúde também comentou que eles estão trabalhando em definições recomendadas de casos de TB e resultados de tratamento, e que a entrada dos autores serão considerados nesse processo. As suas recomendações finais são esperados até o final de 2012.

Clique aqui para ler o artigo:     http://www.ingentaconnect.com/content/iuatld/ijtld/2012/00000016/00000006/art00003
Clique aqui para ler o editorial: http://www.ingentaconnect.com/content/iuatld/ijtld/2012/00000016/00000006/art00001


Pesquisa e edição:

Carlos Basília
Fórum ONGs Tuberculose RJ
Observatório Tuberculose Brasil
Instituto Brasileiro de Inovações em saúde Social - IBISS

Conheça nosso trabalho de Advocacy, Comunicação e Mobilização Social

Campanhas de tuberculose:

Notícia:

sábado, 21 de abril de 2012

Tubercusose virus resistente

Peste Branca’ Resistente aos Fármacos Espreita Entre Ricos e Pobres
Reuters (03.19.12)::Kate Kelland
A Organização Mundial de Saúde (OMS) reuniu recentemente para discutir a possível emergência de uma nova forma de tuberculose (TB) resistente a todos os fármacos conhecidos, também designada TB “totalmente resistente aos fármacos (TRF)”. Se esta definição for considerada como a de uma nova classe, a TB TRF acrescentaria uma nova categoria à evolução da TB ao longo dos anos, desde a TB normal à multirresistente (MR), e mais tarde à extensivamente resistente (ER).
Lucica Ditiu, da Parceria da OMS ‘Parem a TB’, disse que todas as formas de TB resistente “são doenças totalmente fabricadas pelo homem.” “Desenvolveram-se porque os doentes foram mal tratados – quer com medicamentos de baixa qualidade, quer sem a quantidade necessária de medicamentos, quer com insuficiente observação e acompanhamento que fizeram com que o doente não concluísse o curso do tratamento”, disse ela.
“Não faz muita diferença aos doentes que a TB seja MR, ER ou TRF”, disse Ditiu. “Um grande número deles ver-se-á confrontado com um destino muito, muito infeliz.”
As taxas de TB resistente estão a aumentar rapidamente na Ásia, África, e em algumas das cidades mais prósperas do mundo, incluindo Londres, atualmente considerada a “capital Europeia da TB”.
Em 2005, a advogada estagiária Londrina Anna Watterson foi diagnosticada com TB MR depois de meses de tratamento para TB normal. “Os meus amigos ficaram verdadeiramente chocados”, declarou Watterson. “A maior parte deles só conhecia a TB pelo que tinha lido em romances Vitorianos.”
Na altura, Watterson estava a viver na vila nordeste de Brent, lar de uma vasta comunidade imigrante com bolsos de pobreza. À semelhança de muitos em Londres, ela viajava diariamente através do sistema de metro. Tinha também viajado para a Índia alguns anos antes.
“Nós tornámo-nos demasiado complacentes com a TB, julgando-a erradicada. Mas a verdade é que, até que ela desapareça do mundo em desenvolvimento, não irá desaparecer de lado nenhum”, disse Watterson.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Manifesto, TB/HIV, Latino Americano e Caribe


Prezad@s,
Segue manifesto, TB/HIV, Latino Americano e Caribe, clamando por um maior ativismo por parte das organizações não  governamentais para o enfrentamento da questão TB/HIV.
Em que pese o texto fazer nos fazer uma referencia positiva “ Brasil tiene un sólido movimiento de sociedad civil trabajando activamente en la co-infección TB-VIH, nós sabemos que a grave questão da morbimortalidade  relacionada associação aids e tuberculose, apesar de algumas ações e esforços isolados, não tem tido o devido peso e a atenção necessária na agenda política do movimento social, nos programas governamentais e nos serviços do SUS.
Fazemos coro e endossamos a referida chamada, para uma ação mais contundente no enfrentamento dessa questão, ao mesmo tempo crítica e negligenciada.
Fórum ONGs Tuberculose RJ
Secretaria Executiva
CEDUS - CEDAPS - GRUPO ÁGUA VIVA - GPV Niterói
REDE DE COMUNIDADES SAUDÁVEIS
_______________________________________________________________________
“Llamado de acción de Panamá para ampliar las actividades de colaboración TB/VIH”
TB-VIH: ¿Por qué no se escucha la voz de América Latina y el Caribe?[1]
El Día Mundial de la Tuberculosis (TB), 24 de marzo, es un buen momento para reflexionar acerca del rol de las organizaciones trabajando en VIH y sida de América Latina y El Caribe, en la prevención y atención integral de la TB.
Tristemente, nuestra región habiendo sido líder en variados temas como el acceso a tratamientos antirretrovirales, priorización de comunidades relegadas por la identidad de género, entre otras; es una de las regiones más tímidas respecto a la abogacía para prevenir la TB y la co-infección TB-VIH. No solamente callan las organizaciones de la sociedad civil, sino también los gobiernos, las agencias de cooperación y los donantes. Como señaló un/a activista:
“¿Por qué no decirlo de una vez por todas? Nuestras voces han sido acalladas cuando demandamos servicios de calidad para las personas afectadas o en riesgo de TB o aquellas con VIH en riesgo latente para la reactivación de la TB. Peor aún, nuestros esfuerzos han sido desdibujados o minimizados por oficiales de los Programas de TB y de VIH en nuestros respectivos países”
¿Por qué?
¿Acaso una de las lecciones más importantes del VIH es que el silencio es igual a la muerte?

Un grupo de activistas reunidos/as en 2011, promovieron el “Llamado de acción de Panamá para ampliar las actividades de colaboración TB/VIH-julio 2011” http://www.stoptb.org/wg/tb_hiv/assets/documents/Llamado_de_Acci%C3%B3n_de_Panam%C3%A1_TB-VIH.pdf
A pesar de esta reunión, que fue una más de las acciones aisladas sobre la co-infección TB-VH, no se han logrado avances a mediano ni largo plazo, mucho menos, el surgimiento del “largamente esperado activismo latinoamericano en TB”.

Al parecer hay muchas razones por las cuales la voz de América Latina y el Caribe sobre la co-infección TB-VIH no se escucha:

• Las y los activistas en VIH y sida de América Latina y El Caribe, no conocen la realidad de la epidemia de TB en nuestra región, ni de la co-infección TB-VIH.
• Los programas de TB y VIH trabajan de forma no tan coordinada como ser observa en otras regiones.
• Las personas viviendo con el VIH que han sobrevivido a la TB, aunque podrían hablar abiertamente sobre su diagnóstico de VIH, no lo harían sobre sus experiencias con la TB; precisamente, debido a la estigmatización de la TB que es más fuerte que la del VIH.
• La TB no es una prioridad de los y las activistas en la región, porque los liderazgos de las redes comunitarias y de activistas en VIH y sida, asumen que la TB no es un problema nuestro, que no nos afecta directamente. Si es así, entonces deberíamos analizar si nuestro liderazgo y activismo, tiene una orientación elitista la cual no nos permite percatarnos de la realidad de la co-infección TB-VIH.
• Cabe preguntarnos y responder honestamente: ¿Cuánto nos interesa abogar en favor de las personas “pobres” afectados/as por la TB? Un/a activista señala:
“Debido a la combinación mortal entre la falta de información confiable sobre la epidemia de la TB, junto con la actitud de ignorar las necesidad de los más pobres (usualmente los que nunca llegan a un servicio de salud); mientras se siga pensando que la TB es una "enfermedad de pobres" y, siga siendo estigmatizada, las barreras continuarán)”
Si las organizaciones trabajando en VIH y sida no pueden desestigmatizar la TB mostrándose a sí mismos/as como vulnerables a la TB y/o sobrevivientes de la misma; entonces ¿Quién podría hacerlo?
Algunos/as activistas expresaron su gran preocupación y tristeza al escuchar que las propias ONGs de la región de América Latina y El Caribe, al igual que los donantes, señalan que la TB no es un problema nuestro:
“Es para mí una gran pena escuchar de ONGs o donantes internacionales decir que la región de las Américas, no es prioridad en la TB, porque no tenemos los problemas que África o la India tienen. El día de hoy me han dicho: "Pero sus datos no reflejan tanto problema" ¿Qué les parece?”Existen algunos/as activistas que han sido la excepción en la región. Por ejemplo, Brasil tiene un sólido movimiento de sociedad civil trabajando activamente en la co-infección TB-VIH. Perú tuvo experiencias de capacitación horizontal desde las personas viviendo con el VIH hacia las personas afectadas por la TB. En México, existen algunas organizaciones de la sociedad civil (los propios/as activistas señalan que la base de estas organizaciones está conformadas por personas viviendo con el VIH), que han desarrollado información sobre la violación de los derechos humanos en contra de personas afectadas por la TB. En Bolivia, las personas viviendo con el VIH son parte de los 9 comités inter programáticos TB-VIH.
Con todo el esfuerzo que estas acciones hayan significado, la voz de América Latina y El Caribe sobre la TB y la co-infección TB-VIH, es todavía tímida, débil o inexistente.
Ésta es una invitación cordial para realizar un análisis autocrítico del trabajo de los y las activistas en VIH y sida de América Latina y El Caribe y, sobre nuestras prioridades para la incidencia política, preguntándonos ¿Cómo decidimos cuáles temas son más importantes que otros?

Usando los puntos principales del Llamado a la Acción de Panamá (citados a continuación), ésta es una invitación para tratar de entender conjuntamente, ¿Por qué parece no haber ni un solo progreso en los siguientes puntos?:
• “Promover la colaboración entre programas de TB-VIH, la sociedad civil, las instituciones académicas y otras socios para ampliar las actividades de colaboración TB-VIH, armonizadas en el contexto país;
• Incorporar a la sociedad civil en el seguimiento de actividades nacionales y los logros, el aumento de actividades de sensibilización y educación y el activismos para romper el silencio político, económico y programático relacionado con la co-infección TB/VIH en la región;
• Abogar desde la sociedad civil la inclusión en la agenda política del fortalecimiento de la salud pública y los sistemas de servicios sociales con un enfoque no discriminatorio, de determinantes sociales, de respeto de los derechos humanos, con perspectiva de igualdad de género y que respalde la diversidad;
• Promover el empoderamiento de las personas con TB/VIH y las comunidades promoviendo el acceso a los servicios, la retención y la adherencia, especialmente en poblaciones en situación de vulnerabilidad;
• Abogar por un aumento de investigaciones sociales, básicas y operativas y en la mejoría de la vigilancia de la tuberculosis y del VIH para apoyar las políticas basadas en evidencia y prácticas;
• Favorecer los procesos de cooperación técnica entre países;
• Revisar estos compromisos que estamos asumiendo en la próxima reunión regional”
Aparte de los 15.000 casos de co-infección TB-VIH conocidos en nuestra región el 2009:
¿Cuántos muertos/as más o cuántos co/infectados/as necesitamos para ponernos en acción?
¿Sabemos cuántas personas murieron en nuestros países debido a la co-infección TB-VIH el 2011?
Algunos/as activistas plantean que se deben realizar “autopsias orales”, e investigar las actas de defunción para encontrar la información sobre las causas de muerte de muchas personas con VIH murieron a causa de la TB extra-pulmonar no diagnosticada y por lo tanto no tratada.
No solamente los gobiernos, las agencias de cooperación y los donantes deben romper el silencio sobre la epidemia de TB y la co-infección TB-VIH, sino también la sociedad civil (y desde luego, también las personas afectadas o en riesgo de TB o de VIH o aquellas con fármaco resistencia).
En América latina y El Caribe, lo que existe en VIH y sida, es gracias a la demanda de las comunidades organizadas. Si los/as activistas en VIH y sida de América Latina y El Caribe priorizan la demanda de la co-infección TB-VIH, será tomada en cuenta. Si nosotros/as callamos, seguiremos siendo vulnerables a la TB y a la muerte a causa de la TB no diagnosticada ni tratada.
He aquí algunas preguntas sobre la co-infección TB-VIH, el objetivo de las mismas es que cada uno/a de los/as activistas las analice y se evalúe a sí mismo/a:
• ¿Dónde está la voz de las redes regionales de personas viviendo con VIH respecto a la co-infección TB-VIH?
• ¿Qué activista se ha pronunciado sobre la necesidad de trabajar mejor los temas asociados a la co-infección TB-VIH?
• ¿Qué se puede decir de la acción o inacción de las muchas organizaciones defensoras de los derechos humanos y de la salud, en relación a la epidemia de la TB?
• ¿Alguien ha escuchado al movimiento feminista pronunciarse sobre el impacto de la TB en las mujeres y la transmisión a los bebés?
• ¿Qué apoyo se ha recibido de las agencias de cooperación (incluida OPS, ONUSIDA y todas las demás) para que la sociedad civil trabaje en temas relativos a la co-infección TB-VIH?
• ¿Se conoce algún mensaje de los movimientos de jóvenes sobre los y las jóvenes que mueren debido a la TB y a la co-infección TB-VIH?
• ¿Se ha conocido algún mensaje de los movimientos indígenas sobre la epidemia de la TB?
• ¿Se conoce algún compromiso de gobierno para prevenir, tratar y curar la co-infección TB-VIH?
Sinceramente, esperamos que algunas de estas preguntas tengan respuestas. Lo contrario, significaría que las organizaciones trabajando en VIH y sida de América Latina y El Caribe, hemos fallado en poner en práctica el discurso que predicamos: no hemos defendido la causa del acceso universal y la atención integral para las personas viviendo con el VIH, olvidando la necesidad y urgencia de demostrar, abogar, detener y prevenir las muertes de personas viviendo con VIH y sida a causa de la TB.

Gracia Violeta Ross graciavioleta@gmail.com
Representante de la Comunidad
Grupo de Trabajo TB-VIH, Alianza para detener la TB
[1] Este mensaje fue grandemente enriquecido por los aportes de Alma de León (Guatemala), Francisco Rosas (México), Pablo Anamaría (Perú), Oswaldo Rada (Colombia) y Alberto Colorado (USA/México).

domingo, 1 de abril de 2012

Absurdo - SINSAUDESP - Enfermagem

Olhem só, que absurdo!

Sem citar a minha opinião pessoal sobre o tema - 30 horas para profissionais de Enfermagem - mas fiquei revoltado com o que li.
Como eu tenho no meu facebook de trabalho centenas de contatos da área de saúde, já me adicionaram em uns quatro grupos do facebook de Enfermagem, e parece que a categoria está numa verdadeira cruzada nacional para se mobilizar para ter o direito de trabalhar 30 horas semanais.

Eis que me deparo, num dos argumentos, com esse trecho tirado de um "artigo" do "Dr." José Lião de Almeida, citando um fato:

"A enfermagem é responsável por 60% das ações de saúde em uma instituição hospitalar. E mais: a jornada excessiva aumenta a contaminação por doenças infecto-contagiosas como hepatite C, TB, AIDS e outras."


A "carta" está sendo usada para mobilizar os profissionais da área pelo país.
Absurdo que esse tipo de mensagem seja panfleteada por aí. Até porque eles também estão exigindo piso salarial de R$ 3.255,00 para técnicos e auxiliares de Enfermagem trabalharem 30 horas semanais.
Fico só imaginando o potencial de difusão do conteúdo dessas reivindicações por aí.

Os profissionais vão simplesmente incorporar o discurso e passar a usar no dia a dia, para "defender a categoria".

Não duvido que logo haja ainda mais (porque de fato já acontece) profissionais se recusando a atender pacientes com HIV, Hepatite C e TB. Já aconteceu comigo, chega a ser nojento.  

Lamentável que essa "democracia", suja e irresponsável, não encontre limites.
Pedro Scharth
Rede Estadual de Adolescentes e Jovens Vivendo e Convivendo com HIV e AIDS do Rio de Janeiro


Nilo Geronimo Borgna disse...
Prezados Na verdade temos que analisar muitas coisas. A primeira e que sabemos que nenhum profissional de enfermagem tem apenas un emprego. Ai ja começa o problema, pois sabemos muito bem que com a jornada de 6 horas diarias estes profissionais vão ter dois, três e ate quatro empregos se bobear. Eu sou sua a favor das 30 horas desde e do piso salarial exigido desde que os profissionais sejam responsabilizados a assinar um termo de que terão apenas um emprego sob pena de demissao por justa causa. Pois caso contrario toda esta movimentação e nada mais nada mesmo que trocar seis por meia dùzia. Lucas Soler Espaço Saúde
  
          
Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Absurdo - SINSAUDESP - Enfermagem":

Discordo do argumento. Não se pode exigir do profissional que assine um Termo de Compromisso negando a ele um direito constitucional. O acúmulo de cargo na esfera pública ou mercado particular é um direito previsto na constituição do país. A beneficia principalmente quem trabalha na iniciativa privada. No funcionalismo público não muda grande coisa, visto que a maioria faz trinta horas semanais por contratação prevista em edital ou concessão dos gestor, que por lei é o responsável e pode fazer isso. No que e refere ao piso salarial digno, sinto muito se outras categorias profissionais são mal-remuneradas. Cada qual luta democraticamente pelo interesses da sua classe profissional e família, desde que dentro da lei. Direito de arrumar outro emprego e ganhar melhor todo mundo tem. Se dá pra fazer ou não é outra coisa. Se o autor do Blog já foi descriminado por algum colega de profissão, sentido-se com razão aviltado, ele deve procurar a Ouvidoria, a polícia e o Poder Judiciário. Uma coisa não tem nada a ver com outra. A atitude de alguns maus profissionais não deslegitima a luta da maioria. Não se pode envolver questões pessoais e ressentimentos com coisa outra coisa igualmente séria. 
 
 
Nilo Geronimo Borgna disse...
Concordo plenamente com a opiniao 30 hora s e outro emprego noutro lugar , vive CANÇADO EXTRESSADO , MAL HUMORADO ...GROSSEIRO infeliz quem for atendido por este priofissional . Conheço pessoas que trabalham em dois locais um de dia e outra jornada noturna e ( cuida de crianças.....) .Todo trabalhador ...TEM DIREITO a mais de uma A JORNADA DE TRABALHO NAO SAO CONFLITANTES. . Dizer que pega Hiv TB HEPATITES (por trabalharem de mais) ... no local de trabalho. o que e isso pessoal se o contagio se sabe como... Andam fazendo o que .....ou nao sabem utilizar medidas de segurança pra lidar com sangue tem os procedimentos pra lidar com qualquer secreçao de qualquer pessoa tem que se usar luvas mascara oculos cuidar de alguem com aids ou hepatites E OS CUIDADORES . COMO FICAM ...alegar que pega por exercer a profissao de enfermeira pera ai. ja recebem adcional de insalubridade quem trabalha em hospitais e clinicas . Concordo que va atraz de bons salarios mais justificar que DARAM .... oportunidade de abertura de mais emprego e balela tem enfermeiros trabalhando em mais de um hospital e ainda COLOCA-SE PARA CUIDAR DE PESSOAS ACAMADAS NOS FINAIS DE SEMANAS EM CASA . ESTAO ATRAS DE DINHEIRO ...ISTO. SIM MELHORES SALARIOS , CONCORDO As assistentes socialis ja conseguiram as 30 horas . as psicologas tambem andam atras das trintas horas . qualquer dia o Brasileiro so trabalhara 30 horas semanasi so os politicos trabalharam 30 horas MENSAIS. E VIVA NOS . HELENA L. PIRES
 

sexta-feira, 30 de março de 2012

Absurdo - SINSAUDESP - Enfermagem

Olhem só, que absurdo!

Sem citar a minha opinião pessoal sobre o tema - 30 horas para profissionais de Enfermagem - mas fiquei revoltado com o que li.
Como eu tenho no meu facebook de trabalho centenas de contatos da área de saúde, já me adicionaram em uns quatro grupos do facebook de Enfermagem, e parece que a categoria está numa verdadeira cruzada nacional para se mobilizar para ter o direito de trabalhar 30 horas semanais.

Eis que me deparo, num dos argumentos, com esse trecho tirado de um "artigo" do "Dr." José Lião de Almeida, citando um fato:
"A enfermagem é responsável por 60% das ações de saúde em uma instituição hospitalar. E mais: a jornada excessiva aumenta a contaminação por doenças infecto-contagiosas como hepatite C, TB, AIDS e outras."


A "carta" está sendo usada para mobilizar os profissionais da área pelo país.
Absurdo que esse tipo de mensagem seja panfleteada por aí. Até porque eles também estão exigindo piso salarial de R$ 3.255,00 para técnicos e auxiliares de Enfermagem trabalharem 30 horas semanais.
Fico só imaginando o potencial de difusão do conteúdo dessas reivindicações por aí.

Os profissionais vão simplesmente incorporar o discurso e passar a usar no dia a dia, para "defender a categoria".

Não duvido que logo haja ainda mais (porque de fato já acontece) profissionais se recusando a atender pacientes com HIV, Hepatite C e TB. Já aconteceu comigo, chega a ser nojento.  

Lamentável que essa "democracia", suja e irresponsável, não encontre limites.
Pedro Scharth
Rede Estadual de Adolescentes e Jovens Vivendo e Convivendo com HIV e AIDS do Rio de Janeiro

sábado, 21 de janeiro de 2012

Maior articulação política e integração TB-HIV


18.01.2012
Maior articulação política e integração TB-HIV
Projeto Fundo Global TB – Brasil

http://www.fundoglobaltb.org.br/userfiles/image/congresso_02_250px.jpg O controle da tuberculose exige o desenvolvimento de ações intersetoriais para uma resposta efetiva à doença. Nesse sentido, o PNCT investe na integração de ações junto ao departamento de DST/Aids para o controle da coinfecção e na articulação política para inserir de vez a doença na pauta do legislativo.

 De acordo com a coordenação do programa, no nível federal, a integração das ações vai de “vento em popa”. Tanto o PNCT quanto o Departamento de Aids já preconizam as ações colaborativas. Mas na ponta, o cenário ainda está longe do ideal.

 No nível municipal, o projeto TB/HIV da região Sul é o melhor e mais concreto exemplo da integração, mas os Serviços Ambulatoriais Especializados (SAE) da Aids já estão assumindo o tratamento dos pacientes de tuberculose. Para fortalecer este iniciativa, o Ministério da Saúde prepara campanha publicitária sobre a coinfecção.


Em relação à articulação política, desde o ano passado o programa tem priorizado a negociação junto aos parlamentares para que o Congresso Nacional participe ativamente com a elaboração e aprovação de projetos lei que garantam benefícios sociais para aos pacientes de tuberculose. Para este ano, já está agendada uma audiência pública no Congresso com presença confirmada do ministro Alexandre Padilha. O evento acontecerá no dia 27 de março e integrará a programação da Semana contra a TB, que marca mais uma edição do Dia Mundial de Combate à tuberculose (24 de março).

Segundo o coordenador do PNCT, Draurio Barreira, além do legislativo, o planejamento e as ações avançam na consolidação e na ampliação de parcerias com movimentos sociais e ativistas para promoção do efetivo controle social da doença. “Embora os resultados práticos ainda não sejam palpáveis, afinal a articulação é muito incipiente, conquistamos importantes avanços. Por exemplo, maior visibilidade para uma doença de determinação social, a sensibilização dos congressistas para apresentação de projetos de lei que favoreçam os doentes, a inclusão da tuberculose no programa do governo federal ‘Brasil sem Miséria’”, cita o coordenador.


14ª Conferência Nacional de Saúde
O tema da 14ª Conferência Nacional de Saúde, realizada no fim de novembro passado, veio de encontro ao controle da tuberculose. Embora as discussões não tratem de patologias especificas, muitas das propostas aprovadas estão relacionadas ao fortalecimento da atenção básica essencial para a abordagem da doença.

Neste sentido, cabe destacar a proposta de “qualificar a implantação da política nacional da Atenção Básica efetivando a estratégia da saúde da família http://www.fundoglobaltb.org.br/userfiles/image/14-cns_250px.jpgcomo principal porta de entrada aos serviços do SUS, garantindo a contra referencia da unidade básica de saúde a unidade hospitalar, melhorando a comunicação/interação entre os demais serviços da Rede de saúde” .


O coordenador Draurio Barreira defende que a principal porta de entrada para as pessoas com tuberculose ao SUS deve ser a atenção básica e a estratégia de saúde da família com o incremento da busca de sintomáticos respiratórias e da realização do tratamento diretamente observado. “A Conferência referendar uma proposta de qualificação e expansão da atenção básica e da estratégia de saúde da família reforça, mesmo que de forma indireta, o controle da doença no país”, explica.


Fórum ONGs Tuberculose RJ
Secretaria Executiva
CEDUS - CEDAPS - GRUPO ÁGUA VIVA – GPV Niterói
REDE DE COMUNIDADES SAUDÁVEIS 

Conheça nosso trabalho de Advocacy, Comunicação e Mobilização Social

Campanhas de tuberculose:


Notícia:

sexta-feira, 27 de maio de 2011

HIV ATLAS Newsletter May 26th, 2011

HIV ATLAS Newsletter May 26th, 2011

Daily index of classified information on HIV, TB & Malaria for you!
HOME | LOGIN | TWITTER | MANAGE SUBSCRIPTION | VIEW ONLINE
If ever you may have a big problem
If ever you may have a big problem, don't say, 'God I have a big problem!', but instead; 'Hey Problem, I have a big God and everything will be okay!
Banner
Recent Classified Ads
Thursday, May 26, 2011
Libyan parents hope for long-sought answers in HIV mystery (AEGiS.org)
Thursday, May 26, 2011
The ACTG Immunizes First Subject in Clinical Trial of Profectus BioSciences' Therapeutic HIV DNA Vaccine (AEGiS.org)
Thursday, May 26, 2011
New York Academy of Sciences Event - Cracking the Safe: Advances in HIV/AIDS Prevention and Treatment (AEGiS.org)
Thursday, May 26, 2011
CDC HIV/Hepatitis/STD/TB Prevention News Update 05/25/2011 (AEGiS)
Wednesday, May 25, 2011
U Should Know Offers New STD Status-Sharing Service On-line For College Students and Others (AEGiS.org)
Latest Jobs
Thursday, May 26, 2011
Physician, HIV Specialist - Erie Family Health Center - Chicago, IL
Thursday, May 26, 2011
Summer Internship - Pediatric AIDS/HIV Care, Inc. - Washington, DC
Thursday, May 26, 2011
Consultant (Data Focal Point) In Child Protection Section, United Nations Childrenâ??s Fund (UNICEF), Location:New Delhi
Thursday, May 26, 2011
Corporate Fundraising Officer, Swiss Emmaus India, Location:Gurgaon
Thursday, May 26, 2011
Project Officers and Project Associates, Centre for Environment Education (CEE), Location:Goa
Featured Jobs
Office Assistant
Quality Improvement Director (Consultant)
Regional Advocacy Coordinator
Knowledge/Communica tions Manager
Training Coordinator
Latest Abstracts and Research
Thursday, May 26, 2011
Hypoglycaemia and severe Plasmodium falciparum malaria among pregnant
Thursday, May 26, 2011
Polysome profiling of the malaria parasite Plasmodium falciparum.
Thursday, May 26, 2011
Astrocytes contacting HIV-1-infected macrophages increase the release of CCL2 in response to the HIV-1-dependent
Thursday, May 26, 2011
Autocatalytic maturation, physical/chemical properties and crystal structure of group N HIV-1
Thursday, May 26, 2011
Intravaginal insertion in KwaZulu-Natal: sexual practices and preferences in the context of microbicide gel use.
Latest HIV News
Thursday, May 26, 2011
Assemblies of God signs MOU with six HIV/AIDS support groups - Ghana Business News
Thursday, May 26, 2011
Mymetics releases HIV Vaccine MYM-V101 Phase I trial results - Pharmaceutical Business Review
Thursday, May 26, 2011
HK reports 103 HIV infections in Q1 - Xinhua
Thursday, May 26, 2011
Johnson & Johnson details drug pipeline advances - The Associated Press
Thursday, May 26, 2011
HIV killer tells victims he is sorry - Montreal Gazette
Latest TB News
Thursday, May 26, 2011
Former Ramsey County inmate with TB sues - Minneapolis Star Tribune
Thursday, May 26, 2011
Toxoplasma, Toxocara and Tuberculosis co-infection in a four year old child - BMC Pediatrics
Thur sday, May 26, 2011
Link between diabetes and increased risk of tuberculosis reported - Diabetes.co.uk
Thursday, May 26, 2011
Over 10500 cases of tuberculosis reported in one month - The Express Tribune
Wednesday, May 25, 2011
County cuts tuberculosis screening to state minimum to save money - Columbus Dispatch
Latest Malaria News
Thursday, May 26, 2011
RPT-Cricket-Royals lament abdication of King Warne - Yahoo! Eurosport UK
Thursday, May 26, 2011
Scientists envisage vaccines for malaria, TB, HIV/AIDS by 2020 - Daily News & Analysis
Th ursday, May 26, 2011
Development partners supporting Ghana's malaria control commended - Ghana Business News
Thursday, May 26, 2011
Rajasthan Royals lament abdication of King Warne - Times of India
Wednesday, May 25, 2011
Health funding freeze shows NGO dilemma - Global Times
Events
RETREAT FOR RELIGIOUS LEADERS OF VARIOUS FAITHS WHO ARE HIV POSITIVE AND AFFECTED ON MARCH 09-11-2011
Vatican to host AIDS prevention, care conference (AEGiS.org)
Invitation to Attend IPACHA Consultation
National Conference on Public Health Implications of Domestic Violen
Rwanda: Us$3 Million Raised During Private Sector Summit
Latest Videos
HIV AIDS Awareness Short Documentary
Kids Fight Malaria Promo
O Vírus HIV
ROTARY INTERNATIONAL: WENDY STEIN/SHAWN - PRESENTATION - DHAKA, BANGLADESH 2011
Dr Claus Koehnlein RA2009
Women Related
Thursday, May 26, 2011
Mymetics releases HIV Vaccine MYM-V101 Phase I trial results - Pharmaceutical Business Review
Thursday, May 26, 2011
HIV killer tells victims he is sorry - Montreal Gazette
Thursday, May 26, 2011
Acting badly with AIDS - Global Times
Children Related
Thursday, May 26, 2011
BURUNDI: Religious leaders' resistance to condoms hurts HIV fight - Plus News
Thursday, May 26, 2011
Schools minister Nick Gibb says lack of HIV education is 'unforgivable' - PinkNews.co.uk
Thursday, May 26, 2011
Reportlinker Adds Specialty Pharmaceutical Industry - 2011 Yearbook - Sacramento Bee
Homophobia Related
Thursday, May 26, 2011
Kenya: US HIV/Aids Funding Agency May Force Nation to Mainstream Gay, Lesbian ... - AllAfrica.com
Thursday, May 26, 2011
LGBT Pride Week in Cambodia: Reconciling Family Norms with Sexual Orientation - Toward Freedom
Newsletter Compiled from:- AEGiS | AIDS.gov | AIDS-ASIA | AIDS-INDIA | AIDSPORTAL.org | About.com | Aids-write.org | All Africa.com | CDC | Chiildren & HIV | Clinical Care Options HIV | Daily Med | EATG | EBLING LIBRARY | Eldis-Jobs | Eldis.org | GNP Latest news | Google Homophobia | Google-HIV Baby-sitting | Google HIV NEWS | Google MALARIA NEWS | Google TB NEWS | HIV Law Project | HIV Positive Dating | HIV Twinning News | Hivdatfla | Hivsnp | IAVI | IFANET-INDIA | IGIB/CSIR | DevNetJobs | Indeed.com | Iran HIV AIDS | Juju-HIV | Kaiser-Child-Health | Kaiser HIVAIDS | Kaiser Malaria | Kaiser Tuberculosis | Kaiser-US.HIV | Medical News-HIV | Medical News-TB | MEDSCAPE | Medsin Manchester | National AIDS Map | Nature Jobs | Nets at Harvard University | NIAID | NMAC | NIH.gov | NMPrev | OpenSource.org.in | Oxfam Jobs | Partners Zambia | Policy and Ethics | PozHealth | PubMed-HIV | PubMed-Malaria | RBM Topline Stories | SAATHII | Save The Children | Treatment Action Campaign | Tuberculous Meningitis | Tuberculosis Pulmonary | UKLug-HIV | UKLug-Tuberculosis | UNAIDS-JOBS | UNAIDS-SERVICE | UNICEF NEWS | UNICEF Photo Essays | WHO | Women & HIV |

All information Collected, Collated and Classified into :- ABSTRACTS | ANNOUNCEMENTS | BABY SITTING | CALL FOR ACTION | CIRCUMCISION | CHILDREN | COMMUNITY | CONDOM | CONFERENCE | COUNSELLING & TESTING | DATING | Development Sector Jobs | FELLOWSHIP | FUNDING | GAY/LESBIAN | IN KIND DONATION | INTERNSHIP | JOBS | LOCAL MEETING | MEDICAL EQUIPMENTS | MICROBICIDES | NEWS-HIV | NEWS-MALARIA | NEWS-TUBERCULOSIS | NOMINATIONS | NUTRITION | OBITUARY | PAPERS/ARTICLES | PHARMACEUTICALS | POLICY/LEGAL | PPTCT | PRESS RELEASE | PROPOSALS | RELIGION | RENTAL/HOUSING | RESOURCES | SPONSORSHIP | STI RELATED | TENDERS | TRAINING | TREATMENT | VACCINE | VOLUNTEER | WOMEN | YOUTH
To avoid having your daily alert from HIV ATLAS go to spam, please add