Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador Lesbicas. Mostrar todas as postagens
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sábado, 1 de setembro de 2012

MARCHA DAS MULHERES LGBT(/)-Vídeo_You Tube


MARCHA DAS MULHERES LGBT(/)

Domingo sem sol adivinha para onde nós vamos?
No ultimo domingo houve a IV Marcha das mulheres LGBT(26/Ago)
Marcada via Fb teve concentração no Posto 6 em frente a Rua Constante Ramos.
Saíram em direção ao Quiosque Rainbow e próximo ao Hotel Copa cabana Palace.
Nesse Domingo veio bem a calhar pois estava um tempo meio 'Lusco Fusco”(expressão antiga que significa Mais ou menos)e esse tempo veio bem a calhar.
Um tempo sem sol mas, sem chuva incerto como as nossas características.
Não somos o que parecemos,mais às vezes parecemos o que somos.
Estiveram presente na passeata Indianara representante das Transgêneras.
Yone Lindgrem do Movimento Dellas e tem Mulher Na Parada. Dra Marcia Regina Marçal Dda Comissão Eatadual LGBT e C. Mov. Populares. A candidata do PV a Vereadora Janaia Sant Anna. O Vice Presidente do Grupo Arco-Íris Alejandro. Priscila Barros Do Grupo Ensaios, entre outras Não menos importantes.
Haviam cerca de 100 pessoas com faixas coloridas, cada uma com uma reivindicação das lésbicas.
Gritávamos Frases de efeito dentre tantas destaco:
  • -Nem mais nem menos Direitos iguais.
  • -Ih e daí? Eu amo homem mulher e travesti!
  • -Dilma que papelão!
Não se governa com religião!
A despeito de sermos cerca de cem pessoas, conseguimos fazer um grande Barulho!
Terminamos em frente ao Hotel Copa com um agradecimento e com um discurso.
(Aguardem em meu Canal no YOU Tube
Nborgna1, os Cinco s Vídeos que gravei.
Ngb
Ativismocontraaidstb













domingo, 26 de fevereiro de 2012

Filho é disputado por ex-casal de lésbicas





Filho é disputado por ex-casal de lésbicas


CLÁUDIA COLLUCI
DE SÃO PAULO

Um ex-casal de lésbicas de São Paulo disputa na Justiça a guarda de um menino gerado com os óvulos de uma e gestado no útero da outra, informa Cláudia
Collucciem reportagem na Folha deste domingo.
A íntegra da reportagem está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
"Cedi a todas exigências dela. Deixei carro, deixei apartamento. Saí com a roupa do corpo", afirma Gisele.
A criança foi gerada por fertilização "in vitro" durante o terceiro ano de casamento. Os óvulos fecundados da doadora foram implantados na ex-companheira, que desde a separação impede que ela veja a criança.
Leia a reportagem completa na Folha deste sábado que já está nas bancas.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

3* Gaymado de Caxias e o 1 FUTLesb Baixada

......Olá, Queridos amigos espero que todos estejam bem. Lembrando que no dia 29/01/2012 a partir das 13:00 horas aqui na praça do galo em

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Joao compartilhou um link em seu mural.

Joao compartilhou um link em seu mural.
Você sabia que agora eu tenho uma página do livro Viagem Solitária?

Vou esperar você curtir a página Você já leu meu livro que acaba de ser premiado?. O link dela é esse:

https://www.facebook.com/pages/Viagem-Solit%C3%A1ria/205100982907932
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Viagem Solitária
Escritor. Autor do livro Viagem Solitária - Memórias de um transexual 30 anos depois, pela editora Leya. |Redes Sociais - Joao W Nery| ° Blog: www.jwnescritor.blogspot.com ° Twitter:www.twitter.com/joaownery1 ° Youtube:www.youtube.com/user/joaownery1 ° Meadiciona:www.meadiciona.com/joaownery
http://soutranshomemedai.webnode.com/videos/
http://meadiciona.com/joaownery
http://www.calameo.com/read/000726348bf68afe988f7
http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=3677270&csParam=%7B%22feature%22%3A%22viewpersonalized%22%2C%22source%22%3A%22Home+Principal%22%2C%22recType%22%3A%22viewpersonalized%22%7D
http://www.facebook.com/pages/Viagem-Solit%C3%A1ria/205100982907932
Viagem Solitária
Para ver seu mural ou para escrever no mural de Joao, clique no link abaixo:
http://www.facebook.com/n/?permalink.php&story_fbid=236566709754947&id=100001786963333&mid=576db33G5af37afd2585G6cfc8cG3a&bcode=mFUxm4vD&n_m=nborgna1%40gmail.com
Obrigado,
A Equipe do Facebook.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Presidente do Equador:LGBT Para curá-las da " doença" que é ser lésbica.

Equador: As curas que matam. Feche as  "clínicas" que torturam pessoas LGBT.
Diga ao Presidente Rafael Correa para tomar uma atitude agora

 
Car@ Ana Maria Bontempo,
O mundo está finalmente abrindo os olhos para uma situação horripilante no Equador, onde a população LGBT e grupos de direitos das mulheres estão denunciando há muitos meses a existência de clínicas ilegais no Equador, que estão mantendo em cativeiros mulheres para serem estupradas, torturadas, violentadas e privadas de água e comida, pelas mãos dos chamados "profissionais de saúde ou cuidadores".
O porquê disso? Para curá-las da " doença" que é ser lésbica.
Enquanto o Governo do Equador mostrou ter fechado mais de 30 clínicas nos últimos meses, ativistas afirmam que ainda há mais de 200 clínicas como estas em todo o país, mantendo em cárcere privado centenas de mulheres contra a sua vontade. Muitas pessoas, a maioria mulheres, ainda estão correndo risco.

Por isso a sua voz conta, e muito. Assine aqui e nós vamos entregar esta carta diretamente ao Presidente do Equador, assim como o Presidente da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, exigindo que estas clínicas ilegais sejam fechadas de uma vez por todas. Se o Presidente Correa, um líder que construiu a rua reputação com base em ideais progressistas, souber que existe uma comunidade internacional que está de olho no Equador, ele tomará uma providência.
www.allout.org/pt/ecuadorclinics
Estas clínicas que "curam os gays" ainda existem em várias partes do mundo, apesar de não terem nenhum reconhecimento por parte da comunidade psiquiátrica e associações médicas internacionais, tendo estas inclusive afirmado que as clínicas podem prejudicar a saúde das pessoas. Há algumas semanas atrás, uma jovem no Equador disse à imprensa que ficou presa em uma das clínicas por muitos meses, sendo abusada sexualmente e com seguranças jogando água e urinando sobre o seu corpo. Finalmente, com a ajuda da sua mãe, ela foi libertada.
Muitos pais e mães forçam jovens a um regime de "quarentena" nestas perigosas clinicas, mas o fato é que : elas são ilegais. O Equador recentemente aprovou uma constituição progressista que apóia os direitos dos gays, incluindo, uniões civis entre pessoas do mesmo sexo. O país também possui leis robustas para punir a violência contra as mulheres. Mas mesmo com as penalidades previstas em seus códigos, essas perigosas clínicas ainda se mantém.
Ativistas no Equador e os seus parceiros na Change.org tem enviado petições ao Ministro da Saúde para fechar estas clínicas. Mas a responsabilidade para tomar alguma providência também é daquele que foi eleito por meio do voto para que se mantivesse o estado de direito no país - O Presidente Rafael Correa. Assine esta carta urgente ao Presidente Equatoriano, e nós vamos entregá-la diretamente à ele, junto com os nossos parceiros no Equador, exigindo que essas clínicas ilegais sejam fechadas de uma vez por todas! O Presidente Correa precisa saber que a pressão internacional sobre este assunto é notória e crescente, e ignorar o que está acontecendo em seu país não irá resolver o atual problema.
www.allout.org/pt/ecuadorclinics
Tudo de bom e sempre, All Out,
Andre, Emmy, Erika, Flavia, Guillaume, Jeremy, Joseph, Nita, Oli, Tile, Wesley and the rest of the team at All Out
PS - Clique aqui para pedir ao Presidente Rafael Correa - que já apoiou os direitos LGBT na Constituição - para tomar uma atitude agora


FONTES:
Lesbians Escape From Ecuador's “Ex-Gay” Torture Centers (Inglês)
www.advocate.com/News/Daily_News/2011/10/07/Lesbians_Escape_From_Ecuadors_ExGay_Torture_Centers/
En Ecuador, gays denuncian clínicas para cambiar su orientación sexual (Espanhol)
m.eltiempo.com/mundo/latinoamerica/gays-denuncian-clnicas-ilegales-para-cambiar-su-orientacin-sexual/8424560
Comitê denuncia clínicas anti-homossexualidade no Equador
http://act.allout.org/go/556?akid=354.636307.hN6yj6&t=8
Equador fecha quase 30 clínicas que prometiam 'cura' para homossexualidade
www.g1.globo.com/mundo/noticia/2011/08/equador-fecha-quase-30-clinicas-que-prometiam-cura-para-homossexualidade.html
Sergio Viula, um dos criadores do grupo que defende a “cura” da homossexualidade, se assume como gay e diz que tratamento é uma farsa
www.revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT868192-1664-1,00.html

A All Out está colocando em contato muita gente de cada canto do planeta e todas as identidades – lésbicas, gays heteros, transgêneros e tudo no meio e além – para construir um mundo em que cada um viva livremente e seja aceito pelo que é.
Nosso endereço é:
Purpose Foundation
224 Centre St
New York, NY 10013 Copyright © 2011 AllOut.org, All rights reserved.

sábado, 1 de outubro de 2011

ABGLT Solicita ao Ministério Público Federal

para  conhecimento
ABGLT  solicita ao Ministério Público Federal a tomada urgente de providências cabíveis - "sobre a campanha que pede a morte do deputado federal Jean Wyllys", "penetração corretiva de lésbicas"e " Incentiva pedofilia e  Homofobia ", diante  da  resposta  da  Policia  Federal ( anexo).
Toni Reis
Presidente ABGLT

Ofício PR 226/2011 (TR/dh)                                                                Curitiba, 29 de setembro de 2011

Ao:      Exmo. Sr. Roberto Gurgel
Procurador-Geral da República

À:        Exma. Sra. Gilda Carvalho
Procuradora Federal dos Direitos do Cidadão
Procuradoria-Geral da República
            pfdc001@pgr.mpf.gov.br; pfdc@pgr.mpf.gov.br

Assunto:         Solicitação de tomada urgente de providências cabíveis

Prezada Senhora:

A ABGLT – Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, fundada em 1995, é uma entidade de abrangência nacional que congrega 237 organizações congêneres e tem como objetivo a defesa e promoção da cidadania desses segmentos da população.

Neste sentido, chegou até nós uma denúncia sobre os 3 links abaixo, de blogs na internet, ao que parece da mesma autoria, e que:

1)      Pede a morte do deputado federal Jean Wyllys
2)      Incentiva e explica passo por passo a “penetração corretiva de lésbicas” e em cujo texto consta, entre outras coisas “as outras lésbicas, assim como os homossexuais masculinos,devem ser enterrados vivos e subsequentemente mortos”:
3)      Incentiva o racismo, pedofilia, estupro, homofobia e xenofobia

Solicitamos a tomada de providências para que os blogs sejam tirados do ar e para que os autores respondam pelos atos criminosos perpetrados.

Na expectativa de sermos atendidos, estamos à disposição.

Atenciosamente

Toni Reis
Presidente


terça-feira, 5 de julho de 2011

Para entender o termo Orgulho Gay Tradução (Lisa Mineli)


A verdadeira historia pq outros omitem as pesoas TRANS deste senanario:

A Revolução Trans, Lésbica e Gay de 28 de junho de 1969 ± o ano em Nova Iorque

Um bar em Nova York MOTAN Stonewall Inn, em 1969 provocou o início ³ de movimento para os direitos das pessoas e transexuais, lésbicas, gays e bisexualers.
New Day / Actualizacià ³ n Jornal Digital Transexual. HACA De vários dias, veia polícia assediar clientes de um bar para as pessoas transexuais e / ou transexuais, lésbicas e gays, de Nova York rua Christopher, Greenwich Village, chamado Stonewall Inn .
Assédio, liderada pelo Inspetor Seymour Pine, consistÃa a visita de funcionários da polícia, em busca de evidências para provar que não é o álcool vendÃa ilegalmente.
Abaixo desta área segura, outro existÃa realidade ligada à Corrupção Nenhum policial. Para Tena seu próprio nome: 'Gayola'. O mesmo responsável consistÃa debaixo da mesa Os proprietários destes estabelecimentos ± os, que, desta forma para acabar com este intervenções policiais constantes.
Sega º n é dito, os moradores que se recusaram a fazer pagamentos por baixo da mesa para a polícia são expostos a qualquer momento, os agentes invadiram suas instalações e prenderam todos dentro desses, geralmente submetido © Ndola para uma inspecção mais humilhante.
Dias após © s que Pine e seus agentes invadiram o Stonewall Inn, causando um número de clientes começaram a reclamar de abusos "polícia", a polícia voltou ³ entrar em Ação n às 1:20 do MAA ± ana o 28 de junho de 1969.
Para alguns observadores, talvez os representantes da lei e da ordem não poderia ter escolhido um momento pior: o que mais tarde comunidade gay conocerÃa s como ele foi, então, bastante deprimido, naquela noite, porque durante o dia de feijão foi enterrado New York uma de suas figuras mais admiradas s, o imortal Judy Garland, morreu dias antes em Paris.
Mas os agentes inundou o quarto, fechou as portas e, de acordo º n é dito, tinha todos sob controle enquanto L vai escolher quatro O Próximo Passo.
Em última instância, os agentes disseram que deixar ir de qualquer um com identificações ³ n. Quem tinha que ter, e lidar com todos os cross-dressing, transgêneros e / ou transgene © Neros foram presos, incluindo o precursor emntre portorriqueà Ryvera ± Silvia.
Enquanto que sucedÃa a rua na entrada do bar, começou a encher com as pessoas que habÃan ciente do que estava acontecendo. Ao mesmo tempo acredita-se que a multidão, alimentada por aqueles habÃan foi deixando paroquianos a abandonar as instalações, atingiu a 400 ³.
Então surgiu o gatilho: quando um dos três travestis que a polícia até um de seus ônibus saiu de repente bateu uma ³ ³ polícia e voltou para pegá-la pela força.
Os gritos de "brutalidade policÃaca" proferidas pelo povo, misturado com insultos e arremesso de objectos, incluindo moedas, foi rápida. Quando os objetos jogados começou a tomar forma com pedras e garrafas, Pine e seus agentes buscaram refúgio no local.
Enquanto isso, as coisas começaram a ser ³ Ela ainda mais quente s, a multidão que começou a quebrar as janelas das instalações para o acesso à © ste, começa ³ parquÃmetros usar projéteis e até mesmo planejou para pulverizar a estrutura com o fluido isqueiro para queimar bar, com o interior da polícia.
Felizmente, quando os reforços policiais chegaram Pine flertou com a idéia triste de ordenar seus oficiais abriram fogo contra uma multidão revoltada, que provavelmente tinha levado ao matadouro.
Mas mesmo os Táticas Operações Unitárias (espécie de tropa de choque) teve que enfrentar a ira ea chuva de objetos dos desordeiros, incapazes de controlar a cena até bem no final da manhã.
No final houve 13 prisões e três feridos em policarbonato.
Não poderia faltar, é claro, que os porto-riquenhos tinha algas º n ± ou envolvidos no assunto. Neste caso, uma das quais estava lá era um transexual e Puerto riquenhos de ascendência venezuelana chamada Sylvia Rivera ± a, ± 18 anos de idade, que pronunciarÃa CA © Lebre frase: â € Oeno quero perder um momento dessa . Â ³ Este é o â € revolucionária n!
CONTROLE DE GRUPO
Para sa parece que era: apesar de protestos antes habÃan sido para a causa dos direitos gay considera-se que os motins de Stonewall são as primeiras ocasiões ³ n que â € œpersonas com a mesma orientação sexual e desejos de uma feira, já não são isoladas e se juntou para lutar sistemaâ €, como se lê um artigo publicado após © s.
â € œThe motins de Stonewall marca o início do ³ movimentos de libertação n gay que transformou a opressão Não para gays e lésbicas em chamadas para o orgulho e ações ³ nâ €, acrescenta o artigo que aparece nos arquivos da página da Universidade de Columbia .
A verdade é que algumas semanas começaram a surgir várias organizações que representam os gays, muitos deles contendo a palavra em seu nome Stonewall.
E a 28 de junho de 1970, para comemorar o primeiro aniversário da revolta ocorreu ³ start-bancos-los em Christopher Street, o primeiro paradas do orgulho gay, que excursionou ³ 15 ruas da cidade de Nova York e foi apoiado ³ linhas de marchas simultâneas em Los Angeles e Chicago.
Em 1971, o movimento espalhou n º ³ s anos mais, incluindo Boston, Dallas, Milwaukee, Londres, Paris, Berlim Ocidental e Estocolmo.
Asa, embora tarde, marchas pelos direitos dos homossexuais, finalmente, juntou-se ao rio habÃan protestos esmagadora de ano sixties ± os, incluindo os direitos civis, o chamado Poder Negro, a libertação Não manifestações de estudantes do sexo feminino em relação ao serviço recrutamento e da Guerra do Vietnã.
Como é habitual neste tipo de coisa, ano após © s ± os, aqueles que eram fatos vÃctimas circunstancial, os patronos do Stonewall Inn, passaram a se tornar lendas vivas. Cada ano ± ou, como agora, realizada em Nova York que é hoje conhecida como a Parada do Orgulho Gay (Gay Pride), Ã © sta corre ao longo da Quinta Avenida, até o Greenwich Village e, eventualmente, através da parte dianteira Stonewall Inn, transformado ao longo do tempo em um monumento.
E entre aqueles que estão marchando são membros da Associação de Veteranos de Stonewall, composto, como o nome sugere, por algumas das vítimas do CA © Lebre invasão de 1969, incluindo-riquenhos jornalista Puerto ± cobre do Capitólio , Cristina Hayworth, do microfone famosos que lê "Capito-Lao."
â € œFui um dos poucos que eu estava dentro quando aconteceu tudo ³ €, disse recentemente, que â € œpero º ano n viver nós concordamos que ninguém consegue falar por si: nós estamos no processo de escrever um livro onde diga tudo o que aconteceu para além € ³.
Em 1999, o grupo foi recebido na mansão executiva por Rudy Giuliani o então prefeito de trigo a ser cumpridas © simo aniversário do incidente.
E Sylvia Rivera, que morreu em 2002 com a idade de 50 anos ± os Next © s de uma vida dedicada ao ativismo, chega ³ até ter sérias diferenças na Administração Pública com os líderes gay quando eu pensei ³ que eles estavam marginalizando os travestis em seus esforços para infundir um tom de movimento mais conservador aceitável s-tem até recebeu uma página de confirmação e Stum: h oy em dia, Sylvia Rivera esquina da rua Caminho com Christopher Street, em Greenwich Village ... a poucos quarteirões do Stonewall Inn.






Em memória de Sylvia Rivera e precursor / Stonewall é




Paty Betancourt
Fundador da rede trans lac
sub-regional coordenador para a América Central e México lac rede de transportes
COORDENADOR mulheres no México GRAL.RED AC TRANS
                                        
"Para a luta na visibilidade das mulheres trans"

Bjossssssssss,
Sme mais,
Att.

Sadessa Vieira.

2011/7/5 nilo geronimo
 
Lisa publiquei no blog sem traduzir vou ver em outro forum se alguem
traduz para que os não leitores de espanhol

Tradução:  Sadessa T. Vieira
                                  Diretora Presidente da ATNH/RS
                                     Vice - Presidente REDTRANS
                      Fone: Oi: (51) 8405.44.32 ou TIM: (51) 8198.71.61
"SOU A ALEGRIA DE QUEM ME AMA, A TRISTEZA DE QUEM ME ODEIA E A OCUPAÇÃO DE QUEM ME INVEJA"!!!!
                                             

                          

Para entender o termo Orgulho Gay (LISA Mineli)

Así comenzó la revolución de transexuales, Lesbianas y Gays un 28 de junio del año 1969 en Nueva York
 
 
Un motín en la barra neoyorquina Stonewall Inn desató en 1969 el inicio del movimiento en pro de los derechos de las y los transexuales, lesbianas, gays y bisexualers.
Nuevo Dia/Actualización del Diario Digital Transexual-. Desde hacía varios días, la policía venía acosando a los parroquianos de una barra para personas transgenero y/o transexuales, lesbianas y gays, de la neoyorquina calle Cristopher, de Greenwich Village, llamada Stonewall Inn.
El acoso, dirigido por el inspector Seymour Pine, consistía en la visita de agentes de la policía, en busca de evidencia para probar que allí se vendía alcohol ilegalmente.
Debajo de esta superficie inocua, sin embargo, existía otra realidad vinculada a la corrupción policiaca. Hasta tenía su propio nombre: 'Gayola'. La misma consistía en cobrarle por debajo de la mesa a los dueños de estos establecimientos, los cuales, de esta manera, detenían estas constantes intervenciones policiales.
Según se dice, los locales que se negaban a hacerle sus pagos por debajo de la mesa a la policía se exponían a que, en cualquier momento, los agentes irrumpieran en sus predios y arrestaran a todo el que estuviera adentro, por lo regular sometiéndolo a unas inspecciones bastante humillantes.
Días después de que Pine y sus agentes allanaran el Stonewall Inn, provocando que varios de los clientes empezaran a quejarse de los 'abusos policiacos', la fuerza policial volvió a entrar en acción a la 1:20 de la mañana del 28 de junio de 1969.
Para algunos observadores, tal vez los representantes de la ley y el orden no pudieron haber escogido un momento peor: lo que más tarde se conocería como la comunidad gay ya estaba entonces bastante deprimida esa noche, puesto que durante el día había sido enterrada en Nueva York una de sus figuras más admiradas, la inmortal Judy Garland, muerta día antes en París.
Pero los agentes inundaron el local, cerraron las puertas y, según se dice, tuvieron a todo el mundo bajo control mientras decidían cuál sería el próximo paso.
Al final, los agentes anunciaron que dejarían ir a todo aquel que tuviera identificación. Los que no hubieron de tenerla, así como todas las travestís, transexuales y/o transgéneros fueron arrestados, emntre ellas la precursora portorriqueña Silvia Ryvera.
Mientras eso sucedía, la calle, a la entrada de la barra, comenzó a llenarse de personas que se habían enterado de lo que estaba ocurriendo. En determinado momento se cree que la multitud, alimentada por aquellos parroquianos que habían ido dejando salir del local, ascendió a 400 personas.
Entonces surgió el detonante: cuando una de las tres travestis que la policía subía a una de sus guaguas se bajó de pronto, un policía la golpeó y volvió a meterla por la fuerza.
Los gritos de 'brutalidad policíaca' proferidos por la gente, mezclados con insultos y el lanzamiento de objetos -incluyendo monedas- no se hizo esperar. Cuando los objetos lanzados comenzaron a tomar la forma de piedras y botellas, Pine y sus agentes buscaron refugio dentro del local.
Entretanto, la cosa empezó a ponerse todavía más caliente: la multitud comenzó a romper las ventanas del local para tener acceso a éste, arrancó los parquímetros para usarlos de proyectiles y hasta planificaba rociar la estructura con líquido para encendedores para quemar la barra, con la policía dentro.
Por suerte llegaron refuerzos policiales cuando ya Pine coqueteaba con la triste idea de ordenar que sus agentes abrieran fuego contra la multitud amotinada, lo que probablemente hubiese desembocado en una masacre.
Pero incluso la Unidad de Operaciones Tácticas (especie de fuerza de choque) tuvo que enfrentar la ira y la lluvia de objetos de los amotinados, no pudiendo controlar la escena hasta bastante avanzada la madrugada.
Al final se produjeron 13 arrestos y tres policías heridos.
No podía faltar, por supuesto, que hubiera algún puertorriqueño involucrado en el asunto. En este caso una de los que estaba allí era una transexual de ascendencia venezolana y puertorriqueña llamada Sylvia Rivera, de 18 años de edad, quien pronunciaría una frase célebre: “No me quiero perder ni un instante de esto. ¡Es la revolución!�
LUCHA EN GRUPO
Pues sí parece que lo fue: aunque ya antes habían habido protestas, para la causa de los derechos de los gays se considera que los motines de Stonewall representan la primera ocasión que “personas con una misma orientación sexual y deseos de un trato justo, dejaron de permanecer aislados y se unieron para luchar contra el sistema�, como lee un artículo publicado después.
“Los motines de Stonewall marcan el inicio del movimiento de liberación gay que ha transformado la opresión de gays y lesbianas en llamados de orgullo y acción�, agrega el artículo que aparece en los archivos de la página de la Universidad de Columbia.
Lo cierto es que a las pocas semanas comenzaron a surgir distintas organizaciones representativas de los gays, muchas de ellas conteniendo la palabra Stonewall en su nombre.
Y el 28 de junio de 1970, para conmemorar el primer aniversario del alzamiento, se celebró -iniciándose en la calle Christopher- la primera marcha de orgullo gay, la cual recorrió 15 calles de la ciudad de Nueva York y contó con el respaldo de marchas simultáneas en Los �ngeles y Chicago.
En 1971, el movimiento se expandió aún más, incluyendo a Boston, Dallas, Milwakee, Londres, París, Berlín Occidental y Estocolmo.
Así, aunque tardíamente, las marchas por los derechos de los homosexuales por fin se habían unido al río incontenible de protestas de los años sesenta, incluyendo los derechos civiles, el llamado Black Power, la liberación femenina y las manifestaciones estudiantiles contra el servicio militar obligatorio y la Guerra de Vietnam.
Como suele ocurrir en este tipo de cosas, años después, aquellos que fueron víctimas circunstanciales de los hechos -los parroquianos de Stonewall Inn- han pasado a convertirse en leyendas vivientes. Cada año, cuando, como hoy, se celebra en Nueva York lo que ahora se conoce como la Parada de Orgullo Gay (Gay Pride March), ésta transcurre por la Quinta Avenida, bajando hacia Greenwich Village y eventualmente cruzando frente al Stonewall Inn, convertido con el paso del tiempo en monumento.
Y entre los que suelen desfilar se encuentran los miembros de la Asociación de Veteranos de Stonewall, compuesta, como lo sugiere el nombre, por algunas de las víctimas del célebre allanamiento de 1969, incluyendo a la periodista puertorriqueña que cubre el Capitolio, Cristina Hayworth -la del famoso micrófono que lee 'Capito-Lío'.
“Fui una de las pocas que estuve dentro cuando ocurrió todo�, dijo recientemente, “pero los que aún vivimos nos pusimos de acuerdo para que ninguno se ponga a hablar por su cuenta: estamos en proceso de hacer un libro, donde contaremos todo lo que ocurrió allí�.
En 1999, parte del grupo fue recibido en su mansión ejecutiva por el entonces alcalde Rudy Giuliani al cumplirse el trigésimo aniversario del incidente.
Y Sylvia Rivera, quien murió en 2002 a la edad de 50 años después de una vida dedicada al activismo -llegó incluso a tener serias diferencias públicas con los líderes gays cuando pensó que estos estaban marginando a las travestis en su esfuerzo por insuflarle un tono más aceptablemente conservador al movimiento- incluso ha recibido un reconocimiento póstumo: hoy en día, la calle Sylvia Rivera Way hace esquina con la calle Christopher en Greenwich Village... a pocas cuadras del Stonewall Inn.
 
 
 
 
 
                En memoria de Sylvia Rivera y precursoras/es de Stonewall
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

terça-feira, 28 de junho de 2011

Nota da ABGLT sobre discurso de Myrian Rios na ALERJ:

Nota Oficial de Descontentamento da ABGLT
sobre Declarações da Deputada Estadual do Rio de Janeiro, Myrian Rios (PDT/RJ)


A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), em nome de suas 237 ONGs afiliadas, vem por meio expressar seu extremo descontentamento diante das afirmações equivocadas e irresponsáveis sobre as pessoas homossexuais feitas pela deputada estadual Myrian Rios (PDT/RJ) no plenário da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro durante debate sobre o Projeto de Emenda Constitucional 23/2007 que inseriria a “orientação sexual” no rol de direitos fundamentais da constituição do Estado do Rio de Janeiro, garantindo que ninguém seria discriminado, prejudicado ou privilegiado em razão da mesma.


Lamentável observar mais uma vez uma parlamentar descumprir seu dever como legisladora de se pautar pelo princípio da laicidade do estado e pelo cumprimento dos preceitos fundamentais da Constituição, sendo que a mesma optou e escolheu - ao contrário - basear-se em sua convicção de “missionária católica”.

Pior ainda foi a manipulação proposital e antiética da opinião pública por parte da deputada Myrian Rios em fazer uma associação direta, incorreta e perversa entre a homossexualidade e a pedofilia. Ora, tem sido comprovado cientificamente que a maior ocorrência de abuso sexual de crianças e adolescentes se dá pelos próprios pais e por figuras de autoridade que detêm a confiança dos mesmos. Este consta entre os principais motivos da destituição do pátrio poder. Os estudos científicos também confirmam que não há diferença entre o grau de incidência do abuso sexual de crianças e adolescentes por adultos heterossexuais ou homossexuais. Não há, portanto, fundamento cientificamente comprovado que possa respaldar as afirmações preconceituosas e discriminatórias da deputada de que seus filhos pudessem vir a ser vítimas de pedofilia por parte de funcionários homossexuais eventualmente contratados por ela. A deputada afirma que não é preconceituosa e que não discrimina, porém tacha as pessoas homossexuais de “pedófilas”, alegando assim “proteger crianças e adolescentes inocentes”. Esta afirmação se enquadra tão somente em ato de discriminação e de incitação ao ódio e à violência às pessoas homossexuais.

Queremos indagar: a deputada defenderia seu “direito de demitir uma pessoa”, se esta pessoa fosse negra, como base no raciocínio de que “não está de acordo com a minha” cor? O teor discriminatório do discurso da deputada se encontra neste paralelo, que por sua vez revela precisamente a justiça do propósito do PEC 23. Enquanto o racismo já se encontra criminalizado, a discriminação homofóbica permanece impune. E a deputada se vale desta omissão perversa para se cobrir de uma suposta “razão”, baseada num senso comum sem qualquer fundamento, se não o puro preconceito.

As pessoas lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, assim como as pessoas heterossexuais, NÃO ESCOLHEM e nem OPTAM por ter a sexualidade que têm. Faz parte de sua personalidade, e só. Para quê a deputada – cuja função deveria ser legislar de acordo com os princípios constitucionais – invoca o livro Gênese da Bíblia?  O Brasil não é um estado teocrático. Não é regido pela Bíblia. O Brasil é um estado laico, regido por uma Constituição.  É a obrigação dos/das parlamentares legislarem conforme a Constituição. Caso contrário, suas proposições não seriam aprovadas, devido à própria inconstitucionalidade. É por isso que existem nas casas legislativas as Comissões de Constituição e Justiça – para garantir a conformidade das propisições.

O Projeto de Emenda Constitucional 23/2007 não permitiria nem a discriminação e nem o privilégio por orientação sexual ou identidade de gênero. Tinha apenas o objetivo de garantir o cumprimento do preceito constitucional da igualdade de todos e todas, indiscriminadamente. Aliás, foi este o princípio que norteou a decisão do Supremo Tribunal Federal em equiparar as uniões estáveis homoafetivas às uniões estáveis entre casais heterossexuais. No estado brasileiro, laico e regido pelos princípios da igualdade e da não discriminação, há de se garantir a igualdade de direitos aos heterossexuais e aos homossexuais, “sem distinção de qualquer natureza”.

Imperam, em qualquer esfera que seja – federal, estadual, municipal – os preceitos fundamentais da Constituição.

O Projeto de Emenda Constitucional 23/2007 não tem o propósito de restringir o direito da liberdade de expressão. Apenas visa a garantir o preceito constitucional da não discriminação.

Posto isto:

·         exigimos do Partido Democrático Trabalhista (PDT) a tomada imediata de medidas internas em relação ao pronunciamento da deputada estadual Myrian Rios, com base na afirmação deste partido publicada em seu site de que o “PDT assumirá, dentre seus compromissos prioritários, a causa das mulheres, dos negros, das populações indígenas e o combate a todas as formas de discriminação, buscando a democracia e a justiça social através da igualdade de oportunidades.” Compromisso este que foi claramente contrariado pela deputada Myrian Rios.

·         pedimos que o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro instaure inquérito quanto aos pronunciamentos acima citados da deputada estadual Myrian Rios acerca do PEC 23.

·         pedimos que a Superintendência de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos do Governo de Estado do Rio de Janeiro tome todas as medidas judiciais cabíveis em relação aos pronunciamentos da deputada estadual Myrian Rios acima citados.
  

Curitiba, 27 de junho de 2011


Toni Reis
Presidente da ABGLT – Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais


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