Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
domingo, 28 de setembro de 2014
PRESIDENTE #CREMERJ QUER DISCRIMINAÇÃO #ABORTO
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
BEM FAM- CLIPPING - 22/jan./2013
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Bem Fam CLIPPING - 30/maio/2012
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segunda-feira, 21 de novembro de 2011
PIOR QUE ESTAVA NÃO PODERIA FICAR.....SONETO DA DOR....FICOU!!!!
PIOR QUE ESTAVA NÃO PODERIA FICAR.....SONETO DA DOR....FICOU!!!!
PARA SER FIEL A ELE ,
PARA CUIDAR DA CASA DOS FILHOS,
CUMPRIR AS OBRIGAÇÕES DE UMA ESPOSA,
PASSAVA OS DIAS TRABALHANDO MUITO,
PARA NÃO PENSAR NA VIDA, NAS AGRESSÕES VERBAIS,
NAS HUMILHAÇÕES, TENTAVA NÃO VER A REALIDADE,
NÃO QUERIA VER,
NÃO CONSEGUIA ACEITAR A MINHA REALIDADE
QUE O HOMEM QUE AMEI, NA VERDADE ,
NÃO ME AMAVA,
SE FOSSE ASSIM NÃO ME TRATAVA DESSE JEITO,
ORA BOM,
ORA RUIM,
NÃO OFENDIA A MIM,
PELO CONTRÁRIO ME VALORIZAVA,
POIS SOU BONITA,
ÓTIMA ESPOSA EM TODOS OS SENTIDOS,
ELE NÃO SERIA BANDIDO,
SERIA MEU MARIDO,
MEU AMANTE, MEU AMOR.
ACHO QUE ELE PENSOU QUE ME AMAVA,
MAS FOI MEU CORPO,
TALVEZ MINHA BELEZA,
TALVEZ O DESEJO DE POSSE,
NUNCA ENTENDI
E NÃO ENTENDO ESSE TIPO DE AMOR DELE,
E DIZ QUE ME AMA E ME MALTRATA,
DEPOIS SE FINGE DE MORTO,
QUE NADA FEZ.
TUDO O QUE EU SONHEI VIROU UM PESADELO,
ASSIM QUE CHEGUEI DA LUA DE MEL,
TUDO POR CAUSA DE UMA CAMISA ,
PELA MINHA INESPERIÊNCIA
DEIXEI DE MOLHO E MANCHOU,
ME CHAMOU NO QUINTAL,
NA FRENTE DA MINHA SOGRA
DEU A MAIOR BRONCA
ME ENVERGONHOU, ME HUMILHOU,
ALI NAQUELA HORA CONHECI O REAL,
O VERDADEIRO, VOCÊ.
ASSIM POR ANOS VIVI ASSIM,
PROCURANDIO
SEMPRE BOTAR PANOS QUENTES,
NÃO BRIGAR, CHORAVA PELOS CANTOS
OBEDECIA SEM QUESTIONAR,
CALAVA A BOCA,
OBEDECIA O GENERAL,
MAS CHEGA UMA HORA QUE NÃO SE
CONSEGUE MAIS MENTIR NEM PARA SI MESMA,
VOCÊ VAI ACORDANDO,
TENTEI TRABALHAR,
TUDO ERA OBSTÁCULO,
SE DEIXASSE MEUS FILHOS
COM ALGUÉM E SE ALGUMA COISA
ACONTECESSE A CULPA ERA A MINHA
O MEDO,
O SENTIMENTO DE CULPA,
FUI DEIXANDO
MEUS DIPLOMAS ENGAVETADOS,
ATÉ QUE FUI TRABALHAR,
MINHA VIDA VIROU UM CAOS,
DE PIOR FICOU INSUSTENTÁVEL,
TENTOU RASGAR MINHA ROUPA
QUANDO ESTAVA DE SAIDA PARA O TRABALHO,
APANHEI NA CARA,
MAS PRENDI A BATER TAMBÉM,
NÃO SEI COMO ENFRENTEI,
IA TODOS OS DIAS CHORANDO DAR AULA
DEPOIS ENFRENTAR ALUNOS, NÃO ERA FACIL
E ASSIM ACABEI PERDENDO MINHA SAÚDE,
MINHA AUTO ESTIMA,
E ASSIM MORRI,
SABEM POR QUE?
FUI FRACA E COVARDE
DEVERIA TER LUTADO E ENFRENTADO
PIOR QUE ESTAVA NÃO PODERIA FICAR.

sábado, 1 de outubro de 2011
Sudim RJ Convida: Evento "A Mulher e o Exercício do Poder"...
Sudim Rio de Janeiro convidou você para o evento "A Mulher e o Exercício do Poder"...
| Hora | quarta, 5 de outubro · 14:30 - 17:30 |
|---|---|
| Localização | Sede da SUDIM-RJ Rua Camerino, 51 |
| Criado por | |
| Mais informações | A Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro [SEASDH-RJ], por intermédio das Superintendências de Direitos da Mulher [SUDIM] e de Igualdade Racial [SUPIR], o Consulado Geral dos EUA, o Conselho Estadual dos Direitos da Mulher [CEDIM] e o Conselho Estadual dos Direitos do Negro [CEDINE] convidam para a evento "A Mulher e o Exercício do Poder", com a ex-prefeita de Atlanta Shirley Franklin. À frente da administração da cidade em 1996, quando da realização dos Jogos Olímpicos de Atlanta, Shirley Franklin vai falar da sua experiência como gestora pública diante do desafio de um megaevento,particularmente Outras Informações: (021) 2334-9508 e 2334-9595 [[ evento com tradução simultânea ]] |
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Sudim RJ Convida: Evento "A Mulher e o Exercício do Poder"...
Sudim Rio de Janeiro convidou você para o evento "A Mulher e o Exercício do Poder"...
| Hora | quarta, 5 de outubro · 14:30 - 17:30 |
|---|---|
| Localização | Sede da SUDIM-RJ Rua Camerino, 51 |
| Criado por | |
| Mais informações | A Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro [SEASDH-RJ], por intermédio das Superintendências de Direitos da Mulher [SUDIM] e de Igualdade Racial [SUPIR], o Consulado Geral dos EUA, o Conselho Estadual dos Direitos da Mulher [CEDIM] e o Conselho Estadual dos Direitos do Negro [CEDINE] convidam para a evento "A Mulher e o Exercício do Poder", com a ex-prefeita de Atlanta Shirley Franklin. À frente da administração da cidade em 1996, quando da realização dos Jogos Olímpicos de Atlanta, Shirley Franklin vai falar da sua experiência como gestora pública diante do desafio de um megaevento,particularmente Outras Informações: (021) 2334-9508 e 2334-9595 [[ evento com tradução simultânea ]] |
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Campanha “Mulheres e Direitos” convoca sociedade e poder público
Rede de Serviço de atendimento à Mulher 2.2
OUVIDORIA
DO
MINISTÉRIO PÚBLICO
TEL 127
END. AV. MARECHAL CÃMARA N*370
CENTRO- rIO DE jANEIRO-CAPITAL-
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Carta Manifesto da Marcha das Vadias de Rio de Janeiro – Por que marchamos?
Manifesto
No Rio de Janeiro, marchamos porque apenas nos primeiros três meses desse ano foram 1.246 casos registrados de mulheres e meninas estupradas, uma média de quatorze mulheres e meninas estupradas por dia, e sabemos que ainda há várias mulheres e meninas abusadas cujos casos desconhecemos; marchamos porque muitas de nós dependemos do precário sistema de transporte público do Rio de Janeiro, que nos obriga a andar longas distâncias sem qualquer segurança ou iluminação para proteger as várias mulheres e meninas que são violentadas ao longo desses caminhos; marchamos porque foi preciso a criação de vagões femininos no trem e no metrô para que não fossemos sexualmente assediadas durante o uso desses transportes.
No Brasil, marchamos porque aproximadamente 15 mil mulheres são estupradas por ano, e mesmo assim nossa sociedade acha graça quando um humorista faz piada sobre estupro, chegando ao cúmulo de dizer que homens que estupram mulheres feias não merecem cadeia, mas um abraço; marchamos porque nos colocam rebolativas e caladas como mero pano de fundo em programas de TV nas tardes de domingo e utilizam nossa imagem semi-nua para vender cerveja, vendendo a nós mesmas como mero objeto de prazer e consumo dos homens; marchamos porque vivemos em uma cultura patriarcal que aciona diversos dispositivos para reprimir a sexualidade da mulher, nos dividindo em “santas” e “putas”, e muitas mulheres que denunciam estupro são acusadas de terem procurado a violência pela forma como se comportam ou pela forma como estavam vestidas; marchamos porque a mesma sociedade que explora a publicização de nossos corpos voltada ao prazer masculino se escandaliza quando mostramos o seio em público para amamentar nossas filhas e filhos; marchamos porque durante séculos as mulheres negras escravizadas foram estupradas pelos senhores, porque hoje empregadas domésticas são estupradas pelos patrões e porque todas as mulheres, de todas as idades e classes sociais, sofreram ou sofrerão algum tipo de violência ao longo da vida, seja simbólica, psicológica, física ou sexual.
No mundo, marchamos porque desde muito novas somos ensinadas a sentir culpa e vergonha pela expressão de nossa sexualidade e a temer que homens invadam nossos corpos sem o nosso consentimento; marchamos porque muitas de nós somos responsabilizadas pela possibilidade de sermos estupradas, quando são os homens que deveriam ser ensinados a não estuprar; marchamos porque mulheres lésbicas de vários países sofrem o chamado “estupro corretivo” por parte de homens que se acham no direito de puni-las para corrigir o que consideram um desvio sexual; marchamos porque ontem um pai abusou sexualmente de uma filha, porque hoje um marido violentou a esposa e, nesse momento, várias mulheres e meninas estão tendo seus corpos invadidos por homens aos quais elas não deram permissão para fazê-lo, e todas choramos porque sentimos que não podemos fazer nada por nossas irmãs agredidas e mortas diariamente. Mas podemos.
Já fomos chamadas de vadias porque usamos roupas curtas, já fomos chamadas de vadias porque transamos antes do casamento, já fomos chamadas de vadias por simplesmente dizer “não” a um homem, já fomos chamadas de vadias porque levantamos o tom de voz em uma discussão, já fomos chamadas de vadias porque andamos sozinhas à noite e fomos estupradas, já fomos chamadas de vadias porque ficamos bêbadas e sofremos estupro enquanto estávamos inconscientes, por um ou vários homens ao mesmo tempo, já fomos chamadas de vadias quando torturadas e curradas durante a Ditadura Militar. Já fomos e somos diariamente chamadas de vadias apenas porque somos MULHERES.
Mas, hoje, marchamos para dizer que não aceitaremos palavras e ações utilizadas para nos agredir enquanto mulheres. Se, na nossa sociedade machista, algumas são consideradas vadias, TODAS NÓS SOMOS VADIAS. E somos todas santas, e somos todas fortes, e somos todas livres! Somos livres de rótulos, de estereótipos e de qualquer tentativa de opressão masculina à nossa vida, à nossa sexualidade e aos nossos corpos. Estar no comando de nossa vida sexual não significa que estamos nos abrindo para uma expectativa de violência, e por isso somos solidárias a todas as mulheres estupradas em qualquer circunstância, porque tiveram seus corpos invadidos, porque foram agredidas e humilhadas, tiveram sua dignidade destroçada e muitas vezes foram culpadas por isso. O direito a uma vida livre de violência é um dos direitos mais básicos de toda mulher, e é pela garantia desse direito fundamental que marchamos hoje e marcharemos até que todas sejamos livres.
Somos todas as mulheres do mundo! Mães, filhas, avós, putas, santas, vadias…todas merecemos respeito!
POR: FB Yone Lidgren
Marcha das Vadias Rio de Janeiro
terça-feira, 14 de junho de 2011
| convite ap3conf.jpg 144K Visualizar Examinar e baixar |
sábado, 15 de janeiro de 2011
Construção do 08 de Março em Salvador
estamos ai com nossa SPM daquele jeito que sabemos todas...Varas e outros problemas ...
Esperamos o comparecimento de todas, pois o 8 de março de 2011 precisa ser um grande momento de discussão de nossa agenda e desencadeamento da nossa luta durante todo ano.
Vamos marcar uma reunião URGENTE !!! Do Movimento de Mulheres de Salvador??
Vamos ver uma data:
26 de janeiro na quarta-feira as 17:00hs
Local : Conselho Municipal da Mulher (vamos usar esse espaço que é nosso)
é só um e-mail de chama e sugestões ...
Vamos lá meninas??
Xeros para todas!!!
--
3241-8544/ 88919130 (Oi) / 92336310 (TIM) / 8312-3258(Claro)
Ativista - Feminista
Diretora da FAMEB - Federação das Associações de Moradores da Bahia - Filiado a CONAM
Coordenadora Estadual do GT de Feminização e Epidemia da AIDS/DST
LesbiBahia - Articulação Baiana de Lésbicas e Mulheres Bissexuais
NÃO À VIOLÊNCIA! NÃO À HOMOFOBIA/LESBOFOBIA
EM DEFESA DO DIREITO DE VIVER COM LIBERDADE E DIGNIDADE!!!!
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Cepal defende autonomia para mulheres terem direitos reconhecidos// Brasília – A conquista da autonomia
Cepal defende autonomia para mulheres terem direitos reconhecidos
Agência Brasil
14/07/2010
Brasília – A conquista da autonomia econômica, física e política das mulheres é fundamental para o reconhecimento de seus direitos, afirma documento da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), divulgado (13) na Conferência Regional sobre a Mulher da América Latina e do Caribe. O evento é promovido pela Cepal e tem apoio da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República.
Segundo o documento, as mulheres dedicam mais tempo ao trabalho doméstico não remunerado ou de cuidados que os homens, independentemente de sua carga de trabalho remunerado. De acordo com a Cepal, elas continuam sendo discriminadas no mercado de trabalho e recebendo salários inferiores aos dos homens.
No Brasil, por exemplo, as mulheres dedicam 56,6 horas semanais ao trabalho total, enquanto que os homens ocupam 52 horas. No México, no entanto, as mulheres dedicam 76,3 horas, contra apenas 58,4 dos homens.
Dados de 2008 mostram que 31,6% das mulheres de 15 anos ou mais na região não tinham renda própria, enquanto somente 10,4% dos homens estavam nessa condição. As mulheres superam os homens também no desemprego: são 8,3% contra 5,7%.
O documento diz que o trabalho é a base da igualdade entre os gêneros e considera fundamental a conquista da autonomia econômica, física e política das mulheres. A autonomia econômica, esclarece o texto, implica ter controle dos bens materiais e recursos intelectuais, e capacidade de decidir sobre a renda e os ativos familiares.
Outro ponto que o documento enfatiza é a autonomia física, indispensável para superar as barreiras existentes no exercício da sexualidade, da integridade física e da reprodução, ao passo que a autonomia política envolve a representação feminina nos espaços de tomada de decisões, especialmente nos governos e parlamentos.
Para tanto, o documento afirma que são necessárias políticas públicas que reformulem os vínculos entre as três instituições fundamentais da sociedade: Estado, família e mercado, para articular um novo pacto social de redistribuição do trabalho entre homens e mulheres.
Segundo a Cepal, cabe ao Estado tomar as medidas necessárias, sejam legislativas, institucionais, educativas, de saúde, fiscais ou de participação das mulheres na tomada de decisões. Com isso, espera-se eliminar o viés de gênero no mercado de trabalho, superar a diferença salarial, a segmentação e a discriminação.
Cortesia: Clipping Bem Fam(14/07/010)