Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador Direito das mulheres. Mostrar todas as postagens
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domingo, 28 de setembro de 2014

PRESIDENTE #CREMERJ QUER DISCRIMINAÇÃO #ABORTO

---------- Mensagem encaminhada ---------- De: Fabio Grotz Data: 26 de setembro de 2014 16:21 Assunto: Presidente do Cremerj defende descriminalização do aborto Para: Fabio Grotz Presidente do Cremerj defende descriminalização do aborto http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/brasil/2014/09/25/interna_brasil,531845/presidente-do-cremerj-defende-descriminalizacao-do-aborto.shtml Agência Brasil Publicação: 25/09/2014 19:25 Atualização: Depois da morte recente de duas mulheres que recorreram ao aborto clandestino no Rio de Janeiro, o presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj), Sidnei Ferreira, propôs hoje (25)  que o procedimento deixe de ser crime. Ele explicou que, com acesso ao sistema de saúde, a mulher que decidir interromper a gestação poderá fazê-lo de forma segura, evitando sequelas e complicações que podem levar à morte em falsas clínicas. “O aborto é um problema de saúde pública que os Três Poderes precisam resolver. A sociedade tem de discutir esse assunto, para que seja liberado o mais rápido possível. Dentro das regras , mas o mais rápido que puderem. Se continuar sendo um crime, mulheres continuarão morrendo”, afirmou  Ferreira. Esclareceu que está é uma opinião pessoal e que podem pensar diferente os 42 conselheiros do Cremerj e os 58 mil médicos que trabalham no Rio. Conforme levantamento do conselho, entre 2007 a 2011, 334 mulheres sofreram processos criminais pela prática do aborto. Muitas delas são moradoras do interior, da Baixada Fluminense e do subúrbio. No Brasil, pesquisas indicam que 1 milhão de mulheres fazem abortos clandestinos todos os anos. Dessas, 200 mil morrem em consequência da operação. Ontem (24), a Anistia Internacional defendeu que o aborto seja tratado como questão de saúde. O presidente do Cremerj argumentou que a ampliação do planejamento familiar é importante para evitar o aborto. Esclareceu, no entanto, que, para a mulher, a decisão pelo procedimento é difícil psicológica e fisicamente. “É muito duro para a mulher. É sofrido. O aborto não é método contraceptivo”, frisou. Em 2013, o Conselho Federal de Medicina manifestou-se a favor da ampliação dos casos em que o aborto é considerado legal. Sugeriu, sugerindo a possibilidade de interrupção da gestação por vontade da gestante, até a 12ª semana de gestação, por violação do emprego não consentido de técnica de reprodução assistida ou quando o feto “padecer de graves e incuráveis anomalias”. Entretanto, por meio de nota, reafirmou hoje que “considera a prática criminosa, salvo as exceções legais” . O aborto só é permitido no Brasil em casos de gestações decorrentes de estupro, risco de vida para gestante e anencefalia. Nos demais casos, a pena de reclusão ou detenção é de um a quatro anos.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

BEM FAM- CLIPPING - 22/jan./2013

CLIPPING - 22/jan./2013

Dez anos de políticas para as mulheres (Eleonora Menicucci) - Nesses últimos 10 anos, a situação das mulheres vem sendo modificada no Brasil. Para nós, é um orgulho dizer que, neste mês de janeiro, a Secretaria de Políticas para as mulheres da Presidência da República completa 10 anos. Hoje, são titulares de 93% dos cartões do Bolsa Família, o que proporciona autonomia para gerir os recursos. Os contratos no Minha Casa, Minha Vida são feitos preferencialmente em seus nomes. O Rede Cegonha tem adesão de todos os estados e de 4,9 mil municípios, cobrindo 2 milhões de gestantes, 90% das que são atendidas pelo Sistema Único de Saúde. As ações de prevenção e redução dos cânceres do colo de útero e mama foram intensificadas com o Programa de Mamografia Móvel, para áreas remotas.  Até o fim de 2014, queremos aumentar em 30% a cobertura dos serviços de atendimento à mulher em situação de violência e fazê-los chegar em mais de 500 municípios, ações impulsionadas pelo Pacto Nacional pelo Enfrentamento à Violência contra as mulheres.

No estado do Rio, 16 estupros por dia - Se os dados do SUS apresentam um aumento nas notificações, os dados da Secretaria de Segurança do Rio apresentam números ainda mais assustadores. De janeiro a outubro do ano passado, foram registrados 5.055 casos de estupro, mais do que as 4.022 ocorrências, registradas entre janeiro e dezembro de 2011, segundo o Instituto de Segurança Pública (ISP). Em 2012, houve, em média, a ocorrência de 16 estupros por dia no estado. Os agressores mais frequentes são amigos ou conhecidos, com 1.333 registros; o pai, com 447; e o padrasto, com 444. Para enfrentar as agressões sexuais no país, a Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres tem investido em duas frentes: campanhas educativas para atingir principalmente crianças e adolescentes, uma vez que o agressor normalmente é um parente ou conhecido da família; e fortalecer os serviços de atendimento públicosSe a sociedade não começar a reagir, nós logo vamos estar numa situação como a da Índia —afirmou Aparecida. disponíveis para a vítima, como as delegacias e os profissionais nos hospitais e postos de saúde. Isso mostra o comportamento machista da nossa sociedade, que autoriza que homens se apropriem do corpo da mulher. É como se o homem não pudesse ouvir o não.

Relatório da CPI da violência contra a mulher será apresentado em março - A senadora Ana Rita (PT-ES) apontou o sucateamento dos mecanismos de combate à violência contra a mulher, e disse que o relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que estudou o tema, e da qual foi relatora, será apresentado em março de 2013. Apesar dos recursos empregados pelo governo, Ana Rita adiantou que os mecanismos de proteção e assistência à mulher estão sucateados, sendo que a maior parte das delegacias especializadas está em péssimas condições físicas, com escassez de recursos humanos, e as casas que servem de abrigo contra a violência estão deterioradas por omissão do poder público.

Redução da maioridade penal pode ser votada, este ano, pelo Senado - Com o aumento do número de crimes violentos cometidos por menores e o forte clamor popular para que seus autores recebam uma punição à altura, o aumento da maioridade penal será um dos temas mais polêmicos em discussão na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania em 2013. Três propostas de emenda sobre o tema aguardam, no Senado Federal, decisão da Mesa Diretora para análise em conjunto. E o senador Ivo Cassol do PP de Rondônia, propôs a realização de plebiscito sobre a redução da maioridade penal para 16 anos, a ser realizado já nas próximas eleições presidenciais, em 2014. A Constituição Federal estabelece a não imputação aos menores de 18 anos, que por força deste dispositivo ficam sujeitos a punições específicas do Estatuto da Criança e do Adolescente, mas é grande a pressão da sociedade para que os menores infratores possam ser penalmente responsáveis por suas ações.

Estados limitam aborto nos EUA 40 anos após liberação - Quatro décadas depois da histórica e polêmica decisão da Suprema Corte que descriminalizou o aborto nos EUA, Estados cujos Legislativos são dominados pelo Partido Republicano aprovaram, desde 2010, cerca de 130 leis para restringir o acesso das mulheres a esse procedimento. Em 22 de janeiro de 1973, quando julgou o caso conhecido como Roe x Wade, o Supremo norte-americano decidiu, por 7 votos a 2, que o Estado não pode negar à mulher o direito de decidir sobre a interrupção de sua gravidez. Embora legalmente não possam vetar o procedimento, Estados em que os republicanos têm maioria na Assembleia (hoje, 28 dos 50 do país) já introduziram várias leis para dificultar ou desestimular o acesso à operação. Elas incluem aconselhamento e exames de ultrassom obrigatórios para mulheres que queiram abortar, restrições à cobertura provida por seguradoras e limitações ao funcionamento de clínicas. Analistas afirmam, porém, que diferentemente de outras iniciativas controversas, como o casamento gay --que tem ganho apoio ao longo dos anos--, o país continua tão dividido a respeito do aborto quanto há quatro décadas.  "Os gays lutam por algo que eles não têm. No caso dos direitos reprodutivos, a luta é para manter o status quo. Só que as novas gerações não o veem como ameaçado", diz Nancy Keenan, presidente da Naral, uma das maiores entidades "pró-escolha" dos EUA. No segundo mandato do democrata Barack Obama, há a possibilidade de que a Suprema Corte seja convocada a decidir sobre o chamado aborto autoinfligido, que é proibido em vários Estados. O caso de Jennie McCormack --presa em 2011 em Idaho por abortar sozinha com a ajuda de remédios-- é visto por especialistas como um possível novo Roe x Wade.

Aborto ao alcance de um clique - A morosidade da polícia para combater crimes no âmbito da internet, aliada às facilidades de anonimato em muitos sites hospedeiros mundo afora, vem causando mais vítimas a cada dia. Denunciado há oito meses pelo DIA, o criminoso identificado como Fábio Perrone (nome falso) mudou de endereço eletrônico, hospedou seu site nos EUA e, de sua base em Campinas (SP), continua fazendo propaganda e vendendo o remédio abortivo Citotec, proibido no Brasil desde 2003. A Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI) remeteu o caso à Polícia Civil de São Paulo em maio, quando O DIA denunciou o crime com exclusividade. Procurada, a instituição paulista informou, através da assessoria de imprensa, que o inquérito está com a Divisão de Saúde Pública do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania, mas que, por enquanto, não havia mais informações sobre o caso. O DIA simulou interesse nos ‘serviços’ de Perrone e recebeu a ‘bula’ dele, que explica o passo a passo para cometer o crime, além da tabela de custos. O procedimento para mulheres que estão entre 12 e 16 semanas de gestação sai por cerca de R$ 3,5 mil.

Viagra diminui flacidez e queima gorduras - Investigadores descobriram que o medicamento utilizado para  o tratamento da disfunção eréctil (nos homens) converte células de gordura indesejável, e queima calorias em vez de armazená-las na cintura. De acordo com  Alexandre Pfeifer, que liderou um estudo publicado no Journal of the Federation of American Societies for Experimental Biology, o Viagra reduz o risco de doenças ligadas à obesidade. Pfeifer e sua equipa analisaram o efeito do remédio em células de gordura de ratos, que se mostraram resistentes à obesidade mesmo quando alimentados com uma dieta rica em gordura. No ensaio que durou sete dias, o medicamento da Pfizer impediu que as células de “gordura branca” aumentassem.

A falácia da multiplicação de municípios - Impulsionada pela Constituição de 1988, esta indústria chegou ao auge com a possibilidade de as assembleias legislativas poderem aprovar a realização de plebiscitos para a emancipação de distritos e povoados. Como as Casas legislativas estaduais estão muito próximas da influência de caciques políticos locais, foi uma farra, principalmente até 1996, quando emenda constitucional passou a subordinar à lei complementar federal a criação de municípios. De 1984 a 2000, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), surgiram 1.405 prefeituras. Hoje são, ao todo, 5.568, um universo disforme que pesa mais no bolso do contribuinte do que o atende em serviços. O que era visível há tempos agora passa a ser contabilizado, com a criação, pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), composto por informações dos ministérios do Trabalho, da Educação e da Saúde. O Ipea, do governo federal, também trabalha numa metodologia para acompanhar os municípios. O diretor de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais do Ipea, Rogerio Boueri, diz que isso se explica pelo fato de as novas prefeituras criarem despesas antes inexistentes.A grande maioria das 5.568 cidades não sobrevive com recursos próprios. Hoje, esta dependência é sério obstáculo à redução da carga tributária total, para a economia ganhar competitividade. Deveria ser levada a sério a proposta de reversão de emancipações sem qualquer perspectiva de sobreviverem como municípios autônomos. Haverá menos gastos públicos, impostos menos pesados e melhores serviços à população. Mas, para isso, a baixa política, que se beneficia do empreguismo e do tráfego de dinheiro federal e estadual, terá de ser vencida. Afinal, passam a contar, por exemplo, com uma estrutura de funcionários públicos no Executivo e no Legislativo. E como não costumam explorar a principal fonte de receita tributária municipal, o IPTU, viram eternas dependentes do Fundo de Participação, alimentado por repasses federais e estaduais.

Dilma prepara anúncio de medidas para encontro com 5 mil prefeitos - A presidente Dilma Rousseff convocou pelo menos dez ministros para começar a costurar medidas que podem ser anunciadas no encontro com prefeitos, que ela comandará na próxima segunda-feira, dia 28 de janeiro. Dilma não pretende chegar de mãos abanando na reunião com os mais de cinco mil prefeitos de todo o País e quer evitar problemas como os que teve durante a marcha, em maio do ano passado, quando foi vaiada ao defender manutenção das atuais regras de distribuição dos royalties do petróleo para os contratos já firmados. Ainda não há um número fechado de recursos a serem anunciados para liberação para os municípios. Mas, a presidente Dilma pediu que a área econômica verifique se há alguma viabilidade de atendimento a uma antiga reivindicação dos prefeitos, que é o "encontro de contas". A área econômica e o próprio governo sempre tiveram resistência a este antigo pedido da Confederação Nacional dos Municípios. Este "encontro de contas" prevê a contabilização de débitos e créditos das contas dos municípios, de um lado, e da Receita Federal e o Instituto Nacional do Seguro Social, de outro. Não há sinalização de que este antigo impasse possa ser resolvido. Mas, pela primeira vez neste governo o assunto está sendo colocado na pauta de discussões. Muitos prefeitos pleiteiam ainda perdão das dívidas com INSS por seis meses, o que é descartado pelo governo. Na reunião desta segunda, a presidente Dilma orientou os ministérios ligados à área social, saúde e infraestrutura que preparem apresentações a serem feitas aos prefeitos, destacando os principais programas e convênios que podem ser feitos em parceria com o governo federal.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Bem Fam CLIPPING - 30/maio/2012

CLIPPING
30/maio/2012

O planejamento familiar não tem efeito retroativo, mas possui grande efeito prospectivo.

O mundo pode escolher entre 6 e 16 bilhões de habitantes em 2100 (José Eustáquio Diniz Alves) - O futuro é uma página em branco na qual podemos escrever nosso destino, respeitando as limitações e as circunstâncias históricas. O futuro da economia e da população depende das decisões que se tomam no presente e das medidas colocadas em prática nas décadas subsequentes. Em relação ao futuro da população mundial, as projeções da Divisão de População da ONU apontam para três cenários até 2100, que variam de 6 a 16 bilhões de habitantes. O número que será atingido vai depender, fundamentalmente, do comportamento das taxas de fecundidade. A redução das taxas de mortalidade e o aumento da esperança de vida também afetam o resultado final, mas em uma proporção bem menor do que o ritmo dos nascimentos. Todavia, as alternativas estão colocadas e são de domínio público. O mundo pode escolher qual o caminho que deseja seguir: se prefere mais gente com menos consumo; menos gente com mais consumo per capita; ou mesmo, menos gente e menos consumo, com menor impacto ambiental.  O leque de opções é amplo. Só não dá para manter o ritmo de crescimento de 78 milhões de pessoas a cada ano e um crescimento ainda maior da produção e do consumo. As atividades antrópicas já ultrapassaram o limite da sustentabilidade do Planeta. Os atuais governantes dos diversos países do mundo, que vão estar reunidos no Rio de Janeiro, em junho de 2012, não podem usar como desculpa o fato de desconhecerem as alternativas colocadas. Vale a pena lembrar que a inação e a omissão são as piores formas de ação. 
A responsabilidade da Rio+20 -  É tarefa leonina tornar transcendente a Rio+20, que não é sobre clima, mas acerca de como transformar produção e consumo baseados no carbono em modelos sustentáveis, nada ou pouco poluentes. A percepção de um desafio gigantesco também dominou a preparação da Rio-92, hoje apontada como a mais importante conferência ambiental da ONU. Entre os seus resultados estão o Protocolo de Kyoto, a criação da Convenção da ONU sobre Diversidade Biológica; da Convenção sobre Mudanças Climáticas; da Convenção sobre Desertificação; e a Agenda 21, programa que concilia proteção ambiental, justiça social e eficiência econômica. Um marco que, apesar dos duros percalços em conferências subsequentes, pôs definitivamente a questão do clima na agenda mundial.
Vinte anos depois, negociadores voltarão a queimar as pestanas em busca de acordos no Rio. Para o secretário-geral da conferência, Sha Zukang, "a verdadeira medida de sucesso no Rio serão as ações que a conferência vai inspirar". A ver.
Crime de aborto e direitos humanos - A primeira Constituição do Império do Brasil, de 1824, a Carta Magna de 1891 e as Constituições dos Estados Unidos do Brasil, de 1934 e de 1937, não dispunham taxativamente sobre o asseguramento da inviolabilidade a vida. Em 1942, o Brasil passava pelo período do Estado Novo, regime ditatorial, quando entra em vigor o ainda atual Código Penal brasileiro, Decreto-Lei nº 2.848/1940. O artigo 128 do Código Penal prevê os únicos dois casos de aborto não punível: para salvar a vida da gestante; e se a gravidez resultar de estupro. A inviolabilidade da vida é assegurada por lei desde o momento da concepção (artigo 2º do Código Civil de 2002), em proteção integral à família (artigo 226 CF/88), onde o nascituro é considerado ser humano sujeito de direitos, que se findam apenas com a morte. A personalidade civil da pessoa é tema disciplinado pelo Código Civil. Qualquer mudança na legislação penal, que amplie o contido no artigo 128 do CP, permitindo aborto “legal” (por anencefalia), atenta contra o direito constitucional sobre a inviolabilidade da vida.
RJ: aborto e aula de religião pautam cartilha eleitoral de bispos - Os bispos do Rio de Janeiro lançaram uma cartilha que servirá de guia para os seguidores da Igreja Católica nas eleições 2012. Entre as diretrizes da cartilha existem pontos polêmicos, como a preferência por candidatos que valorizem o estudo religioso nas escolas e que sejam contra o aborto.
Conselho da ONU alerta Brasil sobre violações causadas por grandes obras e megaeventos esportivos - Conselho da  ONU alerta Brasil sobre violações causadas por grandes obras e megaeventos esportivos. Em sabatina realizada em Genebra, delegação brasileira recebeu recomendações de várias nações sobre a proteção dos direitos dos indígenas na realização de grandes obras de infraestrutura. País também foi alertado sobre remoções forçadas geradas por obras da Copa e Olimpíadas. Governo tem até setembro para justificam quais recomendações se compromete ou não.
Organizações da sociedade civil denunciaram que as obras para a Copa nas 12 cidades brasileiras em vez de servir para enfrentar velhas necessidades de políticas públicas estão sendo um catalisador de negócios imobiliários em detrimento dos mais pobres.
Governo decide: classe média tem renda familiar per capta de R$ 291 a R$ 1.019
O governo decidiu que, para ser da classe média, a família deve ter renda per capta (renda familiar dividida pelo número de pessoas da família) de R$ 291 a R$ 1.019. A definição foi dada por uma comissão de especialistas formada pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República. A comissão também dividiu a classe média em três grupos: baixa classe média (renda familiar per capita entre R$ 291 e R$ 441), média classe média (entre R$ 441 e R$ 641) e alta classe média (entre R$ 641 e R$ 1.019). O governo brasileiro já tem uma nova definição para a classe média brasileira. Considerando a renda familiar como critério básico, uma comissão de especialistas formada pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República definiu que a nova classe média é integrada pelos indivíduos que vivem em famílias com renda per capita (somando-se a renda familiar e dividindo-a pelo número de pessoas que compõem a família) entre R$ 291 e R$ 1.019. 
Cúpula dos Povos na Rio+20 tem inscrições individuais abertas - Estão abertas a partir de ontem (29) as inscrições individuais para a Cúpula dos Povos, evento da sociedade civil paralelo à Rio+20. Cada inscrição custará R$ 10 para quem quiser ajudar a financiar as atividades, mas o pagamento não é obrigatório. O evento vai ocorrer no Aterro do Flamengo, entre os dias 15 e 23 de junho. Reunirá organizações não governamentais, movimentos sociais e coletivos para discutir o desenvolvimento sustentável com base na Justiça social e ambiental, segundo os organizadores.
O pagamento pode ser feito por cartão de crédito, boleto bancário ou débito na conta-corrente. A transação exige um cadastro rápido que leva cerca de três minutos. Ainda oferece condições de pagamento com cartões de crédito internacionais para estrangeiros. 
ONU quer que internautas participem hoje de campanha sobre a Rio+20
 A Organização das Nações Unidas (ONU) está incentivando internautas a participar hoje (30) de uma campanha sobre a Rio+20. A ideia é mobilizar os cidadãos acerca das discussões da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que ocorrerá no Rio entre os dias 13 e 22 de junho, a fim de garantir resultados mais concretos para o evento.A ONU pede que os internautas usem as redes sociais, como o Twitter e o Facebook, para amplificar as mensagens da conferência. No Twitter, os usuários poderão mandar mensagens para a ONU, usando as palavras-chave #RioMais20, #FutureWeWant e #eusounos. As melhores mensagens serão divulgadas pelas Nações Unidas. 
No Facebook, espera-se que os internautas compartilhem os vídeos e as fotos da campanha, que podem ser encontrados no endereço eletrônico http://on.fb.me/MUdqsj. A campanha também será veiculada pelo Google+ (http://gplus.to/ONUBrasil) e pelo Youtube (http://www.youtube.com/unicrio). 
Apesar do apelo da ONU, rascunho da Rio+20 empaca em detalhes
Em NY, diplomatas passam o dia incluindo emendas e apontando divergências 
De nada adiantaram os apelos do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e dos dirigentes da Rio+20. Ontem, no início da última rodada de negociações em Nova York, a três semanas da conferência do desenvolvimento sustentável, os delegados dos 193 países-membros retomaram o minucioso trabalho de discutir palavra por palavra as 80 páginas do texto-base do documento a ser votado no Rio. Na abertura da sessão da tarde, o secretário-geral pediu pressa: 
- O tempo está acabando. Não é razoável deixar tudo para os líderes resolverem no Rio em três dias. Aqui e agora temos a última oportunidade de garantir o resultado desejado.
Conselho Nacional dos Direitos da Mulher define comitiva que participará da Rio +20  - Quarta-feira (30/5), os debates sobre a autonomia das mulheres e desenvolvimento sustentável contarão com as ministras Eleonora Menicucci (SPM) e Izabella Teixeira (Meio Ambiente), ministro Antônio Patriota (Relações Exteriores) e conselheiras da sociedade civil do CNDM. A 9ª Reunião do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM) escolheu, na manhã desta terça-feira (29/5), as representantes das entidades civis que integrarão a comitiva da Rio + 20 da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR). O encontro - conduzido pela ministra Eleonora Menicucci, da SPM-PR e também presidenta do CNDM -  prossegue até essa quarta-feira (30/05), quando conselheiras e convidadas irão debater o tema “Autonomia das Mulheres e Desenvolvimento Sustentável na Conferência Rio +20”, em Brasília/DF. 
A ministra informou que durante a 47ª reunião da mesa diretiva da Conferência Regional sobre a Mulher da América Latina e Caribe, ligada à Comissão Econômica para América Latina  e Caribe das Nações Unidas (Cepal), realizada no Panamá, foram tomadas importantes decisões. Entre elas a recomendação a todos os governos, através das suas Embaixadas, que façam parte do Comitê da Rio + 20. “Também ficou definido que as representações junto à Conferência da Mesa Diretiva não serão mais pessoais, mas governamentais”, apontou.

 





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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

PIOR QUE ESTAVA NÃO PODERIA FICAR.....SONETO DA DOR....FICOU!!!!

PIOR QUE ESTAVA NÃO PODERIA FICAR.....SONETO DA DOR....FICOU!!!!

por Alice Moreira, quinta, 17 de Novembro de 2011 às 11:05
FUI EDUCADA PARA O CASAMENTO,
PARA SER FIEL A  ELE , 
PARA CUIDAR DA CASA DOS FILHOS,
CUMPRIR AS OBRIGAÇÕES DE UMA ESPOSA,
PASSAVA OS DIAS TRABALHANDO MUITO,
PARA NÃO PENSAR NA VIDA, NAS AGRESSÕES VERBAIS,
NAS HUMILHAÇÕES, TENTAVA NÃO VER A REALIDADE,
NÃO QUERIA VER,
NÃO CONSEGUIA ACEITAR A MINHA REALIDADE
QUE O HOMEM QUE AMEI, NA VERDADE ,
NÃO ME AMAVA,
SE FOSSE ASSIM NÃO ME TRATAVA DESSE JEITO,
 ORA BOM,
ORA RUIM, 
NÃO OFENDIA A MIM, 
PELO CONTRÁRIO ME VALORIZAVA,
POIS SOU BONITA, 
ÓTIMA ESPOSA EM TODOS OS SENTIDOS,
ELE NÃO SERIA BANDIDO,
 SERIA MEU MARIDO,
 MEU AMANTE, MEU AMOR.
ACHO QUE ELE PENSOU QUE ME AMAVA,
 MAS FOI MEU CORPO,
 TALVEZ MINHA BELEZA,
TALVEZ O DESEJO DE POSSE, 
NUNCA ENTENDI
E NÃO ENTENDO ESSE TIPO DE AMOR DELE,
E DIZ QUE ME AMA E ME MALTRATA,
DEPOIS SE FINGE DE MORTO,
 QUE NADA FEZ.
TUDO O QUE EU SONHEI VIROU UM PESADELO,
ASSIM QUE CHEGUEI DA LUA DE MEL,
TUDO POR CAUSA DE UMA CAMISA ,
PELA MINHA INESPERIÊNCIA
DEIXEI DE MOLHO E MANCHOU, 
ME CHAMOU NO QUINTAL,
NA FRENTE DA MINHA SOGRA 
DEU A MAIOR BRONCA
ME ENVERGONHOU, ME HUMILHOU,
 ALI NAQUELA  HORA CONHECI O REAL,
 O VERDADEIRO, VOCÊ.
ASSIM POR ANOS VIVI ASSIM,
 PROCURANDIO
SEMPRE BOTAR PANOS QUENTES,
NÃO BRIGAR, CHORAVA PELOS CANTOS
OBEDECIA SEM QUESTIONAR, 
CALAVA A BOCA,
OBEDECIA O GENERAL,
 MAS CHEGA UMA HORA QUE NÃO SE
CONSEGUE MAIS MENTIR NEM PARA SI MESMA,
VOCÊ VAI ACORDANDO,
 TENTEI TRABALHAR,
TUDO ERA OBSTÁCULO,
 SE DEIXASSE MEUS FILHOS
COM ALGUÉM E SE ALGUMA COISA
 ACONTECESSE A CULPA ERA A MINHA
O MEDO, 
O SENTIMENTO DE CULPA, 
FUI DEIXANDO
MEUS DIPLOMAS ENGAVETADOS,
 ATÉ QUE FUI TRABALHAR,
MINHA VIDA VIROU UM CAOS, 
DE PIOR FICOU INSUSTENTÁVEL,
TENTOU RASGAR MINHA ROUPA
QUANDO ESTAVA DE SAIDA PARA O TRABALHO,
APANHEI NA CARA,
 MAS PRENDI A BATER  TAMBÉM,
NÃO SEI COMO ENFRENTEI, 
IA TODOS OS DIAS CHORANDO DAR AULA
DEPOIS ENFRENTAR ALUNOS, NÃO ERA FACIL
E ASSIM ACABEI PERDENDO MINHA SAÚDE,
MINHA AUTO ESTIMA,
E ASSIM MORRI, 
SABEM POR QUE?
FUI FRACA E COVARDE
DEVERIA TER LUTADO E ENFRENTADO 
PIOR QUE ESTAVA NÃO PODERIA FICAR.


sábado, 1 de outubro de 2011

Sudim RJ Convida: Evento "A Mulher e o Exercício do Poder"...

Sudim Rio de Janeiro convidou você para o evento "A Mulher e o Exercício do Poder"...



Horaquarta, 5 de outubro · 14:30 - 17:30

Localização
Sede da SUDIM-RJ
Rua Camerino, 51

Criado por

Mais informações
A Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro [SEASDH-RJ], por intermédio das Superintendências de Direitos da Mulher [SUDIM] e de Igualdade Racial [SUPIR], o Consulado Geral dos EUA, o Conselho Estadual dos Direitos da Mulher [CEDIM] e o Conselho Estadual dos Direitos do Negro [CEDINE] convidam para a evento

"A Mulher e o Exercício do Poder",
com a ex-prefeita de Atlanta Shirley Franklin.

À frente da administração da cidade em 1996, quando da realização dos Jogos Olímpicos de Atlanta, Shirley Franklin vai falar da sua experiência como gestora pública diante do desafio de um megaevento,particularmente , na perspectiva de gênero e raça.

Outras Informações: (021) 2334-9508 e 2334-9595
[[ evento com tradução simultânea ]]

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Sudim RJ Convida: Evento "A Mulher e o Exercício do Poder"...

Sudim Rio de Janeiro convidou você para o evento "A Mulher e o Exercício do Poder"...



Horaquarta, 5 de outubro · 14:30 - 17:30

Localização
Sede da SUDIM-RJ
Rua Camerino, 51

Criado por

Mais informações
A Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro [SEASDH-RJ], por intermédio das Superintendências de Direitos da Mulher [SUDIM] e de Igualdade Racial [SUPIR], o Consulado Geral dos EUA, o Conselho Estadual dos Direitos da Mulher [CEDIM] e o Conselho Estadual dos Direitos do Negro [CEDINE] convidam para a evento

"A Mulher e o Exercício do Poder",
com a ex-prefeita de Atlanta Shirley Franklin.

À frente da administração da cidade em 1996, quando da realização dos Jogos Olímpicos de Atlanta, Shirley Franklin vai falar da sua experiência como gestora pública diante do desafio de um megaevento,particularmente , na perspectiva de gênero e raça.

Outras Informações: (021) 2334-9508 e 2334-9595
[[ evento com tradução simultânea ]]

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Campanha “Mulheres e Direitos” convoca sociedade e poder público




Prezado Nilo,

Grato pelo interesse no trabalho da ONU. Conforme solicitado, envio abaixo o release do lançamento da Campanha “Mulheres e Direitos”. Estamos à disposição para qualquer outra informação necessária.

Att,
Ulisses Lacava
UNFPA

Description: http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00001888.jpg                                         Description: http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00001889.jpg


Campanha “Mulheres e Direitos” convoca sociedade e poder público para o fim da violência e promoção da igualdade de gênero

Iniciativa será lançada nesta sexta-feira (5/8), no Rio de Janeiro, nas presenças de Maria da Penha, da ministra Luiza Bairros (Igualdade Racial) e da Subsecretária de Enfrentamento da Violência contra as Mulheres, Aparecida Gonçalves (Políticas para as Mulheres). Com peças enfocadas em homens, mulheres em situação de violência e populações do Norte e Nordeste do Brasil, a campanha valoriza a contribuição da Lei Maria da Penha e da rede de serviços de atendimento às mulheres em situação de violência


Às vésperas dos cinco anos de criação da Lei Maria da Penha (Lei 11.340/06), as Nações Unidas, no âmbito da Equipe Conjunta sobre Aids, o Instituto Maria da Penha e parceiros lançam nesta sexta-feira (5/8), às 10h30, no Rio de Janeiro, a campanha “Mulheres e Direitos”.  O ato terá as presenças de Maria da Penha Maia Fernandes, cuja história de sobrevivência impulsionou a criação da lei; da ministra da Igualdade Racial, Luiza Bairros; da subsecretária de Enfrentamento da Violência contra as Mulheres, Aparecida Gonçalves; da Deputada Federal Jandira Feghali; do coordenador residente das Nações Unidas no Brasil, Jorge Chediek; do coordenador do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil, Pedro Chequer; do representante do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no Brasil, Harold Robinson; da coordenadora de Programas da ONU Mulheres - Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres, Júnia Puglia; das atrizes e atores da campanha; e representantes da sociedade civil, entre outras autoridades.

Ao mesmo tempo em que sensibiliza a população brasileira para a redução da violência e a promoção da igualdade de gênero e saúde da mulher, a campanha “Mulheres e Direitos” valoriza a contribuição da Lei Maria da Penha e da rede de serviços de atendimento às mulheres em situação de violência no Brasil, a exemplo da Central 180, delegacias especializadas, casas-abrigo, juizados, varas criminais, núcleos e centros de atendimento, entre outros.

Por meio de três filmes, a campanha “Mulheres e Direitos” enfoca os seguintes públicos: homens, mulheres em situação de violência e populações do Norte e Nordeste do país.

Um caso emblemático no mundo
Todas as peças da campanha “Mulheres e Direitos” são estreladas pela biofarmacêutica Maria da Penha Maia Fernandes, que foi agredida pelo seu ex-marido por seis anos e alvo de duas tentativas de assassinato: uma por tiros, que a deixaram paraplégica, e a outra por eletrocução e afogamento.  Sobrevivente e em busca dos seus direitos, Maria da Penha obteve apoio dos movimentos de mulheres e encaminhou o seu caso à Comissão Interamericana dos Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA). Entre as recomendações da OEA, em 2001, estavam a criação de uma lei para prevenção, punição e eliminação da violência contra as mulheres e a indenização de Maria da Penha, que de fato se concretizou sete anos após a sugestão da OEA e 25 anos após às tentativas de assassinato.

Segundo pesquisas da ONU, uma em cada três mulheres será vítima de violência ao longo da sua vida. A eliminação da violência é uma das prioridades do Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, reforçada pela campanha “UNA-SE pelo fim da violência contra as mulheres” que, até 2015, pretende mobilizar diferentes públicos, entre eles homens líderes, juventude, comunidades não-tradicionais e mídia.

Inovação na linguagem
O primeiro filme da campanha “Mulheres e Direitos” é dirigido aos homens. Os atores Milton Gonçalves e Bernardo Mesquita e o dançarino Carlinhos de Jesus convocam o público masculino a acabar com a violência contra as mulheres. A peça considera os novos dados sobre violência contra as mulheres, divulgados em 2010 pela Fundação Perseu Abramo, de que um em cada quatro homens sabe de algum parente próximo que já bateu na mulher e de que quase metade dos homens tem algum amigo ou conhecido que agride a sua esposa. No filme, os atores falam sobre o avanço das mulheres na sociedade brasileira e tomam partido pela igualdade de gênero, uma aposta no papel estratégico dos homens para a eliminação da violência.

No segundo filme, quatros mulheres – negra, indígena, branca e outra de meia idade – buscam ajuda numa delegacia especializada de atendimento à mulher. A sequência registra o momento em que as mulheres dão um basta à violência e acessam os serviços públicos. A peça evidencia que a violência contra a mulher atinge todas as mulheres, independente de raça, etnia, classe social e idade, mostrando ainda a importante funcionalidade das delegacias especializadas no atendimento às vítimas.

Na terceira peça, duas mulheres do Norte e Nordeste do país – uma negra e outra indígena – lavam roupa num rio e conversam sobre os primeiros sinais da violência, quando os homens começam a querer controlar as suas vidas. O filme foi produzido sob a inspiração das comunidades indígenas e ribeirinhas e de mulheres do Norte e Nordeste, consultadas no Plano Integrado das Nações Unidas para o estado do Amazonas, o Amazonaids, como uma ferramenta para a conscientização da população local.

Mais investimentos: políticas para as mulheres
Com uma média diária de 10 assassinatos de mulheres e 70% das agressões cometidas no ambiente doméstico, o fenômeno da violência no Brasil é um tema que traz novos desafios para o poder público e a sociedade. Entre eles estão a ampliação da rede de atendimento às mulheres em situação de violência e o aumento dos investimentos nas políticas públicas para a autonomia das mulheres.

A campanha “Mulheres e Direitos” é uma iniciativa da ONU, no âmbito da Equipe Conjunta sobre Aids e de parceiros. É liderada pelo UNAIDS – Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids; a ONU Mulheres – Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres; o UNFPA – Fundo de População das Nações Unidas; o UNICEF – Fundo das Nações Unidas para a Infância; tem o apoio do UNIC Rio – Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil e  é assinada em parceria com o Instituto Maria da Penha. Os filmes foram produzidos pela Documenta Filmes, tendo direção de Angela Zoé e coordenação da [X] Brasil Publicidade em Causas/Daniel de Souza. A marca original da campanha, criada com base em conceitos estabelecidos pela ONU, é assinada pelo designer Jair de Souza.

Lançamento da campanha “Mulheres e Direitos”
Data: 5 de agosto de 2011 (sexta-feira)

Rede de Serviço de atendimento à Mulher 2.2

Rede de Serviço de atendimento à Mulher
Retirado da cartilha do DIA Internacional da MULHER Da Prefeitura de São João de Meriti


DEAM São João de Meriti
Rua Jacy Alves dos Santos s/n- Engenheiro Belford
tel:26555238/26555241
21* Batalhão
Av Automovel Clube 1333-Vilar dos Teles
TEL 37551155/36686453/37550222
Juizado Especial de Violência Domestica e Familiar Contra à Mulher
Rua Defensor Público Zolmar Pinaud s/n
Prédio anexo ao Forum
Central de Atendimento à Mulher
TEL 180
DISQUE MULHER
23328249
DISQUE DENUNCIA
22531177
OUVIDORIA
DO
MINISTÉRIO PÚBLICO
TEL 127
END. AV. MARECHAL CÃMARA N*370
CENTRO- rIO DE jANEIRO-CAPITAL- 

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Carta Manifesto da Marcha das Vadias de Rio de Janeiro – Por que marchamos?

por Rogeria Peixinho, quinta, 30 de junho de 2011 às 20:53
Manifesto
No Rio de Janeiro, marchamos porque apenas nos primeiros três meses desse ano foram 1.246 casos registrados de mulheres e meninas estupradas, uma média de quatorze mulheres e meninas estupradas por dia, e sabemos que ainda há várias mulheres e meninas abusadas cujos casos desconhecemos; marchamos porque muitas de nós dependemos do precário sistema de transporte público do Rio de Janeiro, que nos obriga a andar longas distâncias sem qualquer segurança ou iluminação para proteger as várias mulheres e meninas que são violentadas ao longo desses caminhos; marchamos porque foi preciso a criação de vagões femininos no trem e no metrô para que não fossemos sexualmente assediadas durante o uso desses transportes.
No Brasil, marchamos porque aproximadamente 15 mil mulheres são estupradas por ano, e mesmo assim nossa sociedade acha graça quando um humorista faz piada sobre estupro, chegando ao cúmulo de dizer que homens que estupram mulheres feias não merecem cadeia, mas um abraço; marchamos porque nos colocam rebolativas e caladas como mero pano de fundo em programas de TV nas tardes de domingo e utilizam nossa imagem semi-nua para vender cerveja, vendendo a nós mesmas como mero objeto de prazer e consumo dos homens; marchamos porque vivemos em uma cultura patriarcal que aciona diversos dispositivos para reprimir a sexualidade da mulher, nos dividindo em “santas” e “putas”, e muitas mulheres que denunciam estupro são acusadas de terem procurado a violência pela forma como se comportam ou pela forma como estavam vestidas; marchamos porque a mesma sociedade que explora a publicização de nossos corpos voltada ao prazer masculino se escandaliza quando mostramos o seio em público para amamentar nossas filhas e filhos; marchamos porque durante séculos as mulheres negras escravizadas foram estupradas pelos senhores, porque hoje empregadas domésticas são estupradas pelos patrões e porque todas as mulheres, de todas as idades e classes sociais, sofreram ou sofrerão algum tipo de violência ao longo da vida, seja simbólica, psicológica, física ou sexual.
No mundo, marchamos porque desde muito novas somos ensinadas a sentir culpa e vergonha pela expressão de nossa sexualidade e a temer que homens invadam nossos corpos sem o nosso consentimento; marchamos porque muitas de nós somos responsabilizadas pela possibilidade de sermos estupradas, quando são os homens que deveriam ser ensinados a não estuprar; marchamos porque mulheres lésbicas de vários países sofrem o chamado “estupro corretivo” por parte de homens que se acham no direito de puni-las para corrigir o que consideram um desvio sexual; marchamos porque ontem um pai abusou sexualmente de uma filha, porque hoje um marido violentou a esposa e, nesse momento, várias mulheres e meninas estão tendo seus corpos invadidos por homens aos quais elas não deram permissão para fazê-lo, e todas choramos porque sentimos que não podemos fazer nada por nossas irmãs agredidas e mortas diariamente. Mas podemos.
Já fomos chamadas de vadias porque usamos roupas curtas, já fomos chamadas de vadias porque transamos antes do casamento, já fomos chamadas de vadias por simplesmente dizer “não” a um homem, já fomos chamadas de vadias porque levantamos o tom de voz em uma discussão, já fomos chamadas de vadias porque andamos sozinhas à noite e fomos estupradas, já fomos chamadas de vadias porque ficamos bêbadas e sofremos estupro enquanto estávamos inconscientes, por um ou vários homens ao mesmo tempo, já fomos chamadas de vadias quando torturadas e curradas durante a Ditadura Militar. Já fomos e somos diariamente chamadas de vadias apenas porque somos MULHERES.
Mas, hoje, marchamos para dizer que não aceitaremos palavras e ações utilizadas para nos agredir enquanto mulheres. Se, na nossa sociedade machista, algumas são consideradas vadias, TODAS NÓS SOMOS VADIAS. E somos todas santas, e somos todas fortes, e somos todas livres! Somos livres de rótulos, de estereótipos e de qualquer tentativa de opressão masculina à nossa vida, à nossa sexualidade e aos nossos corpos. Estar no comando de nossa vida sexual não significa que estamos nos abrindo para uma expectativa de violência, e por isso somos solidárias a todas as mulheres estupradas em qualquer circunstância, porque tiveram seus corpos invadidos, porque foram agredidas e humilhadas, tiveram sua dignidade destroçada e muitas vezes foram culpadas por isso. O direito a uma vida livre de violência é um dos direitos mais básicos de toda mulher, e é pela garantia desse direito fundamental que marchamos hoje e marcharemos até que todas sejamos livres.
Somos todas as mulheres do mundo! Mães, filhas, avós, putas, santas, vadias…todas merecemos respeito!
POR: FB Yone Lidgren 

Marcha das Vadias Rio de Janeiro

Informações sobre a Marcha das Vadias do Rio de Janeiro que acontecerá em 02/07, 14h, Posto 4 de Copacabana.
http://marchadasvadiasrio.blogspot.com/
 

sábado, 15 de janeiro de 2011

Construção do 08 de Março em Salvador

Companheiras,
Atentemos para o fato de que 8 de março é terça-feira de carnaval e que isso acresce de importância nossa participação em chamar uma reunião.Vamos colocar nossa cara na rua.
estamos ai com nossa SPM daquele jeito que sabemos todas...Varas e outros problemas ...
Esperamos o comparecimento de todas, pois o 8 de março de 2011 precisa ser um grande momento de discussão de nossa agenda e desencadeamento da nossa luta durante todo ano.

Vamos marcar uma reunião URGENTE !!! Do Movimento de Mulheres de Salvador??

Vamos ver uma data:
26 de janeiro na quarta-feira as 17:00hs
Local : Conselho Municipal da Mulher (vamos usar esse espaço que é nosso)

é só um e-mail de chama e sugestões ...
Vamos lá meninas??
Xeros para todas!!!
--
Sandra Muñoz -
3241-8544/ 88919130 (Oi) / 92336310 (TIM) / 8312-3258(Claro)
Ativista - Feminista
Diretora da FAMEB - Federação das Associações de Moradores da Bahia - Filiado a CONAM
Coordenadora Estadual do GT de Feminização e Epidemia da AIDS/DST
LesbiBahia - Articulação Baiana de Lésbicas e Mulheres Bissexuais
NÃO À VIOLÊNCIA! NÃO À HOMOFOBIA/LESBOFOBIA
EM DEFESA DO DIREITO DE VIVER COM LIBERDADE E DIGNIDADE!!!!
http://soufeministaeandoporai.blogspot.com/ 

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Cepal defende autonomia para mulheres terem direitos reconhecidos// Brasília – A conquista da autonomia

Cepal defende autonomia para mulheres terem direitos reconhecidos

Agência Brasil

14/07/2010

Brasília – A conquista da autonomia econômica, física e política das mulheres é fundamental para o reconhecimento de seus direitos, afirma documento da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), divulgado (13) na Conferência Regional sobre a Mulher da América Latina e do Caribe. O evento é promovido pela Cepal e tem apoio da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República.

Segundo o documento, as mulheres dedicam mais tempo ao trabalho doméstico não remunerado ou de cuidados que os homens, independentemente de sua carga de trabalho remunerado. De acordo com a Cepal, elas continuam sendo discriminadas no mercado de trabalho e recebendo salários inferiores aos dos homens.

No Brasil, por exemplo, as mulheres dedicam 56,6 horas semanais ao trabalho total, enquanto que os homens ocupam 52 horas. No México, no entanto, as mulheres dedicam 76,3 horas, contra apenas 58,4 dos homens.

Dados de 2008 mostram que 31,6% das mulheres de 15 anos ou mais na região não tinham renda própria, enquanto somente 10,4% dos homens estavam nessa condição. As mulheres superam os homens também no desemprego: são 8,3% contra 5,7%.

O documento diz que o trabalho é a base da igualdade entre os gêneros e considera fundamental a conquista da autonomia econômica, física e política das mulheres. A autonomia econômica, esclarece o texto, implica ter controle dos bens materiais e recursos intelectuais, e capacidade de decidir sobre a renda e os ativos familiares.

Outro ponto que o documento enfatiza é a autonomia física, indispensável para superar as barreiras existentes no exercício da sexualidade, da integridade física e da reprodução, ao passo que a autonomia política envolve a representação feminina nos espaços de tomada de decisões, especialmente nos governos e parlamentos.

Para tanto, o documento afirma que são necessárias políticas públicas que reformulem os vínculos entre as três instituições fundamentais da sociedade: Estado, família e mercado, para articular um novo pacto social de redistribuição do trabalho entre homens e mulheres.

Segundo a Cepal, cabe ao Estado tomar as medidas necessárias, sejam legislativas, institucionais, educativas, de saúde, fiscais ou de participação das mulheres na tomada de decisões. Com isso, espera-se eliminar o viés de gênero no mercado de trabalho, superar a diferença salarial, a segmentação e a discriminação.

No documento, a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe defende ainda a garantia dos direitos das mulheres no mercado de trabalho e nas famílias.

Cortesia: Clipping Bem Fam(14/07/010)