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Gestos - Soropositividade, Comunicação e Gênero
Nossa missão: Construir culturas democráticas, equitativas e de paz para superar a AIDS
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Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
Press statement – septembre 20, 2010
Stop short-changing AIDS fight !
AIDS activists board French Parliament: France must keep its promises!
PARIS – As the UN summit on the Millennium Development Goals opens today in New York, French AIDS activists demonstrated at the National Assembly to recall that France can and must keep its financial promises against this deadly pandemic.
The activists lied down in front of Parliament to symbolize the 25 million deaths that AIDS has caused since the beginning of the pandemic. They displayed a banner reading "Stop short-changing AIDS fight", held up signs "no money, no treatment," and tied to the Parliament’s gates a 10 meter-long pill reading "Stop AIDS."
Today in New York Nicolas Sarkozy will present France’s action for developing countries and against the global gap. He will announce in particular the amount of the French contribution to the Global Fund to fight AIDS, Tuberculosis and Malaria. The Fund is the world’s main channel for anti-AIDS finds from rich to poor countries. To continue the world’s progress against AIDS since the last 10 years, and to keep their international commitments, rich countries need to double their respective contributions to the Global Fund. For France, this means doubling from 900 million to 1.8 billion euros over 3 years (to 600 million / year).
Stop short-changing AIDS fight. According to our information, instead of the doubling that is needed, Nicolas Sarkozy will announce an increase of 30%, to 1.2 billion over three years (400 million / year). This is not enough. According to figures published by the Global Fund itself [1], the difference between a 30% increase and a doubling is counted in the millions of lives: 3 million AIDS patients would be left without care (even though the world could save them) and three million AIDS orphans will be left to fend for themselves.
Despite the economic crisis, France still has the means to uphold its financial commitments. For example, if France taxed its domestic equities, as is already the case in the UK, this would yield an additional 5 billion euros per year. And for comparison, the 600 million requested annually from France for the Global Fund weigh less than 10% of the profits of one French company like Sanofi, or one bank like BNP.
A world without AIDS is possible. Researchers have shown that with access to HIV treatment to all people living with the virus, we can put an end to this pandemic. But the longer we wait, the more people we will have to treat, and the more it will cost!
From an economic standpoint too, investing today at the level required is the most sensible strategy.
With this demonstration at the National Assembly, French AIDS activists call upon the President and Parliament to include in France’s 2011 budget the doubling of the French contribution to the Global Fund to fight AIDS, TB and malaria.
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Sem complacência (Artigo)
O GLOBO
28/07/2010
MOHGA KAMAL-YANNI
Os representantes de dezenas de governos do mundo encerraram na semana passada a 13aConferência Internacional de AIDS com um dilema: comemorar ou não? Os mais otimistas podem apontar significativas vitórias na luta contra o HIV e a AIDS: o número de pessoas que são infectadas todos os anos, por exemplo, caiu cerca de 17% desde 2001. E mais, o número de doentes que recebem tratamento aumentou dez vezes em cinco anos e as mortes foram reduzidas em 10%.
Os desconfiados, por sua vez, também têm muito o que contar: apesar dos avanços, mais da metade das pessoas com HIV e AIDS não recebe o tratamento adequado.
A situação mantém-se particularmente sombria em grande parte da África Subsaariana, onde se encontram 60% das pessoas que vivem com HIV, dois terços das novas infecções e cerca de três quartos de todas as mortes relacionadas à doença. Essa relativa falta de progresso é decepcionante, especialmente considerando que 2010 foi o ano escolhido pelos líderes mundiais para ser o marco a partir do qual haveria acesso à prevenção, ao tratamento e aos cuidados a todos que estão em risco para o HIV e a AIDS. E por que o mundo não conseguiu fazer jus às promessas feitas por seus líderes em 2001? Inevitavelmente, parte da resposta é dinheiro. O fato é que os doadores não se dispuseram a encontrar os fundos necessários para enfrentar a propagação do HIV e tratar as pessoas infectadas.
O mais grave é que ao invés de intensificar os esforços para o enfrentamento da epidemia, os países e instituições doadores parecem sobrevalorizar o sucesso alcançado como forma de justificar sua complacência e, assim, não cumprir com o seu dever.
Um exemplo disso é o caixa vazio do Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária - responsável por salvar quase cinco milhões de vidas até agora. É preciso lembrar que, para garantir o acesso universal ao tratamento, os doadores deverão reabastecer o Fundo com, no mínimo, 20 bilhões de dólares para os próximos três anos. Além disso, de forma a assegurar a efetividade e sustentabilidade da intervenção, faz-se necessário manter nos países serviços de saúde pública, infraestrutura e recursos humanos bem treinados.
Não se pode atribuir, no entanto, a solução do problema somente a vontade dos países ricos ou a gestão da ajuda financeira. Os governos africanos também têm papel crucial a desempenhar.
Como parte da declaração das Nações Unidas de 2001, da qual consta a promessa de universalidade do acesso ao tratamento da doença, eles se comprometeram a destinar 15 por cento dos seus orçamentos nacionais para o setor saúde e, em especial, para o combate ao HIV/AIDS.
Apesar de alguns poucos países como Malavi e Botsuana cumprirem a meta, em onze nações africanas se gastam atualmente em saúde somente cinco dólares por pessoa ao ano.
Em março, África do Sul, Ruanda e Egito conseguiram, em surdina, fazer com que o compromisso fosse derrubado na reunião de ministros da Fazenda da União Africana.
Isto é preocupante. Se os governos do Norte e do Sul não destinarem fundos adicionais, o acesso universal à prevenção, ao tratamento e aos cuidados continuará sendo uma meta inatingível. A batalha também será perdida se a discriminação e o preconceito contra a doença e suas consequências não forem enfrentados.
Há países na África onde os governos dificultam a luta contra o HIV aplicando medidas punitivas. Em Serra Leoa, por exemplo, uma lei de 2007 criminaliza pessoas com HIV, pois considera-se que as mesmas expõem outras ao risco de infecção. A lei prevê penas inclusive para mulheres grávidas que passam o vírus para os seus filhos ainda na gestação. Não é só na África que isso acontece: em 2008, no Texas, nos Estados Unidos da América, um morador de rua HIV positivo foi condenado a 35 anos de cadeia por "agredir um funcionário público com uma arma mortal". Seu crime: cuspir em um policial quando estava bêbado.
Esses mecanismos de criminalização das pessoas portadoras do vírus da AIDS buscam cortar caminho para o controle da doença, mas na verdade acabam contribuindo para a sua expansão, pois desestimulam aqueles que desconfiam estar contaminados de fazer o teste e de receber o tratamento.
A realidade é triste, pois, quase uma década depois da promessa dos líderes mundiais em deter a epidemia da AIDS, o progresso ainda depende de ações tanto de países ricos quanto pobres.
No momento, uma coisa é certa: os delegados dos países que participaram da Conferência de Viena semana passada voltam com muito dever de casa para fazer. E é bom que saibam: não há espaço para complacência.
Group: http://groups.google.com/
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- Thank you for AIDS 2010! [1 Update]
Topic: Thank you for AIDS 2010!Mensagem sobre o tópico Thank you for AIDS 2010!
O grupo no qual você está postando é um grupo da Usenet. As mensagens postadas neste grupo farão com que o seu e-mail fique visível para qualquer pessoa na internet.Sua resposta não foi enviada.Postagem publicada
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Mikaela Hildebrand
Ver perfil Traduzir para Português (Brasil) Traduzido (ver original) Mais opções 27 jul, 12:39 De: Mikaela Hildebrand...@gmail.com> Data: Tue, 27 Jul 2010 17:39:25 +0200Local: Ter 27 jul 2010 12:39Assunto: Thank you for AIDS 2010!It was great to meet up with you all at AIDS 2010. So I just wanted to say
thank you for good collaboration – I think it was very interesting to see
how social media was used at the conference and I very much look forward to
seeing the evaluation to come out of AIDS 2010.I do hope we keep the discussion going to help share lessons learnd and key
resources – maybe set up a Ning group or facebook group would be a next
step?All the best from Geneva,
Mikaela (@UNAIDS <%60@UNAIDS>)
Assembléia Mundial de Saúde define o dia 28 de Julho como o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais
26/07/2010
Durante a 63ª Assembleia Mundial da Saúde, que ocorreu em Genebra de 17 a 21 de maio, ficou decidido que em 28 de julho será o Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais. As informações são da Organização Pan- Americana de Saúde (OPAS). Evento no hospital Emílio Ribas vai marcar a data no Brasil.
“Reconhecendo a necessidade de reduzir a incidência para prevenir e controlar as hepatites virais, e facilitar o acesso a um diagnóstico correto a proposta foi apresentada pelo Brasil, em conjunto com Indonésia e Colômbia”, informou a OPAS.
A data será uma oportunidade para estimular o fortalecimento das medidas preventivas e de controle das hepatites virais.
28 de Julho no Brasil
O presidente do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems), Antônio Carlos Nardi, participa, no dia 28 de julho, da solenidade alusiva ao Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais, no Auditório Emílio Ribas, localizado no Edifício Sede do Ministério da Saúde. A solenidade vai contar com a presença do ministro da saúde, José Gomes Temporão.
Preocupado com os efeitos silenciosos das hepatites virais, o Ministério da Saúde integrou recentemente o Programa de Hepatites Virais ao Programa de DST/Aids, criando assim o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. Em nota a representação OPAS no País parabenizou a iniciativa.
Sobre as Hepatites Virais
Uma doença que na maioria dos casos não tem sintomas e que a transmissão pode ocorrer no compartilhamento de escova de dentes, lâminas de barbear, alicates de unha e até mesmo com a ingestão de frutas e verduras mal lavadas. Esta é a hepatite, uma inflamação no fígado que nas suas formas mais conhecidas são causadas por vírus.
Segundo uma pesquisa divulgada no final do ano passado pela Sociedade Brasileira de Infectologia, a cada ano ocorrem cerca de 37,5 mil casos de hepatites virais no País. As mais comuns são as do tipo A e B, seguidas pela do tipo C.
A hepatite A é transmitida por objetos e alimentos contaminados, mas tem vacina e, no geral, é mais fácil de tratar. Indica-se repouso, dieta sem gordura e a não ingestão de bebidas alcoólicas.
A hepatite B, apesar de ter também uma vacina preventiva, pode ser transmitida por objetos contaminados e por via sexual. O tratamento com remédios pode levar meses para se chegar à cura e, em 5 a 10% dos casos, se cronifica, ou seja, se instala no organismo por vários anos, complicando a saúde do paciente.
Conferência da aids termina pedindo mais direitos e prevenção
26 de julho de 2010
Efe
Desde domingo, países discutem em Viena temas como gel vaginal, situação nas prisões e falta de verba
VIENA - Após seis dias de encontro, 248 sessões e centenas de atividades paralelas, a Conferência Internacional Aids 2010 terminou,sexta-feira, 23, com destaque para os direitos humanos, a prevenção e a universalização do tratamento aos portadores do HIV.
Mais de 16 mil delegados, 850 especialistas e 95 ONGs debateram desde o último domingo as estratégias para frear a disseminação da doença, que afeta 33 milhões de pessoas no mundo todo. A cada dia, 7,4 mil pessoas são infectadas pelo vírus que deixou 2 milhões de mortos em 2008.
"A conferência é um começo para discutir, enfocar e enfatizar o Leste Europeu, a Ásia Central e os problemas dessas regiões", disse Brigitte Schmied, co-presidente do encontro, em relação à importância dada às partes do mundo onde a doença se expande com maior rapidez.
Para Brigitte, a conferência, que foi "muito viva", trabalhou três pontos essenciais: o acesso ao tratamento universal para todos os infectados pelo HIV, a importância dos direitos humanos na luta contra a aids e a melhora na prevenção.
Em relação aos direitos humanos, a conferência teve como documento oficial a chamada Declaração de Viena, na qual se adverte que a criminalização e a repressão como estratégias de luta contra a droga e a toxicomania estão "alimentando" a epidemia do HIV.
Nesse sentido, a co-presidente aposta em políticas de redução de danos, como a mudança de seringas, as drogas de substituição e, no geral, uma aproximação científica, e não penal, do tema.
No encerramento da conferência, a declaração foi assinada por 12.725 pessoas.
Por sua vez, o presidente do encontro, Julio Montaner, alertou sobre a queda prevista das contribuições ao Fundo Mundial Contra a Aids pelos países industrializados.
Montaner acusou o G8 (países mais ricos e Rússia) de "traição" pela previsível queda das contribuições. "Quando faltou dinheiro para pagar os banqueiros ou a indústria automotiva, eles foram ajudados em seguida, porque são amigos das empresas. Também houve fundos para Wall Street e para o derrame de petróleo no Golfo do México", disse o médico canadense de origem argentina.
Foram os países mais ricos os que encabeçaram a criação do Fundo Mundial Contra a Aids, a Tuberculose e a Malária, que no período 2008-2010 contava com US$ 10 bilhões para combater o HIV. Para os anos 2011 a 2013, o fundo pede entre US$ 13 milhões e 20 milhões.
Manfred Nowak, relator especial da ONU sobre tortura, se referiu nesta sexta à falta de vontade política de muitos governos para resolver o grave problema da aids nas prisões.
As más condições de vida nos centros penitenciários de muitos países, com carência de assistência médica, seringas e preservativos, faz com que a taxa de prevalência da aids seja muito elevada.
Nowak lembrou que 30 milhões de pessoas entram e saem das prisões a cada ano, muitas delas infectadas com o HIV, o que "não é só um problema de saúde nas prisões, mas de saúde pública" em geral. "Elas estão privadas de liberdade, mas não de direitos humanos", lembrou o especialista.
A conferência de Viena entrega o testemunho da organização deste evento bienal a Washington, que sediará a reunião sobre a doença em 2012.
Conferência Internacional de Aids: Sem dinheiro, avanços na prevenção e no tratamento apresentados em Viena serão inúteis, dizem participantes da mesa de encerramento
26/07/2010
“Dizem que o mundo está em crise econômica, mas não é verdade. O que falta é colocar a aids como prioridade mundial. Quando há emergência em Wall Street (Rua onde estão as bolsas de valores de Nova York), bilhares e bilhares de dólares aparecem de repente”, criticou o coordenador geral da XVIII Conferência Internacional de Aids, Julio Montaner.
Para ele, “a saúde da população merece mais responsabilidade financeira que as crises econômicas.”
A coordenadora local da Conferência, Brigitte Schmied, afirmou que as reuniões em Viena provaram que é possível expandir o tratamento e a prevenção para todos aqueles que precisam. “Apesar de muitos obstáculos no nosso caminho, deixamos este encontro com energias renovadas”, disse.
De acordo com o Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV e Aids (Unaids), 5.2 milhões de pessoas estão em tratamento com antirretrovirais no mundo. O número de pacientes que recebem os vitais medicamentos é 20 vezes maior hoje que em 2003, por exemplo. Mas o número total de pessoas que precisam de medicamentos é estimado em 10 milhões.
Michel Sidibé, Diretor Executivo do Unaids, citou como alvo, durante todos seus discursos na Conferência, o plano Tratamento 2.0, cujo objetivo é expandir o teste de HIV e o tratamento da aids até 2025, evitando 10 milhões de mortes.
Representando as pessoas vivendo com HIV na mesa de encerramento, a argentina Patrícia Pérez defendeu a campanha mundial “Mais paz, menos aids”. “Precisamos de paz para evitar a violência doméstica, o estigma e a discriminação nas nossas comunidades, precisamos de paz em nossos países para que os fundos sejam para questões sociais e não para guerras”, comentou.
Cortesia Clipping Bem Fam(26/07/010)
Patrícia defendeu que até a próxima Conferência Internacional de Aids, em Washington-DC nos Estados Unidos em 2012, as mulheres homossexuais, imigrantes, índias, usuárias de droga, trabalhadoras do sexo, presas, crianças ou jovens estejam mais incluídas nas atividades e nas tomadas de decisões de combate da pandemia. “Nada será feito para a gente, sem a nossa participação”, afirmou.
A Conferência Internacional de Aids volta aos Estados Unidos depois de 20 anos. O país deixou de concorrer pela sede do evento porque passou a proibir a entrada de estrangeiros portadores do HIV, regra mudada pelo Presidente Barack Obama.
Novidades científicas
A norte-americana Diane Havlir é uma das coordenadoras científicas da Conferência em Viena. Em entrevista à Agência de Notícias da Aids, ela disse que o estudo do gel vaginal, feito à base do antirretroviral tenofovir e que mostrou eficácia de até 54%, merece destaque especial porque é o maior êxito sobre possíveis estratégias para uma revolução da prevenção entre as mulheres. (Leia aqui)
“Na última conferência (México, em 2008), a circuncisão foi muito falada, pois ficou provada que pode prevenir os homens em até 60%, mas o microbicida traz agora esperança às mulheres, que em muitos casos não conseguem exigir dos seus parceiros o uso do preservativo”, comentou.
Diane disse que viu também novas descobertas na área de ciência básica sobre o funcionamento do HIV no organismo humano. “Cada pequeno passo que completamos sobre como age o vírus da aids dentro da célula será importante para pensarmos em outras possibilidades de tratamento, vacina e até mesmo a cura da doença”, disse.
Ela observou ainda estudos que comprovam a importância da distribuição de seringas descartáveis para prevenir o vírus entre usuários de drogas e pesquisas que mostraram as melhores combinações medicamentosas para o tratamento de soropositivos com tuberculose.
Brasileiros na conferência somam 303
De acordo com a organização do evento, 19.300 pessoas de 197 países participaram da Conferência em Viena. Quase 1300 foram jornalistas e outros profissionais da comunicação.
Aproximadamente 1200 participantes vieram da Europa do Leste e da Ásia Central, regiões que receberam atenção especial no encontro por serem as únicas do mundo onde a proporção de casos novos do HIV ainda cresce.
Os brasileiros no evento somaram 303. Na última Conferência Internacional de Aids, no México, foram 405.
A suíça foi o país numericamente mais representado com 3360 participantes. Os Estados Unidos tiveram 2832, seguidos pelo Canadá com 1037 e Áustria com 845.
Durante toda a programação do evento, ocorreram mais de 400 debates e apresentações orais.
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