Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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quinta-feira, 9 de junho de 2011

Em Nova York, coordenadora da Gestos discute Mulher e AIDS na Reunião da ONU

A jornalista e ativista Alessandra Nilo, Coordenadora Políticas Estratégicas da ONG Gestos, participa nesta quinta-feira (9), do painel "Mulheres, meninas e a AIDS", durante a Reunião de Alto Nível da ONU em AIDS, que acontece em Nova York.

Na mesa, que será coordenada pelo médico nigeriano Babatunde Osotimehin, director executivo do Fundo de Populações da ONU (UNFPA), a pernambucana irá falar sobre a necessidade de indicadores para os Direitos Sexuais e Reprodutivos das mulheres e meninas integrados às políticas públicas para as mulheres, tema bastante trabalhado pela Gestos em mais de dez países africanos e latino-americanos.

Previamente à Reunião de Alto Nível, que começou nesta quarta-feira (8) e vai até amanhã (10), a Gestos também organizou, na segunda-feira (6), a Reunião Estratégica da campanha Where Is the Money for HIV and AIDS (Onde Está o Dinheiro para HIV e AIDS), promovida globalmente pela Gestos e pela Universidade da Califórnia (UCLA). 

O encontro reuniu representantes da sociedade civil de todo o mundo para tratar das ações da campanha e do projeto de implantação da Taxa de Transações Financeiras (FTTs), que seria um novo imposto cobrado em transações financeiras internacionais cujo valor arrecadado seria utilizado para financiar as ações das Metas do Milênio.

Já na terça-feira (7), dois outros eventos foram promovidos pela Gestos. O primeiro, em parceria com a Rede Mundial de ativistas Global Coalition on Women and AIDS, na manhã de terça-feira (7), serviu como preparação para as discussões da Reunião de Alto Nível que tinham como foco a discussão dos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres e a feminização da AIDS.

Também na terça, a Gestos promoveu, desta vez em parceria a LACCASO (da qual Alessandra Nilo é secretária regional) juntamente com a Aid for AIDS, a Reunião da Sociedade Civil Latino-Americana, também com o intuito de preparar os representantes de ONGs e membros das delegações dos países da América Latina para as discussões da Reunião de Alto Nível. 

Uma das bandeiras defendidas por alguns países latino-americanos, que formaram um bloco liderado pelo Brasil, é o comprometimento com a meta 15 x 15, que visa o tratamento efetivo de 15 milhões de soropositivos até o ano de 2015. O cumprimento dessa meta significaria o acesso de 80% das pessoas que vivem com HIV e AIDS no mundo ao tratamento da doença. Outro ponto a ser defendido será no segmento da propriedade intelectual, defendendo a saúde pública frente aos interesses das grandes indústrias farmacêuticas, na luta para que as patentes não sejam uma barreira ao acesso ao tratamento da AIDS.

Comunicação Gestos
Gestos - Soropositividade, Comunicação e Gênero
Nossa missão: Construir culturas democráticas, equitativas e de paz para superar a AIDS
http://www.gestospe.org.br

quarta-feira, 8 de junho de 2011

DO THIS NOW!!! Social Media Actions for June 8

Dear AIDS Activists,

In preparation for tomorrow's March to End AIDS and the UN High Level
Meeting on HIV/AIDS we are asking you to get all your staff and
clients to engage in two social media actions today.


TWITTER
Tomorrow, June 8, is the kick off of the UN High Level Meeting on
HIV/AIDS. Alicia Keys will be tweeting all day today to demand that
our governments keep their promise to fight AIDS.

Please follow Alicia Keys on Twitter (@AliciaKeys) and send her this tweet:

@AliciaKeys Tell your followers about March to End AIDS, 11am tmrw
June 8 from Bryant Park to UN! @UNAIDS @HealthGAP @BarackObama
#endAIDS


Also, RT Alicia's tweets about the march and as you tweet throughout
today & tomorrow, please incude the hashtag #endAIDS in your tweets.


FACEBOOK
From 1-3pm today we are asking everyone to post on Obama for America's Facebook page
Tell President Obama to keep his promise and ensure 15
million people will have access to AIDS treatment by 2015 and urge
world leaders to commit $24 billion to fight AIDS by 2015.

To post on the page you will first have to "like" the Obama for
America page (see link above). Then, rather than posting to Obama's
wall you will need to post a link or status update to your own
Facebook and tag Obama's page by including @Obama For America - New
York.


Please also tag the We Can End AIDS Facebook page by including @We Can
End AIDS or @We Can End AIDS March on June 8! so that your posts will
show up there as well! You will have to "like" both these pages in
order to do so.

WE will see YOU tomorrow, June 8th at Bryant Park at 11am for the
March to End AIDS!!!!

Please share this far & wide!

Thank you!
Health GAP Team





--
Jennifer Flynn
Managing Director
Health GAP
429 West 127th Street, 2nd Floor
New York, NY 10027
mobile:  +1-917-517-5202
phone:  +1-212-537-0575
fax:  +1-212-937-5283
skype:  jenniferaliceflynn
e-mail:  jflynn@healthgap.org
twitter:  jenniferflynn
www.healthgap.org
Save the Date:  Health GAP Global Health Justice Awards, June 23rd, 2011, NYC

http://healthgap.org/ghj/images/ghj-email-signature-graphic.png

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

AIDS 2010 Evaluation Report

Greetings –

The AIDS 2010 evaluation (at the link below) includes a section on social media, starting on page 22. Among the most interesting info are charts of Twitter traffic by day and tweet topics.


Also, be sure to check out this link, which provides some additional Twitter data, including the top 10 tweeters.


Best regards and best wishes for 2011,

Scott


Scott Sanders
Principal l High Noon Communications
1718 ½ Florida Ave, NW l Washington, DC 20009
202-332-2303 l Mobile: 202-486-8761

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Agora em português! Catálogo dos abstracts sobre HSH e Pessoas Trans apresentados à Conferência Internacional de Aids 2010

Agora disponível em português! Catálogo dos abstracts sobre HSH e Pessoas Trans apresentados à Conferência Internacional de Aids 2010









para  conhecimento e divulgação

Prezados(as),

O Fórum Global sobre HSH e HIV (MSMGF) tem o prazer de anunciar que já está disponível em português nosso Catálogo de Abstracts sobre HSH e Pessoas Trans apresentados à Conferência Internacional de Aids 2010!  O MSMGF analisou minuciosamente a programação inteira da Conferência e selecionou todos os materiais relativos a minorias sexuais para criar um catálogo virtual - com mecanismo de busca - das pesquisas mais recentes disponíveis sobre o assunto.  Trabalhando em parceria com o Grupo Dignidade, traduzimos o título de cada um dos abstracts para o português.

Os abstracts contidos no catálogo foram organizados para facilitar a busca por região e país.  Além disso, o catálogo deste ano permite buscar por tema em todos os abstracts, de modo a possibilitar a localização de todos os trabalhos apresentados na Conferência sobre tópicos transversais específicos, como a juventude ou o uso de drogas.  Os títulos foram traduzidos para facilitar a identificação dos trabalhos mais relevantes para sua área de atuação.  Uma vez encontrado um abstract que seja de interesse, há opções adicionais para a tradução de todo o texto do mesmo, incluindo tradução automática e a possibilidade de solicitar que o abstract seja traduzido por um dos tradutores do MSMGF.


Salientamos que se trata tão somente de uma listagem de abstracts apresentados na modalidade de pôster.  Estamos trabalhando para incluir também os abstracts das apresentações orais, que deverão ficar disponíveis na semana que vem.  Também em breve estarão disponíveis on-line materiais da Pré-Conferência HSH – Seja Ouvido (Be Heard! MSM Pre-Conference).

Esperamos que este recurso lhe seja útil!  Como sempre, estamos à disposição para responder perguntas ou receber comentários, através do e-mail contact@msmgf.org.

Cordialmente,

Fórum Global sobre HSH e HIV


Jack Beck | Communications Associate
The Global Forum on MSM & HIV (MSMGF)436 14th Street, Suite 1500
Oakland, CA 94612
P: 510.271.1956
E:
jbeck@msmgf.org

www.msmgf.org  

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Stop short-changing AIDS fight ! AIDS activists board French Parliament: France must keep its promises!





Press statement – septembre 20, 2010

Stop short-changing AIDS fight !
AIDS activists board French Parliament: France must keep its promises!

PARIS – As the UN summit on the Millennium Development Goals opens today in New York, French AIDS activists demonstrated at the National Assembly to recall that France can and must keep its financial promises against this deadly pandemic.

The activists lied down in front of Parliament to symbolize the 25 million deaths that AIDS has caused since the beginning of the pandemic. They displayed a banner reading "Stop short-changing AIDS fight", held up signs "no money, no treatment," and tied to the Parliament’s gates a 10 meter-long pill reading "Stop AIDS."

Today in New York Nicolas Sarkozy will present France’s action for developing countries and against the global gap. He will announce in particular the amount of the French contribution to the Global Fund to fight AIDS, Tuberculosis and Malaria. The Fund is the world’s main channel for anti-AIDS finds from rich to poor countries. To continue the world’s progress against AIDS since the last 10 years, and to keep their international commitments, rich countries need to double their respective contributions to the Global Fund. For France, this means doubling from 900 million to 1.8 billion euros over 3 years (to 600 million / year).

Stop short-changing AIDS fight. According to our information, instead of the doubling that is needed, Nicolas Sarkozy will announce an increase of 30%, to 1.2 billion over three years (400 million / year). This is not enough. According to figures published by the Global Fund itself [1], the difference between a 30% increase and a doubling is counted in the millions of lives: 3 million AIDS patients would be left without care (even though the world could save them) and three million AIDS orphans will be left to fend for themselves.

Despite the economic crisis, France still has the means to uphold its financial commitments. For example, if France taxed its domestic equities, as is already the case in the UK, this would yield an additional 5 billion euros per year. And for comparison, the 600 million requested annually from France for the Global Fund weigh less than 10% of the profits of one French company like Sanofi, or one bank like BNP.

A world without AIDS is possible. Researchers have shown that with access to HIV treatment to all people living with the virus, we can put an end to this pandemic. But the longer we wait, the more people we will have to treat, and the more it will cost!
From an economic standpoint too, investing today at the level required is the most sensible strategy.

With this demonstration at the National Assembly, French AIDS activists call upon the President and Parliament to include in France’s 2011 budget the doubling of the French contribution to the Global Fund to fight AIDS, TB and malaria.


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Jirair Ratevosian, MPH
jratevosian@gmail.com
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sábado, 31 de julho de 2010

Sem complacência (Artigo) O GLOBO 28/07/2010 MOHGA KAMAL-YANNI Os representantes de dezenas de governos do mundo encerraram na semana passada a

Sem complacência (Artigo)

O GLOBO

28/07/2010

MOHGA KAMAL-YANNI

Os representantes de dezenas de governos do mundo encerraram na semana passada a 13aConferência Internacional de AIDS com um dilema: comemorar ou não? Os mais otimistas podem apontar significativas vitórias na luta contra o HIV e a AIDS: o número de pessoas que são infectadas todos os anos, por exemplo, caiu cerca de 17% desde 2001. E mais, o número de doentes que recebem tratamento aumentou dez vezes em cinco anos e as mortes foram reduzidas em 10%.

Os desconfiados, por sua vez, também têm muito o que contar: apesar dos avanços, mais da metade das pessoas com HIV e AIDS não recebe o tratamento adequado.

A situação mantém-se particularmente sombria em grande parte da África Subsaariana, onde se encontram 60% das pessoas que vivem com HIV, dois terços das novas infecções e cerca de três quartos de todas as mortes relacionadas à doença. Essa relativa falta de progresso é decepcionante, especialmente considerando que 2010 foi o ano escolhido pelos líderes mundiais para ser o marco a partir do qual haveria acesso à prevenção, ao tratamento e aos cuidados a todos que estão em risco para o HIV e a AIDS. E por que o mundo não conseguiu fazer jus às promessas feitas por seus líderes em 2001? Inevitavelmente, parte da resposta é dinheiro. O fato é que os doadores não se dispuseram a encontrar os fundos necessários para enfrentar a propagação do HIV e tratar as pessoas infectadas.

O mais grave é que ao invés de intensificar os esforços para o enfrentamento da epidemia, os países e instituições doadores parecem sobrevalorizar o sucesso alcançado como forma de justificar sua complacência e, assim, não cumprir com o seu dever.

Um exemplo disso é o caixa vazio do Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária - responsável por salvar quase cinco milhões de vidas até agora. É preciso lembrar que, para garantir o acesso universal ao tratamento, os doadores deverão reabastecer o Fundo com, no mínimo, 20 bilhões de dólares para os próximos três anos. Além disso, de forma a assegurar a efetividade e sustentabilidade da intervenção, faz-se necessário manter nos países serviços de saúde pública, infraestrutura e recursos humanos bem treinados.

Não se pode atribuir, no entanto, a solução do problema somente a vontade dos países ricos ou a gestão da ajuda financeira. Os governos africanos também têm papel crucial a desempenhar.

Como parte da declaração das Nações Unidas de 2001, da qual consta a promessa de universalidade do acesso ao tratamento da doença, eles se comprometeram a destinar 15 por cento dos seus orçamentos nacionais para o setor saúde e, em especial, para o combate ao HIV/AIDS.

Apesar de alguns poucos países como Malavi e Botsuana cumprirem a meta, em onze nações africanas se gastam atualmente em saúde somente cinco dólares por pessoa ao ano.

Em março, África do Sul, Ruanda e Egito conseguiram, em surdina, fazer com que o compromisso fosse derrubado na reunião de ministros da Fazenda da União Africana.

Isto é preocupante. Se os governos do Norte e do Sul não destinarem fundos adicionais, o acesso universal à prevenção, ao tratamento e aos cuidados continuará sendo uma meta inatingível. A batalha também será perdida se a discriminação e o preconceito contra a doença e suas consequências não forem enfrentados.

Há países na África onde os governos dificultam a luta contra o HIV aplicando medidas punitivas. Em Serra Leoa, por exemplo, uma lei de 2007 criminaliza pessoas com HIV, pois considera-se que as mesmas expõem outras ao risco de infecção. A lei prevê penas inclusive para mulheres grávidas que passam o vírus para os seus filhos ainda na gestação. Não é só na África que isso acontece: em 2008, no Texas, nos Estados Unidos da América, um morador de rua HIV positivo foi condenado a 35 anos de cadeia por "agredir um funcionário público com uma arma mortal". Seu crime: cuspir em um policial quando estava bêbado.

Esses mecanismos de criminalização das pessoas portadoras do vírus da AIDS buscam cortar caminho para o controle da doença, mas na verdade acabam contribuindo para a sua expansão, pois desestimulam aqueles que desconfiam estar contaminados de fazer o teste e de receber o tratamento.

A realidade é triste, pois, quase uma década depois da promessa dos líderes mundiais em deter a epidemia da AIDS, o progresso ainda depende de ações tanto de países ricos quanto pobres.

No momento, uma coisa é certa: os delegados dos países que participaram da Conferência de Viena semana passada voltam com muito dever de casa para fazer. E é bom que saibam: não há espaço para complacência.

MOHGA KAMAL-YANNI é assessora em Saúde e HIV da organização não governamental Oxfam na Inglaterra.
Cortesia : Clipping Bem Fam (28/07/010)

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Twtteiros Internacionais #aids2010:

Agree. My little social media team is working on our analysis this month. I'll be happy to share results and may have some follow-up questions if you'd all be willing to continue this dialogue.

anna

On Tue, Jul 27, 2010 at 1:44 PM, <aids2010tweeters+noreply@googlegroups.com> wrote:

Group: http://groups.google.com/group/aids2010tweeters/topics

Mensagem sobre o tópico Thank you for AIDS 2010!
O grupo no qual você está postando é um grupo da Usenet. As mensagens postadas neste grupo farão com que o seu e-mail fique visível para qualquer pessoa na internet.
Sua resposta não foi enviada.
Postagem publicada









De:
Para:
Cc:
Encaminhar para

Adicionar Cc | Adicionar Encaminhar para | Editar Assunto
Assunto:
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Mikaela Hildebrand
Ver perfil Traduzir para Português (Brasil) Traduzido (ver original)
Mais opções 27 jul, 12:39
De: Mikaela Hildebrand ...@gmail.com>
Data: Tue, 27 Jul 2010 17:39:25 +0200
Local: Ter 27 jul 2010 12:39
Assunto: Thank you for AIDS 2010!

Hi All,

It was great to meet up with you all at AIDS 2010. So I just wanted to say
thank you for good collaboration – I think it was very interesting to see
how social media was used at the conference and I very much look forward to
seeing the evaluation to come out of AIDS 2010.

I do hope we keep the discussion going to help share lessons learnd and key
resources – maybe set up a Ning group or facebook group would be a next
step?

All the best from Geneva,

Mikaela (@UNAIDS <%60@UNAIDS>)

terça-feira, 27 de julho de 2010

Assembléia Mundial de Saúde define o dia 28 de Julho como o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais 26/07/2010 Durante a 63ª Assembleia Mun

Assembléia Mundial de Saúde define o dia 28 de Julho como o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais

26/07/2010

Durante a 63ª Assembleia Mundial da Saúde, que ocorreu em Genebra de 17 a 21 de maio, ficou decidido que em 28 de julho será o Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais. As informações são da Organização Pan- Americana de Saúde (OPAS). Evento no hospital Emílio Ribas vai marcar a data no Brasil.

“Reconhecendo a necessidade de reduzir a incidência para prevenir e controlar as hepatites virais, e facilitar o acesso a um diagnóstico correto a proposta foi apresentada pelo Brasil, em conjunto com Indonésia e Colômbia”, informou a OPAS.

A data será uma oportunidade para estimular o fortalecimento das medidas preventivas e de controle das hepatites virais.

28 de Julho no Brasil

O presidente do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems), Antônio Carlos Nardi, participa, no dia 28 de julho, da solenidade alusiva ao Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais, no Auditório Emílio Ribas, localizado no Edifício Sede do Ministério da Saúde. A solenidade vai contar com a presença do ministro da saúde, José Gomes Temporão.

Preocupado com os efeitos silenciosos das hepatites virais, o Ministério da Saúde integrou recentemente o Programa de Hepatites Virais ao Programa de DST/Aids, criando assim o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. Em nota a representação OPAS no País parabenizou a iniciativa.

Sobre as Hepatites Virais

Uma doença que na maioria dos casos não tem sintomas e que a transmissão pode ocorrer no compartilhamento de escova de dentes, lâminas de barbear, alicates de unha e até mesmo com a ingestão de frutas e verduras mal lavadas. Esta é a hepatite, uma inflamação no fígado que nas suas formas mais conhecidas são causadas por vírus.

Segundo uma pesquisa divulgada no final do ano passado pela Sociedade Brasileira de Infectologia, a cada ano ocorrem cerca de 37,5 mil casos de hepatites virais no País. As mais comuns são as do tipo A e B, seguidas pela do tipo C.

A hepatite A é transmitida por objetos e alimentos contaminados, mas tem vacina e, no geral, é mais fácil de tratar. Indica-se repouso, dieta sem gordura e a não ingestão de bebidas alcoólicas.

A hepatite B, apesar de ter também uma vacina preventiva, pode ser transmitida por objetos contaminados e por via sexual. O tratamento com remédios pode levar meses para se chegar à cura e, em 5 a 10% dos casos, se cronifica, ou seja, se instala no organismo por vários anos, complicando a saúde do paciente.

Já o tipo C da hepatite é mais transmitido por sangue e derivados, em relações sexuais sem camisinha e no compartilhamento de objetos, mas não tem vacina preventiva e se cronifica em 85% dos casos.
Cortesia Clipping Bem Fam (26/07/010)

Conferência da aids termina pedindo mais direitos e prevenção 26 de julho de 2010 Efe Desde domingo, países discutem em Viena temas como gel vagin

Conferência da aids termina pedindo mais direitos e prevenção

26 de julho de 2010

Efe

Desde domingo, países discutem em Viena temas como gel vaginal, situação nas prisões e falta de verba

VIENA - Após seis dias de encontro, 248 sessões e centenas de atividades paralelas, a Conferência Internacional Aids 2010 terminou,sexta-feira, 23, com destaque para os direitos humanos, a prevenção e a universalização do tratamento aos portadores do HIV.

Mais de 16 mil delegados, 850 especialistas e 95 ONGs debateram desde o último domingo as estratégias para frear a disseminação da doença, que afeta 33 milhões de pessoas no mundo todo. A cada dia, 7,4 mil pessoas são infectadas pelo vírus que deixou 2 milhões de mortos em 2008.

"A conferência é um começo para discutir, enfocar e enfatizar o Leste Europeu, a Ásia Central e os problemas dessas regiões", disse Brigitte Schmied, co-presidente do encontro, em relação à importância dada às partes do mundo onde a doença se expande com maior rapidez.

Para Brigitte, a conferência, que foi "muito viva", trabalhou três pontos essenciais: o acesso ao tratamento universal para todos os infectados pelo HIV, a importância dos direitos humanos na luta contra a aids e a melhora na prevenção.

Em relação aos direitos humanos, a conferência teve como documento oficial a chamada Declaração de Viena, na qual se adverte que a criminalização e a repressão como estratégias de luta contra a droga e a toxicomania estão "alimentando" a epidemia do HIV.

Nesse sentido, a co-presidente aposta em políticas de redução de danos, como a mudança de seringas, as drogas de substituição e, no geral, uma aproximação científica, e não penal, do tema.

No encerramento da conferência, a declaração foi assinada por 12.725 pessoas.

Por sua vez, o presidente do encontro, Julio Montaner, alertou sobre a queda prevista das contribuições ao Fundo Mundial Contra a Aids pelos países industrializados.

Montaner acusou o G8 (países mais ricos e Rússia) de "traição" pela previsível queda das contribuições. "Quando faltou dinheiro para pagar os banqueiros ou a indústria automotiva, eles foram ajudados em seguida, porque são amigos das empresas. Também houve fundos para Wall Street e para o derrame de petróleo no Golfo do México", disse o médico canadense de origem argentina.

Foram os países mais ricos os que encabeçaram a criação do Fundo Mundial Contra a Aids, a Tuberculose e a Malária, que no período 2008-2010 contava com US$ 10 bilhões para combater o HIV. Para os anos 2011 a 2013, o fundo pede entre US$ 13 milhões e 20 milhões.

Manfred Nowak, relator especial da ONU sobre tortura, se referiu nesta sexta à falta de vontade política de muitos governos para resolver o grave problema da aids nas prisões.

As más condições de vida nos centros penitenciários de muitos países, com carência de assistência médica, seringas e preservativos, faz com que a taxa de prevalência da aids seja muito elevada.

Nowak lembrou que 30 milhões de pessoas entram e saem das prisões a cada ano, muitas delas infectadas com o HIV, o que "não é só um problema de saúde nas prisões, mas de saúde pública" em geral. "Elas estão privadas de liberdade, mas não de direitos humanos", lembrou o especialista.

A conferência de Viena entrega o testemunho da organização deste evento bienal a Washington, que sediará a reunião sobre a doença em 2012.

Após o fim do fórum, o professor de medicina ugandense Elly Katabira assume a Presidência da Sociedade Internacional da Aids até 2012.
Cortesia Bem Fam(26/07/010)

Conferência Internacional de Aids: Sem dinheiro, avanços na prevenção e no tratamento apresentados em Viena serão inúteis, dizem participantes da mesa

Conferência Internacional de Aids: Sem dinheiro, avanços na prevenção e no tratamento apresentados em Viena serão inúteis, dizem participantes da mesa de encerramento

26/07/2010

O evento sobre aids mais importante do mundo terminou nesta sexta-feira, em Viena, na Áustria. Segundo os organizadores, os cinco dias de debates e palestras evidenciaram que houve avanços em pesquisas científicas nas áreas de prevenção e tratamento nos últimos dois anos, mas que são necessários mais fundos e melhores proteções dos direitos humanos.

“Dizem que o mundo está em crise econômica, mas não é verdade. O que falta é colocar a aids como prioridade mundial. Quando há emergência em Wall Street (Rua onde estão as bolsas de valores de Nova York), bilhares e bilhares de dólares aparecem de repente”, criticou o coordenador geral da XVIII Conferência Internacional de Aids, Julio Montaner.

Para ele, “a saúde da população merece mais responsabilidade financeira que as crises econômicas.”

A coordenadora local da Conferência, Brigitte Schmied, afirmou que as reuniões em Viena provaram que é possível expandir o tratamento e a prevenção para todos aqueles que precisam. “Apesar de muitos obstáculos no nosso caminho, deixamos este encontro com energias renovadas”, disse.

De acordo com o Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV e Aids (Unaids), 5.2 milhões de pessoas estão em tratamento com antirretrovirais no mundo. O número de pacientes que recebem os vitais medicamentos é 20 vezes maior hoje que em 2003, por exemplo. Mas o número total de pessoas que precisam de medicamentos é estimado em 10 milhões.

Michel Sidibé, Diretor Executivo do Unaids, citou como alvo, durante todos seus discursos na Conferência, o plano Tratamento 2.0, cujo objetivo é expandir o teste de HIV e o tratamento da aids até 2025, evitando 10 milhões de mortes.

Representando as pessoas vivendo com HIV na mesa de encerramento, a argentina Patrícia Pérez defendeu a campanha mundial “Mais paz, menos aids”. “Precisamos de paz para evitar a violência doméstica, o estigma e a discriminação nas nossas comunidades, precisamos de paz em nossos países para que os fundos sejam para questões sociais e não para guerras”, comentou.

Cortesia Clipping Bem Fam(26/07/010)

Patrícia defendeu que até a próxima Conferência Internacional de Aids, em Washington-DC nos Estados Unidos em 2012, as mulheres homossexuais, imigrantes, índias, usuárias de droga, trabalhadoras do sexo, presas, crianças ou jovens estejam mais incluídas nas atividades e nas tomadas de decisões de combate da pandemia. “Nada será feito para a gente, sem a nossa participação”, afirmou.

A Conferência Internacional de Aids volta aos Estados Unidos depois de 20 anos. O país deixou de concorrer pela sede do evento porque passou a proibir a entrada de estrangeiros portadores do HIV, regra mudada pelo Presidente Barack Obama.

Novidades científicas

A norte-americana Diane Havlir é uma das coordenadoras científicas da Conferência em Viena. Em entrevista à Agência de Notícias da Aids, ela disse que o estudo do gel vaginal, feito à base do antirretroviral tenofovir e que mostrou eficácia de até 54%, merece destaque especial porque é o maior êxito sobre possíveis estratégias para uma revolução da prevenção entre as mulheres. (Leia aqui)

“Na última conferência (México, em 2008), a circuncisão foi muito falada, pois ficou provada que pode prevenir os homens em até 60%, mas o microbicida traz agora esperança às mulheres, que em muitos casos não conseguem exigir dos seus parceiros o uso do preservativo”, comentou.

Diane disse que viu também novas descobertas na área de ciência básica sobre o funcionamento do HIV no organismo humano. “Cada pequeno passo que completamos sobre como age o vírus da aids dentro da célula será importante para pensarmos em outras possibilidades de tratamento, vacina e até mesmo a cura da doença”, disse.

Ela observou ainda estudos que comprovam a importância da distribuição de seringas descartáveis para prevenir o vírus entre usuários de drogas e pesquisas que mostraram as melhores combinações medicamentosas para o tratamento de soropositivos com tuberculose.

Brasileiros na conferência somam 303

De acordo com a organização do evento, 19.300 pessoas de 197 países participaram da Conferência em Viena. Quase 1300 foram jornalistas e outros profissionais da comunicação.

Aproximadamente 1200 participantes vieram da Europa do Leste e da Ásia Central, regiões que receberam atenção especial no encontro por serem as únicas do mundo onde a proporção de casos novos do HIV ainda cresce.

Os brasileiros no evento somaram 303. Na última Conferência Internacional de Aids, no México, foram 405.

A suíça foi o país numericamente mais representado com 3360 participantes. Os Estados Unidos tiveram 2832, seguidos pelo Canadá com 1037 e Áustria com 845.

Durante toda a programação do evento, ocorreram mais de 400 debates e apresentações orais.

Além da escassez de recursos financeiros, os principais protestos na Conferência pediram pela quebra das patentes dos medicamentos contra a aids, pela liberação controlada da distribuição de seringas descartáveis e da metadona para usuários de drogas injetáveis e pelo respeito ao trabalho sexual.

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