Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Abandono do tratamento antirretroviral e busca consentida de casos de pessoas vivendo com HIV/AIDS #UNB

Abandono do tratamento antirretroviral e busca consentida de casos de pessoas vivendo com HIV/AIDS em 14/12/11 UNB Universidade de Brasília

Boa tarde


Seguindo na pesquisa e socializando...


Abs

Nádia Elizabeth Barbosa Villas Bôas
Conselheira Nacional de Saúde
Segmento: Patologias e Deficiências/Hepatites Virais

MBHV Movimento Brasileiro de Luta Contra as Hepatites Virais
Hepatchê Vida
Porto Alegre/RS

51    8127 5366 Tim
51    8418 4159 Oi
      51 9105 8069 Claro
______________________________________________________________________________________________________________________________________________


Utilize este link para identificar ou citar este item: http://hdl.handle.net/10482/9734

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Título: 
Abandono do tratamento antirretroviral e busca consentida de casos de pessoas vivendo com HIV/AIDS
Autor(es): 
Orientador(es): 
Assunto: 
Data de publicação: 
14-Dez-2011
Data de defesa: 
7-Jul-2011
Referência: 
SANTOS, Fabiana Borges dos. Abandono do tratamento antirretroviral e busca consentida de casos de pessoas vivendo com HIV/AIDS. 2011. xii, 124 f. Dissertação(Mestrado em Processos de Desenvolvimento Humano e Saúde)-Universidade de Brasília, Brasília, 2011.
Resumo: 
A adesão ao tratamento em doenças crônicas tem sido um tema bastante discutido, especialmente na área de HIV/aids, dada a sua complexidade. Apesar de existir, no Brasil, a distribuição universal dos medicamentos antirretrovirais e uma política pública avançada de atenção nessa área, as dificuldades relatadas pelas pessoas vivendo com HIV/aids são diversas e podem levar à interrupção do tratamento e do autocuidado. Visto que diversos fatores podem influenciar o abandono do tratamento e que os serviços de saúde devem garantir a atenção integral ao usuário, o presente estudo teve como objetivos: identificar e realizar busca dos casos de abandono do tratamento entre de pessoas soropositivas para o HIV em acompanhamento no Hospital Universitário de Brasília (HUB); proceder ao reacolhimento dos casos que foram contatados e descrever os motivos de abandono do tratamento relatados pelos usuários, bem como a percepção sobre o procedimento de busca consentida. O estudo objetivou ainda identificar percepções de profissionais de saúde que atuam em HIV/aids sobre o procedimento de busca consentida, a viabilidade acerca de sua implementação e as estratégias utilizadas por serviços de referência em HIV/aids do DF para lidar com casos de abandono. A coleta de dados iniciou com a identificação de possíveis casos de abandono devido à interrupção da busca dos antirretrovirais, com base em listagem disponibilizada pela farmácia de dispensação de medicamentos do HUB, pelo critério de pelo menos 90 dias sem retirada dos medicamentos. Em seguida, foi realizada análise documental mediante registros obtidos nos prontuários e em formulários da área psicossocial dos pacientes listados pela farmácia. Estratégias de busca foram realizadas, com base em preceitos éticos que garantiram o sigilo e o respeito aos direitos do paciente. Os pacientes localizados foram entrevistados individualmente com roteiros semi-estruturados. A coleta de dados com os profissionais foi feita a partir da realização de grupo focal. A análise documental passou por tratamento estatístico descritivo e as entrevistas por análise de conteúdo; o grupo focal foi analisado segundo a técnica do discurso do sujeito coletivo-DSC. Foram analisados 28 prontuários e entrevistados quatro usuários. O grupo focal teve a presença de dois médicos e dois psicólogos. Entre os motivos de abandono foram observados, em maior frequência, o uso abusivo de álcool e outras drogas, queixas de efeitos colaterais dos medicamentos e realização de outro tratamento de saúde. Os resultados apontaram para uma percepção positiva dos usuários acerca da busca consentida no sentido de fortalecer os vínculos com os serviços de saúde. Os profissionais mencionaram que a busca consentida é viável e importante, mas apontaram algumas barreiras como equipe com poucos profissionais e desatualização de informações sobre os pacientes, como telefone e endereço. O estudo é relevante uma vez que o abandono do tratamento é uma realidade nos serviços de saúde que, por sua vez, deve ter responsabilidade pelos seus usuários. Conclui-se que a busca consentida é uma estratégia para a retomada do tratamento, mas também uma possibilidade de trabalhar com o usuário os fatores que levaram ou pode levar ao abandono. Para tanto, os serviços de saúde precisam se preparar para buscar, reacolher e oferecer novas estratégias de adesão. Acreditamos que conhecendo mais profundamente os aspectos que determinam o abandono do tratamento e as percepções de usuários e de profissionais sobre a atividade de busca consentida, estratégias poderão ser propostas visando sua implementação. ______________________________________________________________________________ ABSTRACT
The adherence to treatment in cases of chronic diseases is lengthily discussed (Where), especially in cases of HIV/Aids when considering its complexity. In Brazil, even though, there is universal access to antiretroviral therapy and a highly advanced public policy of attention to HIV/Aids, the difficulties reported by people living with HIV/AIDS are diverse and could lead to interruption of treatment and self-care. In face of the different factors that can influence and determine the noncompliance with treatment and considering that health services should provide integral attention to these patients, the present study intends to: i) Identify and contact the cases of HIV/Aids patients who abandoned the treatment at the Hospital Universitário de Brasília - HUB; ii) restart the treatment of these patients who have been contacted, describe their reasons to abandon the treatment and their perceptions of the method of consented search. This study also intends to investigate the perceptions of health professionals working with HIV/Aids on the method of consented search of patients, the viability of its implementation and the strategies currently used by the Reference Services of the Federal District state to deal with cases of treatment abandonment. The date collection of possible drop out cases started with the analysis of patients who have not collected antiretroviral medicine in the HUB pharmacy in the past 90 days. Subsequently, their medical records and psychosocial reports, kept by HUB, were analysed. This research has been done respecting high ethic principles that guaranteed and respected patients rights. The patients who have been contacted were individually interviewed. Data collection was conducted with professionals organized by focus group. Interviews were analysed, documents have undergone statistical and content analysis; focus groups counted with the presence of two doctors and two psychologists and were analyzed using the technique of the discourse of the collective subject-DSC. Also, 28 medical records were analysed and four users interviewed. Among the most common reasons for treatment abandonment there is the abusive use of alcohol and other drugs, complaints about the side effects of the antiretroviral therapy, and the need to go through other health treatments. The results indicate a positive perception of the method of consented search in the sense of strengthening the relation between patients and health services. Health professionals believe that consented search is viable and important; nevertheless, they have mentioned some difficulties as insufficient professionals and outdated patient contact information. The present study is important in view of the fact that treatment abandonment is frequent and that health services are responsible for their patients. Moreover, this study concludes that consented search is not only a way to restart treatment with dropout patients as it can also figure as a strategy to approach the reasons for treatment abandonment. For this purpose, health services need to be prepared to search, contact and offer a new treatment strategy that fits the needs of the patient. Knowing more deeply the aspects that leads to treatment dropout, as well as the perceptions of patients and health professionals of the method of consented search can develop better strategies and ways to be implemented.
Informações adicionais: 
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Programa de Pós-Graduação em Processos de Desenvolvimento Humano e Saúde, 2011.
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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

TRATAMENTO GRATUITO DE OSTEOPOROSE EM BOTAFOGO

   REPASSO POR CONHECER;;;;;;
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> > UTILIDADE PÙBLICA - DIVULGUEM É GRÁTIS
> >
> > TRATAMENTO GRATUITO DE OSTEOPOROSE EM BOTAFOGO - Rio de Janeiro (RJ)
> > Existe um centro de pesquisa de osteoporose /
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> > CCBR - Brasil é super organizado, limpo e totalmente grátis.
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> > O tratamento é feito com calcitonina de salmão para a perda óssea nas
> > mulheres pós menopausa através de exames, consultas, lanche e total
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> > Só pode ser feito em mulheres a partir de 65 anos.
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> > Repassem, pois alguém pode precisar.
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> > Fica na Rua Mena Barreto, 33 (Botafogo - Rio)
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> > Fones: 21 - 2527-7979
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> > 21 - 2537-8221
> >
 Médico responsável: Dr. Luis Augusto Tavares Russo
 O tratamento dura 3 anos com tudo grátis, inclusive os remédios.
 Vale a pena conferir!!!
 Para os que não moram no Rio vale a pena divulgar de repente alguem
pode conhecer alguém que precisa ....


domingo, 25 de setembro de 2011

Terapia genética barra proliferação do HIV

GAPA/SC - GRUPO DE APOIO À PREVENÇÃO DA AIDS
RUA: FELIPE SCHMIDT Nº 882 - FLORIANÓPOLIS/SC
CEP: 88010-002
FONE: (48) 3222-1510 - (48) 3225-4895 - FAX: 3225-4895
EMAIL: gapasc@hotmail.com; gapasc@terra.com.br
GAPA FAZ PARTE DO CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE,
CONSELHO ESTADUAL DE SAÚDE E
CONSELHO DO DIREITO DE PESSOA COM DEFICIENCIA
Acesse o Blog do GAPA:http://gapasc.blog.terra.com.br




23/09/2011 - 15h30

SOCIALIZANDO
 
Terapia genética barra proliferação do HIV e traz expectativa para o tratamento da aids sem antirretrovirais


Pesquisadores desenvolveram uma terapia genética experimental capaz de manter o HIV sob controle permanente - uma descoberta que pode ser um passo importante para a cura da aids. O estudo, divulgado pelo site da Veja, foi feito por cientistas da Sangamo BioSciences, companhia que está desenvolvendo o tratamento, e divulgado durante a Conferência de Interciência sobre Agentes Antimicrobianos e Quimioterapia, em Chicago.

A terapia genética funciona bloqueando o vírus fora dos linfócitos T CD4, que é o principal alvo do HIV e responsável por administrar o sistema imunológico para o controle de infecções. Dez pacientes que participaram do estudo estavam fazendo terapia antirretroviral quando o estudo começou. Após quatro semanas, seis deles fizeram uma pausa no tratamento - e pararam de tomar a medicação  por 12 semanas.

A carga viral diminuiu em três dos seis pacientes. Um deles teve a carga reduzida a níveis indetectáveis. Os outros dois registraram uma queda de 10 vezes a circulação do vírus. "Estamos entusiasmados com os resultados desse estudo fase 1. Ter um paciente livre do vírus e outros dois com reduções significativas é incrível", disse Jeff Nichol, presidente-executivo da Sangamo BioSciences à revista New Scientist.

Pesquisa – Para o estudo, os cientistas tiraram sangue dos pacientes e isolaram os linfócitos CD4 e outros glóbulos brancos. Eles utilizaram uma `tesoura molecular` chamada dedo de zinco, uma proteína capaz de entrar nas células e sabotar o gene CCR5, que ajuda o HIV a entrar nas células. Não está claro qual o papel que o gene CCR5 desempenha normalmente, mas os especialistas sabem que as células conseguem sobreviver sem ele — e ainda conseguem ficar sem a infecção por HIV. Depois, essas células são devolvidas ao paciente, com o objetivo de que elas se multipliquem e forneçam uma fonte permanente de células saudáveis do sistema imunológico — bloqueando assim completamente o HIV.

A ligação entre o HIV e o gene CCR5 foi sugerida pela primeira vez em 1996. O conceito foi testado pela primeira vez na Alemanha, em 2006. Na ocasião, uma pessoa com leucemia e que também tinha aids recebeu um transplante de medula óssea. O transplante veio de uma pessoa que as células sanguíneas não produziam as proteínas CCR5. Segundo o acompanhamento médico, o paciente ficou livre de HIV até 2008.

Em geral, a maioria das pessoas têm duas cópias do gene CCR5 — uma da mãe e a outra do pai. O paciente que obteve o melhor resultado tinha uma cópia defeituosa do gene CCR5. O que, segundo os pesquisadores, pode explicar porque a terapia funcionou melhor nele do que nos outros. Edward Lanphier, chefe executivo da Sangamo, estimou, segundo à agência Reuters, que entre 5 e 10% dos pacientes HIV são portadores dessa mutação genética. Cerca de 33 milhões no mundo todo possuem o vírus HIV.

O segredo, segundo os pesquisadores, é tentar eliminar ambos os genes dessas células. Se apenas um for sabotado, as células ainda podem produzir a proteína CCR5 e permitir que o vírus invada o organismo. Ao ter o gene CCR5 duplamente sabotado, não há nenhuma chance do vírus entrar, acreditam os cientistas.


Fonte: Veja.com

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Vagas para tratamento de câncer

REPASSANDO
CLEIDE JANE
HIV Vida

VAGAS USP - URGENTÍSSIMO - POR FAVOR, DIVULGUE.
Prezados(as) Amigos(as) 

Dra. Luciana Cini, está colocando à disposição vagas para tratamento de câncer.
Se souber de alguém que necessite deste tipo de tratamento é só ligar para ela.
Amigos, estar doente, já é horrível. Imagine estar com Câncer Gástrico e não ter convênio ou meios para realizar o tratamento.

Por amor, repassem esta mensagem. Dispomos de 15 vagas para pacientes com Câncer de estômago, esôfago, duodeno e intestino.
Tratamento completo, na Gastrooncologia, com Dr. Fonseca, diretor da Oncologia do Hospital Heliópolis, aluno do Hospital do Câncer. 

Não há fila de espera.


Dra. Luciana Cini   
(11) 9563 5430  
(11) 4975 2309 

Não custa nada divulgar.
   
                   
"O UNIVERSO FUNCIONA COMO UM ESPELHO E TUDO AQUILO QUE TRANSMITIMOS, RETORNA PARA  NÓS AMPLIFICADO". 
                                      PENSAR CAXIAS
                              www.pensarcaxias.com.br

segunda-feira, 13 de junho de 2011

"DEIXEI O JAPÃO PARA TRATAR A AIDS NO BRASIL"

 

"Deixei o Japão para tratar a aids no Brasil"

Atualmente, 710 pessoas de vários locais do mundo recebem tratamento gratuito contra o HIV no País

Fernanda Aranda, iG São Paulo | 13/06/2011 09:47

Foto: Amana Salles / Fotoarena Ampliar
Maurício deixou o Japão para tratar aids no Brasil. Atualmente, 710 estrangeiros estão em tratamento em hospitais nacionais
O terremoto e o tsunami que devastaram as terras japonesas, em março deste ano, não convenceram Maurício, 41 anos, a deixar o Japão.
Apesar da destruição, a vida do técnico em montagem permaneceu intacta, repleta de ânimo para trabalhar pela reconstrução do país. A ameaça só veio dois meses depois, trazida pela palavra “positivo” em um teste de aids.
Em apenas três dias como portador do vírus HIV, Maurício fez as malas, deixou para trás o emprego fixo, o visto permanente e a ótima colocação em uma fábrica de automóveis para buscar tratamento no Brasil, país que já não era sua casa há mais de duas décadas.
Leia a história: Mulher, avó e HIV positivo
“Nunca tinha ficado doente. Do nada, comecei a emagrecer e apareceram umas feridinhas na boca”, conta. “Fui ao hospital e a notícia de que tinha a doença, após um exame trivial de sangue, foi dada pelo médico de forma robótica.”
“Você tem aids”, disse o profissional de jaleco, pausadamente, quase sem mexer os lábios. “E ficou me olhando em silêncio depois.”
Maurício ficou perdido em um choro que durou duas noites. Mas, de certa forma, soube para onde ir. Elegeu o Sistema Único de Saúde (SUS) do Brasil, destino escolhido por, ao menos, 710 estrangeiros que atualmente recebem tratamento e acolhimento médico de graça contra o HIV, mostram dados do Programa Nacional de DST, Aids e Hepatites Virais, do Ministério da Saúde.
Vitrine
Ronaldo Hallal, coordenador do Departamento de Qualidade de Vida do Programa Nacional de Aids, pontua que o fato do atendimento aos soropositivos ser integral, gratuito e ainda fornecido por equipes multidisciplinares (médicos, psicólogos, nutricionistas, assistentes sociais e enfermeiros) faz da área uma vitrine para o planeta.

Em países desenvolvidos como França e Estados Unidos, além de pagar pelo atendimento, o coquetel de remédios que permite uma vida praticamente normal ao portador do vírus é pago, em custos que superaram US$ 2 mil mensais.
“A resposta que o Brasil deu ao HIV, desde o início da epidemia nos anos 80, tornou-se emblemática no mundo”, avalia Hallal. “Não há uma interferência econômica por causa dos estrangeiros atendidos no País (eles representam 0,03% dos 200 mil em tratamento no Brasil), e o sistema universal não pode ter barreiras burocráticas. Não negamos acolhimento em hipótese nenhuma.”

O mosaico de nacionalidades atendidas por dois centros gratuitos de referência em aids de São Paulo serve de termômetro do alcance mundial da doença, que ainda mata 12 mil pessoas por ano só no Brasil. Também mostra como o País se mantém na rota dos “imigrantes do HIV”.
No Instituto de Infectologia Emílio Ribas – onde Maurício está internado – foram recebidos 171 estrangeiros nos últimos 5 anos, de 33 países diferentes. Os latino-americanos (Bolívia e Colômbia) são maioria. Itália, Portugal, França e Espanha contribuíram com 32% dos atendimentos, seguidos pelos africanos (23,2%).
A mesma miscigenação prevalece no Centro de Referência e Treinamento em DST e Aids, também em São Paulo. No total, 514 estrangeiros foram acolhidos nos últimos dez anos. Em 2010, passaram por lá argentinos, chilenos, colombianos, cubanos, norte-americanos, franceses, peruanos, portugueses, suíços e uruguaios.
Nas duas unidades, as assistentes sociais enrolam a língua para tentar dar conta da torre de babel que frequenta os leitos. “Seja porque o paciente era um turista de passagem e teve o diagnóstico de aids em São Paulo, seja porque ele veio aqui especialmente buscar tratamento, a função da saúde não é investigar uma possível clandestinidade”, afirma Tâmara Newman Lobato Souza, diretora do ambulatório do Emílio Ribas.
“Oferecemos as ferramentas para que ele se recupere e, em alguns casos, até ajudamos para que continuem o tratamento em seus países de origem.”
“Oferecemos as ferramentas para que ele se recupere e, em alguns casos, até ajudamos para que continuem o tratamento em seus países de origem.”

Do mundo para o SUS de SP

No Emílio Ribas, pessoas de vários locais do planeta tratam a aids
No Emílio Ribas, pessoas de vários locais do planeta tratam a aids

terça-feira, 24 de maio de 2011

Novo tratamento, mais curto, para a Tuberculose



 
Tratamento curto evita novos casos de tuberculose
Folha.com
IARA BIDERMAN
DE SÃO PAULO
Um novo tratamento, mais curto, mostrou-se seguro e eficaz para tratar pessoas que foram infectadas pela tuberculose, mas não manifestaram a doença de imediato.
Entre essas pessoas, que contraíram o bacilo de Koch (responsável pela tuberculose) mas não mostram sintomas, 10% desenvolvem a doença nos dois primeiros anos após a contaminação.
Hoje, a prevenção é feita com o uso diário de um antibiótico oral (isoniazida) por seis a nove meses. O novo tratamento, que dura só três meses, é feito com uma dose semanal desse remédio combinado a outro antibiótico, a rifapentina.
De acordo com um estudo apresentado ontem no congresso da Sociedade Americana do Tórax, em Denver (EUA), o tratamento mais curto não provocou mais reações adversas do que a terapia tradicional e conseguiu melhores resultados, reduzindo pela metade a chance de a doença aparecer.
Coordenado pelos Centros de Controle de Doenças dos EUA, o trabalho foi feito em 19 centros nos Estados Unidos, no Canadá, na Espanha e no Brasil. Participaram do estudo cerca de 8.000 pessoas ""660 do Brasil.
Durante dez anos, as pessoas contaminadas foram encaminhadas, aleatoriamente, para o tratamento diário de nove meses ou para o semanal, de três meses.
No primeiro grupo, 15 pessoas adoeceram, contra sete da terapia mais curta.

Ivan Luiz/Arte
MENOS REMÉDIOS
"O objetivo era pesquisar se um tratamento mais rápido e mais fácil de ser seguido era seguro e tinha, no mínimo, o mesmo resultado da terapia convencional", diz o pneumologista Marcus Conde, da comissão de tuberculose da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia.
Conde foi o coordenador do grupo brasileiro do estudo, realizado no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).
"No novo tratamento, você toma menos remédio e por menos tempo. É muito mais fácil a pessoa não desistir [de se tratar] no meio."
Para o pneumologista Elie Fiss, da Faculdade de Medicina do ABC, que não participou do estudo, os resultados são muito importantes para melhorar o controle da doença no país.
"Um dos grandes problemas é a baixa adesão ao tratamento. Essa nova forma de tratar economiza remédios e tempo e aumenta a aderência do paciente."
O Brasil tem, aproximadamente, 75 mil novos casos de tuberculose por ano, mas o número total de pessoas contaminadas pelo bacilo é cerca de 250 mil, segundo Marcus Conde.
"O tratamento preventivo evita o aparecimento da doença em cerca de 20 mil pessoas. Isso quer dizer que podemos reduzir em quase 30% os casos de tuberculose."
QUEM DEVE FAZER
Pessoas que tiveram contato direto com doentes devem procurar um serviço de saúde para fazer o teste que detecta o bacilo. No Brasil, o exame é feito na pele.
"A transmissão da tuberculose é feita principalmente por via aéreas. Quem fica muito próximo do doente, em lugar fechado, deve fazer o teste o mais rápido possível e se for positivo, começar o tratamento", diz Conde.
Fonte:Tratamento curto evita novos casos de tuberculose
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/916839-tratamento-curto-evita-novos-casos-de-tuberculose.shtml

 ___________________________
Carlos Basilia
Fórum ONGsTuberculose - RJ
Observatório Tuberculose Brasil
Instituto Brasileiro de Inovações em Saúde Social - IBISS
Conheça nosso trabalho de Advocacy, Comunicação e Mobilização Social
Campanhas de tuberculose:

domingo, 8 de maio de 2011

Tratamento como prevenção revisitado

Tratamento como prevenção revisitado

Escrito por Bob Leahy na quarta-feira 4 de maio de 2011. Postado em Opinião , Green Acres
Bob Leahy tem uma espécie de) mudança (do coração sobre uma das questões controversas é mais o HIV. Ou talvez não. Imprimir

Treatment as prevention revisited
Pessoas que me conhecem sabem que eu tenho sido muito desconfortável com o tratamento como prevenção de o ir buscar . Quando eu estava na direção no Canadian AIDS Society eu estava na vanguarda da acusação contra ele, reagindo, em parte, às preocupações expressas pelo hivers no The Forum hivers CAS, mas também reflete minha opinião própria também. Desde então, tenho sido cada vez mais preocupado que o tratamento como a prevenção - ou testar e tratar - se tornou mainstream. Começando bem o tratamento após o teste tornou-se o padrão de atendimento em BC, orientações de tratamento e similares têm em graus variados foram tomadas em outras jurisdições - em São Francisco, em Nova York ", em Washington DC, mesmo na China.
PositiveLite abordou estas questões bastante ampla no passado. Por exemplo, minha coluna aqui e Brian aqui vai dar tanto novatos para o debate uma noção do que são as questões.
Então é uma questão de certa forma questionável. Nós já discutimos longamente porque alguns pensam que o tratamento como a prevenção não é um slam dunk maneira de reduzir as taxas de infecção pelo HIV. Em suma, o tratamento como prevenção adversários alegaram que a saúde pública não trump saúde do indivíduo. Na verdade, temos insistido que o bem-estar do paciente deve vir primeiro, antes de quaisquer outras considerações.
Nos dias earlry, a noção foi levantado que os pacientes, no teste positivo, será tratado contra sua vontade. (Minha lembrança era de que algum médico em algum lugar - Eu acho que a partir de Montreal - disse algo muito parecido com isso). Unnaceptable Isso é, claro, mas a sugestão ficou na mente das pessoas. Desde então, os defensores do tratamento como prevenção tornaram bem claro que eles estão falando sobre o tratamento com o consentimento pleno e informado do paciente.
A minha preocupação continua a ser no entanto, que esta "e pleno consentimento informado" é necessária num momento em que o paciente recém-diagnosticado é tanto mais vulneráveis ​​e menos instruídos para tomar decisões de tratamento complexo. Na verdade, o recém-diagnosticados enfrentam um dilema extremamente complexa que nenhum novato HIV está equipado para lidar.
Ainda assim - e aqui está o busílis - que está se tornando muito difícil de ignorar os êxitos na redução das taxas de novas infecções que as jurisdições que são favoráveis ​​a um teste e tratar a política está a gravar. Sam Francisco, por exemplo, viu uma redução constante de novas infecções durante a última década. não há uma única razão para este declínio, mas entre as suas razões de Saúde Pública oferecer às pessoas é isso ". . de saúde do departamento de política de recomendar as pessoas HIV-positivo começar o tratamento precoce. Acredita-se ter levado a uma menor carga viral entre as populações em risco, reduzindo o risco de transmissão do HIV entre parceiros sexuais de sero-discordantes status HIV. "
xbobtreat1
Este padrão de atendimento tem, obviamente, ganhou impulso considerável no BC, com a unidade liderado pelo Dr. Julio Montaner , presidente atual do IAS (Sociedade Internacional de Aids, também diretor do Centro de BC de Excelência em HIV / AIDS. Diz o Dr. Montaner " (Nosso) a pesquisa mostrou que a expansão do programa de HAART tem sido um fator importante na redução de incidência de HIV na província, particularmente entre aqueles que usam drogas injectáveis, "Na verdade anual BC HIV / relatório de vigilância AIDS para 2009 confirmou que há tem sido uma redução substancial de novas infecções desde 2003, quando novas infecções naquele ano foram 408, para 338 em 2009.
Compare estes valores com Ontário, onde a decisão sobre quando começar o tratamento envolve principalmente esperando até que o sistema imunológico abre mostra sinais de repressão. Ontário HIV / AIDS relatório de vigilância  , observa: "embora o número de diagnósticos de HIV aumentou acentuadamente a partir de 1986 para um pico em 1990, durante o período de 2002 a 2008, o número de diagnósticos de HIV permaneceu relativamente estável , com uma média de 1.125 por ano. "
Os fatores que influenciam a taxa de novas infecções são, naturalmente, complexo e envolve muito mais do que orientações de tratamento estão sendo seguidos. Demografia, por exemplo, desempenham um papel enorme. Dito isto, estou achando cada vez mais um argumento convincente de que a decisão de quando começar o tratamento pode ter um sentido muito real na prevenção de novas infecções - e isso é importante.
Assim, a partir de uma perspectiva de saúde pública recebendo as pessoas em tratamento anterior parece funcionar. Alguns dizem que leva a resultados melhores para o paciente também, apesar de que eu não estou convencido de minha própria experiência é que, longo tempo de exposição a drogas contra o HIV - ea minha exposição é, desde que ninguém em Portugal, tendo participado nos ensaios clínicos dos inibidores da protease primeiro momento (saquinavir) - resulta inevitavelmente em efeitos colaterais que não são visíveis a mais curto prazo.
xbobtreat3
Em qualquer caso, o desafio é chegar a uma solução em que tanto a necessidade de reduzir novas infecções e à saúde e bem-estar do paciente são elementos-chave nas decisões de tratamento. Isso é claramente o que nós temos que trabalhar. Eu não acredito que nós estamos lá ainda, mas eu gostaria de ver a educação de hivers recém-diagnosticados cada vez mais sofisticados para que sejam realmente capazes de fazer escolhas informadas, em vez de submeter à vontade de seu médico. Trata-se de programas de educação do paciente que atualmente não estão realmente na agenda de ninguém, mas precisamos estar. É muito perigoso esperar que cada médico irá fornecer exatamente a orientação certa, sem o tipo de preconceitos já vemos, e que o paciente, por sua vez compreender as complexidades envolvidas. Em suma, algum tipo de intervenção é necessária não para o tratamento como prevenção a funcionar perfeitamente e transparente.
Eu não acho que os direitos dos pacientes têm realmente floresceu no Canadá como uma peça chave da defesa / ativismo. Este final da epidemia, que precisa mudar.
Argumentos para o tratamento do HIV como a prevenção estão a ser conduzidos por médicos e, em menor medida, por especialistas em prevenção. A voz coletiva de hivers está faltando na ação (de novo), uma função, em parte, da falta de home-grown organizações que representa os interesses hivers como seu foco principal. Claramente, e eu já disse isso antes, precisamos de uma organização como a NAPWA (Associação Nacional das Pessoas com HIV / AIDS) nos Estados Unidos.
A outra peça no quebra-cabeça é que nós precisamos para melhor quantificar a desvantagem de iniciar o tratamento precoce. Isso, em parte, envolve a análise do impacto de longo tempo de exposição aos medicamentos contra HIV - difícil, naturalmente, para determinar quando a nossa experiência com eles não foi longo prazo (ainda) - mas a pesquisa deve levar a sério sobre isso. De fato, se o tratamento é cedo para ser levado a sério, seja motivado por necessidades de prevenção ou paciente melhores resultados, este tipo de pesquisa precisa ser feita de alta prioridade.
xbobtreat4
Eu acho que tudo isto significa é que eu estou disposta a ir junto com o tratamento precoce / tratamento como proponentes de prevenção, mas ao invés de a toda velocidade, com cautela. Minha opinião é que só podemos realmente mover-se sobre isto sem reservas quando os canais estão no local para dar hivers uma voz melhor, para educá-los sobre as opções de tratamento e para entender mais sobre o impacto do tratamento para o VIH a longo prazo.
Se isso soa como um endosso vigiado de tratamento como a prevenção, eu suponho que é. É certamente mais aceitar que era a minha posição anterior sobre o assunto. Largue isso, em parte, a duas coisas. Primeiro pense nisso como um amadurecimento que vem com a idade. Em segundo lugar, esta pequena mudança de coração deriva do reconhecimento de que quando um tsunami de provas se aproxima, é melhor remar com ele, em vez de arremessá-lo contra si mesmo, não?

http://positivelite.com/content/blog/categories/item/treatment-as-prevention-revisited