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Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
terça-feira, 22 de maio de 2012
Bem Fam CLIPPING - 21/maio/2012
sábado, 28 de maio de 2011
Mortalidade materna deve ser combatida com pré-natal e prevenção
Mortalidade materna deve ser combatida com pré-natal e prevenção
| Arquivo/O Estado |
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| Hoje é o Dia Mundial de Redução da Mortalidade Materna. |
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Mortalidade materna caiu menos do que o esperado para atingir o ODM 5 Adital – 23/09/2010 Natasha Pitts *
Mortalidade materna caiu menos do que o esperado para atingir o ODM 5
Adital – 23/09/2010
Natasha Pitts *
A cada meio minuto morre uma mulher no mundo. A afirmação feita por Widney Brown, diretora geral de Direito Internacional e Política da Anistia Internacional comprova que um longo caminho ainda precisa ser trilhado até que as mulheres tenham seus direitos plenamente garantidos. Recentemente, a Organização Mundial de Saúde (OMS) abordou a problemática analisando especificamente a mortalidade materna.
De 1990 a 2008, caiu 34% o número de mortes de mulheres por complicações na gravidez ou no parto. Passou-se de uma cifra aproximada de 546 mil mulheres para 358 mil vítimas. Apesar de significativa, a diminuição não representa grandes evoluções se pensarmos que o Objetivo de Desenvolvimento do Milênio (ODM) nº 5 pede a redução da mortalidade materna em 75% até o ano de 2015. Para que a meta fosse cumprida, seria necessária uma redução anual de 5,5%, sendo que desde 1990 a redução anual só chegou a 2,3%.
Em apenas dez países dos 87 que precisam de ações urgentes para reduzir a mortalidade materna se registrou uma queda de 5,5% ao ano entre 1990 e 2008. A África subsaariana não chegou a atingir este percentual, mas apresentou reduções de 26% enquanto a Ásia se saiu melhor e reduziu 52% a quantidade de vítimas. Em contrapartida, os progressos registrados durantes estes 18 anos foram nulos ou insuficientes em outros 30 países.
O relatório ‘Tendências da Mortalidade Materna’, da OMS, Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e Banco Mundial revela que as gestantes continuam morrendo por causas conhecidas e evitáveis como hemorragias puerperais graves, infecções, hipertensão e aborto perigoso.
Em 2008, cerca de mil mulheres morreram todos os dias devido a alguma dessas complicações. Do total, 570 viviam na África subsaariana, 300 na Ásia Meridional e cinco em países de alta renda. De acordo com o relatório, nos países em desenvolvimento, durante toda a vida, as mulheres correm 36 vezes mais riscos de morrer por causas relacionadas à gravidez do que nos países mais desenvolvidos.
"Nenhuma mulher deveria morrer no parto, pois estas mortes são evitáveis. Os governos deveriam adotar muitas outras medidas para garantir que as mulheres mais marginalizadas e pobres tenham um acesso igual e oportuno a uma atenção que possa salvar vidas", declarau Widney Brown, da Anistia Internacional.
Boa parte destas mulheres, vitimadas durante a gravidez ou o parto, está nas zonas rurais, em comunidades mais pobres e nas zonas de conflitos. Também as que pertencem às minorias éticas e grupos indígenas e as portadoras do vírus HIV, muitas vezes ficam relegadas à própria sorte em um momento que exige cuidados específicos e redobrados.
Para alcançar uma redução drástica e significativa da mortalidade materna em todo o mundo, o caminho mais eficaz seria a atenção às mulheres que já se encontram em um grupo de risco. Entre as medidas eficazes que precisam ser reforçadas esta a formações de mais pessoas especializadas para realizar o parto e o incremento nos serviços de atenção às gestantes em hospitais e centros de saúde. Para isto, é essencial um acréscimo nas verbas aplicadas nos serviços de saúde reprodutiva.
Outras medidas importantes seriam: melhor acesso a um planejamento familiar de qualidade e outros serviços de saúde reprodutiva; assistência ao parto por pessoas qualificadas; atenção obstétrica de urgência; e assistência pós-natal para as mães e para os recém-nascidos.
cortesia: Bem Fam
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Mortes de gestantes caem 34%, mas seguem acima de meta da ONU 16/09/2010 Reuters Por Laura MacInnis
Mortes de gestantes caem 34%, mas seguem acima de meta da ONU
16/09/2010
Reuters
Por Laura MacInnis
GENEBRA - As mortes decorrentes de complicações na gestação e parto caíram um terço nas últimas duas décadas, mas mil mulheres ainda morrem desnecessariamente por dia no mundo, informou nesta quarta-feira a Organização Mundial da Saúde (OMS).
As mulheres dos países mais pobres têm 36 vezes mais risco de morrerem de causas decorrentes da gestação do que as dos países ricos, destacou a OMS, anunciando dados que continuam bem acima das metas de redução adotadas pela ONU.
"Precisamos fazer mais para alcançar as que estão sob maior risco", disse Anthony Lake, diretor-executivo do Unicef (órgão da ONU para a infância). Ele defendeu uma atenção maior aos cuidados de obstetrícia em áreas rurais, zonas de conflitos e entre mulheres portadores de HIV/Aids.
Cerca de 99 por cento das 358 mil mortes maternas notificadas em 2008 ocorreram nos países em desenvolvimento, e mais de metade foi na África Subsaariana, segundo o relatório, lançado às vésperas de uma cúpula em Nova York para discutir os avanços rumo às chamadas Metas de Desenvolvimento do Milênio.
Para que o índice de mortalidade materna chegue aos níveis desejados pela ONU, seria necessário um declínio de 5,5 por cento ao ano até 2015. O ritmo de declínio desde 1990, quando ocorreram 546 mil mortes maternas, foi de 2,3 por cento ao ano.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse nesta semana que seriam necessários dezenas de bilhões de dólares por ano até 2015 para que fossem cumpridas as Metas do Milênio relativas à saúde.
As quatro principais causas de mortalidade materna são hemorragias pós-parto, infecções, distúrbios hipertensivos e abortos malfeitos, segundo a OMS.
"Essas implicações causam muitas mortes que podem ser facilmente evitáveis", disse Ban numa entrevista coletiva. "Não podemos simplesmente aceitar essa situação intolerável, inaceitável, em que muitos milhões de mulheres morrem desnecessariamente."
O resultado obtido desde 1990 foi atribuído à melhora no treinamento de parteiras, nos serviços de planejamento familiar e no atendimento obstétrico e pós-natal.
Cortesia: Clipping Bem Fam
terça-feira, 11 de maio de 2010
Número de mortes de crianças com menos de 5 anos cai 30% no mundo, diz OMS 11/05/2010 Agência Brasil
Brasília – A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou hoje (10) um relatório informando que caiu em 30% o número de mortes de crianças com menos de 5 anos. Entretanto, pelo menos 40% das mortes registradas em todos os países ocorrem no primeiro ano de vida causadas por problemas de saúde que poderiam ser evitados. A pesquisa revela que a desnutrição e a malária são as principais causas de mortes de bebês no mundo.
Os dados indicam melhoras no quadro geral. O relatório informa que houve redução no número de mortes entre crianças, menores de 5 anos: de 12,5 milhões, em 1990, para 8,8 milhões, em 2008. Para realizar a pesquisa, foram analisados 193 países. O percentual de crianças abaixo do peso também diminuiu, caindo de 25%, em 1990, para 16%, em 2010. Os dados são das Nações Unidas.
Segundo o documento, aumentou o percentual da população mundial com acesso a água potável, subindo de 77%, na década de 1990, para 87%, em 2010. Outro avanço diz respeito às contaminações pelo vírus HIV/Aids. Pelos dados, houve redução de 16% nos casos de contaminação, no período de 2001 a 2008.
O relatório destaca ainda as ações de 38 governos de países que estimulam programas para a redução de contaminações pelo mosquito que transmite a malária. Apenas em 2008, a doença matou 863 mil crianças com menos de 5 anos no mundo. Houve também queda no número de casos de tuberculose no mundo de 1,7 milhão, em 2001, para 1,4 milhão, em 2008.
De acordo com a OMS, o apoio para a redução dos casos de contaminação via mosquito da malária reúnem ações simples, como redes com mosquiteiras e inseticidas, além da garantia de programas de alimentação para evitar a desnutrição.
O relatório informa que 40% das mortes de crianças ocorrem ainda no primeiro ano de vida. A orientação é para que as famílias redobrem os cuidados e a atenção neste período da vida dos bebês. As principais causas que levam às mortes das crianças, nesta fase, vão de desnutrição a doenças, como a malária.
Clipping Bem Fam(11/05/010)
Mortalidade materna diminui, mas regiões NO e NE mantêm índices altos 11 de maio de 2010 Agência Brasil
Número de partos assistidos por médicos e acompanhamento pré-natal aumentaram no País em 17 anos
BRASÍLIA - O Brasil registrou uma queda de quase 50% na taxa de mortalidade materna de 1990 a 2007, segundo o relatório do Ministério da Saúde. De 140 óbitos para cada 100 mil nascidos vivos em 1990, a Razão da Mortalidade Materna passou para 75 mortes em 2007.
De acordo com o ministério, índices como o de partos assistidos por profissionais de saúde qualificados, gestante com acompanhamento pré-natal e uso de contraceptivos cresceram desde 2006. A cobertura pré-natal do Sistema Único de Saúde (SUS) cresceu 1904%, entre 1994 e 2009.
Apesar dos números animadores de redução de morte materna, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, reconheceu, que não será fácil cumprir a meta do milênio que estabelece uma queda de 75% na razão de mortes maternas até 2015.
Ainda existem problemas como as discrepâncias regionais, já que o Norte e o Nordeste apresentam índices maiores do que o Sul, Sudeste e o Centro-Oeste. Em 2008, por exemplo, a região Nordeste registrou em 543 mortes maternas. Na região Sul o número foi de 189.
"A morte materna no Brasil mantém a mesma lógica de equidade do desenvolvimento industrial, acesso a emprego, renda e escolaridade. Por isso encontramos índices maiores no Nordeste e na Amazônia Legal. Por outro lado, há cidades como Curitiba com 12 mortes para cada cem mil nascidos. O recomendado pelo OMS é de 20 para cada cem mil", explica o assessor especial do ministro da Saúde, Adson França.
Para o coordenador estadual de Saúde da Mulher do governo do Ceará, Garcia Souza Neves, essas regiões deveriam receber atenção espacial do governo. "Falta ainda a sensibilidade dos gestores federais para equipararem os recursos financeiros das regiões Norte e Nordeste com o restante do país", avalia. O Ceará é o estado do Nordeste que mais reduziu a quantidade de mortes, de 110 em 1990 para 63 em 2008. "Cumprimos na íntegra a política nacional, mas só foi possível porque criamos mecanismos próprios no estado", completa.
Clipping Bem Fam(11/05/010)
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Temporão fala sobre mortalidade materna:
Temporão: alcançar meta de reduzir mortalidade materna em 75% até 2015 não será fácil
Agência Brasil
Brasília - O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, afirmou hoje (4) que o Objetivo de Desenvolvimento do Milênio que prevê a redução da mortalidade infantil em 75% será atingido com tranquilidade até 2015, mas alcançar o que estabelece a queda da mortalidade materna em 75% até o mesmo ano não será tão fácil.
O Brasil registra, até o momento, uma redução de 46% no total de mortes maternas desde 1990. Entretanto, dados do Ministério da Saúde revelam que os números não têm sofrido grandes alterações nos últimos anos. Em 1996, por exemplo, foram registradas 1.520 mortes, contra 1.540 em 2008.
Segundo Temporão, entre os principais problemas estão as discrepâncias regionais, já que o Sul e Sudeste apresentam taxas de mortalidade materna muito mais baixas do que o Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Há ainda a questão da subnotificação – de acordo com o ministro, a melhora do sistema de notificação e de monitoramento dos estados e municípios pode ter influenciado o registro de mortes maternas.
“A expectativa é de que o avanço que conseguimos no Sul e no Sudeste possa ser estendido às demais regiões do país”, disse. “É um grande desafio para o SUS [Sistema Único de Saúde] e para a sociedade brasileira”, completou.
De acordo com a pasta, houve avanço em áreas como a expansão e a qualificação da atenção obstétrica. Em 2009, foram realizados 20 milhões de consultas, 19 milhões a mais do que em 1994. Há ainda os investimentos em educação sexual. Temporão destacou que o momento do parto é importante, mas há todo um contexto de planejamento da gestação que deve ser levado em consideração.
Ele lembrou que leis como a que garante a presença do parceiro na sala de parto, por exemplo, não são cumpridas na maior parte do país e que ainda há partos assistidos por profissionais não qualificados para o procedimento. Outra questão, segundo o ministro, é o que chamou de “epidemia de cesarianas”. No SUS, cerca de 30% dos partos são cesarianas. Na rede particular, o índice chega a 80%.
Cortesia:Clipping Bem Fam05/05/010)