Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
sexta-feira, 23 de maio de 2014
Trecho da Encíclica que Condena o Comunismo escrita em 1846
Atitude da Igreja Católica contra o Comunismo em 1846
http://www.vatican.va/holy_father/pius_xi/encyclicals/documents/hf_p-xi_enc_19370319_divini-redemptoris_po.html#I_-_ATITUDE_DA_IGREJA_PERANTE_O_COMUNISMO__
sábado, 3 de maio de 2014
#IgrejaCatólica lança #nota em apoio à comunidade #gay
A religião não precisa mudar para o diferente ser aceito! Aplausos!!!
http://www.superpride.com.br/
Atitude
Na véspera da Parada, Igreja Católica lança nota em apoio à comunidade gay
"Não podemos nos calar diante da realidade vivenciada por esta população, que é alvo do preconceito e vítima da violação sistemática de seus direitos fundamentais, tais como a saúde, a educação, o trabalho, a moradia, a cultura, entre outros", afirma, em nota, a entidade da Igreja Católica.
A comissão diz também que LGBTs "enfrentam diariamente insuportável violência verbal e física, culminando em assassinatos, que são verdadeiros>>>>>>>
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
A hipocrisia que ameaça o Vaticano
Trata-se de mais uma ofensiva do conservadorismo do Vaticano que adquiriu, sob a gestão do ex-cardeal de Munique, sagrado Papa em 2005, contornos mais definitivos. Essa nova onda de ataques tem na mira o avanço dos direitos de homossexuais e a cooptação para as hostes católicas de quadros descontentes de Igrejas mais avançadas, como a Anglicana.
Nos Estados Unidos, o arcebispo de Nova York, Timothy Dalan se tornou um dos principais críticos do avanço da agenda da cidadania LGBT no Governo Obama, ameaçando inclusive precipitar um conflito nacional, com o Governo do democrata, impulsionado pela Igreja Católica. Como recompensa, Thimoty será sagrado cardeal pelo Papa, em fevereiro.
No Brasil, após a decisão do Supremo Tribunal Federal, em maio de 2011, que equiparou as uniões estáveis entre pessoas do mesmo sexo às uniões entre heterossexuais, a CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, reunida em sua 49ª Assembléia Geral, afirmou que a união entre pessoas do mesmo sexo não se equipara à entidade familiar, entendida pela Igreja como a união entre homem e mulher. Ainda durante a assembléia, ocorrida em Aparecida, interior de São Paulo, a CNBB se adiantou ao líder da Igreja, afirmando que essa equiparação descaracteriza a identidade da família e ameaça a estabilidade da mesma.
Cooptação
Recentemente, no final de 2011, três bispos da Igreja Anglicana converteram-se para o catolicismo. Espera-se para a Páscoa a ordenação de cerca de 50 sacerdotes, que estão abandonando o anglicanismo. Trata-se de um duro golpe na estrutura da Igreja Anglicana dado pelo Vaticano, visando a cooptação de quadros conservadores, descontentes com a Igreja inglesa pela ordenação de sacerdotisas e a nomeação de bispos homossexuais. Assumidos.
A estratégia do Vaticano foi formalizada em 2009, quando Bento XVI aprovou documento facilitando a conversão de autoridades religiosas anglicanas ao catolicismo, permitindo a manutenção de algumas tradições, como a existência de sacerdotes casados. O anúncio foi feito pelo cardeal William Levada, substituto de Ratzinger como Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, órgão que sucedeu o Tribunal da Santa Inquisição e que fora dirigido por Ratzinger, antes de sua nomeação como papa.
Contraponto
A fala de Bento XVI vem logo após discurso do Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon no qual o representante das Nações Unidas, convoca governantes, educadores e lideranças a combater a homofobia. O discurso de Ban Ki-moon foi proferido em 08 de dezembro de 2011, em um evento em Nova York, sede da arquidiocese de Thimoty Dalan, sobre discriminação e violência com base na orientação sexual e identidade de gênero.
Em 17 de julho de 2011 o Conselho de Direitos Humanos da ONU aprovou resolução sobre a existência de leis discriminatórias contra LGBT em diversos países do mundo. A resolução foi apresentada pela África do Sul, em conjunto com Brasil e mais 39 países.
Para onde caminha a Igreja?
Os novos rumos da Igreja Católica, sob o papado de Joseph Ratzinger, aquele que proferiu voto de silêncio ao sacerdote brasileiro Leonardo Boff, quando Prefeito do novo Tribunal do Santo Ofício, apontam para uma Igreja cada vez mais distante de suas bases e dos avanços da sociedade. Essas opções políticas não permitem vislumbrar uma recuperação da perda de respeito e, principalmente, de fiéis, que a Igreja de Roma vem sofrendo há décadas.
Esse direcionamento da Igreja, de ampliar a ofensiva contra os direitos humanos e importar quadros reacionários de outras organizações religiosas aponta no sentido contrário ao de reconhecer os próprios atos que realmente ameaçaram a humanidade, como a Inquisição, o apoio à escravidão e os acordos com Adolf Hitler na Alemanha Nazista. De ameaças à humanidade, como se sabe, a Igreja entende bem.
O avanço dos direitos LGBT e o casamento gay, inversamente do que diz o Papa, só ameaça à hipocrisia da própria Igreja, na medida em que a Santa Sé teme ver uma debandada geral de seus bispos e padres para fora do armário.
Alessandro Melchior é Conselheiro de Juventude da Presidência da República pela ABGLT
Alessandro Melchior
Twitter: @alemelc
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Igreja Católica intensifica campanha de combate e prevenção à aids
terça-feira, 13 de abril de 2010
Igreja liga pedofilia a gays e não ao celibato
Igreja liga pedofilia a gays e não ao celibato
13/04/2010
O Globo
CIDADE DO VATICANO. Em mais uma tentativa de defender a Igreja dos escândalos de abusos sexuais contra crianças, o secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarcisio Bertone, afirmou ontem que é a homossexualidade, e não o celibato, que especialistas relacionam com casos de pedofilia. Segundo as declarações de Bertone, que podem causar polêmica entre grupos gays, a pedofilia é uma patologia que "toca todas as categorias de pessoas e, percentualmente, em menor medida, os sacerdotes".
- Muitos psicólogos e psiquiatras demonstraram que não há relação entre celibato e pedofilia, mas muitos outros me disseram recentemente que há relação entre homossexualidade e pedofilia - disse a jornalistas, após pergunta sobre se o celibato estimularia os abusos.
Apesar da declaração, o cardeal também reconheceu que o comportamento dos religiosos que cometeram abusos é "muito grave, é escandaloso".
" Muitos psicólogos e psiquiatras demonstraram que não há relação entre celibato e pedofilia, mas muitos outros me disseram recentemente que há relação entre homossexualidade e pedofilia "
Outra iniciativa integrante da estratégia de defesa veio do Vaticano, que ontem publicou um documento em sua página na internetdeixando claro, pela primeira vez, que bispos e clérigos devem reportar casos de abuso sexual às autoridades, seguindo as leis civis. Em casos "verdadeiramente graves", diz o texto, só é necessário o aval do Pontífice para reduzir o religioso culpado ao estado laico.
Mas a determinação foi considerada insuficiente pelas vítimas, que acusam a Igreja de deliberadamente ocultar abusos por décadas.
O Vaticano insistiu que a orientação de seguir as leis civis sobre a denúncia de abusos vigora há anos para bispos, assim como para todos os cristãos.
"A lei civil relacionada à denúncia de crimes para as autoridades responsáveis deve ser sempre seguida", diz o texto.
A frase, no entanto, até sexta-feira passada não fazia parte de um rascunho da diretriz. Todo o resto do documento corresponde ao que já havia sido tornado público. O Vaticano não comentou a adição da frase. Segundo Ciro Benedetti, vice-porta-voz da Santa Sé, o texto foi redigido em 2003 e foi divulgado agora em nome da política de transparência imposta por Bento XVI.
- É uma frase, e na prática não é nada, a não ser que vejamos sinais concretos de que bispos estão respondendo a ela - disse Joelle Casteix, diretora regional da Rede de Sobreviventes de Abusados por Padres (Snap, na sigla em inglês).
Segundo Joelle, se o Vaticano quisesse realmente mudar de rumo, "seria mais eficaz demitir ou remover bispos que claramente colocaram crianças em risco, permitiram abusos e esconderam crimes, em vez de acrescentar uma frase a uma diretriz que é raramente seguida com consistência".
O chamado "Guia para Entender os Procedimentos Adotados pela Congregação da Doutrina da Fé nos Casos de Supostos Abusos Sexuais" explica que a legislação aplicável em casos de abusos são as normas estabelecidas pelo Papa João Paulo II em 2001, chamadas Defesa da Santidade do Sacramento (SST), e pelo Código Canônico de 1983.
A polêmica SST foi redigida pelo então prefeito da Congregação da Doutrina para a Fé e hoje Papa, Joseph Ratzinger. A instrução secreta determinava que arquidioceses informassem à Congregação todas as acusações de abuso de menores por padres e reafirmava a necessidade de os processos serem mantidos em sigilo, sob pena de excomunhão imediata e irrevogável. Não há rastros dessa norma no guia publicado ontem.
Cortesia: Clipping Bem Fam (13/04/010)
quarta-feira, 31 de março de 2010
Enviado por Ricardo Noblat -Deu no Blog do noblat
31.3.2010
|10h15m
A 'Legião' desmorona, ninguém noticia
De Alberto Dines no site Observatório da Imprensa:
Na sexta-feira (26/3), em Roma, o comando da Legião de Cristo rendeu-se às evidências sobre a vida dupla ou tripla do seu fundador, o padre mexicano Marcial Maciel (1920-2008) - na foto acima, aos pés de João Paulo II.
Num breve comunicado admitiu, consternado, que "são certas as acusações contra o padre Maciel, entre as quais se incluíam abusos sexuais a seminaristas menores". O comunicado renegando o seu fundador foi assinado pelo atual diretor-geral da ordem, Álvaro Corcuera.
A inédita proclamação foi para a primeira página dos jornais europeus de sábado (27). O prestigioso El País dedicou-lhe duas páginas, uma delas com enorme foto do pontífice João Paulo II recebendo em audiência o sacerdote mexicano que tanto apreciava e tanto estimulou.
O padre Maciel não era apenas um assumido pedófilo (El País prefere usar a nomenclatura técnica: pederasta). Também abusou de seus filhos quando eram pequenos.
Filhos? Além do pecado da sodomia, Marcial Maciel, quebrou os votos de castidade e viveu maritalmente com Blanca Estela Lara (que conheceu quando tinha 18 e ele 56 anos), com quem teve três filhos.
A família apareceu há dias na TV mexicana e uma das crianças, agora adulto, contou com escabrosos pormenores com o seu pai tentou violá-lo e o obrigava a masturbá-lo.
Nossos jornais e revistas não têm correspondentes no México. Mas têm em Roma. Nada disso foi publicado aqui nem no sábado, nem no domingo.
A Legião de Cristo funciona no Brasil desde 1985. Em 2006, quando Bento XVI determinou que Marcial Maciel (então com 84 anos) se dedicasse apenas às orações e penitências, o caso foi escondido. Não era notícia. Esta é uma das centenas de não-notícias que uma imprensa engajada e assumidamente confessional como a nossa não se sente obrigada a publicar.
É preciso lembrar que Maciel não era apenas um pecador (na linguagem religiosa), criminoso (em termos jurídicos) ou um tarado (em linguagem corrente) – era um militante político de extrema importância.
A ordem dos Legionários de Cristo (fundada em 1941) era o braço armado da direita católica. Prosperou durante a longa ditadura franquista na Espanha e expandiu-se no Novo Mundo apoiada por uma igreja identificada com o que havia de mais conservador no espectro político.
A ordem conta hoje – segundo El País – com 900 sacerdotes, 3 mil seminaristas e 70 mil membros laicos espalhados por 18 países, Estados Unidos inclusive. Tem educandários, universidades e conta com formidáveis apoios empresariais.
De acordo com Garry Wills (historiador emérito, jornalista premiado, autor de 40 livros), a Legião de Cristo aparece nos créditos da famigerada produção de Mel Gibson, A Paixão de Cristo, e, junto com a Opus Dei, tentou extrair do Vaticano um endosso espiritual para o filme (The New York Review of Books, 8/4/2004).
Importante registrar que as duas organizações e seus fundadores assemelham-se tão somente no aspecto ideológico e no incentivo que receberam do Vaticano.
Josemaria Escrivá de Balaguer (1902-1975), criador da Opus Dei, canonizado em 2002, tem uma biografia imaculada. A de Maciel é a de um patife: além das imoralidades pessoais, passava-se por alto funcionário da Shell e agente da CIA.
A confirmação das heresias e apostasia de Marcial Maciel veio muito tarde. Há 13 anos, um canal de TV mexicano (CNI Canal 40) preparou uma longa reportagem sobre os abusos cometidos por Maciel.
O diretor do programa, jornalista Ciro Gomez Leyva convidou Legionários a contestar as acusações. A partir daquele momento a pressão da Igreja mexicana e da própria presidência da República tornou-se brutal. O documentário foi ao ar, mas no dia seguinte iniciou-se um bloqueio publicitário contra a emissora.
"Um dos mais vergonhosos casos de censura da história do México", relembra Leyva. "O poder e a fortuna dos Legionários de Cristo conseguiram, durante anos, converter o sofrimento de dezenas de vítmas em conspirações falsas e infundadas" (El País, 27/3/2010, págs. 28-29).
Vergonhoso também é o comportamento da imprensa brasileira (exceto Veja), que até hoje não conseguiu dar seqüência à reportagem de Roberto Cabrini emitida no SBT no dia 11/3 sobre os abusos sexuais praticados por um monsenhor em Arapiraca (AL).
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terça-feira, 23 de março de 2010
domingo, 21 de março de 2010
A pedofilia na Igreja Católica, Carta Capital
19/03/2010 13:09:09
No passado, o papa Ratzinger foi um ferrenho defensor do acobertamento dos casos de pedofilia. Agora vê o problema rondar seu irmão e assombrar o Vaticano.
Ele afirma que a igreja finalmente começou a reagir publicamente contra a pedofilia, mas cobra: “por que não intervimos de maneira mais forte, para que os padres culpados desses atos terríveis não fossem impedidos de cometê-los outra vez?”.
Cynara abre sua matéria assim: “a omissão é um pecado que se faz não fazendo, ensinou o padre Antônio Vieira quatro séculos atrás. Mesmo com as denúncias de abusos sexuais por sacerdotes a pipocar no mundo inteiro nos últimos dez anos, foi preciso que a sombra da pedofilia se aproximasse do Vaticano para o comando da Igreja Católica decidir enfrentar o assunto de maneira um pouco mais transparente – e firme. No sábado 20, o papa Bento XVI vai divulgar uma carta aos fiéis da Irlanda condenando a pedofilia, na tentativa de “curar” um país onde os abusos, de tão numerosos foram considerados endêmicos”.
E ela prossegue “dois informes sobre pedofilia na Igreja irlandesa, concluídos em maio e em novembro de 2009, revelaram que ao menos 15 mil crianças e adolescentes foram vítimas de abusos físicos e sexuais nos últimos 60 anos em escolas e instituições correcionais católicas”.
15 mil. O que nosso leitor acha disto? O tema será retomado pelo nosso site ao longo da semana. Mas se você quiser ver a matéria completa, vale a pena uma ida até a banca mais próxima