Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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terça-feira, 26 de agosto de 2014

28/AGO Escola do Legislativo #Audiência #Tuberculose #CEDUS








28 AGO Escola do Legislativo Audiência Tuberculose
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Divulgação e convite
Audiência Pública - Tuberculose no Estado do Rio de Janeiro
Escola do Legislativo Rio (ELERJ)
Rua da Alfândega, 08 - Centro - Rio de Janeiro
(esquina com 1º de março)
Dia 28 de agosto às 10h
Realização:
Frente Parlamentar Estadual de Combate à Tuberculose e Aids RJ

Na ocasião, algumas Instituições afiliadas ao Fórum ONGs Tuberculose RJ serão homenageadas pela Frente Parlamentar de Tuberculose e Aids da ALERJ pela sua atuação no desenvolvimento de ações para o enfrentamento da tuberculose.

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CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROBLEMA
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TUBERCULOSE TOMA CONTA DO RIO DE JANEIRO

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiJabGZqWjfPgXCeIZkbyLVd7AgZCAIN7-QmlZ5LwY92CueEQNMWD1DdWhk0zcpndrkYNT4bSRF7JuvUO0Pb339042oGteL8J2ihIrJk6RgKCY_RdU7uGST2lzPpvB3X0qdNjc7IVyxu7s/s1600/alexandre_chieppe.jpg
 
RIO DE JANEIRO É O ESTADO COM MAIORES CASOS DE TUBERCULOSE NO BRASIL
Cristina Indio do Brasil - Repórter da Agência Brasil
 
Rio de Janeiro - O Rio de Janeiro é o estado com maior incidência de tuberculose, doença causada por uma bactéria (bacilo de Koch), que atinge em grande parte a faixa etária entre 20 a 29 anos. De acordo com dados preliminares da Secretaria de Estado de Saúde, em 2012, foram registrados 14.039 casos da doença no estado, que representam cerca de 15% do total do país. Mais da metade (52,94%) foram na capital fluminense, onde 7.433 pessoas contraíram tuberculose. A região metropolitana 1, que inclui também 11 municípios da Baixada Fluminense foi a que anotou mais números de casos (10.964) representando 78,09% do total do estado.
 
O superintendente de Vigilância Epidemiológica e Ambiental da secretaria, Alexandre Chieppe, explicou que a tuberculose é uma doença muito relacionada à alta densidade populacional e afeta grandes centros urbanos do país. Ele disse que o Rio de Janeiro é um estado que tem adensamento populacional na região metropolitana, com uma grande quantidade de pessoas morando em pequeno espaço. “Isso facilita muito a ocorrência de doenças respiratórias, entre elas a tuberculose, um grande desafio de saúde pública. Aqui, na cidade do Rio de Janeiro, é onde temos a maior incidência no estado. Este é um desafio que tem que ser enfrentado agora e é urgente, tendo em vista estes números alarmantes”, ressaltou.
 
Embora os números sejam preocupantes, o superintendente acrescentou que a incidência da doença vem apresentando queda significativa nos últimos dez anos. Apesar disso, é preciso acelerar a redução da tuberculose no estado. “A incidência de tuberculose vem caindo, a mortalidade também, mas entendemos ser preciso um esforço conjunto: unir secretarias como a de habitação, unir outros setores da máquina pública, chamar a sociedade para um debate. É preciso aumentar a velocidade das quedas desses indicadores. Há muita gente ainda contraindo tuberculose, o número de óbitos ainda é elevado. É preciso um esforço adicional neste momento”, alertou.
 
Para o superintendente, o preconceito é uma grande barreira no tratamento da doença. Ele explicou que ainda há desinformação sobre o diagnóstico e muita gente não entende que a tuberculose tem cura, desde que o tratamento seja feito até o fim. “As pessoas ainda acham que a tuberculose não existe mais ou que existe para poucas pessoas, o que não é verdade. E também existe preconceito com relação às pessoas que já tiveram tuberculose. Há desconhecimento das formas de transmissão. A pessoa depois que inicia o tratamento, também para de transmitir a doença. É importantíssimo combater o estigma da doença com informação. Este é um grande desafio. Outro desafio é que a tuberculose ainda afeta populações socialmente vulneráveis, o que faz com que a adesão ao tratamento seja complicada. Várias frentes precisam ser enfrentadas para que tenhamos a doença sob controle”, analisou.
 
Chieppe destacou que às vezes é difícil diagnosticar a doença porque ela tem sintomas parecidos com resfriados ou com pneumonia, mas ele chamou a atenção para um fato que pode, imediatamente, identificar a tuberculose: a tosse prolongada. “A tuberculose é uma doença que costuma apresentar sintomas muito específicos como febre baixa, geralmente, ao final do dia, mas a tosse persistente, que dura mais de 30 dias, é o principal alerta de sinal. Além disso, o cansaço que não é possível explicar por outras causas e emagrecimento sem causa aparente. Isso pode fazer a pessoa suspeitar de tuberculose", esclareceu.

O superintendente recomendou que ao suspeitar de sinais da doença a pessoa deve procurar qualquer serviço de saúde básico próximo à residência. “O tratamento e diagnóstico de tuberculose está descentralizado nas unidades de Saúde e não é preciso nem um hospital especializado para que seja feito o diagnóstico e o tratamento. Qualquer pessoa com tosse por mais de 30 dias deve procurar um serviço de saúde”, recomendou.

forumongstbrj@yahoo.com.br
 

 


Roberto Pereira
Centro de Educação Sexual - CEDUS
SEXUALIDADE – SAÚDE – CIDADANIA
 
CNPJ: 74055906 / 0001-40
Reg. CMDCA/ RJ: 02/184/ 349  -  Reg. CMAS/ RJ: 0297/00
Utilidade Pública Municipal - Lei 3115 em 03/10/2000
Utilidade Pública do Estado do Rio de Janeiro LEI 2947/2005
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Membro da Parceria Brasileira Contra a Tuberculose - STOP TB
Membro da Comissão Estadual de Aids e Tuberculose - SES/RJ
Membro da Comissão de Aids e Tuberculose do CMS/RJ
 Brasil
- Rio de Janeiro - RJ
Cel: (55.21) 99429-4550

Exames que detectam tuberculose estão suspensos por falta de material

Quem está com os sintomas vai ter que esperar até junho de 2015.
O Ministério da Saúde informou que a falta do exame é mundial.

“É um exame essencial, principalmente para o monitoramento de pessoas que convivem com uma pessoa que já teve a tuberculose, como crianças que os pais já tiveram a doença. Então esse exame serve como um rastreamento para saber se aquelas pessoas estão infectadas ou não. Ele não é uma vacina, mas é um norteador de infecção, e também um norteador para identificar aquelas pessoas que precisam fazer um controle com drogas”, todos os indivíduos infectados pelo HIV devem ser submetidos à prova tuberculínica PPD repetido anualmente. Falou o pneumologista Antônio de Deus.
 
GRATA,

MARIA DO SOCORRO DE LISBOA



quinta-feira, 20 de setembro de 2012

#CampanhaFiqueSabendo #CFanaMARIA #IPASE

CAMPANHA
FIQUE
SABENDO
No DIA 29/09/2012 DE 8:00 às 17:00 Na CF ANA MARIA do IPASE ACONTECERÁ A Campanha para a realização do exame GRÁTIS que detecta: HIV e HEPATITE. SEJE NOSSO CONVIDADO, VENHA e FIQUE SABENDO como está sua saúde Endereço: Rua F SEM NÚMERO

domingo, 1 de abril de 2012

Carga Viral: Só metade dos laboratórios tem controle de qualida...

Carga Viral: Só metade dos laboratórios tem controle de qualida...: Pessoal, além da barbaridade em si, notem o detalhe da frase destacada em negrito no centro da matéria. Se já é um drama receber um diagnóst...
Pessoal, além da barbaridade em si, notem o detalhe da frase destacada em negrito no centro da matéria. Se já é um drama receber um diagnóstico de HIV com o aconselhamento no sistema público, super mega hiper mais recomendável que o privado por esse e por outros motivos, imagine-se recebendo-o sem orientações e acolhimento.
Beto Volpe

Descrição: frascos para análises clínicas de diferentes formatos e com líquidos de cores diferentes em cada um.>>>>>entre no link!!!

segunda-feira, 10 de maio de 2010

No Pará, 65% das gestantes do estado não fazem pré-natal Diário de Pará 10/05/2010

Sindicato dos Médicos diz que atendimento às mães no Estado ainda é precário

O pré-natal é o exame mais importante para as futuras mamães. Através dele, o médico acolhe a mulher desde o início da gravidez, assegurando o nascimento de uma criança saudável e a garantia do bem-estar da mãe até o nascimento.

O Ministério da Saúde determina que o exame pré-natal ideal consiste em uma consulta mensal nos seis primeiros meses, quinzenalmente a partir do sétimo mês e semanalmente no nono mês. Mesmo assim, muitas mães paraenses não fazem o exame regularmente e passam até os nove meses de gravidez sem fazer nenhum tipo de consulta médica, colocando em risco sua saúde e a do filho.

E são as gestações de risco que o Hospital da Fundação Santa Casa de Misericórdia recebe todos os dias. A cada dia, são cerca de 30 nascimentos ali, sendo muitas por problemas identificados na gestação ou de mães que não fizeram consultas, em todos os municípios do Pará. "A qualidade do pré-natal tem a ver com a qualidade da consulta. Não é só examinar, simplesmente", explica José Cavalcante, obstetra responsável pelo Pré-Natal de Alto Risco da Santa Casa. "O pré-natal é medicina preventiva e exige um acompanhamento completo que, infelizmente, nem todos os municípios dispõem", avalia.

Durante o pré-natal, são realizados os exames de laboratório (ABO-RH), glicemia, VDRL, Urina Tipo I, Testagem anti-HIV, Sorologia para hepatite B e Toxoplasmose. Nas consultas, são avaliados riscos gestacionais, com a realização de exames clínicos obstétricos, imunização com antitetânica, exames de laboratório, avaliação do estado nutricional, prevenção e diagnóstico precoce de doenças como câncer do colo do útero e da mama. O pré-natal encerra com a consulta do puerpério (resguardo), até 42 dias após o parto. "Ele pode detectar doenças que a mulher já tinha e que pode comprometer a saúde dela e do bebê", diz a médica ginecologista Neila Dahás. "São doenças da gravidez, como pressão alta e a eclampsia".

A eclampsia é caracterizada pela hipertensão (alta pressão arterial) e proteinúria (presença de proteína na urina). Acomete mulheres na segunda metade da gravidez (após a 20ª semana de gestação). A própria pressão alta é muito comum em grávidas. Foi o que aconteceu com Joyce Pinto, 25 anos, moradora do município de Marituba. Ela descobriu o problema ao fazer um exame no 8º mês de gravidez. A médica a encaminhou à Santa a Casa por não conseguir ouvir o coração do bebê. O parto foi realizado com sucesso na segunda (03 de maio) e ela deu à luz a saudável Helen Patrícia.

O acompanhamento também foi importante para que Patrícia Pangracio, 37 anos, mãe de Enzo, seis anos e Nicholas Pangracio de Matos, um ano e 8 meses, tivesse uma gravidez tranquila. "Não tive enjoo e nenhum dos sintomas de grávida. Nem engordar engordei, emagreci mais de 13 quilos", lembra.

Procura baixa e qualidade de atendimento precária

"Temos mais de 140 mil gestantes por ano no Pará e somente 35% fazem o pré-natal adequado", calcula Hélio Franco, coordenador do Sindicato dos Médicos do Pará (Sindmepa). "A procura ainda é baixa e a qualidade, precária. É uma responsabilidade constitucional. Dos nascimentos do Estado, 30% são de adolescentes com grande parte de crianças com baixo peso e prematuros".

O médico relaciona os problemas que houveram até recentemente na Santa Casa a isso. "Tivemos um avanço no Sistema Único de Saúde no investimento à atenção básica", lembra. Porém, ele considera esses investimentos ainda aquém do que os municípios precisam. "Podemos avançar mais nisso".

Nazaré Falcão, da coordenação Estadual do Saúde da Mulher da Secretaria de Estado de Saúde (Sespa), diz que dados apontam a melhora desse panorama. O Sipresnatal - Sistema de Informação do Programa de Pré-Natal - mostra que 51.624 mães se inscreveram no programa e realizaram a primeira consulta. Porém, 52,53% do percentual das mães realizaram de 4 a 6 consultas durante a gravidez: ou seja: pelo menos a metade não cumpre normas de promoção de saúde nos municípios.

Nesse caso, caberia ao Estado apenas acompanhar esses casos. "Como são procedimentos da atenção básica, os municípios é que dão essa assistência", explica ela, lembrando que a falta de informações e a frequência no atendimento são os nós.

Peculiaridades

Em locais de difícil acesso no Estado, acabam sendo as parteiras as responsáveis pelo nascimento de muitas crianças. Para se ter uma ideia, há 700 parteiras no Estado, segundo o Ministério da Saúde. A cada ano, são cerca de oito mil partos domiciliares no Pará.

Nesta segunda-feira, se as previsões estiverem corretas, Jaqueline, 16 anos, deve dar à luz seu primeiro filho. A gravidez de Jaqueline não foi complicada, mas só na última semana ela resolveu procurar assistência médica para fazer um pré-natal, em Novo Horizonte, Aurora do Pará."Quero que meu filho fique bem. É só isso que quero para ele", diz.

Clipping Bem Fam(10/05/010)

terça-feira, 20 de abril de 2010

Realização de mais exames de HIV reduziria mortes, dizem especialistas

Realização de mais exames de HIV reduziria mortes, dizem especialistas

Do G1, em São Paulo

19/04/2010

Ministério da Saúde ofereceu 7,4 milhões de testes em 2009.

Ainda assim, estima-se que 355 mil tenham vírus e não saibam.

Se os números seguirem a tendência da última década, em 2010 pelo menos 11 mil brasileiros vão morrer por causa da Aids. O país é considerado um lugar onde a doença é bem controlada, mas desde o final da década de 1990, quando houve uma redução drástica nas mortes por causa da introdução de novos medicamentos, os casos de morte vêm subindo lentamente.

Para o médico infectologista Esper Kallás, pesquisador da Faculdade de Medicina da USP, menos pessoas poderiam morrer se fizessem mais cedo o exame para detectar HIV, o vírus causador da Aids. "De cada cem pessoas que fazem o diagnóstico, 16 morrem no primeiro ano", afirma. O problema, segundo o médico, é que a descoberta da infecção é feita muito tarde, quando doenças graves já se instalaram por causa da baixa imunidade causada pela Aids.

O Ministério da Saúde confirma que esse é um dos maiores desafios no combate à doença. "Estimamos que 355 mil pessoas tenham HIV no Brasil e não saibam. Essas pessoas estão em todas as faixas da população: pobres e ricos, homens e mulheres, gays e heterossexuais", informa o diretor adjunto do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, Eduardo Barbosa.

Infecções oportunistas

Segundo o cínico-geral Teodoro Suffert, muitas pessoas acabam descobrindo que têm a doença por causa de uma infecção oportunista. "Pode ser tuberculose, emagrecimento, diarreia crônica. A forma de apresentação é variável", conta o médico, que há 17 anos atende pacientes com HIV na rede pública de Porto Alegre, a capital brasileira com a maior incidência de infecção pelo vírus.

Um dos fatores que contribui para que pessoas fujam do exame é o preconceito contra portadores de HIV, defende Jorge Beloqui, da ONG Grupo de Incentivo à Vida, em São Paulo, que luta pelos direitos dos soropositivos.

"Você tem que ter uma boa estrutura psíquica para ser capaz de fazer esse exame e encarar um resultado positivo. Conhecemos várias pessoas que tinham sintomas importantes [de AIDS] e não queriam fazer", relata.

O médico da USP concorda. "A carga social relacionada ao diagnóstico de HIV no Brasil ainda é muito grande. A chance de alguém pegar hepatite B, por exemplo, é maior do que a de pegar HIV, mas ninguém tem medo de fazer teste de hepatite B."

Testes rápidos

Os testes de HIV são gratuitos. Segundo o Ministério da Saúde, em 2008 foram feitos 6,4 milhões desses exames no país. Em 2009, o número subiu para 7,4 milhões. "Quarenta por cento da população sexualmente ativa já fez o teste uma vez na vida. O ideal é que todas as pessoas que estejam em situação de vulnerabilidade possam se testar, diz Eduardo Barbosa.

O aumento se deve principalmente à introdução de testes rápidos, em que o paciente pode saber o resultado em cerca de 30 minutos. Eles já representam um terço do total de exames e, segundo o ministério, são tão confiáveis quanto os testes tradicionais conhecidos como "Elisa", em que as pessoas demoram até 15 dias para saber se têm HIV.

De acordo com Barbosa, em ambos os exames há um acompanhamento psicológico para o paciente. "Fazemos um pré-aconselhamento, que explica como é o teste e o que vem após ele. No momento da entrega tem o pós-aconselhamento. Se o resultado é negativo explicamos que a pessoa não deve se expor novamente. Se é positivo aconselhamos o começo de um tratamento."

Remédios

Ainda que as pessoas saibam que têm HIV, nem todos conseguem ou estão dispostos a fazer o tratamento com medicamentos antirretrovirais, e esse é um outro problema que faz aumentar o número de mortes por Aids no Brasil, segundo os especialistas ouvidos pelo G1.

Esses remédios, que começaram a ser distribuídos gratuitamente no Brasil em 1996, revolucionaram o tratamento da doença. Em dois anos, a taxa de mortalidade da Aids foi estabilizada (veja gráfico acima), apesar do número de casos continuar subindo.

O medicamento diminui a quantidade de vírus no sangue, reduzindo também o risco transmissão. "Se uma pessoa tem quase nenhum vírus no sangue, existe um risco teórico de contaminação, mas é muito próximo de zero. Se você conseguisse tratar todo mundo com sucesso, bloquearia a transmissão", informa Kallás, da USP.

Resistência

O infectologista aponta, contudo, que muitas pessoas não conseguem fazer o tratamento, apesar do acesso gratuito aos remédios. "São moradores de rua, doentes mentais, dependentes químicos, pessoas que têm uma situação social muito desprivilegiada."

Para o médico Teodoro Suffert, do Rio Grande do Sul, muitos não tomam o remédio porque entram em depressão depois que descobrem a doença. "Os serviços que atendem Aids tinham que ter como sala principal a do psiquiatra", defende.

"Também tem muita gente que tem aversão à medicação. Isso foi visto recentemente na vacinação contra a nova gripe. Uma dificuldade óbvia de se tomar remédios contra a Aids é que isso concretiza, realiza o fato de que a pessoa precisa de tratamento", afirma Beloqui, da ONG paulistana.

Ele acrescenta que esse efeito aumenta quando há falta de medicamentos na rede pública de saúde, como está ocorrendo agora com o remédio Abacavir. "Trocar de medicamento não é simples. Às vezes as pessoas têm efeitos colaterais indesejáveis com novas terapias".

terça-feira, 13 de abril de 2010

EXAMES MAIS BARATOS PARA QUEM NÃO TEM PLANO de SAÚDE

EXAMES MAIS BARATOS PARA QUEM NÃO TEM PLANO de SAÚDE


ATENÇÃO: REPASSEM!


EXAMES MAIS BARATOS PARA QUEM NÃO TEM PLANO de SAÚDE

Foi criada uma clínica de exames de diagnósticos por imagem, para atender a população de
baixa renda. A Kodak, GE, e empresas da área de saúde patrocinaram este lindo projeto!

É a realização de um sonho do radiologista Romeu Cortes Domingues, diretor
médico de duas clínicas de radiologia, que buscou parceiros para a iniciativa.

Para se ter uma idéia, os exames, que custam, na rede privada, cerca de R$ 850,00,
são oferecidos por R$ 120,00.

Repassem para todos que necessitam de ressonância magnética, ultra-som e mamografia
e não podem pagar.

Rua São Clemente, 216 – Botafogo – RJ

Confiram o site deles: www.imagemsolidaria.com.br

DIVULGUEM !

ISSO É MUITO IMPORTANTE!

A VIDA DE ALGUÉM PODE ESTAR DEPENDENDO DISTO!


_,_._,___BB

quarta-feira, 24 de março de 2010

Pesquisadores afirmam que bactérias e germes das mãos são diferentes em cada pessoa Descoberta pode ajudar a identificar suspeitos


Pesquisadores afirmam que bactérias e germes das mãos são diferentes em cada pessoa Descoberta pode ajudar a identificar suspeitos

Gisela Cabral

Publicação: 23/03/2010 07:00

Germes e bactérias podem se tornar grandes aliados na solução de crimes complexos, que intrigam até mesmo os pesquisadores mais experientes. Uma pesquisa desenvolvida na Universidade do Colorado, em Boulder, no Estados Unidos, acaba de descobrir que os micro-organismos presentes nos dedos das mãos de uma pessoa são “únicos”, diferentes dos encontrados nas mãos de outros indivíduos. O estudo ainda detectou que esses germes e bactérias também apresentam semelhanças com aqueles presentes nos objetos utilizados com frequência pelos indivíduos da pesquisa, como teclados de computadores e mouses.

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A equipe, chefiada por Noah Fierer, cientista e professor do Departamento de Ecologia e Biologia Evolutiva, pesquisou o fenômeno em três participantes e seus respectivos objetos pessoais, visando a obtenção do DNA das bactérias. De acordo com o estudo, publicado nas Atas da Academia Nacional de Ciências (PNAS), dos EUA, a investigação do DNA humano voltado para a identificação forense é considerada difícil, quando não existem provas suficientes e substanciais, como sangue, tecido, saliva ou sêmen. “Dada à abundância das células bacterianas na superfície da pele, pode ser mais fácil recuperar o DNA bacteriano do que o DNA humano, mas serão necessários mais estudos para confirmar a certeza do método”, ressalta Fierer.

Os pesquisadores também analisaram os germes encontrados nos teclados de computadores públicos e privados, mas que não foram usados pelos três indivíduos testados ao longo do estudo. O objetivo era comparar o material colhido e buscar coincidências entre as bactérias nos dois grupos. O trabalho dos cientistas ainda investigou nove mouses de computadores pessoais não utilizados por um lapso de 12 horas, assim como o material da palma das mãos de seus proprietários. Conforme Fierer, as bactérias de cada mouse foram “significativamente mais similares” às encontradas na mão de seu proprietário do que as verificadas em outras 270 mãos. “Cada um de nós deixa um rastro único de germes”, destaca o especialista.

Viável
De acordo com Gustavo Dalton, perito criminal da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) e especialista em biologia molecular, a pesquisa desenvolvida pelos cientistas dos EUA é totalmente viável. “Não sei dizer em termos de custos. Porém, cada pessoa carrega bactérias durante a vida e com isso acaba havendo linhagens próprias com DNAs diferentes das de outros indivíduos. O tipo dessas bactérias e a quantidade também acabam sendo diferentes”, diz, lembrando que ainda são necessários mais estudos para que a técnica se torne rotineira.

Dalton explica que, atualmente, a ciência forense não realiza análises de materiais que não sejam do próprio ser humano, como sangue e saliva, por exemplo. “A pesquisa coletou material das mãos dos participantes. Porém, aqueles que possuem hábitos de lavar as mãos com maior frequência podem acabar apresentando quantidades e variedade menores desses organismos”, afirma.

Na opinião de Claudio Von Zuben, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e especialista em entomologia forense, o estudo parece abrir novas perspectivas de identificação, já que as bactérias encontradas foram mais similares às do proprietário do teclado ou mouse. “Principalmente em casos onde haja dificuldade de coleta de material como sangue, tecido, sêmen ou saliva em quantidade suficiente para extrair o DNA, ou no caso de impressões digitais imperfeitas, esses germes chamados de específicos, de cada indivíduo, podem auxiliar em investigações médico-criminais”, destaca.

Segundo ele, também seriam interessantes estudos equivalentes no Hemisfério Sul e em países de clima tropical. “Isso para sabermos se essa similaridade entre amostras de bactérias em objetos e determinados indivíduos também seria estatisticamente significativa”, avalia.

Tecnologia de videogame a serviço de investigadores
Paloma Oliveto

O mesmo processo tecnológico usado para desenvolver jogos de videogame vai ajudar investigadores a resolver crimes no mundo real. É o que pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, pretendem fazer. Eles estão colaborando com os famosos policiais da CSI (sigla de crime scene investigations, ou investigações da cena do crime) ao criar um ambiente virtual que permite pesquisar dados, simular ferramentas de trabalho e esmiuçar cada esquina de um local onde alguém foi assassinado. “Houve muitos avanços no campo da tecnologia forense, mas os atuais métodos do CSI podem evoluir ainda mais com a aplicação correta de uma infraestrutura virtual”, disse ao Correio Mitzi Montoya, pesquisador que lidera o projeto.

De acordo com ele, como o trabalho do CSI é caracterizado pela necessidade de agir rapidamente, com interpretação de dados, reconstrução de cenas e solução do crime para entregar o suspeito à Justiça, a plataforma virtual que sua equipe está desenvolvendo é a ferramenta ideal para auxiliar os investigadores. A equipe de Montoya recebeu US$ 1,4 milhão de um fundo voltado a inovações tecnológicas na ciência para desenvolver a plataforma, chamada IC-Crime.

Cena preservada
A plataforma vai empregar a mais recente tecnologia 3D de escaneamento a laser para reconstituir e preservar a cena do crime, e será construída na forma de um game, o que permitirá a interação dos investigadores com o “jogo”. O scanner consegue, em poucos minutos, capturar com perfeição todas as imagens do local do crime, assim como os objetos, em dimensões reais. Combinado a fotografias digitais de alta resolução e outras provas, como análises químicas e microscópicas de fibras, por exemplo, o resultado será a reprodução milimetricamente exata da cena do crime.

Dessa forma, os investigadores poderão fazer experiências sem alterar o verdadeiro local onde ocorreu o homicídio. Por outro lado, também poderão receber a colaboração de policiais forenses de todo o mundo, à medida que a plataforma estiver disponível para especialistas cadastrados.

“O IC-Crime também tem um grande valor para auxiliar os promotores no julgamento, porque eles poderão validar os testemunhos, demonstrando para os jurados exatamente o que ocorreu na cena do crime”, explica Montoya. “Por exemplo, se uma mulher de 1,60m diz ter testemunhado um ataque, o promotor pode usar a plataforma para mostrar aos jurados exatamente a cena que ela viu, da forma como ela viu. Assim, eles poderão julgar se o testemunho faz ou não sentido.” De acordo com o pesquisador, um dos objetivos do projeto é revolucionar o campo da ciência forense. “Essa pesquisa vai nos ajudar a determinar como a tecnologia pode contribuir com a investigação da cena de um crime”, diz.
Fonte:Correio Braziliense