Estou disponibilizando proposta de minha amiga há anos.
Para análise de vocês.
Ela trabalhou no #GrupoPelaViddaRio no tempo em que eu trabalhara como voluntário e membro do Conselho Fiscal.
Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
Para análise de vocês #eleicoes
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Fraudes nas urnas eletrônicas[por email: Solange Pacheco]
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Solange Pacheco: Saúde em tempos de crise no Rio de Janeiro A questão da saúde no Rio de Janeiro, Solange Pacheco
A questão da saúde no Rio de Janeiro
Janeiro não têm garantia de sofrimento menor.
Como resolver a crise da Saúde no Rio de Janeiro?
“Chegamos às 15h, aqui, até agora ninguém foi atendido. Entraram só três pessoas até agora, da hora que eu estou aqui. Só tem um médico. Já teve gente que já foi embora para outro lugar também e que não foi atendido. Por que está tudo ruim. Está tudo péssimo”, reclama a dona de casa Luciane Siqueira.
O autônomo Dalton Alves não aguentou a dor e decidiu se automedicar. “Ou eu me automedico ou eu morro de dor e de desidratação na fila, esperando por um atendimento há oito horas”, diz o rapaz.
O balconista Erinaldo Sampaio Ribeiro só conseguiu atendimento, porque desmaiou na fila. “Desmaiei por causa da dor, que era muito forte. Eu já estava na saída, indo embora procurar um outro hospital. Não tinha ninguém. Aí, um rapaz moço viu, trouxe uma maca e me levou lá para dentro. Só assim, eu fui atendido”, afirma.
Na segunda-feira à noite, a falta de médicos chegou a fechar a emergência do Hospital Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, por duas horas e meia. Hoje de madrugada, não havia filas no hospital.
A informação era de que o plantão estava completo, mas o segurança Nilton Correia da Silva voltou para casa sem os exames necessários, depois de quatro horas no hospital. “Eu tenho que fazer ultrassonagrafia. Mas hoje acho que não tem médico para isso. Agora, só amanhã de manhã”, lamenta.
No Hospital Salgado Filho, também não havia filas para o atendimento. Mas muita gente reclamava da demora. A dona de casa Josi de Souza estava, há cinco horas, aguardando um ortopedista. “Eles falam a mesma coisa: ‘o ortopedista está na cirurgia’. Aí, tem que ficar aguardando. Nem ficha eles fazem”, afirma.
“Meu filho está com muita dor de ouvido. Eu cheguei aqui às 7h e não tinha médico, e no PAM também não tem pediatra. O único hospital que tem próximo é esse aqui, o Hospital Salgado Filho. Chegamos aqui e não tem médico. Temos que esperar até 8h30”, conta a doméstica Cristina Maria.
“`Preciso urgente de um ortopedista. Estou aguardando. Até que horas, eu não sei”, afirma a dona de casa Sandra Moura.
A dona de casa Inácia Maria voltou para casa sem fazer o exame de raio-x, solicitado pelo médico do posto. Já é o segundo hospital que ela procura. ”O médico disse que tinha que vir até aqui, mas eles não aceitaram. Agora, vou para casa. Fazer o quê? Eu não posso pagar”, lamenta.
No Hospital Souza Aguiar, uma das maiores emergências do Rio, a fila começou a se formar de madrugada. A equipe do RJTV não pode entrar, mas a repórter Gabriela de Palhano esteve lá dentro. Há cerca de 50 pessoas na fila à espera de atendimento. Algumas, há mais de três horas.
“Eles falaram para mim que não tem médico nenhum aqui. Não tem ortopedista. Falei para alguém passar no clínico geral. Falaram que não tinha também. Eu estou aguardando aqui. eu quero minha solução para eu sair daqui melhor e sair bom daqui”, afirma o auxiliar de produção Jerônimo Campos Amorim.
Para diminuir a demora no atendimento nos hospitais, a Secretaria Municipal de Saúde anunciou a contratação imediata de 300 médicos. Mas, para o sindicato dos médicos, esta medida isolada não vai acabar com as filas.
Segundo o sindicato, os hospitais do Rio não atendem às recomendações do Ministério da Saúde para o número de profissionais em cada unidade.
A orientação do Conselho Regional de Medicina é de que as grandes emergências funcionem com, pelo menos, seis clínicos gerais, nove cirurgiões, quatro pediatras, quatro ortopedistas e mais 18 médicos especialistas em diferentes áreas, como cardiologia e anestesia.
A Secretaria Estadual de Saúde informou que se necessário a prefeitura pode chamar os profissionais excedentes, aprovados no último concurso estadual. A direção do sindicato no Rio tem outras sugestões para aumentar o número de médicos nos hospitais.
“Há 900 médicos do poder federal trabalhando nos hospitais municipais e que pediram extensão de 20 horas à sua carga horária. Então, se ele cumprisse esse acordo que foi feito já na época do ministro Saraiva Felipe, ele teria mais 900 médicos e não 300”, diz José Teixeira Alves Júnior, do sindicato dos médicos do Rio de Janeiro.
O Hospital Geral de Bonsucesso atende a quase 200 pessoas por dia só no setor de emergência. No local, uma das reclamações é a falta de médicos.
A dona de casa Vera Lúcia de Lima é moradora de Benfica e diz ter chegado ao hospital às 7h. Às 10h, ainda não tinha sido atendida, apesar de reclamar de fortes dores na região do abdômen. “Aqui fora tem muita gente, e lá dentro está cheio demais. Eles falaram que ontem oito médicos pediram demissão”, reclama.
(Fonte: http://rjtv.globo.com)
O Globo, em 21/09/2010, também informou que a Zona Sul e parte da Zona Norte são as áreas da cidade mais vulneráveis a surtos de dengue, segundo levantamento da Secretaria municipal de Saúde, que mapeou os locais de risco com uma nova metodologia. Em vez de levar em consideração apenas o índice de infestação do mosquito Aedes aegypti de cada região, os técnicos analisaram também a quantidade de casos da doença e a densidade populacional para fazer o trabalho. O resultado não foi nada bom para quem mora em Lagoa, Leme, Gávea, São Conrado, Humaitá, Botafogo, Glória ou Catete: estes bairros ficaram com índice 4, o mais alto na escala de vulnerabilidade à dengue.Outros 29 bairros também ficaram no índice 4. Do 3, de risco médio, constam 39 bairros. Com baixo ou nenhum risco estão 83 bairros. Segundo Rossana Iozzi, superintendente de Vigilância em Saúde da secretaria, existe uma concentração de casos de dengue na Zona Sul. Foram 277 dos 1.798 casos registrados na cidade.
De forma geral, o setor não é visto nem tratado com a prioridade que merece, a não ser em intenções e propostas genéricas particularmente em períodos eleitorais, mas nem para isso estão servindo atualmente. Não aceito que maus empresários façam da saúde apenas fonte de lucro para si próprio. Não admito ainda o desrespeito aos cidadãos e a exploração do trabalho dos profissionais da medicina.
Minha HP: http://www.solangepacheco.com.br
http://solangepacheco.blogspot.com
Twitter: http://twitter.com/solpacheco5077
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Solange Pacheco 5077, minha amiga candidata a Deputada Federal.
mencionaram você em uma mensagem:
de Solange para Lady Keila Simpson Travestí,
André Tavares, Selma Donald e outros usuários.