Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Custos no tratamento ambulatorial da Hiv/Aids :estudo de caso #UNB

Custos no tratamento ambulatorial da Hiv/Aids : um estudo de caso no hospital-dia - Natal/RN em 01/11/11 UNB Universidade de Brasília

Boa tarde


Seguindo na pesquisa e socializando...


Abs

Nádia Elizabeth Barbosa Villas Bôas
Conselheira Nacional de Saúde
Segmento: Patologias e Deficiências/Hepatites Virais

MBHV Movimento Brasileiro de Luta Contra as Hepatites Virais
Hepatchê Vida
Porto Alegre/RS

51    8127 5366 Tim
51    8418 4159 Oi
      51 9105 8069 Claro
______________________________________________________________________________________________________________________________________________



Utilize este link para identificar ou citar este item: http://hdl.handle.net/10482/9561   

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Título: 
Custos no tratamento ambulatorial da Hiv/Aids : um estudo de caso no hospital-dia – Natal/RN
Autor(es): 
Orientador(es): 
Assunto: 
Data de publicação: 
1-Nov-2011
Data de defesa: 
25-Out-2010
Referência: 
CARVALHO, Daniele da Rocha. Custos no tratamento ambulatorial da Hiv/Aids : um estudo de caso no hospital-dia – Natal/RN. 2010. 123f . Dissertação (Mestrado em Ciências Contábeis)-Programa Multiinstitucional e Inter-Regional de Pós-Graduação em Ciências Contábeis da UnB, UFPB, UFRN, 2010.
Resumo: 
 ____________________
Há algum tempo, contrair o vírus HIV era como uma sentença de morte. Com os avanços tecnológicos obtidos e pesquisas que proporcionaram desenvolvimento de medicamentos mais eficazes para o tratamento da doença, o portador do HIV/AIDS passou a conviver com ela por vários anos, mesmo ainda sendo tratada como uma doença sem cura, mas agora considerada de perfil crônico. O ONUSIDA e o Fundo Mundial de Luta Contra a AIDS, a Tuberculose e a Malária, são responsáveis pelos investimentos de bilhões de dólares no combate à AIDS em nível mundial. Não obstante, todo o trabalho desenvolvido pelo ONUSIDA e pelo Fundo Mundial, a AIDS ainda é uma preocupação mundial, tendo se tornado a quinta maior causa de morte do mundo, atingindo 2,8 milhões de mortes por ano, para uma população estimada de 40 milhões de pessoas portadoras, sendo 25 milhões só no continente africano. A epidemia da doença tem sido uma carga crescente sobre os já pressionados sistemas de atenção à saúde em todo o mundo, principalmente pelos números da mortandade que pesam muito sobre os países com poucos recursos, para os quais a necessidade de eficácia a baixo custo é fundamental. No Brasil já foram registrados cerca de 506 mil casos da doença, e nos anos de 2007 e 2008 os custos anuais foram de R$ 1,14 bilhão e R$ 1,40 bilhão, respectivamente. O presente estudo apresenta o custo médio do tratamento ambulatorial dos portadores do HIV/AIDS no Hospital-Dia localizado em Natal/RN. Para tanto, realizou-se um estudo exploratório nas entidades que participam das estratégias de combate à AIDS no Estado do Rio Grande do Norte (SESAP, UNICAT, LACEN e HGGT), buscando identificar a formação do custo em cada uma dessas entidades, até chegar ao portador, sob a forma de medicamentos e/ou serviços. O horizonte de tempo considerado no estudo foi o ano de 2009, com coleta de dados realizada por meio de análise de fontes primárias (notas fiscais, notas de empenho, processos de pagamento de fornecedores, dentre outras), consultas aos sistemas de informação do governo federal (SICLOM, SISCEL, QUALIAIDS, DATASUS) e realização de entrevistas com diretores e gerentes das entidades anteriormente citadas. Os resultados apontam que em 2009 havia 2.238 portadores sendo atendidos pelo Hospital-Dia, mas que apenas 1.848 destes portadores consumiram medicamentos anti-retrovirais naquele ano. Considerando essa particularidade, os valores levantados indicam que o custo médio anual do tratamento ambulatorial de um portador de HIV/AIDS no ano de 2009 foi de R$ 9.268,58, sendo que os antiretrovirais respondem por cerca de 52,41% desse custo, ou seja, R$ 4.857,91. Em números totais, o valor dos medicamentos anti-retrovirais consumidos aproximou-se da cifra dos R$ 9 milhões, representando um aumento de cerca de 200% em relação ao ano de 2008. Cabe ressaltar, entretanto, que mesmo havendo significativas reduções nos custos dos ARVs, o número de unidades consumidas desses medicamentos em 2009 foi de 611.700 unidades, contra apenas 288.780 unidades em 2008.
___________________________________________________________ ABSTRACT
For some time, getting AIDS was like a death sentence, but with technological advances and research that provided development of more effective drugs for treatment, today it is still AIDS as a disease with no cure, but chronic profile, the carrier can live with it for many years. UNAIDS and the Global Fund to Fight AIDS, Tuberculosis and Malaria, are responsible for the investment of billions of dollars to combat AIDS worldwide. Despite all the work done by UNAIDS and the Global Fund, AIDS remains a global concern and has become the fifth leading cause of death in the world, reaching 2.8 million deaths per year to an estimated population of 40 million of those affected, 25 million in Africa alone. The AIDS epidemic has been an increasing burden on already stretched health care systems worldwide, mainly by the numbers of killings that weigh a lot, especially about countries with few resources, for which the need for efficiency at low cost is fundamental. In Brazil there have been approximately 506 000 cases of the disease, and in the years 2007 and 2008 the annual cost exceeded the figure of $ 1 billion, with $ 1.14 billion and $ 1.40 billion, respectively. This study shows the cost of outpatient treatment of HIV / AIDS in Day- Hospital located in Natal / RN. To this end, we carried out an exploratory study on the entities that participate in strategies to combat AIDS in the State of Rio Grande do Norte (SESAP, UNICAT, LACEN and HGGT), seeking to identify the cost of training in each of these entities, until bearer in the form of drugs and / or services. The time horizon considered in the study was the year 2009, with data collection done by analysis of primary sources (invoices, bills of commitment, processes payments to suppliers, among others), consultation to government information systems federal (SICLOM, SISCEL, QUALIAIDS, DATASUS) and interviews with directors and managers of the entities previously mentioned. The results show that in 2009 there were 2,238 patients being served by the Day-Hospital, but that only 1,848 of these patients with antiretroviral drugs consumed that year. Considering this characteristic, the values obtained indicate that the average annual cost of outpatient treatment of a patient in 2009 was R$ 9,268.58, and the ARVs account for approximately 52.41% of this cost, ie, R$ 4,857.91. In total numbers, the total cost of ARVs consumed approached the figure of R$ 9 million, representing an increase of almost 200% over the previous year. It is worth noting, however, that there were significant reductions in the cost of ARVs, but the number of units consumed these drugs in 2009 was 611,700, compared to only 288,780 units in 2008.

Informações adicionais: 
Dissertação (Mestrado)-Universidade de Brasília, Programa Multiinstitucional e Inter-Regional de Pós-Graduação em Ciências Contábeis, Universidade de Brasília/UFPB/UFRN, 2010.
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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

FINALIZACION DE TRABAJO EN COMUNICACIONES DE ONUSIDA#LLEGARaCERO

FINALIZACION DE TRABAJO EN COMUNICACIONES DE ONUSIDA. DESPEDIDA Y RESUMEN DE ACTIVIDADES



Estimado/as amigo/as:

Este viernes 9 de diciembre, terminan mis funciones de Comunicaciones de ONUSIDA Regional y quisiera despedirme de todas y todos Uds.

No hace falta decirles que este tiempo ha sido muy intenso: el 2011 estuvo marcado por la Consulta Regional sobre Acceso Universal, la Asamblea de ONU sobre SIDA y los 30 años del inicio de la epidemia, 15 de la creación de ONUSIDA. La experiencia ha sido muy exigente pero profundamente enriquecedora desde todo punto de vista: he aprendido a amar, valorar y admirar el enorme trabajo realizado en la respuesta al VIH en America Latina.

De igual manera, con orgullo les digo que he puesto mi mejor esfuerzo para que ese enorme trabajo sea conocido en las redes sociales. Cuando llegue, el sitio contaba con menos de 300 fans y ahora hemos superado los 900; habia sido visto menos de 400 veces y lo dejo con la cifra de 433.054 vistas durante mi gestion. Esta enorme visibilizacion ha sido posible gracias a Uds., a su entusiasmo, energia y tiempo dedicados a hacer avanzar la agenda del VIH en nuestra hermosa region. Tambien destaco la Campana #LLEGARaCERO, que ha sido ampliada a nivel mundial con la nueva iniciativa SE ACTIVISTA! y que ha contado con el apoyo masivo de activistas y amigxs de todo el continente y la diaspora.

Continuare trabajando en comunicaciones y abogacia dentro del Sistema de Naciones Unidas y, desde donde quiera que este, quedo a su disposicion porque la agenda de la respuesta al VIH, con su mistica, su solidaridad y su heroismo estaran siempre presentes en mi mente, mi accionar profesional y mi sentimiento.

Un gran abrazo a todas y todos. Veronica Pereyra
La experiencia ha sido muy exigente pero profundamente enriquecedora desde todo punto de vista: sobre todo, he aprendido a amar, valorar y admirar el enorme trabajo realizado en la respuesta al VIH en América Latina.

De igual manera, con orgullo les digo que he puesto mi mejor esfuerzo para que ese enorme trabajo de toda/os ustedes y de ONUSIDA sea conocido a través de redes sociales, en sitios de Internet como páginas web (a pesar de constantes inconvenientes mayores para su actualización), slideshare para presentaciones de Power Point, videos en nuestra cuenta de Youtube, audios en Soundcloud cuyos enlaces adjunto y que han sido enriquecidos o creados durante mi gestión.

2.- TWITTER: http://twitter.com/OnusidaLatina
5.- Presentaciones de POWER POINT: http://www.slideshare.net/OnusidaLatina
6.- Página web de ONUSIDA http://www.onusida-latina.org/ (en obras)
Los resultados, fruto del esfuerzo y la participación conjunta, están a la vista: se ha logrado una visibilidad nueva que ayudará a hacer avanzar la agenda de la respuesta al VIH en América Latina.
Como ejemplo paradigmático de este trabajo mancomunado, adjunto estadísticas de Twitter de la Campaña #LLEGARaCERO (1 de noviembre a 1 de diciembre). Las cifras demuestran creciente adhesión de personas e instituciones a una iniciativa continental así como la continuidad de los mensajes y el enriquecimiento de los mismos según cada entidad.
FECHA DE MONITOREO
(cada 24 HORAS)
PERSONAS
IMPRESIONES
14 NOVIEMBRE
21.140
26.910
22 NOVIEMBRE
36.022
53.010
26 NOVIEMBRE
95.697
105.943
01 DICIEMBRE
120.791
134.770
06 DICIEMBRE (50 de 540 Tweets)
143.821
159.952
NOTA: Estas cifras no reflejan un acumulativo sino la cantidad de cuentas diarias alcanzadas en cada monitoreo de 24 horas/50 últimos tweets.
Asimismo, vale destacar el aporte de todas y todos Uds. a la Campaña, que produjo QUINCE videos de activistas individuales, organizados en colectivos como REDCLAVO, políticos, ONGs, comunidades basadas en la fe y de otras instituciones de la respuesta al vih desde todos los países del continente e incluso la diáspora europea; estos videos han sido realizados en español, portugués y cinco idiomas indígenas (quechua, guna, quiche, Guarani y williche-mapuche de América Latina: https://www.youtube.com/playlist?list=PL000B19BC3CCA5102&feature=mh_lolz
No quisiera extenderme más en esta reseña pero permítanme concluir con un agradecimiento profundo a todas y todos los que, entre ustedes, han aportado a que la respuesta al vih en nuestra región se posicione con mayor firmeza que nunca.
Este 1º diciembre, DIA MUNDIAL DEL SIDA 2011, recibió una cobertura mediática sin precedentes: mas de 4.200 artículos publicados en América Latina durante las 48 primeras horas.
Confío en que tod/as Uds. continuarán apoyando con entusiasmo y energía la difusión de los mensajes de la agenda del vih en Latinoamérica ya que la divulgación y concienciación de nuestros pueblos ayudaraan a impulsar el acceso universal a prevención, tratamiento, cuidado y apoyo relacionados con vih de cientos de miles de latinoamericano/as así como la posibilidad de avanzar hacia una generación futura libre de vih.
Me despido de Uds. con un último pensamiento: a pesar de terminar mi labor en ONUSIDA para comenzar a trabajar en otra entidad del Sistema de Naciones Unidas, pueden contar siempre con mi sentimiento y accionar profesionales.
Gracias a todo/as por su apoyo durante mi tiempo en ONUSIDA Regional.
Les envío un gran abrazo solidario.
Verónica
M.C. Verónica Pereyra | Regional Communications Officer | RST Latin America | Tel: +507 301 4626 | ID Phone: 96626 | UN House - City of Knowledge | Building 128 | Panama City - Panama |
UNAIDS | Uniting the world against AIDS | 



La experiencia ha sido muy exigente pero profundamente enriquecedora desde todo punto de vista: he aprendido a amar, valorar y admirar el enorme trabajo realizado en la respuesta al VIH en America Latina.

De igual manera, con orgullo les digo que he puesto mi mejor esfuerzo para que ese enorme trabajo sea conocido en las redes sociales. Cuando llegue, el sitio contaba con menos de 300 fans y ahora hemos superado los 900; habia sido visto menos de 400 veces y lo dejo con la cifra de 433.054 vistas durante mi gestion. Esta enorme visibilizacion ha sido posible gracias a Uds., a su entusiasmo, energia y tiempo dedicados a hacer avanzar la agenda del VIH en nuestra hermosa region. Tambien destaco la Campana #LLEGARaCERO, que ha sido ampliada a nivel mundial con la nueva iniciativa SE ACTIVISTA! y que ha contado con el apoyo masivo de activistas y amigxs de todo el continente y la diaspora.

Continuare trabajando en comunicaciones y abogacia dentro del Sistema de Naciones Unidas y, desde donde quiera que este, quedo a su disposicion porque la agenda de la respuesta al VIH, con su mistica, su solidaridad y su heroismo estaran siempre presentes en mi mente, mi accionar profesional y mi sentimiento.

Un gran abrazo a todas y todos. Veronica Pereyra cion de ONUSIDA.

La experiencia ha sido muy exigente pero profundamente enriquecedora desde todo punto de vista: he aprendido a amar, valorar y admirar el enorme trabajo realizado en la respuesta al VIH en America Latina.

De igual manera, con orgullo les digo que he puesto mi mejor esfuerzo para que ese enorme trabajo sea conocido en las redes sociales. Cuando llegue, el sitio contaba con menos de 300 fans y ahora hemos superado los 900; habia sido visto menos de 400 veces y lo dejo con la cifra de 433.054 vistas durante mi gestion. Esta enorme visibilizacion ha sido posible gracias a Uds., a su entusiasmo, energia y tiempo dedicados a hacer avanzar la agenda del VIH en nuestra hermosa region. Tambien destaco la Campana #LLEGARaCERO, que ha sido ampliada a nivel mundial con la nueva iniciativa SE ACTIVISTA! y que ha contado con el apoyo masivo de activistas y amigxs de todo el continente y la diaspora.

Continuare trabajando en comunicaciones y abogacia dentro del Sistema de Naciones Unidas y, desde donde quiera que este, quedo a su disposicion porque la agenda de la respuesta al VIH, con su mistica, su solidaridad y su heroismo estaran siempre presentes en mi mente, mi accionar profesional y mi sentimiento.

Un gran abrazo a todas y todos. Veronica Pereyracion de ONUSIDA.

La experiencia ha sido muy exigente pero profundamente enriquecedora desde todo punto de vista: he aprendido a amar, valorar y admirar el enorme trabajo realizado en la respuesta al VIH en America Latina.

De igual manera, con orgullo les digo que he puesto mi mejor esfuerzo para que ese enorme trabajo sea conocido en las redes sociales. Cuando llegue, el sitio contaba con menos de 300 fans y ahora hemos superado los 900; habia sido visto menos de 400 veces y lo dejo con la cifra de 433.054 vistas durante mi gestion. Esta enorme visibilizacion ha sido posible gracias a Uds., a su entusiasmo, energia y tiempo dedicados a hacer avanzar la agenda del VIH en nuestra hermosa region. Tambien destaco la Campana #LLEGARaCERO, que ha sido ampliada a nivel mundial con la nueva iniciativa SE ACTIVISTA! y que ha contado con el apoyo masivo de activistas y amigxs de todo el continente y la diaspora.

Continuare trabajando en comunicaciones y abogacia dentro del Sistema de Naciones Unidas y, desde donde quiera que este, quedo a su disposicion porque la agenda de la respuesta al VIH, con su mistica, su solidaridad y su heroismo estaran siempre presentes en mi mente, mi accionar profesional y mi sentimiento.

Un gran abrazo a todas y todos. Veronica Pereyra de ONUSIDA.

La experiencia ha sido muy exigente pero profundamente enriquecedora desde todo punto de vista: he aprendido a amar, valorar y admirar el enorme trabajo realizado en la respuesta al VIH en America Latina.

De igual manera, con orgullo les digo que he puesto mi mejor esfuerzo para que ese enorme trabajo sea conocido en las redes sociales. Cuando llegue, el sitio contaba con menos de 300 fans y ahora hemos superado los 900; habia sido visto menos de 400 veces y lo dejo con la cifra de 433.054 vistas durante mi gestion. Esta enorme visibilizacion ha sido posible gracias a Uds., a su entusiasmo, energia y tiempo dedicados a hacer avanzar la agenda del VIH en nuestra hermosa region. Tambien destaco la Campana #LLEGARaCERO, que ha sido ampliada a nivel mundial con la nueva iniciativa SE ACTIVISTA! y que ha contado con el apoyo masivo de activistas y amigxs de todo el continente y la diaspora.

Continuare trabajando en comunicaciones y abogacia dentro del Sistema de Naciones Unidas y, desde donde quiera que este, quedo a su disposicion porque la agenda de la respuesta al VIH, con su mistica, su solidaridad y su heroismo estaran siempre presentes en mi mente, mi accionar profesional y mi sentimiento.

Un gran abrazo a todas y todos. Veronica Pereyra

5 anexos Examinar e baixar todos os anexos Exibir todas as imagens

1 DICIEMBRE LLEGAR A CERO.JPG
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TweetReach_llegaracero 12 a 14 NOV.pdf
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Twitter Reach Report Results for #LLEGARaCERO  TweetReach.htm
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22 NOV TweetReach_llegaracero.pdf
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YOUTUBE ONUSIDA.doc
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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

'Aids-free' #ONU #aids

'Aids-free'

Plano de uma geração sem Aids vira meta da ONU e do governo americano

Seria possível ver nascer no planeta Terra uma nova geração livre da Aids? Pois é exatamente esta a nova meta que entidades de assistência de saúde e governos de vários países começam a debater, especialmente no âmbito das agências da Organização das Nações Unidas (ONU). A geração "Aids-free" seria resultado de uma ação global conjunta, que reúne esforços governamentais com a experiência de entidades mundiais, como o grupo Médicos sem Fronteiras, capazes de prestar assistência até mesmo em regiões de acesso difícil, como no interior da África.
A visão de uma geração sem Aids é ambiciosa, mas não temos ainda uma forte evidência de que podemos alcançar este objetivo com os projetos em andamento
A secretária de Estado Hillary Clinton entrou neste esforço mundial, traçando, pela primeira vez, a meta ambiciosa de investir mais dinheiro do orçamento americano em pesquisas sobre o vírus HIV e trabalhar no sentido de pressionar governos de países em desenvolvimento a fazer a sua parte.
Nos últimos dois anos, houve muito sucesso em ensaios clínicos que incluíram programas de circuncisão para homens, distribuição de coquetéis multidrogas para mulheres grávidas e de medicamentos para os pacientes recém-infectados, já nos primeiros sinais de manifestação do vírus. Estima-se que hoje haja cerca de 34 milhões de pessoas vivendo com o vírus no mundo. O continente africano é o que mais sofre com a doença e nele já se estima que haja cerca de um milhão de homens circuncidados recentemente em programas contra a propagação do HIV.
O programa mundial rumo a uma geração livre da Aids tem três focos principais: propagar a circuncisão masculina, deter a transmissão de mãe para filho (o que as drogas atuais já permitem) e promover a dobradinha "testar-e-tratar". No caso dos EUA, a mudança de tom e de objetivos foi gigantesca: o governo George W. Bush, em 2003, havia anunciado um programa anti-Aids com ênfase na propaganda sobre abstinência sexual, sobre fidelidade conjugal e sobre o uso de preservativos. Houve algum investimento pequeno em pesquisa de medicamentos, mas havia sempre tensão sobre gastar mais em prevenção ou em tratamento. E Bush sempre preferiu prevenir o contágio do que pesquisar formas de tratamento.
Segundo o jornal "The New York Times", o governo Obama, agora, parece ter outro foco: dar maior ênfase em doenças que custam menos para combater e salvar mais vidas. Ações contra o sarampo, contra o tétano, kits para o parto limpo, formação de parteiras e outras intervenções relativamente baratas fizeram parte do portfólio de ações governamentais. Mas o combate à Aids estava longe de ser prioridade. O discurso de Hillary Clinton é, por isto, uma novidade bem-vinda para organizações assistenciais, que estão em campo para tentar deter o avanço da doença.
O médico Unni Karunakara, presidente internacional dos Médicos Sem Fronteiras, considerou muito promissor o anúncio de que o governo americano pretende investir mais, finalmente, em políticas para salvar vidas e reverter a epidemia.
O governo indiano anunciou também preços mais baixos para medicamentos genéricos que fazem parte do coquetel contra o HIV, de modo a tornar o tratamento mais acessível em todo o continente africano.
Mais de Mead, especialista em Aids do Centro para Global Desenvolvimento, porém, foi mais cauteloso. Estudos em subgrupos como viciados em drogas ou casais em que apenas um membro está infectado concluíram que o tratamento imediato reduz drasticamente as taxas de novas infecções.
- A visão de uma geração sem Aids é ambiciosa, mas não temos ainda uma forte evidência de que podemos alcançar este objetivo com os projetos em andamento hoje - declarou o dr. Mais de Mead.
Hillary Clinton acenou com a data de 2015 para alcançar pelo menos a meta de sustar inteiramente a transmissão entre mães e seus bebês, no nascimento ou através da amamentação. O aleitamento materno é fonte de um sétimo das novas infecções por HIV na África.
A ONU e os diversos programas governamentais gastam hoje cerca de US$ 16 bilhões no combate à AIDS por ano. Se, em 2015, o número de infectados fosse drasticamente reduzido - ficando em apenas 15 milhões de pessoas, menos da metade dos 34 milhões atuais - o custo de tratamentos aumentaria para para US$ 23 bilhões.
Dr. Anthony S. Fauci, especialista em AIDS que dirige o Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas nos EUA, apontou para os desenvolvimentos recentes que fazem tratamento mais barato e mais eficiente: o custo de manter um africano em tratamento por um ano caiu para US$ 335, e era US$ 1100 há sete anos

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2011/11/09/plano-de-uma-geracao-sem-aids-vira-meta-da-onu-do-governo-americano-925769732.asp#ixzz1dPPCuHrG
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Carlos Basília
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Campanhas de tuberculose:
http://www.youtube.com/user/carlosbasilia

sábado, 29 de outubro de 2011

CAMPANA ACTIVISMO CONTINENTAL #LLEGARaCERO



INVITACION A PARTICIPAR EN CAMPANA ACTIVISMO CONTINENTAL





Muy buenos días:

En seguimiento a la convocatoria a participar en la campaña de activismo continental que enviamos hace unos días, adjunto remito el mail que pueden transmitir a sus voluntarios para que se unan a la iniciativa.

Muchas gracias por su apoyo.

Saludos muy cordiales.

Verónica
M.C. Verónica Pereyra | Regional Communications Officer | RST Latin America | Tel: +507 301 4626 | ID Phone: 96626 | UN House - City of Knowledge | Building 128 | Panama City - Panama |
UNAIDS | Uniting the world against AIDS | 

Estimad@ amig@:

Necesitamos que nos ayudes a difundir mensajes por Twitter para que America Latina pueda llegar a CERO NUEVAS INFECCIONES DE VIH, CERO ESTIGMA Y DISCRIMINACION y CERO NUEVAS MUERTES relacionadas con el vih. La idea es crear una red continental de activismo, comenzando por esta Campaña.
Apoya la Campaña Continental con DOS acciones:
1) comienza a seguir a @OnusidaLatina y retransmite los Tweets que comiencen a publicarse desde hoy hasta el 1º de Diciembre (Día Mundial del SIDA). También puedes pasarlos por chat de Blackberry o celular. [ver mensajes adjuntos]

2) graba en tu webcam o con la cámara de tu celular un video como este [adjuntamos texto del mensaje]:

Muchas gracias. Hoy más que nunca, America Latina necesita de tu activismo.


TWEETS POR FECHA:
VIERNES 28/10:
Dia 0000: A 30 años d inicio epidemia d#VIH, p #LLEGARaCERO nuevas infecciones en América Latina, FORMEMOS UNA RED CONTINENTAL D #ACTIVISMO, PÁSALA
SABADO 29/10:
Día 000: A 30 años d inicio epidemia d#VIH, p #LLEGARaCERO nuevas infecciones en América Latina, UNETE A LA CAMPAñA PÁSALA

DOMINGO 30/10
Día 00: A 30 años d inicio epidemia d#VIH, p #LLEGARaCERO estigma y discriminación en América Latina, YO ME UNO A LA CAMPAñA PÁSALA, Y TÚ?

LUNES 31/10
Dia 0: A 30 años d inicio epidemia d#VIH, p #LLEGARaCERO nuevas muertes relacionadas c/VIH en América Latina, COMPARTO POR CELULAR LA CAMPAñA PÁSALA
MARTES 1/11
Dia 1: A 30 años d inicio epidemia d#VIH, p #LLEGARaCERO nuevas infecciones en América Latin, YO DECIDO USAR CONDÓN, #pasala
MIERCOLES 2/11
A 30 años d inicio epidemia #VIH, p #LLEGARaCERO estigma y discriminación relac. c #VIH en América Latina, YO NO DISCRIMINO, pásala
JUEVES 3/11
A30 años d inicio epidemia #VIH, p #LLEGARaCERO nuevas muertes relac c#VIH en Amér Lat, YO AYUDO A CREAR CONCIENCIA, #pásala
VIERNES 4/11
A30 años d inicio epidemia #VIH, #LLEGARaCERO nuevas #infecciones, CERO #estigma y discriminación c#VIH en América Latina, #pásala
TEXTO DEL VIDEO (cámara de computadora o de celular)
Hola, soy ……………. (nombre y apellido), activista de la respuesta al VIH en América Latina.

En 2011, se cumplen los 30 años del inicio de la epidemia de VIH y los 15 de la creación de ONUSIDA.

Tiempo de reflexión sobre los enormes avances logrados y sobre los también grandes desafíos que enfrentamos hoy.

Hoy también es tiempo de acción.

ONUSIDA propone una estrategia de acción que implica “CERO nuevas infecciones, CERO estigma y discriminación relacionadas con VIH y CERO nuevas muertes”.

Por eso, hoy, te invito a que te sumes a la campaña regional #LLEGARaCERO, que unirá a todas y todos los activistas de la respuesta al VIH en nuestra maravillosa América Latina. Te invito a que compartas con todos tus contactos los mensajes de #LLEGARaCERO que irán multiplicándose en una gigantesca red continental.

Hoy América Latina te necesita. Juntos podemos #LLEGARaCERO nuevas infecciones, CERO estigma y discriminación y CERO nuevas muertes relacionadas con VIH.

LLEGUEMOS A CERO.

Pasala.