Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Pesquisa analisa reações adversas ao tratamento do câncer de mama ENSP 16/08/2010 Koifman ressalta que as intercorrências podem surgir no pós-oper
Pesquisa analisa reações adversas ao tratamento do câncer de mama
ENSP
16/08/2010
Koifman ressalta que as intercorrências podem surgir no pós-operatório, levando até a condição do linfedema, problema que além do aspecto estético, traz a diminuição motora e a sensibilidade
Cerca de 17% das mulheres podem apresentar edema no braço, conhecido como linfedema, resultante da retirada dos linfonodos axilares durante tratamento cirúrgico do câncer de mama. Adicionalmente, a realização da quimioterapia subsequente à cirurgia também pode acarretar outras reações adversas, comprometendo as condições físicas e psíquicas dessas pacientes. Embora o problema seja conhecido, poucos estudos foram feitos sobre os determinantes genéticos dessas complicações, de acordo com o pesquisador Sergio Koifman, que coordena estudo sobre o tema no âmbito do Programa Inova-Ensp, em parceria com outras instituições do Estado do Rio de Janeiro. O trabalho, também coordenado por Rosana Vianna Jorge, da UFRJ, e Anke Bergmann, do Inca, busca analisar as características genéticas que possam estar envolvidas com o desenvolvimento de linfedema e reações adversas após o tratamento cirúrgico do câncer de mama.
O pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz) Sergio Koifman explica que o projeto está em desenvolvimento com grupos de pesquisadores do Inca, UFRJ, Uerj e Uenf, já tendo sido aprovado no edital de pesquisa clínica do câncer do CNPq, agora ampliado com o Inova-Ensp. “Nossa meta é obter uma coorte de 600 pacientes com câncer de mama no Rio de Janeiro, todas acompanhadas no Inca, e analisar os fatores genéticos e ambientais associados à ocorrência de linfedema e reações adversas ao tratamento. Desta forma, poderemos compreender melhor as características genéticas que possam estar envolvidas enquanto elementos facilitadores da formação do linfedema e outras complicações”, diz.
Koifman ressalta que as intercorrências podem surgir no pós-operatório, levando até a condição do linfedema, problema que além do aspecto estético, traz a diminuição motora e a sensibilidade. “A autoimagem da paciente já se encontra bastante abalada pela intervenção cirúrgica na mama. Há ainda essa possibilidade de limitação funcional do braço.
Adicionalmente, surgem reações adversas com o início da quimioterapia, incluindo fraqueza, náuseas, diarreia, anemia, entre outras, que são também capazes de abalar mais ainda a saúde física, social e psíquica da mulher”, explicou o pesquisador. “No caso do linfedema, pela sua frequência, ele tem essa característica de também representar um problema sério para o SUS, seja do ponto de vista do custo adicional do tratamento, de recuperação, isso sem falar do custo humano da ocorrência”, afirmou. O ineditismo do projeto faz com que, além de possibilitar melhor entendimento das condições que levam a essa situação, seja possível viabilizar a identificação de grupos de alto risco de virem a desenvolver problemas colaterais.
O que leva ao linfedema e reações adversas
Segundo Koifman, em decorrência dos tratamentos realizados para controle do câncer (cirurgia, radioterapia e quimioterapia), pode ocorrer obstrução dos vasos linfáticos, tornando o braço mais suscetível ao desenvolvimento de infecção. O primeiro mecanismo de defesa existente no sistema linfático é constituído pelos gânglios, que podem ser parcialmente ou totalmente retirados durante a cirurgia, o que facilita a passagem de organismos que não seriam tão eficientemente controlados através do sistema imunológico.
No Brasil, aproximadamente 50% das mulheres que chegam no sistema de saúde com câncer de mama já se encontram em estágio avançado, o que implica a realização de intervenções mais extensas para o tratamento do câncer. De acordo com Koifman, quanto mais cedo for feito o diagnóstico, menor é a necessidade de se realizarem cirurgias extensas, e com ela o risco de desenvolverem linfedema e reações adversas ao tratamento.
Essa linha de pesquisa sobre a incidência de linfedema subsequente ao tratamento do câncer de mama vem sendo desenvolvida na Ensp há cerca de uma década e consistiu no objeto de estudo de Anke Bergmann em sua dissertação de mestrado e tese de doutorado. A pesquisadora, atualmente trabalhando no Inca, e também uma das participantes do atual projeto apoiado pelo edital Inova-Ensp, analisou uma coorte com mais de mil mulheres para estudar a incidência de linfedema. “Um aspecto importante observado nesse trabalho é que as mulheres que haviam realizado atividades físicas prévias nos braços, como lavadeiras ou passadeiras, apresentavam menor frequência de linfedema. O sistema vascular, pelo esforço, aliado ao desenvolvimento muscular, parece prevenir a ocorrência dessa complicação”, diz Koifman.
Para a equipe do pesquisador, essa é uma informação importante para acoplar ao projeto, uma vez que será levantada uma série de condições genéticas no sentido de identificação de grupos de alto risco. “Até o surgimento de novas opções de tratamento do câncer de mama, a mastectomia continuará sendo uma opção terapêutica, pois representa atualmente a única chance de cura confirmada nos casos iniciais de câncer de mama (cancer in situ). O que se pretende neste estudo, afirmou, é contribuir para a identificação, previamente à realização da cirurgia, de quais seriam aqueles grupos que apresentam riscos mais elevados de virem a desenvolver complicações adicionais como aquelas aqui descritas”.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Tratamento de câncer ampliado
Os seis hospitais federais do Rio terão mais estrutura e treinamento para acolher pacientes, em parceria com o Inca
Rio - Uma esperança para pacientes diagnosticados com câncer: o Ministério da Saúde vai ampliar o atendimento oncológico nos seis hospitais federais do estado do Rio, através de parceria com o Inca (Instituto Nacional de Câncer). A conclusão da fase de instalação dos equipamentos está prevista para abril.
O Hospital do Andaraí vai se transformar num Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia e oferecerá radioterapia, braquiterapia (tratamento com material radiativo diretamente no tumor), além de mamografia. Até o fim do ano, os leitos oncológicos serão duplicados, de 22 para 44. As reformas deverão ser concluídas até 2013.
A Rede de Atenção Oncológica vai beneficiar ainda os hospitais Cardoso Fontes (Jacarepaguá), Lagoa, Ipanema, dos Servidores (Saúde) e Geral de Bonsucesso. As unidades passarão a contar com mais leitos, consultórios e terão procedimentos de quimioterapia ampliados. No caso do Hospital de Ipanema, o serviço será inaugurado.
Segundo o diretor da Rede Hospitalar Federal no Rio de Janeiro, Oscar Berro, o atendimento não era unificado e cada hospital apresentava linha de procedimento diferente. Na nova fase, será seguido todo o protocolo do Inca. Diagnóstico, remoção de tumor e quimioterapia serão oferecidos em todos os hospitais, mas cada unidade terá um perfil específico, que ainda será definido.
HUMANIZAÇÃO
Uma das prioridades, segundo Berro, é a humanização. Por isso, o Inca vai oferecer treinamento constante para os profissinais federais. O espaço físico também passará por reformas para se tornar mais acolhedor, segundo Berro.
“Antes, cada médico passava um remédio diferente em uma quantidade diferente, e o nosso gasto era enorme para dar conta da demanda. Agora tudo será padronizado. E o médico vai aprender a dar a notícia do diagnóstico ao paciente da melhor maneira”, disse, acrescentando que não será necessária a contratação de novos profissionais.
MELHORIAS NAS UNIDADES
HOSPITAL DO ANDARAÍ
Serão inaugurados serviços de radioterapia, braquiterapia e mamografia. Além disso, a unidade da Zona Norte vai receber novos 22 leitos e dez cadeiras de quimioterapia. Será inaugurada a Clínica da Dor.
CARDOSO FONTES
Com a criação de uma Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon), o hospital de Jacarepaguá vai receber uma farmácia para medicamentos de quimioterapia, nove cadeiras para o serviço e quatro consultórios.
HOSPITAL DE IPANEMA
Na unidade, também está prevista a criação de uma Unacon e será implantado o serviço de quimioterapia. Além disso, também vai receber sete cadeiras de quimioterapia, uma maca, dois consultórios médicos e um multidisciplicar, com fisioterapia e psicologia.
HOSPITAL DOS SERVIDORES DO ESTADO
A unidade vai receber 12 cadeiras de quimioterapia e quatro consultórios de ambulatório.
GERAL DE BONSUCESSO
A unidade vai passar por reformulação no ambulatório e na sala de cirurgia de
HOSPITAL DA LAGOA
A unidade inaugurou, no fim do ano passado, o serviço de hematologia infantil, que atende crianças com leucemia.
Fonte:www.odia.terra.com.br(12/01/10 13:16)