Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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terça-feira, 15 de maio de 2012

Declaração de Obama reforça debate no Brasil

Repassando 

Declaração de Obama reforça debate no Brasil

Terça-Feira, 15/05/2012, 15:24:55 - Atualizado em 15/05/2012, 15:24:55 - Diario do Pará 

A primeira-vice-presidenta do Senado, Marta Suplicy (PT-SP), disse hoje (15) que a mobilização da sociedade em defesa dos diretos dos homossexuais fará com que o Congresso Nacional aprove o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122, que criminaliza a homofobia.
A senadora reconheceu que será difícil colocar a proposta em votação neste ano, mas pontuou que as declarações do presidente norte-americano, Barack Obama, em defesa do casamento de pessoas do mesmo sexo, ajudam a trazer o debate à tona também no Brasil.
Por solicitação de Marta Suplicy, que é relatora do projeto no Senado, a Casa realiza nesta terça-feira seminário para debater o PLC 122. O evento foi aberto pelo presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Toni Reis.
A senadora disse que o Parlamento tem caminhado na direção contrária à da sociedade no assunto e que, no Congresso Nacional, há uma disputa entre uma “maioria silenciosa”, que é a favor da proposta, e uma “minoria barulhenta”, que se coloca contra o projeto.
“Temos que criar esse caldo da sociedade civil apoiando [o direito dos homossexuais]. Não podemos mais viver em um país em que a criança sofra bullying na escola por ser gay e ter medo de apanhar na Avenida Paulista por ser homossexual. Enquanto a sociedade civil não se posicionar, muitos senadores terão receio em votar”, argumentou Marta Suplicy.
O PLC 122, de autoria da ex-deputada Iara Bernardi (PT-SP), foi aprovado na Câmara em dezembro de 2006. A proposta altera a Lei 7.716, que tipifica os crimes resultantes de discriminação ou preconceito. O projeto chegou a ser colocado em votação duas vezes na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado, mas foi retirado de pauta por conta de divergência entre parlamentares a favor e contra a proposta.
Aos crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional que estão tipificados na Lei 7.716, a ex-deputada Iara Bernardi inclui o de discriminação por gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero, igualando-os ao racismo.
Entre outras medidas, o projeto prevê pena de reclusão de um a três anos para quem impedir o acesso ou recusar atendimento a homossexuais em restaurantes, bares ou locais semelhantes abertos ao público. (Agência Brasil)
ANTONIO ERNANDES MARQUES DA COSTA
Coordenador da ONG/GRUPAJUS
Coordenador do Comite Metropolitano de Combate a TB/PA - FUNDO GLOBAL
Rep.  Norte na CNAIDS - Ministerio da Saude /DE. DST/AIDS/HEPATITES VIRAIS
Representate Norte no MCP - Mecanismo de Coordenação de Paí

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Parlamentares pedem agilidade para projeto contra união homoafetiva

01/06/2011 21:45

Parlamentares pedem agilidade para projeto contra união homoafetiva

Manifestantes participam de protesto pacífico contra o PL 122
Gustavo Lima
Manifestantes ligados a movimentos religiosos também querem a rejeição de projeto que criminaliza a homofobia
O coordenador da Frente Parlamentar Evangélica, deputado João Campos (PSDB-GO), deputados e senadores que compõem a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Família e o pastor da Igreja de Cristo Silas Malafaia pediram à Mesa Diretora da Câmara agilidade na análise do Projeto de Decreto Legislativo 224/11, que susta a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em favor da união homoafetiva.
Eles foram recebidos nesta quarta-feira pelo 2º vice-presidente da Câmara, deputado Eduardo da Fonte (PP-PE), e também pediram a realização de uma comissão geral para discutir o ativismo judicial do STF. Os parlamentares participaram de uma manifestação organizada por Silas Malafaia que reuniu milhares de pessoas em frente ao Congresso contra o projeto que criminaliza a homofobia (PLC 122/06, em tramitação no Senado).
Homofobia
A intenção do encontro, segundo João Campos, é mostrar para o Parlamento a contrariedade em relação ao texto, que pode criminalizar a atuação de líderes religiosos contrários à homossexualidade. “Nós queremos consolidar, junto à sociedade, o entendimento de que esse projeto é inconstitucional, é uma aberração que ofende princípios fundamentais da democracia, como livre expressão, inviolabilidade do pensamento e liberdade de crença”, esclareceu o deputado.
Se seu navegador n&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;atilde;o puder executar o &amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;aacute;udio, &amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;lt;a href='http://www2.camara.gov.br/agencia/audios/13051f4e319.mp3' _fcksavedurl='http://www2.camara.gov.br/agencia/audios/13051f4e319.mp3'&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;gt;obtenha o &amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;aacute;udio&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;lt;/a&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;gt; e salve-o em seu computador.
Ouça aqui o debate especial promovido pela Rádio Câmara entre Toni Reis, presidente da ABGLT, e Silas Malafaia, pastor da Assembleia de Deus, sobre homofobia.
A proposta está em análise no Senado e os parlamentares discutem a possibilidade de apoiar um texto alternativo sugerido pelo senador Marcelo Crivella (PRB-RJ). “Eu ainda não li o texto do Crivella, mas pela experiência que ele tem no meio evangélico, eu penso que deve ser um bom texto e a frente deve aprová-lo”, disse o líder do PR, deputado Lincoln Portela (MG).
O deputado Anthony Garotinho (PR-RJ) ressaltou que foram entregues ao presidente do Senado, José Sarney, mais de um milhão de assinaturas contrárias ao projeto. “É a manifestação da sociedade brasileira, do povo, que quer a família da forma que Deus criou”, disse o deputado, que criticou o reconhecimento, pelo STF, da união homoafetiva.

Íntegra da proposta:

Reportagem - Carol Siqueira
Edição – Maria Clarice Dias

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara de Notícias


PDC-224/2011 AvulsoAutor: João Campos - PSDB /GO
Data de Apresentação: 25/05/2011
Apreciação: Proposição Sujeita à Apreciação do Plenário
Regime de tramitação: .
Situação: MESA: Aguardando Recurso.
Ementa: Susta a aplicação da decisão do Supremo Tribunal Federal proferida na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4277 e Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 132, que reconhece a entidade familiar da união entre pessoas do mesmo sexo.
Indexação: Sustação, aplicação, decisão judicial, Supremo Tribunal Federal (STF), ação direta de inconstitucionalidade, arguição de descumprimento de preceito fundamental, reconhecimento, entidade familiar, união, pessoas, sexo, homossexual.
Despacho:
7/6/2011 - Devolva-se a proposição, nos termos do art. 137, § 1º, inciso II, alínea "b", do RICD, e à luz dos fundamentos adotados por esta Presidência na decisão da Questão de Ordem nº 11, de 2011. Publique-se. Oficie-se ao Autor. Proposição Sujeita à Apreciação do Plenário

Legislação Citada

Última Ação:

Data  
7/6/2011 -  Mesa Diretora da Câmara dos Deputados  (MESA) -  Prazo de Recurso (5 sessões ordinárias a partir de 08/06/2011)

Andamento

Obs.: o andamento da proposição fora desta Casa Legislativa não é tratado pelo sistema, devendo ser consultado nos órgãos respectivos.
Data  
25/5/2011 PLENÁRIO  (PLEN)
Apresentação do Projeto de Decreto Legislativo n. 224/2011, pelo Deputado João Campos (PSDB-GO), que: "Susta a aplicação da decisão do Supremo Tribunal Federal proferida na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4277 e Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 132, que reconhece a entidade familiar da união entre pessoas do mesmo sexo".(íntegra)
25/5/2011 COORDENAÇÃO DE COMISSÕES PERMANENTES  (CCP)
Publicação inicial no DCD do dia 26/05/2011
7/6/2011 Mesa Diretora da Câmara dos Deputados  (MESA)
Relatório de Conferência de Assinaturas do PDC 224/11.(íntegra)
7/6/2011 Mesa Diretora da Câmara dos Deputados  (MESA)
Devolva-se a proposição, nos termos do art. 137, § 1º, inciso II, alínea "b", do RICD, e à luz dos fundamentos adotados por esta Presidência na decisão da Questão de Ordem nº 11, de 2011. Publique-se. Oficie-se ao Autor. Proposição Sujeita à Apreciação do Plenário (íntegra)
7/6/2011 Mesa Diretora da Câmara dos Deputados  (MESA)
Prazo de Recurso (5 sessões ordinárias a partir de 08/06/2011)
7/6/2011 COORDENAÇÃO DE COMISSÕES PERMANENTES  (CCP)
Publicação do despacho no DCD do dia 08/06/2011

Nota pessoal: Como era de se esperar para cercear direitos LGBT esses "PSEUDO" evangélicos' correm  e mostram seus podres poderes. Nota-se que essas igrejas têm isenção fiscal, e não sofrem tributação dos dízimos que recebem. Acho que chegou a hora de se acabar com essa benesse. Sou a favor da tributação de impostos das igrejas e associações religiosas.
  E quanto ao movimento LGBT atentem para esse PDC, é possivel reverter pois o que foi julgado constitucional pelo STF, não pode ser suprimido pela Câmara.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Criminalização da homofobia pode ser votada amanhã


Direitos Humanos

Criminalização da homofobia pode ser votada amanhã

A proposta de tornar crime a discriminação por gênero e orientação sexual, assim como contra idosos e pessoas com deficiência, poderá ser votada na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) amanhã. A relatora do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/06, senadora Marta Suplicy (PT-SP), apresentou ontem seu parecer, favorável.
Marta fez apenas uma modificação no texto da proposta. Em respeito à liberdade religiosa, garantida na Constituição Federal, Marta excluiu do alcance da lei "os casos de manifestação pacífica de pensamento fundada na liberdade de consciência e de crença". O artigo modificado penaliza, porém, quem "praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito".
Caso passe na CDH, o projeto (veja detalhes no texto abaixo) segue para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e, se aprovado, para o Plenário. Aprovada pelos senadores, a matéria retornará à Câmara, uma vez que foi modificada por substitutivo da ex-senadora Fátima Cleide (PT-RO), que incluiu também a discriminação contra deficientes e idosos na Lei 7.716/89.
No Plenário, Marta Suplicy classificou ontem como "histórica" a votação Supremo Tribunal Federal (STF) que equiparou, do ponto de vista legal e dos direitos civis, as relações homoafetivas à união estável.
- O julgamento e as palavras dos ministros foram não só contundentes em relação à constitucionalidade, mas muito também com palavras que vão além do formal, além de um voto frio. Foram muito carinhosas, falaram de felicidade, de cidadania, de amor, de respeito à vida - afirmou.
Marta lembrou que, há 16 anos, foi a autora do primeiro projeto relacionado ao tema na Câmara e que depois vieram outros, mas nenhum foi votado.
Matéria publicada originalmente no Jornal do Senado.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Cerca de 72 mil aderem à petição que critica Bolsonaro


05/04/2011 às 19:35:05 - Atualizado em 06/04/2011 às 00:07:10

Cerca de 72 mil aderem à petição que critica Bolsonaro

Quase 72 mil pessoas tinham assinado até a noite de ontem a petição intitulada "Proteja o Brasil do Bolsonaro". Espalhado via redes sociais, o documento informa que 250 pessoas foram assassinadas no Brasil em 2010 por serem gays e classifica de "racistas e homofóbicas" recentes declarações do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ).
O objetivo é mobilizar a sociedade para pedir a aprovação da lei anti-homofobia (PLC 122/2006). A petição será entregue a parlamentares durante manifestação em Brasília.
"Face ao crescimento dramático dos ataques e assassinatos de cidadãs e cidadãos LGBT brasileiros, precisamos de seu apoio imediato para aprovar a lei anti-homofobia (PLC 122/2006), assegurando a todos e todas as brasileiras e brasileiros a proteção igualitária perante a lei", prossegue o texto do documento, que cita a presidente Dilma Rousseff.
Para os autores da petição, as ideias do deputado "não são uma questão de opinião pessoal, elas são perigosas". "Enquanto já existem leis para proteger outras formas de discriminação, pessoas LGBT não têm nenhuma proteção legal. Vamos erguer nossas vozes mais alto que o Bolsonaro e mostrar que os brasileiros apoiam a lei anti-homofobia. Assine a petição agora." O texto está disponível no site http://www.avaaz.org/po/homofobia_nao/.
Para o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ), a mobilização popular pela Lei da Ficha Limpa é um exemplo do que pode ocorrer agora com o projeto anti-homofobia, parado na Casa, principalmente por ação da bancada evangélica.
"Nesse sentido, o deputado, com sua postura de ódio, retrógrada, presta um serviço. Pela estupidez, trouxe luz. A celeuma pode estimular a votação". No início da noite de ontem, houve manifestação contra Bolsonaro na Cinelândia, centro do Rio de Janeiro. Cerca de 100 pessoas haviam chegado até as 18h30.
O presidente do Conselho Estadual dos Direitos da População LGBT do Rio, Claudio Nascimento, defendeu a cassação do mandato do deputado, classificado por ele de "Bolsonazi".
"Há uma confusão na sociedade de direito à opinião com incitação à violência. Sou negro e gay com muito orgulho. O Bolsonaro é o grande lixo humano, o que ele representa como projeto político precisa ser repudiado", discursou.
O deputado estadual Flávio Bolsonaro, filho do parlamentar, afirmou que o pai tem opinião "polêmica que vai contra o politicamente correto", mas "não é racista".
Segundo Flávio, houve um "mal entendido" ou "equívoco" na resposta à pergunta de Preta Gil. "Ser contra a apologia ao homossexualismo é ser homofóbico? É claro que não. O que ele cansa de expressar é que não teria orgulho de ter um filho gay", disse o filho de Bolsonaro.




  Colaboração:SILMARA RIBAS

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Jean Wyllis em frente ao exercito de Branca Leone


Jean Wyllis em frente ao exercito de Branca Leone
Tive que dar um tempo ler meditar e digerir a matéria da revista Época intitulada: “A frente Gay no Paredão do congresso” postada ontem, e que eu prometi uma fala sobre o assunto.
Não vou nomear o tal deputado pois quem leu matéria anterior sabe de quem estou falando, não sei se esse discurso é feito com a intenção de chocar mesmo ou se realmente ele defende tal idéia a fundo.
Tenho sempre acompanhado essas falas dele e de certo modo acho que é um ser folclórico, mas que tem uma representatividade no Senado vide exemplos de $arneys e Tiriricas.
Mas o que me causou tal espanto e desprezo foi ele assumir que acha os LGBTS como cidadão s
de segunda classe. Aí já é de mais! Na edição impressa essa frase foi suprimida acho eu que assim ocorreu por questões de espaço na pagina!
Também esse deputado Infeliz disse várias vezes a palavra “homossexualismo”, isso demonstra ignorância pois esse termo foi suprimido pelo s Conselhos de Medicina e de Psiquiatria por não ser mais considerado como doença, esse sufixo “ismo” é posto no final de palavras para designar doença. Salvo erro meu ele sabe disso e faz com considerada vontade de espezinhar ou então o que é pior faz por pura falta de conhecimento, isso em um deputado é um erro crasso pois, todos nós devemos saber muito ou pelo menos tentarmos saber de um assunto para defendermos tal convicção!
Depois de ler essa matéria deparei-me com o currículo de um candidato que vai também se ater na nossa causa, aconselho a vocês a lerem a biografia de Dona Maria do Rosário que retirei do site do ministério, Mais uma vez vejo a acertada escolha de Vossa Candidat@ Dilma.
Temos Jean Wyllis e Martha Suplici que conseguiu as assinaturas para a volta do PL122.
De resto só nós resta sairmos à ruas exigirmos e mostrarmos que somos seres iguais a todo s os outro s conforme nos garante a Constituição Brasileira!
Sem falar nos bilhões de impostos pago s por nós tal qual qualquer cidadão de segunda categoria como querem nos enquadrar!!!!

NGB
ativismocontraaidstb

Marta relatará na CDH projeto que criminaliza discriminação de homossexuais

COMISSÕES / Direitos Humanos
17/02/2011 - 11h09
Marta relatará na CDH projeto que criminaliza discriminação de homossexuais
O projeto que torna crime a discriminação de homossexuais, idosos e deficientes, conhecido como projeto que criminaliza a homofobia (PLC 122/2006), será relatado pela senadora Marta Suplicy (PT-SP), na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). A informação é do senador Paulo Paim (PT-RS), indicado para presidir a comissão.
 
Paim ressalta que a relatoria da matéria já estava com o PT - na legislatura passada, o projeto foi relatado pela então senadora Fátima Cleide - e que Marta Suplicy manifestou interesse em assumir a função. O texto havia sido arquivado com o fim da última legislatura, mas foi desarquivado na semana passada e voltou a tramitar na CDH, na forma de substitutivo aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS). De acordo com Paim, a matéria seguirá "o ritual da comissão, respeitando a vontade dos parlamentares".
 
- Se tivermos que fazer audiência pública, vamos fazer e, depois de esgotados todos os procedimentos, a matéria vai a voto - disse o senador gaúcho.
 
Além da CDH, a matéria tem que ser examinada ainda pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) antes de ir ao Plenário. Caso seja aprovada pelo Senado, a proposta volta à Câmara, por ter sido modificada.
 
O PLC 122/2006 é de autoria da então deputada federal Iara Bernardi e foi aprovado na Câmara em dezembro de 2006. A proposta altera a Lei 7.716/1989, que tipifica "os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional". A proposta de Iara Bernardi inclui entre esses crimes o de discriminação por gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.
 
A proposta tramita no Congresso há dez anos, suscitando polêmica desde que foi apresentada na Câmara, em 2001. Os defensores do projeto afirmam que ele contribuirá para diminuir o preconceito e para reduzir o número de assassinatos de homossexuais no Brasil. Os opositores argumentam que ele restringe a liberdade de expressão e a liberdade religiosa, sendo, portanto, inconstitucional.
 
Iara Altafin e Sílvia Gomide / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
 

domingo, 20 de fevereiro de 2011

A frente gay no paredão do Congresso

19/02/2011 - 16:22 - Atualizado em 19/02/2011 - 16:22
A frente gay no paredão do Congresso
Vencedor do programa BBB, o deputado Jean Wyllys tenta criar uma bancada em defesa dos direitos dos homossexuais, mas esbarra na resistência dos parlamentares com aversão ao tema
ANA ARANHA
A chegada do deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), primeiro gay assumido a levantar a bandeira do movimento, provocou agitação no Congresso. Liderado pelo deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), um grupo começa a se alinhar em uma bancada informal antigay. Ela é formada por deputados da Frente Evangélica, somados aos da Frente da Família e a outros que compartilham a contrariedade em ver a discussão sobre direitos homossexuais avançar.
Wyllys começou seu mandato na ofensiva. Ele vai propor um projeto de lei que institui o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, em vez de insistir apenas na regulamentação da “união civil” – termo adotado por alguns integrantes do movimento gay, para evitar a discussão no campo religioso. “Tem de ser casamento civil porque é o mesmo direito para todos”, afirma. “Quando um cônjuge morre, o parceiro da união estável só tem direito a herança se não houver nenhum herdeiro direto. Já no casamento, ele é herdeiro direto.” Sua primeira ação, como deputado, foi recolher assinaturas para a Frente Parlamentar pela Cidadania GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros).
Na semana passada, Wyllys sentiu uma pequena demonstração do incômodo gerado por sua movimentação. Menos de 24 horas depois de ter começado a percorrer a Câmara pedindo assinaturas para a Frente, sua página no Facebook foi bloqueada. Isso ocorreu porque uma série de usuários da rede fez uma ação coordenada para denunciar a página como falsa. Wyllys diz que sabia que sua presença iria provocar reação e que está preparado para o embate. Jornalista e professor universitário, ele demonstrou habilidade para o debate público quando ganhou o programa Big Brother, em 2005, contra um grupo de participantes que tinham em comum o orgulho da masculinidade. Na arena política, porém, vai enfrentar opositores mais experientes.
A principal voz na Câmara contra a discussão sobre direitos dos homossexuais é a de Bolsonaro, deputado no sexto mandato e capitão do Exército. Enquanto os representantes da Frente Evangélica e os da Família medem as palavras ao tecer críticas aos projetos que combatem a homofobia, Bolsonaro é desabrido e promete enterrar os projetos do colega (leia as entrevistas de Wyllys e Bolsonaro abaixo).
Segundo João Campos (PSDB-GO), líder da bancada evangélica, o grupo respeitará as posições de Wyllys e de sua Frente. Um dos pontos de atrito entre eles é o material contra a homofobia, a ser distribuído pelo Ministério da Educação nas escolas. “Somos contra discriminação, mas não queremos que o governo faça apologia da homossexualidade”, diz Campos.
No Senado, a Frente Parlamentar pela Cidadania GLBT é liderada pela senadora Marta Suplicy (PT-SP), que desarquivou o projeto de lei que torna a homofobia crime. Marta e Wyllys começam a procurar parlamentares simpáticos a seus projetos. “Vamos atrás dos que se inclinam a nos apoiar, mas não têm coragem por questões eleitorais”, diz Marta. Não foi difícil mapear o inimigo. Wyllys precisa, agora, encontrar os aliados para o dia do paredão.
Luis Alves
Jean Wyllys: "O movimento GLBT chegou"
O deputado estreante pretende propor o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, uma evolução da união civil


ÉPOCA Qual é a pauta da Frente GLBT?
Jean Wyllys
Primeiro, a defesa do projeto Escola Sem Homofobia. Depois, também vou protocolar o projeto de casamento civil [entre pessoas do mesmo sexo]. Vou propor e protocolar no dia do lançamento da frente. Existe um projeto tramitando de união estável, nós vamos propor outro. Não é “casamento gay”. Quando a imprensa coloca assim, provoca um equívoco quanto à noção do sacramento do casamento. Não estamos tratando disso, mas de um direito civil. O Estado é laico e o casamento é um direito civil, ele tem que ser estendido ao conjunto da população, independente da orientação sexual e identidade de gênero. Se os homossexuais têm todos os deveres civis, então têm que ter todos os direitos. É assim que funciona uma república democrática de verdade.
ÉPOCA E o projeto que criminaliza a homofobia?
Jean Wyllys – 
O projeto que criminaliza a homofobia foi desarquivado agora pela senadora Marta Suplicy, que faz parte da Frente no Senado. Esse projeto altera a lei do racismo e inclui discriminações por identidade de gênero e orientação sexual. Essa lei não vai proibir ninguém de continuar odiando homossexual, para aqueles que odeiam. Quem quiser que continue alimentando seus ódios, privadamente. É um direito. Agora, publicamente ela não pode impedir um homossexual de acessar um direito e nem de expressar publicamente a sua sexualidade. E quase sempre o homossexual é impedido de acessar um direito e expressar sua homossexualidade de maneira violenta.

ÉPOCA Como é a reação a suas ideias?
Wyllys –
Meu Facebook foi tirado do ar em uma ação orquestrada. É natural que minha presença na Câmara provoque uma reação. O movimento GLBT chegou ao Congresso. Por enquanto, não tive muito contato com os deputados da bancada evangélica e cristã. Vou ter esse contato porque estou reestruturando a Frente Parlamentar pela Cidadania GLBT. Ela existiu com o nome Frente Parlamentar pela Livre Expressão Sexual, mas como a maioria das frentes aqui, não tinha uma agenda de atividades e ação concreta. A primeira decisão que tive, depois de uma conversa com a Associação GLBT, é que a frente vai funcionar de verdade. Acho que há condições de criar um ambiente propício. Mesmo no contato com a bancada evangélica, embora muitos deputados tenham se colocado publicamente. Eu acredito no meu papel pedagógico, de sentar e explicar as questões que merecem ser explicadas para que os preconceitos sejam derrubados. Eu não sei se vai haver terreno fértil do outro lado. Mas para mim o exercício da política é esse.

ÉPOCA Como vê a reação contra o programa que combate a homofobia na escola?
Wyllys – É
uma ignorância que persiste por má-fé. O material não ameaça os valores cristãos. Pelo contrário, ele assegura algo que é valoroso para os verdadeiros cristãos: o valor da vida e o respeito ao outro. Quem fala o contrário fala por má-fé, porque não quer ver seus espaços de poder ameaçados.
Bolsonaro é a caricatura de um deputado nostálgico de tempos sombrios de ditadura e repressão às liberdades. Às vezes penso que nem ele acredita no que diz.

ÉPOCAO deputado Bolsonaro diz que o material incentiva a homossexualidade. Wyllys – Bolsonaro é a caricatura de um deputado nostálgico de tempos sombrios de ditadura e repressão às liberdades. Às vezes penso que nem ele acredita no que diz. É mais para produzir um efeito midiático e despertar o que há de pior nas pessoas para ter ganho eleitoral. Ele faz uso da ignorância popular e dos preconceitos que são reproduzidos e dos quais as pessoas não se livram exatamente porque não há um projeto sério que radicalize na defesa dos direitos humanos no país.

ÉPOCA Como avaliou o material do kit Escola Sem Homofobia? Wyllys – O material cumpre a função a que se propõe. Ao contrário do que alguns deputados de orientação evangélica têm falado, cumpre muito bem o que se propõe sem ferir brios, sem ferir a moral. É um material muito bem elaborado que contribui para construir uma cultura livre de direitos humanos e diversidade na orientação sexual nas escolas, que é hoje o espaço privilegiado de reprodução da homofobia.

ÉPOCA Como o material vai mudar essa realidade? Wyllys – Ele é destinado aos formadores de opinião dos alunos, aos monitores e professores. Hoje o bullying e a homofobia são praticados largamente pelos alunos, mas também pelos professores que não reconhecem outras sexualidades que a heterossexualidade. Quando reconhecem, é sempre numa perspectiva de discriminação, de algo menor. Por exemplo, os professores de ensino médio tem uma dificuldade enorme de lidar com as transexuais e travestis. Não deixam que usem o nome social e, quando usam, transformam em objeto de injúria – o que faz essas alunas abandonar a escola. Os professores não sabem lidar com os alunos afeminados, que fogem dos papéis de gênero definidos pela sociedade.
Eu fui um menino que fugia das normas. Não curtia futebol, das brincadeiras de briga. Eu gostava de desenhar e de ler e por isso eu sofria muito e não era protegido pelos meus professores. Muito pelo contrário, eu era constrangido a me enquadrar naquele modelo ali.

ÉPOCAAlguma vez o senhor sofreu violência por parte dos professores?
Wyllys – V
iolência física não, mas simbólica constantemente. Os professores sempre me constrangeram. Eles diziam ‘tome jeito de menino’. Só não sofria mais porque era um excelente aluno. O material do projeto Escola sem Homofobia incide no imaginário desses professores, sensibiliza-os para outras realidades. Principalmente os vídeos que dramatizam as histórias de vida. Em um país como o nosso, em que a telenovela tem papel preponderante na formação das mentalidades, a dramatização das histórias das vítimas da homofobia é fundamental para sensibilizar o professor para essa outra existência violentada permanentemente.
Além disso, tem um material escrito que explica o que é identidade de gênero de maneira didática. Para que as pessoas compreendam, por exemplo, que existem pessoas como as transexuais e que a maneira delas se perceberem não está de acordo com o que a natureza lhes deu. A saúde psíquica dessas pessoas depende da aceitação do outro. O professor tem que entender que existem diferentes orientações sexuais e que o papel de gênero do menino pode ser dilatado. Quem foi que recebeu um fax dos céus dizendo que menino se comporta dessa e não daquela maneira? Que tem que gostar dessa ou daquela cor? A escola tem que ser um campo aberto para a pluralidade de comportamentos e existências.

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Janine Moraes
Jair Bolsonaro: "Vamos fazer de tudo para enterrar"
Capitão do Exército, o deputado não reconhece a legitimidade da discussão sobre direitos dos homossexuais

ÉPOCAComo vê a criação da Frente Parlamentar pela Cidadania GLBT?
Jair Bolsonaro O primeiro passo para desgraçar um país é mexer na célula da família. Eles vão atacar agora o ensino fundamental, com o “kit gay”, que estimula o “homossexualismo” e a promiscuidade. Tem muito mais violência no país contra o professor do que contra homossexuais. Quando eles falam em agressões, é em horário avançado, quando as pessoas que têm vergonha na cara estão dormindo. A regra deles é a porrada e querem acusar nós, os normais, os héteros.

ÉPOCA O senhor não teme estimular a violência com essa retórica?
Bolsonaro Negativo. Só quero que a opção sexual se revele na intimidade do quarto, não obrigar um padre a casar um gay. O bigodudo vai dar um beijo na boca do careca, na frente dos convidados, e isso é legal?

ÉPOCAComo vai ser o diálogo com o deputado Jean Wyllys?
Bolsonaro Vou ter atrito com ele no campo das ideias e dos projetos, que vamos fazer de tudo para enterrar nas comissões. Se depender de mim, e de muitos outros, não vai para a frente. Em nome da família e dos bons costumes. Eles vão querer o quê? Vamos colocar um espanador na orelha? Vão vender os serviços de “homossexualismo” deles, é isso?

ÉPOCA Se a homofobia virar crime, o senhor vai parar de criticar os gays?
Bolsonaro Tenho imunidade para falar. Não vou medir palavras. Eu defendo a pena de morte, que é mais grave que criticar homossexual. O pessoal me chama de retrógrado, dinossauro, mas a verdade é que o Brasil está piorando desde o fim do regime militar.

ÉPOCAO kit contra homofobia nas escolas não é importante para reduzir a violência contra os alunos gays?
Bolsonaro – Não tem nada a ver. Ele está é estimulando o homossexualismo e a promiscuidade. Dependendo do público que você permite a informação, vai deturpar. Nesse kit, consta três filmetes, um deles é o “Encontrando Bianca”. A história é esquisita. É um menino, que pinta as unhas, que quer ser chamado de Bianca, que quer frequentar o banheiro feminino. E no final ele passa a ser uma referência na escola. Eles alegam que é da 5ª série em diante, mas não tem como você botar uma linha porque os prédios são de 1ª à 9ª série, como vai dizer que aqui só pode ver quem está na 5ª série para cima?

ÉPOCAQual é o problema do filme?
Bolsonaro É um estímulo ao homossexualismo. É uma porta aberta para a pedofilia. Você vai aguçar a curiosidade dessa molecada numa idade muito precoce. Acho que a garotada vai para escola para aprender matemática, língua portuguesa, história e, se possível, um pouquinho de educação moral e cívica, que hoje não existe mais.

ÉPOCA Em discurso, o senhor disse que “se um garoto tem um desvio de conduta (de orientação sexual), ele tem que ser direcionado para o caminho certo. Nem que seja pelas palmadas”. O senhor não teme estimular casos de violência dentro de casa, que podem levar a agressões físicas graves e até a morte?
Bolsonaro Essa política de defender o coitadinho já está aí desde que o Figueiredo saiu e olha como está a situação da educação no país hoje em dia. O professor tem preocupação de dar nota baixa porque ele pode apanhar do aluno. No meu tempo, os meus colegas tinham medo de comentar nota baixa com os pais. Eu não quero abrir mão de dar umas palmadas na minha filha se preciso for. Tem um projeto de lei criminalizando isso aí. O espancamento, que é uma lesão física, está previsto em lei que você não pode, é crime. Mas, quando um filho nosso começa a ter desvios, ter comportamento violento, você pega uma cinta, dá três lambadas e ele se endireita. E se você pode direcionar o comportamento agressivo, porque não o comportamento delicado demais? Eu tenho pavor, Deus me livre um filho meu começar a entrar para esse lado de ser delicado demais.

ÉPOCAO senhor acha que falar mal de gays publicamente é um direito?
Bolsonaro Qual o problema? Eu vou continuar criticando porque eles querem ser uma classe de primeira categoria. É o plano do Projeto de Lei 122 [que criminaliza a homofobia] que está no Senado. Se aprovar aquele projeto e um dia eu tiver que aprovar alguém comissionado, eu já nem pego o funcionário se perceber que joga no outro time. Isso porque, na hora de ser mandado embora, você nunca sabe o que ele vai alegar. Olha que absurdo, numa escola, dois moleques de 16 anos começam a trocar beijos e, se o diretor advertir, começa com três anos de detenção. Quer dizer, começa com “kit gay” na escola, uma proibição como do PL 122, mais a lei da palmada, esse país vai virar terra de ninguém.





Saiba mais
 Nota pessoal: Esta matéria merece não uma Nota Pessoal e sim uma postagem completa com minha observações. Aguardem!!!! 

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Campanha Brasil: Estado Laico de Verdade


 
Bel. Terry Marcos DouradoPresidente da ACDHRioSecretário de Comunicação da Aliança LGBT do Estado de Goiás (ALGBT-GO)
Coordenador da Articulação Brasileira de Gays (ArtGay) no Estado de Goiás (interior)
Membro do Idaho-Brasil - Comitê Brasileiro do Dia Mundial de Luta Contra a Homofobia e a Lesbofobia
Primeiro Suplente da AGBLT no GT LGBT do Ministério do Trabalho e do Emprego
Fone: (64) 9997 3415 (VIVO)


Associação por Cidadania e Direitos Humanos LGBT
de Rio Verde/GO e Região
Organização fundada em 13/03/2010 e registrada no CRTDPJ sob o nº. 680/11.
Área de Abrangência da Base Regional de Rio Verde: 40 cidades.


 
Roberto Pereira
Coordenação Geral
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro Suplente da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Av. General Justo, 275 - bloco 1 - 203/ A - Castelo
20021-130 - Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Tel: (55.21) 2544-2866 Telefax: (55.21) 2517-3293
Cel: (55.21) 9429-4550

 
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Anexo(s) de CEDUS

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Agência Senado - 08/02/2011 - Desarquivado, projeto que criminaliza homofobia volta a tramitar Vi@FB

Fora A Homofobia

http://www.senado.gov.br/noticias/verNoticia.aspx?codNoticia=107032&codAplicativo=2&codEditoria=2



Foi votado há pouco no Plenário o requerimento que desarquiva o projeto de lei da Câmara (PLC 122/06) que torna crime a discriminação de homossexuais, idosos e deficientes. O PLC, popularmente conhecido como o projeto que criminaliza a homofobia, deixará o arquivo devido a requerimento protocolado n

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ONGS LGBTS ORGANIZAM ATO EM DEFESA DO PNDH E O PLC. 122/06 E CHOCA MACEIÓ-AL

ONGS LGBTS ORGANIZAM ATO EM DEFESA DO PNDH E O PLC. 122/06 E CHOCA MACEIÓ-AL

Vim hoje para falar do grande Ato em defesa da cidadania e dos direitos humanos realizado na tarde desta terça-feira.

O ATO foi idealizado e organizado por Dino Alves do Pró-Vida LGBT, Nildo Correia Grupo Gay de Alagoas, junto as demais entidades; , Metamorfose LGBT, Jovens LGBT de Paripueira e outras associações que trabalham com a população de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais em Alagoas, um ATO EM DEFESA DO PNDH 3 e PELA GARANTIA DOS DIREITOS DE CASAIS HOMOSSEXUAIS; Em resposta a campanha de perseguição dos direitos dos homossexuais, que ocorre não só no País mas também no estado, de maneira vergonhosa e cheia de insultos.


O presidente do GGAL Nildo Correia, alega que nos 25 primeiros dias de janeiro de 2011, já foram assassinados 05 homossexuais em Alagoas, estes assassinatos são resultados da intolerância, do preconceito, do machismo e do coronelismo, ainda, enraizado em nosso Estado.


Já para o representante da ONG Pró-Vida LGBT Dino Alves, a manifestação religiosa é tolerável desde que não estimule a sociedade contra a população de LGBT, temos medo de que este ódio pregado contra nós homossexuais resultem em agressões verbais, físicas ou até em morte.


A transex Erika Faisson ressalta que é muito bobo todo este alvoroço por conta dos direitos conquistados; não estamos tentando entrar num igreja de véu e etc... Na verdade só queremos que tirem esta marginalização sobre parceiros que queiram firmar um contrato de direitos compartilhados, é simples mas mexe com a vaidade de muitos que ganham em cima dos pudores de pessoas cegas e fanáticas.


O ATO ocorreu no Calçadão do Centro de Maceió-AL, deixando a sociedade chocada e satisfeita... Chocada com a exposição de fotos de pessoas mortas, decorrente do preconceito da chamada homofobia e Satisfeita por mostrar que ainda existem herois que dão a cara a tapa em praça pública e lutam em favor da liberdade de direitos iguais.

Acredito que virá o dia em que as pessoas possam usufruir de seus direitos sem precisar de tantas desavenças.

Passando todo o dia e indo até o fim da tarde, o Ato conseguiu mobilizar vários veiculos de comunicação e como a Registroglam não poderia ficar de fora, aparecemos lá registrando tudo para vocês fieis leitores.

Fotos e relise: By Flavio Cansanção  

Atenciosamente,


Nildo Correia
Presidente do Grupo Gay de Alagoas - GGAL
Entidade defensora da Igualdade de Direitos pela Diversidade Sexual
Fundada em 10 de Dezembro de 1993
Rua Barão de Atalaia, nº 75 – Sala 2004 – Centro – Maceió – AL – CEP 57051-300 - Entidade de Utilidade Pública Municipal / CNPJ 02.318.140/0001-38 – E-mail: ggal10anos@hotmail.com Tel.: (82) 3221-3955/8800-1048 / 8102-8920 / 9167-7975 / 9659-3866 – Site: www.ggal.al.org.br SKAYPE: Grupo Gay de Alagoas


 
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Anexo(s) de grupo gay alagoas
10 de 10 arquivo(s)

















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domingo, 16 de janeiro de 2011

PLC 122: É HORA DO "TUDO OU NADA"!!! QUAL O SEU COMPROMISSO?


  Colegas, companheiros,... irmãos/ãs de luta! ... irmãos/ãs da ABGLT!

            Estamos à mercê de um momento crítico. A luz amarela está acesa, nos pedindo atenção e chamando nossa atenção para o  - mais do que nunca, necessário – estado de alerta!
            O professor doutor Luiz Mott alertou a todos os brasileiros, através do seu GGB (Grupo Gay da Bahia) que, em 2010, a população LGBT do Brasil viveu um dos piores anos de sua história. Afinal, “NUNCA, ANTES, NA HISTÓRIA DESTE PAÍS se matou tantas pessoas pelo simples ódio e repúdio às suas orientações sexuais e/ou identidades de gênero. Nunca tanto sangue de gente inocente, vítima da ignorância alheia e do psicótico fundamentalismo religioso, havia sido derramado.
            Enquanto toda esta onda de terror acontecia, tornando incerto nosso futuro, a nossa existência no amanhã, assistimos, estupefatos, o crescimento do poderio de “fogo” dos nossos arqui-inimigos, dos nossos rivais, principalmente os “gladiadores” do fundamentalismo religioso (leia-se aqui, a gente que se rotula “evangélicos” e/ou “servos do Senhor”, pior, “os donos da Verdade”!... aff!)
            Nossos opositores, nossos rivais, nossos inimigos (e até nossos assassinos) nos provaram estar anos-luz mais organizados que nós. Provaram estar mais estrategicamente fortalecidos. Provaram dominar melhor as estratégias de “advocacy”. E em matéria de “sedução”, nos deixaram no chinelo, ou no chão. Deram-nos uma verdadeira aula de sedução, ao nos demonstrar como é que se seduz e se amarra com “nós-cegos” o poder político brasileiro, desde um Legislativo Municipal até... a Presidência da República!!!...
            E como resultado deste nosso imperdoável vacilo, deste nosso imperdoável “cochilo”, deste nosso imperdoável “marasmo”, dessa nossa imperdoável falta de OUSADIA e ATREVIMENTO, desse nosso imperdoável excesso de “comodismo” (...) enfim, como resultado de tudo isso, ficamos chupando os dedos (bem que outra coisa seria melhor, né? – aff!) à espera de que “os nossos sonhos se tornassem realidade”. Mas não tornaram-se, e esperamos em vão.
            O ano de 2010 passou, terminou. E, dentre outras questões, não conseguimos a aprovação da união civil (“casamento”) entre pessoas do mesmo sexo nuestros hermanos argentinos, , que lograron con gran astucia y habilidad! Y la comunidad LGBT en Argentina es feliz, que se celebró en el triunfo total! Míran que bueno!  – E nõs, brasileiros? Hã? Para nós, nada! Para nós, só a mistura de desejos frustrados com promessas políticas vãs onde muitos políticos passaram melzinho nas nossas bocas e a coisa ficou por isso mesmo.
            Em 2010 – a exemplo dos anos anteriores – a comunidade LGBT do Brasil (exceções à parte) acreditou em políticos (municipais, estaduais e nacionais) com a ingenuidade – ou burrice??? (por favor, não estou xingando ninguem, tá gente!)  – de um/a virgem que vai transar a primeira vez e acredita que o tarado vai por “só a cabecinha”... aff! Resultado desse imperdoável ato falho nosso: estupraram nossa confiança! Subestimaram e desvalorizaram completamente nosso poder de influência e de inteligência estratégica.
            Só para não contrariar a “democracia”, deixaram-nos falar, não nos impediram de manifestar – sobretudo na Esplanada dos Ministérios, durante a “poderosa” (será???) Marcha Nacional e Grito Nacional Contra a Homofobia, que realizamos em maio último. Realizaram dezenas de eventos em “nossa homenagem” ou “em nossa consideração” ou “em solidariedade à nossa causa, à nossa luta”... Bah! Quando se procura pelos resultados palpáveis, pelos resultados concretos, temos o “véu da ignorância e da cegueira” rasgado e, lamentavelmente, recebemos o violento e doloroso impacto da frustração, da decepção... e até da desesperança!
            Tudo isso, é culpa de quem?
            Calma!... Tem mais porrada contra nós!
            Agora, estamos prestes a perdermos a única oportunidade que temos de criminalizar a homolesbotransfobia (homofobia) em território brasileiro. E esta perda vai acontecer, sim, se deixarmos o Projeto de Lei da Câmara Federal (PLC) número 122/2006 ser definitivamente arquivado pelo Senado Federal. Aliás, arquivado ele já foi. Resta-nos, em pouco mais de 60 dias, lutarmos com unhas e dentes – para que nossos parlamentares federais não sepulte, de uma vez por todas, este importante projeto que, não vai – se aprovado e vigorado – representar a nossa “salvação”, mas já será um grande agente protetor para a nossa população LGBT brasileira.

            Caríssimos e carissimas companheiros e companheiras,
            Vamos acordar!
            Vamos agir com mais inteligência, com mais sabedoria, com mais discernimento!

            Vamos “copiar” a fé, a força, o poder de organização e, principalmente, o A UNIÃO E O COMPROMETIMENTO COLETIVO dos nossos antagônicos (leia-se evangélicos, principalmente). Se eles, nossos antagônicos, inimigos e adversários, conseguem convencer, conseguem ludibriar a cúpula política deste país, NÓS TAMBÉM HAVEREMOS DE CONSEGUIR, SE VERDADEIRAMENTE QUISERMOS!
           
            E para querer, é fácil:
            Basta pararmos de focar nossas atenções, nossas críticas, nossas ações e nossas manifestações em besteiras, em polêmicas fúteis que nada nos acrescentarão e nos levarão a lugar algum.
            Basta que paremos de apontar dedos uns para os outros, dentro do nosso ativismo LGBT e, principalmente, nos bastidores da ABGLT. Parem com isso! Toda esta mesquinhez, essa baixaria de ficar procurando culpados entre nós e entre diretores da ABGLT é pura perda de tempo, pura pulverização desnecessária de energias fundamentais que deveríamos estar gastando em nossas lutas pela aprovação dos nossos interesses no Congresso Nacional, ou poderíamos estar gastando para convencer a nossa Dama-de-Ferro brasileira, a presidente Dilma Rousseff, em – assim como fez com os segmentos religiosos – fazer também conosco um fechamento de compromissos com os nossos reais e emergenciais interesses, dentre eles a aprovação – IMEDIATA!!! do PLC 122/2006, que encontra-se arquivado, desde 12 de Janeiro, pela Subsecretaria de Coordenação Legislativa do Senado Federal, sob a justificativa de “fim de legislatura”, nos termos do artigo 332 do Regimento Interno daquela Casa de Leis.
            Nesse momento em que estamos ameaçados de não termos a criminalização da homolesbotransfobia (homofobia) no Brasil, NÃO INTERESSA se a culpa de toda essa sucessão de derrotas e fracassos que a comunidade LGBT brasileira vem colecionando nos últimos anos e meses, enfim, é de algum suposto vacilo, ou algum suposto “cochilo” ou de algum suposto “comodismo” ou de algum eventual conjunto de estratégias erradas supostamente cometidas pela Presidência ou mesmo pelo diretor “A”, ou “B” ou “C” da nossa ABGLT ou se o tal PROJETO ALIADAS foi um fiasco!!!...
            Nãaaaaaaaao!!!
            À essa altura dos acontecimentos, meus irmãos e minhas irmãs de luta, ficarmos procurando “culpados/as” é o mesmo que jogarmos fora toda a energia que ainda nos mantém vivos, esperançosos, entusiasmados em construirmos, JUNTOS, um amanhã melhor e mais feliz para todos nós!!! É também o mesmo que perder tempo precioso!... O tempo corre! O tempo urge!... O TEMPO DE CRIMINALIZAR A HOMOLESBOTRANSFOBIA (HOMOFOBIA) ESTÁ SE ESGOTANDO!!!!!!!!!!!
           
            Vamos agir!
            Vamos juntar nossas forças. TODOS e TODAS JUNTOS!!!
            Vamos pressionar! Vamos botar pressão!
            Vamos partir para o “tudo ou nada”, mas sem radicalismos e de força ordeira.
            Sou terminantemente contra terrorismo, sou contra radicalismos e paixões político-partidárias. Sou a favor, sempre, do diálogo. Mas, momentos críticos como este em que estamos sofrendo ataques severos de todos os lados, em todos os setores (da educação à segurança pública), sou favorável a que adotemos uma POSTURA MAIS DURA, UMA POSTURA MAIS SEVERA em nossos diálogos, em nossas negociações. NÃO DÁ – À ESSA ALTURA DOS ACONTECIMENTOS – PARA DIALOGAR COM POLÍTICOS USANDO A DOÇURA DO MEL E A SENSIBILIDADE DE UMA FLOR. NÃO!... ISSO É EM VÃO!... PRECISAMOS – ENTRE ASPAS – “TOCAR O TERROR” (UI! – MAS É NO BOM SENTIDO, GENTE!).
            De acordo com o Capítulo XVII “Das Proposições de Legislaturas Anteriores”, de acordo com o parágrafo primeiro, “Em qualquer das hipóteses dos incisos do caput, será automaticamente arquivada a proposição que se encontre em tramitação há duas legislaturas, salvo se requerida a continuidade de sua tramitação por 1/3 (um terço) dos Senadores, até 60 (sessenta) dias após o início da primeira sessão legislativa da legislatura seguinte ao arquivamento, e aprovado o seu desarquivamento pelo Plenário do Senado.
            E o parágrafo segundo é ainda mais taxativo e, para nós, muito preocupante quando afirma com todas as letras que “se a proposição desarquivada não tiver a sua tramitação concluída, NESSA LEGISLATURA, SERÁ, AO FINAL DELA, ARQUIVADA DEFINITIVAMENTE.”
           
            Então, pessoal!...
            Entenderam, agora, o motivo pelo qual eu disse que temos que partir para o “tudo ou nada” com a representatividade política federal? Temos que deixar o mel e as flores e “falarmos grosso” e, se necessário for, até “esmurrarmos mesas” (metáfora, ta gente??? Ui!) para que possamos conseguir um mínimo de respeito e consideração dessa gente que se diz “nossos representantes” e que, em nossas costas, nos esculacham, nos humilham, simplesmente nos ignoram.

            E ai? Vamos à luta de verdade? Ou vamos continuar “brincando de ativistas e militantes LGBT”? (exceções à parte, ta gente?).

TERRY MARCOS DOURADO
Bacharel em Direito
Jornalista e Radialista
Presidente da ACDHRio
(Associação por Cidadania e Direitos Humanos LGBT de Rio Verde/GO e Região)
Secretário de Comunicação da ALGBT-GO
(Aliança LGBT do Estado de Goiás)
Coordenador da ArtGay no Estado de Goiás (Interior)





 
Bel. Terry Marcos Dourado
Presidente da ACDHRio
Secretário de Comunicação da Aliança LGBT do Estado de Goiás (ALGBT-GO)
Coordenador da ArtGay no Estado de Goiás (interior)
Membro do Idaho-Brasil
Fone: (64) 9997 3415 (VIVO)
Associação por Cidadania e Direitos Humanos
LGBT de Rio Verde/GO e RegiãoSaúde, Cultura, Educação, Cidadania LGBT
e Inclusão Social das Diversidades

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Rio Verde - Goiás - Brasil


Veja Tambem: 

Arquivamento de proposições - Senado Federal - Reg