Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador vasectomia. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

CLIPPING - 09/ago./2013
"Agosto Azul"
  
Fiocruz faz campanha sobre hepatites virais no Rio

Para lembrar o Dia Mundial da Luta contra Hepatites Virais, comemorado no dia 28 de julho, o Instituto Oswaldo Cruz iniciou uma campanha de vacinação contra a hepatite B. Além da imunização, o instituto, órgão da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), também está realizando testes rápidos para identificar a doença e divulgando métodos de prevenção à doença. No domingo (11) haverá uma caminhada para conscientização em Copacabana, na zona sul, quando enfermeiros continuarão vacinando as pessoas. A médica Mariana Lewis, responsável pelo Ambulatório de Hepatites Virais do instituto, disse que a hepatite quase nunca apresenta sintomas. “Infelizmente, a grande maioria das pessoas são assintomáticas, não sentem nada. É por isso que a gente faz essas campanhas de testes rápidos. Porque muitas pessoas são portadoras, mas desconhecem porque não sentem nada”, disse. De acordo com a médica, há várias formas de se prevenir contra a hepatite, além da imunização. “Para crianças, o governo faz a prevenção através do calendário de imunização. Atualmente, essa vacinação se estendeu para indivíduos de até 49 anos. Nos adultos é importante não compartilhar alicates, ter cuidado com o local onde se faz tatuagem e piercing, usar camisinha”.

Homem é o responsável por 40% dos casos em que casal não consegue engravidar

O Dia dos Pais para o comerciante Gilberto Barbosa, de 35 anos, é uma data mais do que especial. Há um ano, ele realizou o sonho de ter um filho. A conquista só veio através de uma fertilização in vitro: após quatro anos de tentativas frustradas por meios naturais, Gilberto descobriu um problema de infertilidade. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, os homens são, isoladamente, os responsáveis por cerca de 30% a 40% das vezes em que o casal tem dificuldades para engravidar. 
Depois de fazer um espermograma — exame que avalia a quantidade e a qualidade de espermatozoides produzidos —, Gilberto descobriu que seus gametas tinham baixa mobilidade. — Nunca tinha engravidado ninguém. Pelo tempo que eu e minha esposa estávamos tentando, já imaginava que o problema era comigo. Encarei de forma natural — conta o comerciante, marido da gerente de loja Marcia Filgueiras, de 35 anos, e pai de Matheus, que completou 1 ano em junho passado. A reação de Gilberto vem se tornando mais comum nos últimos dez anos, quando os homens começaram a largar o preconceito e a aceitar que também podem ser inférteis. De acordo com Paulo Gallo, tanto o homem quanto a mulher devem fazer exames se o casal não consegue gerar filhos naturalmente. Para eles, o único teste é o espermograma. Caso seja constatada alguma anormalidade, é preciso investigar as causas. Se a origem da infertilidade for infecção, varicocele ou alterações hormonais, na maioria das vezes é possível tratar. Outras causas não têm tratamento — explica. Quando o problema não pode ser corrigido, mesmo após intervenção médica, o casal tem duas opções: inseminação artificial, para casos menos graves de infertilidade, ou fertilização in vitro, para casos mais sérios.

Homem reverte vasectomia após 24 anos para ser pai pela terceira vez

 Assim que sua segunda filha nasceu, em 1986, o empresário do setor de laticínios João Bosco, de 58 anos, decidiu fazer vasectomia, pois não pretendia mais ser pai. Após 24 anos da cirurgia de esterilização, porém, o morador de Marechal Cândido Rondon (PR) reverteu o procedimento, e agora comemora a chegada do caçula, João, de 3 meses, fruto de seu segundo casamento. A idade média dos homens que fazem vasectomia no Brasil é de 27 anos na rede pública e de 34 no sistema privado, segundo o urologista Jorge Hallak, chefe do Laboratório de Andrologia do Centro de Reprodução Humana do Hospital das Clínicas (HC) em São Paulo.  Segundo o Ministério da Saúde, o número de esterilizações masculinas feitas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) subiu de 7.798 em 2001 para 34.144 em 2009, um aumento de mais de 4 vezes. Para ser submetido à operação, o homem precisa ter acima de 18 anos e dois filhos ou acima de 25 anos, com ou sem filhos, explica o urologista Sidney Glina, que realiza tanto reversões de vasectomia quanto reprodução assistida.  "É um absurdo um menino de 18 anos fazer isso, porque ele não tem condições de saber se vai querer ter filho aos 30. É um método radical, e para contracepção existem camisinha, pílula, DIU (dispositivo intrauterino)", enumera Glina. Mais de 30 milhões de casais em todo o mundo usam a vasectomia como método de controle da natalidade, de acordo com Hallak. Só nos EUA, são feitas cerca de 550 mil esterilizações masculinas por ano, aponta o urologista do HC. Segundo o médico Sidney Glina, de todos os pacientes que fazem vasectomia, entre 6% e 10% mudam de ideia. E a maioria desses homens são aqueles que já tiveram dois filhos, em média, mas se casaram de novo, geralmente com uma mulher mais jovem.  A reversão tem uma taxa média de sucesso ou seja, a mulher engravida em cerca de 60% dos casos. E, quanto menor o tempo em que o homem fica esterilizado, melhor: se o período for inferior a três anos, as chances chegam a 76%, contra 30% se a vasectomia durar mais de 15 anos, destaca Hallak. A idade da mulher é outro fator que conta muito nessas situações.

Metade dos brasileiros nunca foi ao urologista

 Homem não chora. Homem não pede informação. Estas máximas infelizmente agora podem se somar a outra homem não vai ao médico! Além de segurar as emoções, preferir estar perdido a perguntar onde fica uma rua, os homens estão colocando a saúde em risco. E isso não é de hoje. O problema é antigo e pode ter origens culturais e econômicas.  Um estudo recente feito pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) com cinco mil homens em seis capitais brasileiras Rio de Janeiro, Porto Alegre, São Paulo, Recife, Belo Horizonte e Brasília afirma que 44% dos homens na faixa etária dos 40 anos jamais foram ao urologista e não fazem exames preventivos. É importante lembrar que todos os homens a partir desta idade devem visitar o especialista anualmente e se submeter ao exame de toque retal e PSA antígeno específico da próstata analisado na coleta do sangue. Estes dados revelam uma situação cultura e econômica na qual o Brasil se encontra. Muitos homens não vão ao urologista ou cuidam da saúde de uma forma geral porque não foram instruídos a isso e outros também não têm acesso a serviços de saúde. Outro fator que deve ser observado é o preconceito com o exame de toque retal. A população está mais consciente em relação a isso, mas ainda existem muitas barreira. Assim como em outros tipos de câncer, a prevenção e a detecção precoce são fundamentais. No ano passado, mais de 60 mil novos casos foram diagnosticados segundo o Instituto Nacional do Câncer. Muitos homens temem o resultado dos exames, mas se diagnosticado precocemente, o câncer de próstata tem tratamento e cura em muitos casos , completa Dr. Chade.

Parto natural retratado em documentário

O aumento no número de cesarianas no Brasil, que já chegam a 52% do total de nascimentos, e os benefícios do parto normal são os temas centrais do documentário “O renascimento do parto”, de Érica de Paula e Eduardo Chauvet, que estreia hoje no país. O filme traz depoimentos de mães, parteiras, médicos obstetras, especialistas e cenas de partos e paisagens. Entre os especialistas entrevistados, estão a antropóloga americana e ativista do parto natural Robbie Davis-Floyd; o obstetra e cientista francês Michel Odent; a obstetra e professora da Universidade de Brasília (UnB) Maria Esther Vilela, que coordena o Núcleo de Saúde da Mulher e o Programa Rede Cegonha do Ministério da Saúde; a epidemiologista e professora da UnB Daphne Rattner; a psicóloga Laura Uplinger; e a enfermeira obstetra Heloisa Lessa. O documentário busca destacar a importância do parto normal -- que, como defendem os diretores, poderia ser feito em até 90% dos casos, contra 10% de gestações de maior risco -- e do trabalho de parto, importante para mãe e bebê no processo do nascimento, por liberar um coquetel de hormônios, como oxitocina, prolactina, endorfina e adrenalina.  O filme mostra os diversos motivos que teriam levado a um excesso de indicações de cesarianas, além de abordar a não necessidade de tantas intervenções no bebê logo após o nascimento, a frequente falta de contato imediato dos filhos com as mães nos dois tipos de partos e o aumento de crianças prematuras ou com complicações (principalmente respiratórias) que demandam uma unidade de terapia intensiva (UTI) neonatal depois de uma cesárea.  De acordo com Érica de Paula, que fez a pesquisa e o roteiro do documentário, ele não mostra o "outro lado" das vantagens da cesariana porque "a visão contrária é o que a gente vê 24 horas por dia, sete dias por semana". "Os 90 minutos que tínhamos para fazer o filme foram usados justamente para mostrar esse outro lado". Segundo a obstetriz (profissional da saúde que atua em partos) Ana Cristina Duarte, que participou do documentário, "o que se calcula é que não mais do que 15% das mulheres têm problemas de saúde ou da dinâmica do parto que necessite algum tipo de intervenção".

Parto por R$ 1,2 mil

 A adolescente Joelma Sousa Rocha, de 16 anos, teve de pagar R$ 1,2 mil para conseguir realizar seu parto de emergência pelo Sistema Único de Saúde (SUS), em Itabuna, na Bahia. Quando a cobrança ilegal foi denunciada, o médico Luís Lei foi obrigado a devolver o dinheiro, mas não foi demitido da Maternidade Ester Gomes, pois, segundo o diretor da unidade, não há mais obstetras no hospital. No entanto, haveria 12 profissionais com especialidade na área trabalhando no local. Joelma contou que chegou à instituição apresentando sangramento e fortes dores. Uma médica de plantão teria se recusado a fazer o parto porque, segundo ela, o que Joelma estava sentindo era normal em sua condição. Comovido com o sofrimento da esposa, Luiz Henrique do Espírito do Santo procurou outro obstetra. O médico em questão aceitou fazer a cirurgia se recebesse R$ 1,2 mil. A mãe e o filho passam bem.

Brasil tem déficit de quase 3 mil vagas para acolher jovens em conflito com a lei

O Brasil tem atualmente um déficit de quase 3 mil vagas para acolher os 18.378 jovens em conflito com a lei obrigados a cumprir medidas socioeducativas. Segundo um relatório do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) divulgado (8), as 443 unidades de internação e de semiliberdade, juntas, somam 15.414 vagas. Além disso, mais da metade dos estabelecimentos inspecionados foram considerados insalubres. Promotores de Justiça da Infância e Juventude inspecionaram, em março de 2012 e no mesmo mês deste ano, 287 das 321 unidades de internação provisória ou definitiva cadastradas no banco de dados do CNMP. Eles relataram ter encontrado estabelecimentos superlotados em 15 estados, além do Distrito Federal. No Maranhão, segundo os promotores, o total de internos superava em 459% o número de vagas. Entre os piores resultados, na sequência vem Mato Grosso do Sul (354%); Alagoas (325%); Ceará (203%) e Paraíba (202%). A superlotação também foi verificada em grande parte das 105 unidades de semiliberdade visitadas. Segundo o CNMP, há 122 estabelecimentos desse tipo em funcionamento no país. Em Alagoas, estado onde os promotores constataram uma situação “alarmante”, o sistema de acolhimento tem condições de atender a 15 crianças ou adolescentes e, segundo o relatório, havia 175 em situação de conflito com a lei – um déficit de 1.166%. O relatório Um Olhar Atento às Unidades de Internação e Semiliberdade para Adolescentes aponta outros problemas constatados nas unidades visitadas, como a falta de separação dos internos por faixas etárias, porte físico e tipos de infração. O documento também chama a atenção para a distância entre o local onde os jovens cumprem a medida socioeducativa e o lugar onde seus pais ou parentes mais próximos vivem. Em todas as regiões brasileiras, ao menos 20% das unidades abrigam uma maioria de internos que poderia estar em estabelecimentos mais próximos das casas de seus pais. A distância, sugere o relatório, prejudica as ações socioeducativas que dependem do envolvimento familiar.

Cidades com educação pior têm maior população jovem

O Atlas de Desenvolvimento Humano no Brasil 2013, lançado na semana passada, mostra que os municípios com piores indicadores em educação têm, proporcionalmente, o dobro de crianças e adolescentes do que os com os melhores índices. Nas cidades mais bem colocadas no quesito educacional do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) apenas um quarto da população tem até 19 anos enquanto nos últimos lugares mais da metade da população está nesta faixa etária. A educação é no Brasil o fator mais atrasado dos três que compõem o índice feito pela Organização das Nações Unidas. Na média, os municípios brasileiros chegam a 0,637 em uma escala de zero a um. Os outros dois quesitos são Longevidade, em que a média é 0,816 e Renda, com 0,739. Apesar disso, o índice feito a cada 10 anos mostra um salto grande em duas décadas. Em 1991, a média das cidades era de apenas 0,278. Atualmente, apenas cinco dos 5.565 municípios estão abaixo deste patamar. O cruzamento de dados do Atlas por cidade – também lançado a cada 10 anos – mostra que há um agravante nestas cidades. Além de terem os piores indicadores, elas estão entre as com maior população em idade escolar. As duas piores colocadas do Brasil em IDHM são Melgaço e Chaves, ambas no Pará. Em Melgaço, onde o IDHM Educação é de 0,207, um total de 56% dos moradores têm até 19 anos e, em Chaves, que tem 0,234 de IDHM Educação, 51% estão na mesma faixa etária.

Criada vacina 100% eficaz contra a malária

 Um grupo internacional de pesquisadores do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos desenvolveu uma vacina contra a malária com 100% de eficácia. Esse é o primeiro imunizante a alcançar tal nível de proteção, mas há largos obstáculos para que ele chegue à população mais vulnerável à doença. A proteção completa foi conquistada após administração intravenosa de cinco doses da vacina. Além disso, especialistas afirmam que a produção em grande escala é praticamente inviável. O trabalho divulgado hoje na revista Science, porém, surpreende ainda se forem levadas em conta estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), que estabeleceu como meta uma vacina contra o mal com pelo menos 80% de eficácia até 2025.  O pesquisador Stephen Hoffman e a equipe liderada por ele selecionaram 57 voluntários, sendo 17 integrantes do grupo de controle, que não foi imunizado. Quarenta participantes foram divididos em grupos que receberam doses variadas da vacina PfSPZ. Nenhum dos seis indivíduos submetidos a cinco doses contraiu a doença após ser exposto ao parasita causador da malária, o Plasmodium falciparum. Das nove pessoas com uma vacinação a menos, três foram infectadas. Os demais participantes apresentaram uma proteção intermediária. A PfSPZ utiliza o princípio básico de imunização, passando aos indivíduos uma versão enfraquecida do agente patológico em uma forma específica do ciclo de desenvolvimento biológico, o esporozoíto.

Frase

“A verdade é que um grande número de unidades de todo o país ainda não atende às especificações do sistema socioeducativo, do Estatuto da Criança e do Adolescente. É isso que, de fato, dificulta a ressocialização.” Taís Schilling Ferraz, presidenta da Comissão da Infância e Juventude do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP)

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quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Eles, o sexo frágil 16/08/2010

Eles, o sexo frágil

16/08/2010

Nos últimos anos, os homens abandonaram os tabus e passaram a buscar exames preventivos, mas eles ainda são as principais vítimas do próprio descuido, que resulta em doenças graves

Nos últimos anos, os homens têm participado mais do planejamento familiar e enfrentado melhor os tabus relacionados a exames preventivos do câncer de próstata. Entre 2003 e 2009, triplicou o número de PSAs (Dosagem de Antígeno Prostático Específico), teste que detecta atividade anormal da próstata. O empresário Renato Oliveira, 55 anos, entra nessas estatísticas. Aos 38 anos, ele sofreu o primeiro infarto. Hoje, tem três pontes no coração — de safena, mamária e radial — e toma mais de 20 comprimidos por dia. Além da cardiopatia, diabetes, pressão alta e problemas renais e de circulação fazem parte da rotina do empresário, casado com a servidora pública Mércia Gomes, 58 anos. Após os sustos que teve com os diversos problemas de saúde, ele fez o PSA(1). “Melhor prevenir o câncer do que não fazer o exame e depois ouvir do médico que não existe mais solução.”

Renato e Mércia estão juntos há mais de 10 anos e foi a mulher que ajudou o marido a cuidar melhor da saúde. “Até 2006 ele fumava e bebia, comia muita gordura e fritura”, conta. Só depois da última internação grave, decorrente de um edema pulmonar, Renato começou a mudança de hábitos. “Hoje vou ao médico, faço exames periódicos e controlo minha alimentação”, diz.

Muitas histórias parecidas com a de Renato nem sempre têm o mesmo fim. A principal causa de morte dos adultos brasileiros está relacionada a problemas cardíacos, sendo que a maioria deles poderia ser evitada com a prática de exercícios físicos e alimentação equilibrada. De acordo com dados do Ministério da Saúde, os homens só buscam serviços de saúde quando o problema já evoluiu, tendo que recorrer aos hospitais. Para o diretor do departamento de ações programáticas e estratégicas do Ministério da Saúde, responsável pela Política Nacional de Saúde do Homem, José Luiz Telles, essa falta de iniciativa em buscar atendimento médico faz com que aumentem as incidências de diagnósticos tardios e, consequentemente, leva ao agravamento das doenças. “O homem tem a cultura do não cuidar, considera-se acima das doenças e teme procurar o serviço médico para não encontrar o que não quer ver”, afirma.

Expectativa

Já as mulheres se preocupam e cuidam melhor da saúde e da qualidade de vida do que os homens, e por isso vivem mais. A expectativa de vida delas é de 77 anos, enquanto eles vivem em média até os 69 anos. Quanto à prática de exercícios físicos, 18% dos homens não fazem exercício, contra 9% das mulheres. Além disso, eles comem mais carne vermelha do que elas e fumam mais — 43% dos homens admitiram comer carne com excesso de gordura, e apenas 24% das mulheres têm o mesmo hábito. “Tradicionalmente os homens vivem menos, exatamente pelo fato de se exporem mais aos fatores de risco, como a violência, o tabagismo e o alcoolismo, além de terem menor cuidado com a alimentação”, explica o diretor da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, José Francisco Kerr Saraiva.

1 - Ações

Em Sorocaba (SP), um dos municípios que aderiram às ações de política de saúde do homem, um ônibus itinerante com dois consultórios oferece exames urológicos gratuitos, como a ultra-sonografia de próstata. O Ministério da Saúde distribuiu R$ 613 milhões entre 80 municípios do país para ações e serviços voltados ao público masculino.

Mais vasectomias

Entre 2003 e 2009, o número de vasectomias aumentou 79% — no ano passado foram realizadas mais de 30 mil cirurgias pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “Os homens estão assumindo mais as responsabilidades que antes ficavam exclusivamente para as mulheres”, afirma o diretor do departamento de ações programáticas e estratégicas do Ministério da Saúde, responsável pela Política Nacional de Saúde do Homem, José Luiz Telles. O analista de sistemas Anderson Camelo, 32 anos, há um ano decidiu fazer a cirurgia. Casado e pai de dois filhos, ele e a esposa Jeanne decidiram que essa seria a melhor forma para evitar outra gravidez. “Minha esposa teve algumas complicações nas vezes em que ficou grávida e também concluímos que já estávamos satisfeitos com as duas crianças”, conta.

Presidente da Sociedade Brasileira de Urologia do Distrito Federal, Diogo Mendes destaca a importância do diálogo entre o casal. “É fundamental que a decisão seja conjunta, e que estejam certos dela”, explica. Anderson e Jeanne foram juntos à primeira consulta, ouviram toda a explicação do especialista e tiraram as dúvidas. “Quando o médico perguntou se nós tínhamos certeza, minha mulher inclinou a cabeça e demorou para responder. Então ele pediu para nós pensarmos mais um pouco, já que é uma decisão séria”, conta. Os dois conversaram bastante e alguns meses depois a cirurgia foi realizada. Mendes alerta que legalmente só podem fazer vasectomia homens com mais de 25 anos, em um relacionamento estável e que tenham mais de dois filhos.

cortesia:Clipping Bem Fam

Cresce a procura por vasectomias; mitos caíram e técnicas evoluíram 17/08/2010 FOLHA DE SÃO PAULO

Cresce a procura por vasectomias; mitos caíram e técnicas evoluíram

17/08/2010

FOLHA DE SÃO PAULO

O brasileiro perdeu o medo da vasectomia. O número de procedimentos feitos pelo SUS (Sistema Único de Saúde) cresceu quase 80% em seis anos no Brasil, saltando de 19,1 mil em 2003 para 34,1 mil em 2009. Consultórios particulares também registram aumento da procura.

Para especialistas, em parte esse aumento é atribuído à política de saúde do homem do Ministério da Saúde, que passou a oferecer o tratamento na rede pública, e à cobertura dos planos de saúde.

"Além disso, as pessoas estão mais informadas, sabem que não tem nada a ver com perda de masculinidade. Os mitos estão caindo", diz o urologista Joaquim Claro, do Hospital das Clínicas de São Paulo e coordenador do Hospital do Homem.

Na contramão dessa tendência, cresce também o número de homens que querem voltar atrás. Não há dados oficiais sobre o assunto. "Estima-se que esteja perto do que ocorre nos EUA, onde de 3% a 6% buscam a reversão da cirurgia", diz Modesto Jacobino, presidente da Sociedade Brasileira de Urologia.

"Hoje faço cerca de uma reversão por semana, antes eram uma ou duas a cada seis meses", diz Claro. "No Hospital do Homem a procura também tem aumentado desde que passamos a oferecer o serviço", completa.

O urologista Rodrigo Pagani, do Hospital das Clínicas, acredita que a procura aumentará nos próximos anos.

Os motivos mais comuns para a reversão são um novo casamento, a morte de um filho ou a melhora na situação financeira do casal, segundo observa o urologista Oskar Kaufmann, do hospital Albert Einstein.

"A procura tem aumentado entre 10% e 15% ao ano", estima Jorge Hallak, do Sírio-Libanês e do Hospital das Clínicas. "E a cirurgia para reversão tem o dobro das chances de sucesso [de gravidez] e custa a metade da fertilização in vitro."

Mas, segundo ele, muitas clínicas não falam dessa alternativa aos casais em tratamento para engravidar.

A cirurgia de reversão é hoje muito eficaz. Com técnicas de microcirurgia, é possível restabelecer a ligação que foi cortada (veja nesta página). Mas nem sempre a gravidez acontece. Após dez ou doze anos de vasectomia, a qualidade dos espermatozoides fica comprometida.

"Embora seja reversível, a filosofia é de irreversibilidade", enfatiza Claro. Isso porque, enquanto a vasectomia é uma cirurgia simples e rápida, a reversão é mais complicada e exige um profissional bem treinado.

Por isso a vasectomia só deve ser feita após uma decisão madura. Há normas que estabelecem que o homem deve ter no mínimo 25 anos e pelo menos dois filhos.

Médicos seguem ainda outras recomendações, como manter uma longa conversa na primeira consulta, muitas vezes com o casal.

Depois disso, costumam esperar ainda até dois meses para marcar a cirurgia, para que o casal possa refletir sobre a decisão. Também não se costuma operar pais de bebês menores de seis meses.

Cortesia:Clipping Bem Fam

sábado, 24 de julho de 2010

Campinas amplia em 30% a oferta de laqueadura e vasectomia Jornal Local 22/07/2010 A Prefeitura, por meio da Secretaria de Saúde de Campinas ampli

Campinas amplia em 30% a oferta de laqueadura e vasectomia

Jornal Local

22/07/2010

A Prefeitura, por meio da Secretaria de Saúde de Campinas ampliou em 30% o número de cirurgias para esterilização definitiva (laqueadura e vasectomia) nos últimos cinco anos. Atualmente são ofertadas 90 vasectomias e 60 laqueaduras por mês pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no município.

“A procura por este tipo de procedimento tem aumentado ano a ano. No entanto, embora a demanda tenha crescido, a Secretaria de Saúde conseguiu aumentar a oferta de cirurgias, o que possibilitou uma redução na fila de espera de 40 meses, em agosto de 2009, para 18 meses, em maio de 2010”, diz o médico ginecologista Fernando Brandão, coordenador municipal da Saúde da Mulher.

Segundo o coordenador, no final do primeiro semestre de 2009, havia 3.950 pessoas inscritas para avaliação no ambulatório de Planejamento Familiar da Secretaria de Saúde. Atualmente, há 2.650.

Além da ampliação da oferta de cirurgias, foram feitos ajustes no fluxo destes atendimentos. As avaliações foram descentralizadas para os Centros de Saúde (CSs). Portanto, parte do trabalho foi assumida pelas unidades básicas, o que agilizou o processo.

No CS, na consulta médica, o profissional avalia se a pessoa preenche os requisitos da lei de Planejamento Familiar. Se a resposta é positiva, a pessoa é inscrita num grupo para participar de reuniões onde são promovidas ações de informação e educação em saúde. Nestes encontros, os participantes conhecem as várias opções de métodos contraceptivos. Ao final destas etapas, após conhecer as alternativas e refletir sobre a melhor decisão, se a pessoa estiver segura da sua opção ela é encaminhada para o ambulatório de Planejamento Familiar, na Policlínica 2, para agendar a cirurgia.

As ações educativas são importantes para garantir à população uma escolha livre e informada do método anticoncepcional a ser usado. “A informação é importante. Parte das pacientes que fazem laqueadura arrepende-se. Com mais informação e acesso aos métodos anticoncepcionais, muitas mulheres desistem da cirurgia”, diz Fernando Brandão.

O médico explica que planejamento familiar é o direito que toda pessoa tem à informação, à assistência especializada e ao acesso aos recursos que permitam optar livre e conscientemente por ter ou não ter filhos. “O número, o espaçamento entre eles e a escolha do método anticoncepcional mais adequado são opções que toda mulher deve ter o direito de escolher de forma livre e por meio da informação, sem discriminação, coerção ou violência”, afirma.
Os métodos anticoncepcionais recomendados pelo Ministério da Saúde e disponibilizados pela Secretaria de Saúde são: métodos comportamentais (Billings, Tabela, Temperatura e Sintotérmico); métodos de barreira (Camisinha masculina e feminina, Diafragma e Espermaticida); dispositivo intra-uterino (DIU); anticoncepcionais hormonais orais (pílula) e injetáveis; métodos cirúrgicos (laqueadura e vasectomia) utilizados para a esterilização definitiva; e educação para escolha livre informada.
Segundo a Secretaria de Saúde de Campinas, existem 318.923 mulheres em idade fértil em Campinas, na faixa de 15 a 49 anos. A estimativa do Ministério da Saúde é que cerca de 70% das mulheres são usuárias do SUS, o que em Campinas daria 223.246. No entanto, é necessário considerar que 55% da população campineira possui algum plano de saúde privado.

Vasectomias
A decisão pelo planejamento familiar é do casal, mas o homem deve participar ativamente deste ato ao fazer a vasectomia. Esta técnica pode ser uma saída quando, por exemplo, a mulher não pode tomar anticoncepcionais ou ter mais filhos por problemas de saúde, dentre outras razões.
A vasectomia é um procedimento que não necessita internação e dura menos de trinta minutos. Consiste num corte em cada canal deferente, assim o espermatozóide produzido no testículo não chegará mais ao sêmen. No Sistema Único de Saúde (SUS) ela pode ser feita por homens com mais de 25 anos e mais de dois filhos por um profissional habilitado, segundo a lei de Planejamento Familiar.

Cortesia Clipping Bem Fam (22/07/010)

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Oferta de laqueadura e vasectomia aumenta 30% 21/07/2010 Pacientes esperam até 18 meses para fazer a cirurgia no SUS A oferta de cirurgias para

Oferta de laqueadura e vasectomia aumenta 30%

21/07/2010

Pacientes esperam até 18 meses para fazer a cirurgia no SUS

A oferta de cirurgias para esterilização definitiva, conhecidas como laqueadura e vasectomia, aumentou 30% nos últimos cinco anos em Campinas. Segundo a Secretaria de Saúde do município, atualmente são oferecidas 90 vasectomias e 60 laqueaduras por mês pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A espera por esse atendimento, que era de 40 meses em 2009, passou para 18 meses em 2010.

O processo

Nos Centros de Saúde (CS) um médico avalia se a pessoa preenche os requisitos da lei de Planejamento Familiar. Se a resposta é positiva, a pessoa é inscrita num grupo para participar de reuniões onde são promovidas ações de informação e educação em saúde. Nestes encontros, os participantes conhecem as várias opções de métodos contraceptivos. Ao final destas etapas, após conhecer as alternativas e refletir sobre a melhor decisão, se a pessoa estiver segura da sua opção ela é encaminhada para o ambulatório de Planejamento Familiar, na Policlínica 2, para agendar a cirurgia.

No Sistema Único de Saúde (SUS) a vasectomia só pode ser feita por homens com mais de 25 anos e mais de dois filhos, segundo a lei de Planejamento Familiar.

Clipping Bem Fam(21/07/010)

segunda-feira, 19 de julho de 2010

NÚMERO DE VASECTOMIAS CRESCE QUASE 80% EM SEIS ANOS NO BRASIL.

Governo diz que homens estão participando mais do planejamento familiar.

Do R7 (14/7/2010)

O número de vasectomias feitas pelo SUS (Sistema Único de Saúde) no Brasil cresceu de 19,1 mil em 2003 para 34,1 mil em 2009, um aumento de 78,7% em seis anos – o dado se refere a cirurgias feitas em hospitais públicos ou em instituições privadas que também têm leitos pagos com dinheiro do governo. Já o número de laqueaduras feitas em mulheres caiu no ano passado.

De acordo com o Ministério da Saúde, “os números refletem o aumento da participação do homem no planejamento familiar”.

– A tendência é a de que, cada vez mais, os homens se submetam a esse procedimento para evitar uma gravidez indesejada da parceira.

No Brasil, podem se submeter à vasectomia homens que forem maiores de 25 anos e que tenham ao menos dois filhos vivos. Nesse tipo de procedimento, os canais deferentes (tubos que partem dos testículos e se unem ao ducto ejaculatório, canal por onde passa o esperma) são cortados e amarrados, cauterizados, ou fechados com grampos. Isso impede que o espermatozoide produzido no testículo chegue ao sêmen.

De acordo com o ministério, a cirurgia pode ser feita em ambulatório, com o uso de anestesia local – não é necessário ficar internado. No ano passado, com a Política Nacional de Saúde do Homem, o governo tomou medidas para aumentar o número de cirurgias feitas em ambulatório, sem internação, que hoje equivalem a cerca de 30% dos procedimentos.

Para tanto, no ano passado o Ministério da Saúde aumentou o valor pago pela cirurgia feita em ambulatório em 148% (de R$ 123,18 para R$ 306,47) e em apenas 20% a quantia repassada pela operação feita quando o paciente está internado (de R$ 255,39 para R$ 306,47).

Dona de si (Direto da fonte)

Estadão

14 de julho de 2010

A Defensoria Pública está comprando uma briga com os homens da capital paulista. Quer livrar as mulheres – ao fazer laqueadura pelo SUS – de apresentar termo com consentimento do marido.

Procurada pela Defensoria, a Secretaria Municipal de Saúde manifestou-se contrária à retirada da exigência, com base na Lei de Planejamento Familiar. Providências jurídicas estão sendo estudadas.
Cortesia Clipping Bem fam(14/07/010)

Nota Pessoal: Eu entendi direito o HOMEM tem que "autorizar" a laqueadura da esposa?
A mulher não tem direito de resolver sem documento Assinado do marido?
E para o homem fazer vasectomia não precisa de autorização da mulher dele?
Não e depois os Portugueses é que são motivo de piada!
E o Que vocês me dizem disso?

sábado, 10 de julho de 2010

TJ condena médico a indenizar casal por gravidez após vasectomia no RS 09/07/2010 FOLHA DE SÃO PAULO

TJ condena médico a indenizar casal por gravidez após vasectomia no RS

09/07/2010

FOLHA DE SÃO PAULO

Um médico foi condenado a indenizar um casal pelo nascimento de filho concebido um ano após realização de cirurgia de vasectomia, em Porto Alegre. O TJ (Tribunal de Justiça) fixou a indenização em R$ 25 mil por danos morais e R$ 6.000 por danos materiais.

O homem se submeteu à cirurgia em julho de 2005 e, após os exames de testagem por espermograma, foi considerado infértil em resultado de exame laboratorial. Em agosto de 2006, ele foi surpreendido com a gravidez da mulher, o que gerou suspeita de infidelidade.

O paciente consultou outro médico e fez novo teste, que indicou a presença de espermatozóides. Na ação, o casal argumentou que o médico foi imperito no manejo da prática cirúrgica e negligente na avaliação posterior ao exame. Eles também reclamaram da prática de propaganda enganosa pela informação de 100% de eficácia da cirurgia.

No processo, o casal pediu indenização por danos materiais devido à mudança de imóvel pelo aumento da família, custeio da laqueadura de trompas da mulher e lucro cessante pelo afastamento dela do trabalho de cabelereira devido à cirurgia. Eles também solicitaram pensão de R$ 1.140 pela custeio da criação e educação do filho não previsto e dano moral pelo desgaste provocado pela crise conjugal.

Na contestação, o médico disse que o paciente foi advertido sobre a possibilidade de rejunção espontânea dos canais após a cirurgia e atribuiu a culpa ao paciente. O médico disse que o paciente não seguiu as orientações e não retornou à clínica para fazer exame de ausência de espermatozóides em número suficiente para gerar uma gravidez.

Para o relator do Tribunal, desembargador Jorge Luiz Lopes do Canto, a prova colhida é suficiente para comprovar a falha na prestação de serviços, evidenciada na divulgação de informação ao consumidor de que a cirurgia era completamente eficaz e que não havia possibilidade do paciente continuar fértil. O desembargador negou a pensão.

Coretesia Clipping Bem Fam(09/07/010)

quarta-feira, 10 de março de 2010

Edson Ramalho reduz tempo de espera na fila para vasectomia

Edson Ramalho reduz tempo de espera na fila para vasectomia

Click PB

09/03/2010

O Hospital da Polícia Militar General Edson Ramalho realiza nesta terça-feira (9) um novo mutirão de cirurgias de vasectomia. A ação faz parte de um projeto da unidade de saúde para reduzir o tempo de espera dos homens na fila pelo procedimento cirúrgico. Nesse segundo mutirão serão operados oito pacientes, durante todo o dia.

O projeto de planejamento familiar que está sendo desenvolvido no hospital é formado por uma equipe multidisciplinar de urologistas, ginecologistas, assistentes sociais e psicólogos. A unidade de saúde está credenciada no Sistema Único de Saúde (SUS), o que possibilita a realização de cirurgias de vasectomias e laqueaduras.

O urologista Rodrigo Campos disse que a cirurgia é um procedimento simples, não precisa de anestesista e o paciente não fica internado. “A cirurgia dura em média 40 minutos. Por ser rápida e não necessitar de internação, a diretoria do hospital resolveu organizar mutirões para diminuir as filas e agilizar o atendimento aos pacientes que procuram o serviço”, comentou.

As pessoas interessados em realizar o procedimento devem procurar o Serviço Social do Edson Ramalho. E, para se submeter à cirurgia, o paciente precisa participar de uma palestra do projeto de planejamento familiar (que acontece quinzenalmente nas quartas-feiras) e preencher alguns pré-requisitos exigidos.

São eles: realizar o risco cirúrgico (fazer exames antes do procedimento), ter mais de 25 anos de idade e ser pai de pelo menos duas crianças. Mais informações ou dúvidas, basta entrar em contato pelo telefone 3218-7990 (Serviço Social).
Clipping Bem Fam:09/03/010.