Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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sábado, 22 de setembro de 2012

Cinismo da senadora Vanessa Grazziotin

Blog do Noblat - O Globo
há 18 horas
Espantoso o cinismo da senadora Vanessa Grazziotin, candidata do PC do B a prefeita de Manaus.

No último dia 11, perto das 21h, ela foi atingida por algo que identificou como um ovo ao chegar para um debate numa emissora de televisão da c...
idade.

Num dos intervalos do debate, a emissora chegou a noticiar que Vanessa fora atingida por ovos antes de chegar ali. Ela nada comentou.

Manchete do jornal A Crítica do dia 12: "Vanessa é agredida com ovos". A fotografia estampada pelo jornal do momento da agressão fora produzida pela assessoria da candidata.

Na madrugada do dia 12, em jatinho que serve ao senador Eduardo Braga (PMDB), líder do governo e ex-governador do Amazonas, Vanessa voou para Brasília.

Às 15h27, da tribuna do Senado, denunciou a agressão que sofrera. A ovos, naturalmente.

Pois bem: 13h e 38 minutos antes de Vanessa começar seu discurso, um membro da equipe jurídica da campanha dela havia sido ouvido pela polícia e dito que o ovo não passara de cuspe.

Para ser exato: o membro da equipe jurídica da campanha registrou a ocorrência na polícia a 1h49 da madrugada.

Perguntas que não querem calar:

1. Nenhum assessor da senadora se deu ao trabalho de informá-la a respeito da cusparada de modo a evitar que o Senado fosse enganado por uma história fantasiosa?

2. A senadora não se deu ao trabalho de telefonar de Brasília interessada em saber se a polícia do seu Estado já descobria o autor do arremesso do ovo?

No seu discurso, Vanessa sugeriu que o ovo lhe fora jogado por partidários de outro candidato a prefeito de Manaus. Não disse qual.

A equipe de marketing de Vanessa gravou os apartes de solidariedade de colegas que ela recebeu ao longo do seu discurso. Os apartes foram parar no programa eleitoral de Vanessa.

Dilma gravou uma mensagem de solidariedade a Vanessa, também divulgada no programa eleitoral.

Por fim, Lula foi a Manaus pedir votos para ela. E aproveitou para desancar Artur Virgilio, candidato a prefeito do PSDB, embora não tenha citado seu nome.

Chamou-o de homem violento, que gosta de bater nas pessoas e que detesta pobres.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Fim de linha? #eblog @redems @lnagle2

Enviado por Ricardo Noblat -07.07.2011 | 16h09m Política

FIm de linha?

A reforma política corre o risco de buscar um caminho torto para combater a pulverização da representação partidária. Esta nada mais é que o retrato da pulverização do eleitorado
Blog do Alon
É possível que não tenha chamado tanto a atenção, por causa do escândalo da hora, mas o Senado produziu ontem uma boa notícia. A Comissão de Constituição e Justiça derrubou a proposta de lista fechada.
É o sistema em que o eleitor deixa de votar diretamente nos candidatos a deputado e vereador.
Pelo modelo rejeitado, o eleitor vota no partido e este manda para as casas legislativas os primeiros de uma lista elaborada pela própria sigla. Conforme o número de cadeiras conquistadas.
A lista fechada sofre de um mal que no Brasil costuma ser definitivo: propõe retirar atribuições do eleitor e transferir ao partido. Propõe substituir o juízo do eleitor pelo arbítrio de uma burocracia.
Ou do dono dela, dada a peculiar configuração das leis partidárias no Brasil. Que instalaram as agremiações na confluência de dois confortos.
Do seu gene estatal trazem o característica de serem abastecidas pelo distinto público. Por meio do fundo partidário e do horário grátis no rádio e televisão. Do gene privado carregam a delícia de não precisar prestar contas a ninguém.
Muito menos praticar qualquer tipo de democracia interna.
A ausência de vida democrática leva os partidos à multiplicação por cissiparidade, o mecanismo em que um ser se divide para dar origem a mais outro.
Agora mesmo o noticiário informa sobre uma cisão no PV, cujos donos não veem conveniência em promover qualquer consulta aos filiados sobre quem deve mandar no partido, e para fazer o quê.
Eis uma vantagem competitiva do PT sobre os concorrentes. As dissidências petistas têm sido relativamente menos ponderáveis também por haver espaço real de disputa dentro da sigla.
Há aqui e ali sinais de degenerescência, como no Mato Grosso, mas a legitimidade do direito de lutar pelo poder interno continua basicamente preservada.
O grande divulgador e promotor da proposta de lista fechada é o PT. Entre outras razões, por liderar na preferência do eleitorado.
Leia a íntegra em Fim de linha?

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Política : Fim de linha?
A reforma política corre o risco de buscar um caminho torto para combater a pulverização da representação partidária. Esta nada mais é que o retrato da pulverização do eleitoradoBlog do AlonÉ possível que não tenha chamado tanto a atenção, por causa do escâ>...
Enviado por - 7/7/2011 - 16:09
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Apelido: Tonico2011 - 7/7/2011 - 17:26
Gosto dos comentário do Alon mas, desta vez, ele pisou na bola.

Dizer que há democracia no PT é estultice.

Será que Alon não lembra que quando o Senador Eduardo Suplicy quis eleição contra Lula para ver quem seria o candidato do partido à presidência, quase foi linchado pela turma do barba???

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Nome: Carlos Henrique Cathoud - 7/7/2011 - 16:49
Este Alon está cada vez mais sem noção. Como falar em "espaço real de disputa" dentro do PT quando temos uma presidenta que está lá por obra e graça exclusiva do divino Lula? Ou alguém com mais de dois neurônios acha que houve "democracia interna"? Quanta tolice....

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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Falta de investimento ameaça etanol

Enviado por Ricardo Noblat -
23.05.2011
|
01h26m
Economia

Sem novas usinas e sem aumento do plantio de cana, setor terá dificuldades para atender à demanda crescente de carros bicombustível
Renée Pereira, O Estado de S. Paulo
A freada nos investimentos do setor sucroalcooleiro, após o revés sofrido com a crise mundial de 2008, poderá interromper o sucesso do etanol brasileiro, uma experiência vista como modelo no mundo inteiro.
Sem grandes projetos à vista, a expectativa é que haja déficit de cana-de-açúcar para atender à frota crescente de veículos flexíveis, cuja participação no mercado nacional tem avançado a uma taxa média de 35% ao ano desde 2006.
Se não houver uma reversão no quadro, a previsão é que o volume de carros bicombustível abastecidos com etanol caia gradualmente.
A participação, que já atingiu 60% na safra 2008/2009, recuou para 45% neste ano, e pode despencar para 37%, em 2020/2021, segundo dados da União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica).
Na prática, o motorista terá de consumir mais gasolina, por causa da desvantagem do preço, ou reduzir o uso do veículo.
Leia mais em Falta de investimento ameaça etanol

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Resultado

Total de votos: 1737
O ministro Antonio Palocci deveria ou não ir ao Congresso explicar como em 4 anos multiplicou por 20 seu patrimônio?
Voto computado. Obrigado pela participação.
  • Deveria ir91.77% 91.77%
  • Não deveria ir7.14% 7.14%
  • Não sei1.09%

O preconceito mora ao lado do Sítio do Picapau Amarelo?

Enviado por Ricardo Noblat -
23.05.2011
|
01h42m
Geral

Professores debatem futuro de Monteiro Lobato após polêmica sobre racismo
Alessandra Duarte e Dandara Tinoco, O Globo
"Não reparem ser preta. É preta só por fora, e não de nascença. Foi uma fada que um dia a pretejou, condenando-a a ficar assim até que encontre um certo anel na barriga de um certo peixe. Então o encanto se quebrará e ela virará uma linda princesa loura".
É Tia Nastácia, na apresentação feita por Narizinho em "Reinações de Narizinho". É também um dos motivos que levaram o autor Monteiro Lobato a se tornar pivô de uma polêmica envolvendo Ministério da Educação, professores e pais: a grande obra da literatura infantil brasileira, criadora de todo um universo, é racista?
Para profissionais de educação, esse debate pode até afetar o uso, pelos colégios, da obra de Lobato pelas futuras gerações de alunos.
Independentemente de a obra ter ou não elementos racistas, professores já afirmam que ela deve ser sempre trabalhada mostrando-se aos alunos o contexto histórico — uma sociedade com resquícios escravocratas — no qual ela foi escrita.
A polêmica começou em outubro de 2010, quando parecer aprovado por unanimidade pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) recomendava que "Caçadas de Pedrinho" fosse distribuído às escolas públicas com nota explicativa sobre a presença de estereótipos raciais, que, dizia, estavam em trechos como "Tia Nastácia (...) trepou que nem uma macaca de carvão pelo mastro de São Pedro acima".
O ministro da Educação, Fernando Haddad, rejeitou o parecer.
Semana passada, a discussão voltou, após o MEC informar que distribuirá a professores um livro que os orienta sobre como lidar com temas como preconceito — e, aí, cita Lobato.
"Podemos inferir de suas obras (...) preconceitos e formas de discriminação facilmente atribuíveis a esse momento de nossa História (...). Entretanto, dizer que os livros infantis de Lobato são preconceituosos e recusá-los ou censurar passagens, em nome do combate ao preconceito, é esquecer que são ficções".
Leia mais em O Globo

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sábado, 30 de abril de 2011

O bullying do Senado Ruth de Aquino, ÉPOCA Por Blog do Noblat

Enviado por Ricardo Noblat -30.04.2011 | 17h59m Política 

Ruth de Aquino, ÉPOCA
Somos vítimas de bullying político, moral e cívico. E nada fazemos. O país parece anestesiado pela overdose real de William e Kate naquela ilha ao norte do Equador.
Ao sul, em nossa república tropicalista, assistimos passivamente a uma das cerimônias mais vergonhosas do Senado. Renan Calheiros acaba de entrar para a Comissão de Ética. Roberto Requião arranca gravador de repórter para apagar sua própria entrevista. Tudo com o beneplácito do padrinho-mor José Sarney.
Tapa na cara, bofetada na nação, cinismo institucional. Assim cientistas políticos e especialistas em ética classificaram as últimas ações do Senado.
Roberto Romano, da Unicamp, declarou: “Se o Senado fechar amanhã, ninguém vai sentir falta, salvo os lobistas e os políticos que querem atingir o Tesouro Nacional por meio da troca de favores”.
Claudio Abramo, diretor da ONG Transparência Brasil, foi além: “O Senado não precisa existir, não tem função. Não há nada que ele faça que a Câmara não possa fazer. Pode desaparecer sem prejuízo e seria até mais barato”.
Essas reações podem parecer destemperadas numa democracia que atribui seu equilíbrio à existência de duas Casas: a Câmara e o Senado. Mas respeito e credibilidade não são automáticos.
Oito senadores indicados para a Comissão de Ética respondem a inquéritos ou processos no Supremo Tribunal Federal. A missão desse grupo “seleto” é vigiar e garantir o decoro dos 81 senadores.
No novo conselho, muitos são amigos íntimos, alguns conterrâneos, do maranhense Sarney. O próprio Sarney esteve envolvido em 11 processos no ano passado – mas foi entronizado como “homem não comum” pelo ex-presidente Lula.
O presidente da Comissão de Ética, João Alberto, do PMDB, governou o Maranhão em 1990. Nesse ano, uma lei estadual doou um prédio histórico à família Sarney.
Quem é João Alberto para ser o guardião do decoro do Senado? Quais são suas credenciais para o país acreditar em seu slogan “Vamos cortar na nossa própria carne”? Nas três vezes em que ocupou o mesmo cargo, João Alberto engavetou todos os processos abertos na Comissão de Ética.
No Brasil de hoje, “formação de quadrilha” deixou de ser acusação.
Leia a íntegra do artigo em O bullying do Senado

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quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Petista fez parte da transição de FHC para Lula[@Enviado por Ricardo Noblat -]

Enviado por Ricardo Noblat -
03.11.2010
|
06h23m
Deu na Folha de S. Paulo

Petista fez parte da transição de FHC para Lula

Entre o governo Fernando Henrique Cardoso e o governo Lula, em 2002, surgiu na equipe de transição a então secretária de Minas e Energia do RS, Dilma Rousseff, apresentada ao presidente eleito pelo petista gaúcho Olívio Dutra.
Oito anos mais tarde, Dilma, que entrou como técnica na equipe, se elegeu presidente da República e agora prepara o grupo de transição do governo Lula para o seu.
Assessores da presidente eleita serão acomodados a partir de sexta-feira em no máximo 50 cargos criados pelo Ministério do Planejamento para a equipe.
Assinante do jornal leia mais em Petista fez parte da transição de FHC para Lula

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terça-feira, 2 de novembro de 2010

Para poupar Dilma, Lula deve antecipar corte de gastos Enviado por Ricardo Noblat -

Enviado por Ricardo Noblat -
02.11.2010
|
06h51m

Para poupar Dilma, Lula deve antecipar corte de gastos

Entre as medidas impopulares que presidente pode adotar estão reajuste menor para servidores do Judiciário
Balizado em alto índice de aprovação, Lula quer que equipe econômica apresente diagnóstico à assessoria da sucessora
Kennedy Alencar
O presidente Lula deverá antecipar medidas econômicas duras e impopulares para evitar que a sucessora, Dilma Rousseff, tenha de adotá-las no início de seu governo.
Amanhã e quinta-feira, as pastas da Fazenda e do Planejamento deverão finalizar estudos de medidas de ajuste que acham necessárias para o novo governo. O diagnóstico será transmitido à equipe de transição de Dilma.
A Folha apurou que Lula já se dispôs, se Dilma quiser, a implementar medidas duras. A ideia é aproveitar a alta popularidade de Lula para tomar decisões que possam ser desagradáveis a setores do funcionalismo público e da sociedade como um todo.
Apesar de ter negado durante a campanha, Dilma e Lula já discutiram medidas de ajuste fiscal e até monetária. Será um ajuste menor que o feito por Lula em 2003, quando havia uma situação econômica mais crítica.

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domingo, 31 de outubro de 2010

Uma incógnita chamada Dilma [Noblat TV]

Veja o vídeo: Link ativo!! 

BlogdoNoblat NoblaTV - Uma incógnita chamada Dilma http://bit.ly/922v3D

Enviado por Ricardo Noblat -
31.10.2010
|
19h06m

NoblaTV - Uma incógnita chamada Dilma

 

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Enviado por Ricardo Noblat -
31.10.2010
|
19h06m
NoblaTV - Uma incógnita chamada Dilma





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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Nova enquete - Você e um eventual governo Dilma Enviado por Ricardo Noblat -

Enviado por Ricardo Noblat -
29.10.2010
|
11h45m

Nova enquete - Você e um eventual governo Dilma

Nova enquete - Você e um eventual governo Dilma
Responda aí do lado direito desta página.
Resultado da enquete anterior: Qual sua posição sobre a descriminalização do aborto?
* Sou contra - 39.99%
* Sou a favor - 56.28%
* Não sei - 3.74%

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terça-feira, 26 de outubro de 2010

Oposição unida Merval Pereira[Blog do Noblat]

Enviado por Ricardo Noblat -26.10.2010 |08h04m
Deu em O Globo

Oposição unida

Merval Pereira


A radicalização promovida pelo próprio presidente Lula no embate eleitoral, com o objetivo de eleger sua candidata a qualquer custo, gerou uma inesperada unidade de ação na oposição no segundo turno. Além de ter dado novo ânimo à oposição, essa tentativa de Lula de atropelar os adversários fez com que os líderes oposicionistas usassem o segundo turno para ensaiar os primeiros movimentos do que será a atuação de um futuro bloco oposicionista, se for confirmada a eleição de Dilma Rousseff nesse segundo turno.
O melhor exemplo está na manifestação do fim de semana no Rio, que reuniu as principais lideranças do PSDB, do PP e do DEM em apoio ao candidato tucano, José Serra, no que foi a maior passeata da campanha até o momento.
O fato é que a tentativa de dizimar a oposição acendeu um sinal amarelo nas lideranças que ainda alimentavam a utopia de um relacionamento amistoso com o presidente Lula, e tornou muito mais acirrada a disputa presidencial, quase que obrigando a essa união das forças oposicionistas que sobreviveram ao ataque de Lula.
"O presidente sai dessa eleição menor do que entrou". A frase do ex-governador e senador eleito por Minas Gerais Aécio Neves é emblemática.
Elegendo sua candidata usando os meios que vem usando, o presidente Lula, como diz a candidata verde Marina Silva, "ganhará perdendo".
E se, como tudo indica, isso não tiver a menor importância para ele, desde que vença a eleição, estará ratificando a sua opção pela baixa política, o que quase metade do eleitorado brasileiro repudia ao votar na oposição sistematicamente desde que ele se elegeu pela primeira vez em 2002.
Há um mínimo de 40% de eleitores que votam na oposição desde aquela época no segundo turno, e tudo indica que este ano o número será maior ainda, mesmo que os votos válidos oposicionistas não sejam suficientes para vencer a eleição, o que ainda é uma hipótese rejeitada pela oposição.
No meu livro "O lulismo no poder", da Editora Record — que, aliás, já está na segunda edição — escrevi na introdução, utilizando uma definição bastante conhecida, que o presidente Lula tem demonstrado que é um político populista, que pensa na próxima eleição, enquanto o estadista pensa nas próximas gerações.
O próprio Lula, na primeira declaração ao ser eleito em 2002, reconheceu em público a atitude "republicana" do então presidente Fernando Henrique Cardoso durante a campanha presidencial, sem a qual ele poderia não ter sido eleito.
Ao contrário do seu antecessor, que promoveu um processo de transição presidencial exemplar, o presidente Lula deixou claro desde muito antes do início oficial da campanha presidencial que o único resultado que o interessava era a eleição de sua sucessora.
Chegou ao exagero de dizer que, sem a eleição de Dilma Rousseff, consideraria que seu governo tivesse fracassado.
O ex-operário que chegou ao poder prometendo uma nova maneira de fazer política, e alegando que a corrupção seria reduzida pela simples chegada do PT à Presidência da República, transformou-se no mais pragmático dos políticos, no pior sentido do termo, que é o de conviver com o fisiologismo e a corrupção no pressuposto de que são inevitáveis na nossa democracia de massas. 
Leia a íntegra do artigo em Oposição unida


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sábado, 9 de outubro de 2010

artigo A madre Dilma e o padre Serra {blog do Noblat}

 Fascinantes, estressados, caóticos, surreais, hipócritas. Assim foram, não necessariamente nesta ordem, os primeiros movimentos dos partidos, dos candidatos, da imprensa, dos coordenadores de campanhas e marqueteiros esta semana.

Enviado por Vitor Hugo Soares -
09.10.2010
|
16h09m
artigo

A madre Dilma e o padre Serra

Marcas mais visíveis noreagrupamento das tropas com vistas a disputa presidencial no segundo e decisivo turno entre a ex-ministra da Casa Civil, Dilma Roussef (PT), e o ex-governador de São Paulo, José Serra (PSDB).
No centro de tudo o invencível exercício do dom de iludir, presença histórica e inevitável, há séculos, em eleições no País.
Marina Silva, digna e grande vitoriosa nas urnas do primeiro turno, é misturada com a sombra da cruz apontada na forma quase inquisitorial de estigmas e condenações as mais hipócritas e horrorosas sobre cabeças de candidatos e eleitores.
Em alguns casos, o símbolo religioso está nas mãos e nas palavras de crentes de ocasião, de vários credos. Verdadeiros “hereges” de batina, em hábitos de freiras ou de paletó e gravata a proclamar o santo nome de Deus em vão, como dizia em suas pregações o beato Antonio Conselheiro, em Canudos, no sertão da Bahia, no começo do século passado, naquele confuso e conturbado período de transição do Império para a República no Brasil.
“Gente estúpida, gente hipócrita”, diria o baiano Gilberto Gil em tempos mais contemporâneos, sobre esta explosiva mistura de interesses políticos e eleitorais com religião e seus dogmas, que marca os primeiros movimentos do segundo turno da eleição presidencial em pleno século XXI.
Em tudo, ou quase, ambientes estranhos e tonalidades surreais dignos de um conto do argentino Julio Cortazar, a exemplo da “Pequena História Destinada a Explicar como é Precária a Estabilidade dentro da qual Acreditamos Existir, ou seja, que as Leis Poderiam Ceder Terreno às Exceções, Acasos ou Improbabilidades, e aí é que eu Quero Ver”, que fala das incertezas quanto ao futuro quando “o Comitê se reúne e procede à eleição de novos membros do órgão”. Ciro Gomes, que entra na campanha de Dilma e Jorge Bornhausen, na de Serra, que o digam.
Ou a atmosfera de realismo histórico e fantástico de um romance de Mário Vargas Llosa, o notável escritor peruano vencedor do Prêmio Nobel de Literatura 2010 - para honra, gloria a afirmação cultural e política de um continente chamado América Latina. Isso, apesar da envergonhada e pífia cobertura, factual e analítica, dada pela imprensa brasileira - de repente tomada por arroubos beatos na cobertura jornalística sobre a questão do aborto que virou prioritária na pauta dos diários e nos programas dos candidatos – à transcendente vitória do autor de “A Festa do Bode” e “A Guerra do Fim do Mundo”, entre outras obras primas da literatura do continente e mundial.
Que diferença da profusa, profunda e diversificada cobertura do fato mostrada na CNN, e lida nos diários argentinos e seus sites, no México, na França, na Espanha, para ficar em apenas alguns exemplos mais marcantes e significativos.
Fica patente, assim, o intrigante contraste com esta campanha eleitoral brasileira, na qual os temas culturais foram praticamente amputados dos discursos dos candidatos, dos programas de governo e das justas cobranças da imprensa.
Durante a semana inteira, inclusive nesta sexta-feira, 8, no recomeço do horário gratuito de propaganda na televisão e no rádio, o que ficou mais evidente foi o fato da candidata do PT, Dilma Rousseff, por exemplo, trocar o salto alto em que andava metida com os coordenadores e aliados, nas últimas semanas de sua campanha no primeiro turno, por hábitos e pregações de quase monja .
É verdade que, em lugar das modestas e tradicionais sandálias franciscanas, a petista optou pelas modernas mas não menos confortáveis Croc, aquelas de fibras sintéticas com furinhos em cima que os estilistas brasileiros, em geral, abominam e consideram a coisa mais feia do mundo, mas que caiu no gosto de norte-americanos e europeus, principalmente de seus dirigentes políticos e celebridades.
José Serra, o candidato do PSDB, ontem esteve no interior da Bahia, acompanhado de seus aliados do DEM, em pregação cerrada contra o aborto. ”Parece todo o falecido monsenhor Magalhães ou o Frei Damião”, compara um antigo morador de nova Glória, no Vale do São Francisco, ao lembrar dos dois conservadores religiosos e seus amedrontadores sermões, em “santas missões” pelo Nordeste, na segundo metade do século passado. Motivo de enormes pesadelos deste jornalista quando jovem.
Só falta a batina preta, como a asa da graúna. Em outra época isso poderia ser ajuda providencial para virar eleição. Hoje, no entanto, é aposta arriscada, ainda mais para um candidato de perfil progressista como o do ex-presidente da UNE. Mas eleição é o diabo, dizem os mineiros. A conferir.
Enquanto isso, saudemos Vargas Llosa, que tanto nos ensina em seus escritos repletos de personagens notáveis, a exemplo do jornalista míope, de “A Guerra do Fim do Mundo” que, aparentemente perdido no sertão baiano, “resgata a experiência de Canudos, narrando-a”. E opinando, evidentemente.
Viva!!! Viva!!!

Vitor Hugo Soares é jornalista. E-mail; Vitor-soares1@terra.com.br

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terça-feira, 28 de setembro de 2010

O que a pesquisa Datafolha mostrou de mais importante Do blog de José Roberto Toledo:(Blog do Noblat)

Enviado por Ricardo Noblat -
28.09.2010
|
16h09m

Do blog de José Roberto Toledo:
O Datafolha publicou o relatório da pesquisa feita nesta segunda-feira. Eis as mudanças mais interessantes:
1) Marina Silva (PV) cresceu 6 pontos no eleitorado de nível superior e empatou com Dilma Rousseff (PT), que caiu 7. Tecnicamente, os três estão empatados: José Serra (PSDB) tem 34%, Marina chegou a 30% e Dilma caiu para 28%.
2) A queda de Dilma ocorreu em todos os segmentos de escolaridade e renda, o que indica um refluxo da onda vermelha. Uma variação negativa de 2 pontos no eleitorado que estudou até o ensino fundamental tem um peso maior do que de 7 no nível superior. Está dentro da margem de erro, mas a consistência do movimento em todos os estratos sugere uma queda de fato.
3) Serra caiu 4 pontos no segmento que ganha de 5 a 10 salários mínimos (SM), e está tecnicamente empatado com Marina nesse eleitorado: Dilma tem 36%, Serra tem 30% e Marina tem 26%. Como o tucano ganhou 2 pontos no segmento anterior (renda de 2 a 5 SM) e 3 pontos no seguinte (+ de 10 SM), ficou estável na média geral.
4) As mulheres foram as principais responsável pela queda de Dilma no Datafolha: menos 5 pontos. Se Dilma não se eleger no primeiro turno, será por causa do voto feminino. Ela tem 51% entre os homens (55% dos votos válidos masculinos) e 42% entre as mulheres (48% dos válidos femininos).
5) Debate da Record foi visto, ao menos em parte, por 22% dos eleitores; a audiência foi maior entre quem vota em Marina do que entre quem vota em Serra ou em Dilma.
Será interessante comparar esses resultados com os dos demais institutos, que fazem pesquisa domiciliar, e checar se as tendências (senão os números) se confirmam.

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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Cármen Lúcia: Ficha Limpa é constitucional Enviado por Erich Decat - 23.09.2010 | 15h57m


Enviado por Erich Decat -


23.09.2010

|


15h57m





Cármen Lúcia: Ficha Limpa é constitucional



A ministra Cármen Lúcia, Supremo Tribunal Federal (STF), considerou há pouco que a Lei da Ficha Limpa não é inconstitucional.


Essa questão foi colocada ontem (22) pelo presidente do Supremo, Cezar Peluso.


Para Peluso, o fato de a emenda do senador Francisco Dornelles (PP-RJ) - que alterou o tempo verbal da Lei – não ter sido analisada pela Câmara, tornou as novas regras de inelegibilidade inconstitucionais.


A emenda de Dornelles retirou do texto da proposta da Ficha Limpa expressões como "que tenham sido" condenados e colocou no lugar "os que forem" condenados.


“A mudança que foi feita não traz modificação material”, ressaltou a ministra.


Após essas considerações, a ministra começou a ler o voto sobre o recurso do candidato ao governo do Distrito Federal Joaquim Roriz (PSC).


O candidato recorreu ao STF após ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por ter renunciado ao cargo de senador, em 2007, para escapar de um processo de cassação iniciado no Conselho de Ética.

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terça-feira, 21 de setembro de 2010

17h45m Deu em O Estado de S. Paulo A eleite que Lula não suposta (Editorial)

Enviado por Ricardo Noblat -
21.09.2010
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17h45m
Deu em O Estado de S. Paulo

Nas encenações palanqueiras em que o presidente Lula invariavelmente se apresenta como o protagonista da obra de criação deste país maravilhoso em que hoje vivemos, o papel de antagonista está sempre reservado às "elites".

Durante mais de 500 anos, as elites mantiveram o Brasil preso aos grilhões do subdesenvolvimento e da mais perversa injustiça social. Aí surgiu Lula, o intimorato, e em menos de oito anos tudo mudou. Simples assim.

Com essa retórica maniqueísta, sem o menor pudor Lula alimenta no eleitorado de baixa renda e pouca instrução - seu público-alvo prioritário - o sentimento difuso de que quem tem dinheiro e/ou estudo está do "outro lado", nas hostes inimigas.

Mas a verdade é que o paladino dos desvalidos nutre hoje uma genuína ojeriza por uma, e apenas uma, categoria especial de elite: a intelectual, formada por pessoas que perdem tempo com leituras e que por isso se julgam no direito de avaliar criticamente o desempenho dos governantes.

Por extensão, uma enorme ojeriza à imprensa. Com todas as demais elites Sua Excelência já resolveu seus problemas. Está com elas perfeitamente composto, afinado, associado, aliado e, pelo menos em outro caso específico, o das oligarquias dos grotões maranhenses, alagoenses, amapaenses e que tais, acumpliciado.

Até por mérito do próprio governo na condução da economia (nem sempre a imprensa ignora os acertos do poder público...), os ventos favoráveis que hoje, de modo geral, embalam o mundo dos negócios, muito especialmente os negócios financeiros, não permitem imaginar que o "poder econômico" considere Lula um inimigo ou uma ameaça e vice-versa.

É claro que em público o jogo de cena é mantido, com ataques, sob medida para cada plateia, aos eternos inimigos do povo. Mas na intimidade o presidente se vangloria, em seus cada vez mais frequentes surtos apoteóticos, de que hoje o poder econômico, nacional e multinacional, está submisso à sua vontade. Não é, portanto, essa elite que tem em mente nas diatribes contra os malvados que conspiram contra sua obra redentora.

A revelação de seu verdadeiro alvo Lula oferece cada vez que abre a boca. Como no dia 18, em Juiz de Fora: "Essa gente não nos perdoa. Basta que você veja alguns órgãos e jornais do Brasil (...) Porque na verdade quem faz oposição neste país é determinado tipo de imprensa. Ah, como inventam coisa contra o Lula. Olha, se eu dependesse deles para ter 80% de aprovação neste país eu tinha zero. Porque 90% das coisas boas deste país não é mostrado (sic)."

Então é isto. Imprensa que fala mal do governo não presta, extrapola os limites da liberdade de informar. Não é mais do que um instrumento de dominação das elites.

Assim, movido por sua arraigada tendência ao autoritarismo messiânico que é a marca de sua trajetória na vida pública, Lula parece cada vez mais confortável na posição de dono de um esquema de poder que almeja perpetuar para alegria da companheirada.

Um modelo populista, despolitizado, referendado pela aprovação popular a resultados econometricamente aferíveis, mas que despreza valores genuinamente democráticos de respeito à cidadania, coisa que só interessa à "zelite".

Tudo isso convivendo com a prática mais deslavada do patrimonialismo, coronelismo, clientelismo, tráfico de influência, cartorialismo, aparelhamento e tudo o mais que Lula e seu PT combateram vigorosamente por pouco mais de 20 anos, para depois transformar em seu programa de governo. E em toda essa mistificação o repúdio às elites é a palavra de ordem e a imprensa, o grande bode expiatório.

O diagnóstico seguinte foi feito, com as habituais competência e sutileza, por um dos mais notórios fantasmas de Lula, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em entrevista publicada no Estado de domingo: "Achei que (Lula) fosse mais inovador, capaz de deixar uma herança política democrática, mostrando que o sentimento popular, a incorporação da massa à política e a incorporação social podem conviver com a democracia, não pensar que isso só pode ser feito por caudilhos como Perón, Chávez, etc. (...) Mas Lula está a todo instante desprezando o componente democrático para ficar na posição de caudilho."

Falou e disse.

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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

21h24m Ao vivo, mais um debate entre os presidenciáveis

Enviado por Erich Decat -
20.09.2010
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21h24m

Ao vivo, mais um debate entre os presidenciáveis

As emissoras do SBT no Nordeste realizam hoje (20) debate regional dos presidenciáveis.

Confirmaram a participação os candidatos José Serra (PSDB), Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL). Líder nas pesquisas, Dilma (PT), por sua vez, justificou a ausência pela incompatibilidade de agendas.

O debate terá quatro blocos e um total duas horas de duração

O evento será mediado pelo jornalista Carlos Nascimento, do SBT Brasil e Jornal do SBT Noite, e transmitido direto do auditório TV Jornal, em Recife/PE.

Entres os temas previstos para serem discutidos está a construção de refinarias, estradas e portos, e a transposição do rio São Francisco.

Assista aqui

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Ex-presos por suspeita de corrupção desfilam em carreata Folha.com Enviado por Ricardo Noblat - 20.09.2010 | 22h04m

Enviado por Ricardo Noblat -
20.09.2010
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22h04m

Ex-presos por suspeita de corrupção desfilam em carreata

Folha.com

O governador do Amapá, Pedro Paulo Dias (PP), candidato à reeleição, e o ex-governador e candidato ao Senado Waldez Góes (PDT) foram recebidos com bandeiras, jingles da campanha, bandinha de música, faixas, gritos e choro ao desembarcar por volta das 18h desta segunda-feira (20) em Macapá. Segundo estimativa de um policial militar, cerca de 20 mil pessoas participaram do ato.

Os dois candidatos e outras 16 pessoas foram presas na Operação Mãos Limpas, da Polícia Federal, no último dia 10. A operação é um desdobramento de investigações iniciadas em 2009 que apontaram indícios de desvio de recursos em diversos órgãos estaduais Eles foram soltos neste sábado após nove dias porque terminou o prazo da prisão temporária.

Leia mais em Governador retorna ao Amapá e é recebido com festa e carreata

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Jarbas Vasconcellos ataca Dilma Rousseff na TV Letícia Lins Enviado por Ricardo Noblat - 20.09.2010 | 22h33m

Enviado por Ricardo Noblat -
20.09.2010
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22h33m

Jarbas Vasconcellos ataca Dilma Rousseff na TV

Letícia Lins, O Globo

O candidato ao governo de Pernambuco Jarbas Vasconcelos (PMDB) deixou em segundo plano nesta segunda-feira as discussões em torno das questões estaduais para atacar a presidenciável Dilma Rousseff (PT) durante o horário eleitoral gratuito.

- Dilma anda pelo Brasil inteiro se dizendo uma pessoa preparada para governar o país. Agora, pense: dá para acreditar numa candidata que deixou os assessores transformarem o Palácio do Planalto num escritório de recebimento de propina? Dá para deixar o Brasil, a sua vida, a vida dos seus filhos, nas mãos de uma candidata que não sabe ou finge que não sabe dos crimes e irregularidades cometidos por seus assessores? Esse dinheiro que enche as gavetas do Palácio do Planalto é dinheiro dos impostos que todos nós pagamos. Não acredito que a política é isso que Dilma e os aliados dela fazem" - disse Vasconcelos.

Apesar de integrar o PMDB, o candidato não apoia a candidata petista e não tem apoio nacional do partido na disputa pelo governo do estado.

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terça-feira, 7 de setembro de 2010

Enviado por Ricardo Noblat - 07.09.2010 | 17h49m 'Alô, aqui é Lula" - o sonho do marketing de Hélio Costa

Enviado por Ricardo Noblat -
07.09.2010
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17h49m

'Alô, aqui é Lula" - o sonho do marketing de Hélio Costa

Candidato do PMDB quer que presidente aproveite visita ao Estado para gravar 'telefonema' de apoio

Eduardo Kattah, O Estado de S.Paulo

Mesmo diante de uma suposta resistência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a campanha de Hélio Costa (PMDB) ao governo de Minas editou uma mensagem de telemarketing que será dirigida aos eleitores mineiros utilizando uma fala gravada anteriormente pelo mandatário.

Com o avanço do governador tucano e candidato à reeleição, Antonio Anastasia, nas pesquisas de intenção de voto, o peemedebista joga suas fichas na nacionalização da campanha estadual e na popularidade do presidente, estrela de um comício programado para a noite desta quarta-feira, 8, em Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte.

Durante a visita, a intenção dos apoiadores de Costa é convencer Lula a gravar uma mensagem específica de apoio ao candidato para a campanha por telefone. O recurso do telemarketing foi utilizado pelo ex-governador Aécio Neves (PSDB) em favor de Anastasia e foi considerado eficaz.

"Eu gravei o telemarketing e certamente tem uma participação do presidente pedindo voto para mim", disse nesta terça-feira, 7, Costa. "É uma fala minha e dele. Com a vinda dele aqui nós vamos fazer várias outras gravações, para a televisão, para o rádio e possivelmente para o telemarketing."

A intenção é que a mensagem atinja entre 3,5 milhões e 4 milhões de telefones fixos no Estado. "O ex-governador (Aécio) fez no Estado inteiro, acho que ele cobriu 4 milhões de aparelhos", comentou Costa, que diz desconhecer qualquer resistência do presidente em gravar a mensagem telefônica. "Isso nunca foi passado para mim", disse. "Nunca tive um não desse presidente em termos de campanha. Minas Gerais é importante para ele, é importante para nós."

Leia mais em Hélio Costa aposta em telemarketing com Lula para nacionalizar campanha

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sábado, 4 de setembro de 2010

O uso da máquina pública para beneficiar Dilma, Enviado por Ricardo Noblat -

Enviado por Ricardo Noblat -
04.09.2010
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19h38m

O uso da máquina pública para beneficiar Dilma

Instalada no quarto andar do Palácio do Planalto, uma máquina trabalha a todo o vapor pela candidata do governo, Dilma Rousseff (PT). A rede montada na Secretaria de Relações Institucionais (SRI) da Presidência da República, comandada pelo ministro Alexandre Padilha, utiliza duas agendas: do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), que dão suporte e aparente legalidade às viagens de petistas que percorrem o país angariando votos nos estados junto a prefeitos, empresários e outros segmentos da sociedade, com diárias pagas pelos cofres públicos.

É o que mostra reportagem de Fábio Fabrini e Regina Alvarez na edição deste domingo do GLOBO.

Segundo a reportagem, o ritmo de viagens é frenético. Somadas, chegam a 44 as andanças do ministro Alexandre Padilha e de dois dos seus principais assessores entre o fim de maio e agosto. Como justificativa oficial, as reuniões do Conselhão (CDES) nos estados, que começaram a ser feitas em maio para discutir com empresários uma "Agenda para o Novo Ciclo de Desenvolvimento". E encontros com prefeitos para discutir projetos do PAC-2, a ser implementado no próximo governo, além de visitas às obras do PAC.

De acordo com a reportagem, por si só, essas agendas, que servem para divulgar realizações e avanços do governo Lula, têm implícitas um viés político, já que acontecem no auge da campanha eleitoral. Mas, além disso, compromissos oficiais nos estados coincidem com eventos de campanha da candidata Dilma ou de aliados do PT.

As viagens, as articulações e os atos da campanha estão registrados no Twitter. Padilha, tuiteiro compulsivo, escreveu no dia 15 de julho, quando estava em Curitiba (PR) para uma reunião do CDES e visitas a obras do PAC: "...Recebi a visita, aqui no Hotel Slaviero, do nosso cand a $do PR Osmar Dias, do nosso vice Rocha Loures e nossa futura senadora Gleisi" (mulher do ministro do Planejamento Paulo Bernardo). Padilha recebeu R$ 780 nessa viagem, equivalente a uma diária e meia, segundo a assessoria.

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sábado, 31 de julho de 2010

Enviado por Ricardo Noblat - 31.07.2010 | 11h05m Sensus registra pesquisa sobre sucessão

Enviado por Ricardo Noblat -
31.07.2010
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11h05m

Sensus registra pesquisa sobre sucessão

O Sensus registrou no Tribunal Superior Eleitoral, anteontem (29/07), pesquisa sobre avaliação do governo Lula e sucessão presidencial. A pesquisa foi contratada pela Confederação Nacional dos Transportes. Serão ouvidos 2000 eleitores entre nos dias 30/07 e 02/08.

De acordo com a legislação, os resultados poderão ser divulgados a partir de segunda-feira (2/8). Entretanto, considerando o período da coleta dos dados, o mais provável é que sua publicação aconteça a partir de terça-feira (3/8). (Nota da Arko Advice, empresa de consultoria política)

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