Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Homossexualidade Links para pesquisar:
sábado, 5 de junho de 2010
A TV no Armário A Identidade Gay nos Programas e Telejornais Brasileiros
A TV no Armário
A Identidade Gay nos Programas e Telejornais Brasileiros
1a. edição, 2010IrineuRamosRibeiroEdições GLSVeja ficha completa |
| De: Por: R$ 25,90 | Para comprar por telefone, ligue para 0800 140090, de 2ª a 6ª, das 9h às 21h, e aos sábados, das 10h às 16h. |
Sinopse
Em pleno século 21, os meios de comunicação ainda abordam a questão da homossexualidade de forma preconceituosa - tanto no noticiário como nas novelas e em outros programas de entretenimento.
Fruto de ampla pesquisa, esta obra abre caminhos para problematizar a maneira pejorativa como a comunidade LGBT é retratada na telinha. Partindo da cobertura jornalística televisiva da Parada do Orgulho Gay de São Paulo, Irineu Ramos Ribeiro desdobra sua análise para humorísticos, novelas e game shows.
Baseando-se no pensamento de Michel Foucault e a teoria queer, o autor comprova que a televisão brasileira acaba transmitindo valores negativos, depreciativos e caricatos no que se refere aos gays. E afirma: está na hora de mudar de rumo e eliminar o preconceito da programação.
Livraria Folha
Blog de humor, João montanaro
João Montanaro, cartunista de 14 anos, lançará livro de charges e tiras
GUILHERME SOLARI
colaboração para a Livraria da Folha
| Rafael Hupsel/Folha Imagem |
| Cartunista de 14 anos vai lançar livro em agosto com charges, esquetes e rascunhos |
Um cartunista com bom humor, olhar crítico sobre a política e história brasileira, que usa referências de Pink Floyd em suas tiras e tem uma queda pelo surrealismo é algo raro. Um que tenha tudo isso e 14 anos de idade... bom... tem o João Montanaro.
| Divulgação |
| "Cócegas no Raciocínio" traz tiras com o humor surreal de Montanaro |
João começou a desenhar copiando o Bob Esponja para mostrar ao pai e não parou mais. Se inspirando no traço e no humor de cartunistas como Angeli e Laerte, ele passou a colaborar com publicações e já tem no currículo trabalhos publicados na revista MAD, Folhinha e agora aos sábados também na Folha de S.Paulo, no novo projeto gráfico do jornal.
Veja nossa biblioteca especializada em quadrinhos
Ele irá lançar em agosto pela Garimpo Editorial o seu primeiro livro, "Cócegas no Raciocínio", que reúne charges, esquetes e rascunhos. Algumas que estão no seu blog (http://porjoao.blogspot.com/). João Montanaro conversou com a Livraria da Folha sobre a carreira precoce, sua atração pelo desenho e seu livro.
-
Livraria da Folha - Como você começou a desenhar?
João Montanaro - O ilustrador Orlando, da Folha, fala que todo mundo desenha, mas quem não pára vira cartunista. Quando eu era mais novo, eu comecei a copiar desenhos da televisão como o Bob Esponja e mostrava pro meu pai. Acho que eu chegava até a falar que era eu que tinha inventado, mas depois ele viu que não era bem assim.
Livraria da Folha - E os seus pais te incentivavam?
Montanaro - Ah, bastante. O meu pai curte muito quadrinhos e sempre me mostrou gibis antigos, me levava em eventos e tudo mais. A minha mãe também gosta de quadrinhos, mas não tanto.
| Divulgação | ||
Livraria da Folha - Quais são os cartunistas que você mais gosta e que mais te influenciam?
Montanaro - Angeli, Laerte, Alberto Bennet, Ricardo Liniers, também alguns ilustradores como o Hiro Kawahara, que faz os desenhos das bandejas do McDonald's e o aquarelista Scott C.
Livraria da Folha - De que formas eles influenciam as suas tiras?
Montanaro - Do humor estranho do Liniers, por exemplo, eu gosto muito e acaba passando pra o que eu faço. As situações surreais que o Laerte cria, ainda mais ultimamente, também acabam me influenciando.
| Divulgação | ||
Livraria da Folha - Como é manter o trabalho de cartunista com escola e também ter tempo pra se divertir com os amigos?
Montanaro - Dá tempo, porque eu não preciso entregar charges todo dia. Eu estou começando a fazer as charges de sábado para a Folha e fazia algumas para a [revista] MAD, mas não tem uma carga muito grande de trabalho. Até mesmo no meu blog, eu coloco umas duas por semana, mesmo que em alguns dias eu tenha colocado mais de uma.
Livraria da Folha - O que você pensa em estudar depois do colégio?
Montanaro - Rapaz, eu não sei dizer. Talvez publicidade por ser algo que eu possa fazer piadinhas, me divertir e fazer coisas criativas ou artes. Não sei ainda.
Livraria da Folha - Como você se imagina em dez anos?
Montanaro - Dez anos... Nossa, vou ter 24. Eu imagino que eu continue assim como eu estou hoje, fazendo tirinhas, charges, me divertindo.
Livraria da Folha - Como você começou a vender suas tiras e charges?
Montanaro - Foi meio que um efeito dominó. Eu não publicava nada até entrar na MAD pelo Ota [Otacílio d'Assunção] que era editor da revista na época. Foi com ele que eu aprendi muito da parte técnica, como trabalhar com quadrinhos e numa publicação. O editor novo, Rafael Fernandes, também me apoiou e depois nem sei como as minhas tiras foram mandadas pra Folha e eu comecei a fazer coisas pra Folhinha. Eu mesmo tinha antes mandado vários e-mails pra Folha com tirinhas minhas, mas nunca tinha dado em nada.
| Divulgação | ||
Livraria da Folha - Você desenha só à mão ou também no computador?
Montanaro - Eu não uso Photoshop, porque só sei usar o básico do básico mesmo. Eu faço tudo à mão e depois só escaneio.
Livraria da Folha - Que toques você daria para os meninos e meninas que desenham?
Montanaro - Copiar muito de todos os cartunistas que gosta. É engraçado que quanto mais você copia, mais aparece o seu estilo próprio.
Livraria da Folha - E para ter suas charges ou quadrinhos publicadas em jornais ou revistas como você?
Montanaro - Não sei o quanto ajudou, mas eu sempre fui cara de pau e mando e-mail sem parar pra todo mundo. Eu já mandei muitas imagens pra desenhistas que eu gostei com tiras minhas pra perguntar o que achavam, esse tipo de coisa.
Livraria da Folha - O que vai ter no "Cócegas no Raciocínio", que vai ser lançado em agosto?
Montanaro - Vai ter um amontoado de tiras do blog, esquetes e rascunhos. Algumas coisas que já saíram no blog, mas bastante coisa inédita também.
folha online
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Como Conviver com a Hipertensão
Série Saúde Natural
Como Conviver com a Hipertensão
Saiba como Controlar a Pressão Alta com Exercícios, Alimentação Equilibrada e Métodos Alternativos
1a. edição, 2009Sarah BrewerPublifolhaVeja ficha completa | Prazo de entrega (saiba mais) |
De: Por: R$ 39,20 | |
Sinopse
Escrito pela especialista em saúde natural Sarah Brewer, este livro reúne diferentes programas que aliam plano de exercícios, 50 receitas de pratos saudáveis e métodos alternativos para controlar a hipertensão de forma eficaz e segura.Aqui, a autora explica as causas da doença e mostra como fazer o diagnóstico e o rastreamento da pressão alta sem complicações. Além disso, apresenta diversos métodos naturais que auxiliam o tratamento e um questionário, que indica o melhor programa para cada leitor.
No site Livraria Folha:(http://livraria.folha.com.br)
Receitas Especiais Sem Glúten, Sem Trigo ou Sem Laticínios
Receitas Especiais S
em Glúten, Sem Trigo ou Sem Laticínios
1a. edição, 2009Grace CheethamPublifolhaVeja ficha completa | Prazo de entrega (saiba mais) |
| De: Por: R$ 31,92 | |
Sinopse
Um guia que apresenta 100 receitas saudáveis e saborosas, especialmente elaboradas para quem tem restrição alimentar a glúten, trigo ou laticínios. A autora reúne opções criativas para cafés da manhã energéticos, almoços completos, jantares leves, lanches, além de deliciosos bolos e sobremesas tradicionais.
Todas as receitas são feitas com ingredientes nutritivos e frescos. A obra é indicada não só para quem sofre de alguma alergia, mas também para quem quer manter uma dieta mais equilibrada que ajuda a desenvolver vitalidade e bem-estar sem perder a criatividade e o sabor dos pratos.
Assuntos relacionados
Do Site da Livraria Folha(http://livraria folha .com.br)
quarta-feira, 31 de março de 2010
Conheça os centenários da Sardenha
Conheça os centenários da Sardenha e seus segredos de longevidade; leia trecho
da Livraria da Folha
Quando completam 100 anos, os habitantes da Sardenha, ilha italiana, recebem uma carta do papa felicitando a data. O jornalista Ben Hills, famoso na Austrália, foi conferir por que os moradores desse ponto do Mediterrâneo têm mais chances do que qualquer outra pessoa no mundo de chegar a um século de vida. Ele investigou a alimentação e outros hábitos da rotina dos simpáticos idosos sardos para escrever o livro "A Ilha dos Anciãos - Os Segredos dos Centenários da Sardenha"
| Divulgação |
| Livro mostra os segredos dos centenários da Sardenha |
Uma saudação sarda é "A kent'annos" ("Que você viva cem anos"). Não é marketing. Os habitantes de um grupo de aldeias remotas nas montanhas centrais da Sardenha têm duas ou três vezes mais probabilidade de alcançar um centenário do que qualquer outro povo da Terra. Em certo momento, cinco das 40 pessoas mais velhas do mundo viviam lá, incluindo o homem mais idoso, Antonio Todde, que morreu com 112 anos.
"Qual é o seu segredo? Será algum 'gene da longevidade' herdado de seus misteriosos ancestrais neolíticos, os construtores dos nuraghe, curiosas fortalezas de pedra que ainda montam sentinela no alto dos morros por toda a ilha? Será sua dieta frugal de produtos orgânicos, cheio de antioxidantes, como o resveratrol no potente vinho Cannonau da Sardenha? Será o legado de uma vida de trabalho duro em um ambiente puro e sem estresse, longe das chaminés da Europa industrial? Deus terá influência nisso, como acreditam muitos sardos? É a atitude deles em relação à vida, uma alegre determinação a enfrentar o que vier pela frente? Ou os calorosos laços da vida em família, as comunidades integradas em que eles vivem, em que os idosos são tratados com respeito, em vez de ser afastados em asilos? Será tudo isso? Ou nada? Simplesmente tive de ir lá para descobrir", conta o jornalista, na introdução do livro.
Ele entrevistou 24 idosos ("se somar a idade deles, chegará a quase 2 milênios e meio"), além de suas famílias, amigos, médicos, cientistas e sociólogos. Foram dois meses viajando mais de mil quilômetros, na primavera de 2007. Hills foi acompanhado pela fotógrafa Mayu Kanamori, que retratou os centenários, inclusive uma mulher na comemoração do seu 109º aniversário.
Leia abaixo um trecho do livro "A Ilha dos Anciãos - Os Segredos dos Centenários da Sardenha". "A kent'annos"
*
Poderia haver alguma verdade científica na crença disseminada de que o vinho tinto --especialmente os da Sardenha-- é não apenas agradável e sociável, como também nos ajuda a viver mais? Desde tempos antigos os benefícios do vinho foram cantados por poetas, filósofos, soldados e médicos igualmente, mas até há pouco se acreditava que seus benefícios para a saúde se devessem mais ao fato de que o vinho (e a cerveja em climas mais setentrionais) tinha menor probabilidade de envenená-lo do que a água dos poços, cheia de bactérias. Em Esparta, os bebês recém-nascidos eram banhados em vinho tinto, embora, do ponto de vista gastronômico, tudo piorasse a partir daí, porque sua dieta básica era sopa feita de pão preto, sangue de porco e vinagre. Hipócrates, o pai da medicina moderna, escreveu que "o vinho é o melhor produto da humanidade porque pode ser bebido com boa e má saúde, mas moderadamente". Depende do que se quer dizer com moderadamente, é claro. Júlio César dava a seus centuriões um litro de vinho por dia para fortificá-los e protegê-los de infecção intestinal. Antes de enviá-los à batalha a ração era aumentada para dois litros por dia. Paracelso, o médico suíço do século XVI, escreveu sabiamente que "O vinho é um alimento, um remédio e um veneno. Tudo é uma questão de dose".
O primeiro estudo científico moderno que apontou os benefícios do vinho foi o de Framingham Heart, nos Estados Unidos, que teve excepcional importância porque é ao mesmo tempo o mais prolongado e um dos mais amplos estudos epidemiológicos já realizados. Ele começou em 1948 com o recrutamento de 5 mil pessoas entre 30 e 62 anos na cidade de Framingham, perto de Boston, Massachusetts, e continua sendo feito 60 anos depois. Todo ano os sobreviventes e alguns de seus filhos e netos passam por um exame médico e preenchem extensos questionários que detalham cada aspecto de seu estilo de vida, para tentar localizar os fatores do risco para doença cardíaca e derrame. Foi a partir desse estudo que os cientistas encontraram evidências de fatos que hoje consideramos estabelecidos. A pressão sanguínea alta, os altos níveis de colesterol, fumar, a obesidade, a diabetes e a falta de exercício aumentam o risco de infarto e, por extensão, de uma morte prematura. E no início dos anos 1970 o estudo Framingham mostrou pela primeira vez de maneira conclusiva que o consumo moderado de álcool era bom para as pessoas. Quem bebia sofria 56% menos mortes de doença coronariana do que quem não bebia. "Moderado" significa uma ou duas doses-padrão por dia. Mas "bebida" em uma cidade pequena da costa leste dos Estados Unidos provavelmente significará cerveja ou aguardente --e como chegamos daí ao vinho tinto?
Na década de 1980 os pesquisadores começavam a falar no chamado paradoxo francês. Dados demográficos pareciam mostrar que, apesar de ingerirem muito mais creme de leite, manteiga, queijo e outras gorduras saturadas "insalubres" - quatro vezes mais manteiga por pessoa do que os americanos--, os franceses tinham apenas um terço do índice norte-americano de morte por doença coronariana. Em 1991, o famoso programa de atualidades dos EUA "60 Minutes" salientou isso e citou estudos científicos indicando que talvez o alto consumo de vinho tinto na França --os franceses bebem quase cinco vezes mais vinho que os americanos-- fosse a chave do paradoxo. Esse programa de tevê desencadeou o maior boom na indústria vinícola americana: o consumo de vinho tinto saltou 50% quase do dia para a noite; mas ainda não sabemos se houve uma queda correspondente no número de mortes por infarto.
Naturalmente, há os que ainda discordam da tese. Alguns estudos mostraram --sacrilégio-- que pode ser o próprio álcool que inibe a doença cardíaca, e que uma lata de cerveja ou uma dose de vodca barata podem ser tão boas quanto uma taça do legendário Domaine de la Romanée-Conti 1934. Outros contestam os dados e afirmam que mais recentemente os índices de doença cardíaca na França têm se igualado aos de seus vizinhos. A França fica na verdade atrás de países como Itália, Espanha e até a Noruega, onde se bebe schnapps, na lista de longevidade da Organização Mundial de Saúde, e os homens franceses morrem mais jovens do que os de qualquer outro país europeu, mas a indústria de vinhos não vai me agradecer por divulgar essa anomalia.
Também foi indicado que outros países, como o Japão, têm índices ainda menores de doença cardíaca que a França, mas quase não consome vinho. E, talvez, se é que há um paradoxo, isso se deva a algo totalmente diferente: os franceses se demoram mais nas refeições e fazem delas uma ocasião mais social. Eles têm mais respeito por ingredientes frescos e compram menos comida industrializada, comem mais moderadamente e têm menor probabilidade de ser obesos, não consomem tanto açúcar ou gordura animal (em oposição aos laticínios), bebem muita água e caminham bastante. Tudo o que podemos dizer é que o júri ainda não decidiu se existe mesmo um Paradoxo Francês.
*
"A Ilha dos Anciãos - Os Segredos dos Centenários da Sardenha"
Autor: Ben Hills
Editora: Prumo
Páginas: 312
Quanto: R$ 38,90
Onde comprar: 0800-140090 ou na Livraria da Folha
Compartilhe
sábado, 27 de março de 2010
O cachorrinho mais conhecido do Discovery Kids incentiva a garotada

27/03/2010 - 11h25
Ensine o alfabeto às crianças com novo livro da coleção "Doki Descobre"
da Livraria da Folha
Divulgação
O cachorrinho mais conhecido do Discovery Kids incentiva a garotada
O personagem central da série é um cachorrinho muito curioso, que adora aprender coisas novas e ensiná-las a seus amigos. Lançados agora pela Editora Fundamento, mais dois livrinhos com suas aventuras integram a coleção.
"Doki: Aprender a Ler e a Escrever" apresenta o alfabeto aos leitores, mostra como se formam as palavras e incentiva a escrever. O outro, "Doki: O Fundo do Mar", revela aos pequenos bichinhos que eles ainda não conhecem muito bem: polvos, lulas, arraias, tubarões!
As crianças também podem aproveitar da companhia de Doki para aprender a somar e multiplicar com "Doki: Primeiras Contas", para conhecer tudo sobre animais com "Doki: Bichinhos" e até mesmo se convencer de que tomar banho e escovar os dentes pode ser muito gostoso, com a leitura de "Doki: Limpinho e Cheiroso".
Monte sua biblioteca com livros da coleção "Doki Descobre".
Compre pelo site da Folha:
sexta-feira, 26 de março de 2010
Livraria Folha divulga novos livros:
Livro de crochê ganha prêmio de mais estranho; veja obras curiosas
da Livraria da Folha
| Siga a Livraria da Folha no Twitter |
Todos os anos, a revista britânica "Bookseller" entrega o Diagram Prize, que premia os livros com títulos mais estranhos lançados no mercado internacional. Este ano, o vencedor, com 42% dos votos, foi "Aventuras de Crochê com Planos Hiperbólicos", de Daina Taimina. Mais de 4,5 mil leitores votaram para eleger o vencedor.
| Divulgação |
| Capa do livro vencedor do concurso de título mais estranho da revista "Bookseller" |
Em segundo lugar ficou o título "Que Tipo de Feijão é este Chihuahua?", por Tara Jansen-Meyer, que ficou com 30% dos votos, seguido por "Colheres de Coleção do Terceiro Reich", de James A Yannes, com 11%.
Entre os outros concorrentes estiveram títulos como "Pensamentos de um Caçador de Minhocas", "Avanços na Química e Tecnologia das Batatas", "Um História Intelectual do Canibalismo", "Bacon: Uma História de Amor", "Eu Parei de Chupar o Dedo... Porque não Posso Parar de Beber?", "Mickey Mouse, Hitler e a Alemanha Nazista" e o único concorrente lançado no Brasil: "Orgulho e Preconceito e Zumbis".
Conheça alguns livros com títulos que podem ser vistos como esquisitos no Brasil.
-
| Divulgação |
| Obra satirizou o descaso da sociedade irlandesa com a miséria |
"Manual para Fazer das Crianças Pobres Churrasco"
Poema satírico do século 18 escrito por Jonathan Swift, autor de "As Viagens de Gulliver".
Na obra, o autor critica o descaso da sociedade com a miséria na Irlanda. Com sua língua afiada, ele sugeriu "se não podemos alimentá-las, vamos comê-las".
Por um bom preço, claro. "Admito que esta comida será um tanto cara, e sendo assim, muito apropriada para Senhores de terra que, tendo já devorado a maioria dos pais, parecem ter maiores Direitos sobre os filhos.
A edição nacional traz um prefácio de Clarah Averbuck que mostra as surpreendentes similaridades da Irlanda de 1738 e o Brasil de hoje em dia.
-
| Divulgação |
| Após milagres, Jesus disputa o comando da Casa Branca, nos EUA |
Na trama, Jesus resolve se candidatar ao cargo de presidente dos Estados Unidos e começa sua campanha fazendo dois milagres no país: devolve a vida a uma criança pobre que cai do terceiro andar de um prédio e, depois, cura uma menina rica de uma doença grave.
A equipe do Partido da Divindade percorre os Estados Unidos de costa a costa. A cada discurso, Jesus consegue atrair mais pessoas para o seu lado e, ao mesmo tempo, desperta os piores sentimentos em seus opositores.
Por meio desta história divertida e comovente, Roland Merullo pinta um retrato de nossa sociedade e nos mostra que quase nada mudou nos últimos dois mil anos, que ainda cometemos os mesmos erros e vivemos a mesma intolerância cultural, étnica e religiosa. Ele nos faz ver o mundo que temos e o que poderíamos ter.
-
| Divulgação |
| Suas excentricidades e suas teorias são faces do mesmo rosto |
"A Vida Sexual de Immanuel Kant"
O que esconde a aparentemente plácida rotina de Immanuel Kant? Seus proverbiais hábitos metódicos e castidade seriam de alguma forma ligados à sua filosofia?
De maneira tão original quanto apaixonante, este livro tenta mostrar que a vida e a obra de Kant não podem ser dissociadas: as excentricidades do filósofo e seu pensamento são faces de um mesmo rosto.
Virgem de 80 anos, Kant vira alvo de brincadeira biográfica
-
| Divulgação |
| Aprenda a caçar assombrações com um caça-fantasma de verdade |
Há algo estranho na sua vizinhança. Quem você vai chamar?
Enquanto os Caça-Fantasmas não abrem uma filial brasileira, os leitores que gostam de por a mão na massa podem tomar para si a tarefa se livrar das assombrações. Como o próprio subtítulo diz, este livro é um "guia prático para prospecção, identificação e comunicação com fantasmas".
A obra responde perguntas como: o que é um Fantasma? Por que eles aparecem? Como eles se manifestam? O que significa identificar e ficar frente a frente com um deles?
O pesquisador paranormal Joshua P. Warren, que estuda o tema há 30 anos, ensina as técnicas científicas que utiliza para identificação de energias sobrenaturais e comunicação com os mortos.
-
| Divulgação |
| Toupeira enfurecida investiga fezes de diferentes animais em busca do culpado |
"Da Pequena Toupeira que Queria Saber Quem Tinha Feito Cocô na Cabeça Dela"
O titulo deste livro não deixa a menor dúvida quanto ao tema tratado. Numa manhã, quando ia saindo de sua toca, a toupeirinha percebe que alguém fez cocô em sua cabeça. Mas quem teria feito tal coisa?
Para esclarecer o enigma, ela interroga todos os animais que vai encontrando pelo campo: o cavalo, a pomba, a vaca, o porco... Para se inocentar, eles exibem os respectivos cocôs à toupeira: há de todos os tamanhos, formatos e consistência... Até que, finalmente, graças à ajuda de duas moscas --grandes especialistas no assunto--, a toupeira encontra o culpado e dá um jeito de se vingar.
Nesta nova edição, com capa dura e papel resistente, as crianças poderão interagir com as cenas manipulando puxadores e se divertir com as dobraduras, o que torna o volume ainda mais atraente para elas.
-
| Divulgação |
| Autor estuda a fragilidade do corpo ao longo da história de sua família |
"A Única Certeza da Vida É que um Dia Você Vai Morrer"
De título bem pouco animador, o livro é uma meditação muito pessoal sobre a mortalidade, e explora nossa existência de "carne e osso" do berço ao esquecimento. Paradoxalmente, essa análise do tema nos leva a uma renovada e profunda apreciação da vida.
Shields investiga os "fatos" da vida desde a gestação e oferece ao leitor uma perspectiva surpreendente do ser humano, ao lançar uma nova visão a respeito da infância, da adolescência, da juventude, da meia-idade e da terceira idade. Combina tudo isso com dados biológicos, fragmentos filosóficos e culturais e citações de uma vasta e memorável gama de autores e de pensadores que vão de Lucrécio a Woody Allen.
-
| Divulgação |
| Um ensaio bem-humorado sobre a nossa relação com os livros |
O que é a leitura e para que serve? Neste ensaio lúdico e provocador, Pierre Bayard categoriza os livros: os que não lemos, os que folheamos, aqueles dos quais ouvimos falar e os esquecidos. Nem se fala ainda dos poucos que lemos e dos quais nos lembramos.
O primeiro passo para o desenvolvimento saudável de um leitor, segundo ele, é descartar a vergonha. Na verdade, todos os tipos de leitura e de não-leitura servem para nos ajudar a entender o mundo, a nos relacionarmos com fragmentos de informação.
Aqui, os exemplos de leitura são ecléticos: o grande ensaísta francês Michel de Montaigne fazia anotações na última página dos livros, do contrário esquecia por completo o conteúdo. Uma tribo africana questiona o texto de Hamlet de Shakespeare por não acreditar em fantasmas, e este é um exemplo de que às vezes a estranheza rende um entendimento mais rico.
O livro, Bayard nos lembra, não é ferramenta para angariar cultura ou impressionar os outros, e sim uma forma de encontrar a si mesmo.
Professor de literatura ensina como falar sobre livros que você não leu
-
| Divulgação |
| Livro investiga a relação do homem com o divino de forma lúdica |
"Explicando Deus Numa Corrida de Táxi"
O autor alia síntese e charme para examinar a relação do homem com o divino de maneira objetiva e inteligente, durante o percurso de uma corrida de táxi.
Sem a moral das religiões estabelecidas, o livro discute espiritualidade e crenças, e faz com que o leitor embarque na polêmica em torno do que está além da vida e do que nos sustenta diante da morte.
Também sem o uso de sermões e promessas, Paul Arden provoca a reflexão tanto de religiosos e espiritualistas quanto daqueles que se consideram ateus.
| Divulgação |
| De bombons envenenados à balas de revólver, uma "loja suicida" |
Imagine uma loja onde são vendidos, há dez gerações, todos os produtos possíveis e imagináveis para se suicidar.
As opções são infinitas: desde bombons envenenados até balas de revólver e cordas de enforcamento. Esta é a famosa Loja dos Suicidas da família Tuvache.
Conheça a loja que vende artigos de suicídios para todos os gostos
-
| Divulgação |
| Saiba proteger você e sua família de uma invasão dos mortos-vivos |
"Guia de Sobrevivência aos Zumbis"
Poucas coisas são mais desagradáveis do que se ver cercado por mortos-vivos querendo degustar o seu cérebro e não estar devidamente preparado para a ocasião. É melhor parecer paranóico hoje do que ser devorado amanhã!
O livro é o companheiro perfeito para o sobrevivente preocupado em manter a segurança de si mesmo e de sua família. Ele traz sugestões de armas e técnicas de combate e ensina a proteger sua casa desses visitantes indesejados. Descreve os erros mais comuns de quem tenta escapar e mostra os cuidados a serem tomados para evitar a morte ou captura.
São listados os meios de transporte adequados, as formas de planejar a jornada, o equipamento que deverá ser levado e as regras de comportamento para cada tipo de terreno. O autor Max Brooks foi escritor do programa "Saturday Night Live" e é filho do comediante Mel Brooks.
Onde comprar: 0800-140090 ou na Livraria da Folha pelo site
Livro para os Fãs de Freddie Mercury:
Amigo e braço direito de Freddie Mercury vem ao Brasil conversar com fãs do Queen
da Livraria da Folha
| Divulgação |
| Livro traz 37 fotos de Mercury com amigos em festas animadas |
| Siga a Livraria da Folha no Twitter |
O inglês Peter Freestone, autor de "Freddie Mercury - Memórias do Homem que o Conhecia Melhor", visitará o Brasil em abril para conversar com os fãs sobre o líder do Queen, que morreu em 24 de novembro de 1991, em Londres, aos 45 anos, de Aids.
Ele foi um dos amigos mais próximos do cantor, para quem trabalhou como assistente pessoal durante 12 anos.
"Fui faz-tudo, garçom, mordomo, criado pessoal, secretário, copistas, camareiro, babá (sendo ele o bebê) e conselheiro sentimental. Fazia compras para ele tanto em supermercados quanto nos mercados de arte. Viajava pelo mundo com ele e estive presente nos altos e baixos. Vi os fluxos de veios criativos como também a frustração de quando a vida não estava indo bem. Agi como seu guarda-costas quando foi necessário e, no final, é claro, fui um de seus enfermeiros", escreve Freestone no livro.
"Freddie Mercury - Memórias do Homem que o Conhecia Melhor" foi lançado em 2009 no Brasil pela editora Madras, que anunciou, nesta sexta-feira (26), que Freestone estará em São Paulo no próximo dia 10 de abril, às 15h30, conversando com os fãs na av. Paulista, 509, perto da estação Brigadeiro do Metrô.
Segundo a Madras, a conversa vai contar com a presença dos fãs representantes de Mercury no Brasil, como Lady Taylor, Lucas Marques, Antonio Henrique Seligman, Ana Queen e ó sósia Roberto Mercury.
Neste ano, a editora Planeta também lançou uma biografia sobre o líder do Queen. "Freddie Mercury" foi escrito pelo jornalista Selim Rauer, nascido em Paris. A obra traz 11 fotos de Mercury principalmente no palco ou em camarins.
Já "Freddie Mercury - Memórias do Homem que o Conhecia Melhor" tem mais fotos (37), mas as imagens são mais pessoais com o vocalista da banda em situações mais privadas, como em festas com amigos, dividindo uma banheira quente com outros três colegas, cortando o cabelo. Uma das imagens, de 1981, mostra Mercury na cama, comendo em uma tigela, hipnotizado pela atitude blasé de seus dois gatos. O título da obra cintila como um letreiro. Há ainda um epílogo em homenagem a Michael Jackson, um ícone tão pop quanto Freddie Mercury. No texto, o autor descreve o encontro dos dois, detalhes como o pedido por um cinzeiro para Freddie depositar as cinzas do seu cigarro. Não havia cinzeiro na mansão de Michael.
*
Autores: Peter Freestone, David Evans
Editora: Madras
Páginas: 272
Quanto: R$ 39,90
Onde comprar: 0800-140090 ou na Livraria da Folha
Livro Infantil de Marcelo Tas
Marcelo Tas planeja "parir" livro infantil após sucesso com frases de Lula
FABIANA SERAGUSA
colaboração para a Livraria da Folha
O sucesso com "Nunca Antes na História Deste País" (Panda Books) foi tão grande que Marcelo Tas planeja colocar em prática um projeto mais do que especial. "Minha meta agora é realizar um sonho que acalento há mais de dez anos: parir um livro para crianças", conta em entrevista à Livraria da Folha. Mas o conteúdo ainda é "segredíssimo".
Marcelo Tas reúne em livro frases polêmicas e engraçadas de Lula; leia trecho
Marcelo Tas diz que Lula é "gênio do ilusionismo" e publica livro com frases do presidente
| Divulgação/Folha Imagem |
| Jornalista Marcelo Tas reuniu frases engraçadas e polêmicas do presidente Lula, e dividiu o livro em capítulos com suas "profissões" |
Publicado em novembro do ano passado, "Nunca Antes..." já ultrapassou a marca de 23 mil exemplares vendidos. Este primeiro livro de Tas reúne as frases mais polêmicas e engraçadas de Lula, com comentários ainda mais divertidos e irônicos sobre cada uma das declarações.
Na parte final do livro, o apresentador do "CQC" deixou três páginas em branco para que o leitor incluísse as novas pérolas do presidente. "Muitos me escrevem dizendo que reservei pouco espaço. O presidente iniciou 2010 com a língua solta."
Com tanto "material" disponível, será que Tas já teria frases suficientes para um segundo volume de "Nunca Antes..."? "Sim, têm novas frases extraordinárias. Lula promovendo a paz entre judeus e palestinos, chamando o pessoal da Jordânia de 'turcos', e agora se colocou como editor-chefe da mídia nacional: 'Vocês escrevem errado enquanto dou oportunidade para vocês escreverem o que é certo!'".
Fonte:Livraria da folha.
Folha on Line
segunda-feira, 22 de março de 2010
Prefira frases curtas, evite adjetivos, ensina "A Arte de Escrever Bem"
Prefira frases curtas, evite adjetivos, ensina "A Arte de Escrever Bem"
da Livraria da Folha
Prefira frases e palavras curtas. Ponha as sentenças na forma positiva. Opte pela voz ativa. Escolha termos específicos. Use palavras concretas. Limite os adjetivos. Persiga a frase enxuta. Seja conciso. Corra atrás da frase harmoniosa. Busque a clareza e o máximo de legibilidade.
| Divulgação |
| Autoras usam até bom humor nas dicas de como redigir melhor |
Essas são dicas do livro "A Arte de Escrever Bem - Um Guia para Jornalistas e Profissionais do Texto", das jornalistas Dad Squarisi e Arlete Salvador, para melhorar a redação de um texto.
O volume de 112 páginas também dedica um capítulo para os gêneros jornalísticos, com conselhos para a elaboração de reportagens factuais e especiais, entrevista pingue-pongue (pergunta e resposta), perfis de entrevistados, editoriais, colunas, análises, entre outros tipos de texto.
As autoras também descrevem as rotinas jornalísticas, como a pressão do fechamento (horário final para entrega das reportagens), as intervenções dos editores e os erros comuns cometidos pelos profissionais da palavra.
Citações de diversos jornalistas, escritores e pensadores abrem cada bloco de texto ao longo do capítulo. São reproduzidas algumas notícias publicadas em veículos como Folha, "Correio Braziliense", "Veja" e "Época", para exemplificar algumas lições.
Apesar de destacar na capa que se trata de um guia para jornalistas, o livro traz ensinamentos de redação úteis a quem busca causar uma boa impressão com as palavras, seja em uma reportagem ou trabalho escolar, seja em um e-mail.
Um trecho interessante está na página 51, na qual as autoras ensinam como testar a legibilidade de um texto. Elas reproduzem uma receita do jornalista Alberto Dines.
São seis passos: 1. Conte as palavras do parágrafo. 2. Conte as frases (cada frase termina por ponto). 3. Divida o número de palavras pelo número de frases. Assim, você terá a média de palavra/frase do texto. 4. Some a média da palavra/frase do texto com o número de polissílabos. 5. Multiplique o resultado por 0,4 (média de letras da palavra na frase de língua portuguesa). 6. O produto da multiplicação é o índice de legibilidade.
Possíveis resultados: 1 a 7: história em quadrinhos. 8 a 10: excepcional. 11 a 15: ótimo. 16 a 19: pequena dificuldade. 20 a 30: muito difícil. 31 a 40: linguagem técnica. Acima de 41: nebulosidade.
O livro dá exemplos práticos da eficácia desse teste: "Se o resultado ficou acima de 15, abra o olho. Facilite a vida do leitor. Você tem dois caminhos. Um: diminua o tamanho das frases. O outro: mande algumas proparoxítonas dar umas voltinhas por aí. O melhor: abuse de ambos."
*
"A Arte de Escrever Bem"
Autoras: Dad Squarisi, Arlete Salvador
Editora: Contexto
Páginas: 112
Quanto: R$ 27,00
Onde comprar: 0800-140090 ou na Livraria da Folha
Homossexualismo em São Paulo E Outros Escritos 1a. edição, 2005
Homossexualismo em São Paulo
E Outros Escritos
1a. edição, 2005José Fábio Barbosa da SilvaEditora UnespVeja ficha completa | Prazo de entrega (saiba mais) |
| De: Por: R$ 29,99 | Para comprar por telefone,
ligue para 0800 140090, de 2ª a 6ª, das 9h às 21h, e aos sábados, das 10h às 16h. |
Sinopse
Esta obra é um estudo precursor sobre o mundo homossexual em São Paulo, apresentado como monografia em 1960 pelo sociólogo Barbosa da Silva, orientada por Florestan Fernandes, e apresentada a uma banca composta pelo orientador, por Otavio Ianni e Fernando Henrique Cardoso.
O livro traça o perfil da comunidade homossexual na cidade de São Paulo na época, incluindo hábitos, concentração no espaço urbano, perspectivas e frustrações, além de vocabulário característico. Reúnem-se ensaios que discutem e atualizam a monografia e relatos dos percalços em localizar e resgatar seus originais.
Ao analisar o meio acadêmico da época e mostrando como o conhecimento sobre o ambiente intelectual e social em que viveu o autor ajuda a entender como se deu a incorporação da homossexualidade pelo olhar sociológico no Brasil, completam este livro dois artigos, considerados clássicos. O primeiro, com o mapeamento das territorialidades marginais de São Paulo; o segundo, um estudo da importância da criação de novas identidades e formas de organização da comunidade homossexual.
Assuntos relacionados
Economize com nossos combinados
| José Fábio Barbosa da Silva |
| Sérgio Ripardo | De: Você economiza: R$ 27,92 |
|---|
| José Fábio Barbosa da Silva |
| Denilson Lopes | De: Você economiza: R$ 8,01 |
|---|
Conheça também
Título: Homossexualismo em São Paulo
Subtítulo: E Outros Escritos
Organizador: James Naylor Green, Ronaldo Trindade
Autor: José Fábio Barbosa da Silva
Editora: Editora Unesp
Ano: 2005
Idioma: Português
ISBN: 978-85-7139-589-3
Especificações: Brochura | 210 x 140 | 342 páginas
Peso: 420g
Últimos produtos vistos
|
| José Fábio Barbosa da Silva De: |
Veja obras sobre a vida e paixão pelos livros do bibliófilo José Mindlin da Livraria da Folha
Veja obras sobre a vida e paixão pelos livros do bibliófilo José Mindlin
da Livraria da Folha
José Mindlin foi um dos maiores divulgadores da paixão pela literatura em um país que amarga altos níveis de analfabetismo e baixos de leitura. Começou a formar a sua biblioteca pessoal aos 13 anos e se tornou dono da maior coleção particular do Brasil. Em 2009, doou cerca de 45 mil volumes, entre coleções e folhetos, para a Brasiliana USP, no campus da universidade, em São Paulo.
Veja abaixo algumas das principais obras sobre esse personagem que dedicou a sua vida à literatura.
| Divulgação |
| Obra traz DVD com entrevistas com Mindlin e diversos colaboradores |
"José Mindlin, Editor (c Dvd)"
Lançada em 2004 para comemorar o nonagésimo aniversário do editor e bibliófilo, este catálogo apresenta os livros que tiveram o seu apoio seja no processo de edição, seja no processo ou na concepção.
José Mindlin, além editor, era o idealizador de projetos que o interessava. Sempre buscou captar recursos - quando não patrocinava de seu próprio bolso uma obra.
A plasticidade gráfica das obras sempre foi de extrema preocupação para o editor. O livro contém todas as capas e fichas técnicas dos livros, separadas cronologicamente. O DVD que acompanha "José Mindlin, Editor (c Dvd)" é dividido em 7 partes, contém uma entrevista com Mindlin, relatos de editores e é complementar ao livro.
| Divulgação |
| Projeto que reitera o compromisso com a preservação do acervo |
A Universidade de São Paulo guarda um extraordinário acervo bibliográfico e documental sobre assuntos brasileiros, do qual as magníficas coleções reunidas na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin e no Instituto de Estudos Brasileiros formam um conjunto sem igual no âmbito acadêmico nacional e internacional.
É a partir delas, pela via da "Brasiliana Usp", que a Universidade novamente reitera o compromisso de colocar seu legado a serviço das futuras gerações.
Fiel à visão dos construtores de sua sólida sustentação e inigualável substância, o Projeto atende ao que temos por irrecusável responsabilidade: ampliar o acesso universal e irrestrito aos acervos documentais por cuja guarda, preservação e uso social somos responsáveis.
| Divulgação |
| Mindlin compartilha suas leituras e cita seus escritores fundamentais |
Leitor e colecionador voraz, José Mindlin começou a montar sua biblioteca particular ainda na adolescência.
Passadas décadas, ele adquiriu um acervo invejável, com cerca de trinta mil volumes que abrangem desde a não-ficção histórica até a poesia.
Em "No Mundo dos Livros", o autor compartilhar suas leituras favoritas e quais os escritores que considera fundamentais para qualquer um que se diga um amante dos livros.
| Divulgação |
| Seis contos de Machado de Assis são comentados por José Mindlin |
"Seis Contos Escolhidos e Comentados por José Mindlin"
Este livro promove um encontro único, no qual o maior bibliófilo brasileiro seleciona e discorre --em entrevista ao jornalista Manuel da Costa Pinto.
Aqui, Mindlin fala sobre seus contos preferidos do mais celebrado nome de nossa literatura: Machado de Assis.
Os contos abordados são: "A Cartomante", "Missa do Galo", "Uns Braços", "Primas de Sapucaia!", "Um Homem Célebre" e "O Enfermeiro" -- presentes integralmente no volume.
Livro da coleção "Sabor Literário", que apresenta ao leitor brasileiro pequenas pérolas dos grandes autores da literatura mundial.
| Divulgação |
| Traz cartas do século 17 ao século 20 sobre política, literatura e arte |
"Cartas da Biblioteca Guita e José Mindlin"
Este livro traz cartas do século 17 ao século 20, abrangendo política, literatura, música, artes plásticas e histórias de viajantes, como se fossem pequenas pinceladas da trajetória político-cultural brasileira.
Algumas das cartas são engraçadas, outras insólitas, algumas são melancólicas ou meramente curiosas, e, para que todas possam ser devidamente saboreadas, cada uma traz um texto elucidativo, mas informal, que permite certa intimidade entre o leitor e o missivista.
As cartas mais antigas recuperam a memória de tempos coloniais: o cenário político e a família real estão muito bem representados em cartas de Dom Pedro I, Dom Pedro II, Carlota Joaquina, José Bonifácio, entre outras personalidades.
Naturalmente, a literatura, grande paixão de José Mindlin, é fartamente retratada: há correspondências de Machado de Assis, Euclides da Cunha, Lima Barreto, Monteiro Lobato, Carlos Drummond de Andrade, Gilberto Freyre, Vinicius de Moraes, Ariano Suassuna, Antonio Candido.
O livro ainda resgata, em especial, os tempos de efervescência cultural do grupo modernista, representado, aqui, por Rubens Borba de Moraes, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Heitor Villa-Lobos, Yan de Almeida Prado, Sérgio Milliet, entre outros.
| Divulgação |
| Lembranças da infância narradas em 1ª pessoa e de forma coloquial |
Com simpatia e afeto, o autor vai puxando os fios de suas lembranças mais antigas, do nascimento (em 1914) até os 10 anos.
Suas peripécias da infância são narradas em 1ª pessoa e de forma coloquial, muitas delas tendo como pano de fundo acontecimentos históricos importantes (como a Primeira Guerra Mundial e a Revolução de 1924 em São Paulo) e com a participação de personagens marcantes da época (a bailariana Anna Pavlova e o presidente Washington Luiz, por exemplo).
Ao mesmo tempo em que são datados, os episódios ressaltam características infantis atemporais, construindo com muita graça uma ponte entre a infância de hoje e a de nove décadas atrás.
No lugar de lições de moral, nota-se a sincera vontade de compartilhar sentimentos comuns às crianças: o prazer de decifrar segredos do mundo dos adultos e de testar a paciência deles, o orgulho dos pais, a implicância com os professores, a delícia de soltar tiradas constrangedoras para os adultos...
| Divulgação |
| Edição de luxo composta por dois volumes mostra os destaques comentados do acervo |
"Destaques da Biblioteca Indisciplinada de Guita e José Mindlin"
A maior biblioteca particular do Brasil precisava de uma obra que a retratasse à altura. Destaques da Biblioteca InDisciplinada de Guita e José Mindlin vem para suprir essa necessidade.
Com excelente projeto gráfico, esta edição de luxo, composta por dois volumes, nos mostra os destaques da biblioteca do casal Mindlin, através dos comentários do próprio José Mindlin - o guia mais indicado para tal jornada.
Assim, além de informações sobre todas as inúmeras raridades pertencentes à coleção, passamos também a conhecer a história particular de cada livro, as dificuldades e curiosidades de cada aquisição.
| Divulgação |
| Revela a experiência do bibliófilo a partir de entrevista de 1990 |
No prefácio a "Uma Vida Entre Livros", Antonio Candido descreve José Mindlin: "Indiscriminado e seletivo, glutão e refinado, ele é o tipo ideal de leitor, porque sabe que praticamente nenhuma leitura é perda de tempo se der prazer".
Mindlin já falou em público muitas vezes sobre sua paixão pela leitura e sobre como ela originou uma biblioteca absolutamente sui generis.
Agora, partindo de uma entrevista que concedeu em 1990, registra por escrito esse convívio de toda uma vida, num texto em que a despretensão é o primeiro indício de uma experiência consolidada serenamente.