Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

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Ativismo Contra Aids/TB

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terça-feira, 10 de março de 2015

Pode faltar vacina BCG em diversos estados brasileiros


Pode faltar vacina BCG em diversos estados brasileiros

A vacina Bacillus Calmette-Guérin (BCG), responsável por imunizar recém-nascidos contra a tuberculose, pode faltar em diversos estados brasileiros, segundo o coordenador do Observatório Tuberculose Brasil, Carlos Basília. O órgão, ligado à Fundação Oswaldo Cruz, é responsável por monitorar políticas públicas de controle da tuberculose no país.

O coordenador explicou que o fornecimento da vacina está sendo feito de forma intermitente pelo Ministério da Saúde desde o ano passado e que a situação se agravou no início deste ano. No estado do Rio de Janeiro, segundo ele, a Secretaria de Saúde recebeu 30% do quantitativo de uso mensal e o estoque de doses para março está quase zerado.

“Vai faltar vacina nas unidades de saúde. Até recebermos a nova cota, haverá 30 dias, no mínimo, de desabastecimento nas unidades da vacina para recém-nascidos. É um retrocesso, já que a forma mais grave da tuberculose atinge justamente a criança e o adolescente”, disse, ao se referir à tuberculose meningocócica.

Por meio de nota, a Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro confirmou que o envio de imunobiológicos – incluindo vacinas e soros – vem ocorrendo de forma intermitente desde 2014, sempre com quantitativo abaixo do solicitado, particularmente BCG, (vacina contra difteria e tétano (dT), tetravalente (imuniza contra difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pela bactéria Haemophilus influenzae tipo b) e, mais recentemente, doses contra a febre amarela.

“Diante do atraso na entrega de imunobiológicos e do fornecimento em quantidade inferior às solicitadas pelos municípios, não é possível garantir que não haverá falta nos municípios”, informou o órgão no comunicado.

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal informou que, na tentativa de evitar o desabastecimento da vacina BCG, a dose deixou de ser aplicada diariamente nas 98 salas de imunização – cada centro agora informa os pacientes sobre os dias em que a vacina é aplicada. Ainda de acordo com o órgão, até o momento, não foi registrado desabastecimento na região. “A mudança foi implantada seguindo orientação do Ministério da Saúde, que emitiu alerta sobre a possibilidade de desabastecimento do produto em todo Brasil”, destacou o órgão.

A tuberculose é uma doença infecciosa e transmissível que afeta prioritariamente os pulmões. Anualmente, são notificados cerca de 6 milhões de novos casos em todo o mundo, levando mais de 1 milhão de pessoas à morte. No Brasil, a tuberculose é considerada um sério problema da saúde pública. A cada ano, são notificados aproximadamente 70 mil novos casos e 4,6 mil mortes. O Brasil ocupa o 17º lugar entre os 22 países responsáveis por 80% do total de casos de tuberculose no mundo.

O Ministério da Saúde está fazendo uma avaliação das demandas dos estados para ver como restabelecer os estoques.
A vacina Bacillus Calmette-Guérin (BCG), responsável por imunizar recém-nascidos contra a tuberculose, pode faltar em diversos estados brasileiros, segundo o coordenador do Observatório Tuberculose Brasil, Carlos Basília. O...
 


Roberto Pereira
Centro de Educação Sexual - CEDUS
SEXUALIDADE – SAÚDE – CIDADANIA
 
CNPJ: 74055906 / 0001-40
Reg. CMDCA/ RJ: 02/184/ 349  -  Reg. CMAS/ RJ: 0297/00
Utilidade Pública Municipal - Lei 3115 em 03/10/2000
Utilidade Pública do Estado do Rio de Janeiro LEI 2947/2005
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Membro da Parceria Brasileira Contra a Tuberculose - STOP TB
Membro da Comissão Estadual de Aids e Tuberculose - SES/RJ
Membro da Comissão de Aids e Tuberculose do CMS/RJ
 Brasil
- Rio de Janeiro - RJ
Cel: (55.21) 99429-4550

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Cadê os remédios?

nilo, o governo do Rio de Janeiro interrompeu mais uma vez a entrega dos remédios para pessoas com doença de Pompe, como a Adair. Por isso ela pede a sua ajuda: assine este abaixo-assinado para aumentar a pressão, pois trata-se de uma decisão judicial que está sendo desrespeitada pelo governo ao não entregar os remédios. Governador Pezão: Forneça os remédios que pessoas com a doença de Pompe têm direito Adair Mamede Rio de Janeiro Rio de Janeiro Clique para assinar Há dois meses, eu e mais sete pacientes estamos sem os medicamentos da doença de Pompe. A situação é extremamente grave. A minha mãe faleceu há dois anos por não receber remédios. A justiça determinou que o Governo do Estado do Rio de Janeiro forneça estes medicamentos, mas esta decisão judicial não está sendo cumprida. O Governo argumenta que houve obstáculos na licitação, mas a nossa saúde e a nossa vida não podem ficar submetidas à lentidão do Estado. A doença de Pompe é rara, mas bastante grave. Ela é causada pela falta da enzima alfa-glicosidase-ácida, o que acumula glicogênio nos músculos. A musculatura vai parando até chegar à falência cardíaca. É um processo triste e dolorido. No entanto, os medicamentos geram resultados positivos. Eu usei cadeira de rodas, por conta da fragilidade dos meus músculos. Tinha falta de ar ao andar por uns 10 metros. Hoje, por usar os remédios por oito meses, consigo me deslocar sozinha. Antes, isso era possível. Com a interrupção do tratamento, corro o risco de ficar como eu estava, o que é desesperadamente angustiante. Clique para assinar A pessoa (ou organização) que iniciou este abaixo-assinado não é afiliada à Change.org. A Change.org não criou esta campanha e não é responsável pelo conteúdo do abaixo-assinado. Este email foi enviado pela Change.org para nborgna1@gmail.com. Você pode editar suas preferências de email ou cancelar o recebimento dos emails da Change.org. Iniciar abaixo-assinado   ·   Entre em contato   ·   Política de privacidade Change.org   ·   548 Market St #29993, San Francisco, CA 94104-5401, EUA

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Fracionamento de ARV

   Alexandre, Compartilhamos a mesma preocupação. Roberto Pereira Centro de Educação Sexual - CEDUS SEXUALIDADE – SAÚDE – CIDADANIA   CNPJ: 74055906 / 0001-40 Reg. CMDCA/ RJ: 02/184/ 349  -  Reg. CMAS/ RJ: 0297/00 Utilidade Pública Municipal - Lei 3115 em 03/10/2000 Utilidade Pública do Estado do Rio de Janeiro LEI 2947/2005 Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ Membro da Parceria Brasileira Contra a Tuberculose - STOP TB Membro da Comissão Estadual de Aids e Tuberculose - SES/RJ Membro da Comissão de Aids e Tuberculose do CMS/RJ  Brasil - Rio de Janeiro - RJ Cel: (55.21) 99429-4550 cedusrj@yahoo.com.br - cedus@hotmail.com           Em Quinta-feira, 15 de Maio de 2014 17:49, "Alexandre Cunha alefisiosc@live.com [fonaids]" escreveu:   [Anexos de Alexandre Cunha incluídos abaixo] Prezados, como alguns já sabem, em algumas localidades estão sendo realizado o fracionamento dos ARVs. O motivo disto é que algumas unidades de distribuição estão tendo seus estoques reduzidos em função da redução do repasse de ARVs pelo MS. Com esta prática tem-se uma preocupação de significativa relevância, pois muitos dos estabelecimentos de distribuição ao usuário não obedecem as regras impostas pela ANVISA, a qual determina a identificação do medicamento, seu armazenamento em locais (frascos) adequados, o fracionamento não deve ser realizado em meio ambiente, deve-se ter o controle de umidade, luminosidade e temperatura, o profissional ao qual faz este serviço deve esta devidamente instrumentalizado (EPI). Outra exigência é que no frasco deve-se conter lote, validade, indicações de uso, especificações de condição de armazenamento e que o medicamento deve sair da indústria com embalagem que possibilite o fracionamento, sem que o fármaco tenha contato com meio externo. (fonte ANVISA) Outro aspecto de grande relevância nesta questão é que muitos dos usuários que estão tendo sua medicação fracionada, queixam-se da indisponibilidade de semanalmente retirarem a medicação fracionada, seja esta por motivo de dificuldade de locomoção, por ausentar-se do trabalho, do custo com transporte, dentre outros. Fato este que infelizmente contribui para a não adesão ou abandono da terapia antirretroviral. Somando-se a este fato, existem casos de usuários com indicação para iniciar o tratamento que estão no aguardo da regulamentação dos estoques para ter inicio a terapia. Fato que gera preocupação, desconforto, angustia e severos problemas psicológicos. Escrevo este e-mail pois em Santa Catarina alguns municípios (como Palhoça, Blumenau....) estão realizando esta prática, que por mais que seja para auxiliar o usuário, ocorre como resultado ao desrespeito que o MS esta fazendo em não cumprir com o pactuado referente a distribuição dos ARVs. Lamentável esta situação, a qual não ocorre somente em SC, e repercute diretamente na qualidade e manutenção da saúde do portador de HIV/AIDS. Segue em anexo relatório da DIVE-SC sobre a situação de algumas medicações ARVs. Att, Alexandre Cunha Conselheiro Estadual de Saúde - SC GAPA-SC   __._,_.___ Responder através da web • • através de email • Adicionar um novo tópico • Mensagens neste tópico (2) VISITE SEU GRUPO • Privacidade • Sair do grupo • Termos de uso . __,_._,___   Bom dia, Ontem (26) fui buscar meus medicamentos em Curitiba e comentei com a atendente que estava  a quatro dias sem tomar meu medicamento por minha culpa porque havia acabado e não tive como ir buscar. Ela me disse que como eu moro em região metropolitana poderia pegar para dois meses e foi o que fiz. Perguntei a ela se estava faltando medicamento e ela me disse que até agora estava tudo normal.  Silmara "Leenda" Ribas (041) 3673-4551 - tel (041) 9971-6745 - cel Curitiba - Pr Skype: Leenda61 -----Original Message----- From: Alexandre Cunha alefisiosc@live.com [fonaids] To: fonaids Sent: Thu, May 15, 2014 5:49 pm Subject: [fonaids] Preocupações com o fracionamento dos ARVs [3 Anexos]   [Anexos de Alexandre Cunha incluídos abaixo] Prezados, como alguns já sabem, em algumas localidades estão sendo realizado o fracionamento dos ARVs. O motivo disto é que algumas unidades de distribuição estão tendo seus estoques reduzidos em função da redução do repasse de ARVs pelo MS. Com esta prática tem-se uma preocupação de significativa relevância, pois muitos dos estabelecimentos de distribuição ao usuário não obedecem as regras impostas pela ANVISA, a qual determina a identificação do medicamento, seu armazenamento em locais (frascos) adequados, o fracionamento não deve ser realizado em meio ambiente, deve-se ter o controle de umidade, luminosidade e temperatura, o profissional ao qual faz este serviço deve esta devidamente instrumentalizado (EPI). Outra exigência é que no frasco deve-se conter lote, validade, indicações de uso, especificações de condição de armazenamento e que o medicamento deve sair da indústria com embalagem que possibilite o fracionamento, sem que o fármaco tenha contato com meio externo. (fonte ANVISA) Outro aspecto de grande relevância nesta questão é que muitos dos usuários que estão tendo sua medicação fracionada, queixam-se da indisponibilidade de semanalmente retirarem a medicação fracionada, seja esta por motivo de dificuldade de locomoção, por ausentar-se do trabalho, do custo com transporte, dentre outros. Fato este que infelizmente contribui para a não adesão ou abandono da terapia antirretroviral. Somando-se a este fato, existem casos de usuários com indicação para iniciar o tratamento que estão no aguardo da regulamentação dos estoques para ter inicio a terapia. Fato que gera preocupação, desconforto, angustia e severos problemas psicológicos. Escrevo este e-mail pois em Santa Catarina alguns municípios (como Palhoça, Blumenau....) estão realizando esta prática, que por mais que seja para auxiliar o usuário, ocorre como resultado ao desrespeito que o MS esta fazendo em não cumprir com o pactuado referente a distribuição dos ARVs. Lamentável esta situação, a qual não ocorre somente em SC, e repercute diretamente na qualidade e manutenção da saúde do portador de HIV/AIDS. Segue em anexo relatório da DIVE-SC sobre a situação de algumas medicações ARVs. Att, Alexandre Cunha Conselheiro Estadual de Saúde - SC GAPA-SC   __._,_.___ Enviado por: "Silmara \"Leenda\" Ribas" Responder através da web • • através de email • Adicionar um novo tópico • Mensagens neste tópico (3) VISITE SEU GRUPO • Privacidade • Sair do grupo • Termos de uso . __,_._,___   Pois é eu morro em Curitiba e pego os remédios aqui também para e para o pai dos meus filho para ele eu pego para dois mês também até as vezes ele trabalha fora do estado.  Em 27 de maio de 2014 13:10, 'Silmara 'Leenda' Ribas' silmararibas@aol.com [fonaids] escreveu: ▶ Mostrar texto das mensagens anteriores -- Simone Martha de Souza Curitiba-Paraná Celular (41) 9655-6556 __._,_.___ Enviado por: Simone Martha Responder através da web • • através de email • Adicionar um novo tópico • Mensagens neste tópico (4) VISITE SEU GRUPO • Privacidade • Sair do grupo • Termos de uso . __,_._,___   "Ontem fui aqui na unidade de saúde de referencia do estado do Pará e me deparei com usuários voltando pra casa sem Lamivudina e Kaletra, na unidade municipal já esta sendo fracionado. Muitas pessoas do interior estavam sem saber o que fazer. Acionamos a imprensa, hoje tem paralisação na unidade... Hugo Soares GYCA - BRAZIL Jovens + Pará De: Simone Martha eliomartha@gmail.com [fonaids] Enviado: 28/05/2014 7:35 Para: fonaids@yahoogrupos.com.br Asunto: Re: [fonaids] Preocupações com o fracionamento dos ARVs ▶ Mostrar texto das mensagens anteriores __._,_.___ Enviado por: Hugo Mineirinho Responder através da web • • através de email • Adicionar um novo tópico • Mensagens neste tópico (1) VISITE SEU GRUPO • Privacidade • Sair do grupo • Termos de uso . __,_._,___

domingo, 25 de maio de 2014

#Desabastecimento #TBnoRJTv

Prezados(as), Na quinta e sexta eu o o Carlos Basilia participamos de um evento em Brasília, como o PNCT, e essa questão veio à tona, até porque o problema não foi restrito ao Rio de Janeiro. Depois de inúmeras falas, a equipe da Farmácia do Ministério da Saúde foi convidada a participar e muitos dos problemas que geraram essa situação na ponta, foram explicadas. Deixamos claro, e os próprios técnicos concordaram, que "problemas" acontecem e, mesmo que todos os cuidados para eventuais emergências sejam tomados ( o que nem sempre acontece ), mesmo assim nem sempre o fluxo segue como previsto. Por conta disso solicitamos ao Ministério da Saúde, e por extensão estamos solicitando aos Estados e Municípios, que o diálogo seja sempre tranparente e que, quando situações dessa natureza aconteçam, sejamos imadiatamente informados de forma a contribuir que, na ponto, junto ao usuário final, os impactos sejam os menores possíveis. Não podemos esquecer que quando o problema chega no usuário, perde muito da sua natureza técnica e assume dimensões emocionais. Insegurança, medo, temor, tudo isso pode ser evitado, ou ao menos minimizado, se pudermos trabalhar sempre, cada um na sua esfera de atuação, em parceria e transparência. Bem, ainda esta semana emitirei uma nota com informações solicitadas pela Coordenação do PNCT do Município, onde constarão os canais para informação sobre eventuais problemas no atendimento e dispensação de medicamentos, de forma a que esses cheguem o mais rápido possível ao Programa. Roberto Pereira Centro de Educação Sexual - CEDUS SEXUALIDADE – SAÚDE – CIDADANIA   CNPJ: 74055906 / 0001-40 Reg. CMDCA/ RJ: 02/184/ 349  -  Reg. CMAS/ RJ: 0297/00 Utilidade Pública Municipal - Lei 3115 em 03/10/2000 Utilidade Pública do Estado do Rio de Janeiro LEI 2947/2005 Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ Membro da Parceria Brasileira Contra a Tuberculose - STOP TB Membro da Comissão Estadual de Aids e Tuberculose - SES/RJ Membro da Comissão de Aids e Tuberculose do CMS/RJ  Brasil - Rio de Janeiro - RJ Cel: (55.21) 99429-4550 cedusrj@yahoo.com.br - cedus@hotmail.com           Em Quinta-feira, 22 de Maio de 2014 15:24, "Cazú Barroz Cazu.barroz@bandeirantes.org.br [forumongaids-rj]" escreveu:   Prezados,   Sugiro enviarmos e-mails a SMS/RJ, na ultima reunião da comissão municipal de DST/Aids e TB, Roberto Pereira entregou a comissão, um oficio do forum Estadual de TB, informando sobre a falta de medicamentos no posto de saúde da Rocinha. Sr. Sergio Aquino, da SMS, informou que desconhecia a falta de medicação.   Com esta matéria do RJTV de hoje, acho que agora todos já sabem. Solicitamos providencias.       Atenciosamente,   Cazu Barroz Coordenador Comissão Nacional Programa Saúde do Jovem Federação de Bandeirantes do Brasil E-mail: cazu.barroz@bandeirantes.org.br     De: forumongaids-rj@yahoogrupos.com.br [mailto:forumongaids-rj@yahoogrupos.com.br] Enviada em: sábado, 17 de maio de 2014 13:22 Para: forumongaids-rj@yahoogrupos.com.br Assunto: Re: [forumongaids-rj] Tuberculose no RJTV     recebi o vidio tambem vi na tv ,nem sei como estará por aqui   Estou utilizando a versão gratuita de SPAMfighter para usuários privados. Foi removido 2360 emails de spam até hoje. Experimente SPAMfighter de graça agora! Computador lento? Melhore o seu computador lento

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Jogo de empurra na falta de medicamento para TB

  A história é sempre a mesma: Ninguém assume a responsabilidade e a "culpa" pela falência medicamentosa acaba caindo nas costas do elemento mais frágil - o paciente. _________________________________________________________________ Uma das piores consequências do desabastecimento dos medicamentos da tuberculose é a insegurança que isto gera nos pacientes e a subsequente quebra de confiança que era depositada nas equipes de saúde.- Alexandre Milagres _________________________________________________________________ Rio, Jogo de empurra na falta de remédios contra tuberculose Médico alerta para a gravidade da situação Jornal O Dia 19/5 Rio - O motivo da falta de medicamentos de tuberculose no Rio virou jogo de empurra entre os órgãos responsáveis pela distribuição. O governo estadual, que recebe os remédios e repassa para o município, diz que o Ministério da Saúde entregou os lotes com atraso. O Ministério, por sua vez, afirmou que não houve alteração nas quantidades e datas de entrega. O impasse já prejudicou centenas de portadores da doença, que estão recebendo os medicamentos fracionados desde a semana passada. A promessa é que a situação seja normalizada até sexta-feira. O Ministério da Sáude informou que a remessa de 1,1 milhão de comprimidos enviada ao estado em 25 de abril e 21 de março é suficiente para toda a demanda fluminense até o final de julho. Em nota, o órgão disse que não recebeu nenhuma comunicação do estado e município sobre a falta de remédios, o que pode ser feito a qualquer momento. A Secretaria estadual de Saúde alega que recebeu lotes fracionados e que o Ministério da Saúde irá complementar a remessa no fim de junho. Nesta segunda-feira, equipe do DIA percorreu postos de saúde da Zona Norte e constatou o reabastecimento parcial de alguns remédios. Paciente percorreu cinco postos De acordo com o pneumologista Alexandre Milagres, o paciente que interrompe o tratamento da tuberculose pode sofrer o retrocesso da doença. “Quando o portador deixa de tomar o remédio, a bactéria passa a ficar resistente e compromete toda a evolução do quadro”, explicou Alexandre. O tratamento dura seis meses e é divido em duas fases: a primeira com quatro antibióticos e a segunda com dois. Para não ficar sem tomar o remédio, a estudante Aline Luiza Soares, foi obrigada a prolongar a primeira fase. “Estou há uma semana procurando os remédios da segunda fase e não acho. Meu médico estendeu a primeira por cinco dias para eu não ficar descoberta”, contou. http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2014-05-19/jogo-de-empurra-na-falta-de-remedios-contra-tuberculose.html Jogo de empurra na falta de remédios contra tuberculose - Rio - O Dia odia.ig.com.br _____________________________________________________________________________________ Roberto Pereira Centro de Educação Sexual - CEDUS SEXUALIDADE – SAÚDE – CIDADANIA   CNPJ: 74055906 / 0001-40 Reg. CMDCA/ RJ: 02/184/ 349  -  Reg. CMAS/ RJ: 0297/00 Utilidade Pública Municipal - Lei 3115 em 03/10/2000 Utilidade Pública do Estado do Rio de Janeiro LEI 2947/2005 Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ Membro da Parceria Brasileira Contra a Tuberculose - STOP TB Membro da Comissão Estadual de Aids e Tuberculose - SES/RJ Membro da Comissão de Aids e Tuberculose do CMS/RJ  Brasil - Rio de Janeiro - RJ Cel: (55.21) 99429-4550 cedusrj@yahoo.com.br - cedus@hotmail.com           __._,_.___ Enviado por: CEDUS Responder através da web • • através de email • Adicionar um novo tópico • Mensagens neste tópico (1) VISITE SEU GRUPO • Privacidade • Sair do grupo • Termos de uso . __,_._,___   Pois é,é um absurto gastarem tando dinheiro por causa da COPA,o paciente que temha paciemcia,com TB.... Este é o governo de hoje da mais atenção a COPA do que atenção a saúde pública,me revolta ler isto tem dinheiro pra jogo mais saúde não ..... Em 20/05/2014 09:17, "CEDUS cedusrj@yahoo.com.br [fonaids]" escreveu:   A história é sempre a mesma: Ninguém assume a responsabilidade e a "culpa" pela falência medicamentosa acaba caindo nas costas do elemento mais frágil - o paciente. _________________________________________________________________ Uma das piores consequências do desabastecimento dos medicamentos da tuberculose é a insegurança que isto gera nos pacientes e a subsequente quebra de confiança que era depositada nas equipes de saúde.- Alexandre Milagres _________________________________________________________________ Rio, Jogo de empurra na falta de remédios contra tuberculose Médico alerta para a gravidade da situação Jornal O Dia 19/5 Rio - O motivo da falta de medicamentos de tuberculose no Rio virou jogo de empurra entre os órgãos responsáveis pela distribuição. O governo estadual, que recebe os remédios e repassa para o município, diz que o Ministério da Saúde entregou os lotes com atraso. O Ministério, por sua vez, afirmou que não houve alteração nas quantidades e datas de entrega. O impasse já prejudicou centenas de portadores da doença, que estão recebendo os medicamentos fracionados desde a semana passada. A promessa é que a situação seja normalizada até sexta-feira. O Ministério da Sáude informou que a remessa de 1,1 milhão de comprimidos enviada ao estado em 25 de abril e 21 de março é suficiente para toda a demanda fluminense até o final de julho. Em nota, o órgão disse que não recebeu nenhuma comunicação do estado e município sobre a falta de remédios, o que pode ser feito a qualquer momento. A Secretaria estadual de Saúde alega que recebeu lotes fracionados e que o Ministério da Saúde irá complementar a remessa no fim de junho. Nesta segunda-feira, equipe do DIA percorreu postos de saúde da Zona Norte e constatou o reabastecimento parcial de alguns remédios. Paciente percorreu cinco postos De acordo com o pneumologista Alexandre Milagres, o paciente que interrompe o tratamento da tuberculose pode sofrer o retrocesso da doença. “Quando o portador deixa de tomar o remédio, a bactéria passa a ficar resistente e compromete toda a evolução do quadro”, explicou Alexandre. O tratamento dura seis meses e é divido em duas fases: a primeira com quatro antibióticos e a segunda com dois. Para não ficar sem tomar o remédio, a estudante Aline Luiza Soares, foi obrigada a prolongar a primeira fase. “Estou há uma semana procurando os remédios da segunda fase e não acho. Meu médico estendeu a primeira por cinco dias para eu não ficar descoberta”, contou. http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2014-05-19/jogo-de-empurra-na-falta-de-remedios-contra-tuberculose.html Jogo de empurra na falta de remédios contra tuberculose - Rio - O Dia odia.ig.com.br _____________________________________________________________________________________ Roberto Pereira Centro de Educação Sexual - CEDUS SEXUALIDADE – SAÚDE – CIDADANIA   CNPJ: 74055906 / 0001-40 Reg. CMDCA/ RJ: 02/184/ 349  -  Reg. CMAS/ RJ: 0297/00 Utilidade Pública Municipal - Lei 3115 em 03/10/2000 Utilidade Pública do Estado do Rio de Janeiro LEI 2947/2005 Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ Membro da Parceria Brasileira Contra a Tuberculose - STOP TB Membro da Comissão Estadual de Aids e Tuberculose - SES/RJ Membro da Comissão de Aids e Tuberculose do CMS/RJ  Brasil - Rio de Janeiro - RJ Cel: (55.21) 99429-4550 cedusrj@yahoo.com.br - cedus@hotmail.com           __._,_.___ Enviado por: Simone Martha Responder através da web • • através de email • Adicionar um novo tópico • Mensagens neste tópico (2) VISITE SEU GRUPO • Privacidade • Sair do grupo • Termos de uso . __,_._,___

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Greve & Falta de medicamentos #NotaPublica

Forumongaids do Estado do Rio de Janeiro Grupo 3 Mensagens Resumo #670 1 Nota Fórum ONGs TB RJ - Falta de medicação e insumos no Rio by "CEDUS" cedusrj 2 NOTA PÚBLICA dos Servidores da equipe da Gerência Estadual by "CEDUS" cedusrj 3 Reunião Ordinária do Fórum Maio e Junho de 2014 by "Marcio Villard" educom33 Mensagens 1 Nota Fórum ONGs TB RJ - Falta de medicação e insumos no Rio Qua, 21 de Mai de 2014 9:37 am . Enviado por: "CEDUS" cedusrj __________________________________________ Prezados(as), Diante da crise vivida nas últimas semanas em relação à disponibilização de insumos para o tratamento da tuberculose em diferentes Unidades da Rede Municipal de Saúde/RJ, em especial na região da Rocinha e amplamente divulgadas pela imprensa e nas redes sociais, assim como preocupados com o pedido de socorro da parte dos profissionais do Hospital Raphael de Paula Souza - Curicica - unidade de referência para o tratamento da tuberculoso na zona oeste da cidade, formalizamos, em nome do Fórum ONGs TB RJ, um pedido urgente de posicionamento da gestão municipal, entregue oficialmente na reunião do GT do Conselho Municipal de Saúde, quando, informalmente, fomos informados que a situação já estava sendo resolvida. (cópia abaixo). Nesse momento crítico que vivemos, cumpre lembrarmos que não é de hoje que vimos nos empenhando em formalizar uma relação de parceira com a Gestão Municipal, saindo do papel tradicionalmente associado aos movimentos sociais organizados como é o caso do Fórum TB e tentando afinar os discursos e colaborar, a partir do lugar que ocupamos, na amenização de eventuais dificuldades no serviço e na busca de soluções que beneficiem a população. Um exemplo disso foi a reunião que tivemos no início da 1ª gestão do atual Secretário Municipal de Saúde, em 2009, quando representantes do Fórum ONGs TB e Fórum ONG Aids RJ, acompanhados do Deputado Gilberto Carvalho - Presidente da Frente Parlamentar Estadual de Tuberculose e Aids, fizeram a entrega formal de um Dossiê com as observações do movimento social e várias sugestões de ações em parceria, visando otimizar esforços e superar dificuldades. Lamentavelmente, os anos passaram e, em que pesem as várias tentativas de retomada da conversa, nada do que foi discutido naquela oportunidade teve os desdobramentos esperados. (documento em anexo). Finalizando, inserimos abaixo o link para a fala do Vereador Paulo Pinheiro, na tarde de ontem, na Câmara dos Vereadores, questionando e pedindo explicações da gestão Municipal frente à situação do enfrentamento da Tuberculose. _________________________________ À SMSDC/RJ   Prezados(as),   É com extrema preocupação que vimos acompanhando o processo de descontinuidade no tratamento de tuberculose e a precariedade de atendimento em várias Unidades de Saúde do Município do Rio de Janeiro; seguidas de uma sucessão de denúncias, justificativas, explicações e, perdoem-me, nenhuma ação que - de fato - solucione os problemas que, mais que simples denúncias, são, na prática, um forte e significativo indício de total abandono à própria sorte dos pacientes e dos profissionais dessas Unidades.   Não é de hoje, por exemplo, que temos levado essa situação do Hospital Raphael de Paula Souza - CURICICA, para discussão da SMSDC/RJ, tanto junto ao PCT/RJ, como também no Conselho Municipal de Saúde, sem que nada de verdade aconteça. Ao contrário, as reclamações se repetem e acumulam; à exemplo das repetidas mensagens recebidas do corpo médico dessa Unidade, relatando falta de medicamentos, falta de PPD, falta de leitos para TBMR e TBXDR, falta de Genexpert e falta de insumos para a testagem de sensibilidade.   Simultaneamente, sucessivas matérias denunciando a inconsistência e precariedade dos serviços de saúde, em particular na região da Rocinha, têm circulado na mídia escrita e televisiva, também sob o silêncio sepulcral dos Gestores e, lamentavelmente, sem uma ação efetiva das instâncias estadual e federal, cobrando a responsabilidade do Município.   Na data de hoje – 19 de maio - usuários e agentes comunitários de saúde da Rocinha, inconformados com essa situação, denunciaram a falência do tratamento de inúmeros pacientes locais, por conta da falta de medicamentos para garantir a rotina.   Ironicamente, a pouco mais de uma semana, em Audiência Pública na Câmara de Vereadores, segundo relato do Vereador Dr. Paulo Pinheiro, a gestão municipal, como sempre, apresentou dados promissores e, pasmem, referenciando o enfrentamento da tuberculose na Rocinha como "padrão" e altamente exitoso.   Diante de tantas lacunas e falta de informações fidedignas é que, na qualidade de representantes do Fórum Estadual de ONGs na Luta Contra a Tuberculose no Estado do Rio de Janeiro; vimos solicitar, em caráter emergencial, um posicionamento formal do PCT/RJ e, dentro das suas responsabilidades, o conjunto de estratégias e providências para uma solução efetiva dessa situação.   Na expectativa de sermos atendidos em nosso pleito,   Atenciosamente   ________________________________ Roberto Pereira Secretaria Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ  __________________________________________________________ http://www.youtube.com/watch?v=EPZ_NUZVjkE&feature=youtu.be Discurso em plenário - 20/05/2014 - Realidade versus Discurso Oficial Vereador Paulo Pinheiro comenta a distância entre o discurso da Secretaria Municipal de Saúde de metas alcançadas - com destaque para o tratamento da Tubercu... youtube.com _________________________________ Roberto Pereira Secretaria Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ ( AMAMÚ - CEDUS - CENTRO SOCIAL FUSÃO - GPV/Niterói - Rede de Comunidades Saudáveis ) Cel: (55.21) 99429-4550  cedusrj@yahoo.com.br - cedus@hotmail.com   ________________________________ . através de email . Responder via Web Post . Todas as mensagens (1) . Topo ^ 2 NOTA PÚBLICA dos Servidores da equipe da Gerência Estadual Qua, 21 de Mai de 2014 10:17 am . Enviado por: "CEDUS" cedusrj __________________________________ Atendendo solicitação dos profissionais lotados na Gerência de DST/AIDS, Sangue e Hemoderivados da SES/RJ, postamos abaixo a NOTA PÚBLICA sobre a situação de greve em defesa de melhores condições de trabalho. _________________________________________ A situação dos servidores da Secretaria de Saúde do Estado do  Rio de  Janeiro:                                                Uma questão de Saúde Pública Nós, servidores da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, lotados na Gerência de DST, AIDS, Sangue e Hemoderivados vimos comunicar a este fórum que desde o dia 13 de maio de 2014, em função da situação insustentável a que estamos submetidos por mais de uma década, entramos em greve. Nossas condições de trabalho são lamentáveis sem termos sequer uma rede elétrica confiável. Não temos vale transporte, alimentação, plano de saúde, nada. Nosso vencimento, para quem esta em final de carreira, é de R$208,00 (isso mesmo, não esquecemos nenhum zero) e é sobre esse montante que incidem nossos triênios e insalubridade. Esse montante, acrescido de todas as gratificações elevam nossos salários à quantia “exorbitante” de R$1600,00. É isso que recebem todos os profissionais de saúde de nível superior do Estado. No caso dos servidores de nível médio a situação é ainda mais alarmante, não chegando sequer a R$1000,00.Há anos não recebemos 1 centavo de reajuste e somos desrespeitados sistematicamente. A pauta prioritária de reivindicações é a seguinte: * melhores condições de trabalho. * incorporação imediata de todas as gratificações. * atualização monetária de todas as gratificações. * PCCS. No âmbito da Gerência, em reunião interna dos servidores presentes nesta mesma data, ficou definido que as atividades a serem mantidas são: * liberação de medicamentos e fórmula láctea, preservativos e testes rápidos (previstos nas grades de rotina) para os serviços e municípios; * procedimentos relacionados aos exames de genotipagem. As demais atividades estão suspensas por tempo indeterminado. Nós, servidores estaduais que por anos contribuímos para o controle da epidemia de AIDS no Estado do Rio de Janeiro e no País, solicitamos o apoio da sociedade civil no sentido de fortalecer nosso movimento legítimo em prol de melhores condições de saúde e trabalho divulgando publicamente seu apoio. Servidores da Gerência de DST/AIDS, Sangue e Hemoderivados  _______________________ Roberto Pereira Centro de Educação Sexual - CEDUS SEXUALIDADE – SAÚDE – CIDADANIA   CNPJ: 74055906 / 0001-40 Reg. CMDCA/ RJ: 02/184/ 349  -  Reg. CMAS/ RJ: 0297/00 Utilidade Pública Municipal - Lei 3115 em 03/10/2000Utilidade Pública do Estado do Rio de Janeiro LEI 2947/2005 Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ Membro da Parceria Brasileira Contra a Tuberculose - STOP TB Membro da Comissão Estadual de Aids e Tuberculose - SES/RJ Membro da Comissão de Aids e Tuberculose do CMS/RJ  Brasil- Rio de Janeiro - RJ Cel: (55.21) 99429-4550 cedusrj@yahoo.com.br- cedus@hotmail.com ________________________________ . através de email . Responder via Web Post . Todas as mensagens (1) . Topo ^ 3 Reunião Ordinária do Fórum Maio e Junho de 2014 Qua, 21 de Mai de 2014 8:35 pm . Enviado por: "Marcio Villard" educom33   A próxima  Reunião Ordinária do Fórum de ONG/Aids-RJ (Maio e Junho) será no dia 10/06 às 10:00 no GPV-RJ para cumprir a seguinte pauta:   1 - Finalização do Planejamento 2014   2 - Recomendações e Prioridades para a Comissão Estadual de Aids e TB   3 - Agenda da eleição da próxima Secretaria Executiva do Fórum - Agosto/14 a Agosto/17   4 - Informes das 1ª Reuniões da CNAIDS e CAMS em 2014   5 - Informes Gerais   Em tempo: segue abaixo Nota da Comissão de servidores da SES-RJ em greve.   Marcio Villard   ... ter atitude é o que faz a diferença!     Ao fórum estadual de ONG/AIDS A situação dos servidores da Secretaria de Saúde do Estado do  Rio de  Janeiro: Uma questão de saúde pública       Nos servidores da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, lotados na Gerência de DST, AIDS, Sangue e Hemoderivados vimos comunicar à este fórum que desde o dia 13 de maio de 2014, em função da situação insustentável a que estamos submetido por mais de uma década, entramos em greve. Nossas condições de trabalho são lamentáveis sem termos sequer uma rede elétrica confiável. Não temos vale transporte, alimentação, plano de saúde, nada. Nosso vencimento, para quem esta em final de carreira, é de R$208,00 (isso mesmo, não esquecemos nenhum zero) e é sobre esse montante que incidem nossos triênios e insalubridade. Esse montante, acrescido de todas as gratificações elevam nossos salários à quantia “exorbitante” de R$1600,00. É isso que recebem todos os profissionais de saúde de nível superior do Estado. No caso dos servidores de nível médio a situação é ainda mais alarmante, não chegando sequer a R$1000,00. Há anos não recebemos 1 centavo de reajuste e somos desrespeitados sistematicamente. A pauta prioritária de reinvindicações é a seguinte: - melhores condições de trabalho. - incorporação imediata de todas as gratificações. - atualização monetária de todas as gratificações. - PCCS. No âmbito da Gerência, em reunião interna dos servidores presentes nesta mesma data, ficou definido que as atividades a serem mantidas são: - liberação de medicamentos e fórmula lactea, preservativos e testes rápidos (previstos nas grades de rotina) para os serviços e municípios; - procedimentos relacionados aos exames de genotipagem. As demais atividades estão suspensas por tempo indeterminado. Nós, servidores estaduais que por anos contribuímos para o controle da epidemia de AIDS no Estado do Rio de Janeiro e no País, solicitamos o apoio da sociedade civil no sentido de fortalecer nosso movimento legítimo em prol de melhores condições de saúde e trabalho divulgando publicamente seu apoio.     Servidores da Gerência de DST/AIDS, Sangue e Hemoderivados     . através de email . Responder via Web Post . Todas as mensagens (1) . Topo ^ VISITE SEU GRUPO • Privacidade • Sair do grupo • Termos de uso

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Falta de Medicamentos_Duque de Caxias_RJ

Prezada Fernanda,
Esta faltando a medicação (Formula Infantil) LOPINAVIR+RITONAVIR-LPV/r (KALETRA)
estamos desesperados, pois já tem mais de quinze dias que estamos em falta e sem previsão de chegada. Pode nos dar uma posição? já que temos três crianças sem tomar esta medicação a mais de quinze dias.
Atenciosamente
Tate - GRAPPA
Prezada Tate,

Já encaminhei pedido de esclarecimento e solicitação de urgência para o DN.

Att,

Sueli 
Prezada Fernanda,
Esta faltando a medicação (Formula Infantil) LOPINAVIR+RITONAVIR-LPV/r (KALETRA)
estamos desesperados, pois já tem mais de quinze dias que estamos em falta e sem previsão de chegada. Pode nos dar uma posição? já que temos três crianças sem tomar esta medicação a mais de quinze dias.
Atenciosamente
Tate - GRAPPA
Prezadas,

O problema então é logística???
Não tem 05 mim que encaminhei e-mail ao Eduardo e já tive resposta.
Será que há alguma coisa mais importante que a logística de medicamentos
nesta coordenação, já que questões como lipodistrofia e pep são ignoradas??
Aguardo resposta urgente.

Sueli 
Preciso de respostas.
Tate - GRAPPA
Aqui PARECE que os medicamentos estão normais. Mas o que pegou foi no dia 28 de Agosto, quando a assistente social do HC, onde eu me trato com meu infectologista (UETDI), disse que eu poderia ir lá pegar meu relatório médico para levar na perícia, no dia seguinte e cheguei lá e o hospital estava vazio, praticamente sem pacientes e eu vi o meu médico andando de um lado pro outro conversando com os amigos e tomando cafezinho enquanto eu fiquei duas horas sentado ali, esperando a boa vontade dele em me entregar esse relatório. Isso porque eu já vinha pedindo a assistente social esse relatório há 15 dias atrás. no final das contas, ele percebeu que eu o seguia com os olhos e mandou uma enfermeira me entregar o relatório, após duas horas de espera por um médico que não estava fazendo simplesmente nada.

Meu retorno será em Outubro. Até pensei em deixar isso pra lá, pois eu deixei um recado no Facebook dele e o danado não respondeu. Mas eu não vou deixar, não. Pois o governo vive metendo a boba no movimento social que os ativistas fazem, então, chegou a hora de alguém da sociedade civil meter a boca em certas coisas que não estão funcionando como deveria da parte do governo. Estou esperando dia após meu retorno só para ver o que vai virar essa consulta. Mas que eu vou tocar no assunto, eu vou. E desta vez, vou levar minha câmera fotográfica que também filma. Vai que eu possa precisar registrar alguma coisa...


Fabiano Caldeira.
Prezados,

Segue a resposta enviada pelo Departamento.
A coordenação de MG está checando onde está
a medicação(tisc).
Amanhã daremos o posicionamento.

Att,

Sueli

Prezada Tate

Lamentamos que esse fato tenha ocorrido, mas nossa área responsável pela logistica já está tomando todas as providências junto ao estado e munícipio, bem como, averiguando o que ocasionou  a falta desse medicamento.
Hoje mesmo já foi feito o encaminhamento de um montante do referido medicamento com a previsão de que amanhã ocorra a entrega diretamente na Unidade Dispensadora e seguiremos no monitoramento para que a situação seja resolvida imediatamente.
Agradecemos imensamente por  nos ter comunicado sobre esse fato e  pedimos que em eventuais ocorrências nos informe brevemente e dessa forma possamos agir de maneira estratégica, assegurando o bem estar dos usuários.
Att.
Gil Casimiro

Prezada Fernanda,
Esta faltando a medicação (Formula Infantil) LOPINAVIR+RITONAVIR-LPV/r (KALETRA)
estamos desesperados, pois já tem mais de quinze dias que estamos em falta e sem previsão de chegada. Pode nos dar uma posição? já que temos três crianças sem tomar esta medicação a mais de quinze dias.
Atenciosamente
Tate - GRAPPA
Quando voltamos de nossos eventos, nos deparamos com a nossa realidade dura e crua. Só que  , asa vezes acho que nos sentmos tão impotente diante de tantos fatos que acontecem e já tão desgastados pela mesmice que muitas das vezes deixamos muita coisa ¨pra lká¨.
Estou falando por mim, mas será possivel que somente eu sinta essas coisas?
Muitas das vezes não conseguimos expressar o que se passa conosco em nossa base, porque sempre ouvimos a fala que é para ser resolvido no nosso local , até concordo com isso, mas se participamos de eventos para que nos fortaleçamos mais e mais, como voltar , ver o que acontece e calar?
Já ficou mais do que provado que na net as redes funcionam bem , então agora é falar mesmo de tudo! chega de calar!
O médico atendeu mal? consulta só de 6 em 6 meses? não tem um ambiente limpo  e  digno de tartamento?
não tem remedio? e qualquer outra coisa!
Eu de minha parte estarei aqui falando, mostrando em fotos , videos e gravações, cheguei no meu limit
Cleide Jane
Aqui PARECE que os medicamentos estão normais. Mas o que pegou foi no dia 28 de Agosto, quando a assistente social do HC, onde eu me trato com meu infectologista (UETDI), disse que eu poderia ir lá pegar meu relatório médico para levar na perícia, no dia seguinte e cheguei lá e o hospital estava vazio, praticamente sem pacientes e eu vi o meu médico andando de um lado pro outro conversando com os amigos e tomando cafezinho enquanto eu fiquei duas horas sentado ali, esperando a boa vontade dele em me entregar esse relatório. Isso porque eu já vinha pedindo a assistente social esse relatório há 15 dias atrás. no final das contas, ele percebeu que eu o seguia com os olhos e mandou uma enfermeira me entregar o relatório, após duas horas de espera por um médico que não estava fazendo simplesmente nada.

Meu retorno será em Outubro. Até pensei em deixar isso pra lá, pois eu deixei um recado no Facebook dele e o danado não respondeu. Mas eu não vou deixar, não. Pois o governo vive metendo a boba no movimento social que os ativistas fazem, então, chegou a hora de alguém da sociedade civil meter a boca em certas coisas que não estão funcionando como deveria da parte do governo. Estou esperando dia após meu retorno só para ver o que vai virar essa consulta. Mas que eu vou tocar no assunto, eu vou. E desta vez, vou levar minha câmera fotográfica que também filma. Vai que eu possa precisar registrar alguma coisa...


Fabiano Caldeira.


Cleide, pelo texto, estavas no congresso de São Paulo. Não sei se te conheço, pelo nome está difícil, por isso te faço uma pergunta: - Estavas numa das duas manifestações que a sociedade cvil fez pelo descaso na saúde, em especial a Aids?  Muitos não foram, eu estava lá, o pessoal do meu Estado RS estava em peso, ou seja, os que foram ao congresso foram a uma das manifestações, pelo menos somou? Caso sim, sentiu que poderia te mais pessoas presentes. Caso não tenha ido, seja qual for o motivo, fez falta, poderia ter sido uma a mais do nosso lado. Estou nessa luta desde os fins dos anos 80, quando não se tinha nem política de aids, quanto mais remédio. Foi necessário alguns porem sua latinhas na mídia,mostrar que aids tem cara humana, que precisava de assistência, mesmo a morte sendo certa, assim morrer com dignidade. Do tempo que não tinha remédio, qualquer coisa era promessa de cura, ao mesmo tempo, os moralistas de plantão, dizendo que quem tinha Aids, o fêz por merecer.Já pensou se naquela eu já pensasse jogar a toalha, me dando por vencido? Não estaria aqui te respondendo, dizendo que as coisas não são fáceis, que agora podemos reclamar a falta dos remédios, antes íamos reclamar para quem?
Cansou de tudo isso? Eu também, mas se for deixar como está, aí é que mora o perigo. A Aids não é mais vista como prioridade de muitos gestores, apenas das pessoas que vivem e convivem com o HIV, que acreditam que se pode reverter a situação. Para isso acontecer precisamos nos mobilizar, nos fazer presentes em atos, protestos quando convidados ou tomarem conhecimento. Nas duas manifestações foram várias pessoas, de vários lugares do Brasil, mas tinha mais ativistas no congresso, do que nos atos.
Beijos e espero que não faltem remédios, não faltem coragem, que a luta é árdua, mas dá para encarar.
Rubens
Aqui PARECE que os medicamentos estão normais. Mas o que pegou foi no dia 28 de Agosto, quando a assistente social do HC, onde eu me trato com meu infectologista (UETDI), disse que eu poderia ir lá pegar meu relatório médico para levar na perícia, no dia seguinte e cheguei lá e o hospital estava vazio, praticamente sem pacientes e eu vi o meu médico andando de um lado pro outro conversando com os amigos e tomando cafezinho enquanto eu fiquei duas horas sentado ali, esperando a boa vontade dele em me entregar esse relatório. Isso porque eu já vinha pedindo a assistente social esse relatório há 15 dias atrás. no final das contas, ele percebeu que eu o seguia com os olhos e mandou uma enfermeira me entregar o relatório, após duas horas de espera por um médico que não estava fazendo simplesmente nada.

Meu retorno será em Outubro. Até pensei em deixar isso pra lá, pois eu deixei um recado no Facebook dele e o danado não respondeu. Mas eu não vou deixar, não. Pois o governo vive metendo a boba no movimento social que os ativistas fazem, então, chegou a hora de alguém da sociedade civil meter a boca em certas coisas que não estão funcionando como deveria da parte do governo. Estou esperando dia após meu retorno só para ver o que vai virar essa consulta. Mas que eu vou tocar no assunto, eu vou. E desta vez, vou levar minha câmera fotográfica que também filma. Vai que eu possa precisar registrar alguma coisa...


Fabiano Caldeira.

Então Cleide, Ruy e demais,

Não vejo a beleza da maioria dos eventos, principalmente aqueles que apresentam
um power point, abrem para 05 perguntas já que todo extrapolou na fala e ninguém
responde nada do que foi perguntado.
Mal Humor??Não. Só cansaço mesmo de todo dia os mesmos problemas e um empurra
do cão.Um evento ora me tirar de casa hj tem que ser realmente com mta expectativa.
Mas o caminho é este mesmo. Falem, mostrem, vamos gritar juntos.
Na rede e fora dela. Vamos aproveitar todos os eventos e tirar deles um momento de
protesto ( de preferência que todos participem).
Vamos nos dirigir a todos e buscar a melhoria do que temos hoje.
Este programa não foi construído com o que era possível,mas justamente com  o impossível.
E vamos trazer boas idéias, que já estamos carentes delas.

Bjus,

Sueli
Sueli, esse foi o motivo de nós, eu e o pessoal do Espaço Girassol, termos optado por uma mesa por período, 30 minutos pra cada apresentação e uma hora e meia, no mínimo, pro debate no seminário de eventos adversos em Nazaré Paulista. Os temas foram aprofundados, as emoções afloradas e a realidade exposta. Sugestão pros próximos eventos: priorizar temas e ir fundo neles. Os demais serão conseqüência das conseqüências.
Bjs
Beto
Desculpem, quem escreveu sobre a experiência ruim co meu infecto no HC, quando fui pegar meu relatório para levar no dia seguinte ao INSS fui eu, FABIANO CALDEIRA.

É que senti necessidade de desabafar já que o assunto era parecido e eu leio tudo pro Ruy.

Desculpem alguma coisa... eu devia ter escrito no meu e-mail.

FABIANO CALDEIRA



Prezados(as),

Em atenção às demandas sinalizadas pela companheira Cleide Jane, no município de Duque de Caxias e que, com certeza, são similares a de muitos outros municípios brasileiros, informo que tanto o Departamento de Aids, como a Gerência Estadual; já se manifestaram informando não haver, no seu ambito de ação, nenhum problema que as justifique.

Por conta disso já solicitamos que a Coordenação local (município) seja convidada a se manifestar junto à Comissão Estadual de Aids e Tuberculose para, em se confirmando deficiências nesse fluxo, possamos encontrar uma solução rápida e factível que atenda às necessidades dos usuários do sistema.

Aproveitando a oportunidade, informo também que já na próxima semana acontece a 1ª etapa do Seminário Estratégico para a pactuação de um plano de trabalho envolvendo os 34 Municípios prioritários para Aids e Tb no Estado do Rio de Janeiro e onde, com certeza, estas questões estarão sendo pautadas.



Roberto Pereira

Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Rio de Janeiro - RJ
Cel: (55.21) 9429-4550
cedusrj@yahoo.com.br

Nós pensamos muito e sentimos pouco. Mais do que máquinas, nós precisamos de humanidade. Mais do que inteligência, nós precisamos de carinho e bondade. Sem essas qualidade a vida será violenta, e tudo será perdido.
Discurso de Charlie Chaplin em "O grande ditador"