Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

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Ativismo Contra Aids/TB

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terça-feira, 10 de março de 2015

Pode faltar vacina BCG em diversos estados brasileiros


Pode faltar vacina BCG em diversos estados brasileiros

A vacina Bacillus Calmette-Guérin (BCG), responsável por imunizar recém-nascidos contra a tuberculose, pode faltar em diversos estados brasileiros, segundo o coordenador do Observatório Tuberculose Brasil, Carlos Basília. O órgão, ligado à Fundação Oswaldo Cruz, é responsável por monitorar políticas públicas de controle da tuberculose no país.

O coordenador explicou que o fornecimento da vacina está sendo feito de forma intermitente pelo Ministério da Saúde desde o ano passado e que a situação se agravou no início deste ano. No estado do Rio de Janeiro, segundo ele, a Secretaria de Saúde recebeu 30% do quantitativo de uso mensal e o estoque de doses para março está quase zerado.

“Vai faltar vacina nas unidades de saúde. Até recebermos a nova cota, haverá 30 dias, no mínimo, de desabastecimento nas unidades da vacina para recém-nascidos. É um retrocesso, já que a forma mais grave da tuberculose atinge justamente a criança e o adolescente”, disse, ao se referir à tuberculose meningocócica.

Por meio de nota, a Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro confirmou que o envio de imunobiológicos – incluindo vacinas e soros – vem ocorrendo de forma intermitente desde 2014, sempre com quantitativo abaixo do solicitado, particularmente BCG, (vacina contra difteria e tétano (dT), tetravalente (imuniza contra difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pela bactéria Haemophilus influenzae tipo b) e, mais recentemente, doses contra a febre amarela.

“Diante do atraso na entrega de imunobiológicos e do fornecimento em quantidade inferior às solicitadas pelos municípios, não é possível garantir que não haverá falta nos municípios”, informou o órgão no comunicado.

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal informou que, na tentativa de evitar o desabastecimento da vacina BCG, a dose deixou de ser aplicada diariamente nas 98 salas de imunização – cada centro agora informa os pacientes sobre os dias em que a vacina é aplicada. Ainda de acordo com o órgão, até o momento, não foi registrado desabastecimento na região. “A mudança foi implantada seguindo orientação do Ministério da Saúde, que emitiu alerta sobre a possibilidade de desabastecimento do produto em todo Brasil”, destacou o órgão.

A tuberculose é uma doença infecciosa e transmissível que afeta prioritariamente os pulmões. Anualmente, são notificados cerca de 6 milhões de novos casos em todo o mundo, levando mais de 1 milhão de pessoas à morte. No Brasil, a tuberculose é considerada um sério problema da saúde pública. A cada ano, são notificados aproximadamente 70 mil novos casos e 4,6 mil mortes. O Brasil ocupa o 17º lugar entre os 22 países responsáveis por 80% do total de casos de tuberculose no mundo.

O Ministério da Saúde está fazendo uma avaliação das demandas dos estados para ver como restabelecer os estoques.
A vacina Bacillus Calmette-Guérin (BCG), responsável por imunizar recém-nascidos contra a tuberculose, pode faltar em diversos estados brasileiros, segundo o coordenador do Observatório Tuberculose Brasil, Carlos Basília. O...
 


Roberto Pereira
Centro de Educação Sexual - CEDUS
SEXUALIDADE – SAÚDE – CIDADANIA
 
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Reg. CMDCA/ RJ: 02/184/ 349  -  Reg. CMAS/ RJ: 0297/00
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Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Justiça determina que menor transexual fique em centro de atendimento a meninas no Rio

Justiça determina que menor transexual fique em centro de atendimento a meninas no Rio Departamento de Ações Socioeducativas afirma que está preparado para atender jovens de todas as identidades de gênero POR MARINA COHEN 26/02/2015 16:59 / ATUALIZADO 26/02/2015 19:17 RIO - Uma ordem judicial determinou que uma adolescente transexual fosse encaminhada a um alojamento feminino do Novo Degase (Departamento Geral de Ações Socioeducativas), que acolhe menores de idade em conflito com a lei. A jovem chegou, nesta terça-feira, ao Criaad (Centro de Recursos Integrados de Atendimento ao Adolescente) de Ricardo de Albuquerque, e, de acordo com o órgão, é a primeira transexual a ser alojada num centro de atendimento só de meninas do Rio. Todos os documentos da jovem mostram que ela nasceu com o sexo masculino e, neles, constam seu nome de batismo, mas ela se reconhece como mulher. A Justiça determinou que ela deve ser tratada conforme a identidade de gênero que escolheu. Segundo a direção do Novo Degase, seus servidores estão preparados para “atender todos os jovens, independente da opção sexual”. “O Novo Degase esclarece que a adolescente está no Criaad Ricardo de Albuquerque por conta de uma ordem judicial. Ressaltamos que o departamento promove, constantemente, por meio da Escola de Gestão Socioeducativa Paulo Freire, capacitações com os servidores, debatendo a questão da sexualidade entre os adolescentes em conflito com a lei. O objetivo é preparar os funcionários para atender todos os jovens, independente da opção sexual. Informamos também que há uma equipe capacitada da Coordenação de Saúde, do Novo Degase, com psicólogos e assistentes sociais que estão oferecendo o suporte necessário para garantir os direitos do jovem”, diz a nota. Para a presidente da Comissão de Direito Homoafetivo da OAB/RJ, Raquel Pereira de Castro Araújo, a decisão de respeitar a identidade de gênero da interna é "mais que positiva. - As pessoas precisam ser tratadas de acordo com o gênero reconhecido por elas - afirma Raquel. - Essa determinação abre um precedente para que outras pessoas reivindiquem o mesmo direito. A advogada ainda aponta que a dificuldade em reconhecer o gênero dos transexuais é um problema grave do sistema carcerário brasileiro que leva detentos a sofrem inúmeras agressões e abusos sexuais nas cadeias. - As transexuais que vivem em presídios masculinos estão sujeitos a violência extrema - alerta Raquel, que acredita que muitos casos trágicos poderiam ser evitados se os transgêneros tivessem maior facilidade para alterar seus documentos. - Hoje, para alterar a identidade sem ter feito a cirurgia de adequação de sexo, é preciso entrar na Justiça. Esse processo precisa ser desburocratizado, para que mais pessoas tenham acesso a ele e erros sejam evitados. Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/justica-determina-que-menor-transexual-fique-em-centro-de-atendimento-meninas-no-rio-15448628#ixzz3SxAv912g  © 1996 - 2015. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.  Roberto Pereira Centro de Educação Sexual - CEDUS SEXUALIDADE – SAÚDE – CIDADANIA   CNPJ: 74055906 / 0001-40 Reg. CMDCA/ RJ: 02/184/ 349  -  Reg. CMAS/ RJ: 0297/00 Utilidade Pública Municipal - Lei 3115 em 03/10/2000 Utilidade Pública do Estado do Rio de Janeiro LEI 2947/2005 Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ Membro da Parceria Brasileira Contra a Tuberculose - STOP TB Membro da Comissão Estadual de Aids e Tuberculose - SES/RJ Membro da Comissão de Aids e Tuberculose do CMS/RJ  Brasil - Rio de Janeiro - RJ Cel: (55.21) 99429-4550

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

#Tuberculose nas #Prisoes #CEDUS

  Observatório Tuberculose Brasil TUBERCULOSE NAS PRISÕES Projeto “Como aumentar a detecção de tuberculose na população privada de liberdade” Aprovado pela TB Reach, programa ligado ao Stop TB Partnership da Organização Mundial da Saúde (OMS) tem como foco a população prisional dos municípios do Rio de Janeiro, Porto Alegre e Charqueadas (RS) Saiba mais: http://www.brasil.gov.br/saude/2014/09/populacao-carceraria-sera-alvo-de-acao-contra-tuberculose *Nota nossa (Observatório TB): A população privada de liberdade tem um risco 28 vezes maior de adoecimento e óbito por tuberculose do que a população geral. No Rio de Janeiro, a taxa de incidência é 30 vezes superior entre as pessoas presas do que na população geral; em algumas unidades prisionais, um preso em cada 20 tem tuberculose ativa. Um estudo de epidemiologia molecular em 2012, mostrou que cerca de 75% dos casos de tuberculose identificados em uma prisão estavam relacionados não à reativação de infecções latentes, mas sim a infecções recentes, presumidamente adquiridas na prisão, o que demonstra a circulação massiva de cepas do bacilo da tuberculose. O estudo foi realizado pela Secretaria da Administração Penitenciária, em parceria com o Departamento de Epidemiologia e Métodos Quantitativos em Saúde, o Centro de Referência Professor Hélio Fraga (CRPHF) - ambos departamentos da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz) - e o Laboratório de Microbiologia Celular do IOC/Fiocruz, em uma unidade carcerária altamente endêmica para a tuberculose, com 1,4 mil presos, no Rio de Janeiro. Os dados do estudo sugerem que, em ambientes confinados e hiperendêmicos, a efetividade de estratégias essencialmente biomédicas (identificação e tratamento dos casos) pode ser muito limitada se não estiver associada à diminuição da superpopulação carcerária e a intervenções que visem melhorar a ventilação e iluminação natural das prisões. No Brasil, onde cerca de 500 mil pessoas estão encarceradas, a tuberculose é altamente endêmica nas prisões. No Rio de Janeiro, a taxa de incidência é 30 vezes superior entre as pessoas presas do que na população geral; em algumas unidades prisionais, um preso em cada 20 tem tuberculose em atividade. O estudo foi publicado no Epydemiology and Infection - Cambrige University Press 2011 e teve o objetivo de avaliar a circulação do Mycobacterium tuberculosis em uma prisão de alta endemicidade. O laboratório de bacteriologia da tuberculose do Centro de Referência Professor Hélio Fraga foi utilizado para realização da cultura para BK, além do teste de sensibilidade das cepas fornecidas para a pesquisa. A Ensp também forneceu a unidade móvel de Raio X do CRPHF, que possibilitou o rastreamento dos casos através de screening radiológico, totalizando 3.372 exames. O trabalho foi coordenado pela responsável pelo Programa de Controle da Tuberculose da Administração Penitenciária do Rio de Janeiro, Alexandra Sanchez. A partir das constatações iniciais, estudo complementar foi desenvolvido, no âmbito do Projeto Fundo Global Tuberculose - Brasil, pelas mesmas equipes e por arquitetos da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ, que resultou na edição do Manual de Intervenções Ambientais para o Controle da Tuberculose nas Prisões, editado pelo Depen/Ministério da Justiça e pelo Ministério da Saúde, e na inclusão de recomendações para melhoria da ventilação e iluminação natural das prisões na Resolução nº 9/2011 do CNPCP (Ministério da Justiça), que define as normas para a construção de prisões.   ________________________________________________________________ Roberto Pereira Centro de Educação Sexual - CEDUS SEXUALIDADE – SAÚDE – CIDADANIA   CNPJ: 74055906 / 0001-40 Reg. CMDCA/ RJ: 02/184/ 349  -  Reg. CMAS/ RJ: 0297/00 Utilidade Pública Municipal - Lei 3115 em 03/10/2000 Utilidade Pública do Estado do Rio de Janeiro LEI 2947/2005 Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ Membro da Parceria Brasileira Contra a Tuberculose - STOP TB Membro da Comissão Estadual de Aids e Tuberculose - SES/RJ Membro da Comissão de Aids e Tuberculose do CMS/RJ  Brasil - Rio de Janeiro - RJ Cel: (55.21) 99429-4550 cedusrj@yahoo.com.br - cedus@hotmail.com           __._,_.___ Enviado por: CEDUS Responder através da web • • através de email • Adicionar um novo tópico • Mensagens neste tópico (1) VISITE SEU GRUPO • Privacidade • Sair do grupo • Termos de uso . __,_._,___

terça-feira, 26 de agosto de 2014

28/AGO Escola do Legislativo #Audiência #Tuberculose #CEDUS








28 AGO Escola do Legislativo Audiência Tuberculose
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Divulgação e convite
Audiência Pública - Tuberculose no Estado do Rio de Janeiro
Escola do Legislativo Rio (ELERJ)
Rua da Alfândega, 08 - Centro - Rio de Janeiro
(esquina com 1º de março)
Dia 28 de agosto às 10h
Realização:
Frente Parlamentar Estadual de Combate à Tuberculose e Aids RJ

Na ocasião, algumas Instituições afiliadas ao Fórum ONGs Tuberculose RJ serão homenageadas pela Frente Parlamentar de Tuberculose e Aids da ALERJ pela sua atuação no desenvolvimento de ações para o enfrentamento da tuberculose.

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CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROBLEMA
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TUBERCULOSE TOMA CONTA DO RIO DE JANEIRO

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiJabGZqWjfPgXCeIZkbyLVd7AgZCAIN7-QmlZ5LwY92CueEQNMWD1DdWhk0zcpndrkYNT4bSRF7JuvUO0Pb339042oGteL8J2ihIrJk6RgKCY_RdU7uGST2lzPpvB3X0qdNjc7IVyxu7s/s1600/alexandre_chieppe.jpg
 
RIO DE JANEIRO É O ESTADO COM MAIORES CASOS DE TUBERCULOSE NO BRASIL
Cristina Indio do Brasil - Repórter da Agência Brasil
 
Rio de Janeiro - O Rio de Janeiro é o estado com maior incidência de tuberculose, doença causada por uma bactéria (bacilo de Koch), que atinge em grande parte a faixa etária entre 20 a 29 anos. De acordo com dados preliminares da Secretaria de Estado de Saúde, em 2012, foram registrados 14.039 casos da doença no estado, que representam cerca de 15% do total do país. Mais da metade (52,94%) foram na capital fluminense, onde 7.433 pessoas contraíram tuberculose. A região metropolitana 1, que inclui também 11 municípios da Baixada Fluminense foi a que anotou mais números de casos (10.964) representando 78,09% do total do estado.
 
O superintendente de Vigilância Epidemiológica e Ambiental da secretaria, Alexandre Chieppe, explicou que a tuberculose é uma doença muito relacionada à alta densidade populacional e afeta grandes centros urbanos do país. Ele disse que o Rio de Janeiro é um estado que tem adensamento populacional na região metropolitana, com uma grande quantidade de pessoas morando em pequeno espaço. “Isso facilita muito a ocorrência de doenças respiratórias, entre elas a tuberculose, um grande desafio de saúde pública. Aqui, na cidade do Rio de Janeiro, é onde temos a maior incidência no estado. Este é um desafio que tem que ser enfrentado agora e é urgente, tendo em vista estes números alarmantes”, ressaltou.
 
Embora os números sejam preocupantes, o superintendente acrescentou que a incidência da doença vem apresentando queda significativa nos últimos dez anos. Apesar disso, é preciso acelerar a redução da tuberculose no estado. “A incidência de tuberculose vem caindo, a mortalidade também, mas entendemos ser preciso um esforço conjunto: unir secretarias como a de habitação, unir outros setores da máquina pública, chamar a sociedade para um debate. É preciso aumentar a velocidade das quedas desses indicadores. Há muita gente ainda contraindo tuberculose, o número de óbitos ainda é elevado. É preciso um esforço adicional neste momento”, alertou.
 
Para o superintendente, o preconceito é uma grande barreira no tratamento da doença. Ele explicou que ainda há desinformação sobre o diagnóstico e muita gente não entende que a tuberculose tem cura, desde que o tratamento seja feito até o fim. “As pessoas ainda acham que a tuberculose não existe mais ou que existe para poucas pessoas, o que não é verdade. E também existe preconceito com relação às pessoas que já tiveram tuberculose. Há desconhecimento das formas de transmissão. A pessoa depois que inicia o tratamento, também para de transmitir a doença. É importantíssimo combater o estigma da doença com informação. Este é um grande desafio. Outro desafio é que a tuberculose ainda afeta populações socialmente vulneráveis, o que faz com que a adesão ao tratamento seja complicada. Várias frentes precisam ser enfrentadas para que tenhamos a doença sob controle”, analisou.
 
Chieppe destacou que às vezes é difícil diagnosticar a doença porque ela tem sintomas parecidos com resfriados ou com pneumonia, mas ele chamou a atenção para um fato que pode, imediatamente, identificar a tuberculose: a tosse prolongada. “A tuberculose é uma doença que costuma apresentar sintomas muito específicos como febre baixa, geralmente, ao final do dia, mas a tosse persistente, que dura mais de 30 dias, é o principal alerta de sinal. Além disso, o cansaço que não é possível explicar por outras causas e emagrecimento sem causa aparente. Isso pode fazer a pessoa suspeitar de tuberculose", esclareceu.

O superintendente recomendou que ao suspeitar de sinais da doença a pessoa deve procurar qualquer serviço de saúde básico próximo à residência. “O tratamento e diagnóstico de tuberculose está descentralizado nas unidades de Saúde e não é preciso nem um hospital especializado para que seja feito o diagnóstico e o tratamento. Qualquer pessoa com tosse por mais de 30 dias deve procurar um serviço de saúde”, recomendou.

forumongstbrj@yahoo.com.br
 

 


Roberto Pereira
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Utilidade Pública do Estado do Rio de Janeiro LEI 2947/2005
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Exames que detectam tuberculose estão suspensos por falta de material

Quem está com os sintomas vai ter que esperar até junho de 2015.
O Ministério da Saúde informou que a falta do exame é mundial.

“É um exame essencial, principalmente para o monitoramento de pessoas que convivem com uma pessoa que já teve a tuberculose, como crianças que os pais já tiveram a doença. Então esse exame serve como um rastreamento para saber se aquelas pessoas estão infectadas ou não. Ele não é uma vacina, mas é um norteador de infecção, e também um norteador para identificar aquelas pessoas que precisam fazer um controle com drogas”, todos os indivíduos infectados pelo HIV devem ser submetidos à prova tuberculínica PPD repetido anualmente. Falou o pneumologista Antônio de Deus.
 
GRATA,

MARIA DO SOCORRO DE LISBOA



quinta-feira, 5 de junho de 2014

Patente de droga para tratar #Aids gera briga

  Patente de droga para tratar de Aids no Brasil gera briga judicial entre laboratórios Em disputa que pode ditar rumos do tratamento, empresa brasileira quer fazer remédio criado por gigante americana por Cesar Baima 04/06/2014 6:00 / Atualizado 04/06/2014 15:24 Farmanguinhos: laboratório da Fiocruz, em Jacarepaguá, é o principal fornecedor local de remédios anti-HIV para o programa de tratamento universal de pacientes coordenado pelo governo, num total de R$ 200 milhões anuais - Custódio Coimbra Uma briga na Justiça entre o laboratório brasileiro Cristália e o gigante farmacêutico mundial AbbVie pode ditar os rumos e o futuro da política de tratamento universal de portadores do HIV, o vírus causador da Aids, no Brasil. Iniciada em 2009, a ação contesta a patente do medicamento Kaletra, concedida pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) à americana Abbott em 2000 e que deu ao laboratório o monopólio da sua venda no país.   Associação dos antirretrovirais ritonavir e lopinavir, o Kaletra é o principal tratamento de segunda escolha — prescrito quando os remédios da chamada primeira escolha, mais antigos, não surtem efeito devido ao desenvolvimento de resistência pelo vírus — usado no Brasil. Segundo o Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual (GTPI) da Rede Brasileira pela Integração dos Povos (Rebrip), coordenado pela Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (Abia), a estimativa é de que hoje ele seja distribuído pelo Ministério da Saúde a pelo menos 73 mil dos 313 mil soropositivos que eram atendidos pelo programa do governo em dezembro de 2012, a um custo de quase US$ 50 milhões anuais. O problema é que uma proporção cada vez maior dos soropositivos brasileiros está infectada com cepas resistentes do HIV, necessitando de medicamentos não só de segunda como de terceira linhas, ainda mais caros, o que começa a levantar dúvidas quanto à sustentabilidade financeira do programa do governo. Além disso, no fim do ano passado o Ministério da Saúde alterou o protocolo para o fornecimento dos remédios, o que deverá colocar mais 100 mil soropositivos no âmbito do programa este ano. E é aí que a briga entre Cristália e AbbVie ganha uma relevância que vai além do simples embate entre as duas empresas, pois o resultado do processo deverá estabelecer os precedentes e ordenamento jurídico que guiarão o sistema em torno do licenciamento compulsório, popularmente conhecido como “quebra de patente”, de remédios no Brasil previsto na legislação nacional sobre o assunto. Isso porque, nos últimos anos, a simples ameaça de usar o mecanismo já era suficiente para levar os grandes laboratórios a reduzir os preços cobrados do governo. Tanto que os gastos totais com a compra de antirretrovirais pelo Ministério da Saúde recuaram de R$ 1,084 bilhão em 2009 para R$ 770 milhões no ano passado. Mas esta estratégia está perdendo força, já que quase nunca a ameaça é levada a cabo, afirma Marcela Vieira, integrante da Abia e coordenadora do GTPI. Fiocruz é maior produtora nacional Marcela lembra que desde a entrada em vigor na nova lei de patentes brasileira, em 1996, até hoje, apenas um medicamento antirretroviral teve sua patente de fato “quebrada”, o Efavirenz, em 2007. Então, as negociações entre o governo e o laboratório Merck para redução de seu preço fracassaram. Com o licenciamento compulsório, um genérico do Efavirenz passou a ser importado de um laboratório indiano até começar a ser produzido pela Fiocruz, trazendo uma economia estimada em mais de US$ 100 milhões aos cofres públicos até 2011. — O custo da compra de remédios antirretrovirais pelo governo vinha diminuindo, mas esta curva começa a virar — alerta Marcela. — Teremos mais pessoas em tratamento e a incorporação de novos medicamentos, com cada vez mais pacientes saindo da primeira para a segunda e a terceira linha. Tudo isso vai resultar em uma alta nos custos que coloca em risco a sustentabilidade financeira do programa. E o pior é que não vemos isso como uma preocupação do governo. Não dá para admitir que se fale que não há problema de recursos na área de saúde no Brasil. Não estamos preocupados só com a continuidade do tratamento dos soropositivos, mas com o orçamento da saúde brasileira como um todo. Já Hayde Felipe da Silva, diretor-executivo do Instituto de Tecnologia em Fármacos da Fiocruz (Farmanguinhos), maior fornecedor público de remédios genéricos para o programa de tratamento de soropositivos, no valor de R$ 200 milhões anuais, afirma que o governo deve decidir se vai estimular a indústria nacional a investir na pesquisa e desenvolvimento de tecnologia para produção local de antirretrovirais ou continuará “refém” dos grandes laboratórios multinacionais e intermediários. — Nosso maior problema atualmente em relação aos remédios de segunda e terceira geração é a obtenção dos princípios ativos — conta. — Isso vai exigir um grande esforço da indústria farmacoquímica, que para isso vai precisar de um cenário de estabilidade jurídica. Visão parecida tem Ogari Pacheco, presidente do Cristália: — Estamos lutando por um princípio. A ideia é estabelecer uma jurisprudência que vá nortear disputas semelhantes no futuro, dando segurança jurídica para todas as empresas que queiram trabalhar e investir na pesquisa e desenvolvimento para produção destas substâncias complexas no Brasil e não ver todo seu esforço interrompido por uma decisão judicial. Em nota, o Abbvie afirmou estar “seguro que sua patente do lopinavir no Brasil foi outorgada de forma válida e em conformidade com lei brasileira”. Entenda o caso Na ação na Justiça, o Cristália alega a inconstitucionalidade da concessão da patente do Kaletra por meio de um mecanismo conhecido como pipeline, criado pela lei de patentes brasileira aprovada em 1996 (9.279/96) em resposta à assinatura pelo país, na Organização Mundial do Comércio, do Acordo sobre os Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionadas ao Comércio (Trips, na sigla em inglês), e que reconheceu pela primeira vez a patenteabilidade de medicamentos no Brasil. Usando este mecanismo, grandes laboratórios como o Abbott puderam requisitar, a partir de patentes concedidas no exterior, o registro automático de substâncias e associações como o Kaletra que pela lei deveriam já ser de domínio público no Brasil. Como consequência, o Cristália também argumenta que a patente do remédio não passou por uma análise formal e técnica dos requisitos de patenteabilidade pelo INPI nem teve anuência prévia da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), outros requisitos da lei. Em julgamento realizado em fevereiro de 2012, a juíza Daniela Pereira Madeira, da 9ª Vara Federal do Rio, acatou a alegação de inconstitucionalidade das patentes pipeline e emitiu liminar suspendendo o registro do Kaletra no Brasil. Diante disso, o então laboratório Abbott recorreu e o caso foi parar no Tribunal Regional Federal da 2ª Região, ainda no Rio, onde os desembargadores Antonio Ivan Athié, Paulo Espirito Santo e Abel Gomes decidiram não abordar o tema das patentes pipeline, objeto de Ação Direta de Inconstitucionalidade movida pela Procuradoria Geral da República também desde 2009 e que ainda aguarda julgamento no Supremo Tribunal Federal. Relator do processo, Athié, no entanto, concordou com os outros argumentos do Cristália e pediu a manutenção da decisão de Daniela. Espirito Santo, porém, foi contra, e em voto de desempate Gomes determinou o envio da patente para a Anvisa, condicionando sua volta à validade à anuência da agência. Esta, por sua vez, informou que aguarda julgamento pelos desembargadores de embargos de declaração propostos pelas empresas e pela própria Anvisa antes de avaliar a patente. Em sua nota, o Abbvie afirmou ainda que a decisão dos desembargadores “foi favorável” ao seu ponto de vista, confirmando tanto a constitucionalidade das patentes por pipeline quanto o cumprimento das exigências da lei pelo Kaletra. “Apesar de ter sido solicitado à Anvisa que agora dê o consentimento à patente do AbbVie, esta é uma mera formalidade, já que Kaletra foi aprovado pela Anvisa em 9 de outubro de 2000. A aprovação para comercialização, conferida pela Anvisa, atesta, no Brasil, a eficácia e a segurança de um medicamento”, destaca o laboratório. E como a sentença inicial de Daniela nunca foi executada, o agora AbbVie também mantém até hoje a exclusividade da venda do Kaletra no país, onerando o programa de universalização do tratamento do governo. Segundo levantamento do GTPI, os gastos só com este medicamento poderiam ser 60% menores se o Ministério da Saúde pudesse comprar seu equivalente genérico mais barato no mercado internacional. Já Ogari Pacheco, presidente do Cristália, garante que sua empresa está preparada para fabricá-lo em quantidade suficiente para suprir a demanda nacional, prevista em mais de 92 milhões de doses nas suas diversas formulações, praticando preços até 30% menores que os cobrados pelo agora laboratório AbbVie, de US$ 0,451 a unidade do tipo mais usado, com a vantagem de gerar empregos e impostos ao longo de toda sua cadeia produtiva dentro do país. Veja Também Soropositivos comemoram lei que define preconceito como crime no país Vacina poderá prevenir Alzheimer Dilma sanciona lei que pune discriminação a portadores de HIV LEIA MAIS: http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/patente-de-droga-para-tratar-de-aids-no-brasil-gera-briga-judicial-entre-laboratorios-12712208#ixzz33ixr3Fpg Roberto Pereira Centro de Educação Sexual - CEDUS SEXUALIDADE – SAÚDE – CIDADANIA   CNPJ: 74055906 / 0001-40 Reg. CMDCA/ RJ: 02/184/ 349  -  Reg. CMAS/ RJ: 0297/00 Utilidade Pública Municipal - Lei 3115 em 03/10/2000 Utilidade Pública do Estado do Rio de Janeiro LEI 2947/2005 Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ Membro da Parceria Brasileira Contra a Tuberculose - STOP TB Membro da Comissão Estadual de Aids e Tuberculose - SES/RJ Membro da Comissão de Aids e Tuberculose do CMS/RJ  Brasil - Rio de Janeiro - RJ Cel: (55.21) 99429-4550 cedusrj@yahoo.com.br - cedus@hotmail.com           __._,_.___ Enviado por: CEDUS Responder através da web•• através de email•Adicionar um novo tópico•Mensagens neste tópico (1) VISITE SEU GRUPO • Privacidade • Sair do grupo • Termos de uso . __,_._,___

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Fracionamento de ARV

   Alexandre, Compartilhamos a mesma preocupação. Roberto Pereira Centro de Educação Sexual - CEDUS SEXUALIDADE – SAÚDE – CIDADANIA   CNPJ: 74055906 / 0001-40 Reg. CMDCA/ RJ: 02/184/ 349  -  Reg. CMAS/ RJ: 0297/00 Utilidade Pública Municipal - Lei 3115 em 03/10/2000 Utilidade Pública do Estado do Rio de Janeiro LEI 2947/2005 Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ Membro da Parceria Brasileira Contra a Tuberculose - STOP TB Membro da Comissão Estadual de Aids e Tuberculose - SES/RJ Membro da Comissão de Aids e Tuberculose do CMS/RJ  Brasil - Rio de Janeiro - RJ Cel: (55.21) 99429-4550 cedusrj@yahoo.com.br - cedus@hotmail.com           Em Quinta-feira, 15 de Maio de 2014 17:49, "Alexandre Cunha alefisiosc@live.com [fonaids]" escreveu:   [Anexos de Alexandre Cunha incluídos abaixo] Prezados, como alguns já sabem, em algumas localidades estão sendo realizado o fracionamento dos ARVs. O motivo disto é que algumas unidades de distribuição estão tendo seus estoques reduzidos em função da redução do repasse de ARVs pelo MS. Com esta prática tem-se uma preocupação de significativa relevância, pois muitos dos estabelecimentos de distribuição ao usuário não obedecem as regras impostas pela ANVISA, a qual determina a identificação do medicamento, seu armazenamento em locais (frascos) adequados, o fracionamento não deve ser realizado em meio ambiente, deve-se ter o controle de umidade, luminosidade e temperatura, o profissional ao qual faz este serviço deve esta devidamente instrumentalizado (EPI). Outra exigência é que no frasco deve-se conter lote, validade, indicações de uso, especificações de condição de armazenamento e que o medicamento deve sair da indústria com embalagem que possibilite o fracionamento, sem que o fármaco tenha contato com meio externo. (fonte ANVISA) Outro aspecto de grande relevância nesta questão é que muitos dos usuários que estão tendo sua medicação fracionada, queixam-se da indisponibilidade de semanalmente retirarem a medicação fracionada, seja esta por motivo de dificuldade de locomoção, por ausentar-se do trabalho, do custo com transporte, dentre outros. Fato este que infelizmente contribui para a não adesão ou abandono da terapia antirretroviral. Somando-se a este fato, existem casos de usuários com indicação para iniciar o tratamento que estão no aguardo da regulamentação dos estoques para ter inicio a terapia. Fato que gera preocupação, desconforto, angustia e severos problemas psicológicos. Escrevo este e-mail pois em Santa Catarina alguns municípios (como Palhoça, Blumenau....) estão realizando esta prática, que por mais que seja para auxiliar o usuário, ocorre como resultado ao desrespeito que o MS esta fazendo em não cumprir com o pactuado referente a distribuição dos ARVs. Lamentável esta situação, a qual não ocorre somente em SC, e repercute diretamente na qualidade e manutenção da saúde do portador de HIV/AIDS. Segue em anexo relatório da DIVE-SC sobre a situação de algumas medicações ARVs. Att, Alexandre Cunha Conselheiro Estadual de Saúde - SC GAPA-SC   __._,_.___ Responder através da web • • através de email • Adicionar um novo tópico • Mensagens neste tópico (2) VISITE SEU GRUPO • Privacidade • Sair do grupo • Termos de uso . __,_._,___   Bom dia, Ontem (26) fui buscar meus medicamentos em Curitiba e comentei com a atendente que estava  a quatro dias sem tomar meu medicamento por minha culpa porque havia acabado e não tive como ir buscar. Ela me disse que como eu moro em região metropolitana poderia pegar para dois meses e foi o que fiz. Perguntei a ela se estava faltando medicamento e ela me disse que até agora estava tudo normal.  Silmara "Leenda" Ribas (041) 3673-4551 - tel (041) 9971-6745 - cel Curitiba - Pr Skype: Leenda61 -----Original Message----- From: Alexandre Cunha alefisiosc@live.com [fonaids] To: fonaids Sent: Thu, May 15, 2014 5:49 pm Subject: [fonaids] Preocupações com o fracionamento dos ARVs [3 Anexos]   [Anexos de Alexandre Cunha incluídos abaixo] Prezados, como alguns já sabem, em algumas localidades estão sendo realizado o fracionamento dos ARVs. O motivo disto é que algumas unidades de distribuição estão tendo seus estoques reduzidos em função da redução do repasse de ARVs pelo MS. Com esta prática tem-se uma preocupação de significativa relevância, pois muitos dos estabelecimentos de distribuição ao usuário não obedecem as regras impostas pela ANVISA, a qual determina a identificação do medicamento, seu armazenamento em locais (frascos) adequados, o fracionamento não deve ser realizado em meio ambiente, deve-se ter o controle de umidade, luminosidade e temperatura, o profissional ao qual faz este serviço deve esta devidamente instrumentalizado (EPI). Outra exigência é que no frasco deve-se conter lote, validade, indicações de uso, especificações de condição de armazenamento e que o medicamento deve sair da indústria com embalagem que possibilite o fracionamento, sem que o fármaco tenha contato com meio externo. (fonte ANVISA) Outro aspecto de grande relevância nesta questão é que muitos dos usuários que estão tendo sua medicação fracionada, queixam-se da indisponibilidade de semanalmente retirarem a medicação fracionada, seja esta por motivo de dificuldade de locomoção, por ausentar-se do trabalho, do custo com transporte, dentre outros. Fato este que infelizmente contribui para a não adesão ou abandono da terapia antirretroviral. Somando-se a este fato, existem casos de usuários com indicação para iniciar o tratamento que estão no aguardo da regulamentação dos estoques para ter inicio a terapia. Fato que gera preocupação, desconforto, angustia e severos problemas psicológicos. Escrevo este e-mail pois em Santa Catarina alguns municípios (como Palhoça, Blumenau....) estão realizando esta prática, que por mais que seja para auxiliar o usuário, ocorre como resultado ao desrespeito que o MS esta fazendo em não cumprir com o pactuado referente a distribuição dos ARVs. Lamentável esta situação, a qual não ocorre somente em SC, e repercute diretamente na qualidade e manutenção da saúde do portador de HIV/AIDS. Segue em anexo relatório da DIVE-SC sobre a situação de algumas medicações ARVs. Att, Alexandre Cunha Conselheiro Estadual de Saúde - SC GAPA-SC   __._,_.___ Enviado por: "Silmara \"Leenda\" Ribas" Responder através da web • • através de email • Adicionar um novo tópico • Mensagens neste tópico (3) VISITE SEU GRUPO • Privacidade • Sair do grupo • Termos de uso . __,_._,___   Pois é eu morro em Curitiba e pego os remédios aqui também para e para o pai dos meus filho para ele eu pego para dois mês também até as vezes ele trabalha fora do estado.  Em 27 de maio de 2014 13:10, 'Silmara 'Leenda' Ribas' silmararibas@aol.com [fonaids] escreveu: ▶ Mostrar texto das mensagens anteriores -- Simone Martha de Souza Curitiba-Paraná Celular (41) 9655-6556 __._,_.___ Enviado por: Simone Martha Responder através da web • • através de email • Adicionar um novo tópico • Mensagens neste tópico (4) VISITE SEU GRUPO • Privacidade • Sair do grupo • Termos de uso . __,_._,___   "Ontem fui aqui na unidade de saúde de referencia do estado do Pará e me deparei com usuários voltando pra casa sem Lamivudina e Kaletra, na unidade municipal já esta sendo fracionado. Muitas pessoas do interior estavam sem saber o que fazer. Acionamos a imprensa, hoje tem paralisação na unidade... Hugo Soares GYCA - BRAZIL Jovens + Pará De: Simone Martha eliomartha@gmail.com [fonaids] Enviado: 28/05/2014 7:35 Para: fonaids@yahoogrupos.com.br Asunto: Re: [fonaids] Preocupações com o fracionamento dos ARVs ▶ Mostrar texto das mensagens anteriores __._,_.___ Enviado por: Hugo Mineirinho Responder através da web • • através de email • Adicionar um novo tópico • Mensagens neste tópico (1) VISITE SEU GRUPO • Privacidade • Sair do grupo • Termos de uso . __,_._,___

domingo, 25 de maio de 2014

#Desabastecimento #TBnoRJTv

Prezados(as), Na quinta e sexta eu o o Carlos Basilia participamos de um evento em Brasília, como o PNCT, e essa questão veio à tona, até porque o problema não foi restrito ao Rio de Janeiro. Depois de inúmeras falas, a equipe da Farmácia do Ministério da Saúde foi convidada a participar e muitos dos problemas que geraram essa situação na ponta, foram explicadas. Deixamos claro, e os próprios técnicos concordaram, que "problemas" acontecem e, mesmo que todos os cuidados para eventuais emergências sejam tomados ( o que nem sempre acontece ), mesmo assim nem sempre o fluxo segue como previsto. Por conta disso solicitamos ao Ministério da Saúde, e por extensão estamos solicitando aos Estados e Municípios, que o diálogo seja sempre tranparente e que, quando situações dessa natureza aconteçam, sejamos imadiatamente informados de forma a contribuir que, na ponto, junto ao usuário final, os impactos sejam os menores possíveis. Não podemos esquecer que quando o problema chega no usuário, perde muito da sua natureza técnica e assume dimensões emocionais. Insegurança, medo, temor, tudo isso pode ser evitado, ou ao menos minimizado, se pudermos trabalhar sempre, cada um na sua esfera de atuação, em parceria e transparência. Bem, ainda esta semana emitirei uma nota com informações solicitadas pela Coordenação do PNCT do Município, onde constarão os canais para informação sobre eventuais problemas no atendimento e dispensação de medicamentos, de forma a que esses cheguem o mais rápido possível ao Programa. Roberto Pereira Centro de Educação Sexual - CEDUS SEXUALIDADE – SAÚDE – CIDADANIA   CNPJ: 74055906 / 0001-40 Reg. CMDCA/ RJ: 02/184/ 349  -  Reg. CMAS/ RJ: 0297/00 Utilidade Pública Municipal - Lei 3115 em 03/10/2000 Utilidade Pública do Estado do Rio de Janeiro LEI 2947/2005 Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ Membro da Parceria Brasileira Contra a Tuberculose - STOP TB Membro da Comissão Estadual de Aids e Tuberculose - SES/RJ Membro da Comissão de Aids e Tuberculose do CMS/RJ  Brasil - Rio de Janeiro - RJ Cel: (55.21) 99429-4550 cedusrj@yahoo.com.br - cedus@hotmail.com           Em Quinta-feira, 22 de Maio de 2014 15:24, "Cazú Barroz Cazu.barroz@bandeirantes.org.br [forumongaids-rj]" escreveu:   Prezados,   Sugiro enviarmos e-mails a SMS/RJ, na ultima reunião da comissão municipal de DST/Aids e TB, Roberto Pereira entregou a comissão, um oficio do forum Estadual de TB, informando sobre a falta de medicamentos no posto de saúde da Rocinha. Sr. Sergio Aquino, da SMS, informou que desconhecia a falta de medicação.   Com esta matéria do RJTV de hoje, acho que agora todos já sabem. Solicitamos providencias.       Atenciosamente,   Cazu Barroz Coordenador Comissão Nacional Programa Saúde do Jovem Federação de Bandeirantes do Brasil E-mail: cazu.barroz@bandeirantes.org.br     De: forumongaids-rj@yahoogrupos.com.br [mailto:forumongaids-rj@yahoogrupos.com.br] Enviada em: sábado, 17 de maio de 2014 13:22 Para: forumongaids-rj@yahoogrupos.com.br Assunto: Re: [forumongaids-rj] Tuberculose no RJTV     recebi o vidio tambem vi na tv ,nem sei como estará por aqui   Estou utilizando a versão gratuita de SPAMfighter para usuários privados. Foi removido 2360 emails de spam até hoje. Experimente SPAMfighter de graça agora! Computador lento? Melhore o seu computador lento

terça-feira, 1 de abril de 2014

Ação Tuberculose Duque de Caxias - RJ

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Encerrando a maratona de Ações alusivas ao Dia Mundial de Luta Contra a Tuberculose aqui no Rio de Janeiro. Após o Parque Madureira / Rio de Janeiro (23/03) e Praça Araribóia / Niterói, dessa vez (29/03) foi Duque de Caxias que acolheu a Ação e mobilizou a população local com informações e orientações sobre saúde preventiva e tuberculose.

Essa Ação foi resultado do trabalho do PCT da SES/RJ, do PCT da SMS de Duque de Caxias e do Forum Ongs Tuberculose RJ tendo a participação ativa de profissionais da saúde e de ativistas de diferentes ONGs parceiras.





















Roberto Pereira
Centro de Educação Sexual - CEDUS
SEXUALIDADE – SAÚDE – CIDADANIA
 
CNPJ: 74055906 / 0001-40
Reg. CMDCA/ RJ: 02/184/ 349  -  Reg. CMAS/ RJ: 0297/00
Utilidade Pública Municipal - Lei 3115 em 03/10/2000
Utilidade Pública do Estado do Rio de Janeiro LEI 2947/2005
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Membro da Parceria Brasileira Contra a Tuberculose - STOP TB
Membro da Comissão Estadual de Aids e Tuberculose - SES/RJ
Membro da Comissão de Aids e Tuberculose do CMS/RJ
 Brasil
- Rio de Janeiro - RJ
Cel: (55.21) 99429-4550

sexta-feira, 28 de março de 2014

TUBERCULOSE na TV Boas Novas

Tuberculose.

Debate realizado nos estúdios da TV Boas Novas, em 25 de março de 2014.

Participam o Dr. Alexandre Milagres, médico do Hospital Municipal de Curicica; Soninha da Amamu, ativista e líder comunitária do Morro do Urubu) e o Psicólogo Roberto Pereira (do do CEDUS e do Fórum de ONGs/TB do Estado do Rio de Janeiro, com a apresentação de Celeste Fernandes, do Programa Cabeça Pra Cima.

A produção do programa disponibilizou-o em 3 blocos no YouTube.

Bloco 1: https://www.youtube.com/watch?v=_UZBWD1nRYU;
Bloco 2: https://www.youtube.com/watch?v=xcKNpY9xWaU e
Bloco 3: https://www.youtube.com/watch?v=IPetshBCHIk




Roberto Pereira
Centro de Educação Sexual - CEDUS
SEXUALIDADE – SAÚDE – CIDADANIA
 
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Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Membro da Parceria Brasileira Contra a Tuberculose - STOP TB
Membro da Comissão Estadual de Aids e Tuberculose - SES/RJ
Membro da Comissão de Aids e Tuberculose do CMS/RJ
 Brasil
- Rio de Janeiro - RJ
Cel: (55.21) 99429-4550
cedusrj@yahoo.com.br
- cedus@hotmail.com

quarta-feira, 12 de março de 2014

#CONVITE #10ANOSdeFORUMOngTB-RJ BY ROBERTO PEREIRA


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Prezados(os)

Atendendo solicitação da Secretaria Municipal de Saúde de Itaboraí, encaminhamos em anexo o a Divulgação e Convite para as atividades locais referentes ao Dia Mundial de Luta Contra a Tuberculose.


 

PREFEITURA MUNICIPAL DE ITABORAÍ

Secretaria Municipal de Saúde

    Subsecretaria de Atenção Básica
    Coordenação de Controle da Tuberculose
 
Convite
Anexo I:
Dia 24 de Março - Dia Mundial de Luta Contra a Tuberculose
Programação da Semana de 24 de Março de 2014
Data
Local
Atividades
Responsável
Dia 24/03
8:30 as 17 hs
Espaço Vera Gol
Avenida 22 de Maio n°- 3428/Itaboraí ( Após o Hotel Ibis)
24 de Março dia Mundial de Luta Contra Tuberculose.
 
Abertura da Semana de Luta.  
II  Seminário de Avaliação e Forúm de Pesquisas Operacionais do Programa de Controle da Tuberculose de Itaboraí
Coordenação PCT/NES-NEPS-SF
Dia 25/03
Manhã
9hs
Ciep 424 Pedro Amorim
 
Atividades educativas e de Mobilização Social
 
Coord. TB /PSE-NES/NEPS
Dia 26/03
Manhã
 
PCT( Patio da Atenção Basica)
Café da Manhã com Grupo de Adesão ao Tratamento
 
 Coord. TB /NES
Dia 27/03
Manhã
USFs e Escola Municipal Luzia Gomes de Oliveira
 
Atividades educativas e de Mobilização Social
 
Coord TB, Coord.PSF NEPS-NES, USF e escolas.
Dia 28/03
Manhã
USFs e Escola Municipal Jornalista  
Atividades educativas e de Mobilização Social
 
Coord TB, Coord.PSF NEPS-NES, USF e escolas
 
  
 
Anexo II
24 de Março dia Mundial de Luta Contra a Tuberculose
Programação II Seminário de Avaliação e Fórum de Pesquisas Operacionais  do Programa de Controle da Tuberculose de Itaboraí e
Abertura da Semana de Luta Contra a Tuberculose
 
8:30  as 9:00 -   Credenciamento
 
9:00  as 9:20-  Abertura  ( convidados )
 
9:20 – 9:30 Apresentação de Dança do Ventre  Regina Maura Teixeira Lopes ( Coordenadora  da Cruz Vermelha da Filial Itaboraí – RJ e Jammy Said
 
9:30 a 10:00 Cenário da Tuberculose Dra Denise Freitas da Silva  Coordenação do Programa de Controle da Tuberculose de Itaboraí- Medica da Referência Secundária ( PCT) Itaboraí
 
10:00  a 10 :30 Indicadores sócio sanitários e a distribuição espacial da tuberculose no município de Itaboraí. Alexandre San Pedro Siqueira, titulação é Mestre em saúde pública pela Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/FIOCRUZ).
 
10:30 a 11: 00  Apresentação Pesquisa Praticas Educativas em Saúde Relacionada à Tuberculose- Samanta Quintana Barbosa, Mestre em saúde pública pela Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/FIOCRUZ).
 
11:00 a 11:30 Apresentação Vigilância de Base Territorial Local em Visconde de Itaboraí- O Caso da Tuberculose-  Laís de Almeida Relvas Brandt e Bianca Borges da Silva Leandro Laboratório de Monitoramento Epidemiológico na Área de Influência do COMPERJ/ENSP/FIOCRUZ-LABMEB
 
11:30 a 12:00 Lançamento do Boletim da Tuberculose Carolina M Costa- Vigilância Epidemiológica e Maria José Fernandes Pereira- Coordenação do Programa de Controle da Tuberculose de Itaboraí
 
12:10 as 13:30  Almoço
 
14:00 as 14:20 -   Experiência Aline de Oliveira Bastos Guzzo Levi Melo (USF Santo Antônio)
 
14:20 as 14:40 -  Experiência  USF Visconde
 
14:40 as 15:00 -  Experiência “Roda de Monitoramento PCT” – Maria José Fernandes Pereira  Coordenadora do Programa de Controle da Tuberculose  de  Itaboraí e Equipe da Referência Secundária de Itaboraí(  PCT)
 
15:00  as 16:00 -  Premiações
 
16:00 as 17:00 Encerramento



Roberto Pereira
Secretaria Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ

( AMAMÚ - CEDUS - CENTRO SOCIAL FUSÃO - GPV/Niterói - Rede de Comunidades Saudáveis )
Cel: (55.21) 99429-4550

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

#Samba #Enredo 2014 do #Bloco dos #Bancários "Vestiu uma camisinha listrada e saiu por ai"

Samba Enredo 2014 do Bloco dos Bancários
"Vestiu uma camisinha listrada e saiu por ai"

BASTA DAR UM CLIK NO LINK
PARA ASSISTIR O VÍDEO E OUVIR O SAMB
A

http://www.youtube.com/watch?v=2Iv3qstQiOY&list=UUhhYmkr8ZbikPtATBLs4NZQ#t=22



DEUS NO RÁDIO, MAS QUE LOUCURA
NINGUÉM SEGURA, É SÓ FELICIDADE
O BLOCO DOS BANCÁRIOS, TÁ AÍ
PRA SACUDIR ... VIROU FESTA NA CIDADE

SERÁ QUE ISSO TUDO É VERDADE?
QUE VAI TER MORALIDADE.
EU PERGUNTO A VOCÊ?
QUE TEM EMPREGO, ACABOU A INFLAÇÃO!
QUEM MATAVA A AMAZÔNIA
MATA A FOME DO POVÃO
MEU DEUS DO CÉU, QUEM FEZ ESSE MILAGRE
ESPALHANDO A NOTÍCIA
QUE TUDO VAI MELHORAR
ESSA PROMESSA DE PENSAR LÁ NO FUTURO
É CAÔ, FOI JOGO SUJO
SÓ PRA GENTE ACREDITAR!


SE LIGA, EU SOU BANCÁRIO
NÃO SOU OTÁRIO
E NINGUÉM VAI ME ENGANAR

DEUS NO RÁDIO, MAS QUE LOUCURA
NINGUÉM SEGURA, É SÓ FELICIDADE
O BLOCO DOS BANCÁRIOS, TÁ AÍ
PRA SACUDIR ... VIROU FESTA NA CIDADE


 


Roberto Pereira
Centro de Educação Sexual - CEDUS
SEXUALIDADE – SAÚDE – CIDADANIA
 
CNPJ: 74055906 / 0001-40
Reg. CMDCA/ RJ: 02/184/ 349  -  Reg. CMAS/ RJ: 0297/00
Utilidade Pública Municipal - Lei 3115 em 03/10/2000
Utilidade Pública do Estado do Rio de Janeiro LEI 2947/2005
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Membro da Parceria Brasileira Contra a Tuberculose - STOP TB
Membro da Comissão Estadual de Aids e Tuberculose - SES/RJ
Membro da Comissão de Aids e Tuberculose do CMS/RJ
 Brasil
- Rio de Janeiro - RJ
Cel: (55.21) 99429-4550

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

nformativo Fórum ONG Aids RJ nº 2




Roberto Pereira
Centro de Educação Sexual - CEDUS
SEXUALIDADE – SAÚDE – CIDADANIA
 
CNPJ: 74055906 / 0001-40
Reg. CMDCA/ RJ: 02/184/ 349  -  Reg. CMAS/ RJ: 0297/00
Utilidade Pública Municipal - Lei 3115 em 03/10/2000
Utilidade Pública do Estado do Rio de Janeiro LEI 2947/2005

Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Membro da Parceria Brasileira Contra a Tuberculose - STOP TB
Membro da Comissão Estadual de Aids e Tuberculose - SES/RJ
Membro da Comissão de Aids e Tuberculose do CMS/RJ
 Brasil
- Rio de Janeiro - RJ
Cel: (55.21) 99429-4550