Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

ATAQUE AOS FUNDOS DE SAÚDE( José do Vale Pinheiro Feitosa)

O texto abaixo retransmitido, em que pese referir-se à Saúde Pública do Rio de Janeiro, reflete uma triste realidade que, talvez em níveis diferentes, vem lentamente se alastrando por todo o Brasil, numa espécie de "metastase ideológica", colocando-nos numa situação de extrema vulnerabilidade tal o grau de comprometimento dos recursos públicos e desmonte das estruturas formais do SUS.

Roberto Pereira


ATAQUE AOS FUNDOS DE SAÚDE

José do Vale Pinheiro Feitosa

A manhã do Rio de Janeiro começou silenciosa. O Carioca dorme em razão do atravessar das horas da noite passada em volta da Ceia de Natal. O dia 25 de dezembro é um dos mais universais feriados do mundo Ocidental, assim como o primeiro de janeiro: quase tudo fecha e as ruas ficam desertas.

E foi nessa paz extraída do silêncio que a guerra se fez na minha consciência. Há no Brasil um discurso malandro e interesseiro, envolvendo eficiência dos recursos e meios públicos, que a título de inovação administrativa, promove iniquidade e serve para verdadeiros assaltos aos Fundos de Saúde. Promove-se a privatização da gestão do Sistema Único de Saúde sob o disfarce da coisa pública, através de Organizações Sociais e outras formas disfarçadas de promover desigualdades.

Em 1999, primeiro ano do Governo Garotinho, a Secretaria Estadual de Saúde começou um programa de valorização do funcionalismo público, convocando os aprovados num concurso, que o ex-Governador Marcelo Alencar estava deixando caducar, e diante das despesas com pessoal, dobrou a gratificação dos servidores da saúde. Em 2012, no mês passado, encontrei um médico de renome, aposentado pela Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro, com o salário mensal de R$ 1.640,37. Menos de três salários mínimos. Era o mesmo salário decretado por Garotinho há treze anos.

Acontece que a mesma fonte pagadora, o Estado do Rio de Janeiro, paga a um médico contratado por via privada em média mais de R$ 5 mil por vinte horas de trabalho, além dos encargos sociais por ser contrato CLT e da taxa de administração que é um grande negócio para os amigos do poder. Como o Governador Sérgio Cabral e o Secretário Sérgio Cortes podem justifica uma desigualdade dessas? Será que não caberia uma lei de Anistia para os funcionários estatutários do Rio de Janeiro em face das “torturas” promovidas pela ditadura da privatização? Quem sabe Sobral Pinto não precisasse voltar do além e pedir a lei de proteção aos animais para os torturados funcionários públicos da saúde no Rio de Janeiro?

E como o principal partido aliado de Sérgio Cabral e Sérgio Cortes, o maior partido trabalhista do Brasil, o PT, pode aceitar uma situação dessas? Ela existe, é real e age a cada minuto em pessoas que estão vivendo esta iniquidade: um profissional concursado experiente tratado como lixo da história e um jovem profissional, contratado na prática do “mercado” de seleção e controle profissional no mínimo questionável.

No Governo Federal, em quase todos os Estados e nos Municípios, o Sistema Único de Saúde se torna cada vez mais em um comprador de produto. Há uma prática promovida pelo PT, PSDB, PMDB, PSB, PDT, entre outros partidos, de extinção do funcionalismo público da saúde e uma entrega, não ingênua, aos organizadores da farsa das Organizações Sociais. O Ministério da Saúde é um vazio de quadros próprios: não se faz concurso, quase todos os técnicos têm contratos precários ou através das mais variadas práticas de disfarce da realidade para não convocar concurso.

Há efetivamente uma trama em nome da eficiência. Não se pode nem culpar a guerra contra os Marajás do Collor, pois a saúde nunca foi terra desta gente, a não ser de forma incidental. Mas a verdade é que a primeira coisa foi sufocar os quadros da saúde, não os renovando por concurso público, rebaixando seus salários, denegrindo sua imagem como corrupto para, depois, começarem a contratação pelas vias transversas. O passo seguinte foi entregar as compras públicas a setores privados e agora a menina dos olhos de Ministro e Secretários é nem ter serviço próprio. Estão cientes de comprar serviços terceirizados sem que existam quadros e práticas eficientes para regula-los e controla-los.

Estamos, literalmente, retornando às práticas dos anos 70 que começaram a destruição do INAMPS e que hoje atacam a Saúde Suplementar. Uma prática que consiste em existir um grande fundo de financiamento (público, privado ou coletivo) sendo atacado por inúmeros agentes predadores de recursos, por venda de mercadorias tecnológicas cujo objetivo é o lucro e o fetiche da mercadoria. É a festa das grandes Corporações Multinacionais e a vilania dos profissionais de saúde.

Nessa altura não acredito em ingenuidade de nenhuma autoridade da saúde, mas sei da perseguição criminosa aos funcionários públicos, especialmente em seus salários e, portanto, em sua dignidade. O que chama a atenção é a baixa resistência a essa narrativa dramática por parte do Ministério Público, Ministério do Trabalho, Justiça do Trabalho, Sindicatos e Conselhos de Classe. Em relação às entidades de classe até entendo a contradição, quem ganha três ou quatro vezes mais não pretende discutir a miséria do outro.

Existe uma farsa intencionada a pairar sobre esta realidade: chama-se responsabilidade fiscal. A proporção máxima que a folha de pagamento do funcionalismo pode ter em relação às despesas públicas. Se as despesas subiram tanto com as contrações privadas, como justificar que isso não seja despesa de pessoal? Talvez naquele momento a prudência legislativa, ao limitar os gastos com pessoal, tenha sido uma iniciativa para abrir esta porta da corrupção da equidade constitucional no SUS.

A sociedade está sendo enganada com televisões de telas planas nas esperas dos hospitais e com seguranças vestidos de paletó azul marinho nas portas dos elevadores. A conta é alta, em iniquidade, em gastos públicos e na formação de uma mercantilização danosa, pois sem limites e assaltante do patrimônio público. Basta tomar conhecimento do recente caso de Duque de Caxias envolvendo as tais Organizações Sociais.

José do Vale Pinheiro Feitosa




Roberto Pereira
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Rio de Janeiro - RJ
Cel: (55.21) 9429-4550

DEVER - QUERER  - PODER
Tem coisas que DEVO, mas NÃO QUERO
Tem coisas que QUERO, mas NÃO POSSO
Tem coisas que POSSO, mas NÃO DEVO
A escolha correta é, portanto, fruto de decisões
conscientes e éticas.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Bem Fam CLIPPING - 21/maio/2012

CLIPPING - 21/maio/2012
Dia Internacional da Hepatite C

Campanha fará testes gratuitos de hepatite C - Ao longo desta semana, até o sábado, o Cristo Redentor, na zona sul do Rio, ficará iluminado nas cores amarela e vermelha. A iniciativa faz parte de uma campanha de alerta sobre a hepatite C, promovida pela Associação Brasileira dos Portadores de Hepatite (ABPH) em parceria com o Santuário Cristo Redentor.  Nesse período, voluntários da associação vão oferecer testes gratuitos para identificar a doença. A iniciativa estará disponível em vários pontos do País. O início da campanha é marcado pelo Dia Internacional da Hepatite C, comemorado hoje. Para o teste, é feita coleta de uma gota de sangue. O resultado fica pronto em cinco minutos. Esse tipo de hepatite é uma doença inflamatória do fígado causada pelo vírus VHC. Ele é transmitido por sangue contaminado (transfusão, transplante de órgãos, agulhas, seringas, ferimentos etc). A transmissão também pode ocorrer por contato sexual e de mãe para filho.

Dep. Paulo Rubem quer modificar Lei do Planejamento Familiar - O deputado Paulo Rubem Santiago (PDT)  quer modificar a Lei do Planejamento Familiar, de 1996. Para o deputado, a lei, que permite a esterilização voluntária na sociedade conjugal somente com o consentimento expresso de ambos os cônjuges, é anacrônica. “Ao mesmo tempo em que a lei concede ao cidadão brasileiro a propriedade de seu próprio corpo, com a capacidade de decidir se, e quando queira procriar, ela também impõe aos casais a exigência de aceite por parte do cônjuge para acesso legal aos procedimentos de esterilização.” O deputado apresentou o PL 3637/2012 que quer acabar com a exigência do consentimento expresso dos dois cônjuges para que um deles se submeta a uma cirurgia de esterilização. A aprovação deste projeto garantirá a cada indivíduo do casal o acesso individual aos procedimentos de esterilização cirúrgica. Esses indivíduos terão as mesmas facilidades de pessoas mais abastadas ao poderem desfrutar de sua sexualidade sem passar pelo desgaste de uma gravidez não planejada. “Esta medida representa um passo importante para o respeito à individualidade de homens e mulheres do País”, argumentou o deputado Paulo Rubem.

Mortalidade materna  (Eleonora Menicucci) - A mortalidade materna é um problema complexo que se configura como importante sinalizador da condição de vida e de saúde das mulheres.  O problema da mortalidade materna está diretamente ligado ao acesso aos serviços de saúde, desde o pré-natal com qualidade até o leito materno, passando necessariamente pelo acesso a informações claras sobre a saúde e os direitos reprodutivos. Na ponta do processo, como decisor, surge a apropriação do direito à saúde por parte da população feminina. Um dado do primeiro semestre de 2011, especialmente, é para ser comemorado: a diminuição recorde das mortes maternas por causas obstétricas. Tivemos 19% menos mortes desse perfil em relação a 2010 ou seja, o salto benéfico se verificou em apenas um ano. Notificaram-se 870 mortes por causa obstétricas no primeiro semestre de 2010, enquanto no segundo semestre de 2011 registraram-se 705 mortes. Isso significa que o Brasil conseguiu passar a resgatar para a vida uma mulher do grupo de cada cinco que morriam por essa razão. Mas, para além dos avanços, o governo tem o desafio e o compromisso de cumprir a Quinta Meta dos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio, da ONU, que é de reduzir a mortalidade materna em 75% entre 1990 e 2015.  Nesse sentido, está sendo implementada a Rede Cegonha, programa do Ministério da Saúde, além de outras iniciativas integradas, que perpassam toda a estrutura governamental. Entre os itens fundamentais para se reduzir continuamente a mortalidade materna destaca-se a própria qualificação das informações. Essa demanda tem sido enfrentada pelos Comitês de Investigação da Mortalidade Materna, que serão fortalecidos com a implementação da Rede Cegonha. Assim, ao mesmo tempo em que as informações mostram sem subterfúgios o quanto precisamos avançar, o refinamento desses dados e as próprias políticas públicas apontam a perspectiva da maternidade como garantia de vida para as crianças, mas, como condição sine qua non e cada vez mais próxima, para as próprias mães. Afinal, nosso maior desafio enquanto integrantes do governo da primeira mulher presidente do Brasil é o de não aceitar que nenhuma mulher morra em decorrência da falta de atendimento no período da gravidez, do parto e do puerpério.

Mães que amamentam os filhos por mais de dois anos causam controvérsia - Controversa, a amamentação prolongada vem sendo adotada por muitas brasileiras adeptas do movimento chamado Criação com Apego (Attachment Parenting), que também prega que os  pais durmam junto com os filhos até quando eles quiserem. O movimento nasceu há 20 anos nos EUA, após a publicação do livro "The Baby Book" (O livro do bebê, em tradução livre), do pediatra William Sears. A obra defende uma educação amável e sem castigos e punições. Na semana passada, o assunto ganhou destaque após a revista "Time" estampar na capa uma mãe amamentando o filho de três anos. O garoto usa um banquinho para alcançar o seio materno. Não há uma idade limite para o desmame, segundo a SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria). A OMS (Organização Mundial da Saúde) preconiza aleitamento exclusivo até os seis meses de idade. E recomenda que as crianças continuem sendo amamentadas no peito por até, pelo menos, dois anos. "Não há estudos que apontem prejuízo às crianças que são amamentadas acima de dois anos. O momento de parar é uma decisão entre mãe e filho e está muito relacionada a fatores culturais", diz a pediatra Graziete Vieira, do departamento de aleitamento materno da SBP.

Banheiros para novos apartados - É uma obviedade afirmar que as pessoas precisam ter acesso a um banheiro. Entretanto, vê-se que há casos de pessoas transgênero (transexuais e travestis) sendo impedidas desse direito, geralmente por autoridades desinformadas. A iniquidade no acesso ao banheiro tem sido uma das maiores barreiras para a integração de homens e mulheres transexuais na sociedade brasileira.  Apartheid: palavra da língua holandesa sul-africana que significa "à parte". Na África do Sul, o termo definia a política de segregação entre os brancos e os definidos como não brancos, com base em uma filosofia que reivindicava a supremacia dos brancos. As pessoas eram obrigadas a ocupar espaços diferentes, em função da sua cor, incluindo banheiros. Historicamente, a falta de banheiros femininos foi uma estratégia para manter mulheres fora de espaços tradicionalmente dominados por homens. Ressalte-se que apenas na época da Constituinte um banheiro feminino foi instalado para as  deputadas no Congresso Nacional. Essa é uma questão de gênero, e se estão repetindo essas apartações com relação a mulheres transexuais (preconceituosamente consideradas inferiores às mulheres biológicas) e aos homens transexuais (também considerados, por alguns, como inferiores aos biológicos). A identidade de gênero é central para vida pública e privada de qualquer ser humano, não apenas para as pessoas transexuais, independentemente de anatomia ou fisiologia. Não reconhecer essa vivência leva a sofrimento e a constrangimentos.

Xuxa revela ter sofrido abuso sexual na infância - Um drama que a apresentadora Xuxa Meneghel guardou durante anos foi revelado neste domingo: ela sofreu abuso sexual na infância. Como na maior parte dos casos, os agressores eram pessoas próximas: um amigo do pai, que seria seu padrinho, um homem que iria casar com sua avó e um professor.  As violências só acabaram quando Xuxa completou 13 anos. A revelação foi feita em entrevista para o quadro “O que vi da vida”, do programa “Fantástico”, da Rede Globo. Muito emocionada, Xuxa chorou durante o depoimento e explicou que o trauma a levou a lutar pelo direito das crianças:
— Nunca falei nada para ninguém porque tinha vergonha, não sabia o que fazer. Se falasse para o meu pai, ele acharia que a culpa era minha, que eu provocava. Deviam ter notado que havia algo de errado; que eu, sempre muito falante, tinha virado uma pessoa calada.
Segundo Xuxa, o pai dela, Luís Floriano Meneghel, era militar e sempre foi muito ausente e distante. A mãe, Alda Meneghel, de acordo com a apresentadora, era muito amorosa e presente, mas inocente. Tinha que cuidar de cinco filhos e não reparou.

Bom da Rio+20 é a sociedade, dizem cientistas - A exatamente um mês da Rio+20, membros da sociedade civil reunidos sexta – feira em São Paulo em debate sobre a conferência para o desenvolvimento sustentável manifestaram que, nessa altura dos acontecimentos, o melhor que se pode esperar do evento é que ele sirva para fortalecer a mobilização da sociedade."Os temas que estão colocados na Rio+20 - economia verde, governança e erradicação da pobreza - são como recomeçar o mundo. Sem dúvida são coisas que dependem de acordos entre governos, mas temos a sensação de que esses acordos vão demorar cada vez mais. Então é fundamental a sociedade se mobilizar por esses temas, pressionar", afirmou o pesquisador da USP Pedro Roberto Jacobi, do Programa de Pós Graduação em Ciência Ambiental. Ele falou durante debate no evento Viva a Mata, que celebra o Dia Nacional da Mata Atlântica, no domingo. Jacobi resumiu um sentimento que prevalece na academia, entre organizações não governamentais e até entre os negociadores de alto nível de certo pessimismo que a conferência não resulte em compromissos mais concretos para que o mundo se encaminhe para o tão falado desenvolvimento sustentável. A comparação inevitável é com a Rio-92, vista como um momento que representou uma mudança de paradigma. "A Rio+20 significa um nada, um vazio. De 92 para cá o que aconteceu foi a não implementação de tudo o que foi acordado. Só que passados 20 anos, temos hoje muito mais dados e certezas de que caminhamos para um desastre ambiental e o que acontece? Nada", disse João Paulo Capobianco, do Instituto Democracia e Sustentabilidade. "É uma reunião sem entendimento mínimo sobre o que se espera dela, marcada pela falta de líderes, e que não vai enfrentar nosso pior problema, que é a falta de governança, a incapacidade de implementar acordos que nós mesmos fizemos"...


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sábado, 14 de janeiro de 2012

Servidores do Carlos Tortelli organizam luta contra O.S. de Jorge Ro

Servidores do Carlos Tortelli organizam luta contra O.S. de Jorge Ro
Enviado por: "JOSIMAR PEREIRA DA COSTA"
Para conhecimento de todos.

Josimar Pereira da Costa
Consultor Previdenciário
Ponto Focal RNP+ Niterói
Grupo Pela Vidda Niterói


Saúde Municipal

Servidores do Carlos Tortelli organizam luta contra O.S. de Jorge Roberto Silveira
11/01/2012

Por Olyntho Contente
Da Redação do Sindsprev/RJ
Os
servidores do Hospital Municipal Carlos Tortelli (ex-CPN) fazem
assembléia nesta quinta-feira (12/01), às 10 horas. Vão receber informes
da diretoria da Regional Niterói do Sindsprev/RJ sobre o processo de
privatização que o prefeito Jorge Roberto da Silveira (PDT) quer
implementar a partir da aprovação pela Câmara dos Vereadores do projeto
de lei que autoriza organizações sociais a administrar os hospitais e
postos de saúde da cidade e organizar a resistência a essa entrega da
saúde ao setor privado. Assembléias semelhantes deverão ser realizadas
nas demais unidades.
A
assembléia faz parte da mobilização do Fórum Em Defesa das Políticas
Públicas de Niterói, que se contrapõe às OS de Jorge Roberto da
Silveira. Mas vai discutir, também, os problemas de sucateamento da
unidade e falta de pessoal.
Mobilização geral contra OS
No
último dia 4, diversas entidades do movimento social de Niterói criaram
o Fórum em Defesa das Políticas Públicas, cujo principal objetivo é
barrar a privatização da Saúde, Educação e Assistência Social, planejada
pelo prefeito da cidade, Jorge Roberto Silveira (PDT). Estes setores
seriam entregues a organizações sociais. Projeto neste sentido foi
aprovado na calada da noite do dia 29 de dezembro, pela Câmara de
Niterói, entre o Natal e a passagem do ano novo.
A
diretora do Sindsprev/RJ, Maria Ivone Suppo, frisou que a aprovação foi
ilegal, porque o PL não passou pelo Conselho Municipal de Saúde. “Além
disso, a privatização, através de OS ou fundações foi rejeitada pelas
conferências nacional, estaduais, municipais e distritais de saúde,
inclusive a de Niterói indo contra o controle social, exercido pelas
conferências e conselhos, desrespeitando, assim, a lei do Sistema Único
de Saúde (SUS)”, lembrou a dirigente. A votação das OS foi também ilegal
porque realizada dentro de uma sala em que os vereadores se trancaram e
não no plenário da Câmara. Com a pressa em aprovar o projeto de maneira
sorrateira, não houve sequer a realização de debate com a sociedade
através de audiências públicas. Para ela, Jorge Roberto agiu como um
gatuno. Adiantou que serão colados cartazes em toda a cidade com a foto e
o nome dos que votaram favoravelmente à privatização.
Panfletagens dia 19
O
Fórum decidiu que toda quinta-feira, a partir de 19 de janeiro, serão
realizados Dias de Luta Contra a Privatização. No próprio dia 19 haverá
panfletagem nas unidades dos setores ameaçados pelo projeto (Saúde.
Educação e Assistência). Ivone explicou todas as da Saúde de Niterói
serão visitadas. “Nelas, além de explicar os danos que serão causados em
caso da implantação da privatização, convocaremos para uma grande
passeata organizada pelo Fórum, marcada para o dia 2 de fevereiro, à
tarde, no Centro de Niterói”, explicou.
Fim da gratuidade
Ivone
lembrou que a entrega de unidades públicas a empresas privadas
travestidas de OS só vai enriquecer empresários e prejudicar a
população. “A privatização é uma ameaça à gratuidade do serviço
prestado, acaba com o controle social e a fiscalização sobre a compra de
materiais e contratação de pessoal, aumentando a corrupção e a
contratação de afilhados políticos, já que não haverá mais concurso
público. O servidor virará uma categoria em extinção, sofrendo muito
mais assédio moral do que hoje e mais arrocho salarial”, sintetizou.

A dirigente acrescentou que o Fórum criou quatro comissões para lutar
contra a entrega das unidades públicas às OS: Comissão Jurídica,
responsável pelas ações contrárias à privatização, da qual o
Sindsprev/RJ faz parte; Comissão de Comunicação, que fará todo o
material de divulgação; Comissão de Mobilização, responsável pela
organização da distribuição do material aos servidores e à população; e
Comissão de Pesquisa, para levantar dados para publicações sobre os
assuntos envolvidos.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

#Lupi na balança do #PDT


Lupi na balança do PDT
Cristina Lobo ontem no Jornal das DEZ da GloboNews, relatou a reunião de Lupi com Dn@ Dilm@, ela antes de mais nada ligou o telefone em conferencia e viva-voz diretamente com Lula, ele perguntou ao Lupi: “O que que houve rapaz?”
Lupi respondeu que pode provar atravez do comprovante de passagens que não viajou em carona com empresário.
Resposta de Lula” Se pode provar resista não desista'
Fica a observação Dilm@ esta ou não em cadeira de presidente?
Dilm@ esta ou não executando um cargo principal que herdou através dos votos?
Fica comprovado a imersão do Ex presidente no Governo.
Embora Dilm@ tenha uma situação diferente.
O atual governo so teve notícias de corrupção em 6 ministérios.
No governo de Lula todo nós sabemos teve 40 aloprados que até hoje não foram Julgados.
Eu Disse no momento da cobertura da manifestação do #CadêMeuImposto?
Que ocorreu juntamente com o movimento corrupção não.
Parabéns a Dra Eliana Calmon do CNJ que trouxe a luz e ao debate a corrupção no judiciário.
Eu fiz um agradecimento a atitude dela com a fala forte mas, certeira a respeito da corrupção.
Dn@ Dilm@ mude o ministério não dê uma Cesta de Natal para o Sr Lupi.
Veja que ele não tem mais maioria dentro de seu pro pio partido.
Até Cristovão Buarque pediu que Lupi saia para deixar que se investigue.
Logo o PDT de origem com Leonel Brizola e Darci Ribeiro idealizador dos CIEPS.
É uma crise de ética e de moral.
Política não se coaduna com falta de ética nem de moral.
Brizola e Darcy devem estar se revirando esteja onde estiver.
Ngb
ativismocontraaidstb

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Denúncia da ABGLT sobre Deputado estadual Myrian Rios -

Denúncia da ABGLT sobre Deputado estadual Myrian Rios - foi encaminhada à Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão no Estado do Rio de Janeiro

 
para  conhecimento

Boa tarde senhor Toni Reis,
 
Informamos que a tua denúncia foi encaminhada à Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão no Estado do Rio de Janeiro, conforme pode ser observado da cópia do ofício anexo.
 
Atenciosamente,   
 
Ministério Público Federal
Assessoria da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão - São Paulo


 
Nota Oficial de Descontentamento da ABGLT
sobre Declarações da Deputada Estadual do Rio de Janeiro, Myrian Rios (PDT/RJ)


A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), em nome de suas 237 ONGs afiliadas, vem por meio expressar seu extremo descontentamento diante das afirmações equivocadas e irresponsáveis sobre as pessoas homossexuais feitas pela deputada estadual Myrian Rios (PDT/RJ) no plenário da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro durante debate sobre o Projeto de Emenda Constitucional 23/2007 que inseriria a “orientação sexual” no rol de direitos fundamentais da constituição do Estado do Rio de Janeiro, garantindo que ninguém seria discriminado, prejudicado ou privilegiado em razão da mesma.


Lamentável observar mais uma vez uma parlamentar descumprir seu dever como legisladora de se pautar pelo princípio da laicidade do estado e pelo cumprimento dos preceitos fundamentais da Constituição, sendo que a mesma optou e escolheu - ao contrário - basear-se em sua convicção de “missionária católica”.

Pior ainda foi a manipulação proposital e antiética da opinião pública por parte da deputada Myrian Rios em fazer uma associação direta, incorreta e perversa entre a homossexualidade e a pedofilia. Ora, tem sido comprovado cientificamente que a maior ocorrência de abuso sexual de crianças e adolescentes se dá pelos próprios pais e por figuras de autoridade que detêm a confiança dos mesmos. Este consta entre os principais motivos da destituição do pátrio poder. Os estudos científicos também confirmam que não há diferença entre o grau de incidência do abuso sexual de crianças e adolescentes por adultos heterossexuais ou homossexuais. Não há, portanto, fundamento cientificamente comprovado que possa respaldar as afirmações preconceituosas e discriminatórias da deputada de que seus filhos pudessem vir a ser vítimas de pedofilia por parte de funcionários homossexuais eventualmente contratados por ela. A deputada afirma que não é preconceituosa e que não discrimina, porém tacha as pessoas homossexuais de “pedófilas”, alegando assim “proteger crianças e adolescentes inocentes”. Esta afirmação se enquadra tão somente em ato de discriminação e de incitação ao ódio e à violência às pessoas homossexuais.

Queremos indagar: a deputada defenderia seu “direito de demitir uma pessoa”, se esta pessoa fosse negra, como base no raciocínio de que “não está de acordo com a minha” cor? O teor discriminatório do discurso da deputada se encontra neste paralelo, que por sua vez revela precisamente a justiça do propósito do PEC 23. Enquanto o racismo já se encontra criminalizado, a discriminação homofóbica permanece impune. E a deputada se vale desta omissão perversa para se cobrir de uma suposta “razão”, baseada num senso comum sem qualquer fundamento, se não o puro preconceito.

As pessoas lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, assim como as pessoas heterossexuais, NÃO ESCOLHEM e nem OPTAM por ter a sexualidade que têm. Faz parte de sua personalidade, e só. Para quê a deputada – cuja função deveria ser legislar de acordo com os princípios constitucionais – invoca o livro Gênese da Bíblia?  O Brasil não é um estado teocrático. Não é regido pela Bíblia. O Brasil é um estado laico, regido por uma Constituição.  É a obrigação dos/das parlamentares legislarem conforme a Constituição. Caso contrário, suas proposições não seriam aprovadas, devido à própria inconstitucionalidade. É por isso que existem nas casas legislativas as Comissões de Constituição e Justiça – para garantir a conformidade das propisições.

O Projeto de Emenda Constitucional 23/2007 não permitiria nem a discriminação e nem o privilégio por orientação sexual ou identidade de gênero. Tinha apenas o objetivo de garantir o cumprimento do preceito constitucional da igualdade de todos e todas, indiscriminadamente. Aliás, foi este o princípio que norteou a decisão do Supremo Tribunal Federal em equiparar as uniões estáveis homoafetivas às uniões estáveis entre casais heterossexuais. No estado brasileiro, laico e regido pelos princípios da igualdade e da não discriminação, há de se garantir a igualdade de direitos aos heterossexuais e aos homossexuais, “sem distinção de qualquer natureza”.

Imperam, em qualquer esfera que seja – federal, estadual, municipal – os preceitos fundamentais da Constituição.

O Projeto de Emenda Constitucional 23/2007 não tem o propósito de restringir o direito da liberdade de expressão. Apenas visa a garantir o preceito constitucional da não discriminação.

Posto isto:

·         exigimos do Partido Democrático Trabalhista (PDT) a tomada imediata de medidas internas em relação ao pronunciamento da deputada estadual Myrian Rios, com base na afirmação deste partido publicada em seu site de que o “PDT assumirá, dentre seus compromissos prioritários, a causa das mulheres, dos negros, das populações indígenas e o combate a todas as formas de discriminação, buscando a democracia e a justiça social através da igualdade de oportunidades.” Compromisso este que foi claramente contrariado pela deputada Myrian Rios.

·         pedimos que o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro instaure inquérito quanto aos pronunciamentos acima citados da deputada estadual Myrian Rios acerca do PEC 23.

·         pedimos que a Superintendência de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos do Governo de Estado do Rio de Janeiro tome todas as medidas judiciais cabíveis em relação aos pronunciamentos da deputada estadual Myrian Rios acima citados.
  

Curitiba, 27 de junho de 2011


Toni Reis
Presidente da ABGLT – Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais


ofício nº 15184 2011.PDF
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