Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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quinta-feira, 2 de junho de 2016

“Medicamento não é bala mágica” por Clarissa Pains – O Globo

“Medicamento não é bala mágica”, critica especialista em HIV/Aids
por Clarissa Pains – O Globo

Estudiosos dizem que, embora tratamento esteja avançando, prevenção é o grande gargalo no combate à epidemia

RIO — Embora o número de mortes relacionadas à Aids tenha caído 26,7% nos últimos cinco anos, como mostra o relatório divulgado na terça-feira pelas Nações Unidas, a taxa de novas infecções no mundo permanece quase a mesma. Em 2010, ocorreram 2,2 milhões infecções, e em 2015, foram 2,1 milhões. Para especialistas, isso evidencia que o grande gargalo no combate à epidemia de Aids é a prevenção.

A queda na mortalidade se deve, segundo a ONU, a um aumento expressivo no número de pessoas tratadas com terapias antirretrovirais. Se em 2010 apenas 7,5 milhões de pessoas com HIV recebiam medicamentos — o equivalente a 22,5% da população infectada na época —, em 2015 a cobertura chegou a 17 milhões, isto é, 46% dos infectados. A marca ultrapassou em dois milhões a meta da ONU para o ano.

No entanto, a queda no índice de mortes poderia ser bem maior caso novas infecções tivessem sido evitadas nos últimos cinco anos. O coordenador de projetos da Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (Abia), Veriano Terto Jr., critica o fato de o relatório do Unaids, Programa das Nações Unidas para a Luta contra a Aids, incentivar que parte expressiva dos investimentos globais seja no tratamento, e não na prevenção do vírus.

— Se as políticas públicas enfatizarem apenas o tratamento, deixando os programas de prevenção como secundários, não será possível controlar a epidemia de Aids em 2030, como a ONU estipula — afirma ele. — Não se pode achar que o medicamento é uma bala mágica, que resolverá todos os problemas. É preciso educação sobre DSTs (doenças sexualmente transmissíveis).

Ele faz uma analogia com a situação da sífilis no Brasil. Os casos da doença não param de crescer, apesar de já existir medicamento poara tratá-la desde 1927.

— Não é a existência do medicamento, pura e simplesmente, que fará as pessoas não contraírem a doença e não sofrerem com ela. É preciso fortes políticas públicas de prevenção para combater doenças como a sífilis e a Aids — avalia Terto Jr.

DESIGUALDADE DE GÊNERO - Segundo o relatório, o grupo de maior risco para o HIV é o de jovens e adolescentes, sobretudo entre a população feminina. Mulheres de 15 a 24 anos representaram 20% das novas infecções em 2015, apesar de serem apenas 11% da população contaminada. De acordo com o Unaids, desigualdade de gênero, pobreza, violência e obstáculos para educação das mulheres e para o acesso a serviços de saúde reprodutiva estão na raiz dessa vulnerabilidade maior.

O objetivo da ONU é alcançar, até 2020, o modelo conhecido como “90-90-90”: diagnosticar 90% dos infectados pelo HIV, oferecer terapias antirretrovirais para 90% dessas pessoas, e alcançar supressão viral em 90% dos pacientes que recebem o tratamento.

BRASIL: 12 MIL MORTES em 2014 - Um mecanismo de prevenção que deve ser aprovado ainda este ano para uso no Brasil é a profilaxia pré-exposição (PrEP), uma pílula que reúne dois antirretrovirais — o tenofovir e a emtricitabina — e que pode ser tomada diariamente ou antes de uma relação sexual para evitar a contaminação pelo vírus. A ideia é que ela seja indicada para pessoas que se relacionam com quem tem HIV e para homens que fazem sexo com homens, grupo que reúne a maior parte dos infectados no país. Essa pílula já é aprovada nos EUA e na Europa.

— Há estudos indicando que a PrEP chega a ser mais eficaz do que a camisinha, mas quem for tomá-la precisa de acompanhamento médico, porque pode provocar efeitos colaterais — diz Paulo Abrão, professor de Infectologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

O Brasil registrou 40 mil novos casos e 12 mil mortes em 2014, último ano com dados divulgados. Ambos índices se mantêm estáveis em comparação com 2010. Para José Valdez Madruga, coordenador do Comitê Científico de HIV/Aids da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), o estigma ainda é uma das principais barreiras no país.

— Existe muito preconceito com a testagem, o que acaba atrasando o diagnóstico e, assim, o início do tratamento.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Agenda brasileira para reunião do Conselho de Direitos Humanos da ONU é debatida na PFDC

       Brasília, 23 de fevereiro de 2015. Agenda brasileira para reunião do Conselho de Direitos Humanos da ONU é debatida na PFDC Organizações da sociedade civil puderam oferecer a representantes do governo contribuições acerca das prioridades a serem levadas às Nações Unidas Uma videoconferência realizada na sede da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) nesta segunda-feira (23/2) reuniu organizações de direitos humanos em quatro estados brasileiros para debater com o Ministério das Relações Exteriores e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República o papel do Brasil na 28ª sessão do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas, que acontecerá no próximo mês, em Genebra. O diálogo foi promovido no âmbito do Comitê Brasileiro de Direitos Humanos e Política Externa (CBDHPE) – do qual faz parte a PFDC – e contou com a participação de organizações como Conectas Direitos Humanos, Instituto de Desenvolvimento e Direitos Humanos (IDDH), Justiça Global e Comunidade Bahá'í, entre outros. Entre os assuntos a serem debatidos na reunião do Conselho da ONU estão direitos das pessoas com deficiência, os desafios para a efetivação das garantias legais de crianças e adolescentes, políticas nacionais de direitos humanos, discriminação racial e mecanismos de cooperação técnica para a promoção e proteção dos direitos humanos, entre outros. Esta é a segunda vez que a PFDC recebe organizações da sociedade civil para dialogar com representantes do governo acerca da agenda brasileira a ser debatida no Conselho ONU. A proposta é permitir um processo mais democrático de participação, possibilitando a definição conjunta de prioridades acerca das políticas de direitos humanos no País.          -- You received this message because you are subscribed to the Google Groups "Comitê Brasileiro de Direitos Humanos e Política Externa" group. To unsubscribe from this group and stop receiving emails from it, send an email to comitedhpoliticaexterna+unsubscribe@googlegroups.com. For more options, visit https://groups.google.com/d/optout. __._,_.___ Enviado por: "Toni Reis - GMail" Responder através da web • • através de email • Adicionar um novo tópico • Mensagens neste tópico (1) VISITE SEU GRUPO • Privacidade • Sair do grupo • Termos de uso . __,_._,___

domingo, 9 de março de 2014

#ENTReVISTA O presidente do Uruguai, José Mujica via iPhone

COMPANHEIROS/AS: ÓTIMA LEITURA REFLEXIVA. UM “VELHO” NOVO... OUSADO, COM VISÃO E ATITUDE. PRECISAMOS TANTO!!! OBRIGADO RODRIGO POR COMPARTILHAR. Abs. Regina bueno.

 
‘Camponês com senso comum’. O presidente do Uruguai, José Mujica, durante a entrevista no escritório da humilde casa de 45 metros quadrados onde ainda vive em Montevidéu
‘Camponês com senso comum’. O presidente do Uruguai, José Mujica, durante a entrevista no escritório da humilde casa de 45 metros quadrados onde ainda vive em Montevidéu
MONTEVIDÉU - Todo mundo já sabe, mas se espanta: o presidente do Uruguai, José (Pepe) Mujica, mora numa casa de 45 metros quadrados com teto de zinco, cachorro com três patas e cadeiras de fórmica cambetas. Chega-se a ele sem passar por seguranças ou mostrar documentos: a única formalidade é cumprida por um guarda, que sai do carro de polícia estacionado na estrada de terra e vai perguntar se o presidente está disponível para receber visitas. A sala é escura, tem infiltrações nas paredes, um retrato pequeno de Che Guevara, uma estante com livros desarrumados, uma foto dele com faixa de presidente, uma caixa de vinho encostada num canto — um Bouza, o melhor do Uruguai. Quando era guerrilheiro tupamaro, Mujica assaltava bancos e distribuía comida entre os pobres. Agora doa 90% do salário e só vai à residência oficial da Presidência quando o visitante exige segurança redobrada. Seu estilo divide opiniões no país, mas sua popularidade é maior agora do que ao ser eleito, em 2009. Num único ano, 2013, legalizou o aborto, o casamento gay e a maconha. Virou inspiração para muitos jovens — e não tão jovens — por seu jeito despojado de fazer e ver a política. “Eu não sou nada, sou apenas um camponês com senso comum”, afirma. Mujica é firme e seguro em suas opiniões: não vai existir um turismo da maconha, as repúblicas não vieram ao mundo para estabelecer novas cortes, a política não pode ser uma máfia e tem limitações. O Uruguai — diz até a oposição — vive um momento de autoestima alta e Mujica — indicam as pesquisas — deverá eleger seu sucessor em outubro. Mas seu estilo é único.
Em abril, a lei da maconha estará regulamentada e em vigor no Uruguai. A maioria da população é contra, o senhor está preocupado? É um risco político num ano de eleição?
Não estou preocupado. É um risco político, mas o mundo não teria mudado se agíssemos só pensando do ponto de vista eleitoral. Queremos tirar o mercado do narcotráfico, queremos tirar-lhes o motivo econômico, queremos que o narcotráfico tenha um competidor forte e não seja monopolista. Ao mesmo tempo, tentamos incitar as pessoas a atuarem do ponto de vista médico. Se continuarem no mundo clandestino, não podemos tratá-las a tempo, só quando já é muito tarde e já cometeram crimes para ter dinheiro e conseguir a droga. Mas temos de ter muito cuidado, porque não é uma legalização como as pessoas supõem no exterior, não vai ter um comércio, os estrangeiros não poderão vir aqui ao Uruguai para comprar maconha. Não vai existir o turismo da maconha. A decisão tomada não tem nada a ver com esse mundo boêmio. É uma ferramenta de combate a um crime grave, o narcotráfico, é para proteger a sociedade. É muito sério.
O senhor em algum momento da vida fumou maconha?
Não, nunca, sou antigo. Fumei tabaco toda a minha vida, e ainda fumo às vezes. Não sei se é pior que maconha, mas não acho que é bom.
O senhor se diz moderado, mas pôs o Uruguai no cenário mundial ao modernizar a agenda...
Aplicamos um princípio muito simples: reconhecer os fatos. Aborto é velho como o mundo, a mulher na sua solidão inevitavelmente tem de se enfrentar com este problema. Para nós, a legalização do aborto e os métodos de contracepção, o trabalho psicológico, significam uma maneira de perder menos. Aqui a mulher não vai diretamente a uma clínica para fazer aborto, isto era na época em que era clandestino. Passa pelo psicólogo, depois é bem atendida. O casamento homossexual, por favor, é mais velho que o mundo. Tivemos Júlio César, Alexandre, o Grande... Dizer que é moderno, é mais antigo do que nós todos. É um dado de realidade objetiva, existe. Para nós, não legalizar seria torturar as pessoas inutilmente. Aqui enxergamos a hipocrisia: em muitos estados dos EUA existe um talonário vendido no comércio para receitas médicas; basta o médico assinar e dizer que você precisa de maconha para uma dorzinha aqui. É hipócrita.
O senhor rompeu com os símbolos do poder. O seu estilo de vida austero é uma mensagem política?
Pretende ser um ato de protesto. As repúblicas não vieram ao mundo para estabelecer novas cortes: nasceram para dizer que todos somos iguais. E entre os iguais estão os governantes. Têm uma responsabilidade implícita, e penso que devem viver de forma bastante similar à maioria do seu povo. Têm de tentar representar a maioria desse povo e não devem deixar os resquícios de feudalismo e monarquia dentro da república. Na república, ninguém é mais que ninguém, começando pelo governante. Por faltar esta visão, muitíssima gente, especialmente os jovens, não crê na política. A política não pode ser máfia e tem limitações. Se os cidadãos não creem na ética da política, também não vão perdoar os erros humanos que inevitavelmente estamos fadados a cometer.
Existe uma crise de representatividade das democracias e, ao mesmo tempo, uma efervescência de protestos no mundo. Como encara este fenômeno?
O mundo vive uma crise de caráter político, nossa civilização entrou numa etapa de crise de governança. O mundo está precisando de um conjunto de acordos de caráter mundial, porque tem problemas que nenhum país sozinho pode resolver. A Humanidade tem de pensar em governar, não para a nação ou para o indivíduo, mas para o futuro da espécie. Com este tipo de civilização, não há forma de mitigar os danos ao meio ambiente, não estamos resolvendo nada, só acumulando desastres. Existe um continente de plástico no Pacífico maior do que a Europa. O que vai ser da Humanidade? Vamos continuar a produzir plástico e atirar no mar, sem um acordo mundial por causa da política?
Na ONU, o senhor defendeu um novo modelo...
Falta uma agenda de grandes problemas que têm o mundo. Temos uma economia baseada no hiperconsumo de coisas inúteis. Poderíamos mover a economia mundial com outro motor e tirar parte da Humanidade que está submersa na tristeza e na pobreza, em lugares que falta até água. A solidariedade levaria à criação de um mercado maior posteriormente. Temos de lutar para que todos trabalhem, mas menos, todos devem ter tempo livre. Para viver, fazer o que gosta. Isto é a liberdade. Agora, se temos de consumir tanto, não temos tempo, porque precisamos ganhar dinheiro para pagar todas essas coisas. Aí vamos até que... Pluff, apagamos.
O senhor tem simpatia pelos movimentos de protesto, como a Primavera Árabe ou os protestos no Brasil?
Eu simpatizo com os protestos, mas não levam a lugar nenhum.
Derrubaram alguns governos....
Sim, mas não construíram nada. Para construir, é preciso criar uma mente política, coletiva, de longo prazo, com ideias, disciplina, e com método. As sociedades não mudam por causa de grandes homens, mudam quando os protestos se organizam, têm disciplina e métodos de longo prazo. Temos de revalorizar o papel da política. Estes movimentos de protesto têm a vantagem do novo, e tentam alguma coisa nova porque desconfiam do velho, especialmente dos partidos, porque perderam a confiança neles. Mas as primaveras têm se transformado em inverno porque não sabem aonde ir.
Como tupamaro, o senhor queria mudar o mundo. Quais as limitações do poder de um presidente para fazer isso?
Há 40 ou 50 anos, achávamos que chegar ao governo nos permitiria criar uma nova sociedade. Nossa maneira de pensar era ingênua, uma sociedade é muito mais complexa, e o poder é limitado por todos os lados. Limitado pelo peso que têm as corporações existentes na sociedade, limitado pelo direito e a Constituição — um limite que tem de existir. E, sobretudo, toda a política de mudança, a longo prazo, significa mudança de cultura, o mais difícil de mudar numa sociedade. Quando somos jovens, às vezes, não temos paciência para compreender, quando começamos a ser velhos, sobra paciência, mas falta força.
O senhor foi chamado de presidente “gente boa” pelo jornal espanhol “El Mundo". A “Foreign Policy” disse que redefiniu o papel da esquerda no mundo. Identifica-se com essas definições?
Reconheço a tragédia do mundo atual. Este reconhecimento tão generoso é o outro lado do que está acontecendo no mundo de hoje. Não é que me acham tão excepcional, me usam como uma maneira de criticar os outros. A última vez que estive na ONU escutei discursos de um presidente de um país europeu pelo qual temos um respeito enorme pela cultura, por suas tradições, pelo que significou no mundo. Fiquei assustado, porque parecia um discurso neocolonialista. Foi um terror, um presidente de esquerda, da república francesa... Eu não sou nada, sou um camponês com senso comum. Sem dúvida, estou vivendo uma peripécia. Talvez, se não tivesse passado tantos anos preso, com tempo para pensar, fosse diferente.
O Uruguai criou um grande trauma no Brasil em 50, quando derrotou a seleção no Maracanã. Esta história pode se repetir?
Muito difícil, isto foi uma coisa excepcional. O futebol na época estava mais equilibrado na região: agora é quase impossível para o Uruguai — um país de 3 milhões de pessoas — ganhar um campeonato do mundo. Mas ninguém pode nos proibir de sonhar.
Enviado via iPhone

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

#RadioONU #news #Clipping

China Radio International
- 10 Out 2013
- 10 Out 2013
O vice-secretário-geral da ONU, Yukio Takasu, fez ontem (9) uma apresentação sobre a situação financeira da entidade. Segundo Takasu, o atraso do pagamento das quotas dos estados membros está a dificultar a estabilização das economias das Nações ...
China Radio International
- 08 Out 2013
- 08 Out 2013
O governo chinês fez esforços para implementar a Convenção da Organização das Nações Unidas (ONU) contra a Corrupção desde que entrou em vigor em 12 de fevereiro de 2006 na China. A China cumpriu suas obrigações em promover e implementar a ...
China Radio International
- 08 Out 2013
- 08 Out 2013
Na conferência da ONU realizado nesta segunda-feira (7) sobre financiamento para o desenvolvimento, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon reafirmou em um discurso que a comunidade internacional tem de se esforçar para a concretização dos ...
China Radio International
- 16 Set 2013
- 16 Set 2013
A ONU confirmou nesta segunda-feira (16) a utilização de armas químicas na Síria. O Conselho de Segurança (CS) reuniu-se à porta fechada. O secretário-geral da ONU, Ban- Ki-moon, participou na reunião e apresentou um relatório de cinco folhas que ...

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

#bemfam CLIPPING - 05/set./2013 #diadasaudesexual

CLIPPING - 05/set./2013

Brasil mantém taxa internacional de fertilização in vitro
BBC Brasil

Em 2012, o Brasil congelou 32.181 embriões e doou outros 315 para a pesquisa científica. Os dados constam do 6º Relatório do Sistema Nacional de Produção de Embriões (SisEmbrio) da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), divulgado nesta quarta-feira. Pelo segundo ano, a agência calculou ainda a taxa de fertilização dos embriões congelados, que foi de 73% — índice dentro dos padrões sugeridos pela literatura internacional, que varia de 65% a 75%. No mesmo ano, foram produzidos 93.320 embriões e realizados 21.074 ciclos para fertilização in vitro. De acordo com a lei de biossegurança de 2005, só podem ser doados para pesquisa embriões congelados até 2005 e que completaram três anos de congelamento e os embriões inviáveis — aqueles com alterações genéticas comprovadas, que tiveram seu desenvolvimento interrompido em período superior a 24 horas a partir da fertilização in vitro ou aqueles com alterações morfológicas que comprometam seu desenvolvimento. A maior taxa de fertilização se encontra no Sudeste, com 75% — a região tem 47 centros que prestam serviços de fertilização. O pior índice se encontra no Nordeste, que registrou apenas 51%. A região, no entanto, tem apenas um serviço com dados enviados à agência. De acordo com a Anvisa, os bancos que não enviaram dados poderão sofrer penalidades legais.

Brasil é 18º em ranking de progresso social
Estadão

Entres os BRICs, o país é o mais avançado socialmente, segundo índice lançado nesta quarta-feira

O Brasil é o país mais avançado socialmente do grupo chamado Bric, que inclui também Rússia, Índia e China. Segundo o Índice de Progresso Social, lançado quarta-feira, 04, na conferência Ethos 2013, o País aparece em 18º lugar no ranking de 50 nações avaliadas pelo Instituto Social Progress Imperative. Na América do Sul, o Brasil fica atrás apenas do Chile (14º) e da Argentina (15º). Segundo o professor Michael Porter, da Universidade de Harvard, que elaborou o índice, os protestos populares realizados em junho no Brasil demonstram que há uma forte demanda das gerações mais jovens. "O progresso social será crucial para a ambiciosa estratégia de desenvolvimento do Brasil", disse. "O país mostra conquistas importantes em questões relacionadas com o progresso social, mas em um contexto de altas e persistentes desigualdades estruturais", observou. Porter afirmou também que o índice ajudará o governo brasileiro, as empresas e a sociedade civil a identificar áreas essenciais do progresso humano. O índice analisou dados de 52 fontes, agrupadas em três categorias: necessidades humanas básicas, fundamentos de bem-estar e oportunidades. De acordo com a pesquisa, o Brasil é mais eficiente em transformar crescimento econômico em progresso social. Outro aspecto ressaltado pelo estudo é a tolerância da sociedade brasileira com as minorias. Nas áreas em que é preciso avançar, são listados cinco desafios: segurança pública; acesso ao ensino superior e qualidade da saúde; necessidades humanas básicas, como água e saneamento; defesa dos direitos da mulher; e sustentabilidade do ecossistema.

ONU lembra que mais de 2,5 bilhões de pessoas vivem sem saneamento adequado
ONUNotícias

O vice-secretário-geral da ONU, Jan Eliasson, alertou que o momento para ações aceleradas, energizadas e coordenadas para a melhoria do acesso e gestão da água e saneamento é “agora”. Ele pediu cooperação renovada nos esforços para fornecer água de qualidade e saneamento adequado para as mais de 2,5 bilhões de pessoas que vivem sem estes dois importantes recursos.Em um discurso na sessão plenária para a Semana Mundial da Água, em Estocolmo, na Suécia, Eliasson afirmou que “lidar eficazmente com a crise de água e saneamento é fundamental para a luta contra a doença e a pobreza”. Ele pediu para os centenas de delegados reunidos na sessão intitulada “Construindo Parcerias para o Saneamento e Água para Todos” que trabalhem para atingir soluções sustentáveis e medidas entre os atores sociais envolvidos – incluindo os governos nacionais, administrações locais, parceiros de desenvolvimento, organizações internacionais, o setor privado, a comunidade científica e de pesquisa e a sociedade civil. 
A água e o saneamento fazem parte das oito metas de combate à pobreza – mais conhecidas como os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) – às quais líderes mundiais concordaram em atingir até o final de 2015. Eliasson observou o anúncio feito no ano passado de que o mundo havia atingido a meta de acesso a fontes melhoradas de água, mas que a qualidade da água em grande parte ainda não consegue atender os padrões básicos da Organização Mundial da Saúde (OMS). Cerca de 80% da água residual global de assentamentos humanos ou fontes industriais é despejada sem tratamento, contaminando os oceanos, lagos e rios. O abastecimento de água e o saneamento inadequado equivale a uma perda econômica de 260 bilhões de dólares em todo o mundo em gastos de saúde e menor produtividade no trabalho, relatou a OMS. O saneamento é a meta mais atrasada dos ODM, e cumpri-la implicaria na redução da proporção de pessoas sem acesso ao saneamento básico de mais da metade para 25% até 2015.

UNICEF lança site da Semana do Bebê

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) lançou nesta segunda-feira o site www.semanadobebe.org.br. da iniciativa Semana do Bebê. Por meio desse novo canal, o internauta poderá obter informações sobre como participar e acompanhar as mobilizações em favor dos direitos de meninas e meninos na primeira infância em todo o País. O site apresenta notícias e materiais de apoio para as cidades que desejam promover a iniciativa. Permite também o cadastro dos municípios para que recebam um kit de comunicação. As peças têm como porta-voz o ator Lázaro Ramos, embaixador do UNICEF no Brasil.
A Semana do Bebê é uma estratégia de mobilização social que tem como objetivo tornar o direito à sobrevivência e ao desenvolvimento de crianças de até 6 anos prioridade na agenda dos municípios brasileiros. A iniciativa teve início em Canela (RS), onde é realizada anualmente há 13 anos. Reconhecendo essa boa prática, o UNICEF sistematizou a metodologia da Semana do Bebê e está ajudando a promovê-la em centenas de municípios brasileiros. A mobilização já ultrapassou a fronteira do Brasil, chegando a países como Portugal, Argentina e Uruguai. Ao realizar a Semana do Bebê, cada município brasileiro contribui com o “Compromisso com a sobrevivência infantil: uma promessa renovada” – iniciativa do UNICEF e dos governos dos Estados Unidos, Índia e Etiópia em apoio à estratégia Toda Mulher Toda Criança, da Assembleia Geral da ONU, lançada em 2010. Esse compromisso tem como objetivo acelerar os esforços dos governos e da sociedade de reduzir as mortes evitáveis de crianças de até 5 anos, com ênfase nos primeiros dias de vida.

[7 anos de “Lei Maria da Penha”] Mulheres morrem com a medida protetiva nas mãos
Zero Hora

Uma pesquisa de opinião inédita divulgada na semana em que a Lei Maria da Penha completou sete anos revelou que o problema da violência doméstica está presente no cotidiano da maior parte dos brasileiros: entre os entrevistados, de ambos os sexos e todas as classes sociais, 54% conhecem uma mulher que já foi agredida por um parceiro e 56% conhecem um homem que já agrediu uma parceira.Diante dos dados, o Estado e a sociedade precisam fazer um pacto de não tolerância à violência contra a mulher para enfrentar este problema, na avaliação da secretária Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres da SPM-PR (Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República), Aparecida Gonçalves. Para tal, o poder público ainda terá que superar alguns desafios, como repensar suas estratégias para garantir a proteção da mulher que denuncia seu agressor. Também expandir os serviços de acolhimento a mulheres vítimas de violência. Segundo a pesquisa, 92% concordam que, quando as agressões contra a esposa/companheira ocorrem com frequência, podem terminar em assassinato. O que leva a população a ter essa percepção? A percepção da população é real. Quando as mulheres vão fazer uma denúncia a ameaça do assassinato é muito presente. E, por isso, uma das discussões que temos feito no serviço público é que é preciso com urgência acreditar na fala da mulher. Quando ela chega no serviço público dizendo que está ameaçada é porque de fato ela corre risco. Temos que partir da premissa de que a ameaça sempre se torna uma realidade. Isso é uma primeira grande questão que precisa ser melhor trabalhada nas instituições públicas, é um grande desafio que precisamos superar. A segunda grande questão é que os dados e a própria imprensa têm mostrado que as mulheres estão morrendo com o Boletim de Ocorrência e com a medida protetiva em mãos – ou seja estão morrendo sob instrumentos que deveriam garantir sua proteção. Isso faz com que nós tenhamos que repensar qual deve ser a nossa estratégia de intervenção. Esse é o grande desafio que está colocado neste momento: quais são as medidas que o Estado tem que tomar para garantir a proteção a essas mulheres?

Panorama da epidemia de aids no Brasil é discutido durante o 18º Congresso Brasileiro de Infectologia
Agência de Notícias da Aids

 A importância da participação dos diversos atores no combate à epidemia de aids foi um dos destaques da apresentação do Dr. Fábio Mesquita, diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, do Ministério da Saúde, durante o 18º Congresso Brasileiro de Infectologia, em Fortaleza.

 Mesquita reafirmou o compromisso do governo brasileiro de manter o diálogo aberto para o melhor enfrentamento da epidemia de HIV/aids no país. Segundo ele, o Ministério da Saúde está buscando parcerias concretas com a sociedade civil organizada e, como exemplo dessa iniciativa, citou o lançamento de uma série de consultas públicas à sociedade civil para debater os rumos da política de enfrentamento da doença no país. “A proposta é definir um alinhamento estratégico nacional com amplos setores da sociedade civil, de forma a estabelecer um consenso sobre a dinâmica de combate às hepatites virais, DST e aids”, explicou.  A fala fez parte da palestra: “Os desafios para o enfrentamento da pandemia de HIV/aids”. O pesquisador Alexandre Grangeiro, professor da Universidade de São Paulo, e Marco Vitória, da Organização Mundial da Saúde (OMS), em Genebra, também participaram do debate sobre as perspectivas da epidemia para os próximos dez anos. Outra iniciativa anunciada por Fábio Mesquita foi a descentralização da testagem e do tratamento dos centros de atenção especializada para a atenção básica. O diretor citou experiências nos estados do Ceará, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro como exemplos preliminares de como o atendimento, o tratamento e a prevenção da aids podem ocorrer nas unidades de atenção básica e nas equipes de saúde da família.  O diretor falou sobre o conceito da prevenção combinada que associa as práticas habituais, como distribuição de preservativos, gel e seringas, com um elemento adicional: o uso de medicamentos antirretrovirais como forma de prevenção. A medicação tem um efeito imediato e direto na redução de eventos clínicos e na mortalidade das pessoas que iniciam terapia imediatamente, além de ter impacto na transmissão do HIV. “Ainda seguimos no país a mesma política de combate que, embora tenha sido necessária e importante no final dos anos 90, hoje necessita de outras formas de intervenção. Temos inovações para que possamos avançar e combater a epidemia”, explica.

Relatório sobre o novo Código Penal fica pronto no final do mês
Poder Online

O senador Pedro Taques (PDT-MT) acredita que o relatório final sobre a reforma do Código Penal ficará pronto até o final deste mês de setembro. A partir da próxima semana, o relator da matéria vai discutir as últimas emendas da matéria. Ao todo, o código penal já teve aproximadamente 600 emendas. Com a conclusão do relatório, a matéria estará pronta para a votação em plenário. A matéria começou a tramitar no Congresso em outubro de 2011, após a constituição de uma comissão especial de juristas. Os maiores gargalos do novo Código Penal dizem respeito à legalização parcial do aborto, a criminalização da homofobia e a descriminalização do uso de drogas. O novo código também traz novidades sobre os crimes de corrupção ativa e passiva, endurecidos no Supremo Tribunal Federal (STF) após o julgamento do mensalão.

“É papel da Igreja discutir o Estado?”
Adital

Representantes da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), pastorais e movimentos sociais de todo o Brasil deram início à 5ª Semana Social Brasileira (SSB Setembro 2013), no Centro Cultural de Brasília, Distrito Federal, sob o tema "Estado para quê e para quem”.

Na abertura da Semana Social Brasileira, "É papel da Igreja discutir o Estado?”, questionou dom Guilherme Werlang, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz da CNBB. "É missão, sim, da Igreja abraçar essa discussão, pois envolve o homem e a mulher e tudo o que diz respeito ao ser humano e à vida, diz respeito à Igreja. O Estado, na sua essência, diz respeito à Igreja. As Igrejas não existem para si mesmas, a Igreja existe para servir ao povo, ao mundo”, ressaltou, comentando que é obrigação de todo cristão/ã se envolver nessas discussões e que é preciso coragem para isso, já que o diálogo "com o Estado que temos” não tem sido fácil. "Somos enviados para ser boa notícia e denunciar o que não está bom, por isso a necessidade de discutir o Estado com a sociedade civil e movimentos sociais. É missão da CNBB discutir com a sociedade e propor caminhos que gerem a vida. Nem sempre esse diálogo tem sido fácil, porque o diálogo não vai com verdades fechadas, é preciso ouvir e ser ouvido”, enfatizou.

Classe E impulsiona consumo de cartão de crédito em 2013
iG São Paulo  

Jovem da periferia representa 26% da demanda pelo recurso, segundo a Serasa Experian

A camada mais pobre da população foi a que mais cresceu entre os contratantes de serviços de cartão de crédito no Brasil, com participação de 16,8% em 2013, mostrou quarta-feira (4) uma pesquisa da Serasa Experian sobre o perfil dos consumidores do produto financeiro, durante o Congresso C4, realizado em São Paulo. Comparativamente, a classe E é também o grupo com maior risco de não honrar o pagamento, na faixa de 58%. A probabilidade de inadimplência, para este público, chega a 40% num período de 12 meses após a obtenção do empréstimo. A periferia jovem teve o maior destaque na demanda por cartões, representando 26% do mercado consumidor. “Devido ao baixo nível de renda, eles estão muito próximos do limite da inadimplência. Qualquer eventualidade, como um problema de saúde na família, pode representar o não pagamento da dívida”, explica Julio Guedes, chefe de análise da Serasa. Outro grupo que se destacou na demanda por cartões foi o de assalariados urbanos. A procura pela modalidade de crédito entre eles subiu de 12% para 16% este ano em relação a 2012. A classe D ainda domina o mercado, com 40,9% de participação. Segundo apontou o estudo, o percentual de consumidores que procuram por mais de um cartão de crédito em diferentes bancos ou operadoras, no intervalo de três meses, foi de 76% este ano. O dado gera preocupação, segundo Guedes, uma vez que a multiplicação do crédito em vários canais geraria aumento do risco de dívidas não pagas.

FRASE

"Para alcançar a saúde sexual, escolhe teus direitos sexuais e tira uma foto!”-  lema do Dia [4 de setembro] Mundial da Saúde Sexual, 2013.

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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Statement attributable to the Spokesperson for the Secretary-General on attacks on health workers

Latest Statements

New York, 11 February 2013 - Statement attributable to the Spokesperson for the Secretary-General on attacks on health workershttp://www.un.org/sg/statements/index.asp?nid=6594



 The Secretary-General strongly condemns the killings of three doctors from the Democratic People's Republic of Korea, in north-eastern Nigeria, and of the health workers days earlier. The Secretary-General offers his sincere condolences to the families of all the victims.
Those killed were working selflessly to provide basic life-saving interventions to the most vulnerable people. Such attacks severely limit health workers’ access to the populations who need them most and could have devastating effects in the fight to improve the health of people everywhere.
These acts of outrageous violence towards health workers around the world are unacceptable. The Secretary-General encourages all countries to protect health workers so that they can continue to better the health of populations and save lives.

Statements on 11 February 2013

#NAÇÕES #UNIDAS #DIREITOS #HUMANOS #BRASIL


Brasil y los órganos creados en virtud de Tratados

Las observaciones generales más recientes
Comité para la Eliminación de la Discriminación contra la Mujer Observaciones generales (2012)
Comité de Derechos Económicas, Sociales y Culturales Observaciones generales (2009)
Comité de Derechos HumanosObservaciones generales (2005)
Comité de los Derechos del NiñoObservaciones generales (2004)
Comité para la Eliminación de la Discriminación Racial
Observaciones generales (2004)
Comité contra la TorturaObservaciones generales (2001)

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Ainda sobre o XVI VIVENDO #




 
Aos que participaram ou não do XVI VIVENDO encontra-se em nosso site www.pelavidda.org.br o clipe com cenas do Encontro e o apitaço/vigilia/manifestação no Theatro Municipal do Rio de Janeiro na Cinelândia.
 
A cobertura de parte do Encontro resultou em 10 DVD (quase 12 horas de conteúdo já editado), quem tiver interesse em cópias, o valor é 50 reais sem o custo de postagem. A qualidade do material está ótima eo conteúdo eu deixo para cadar um emitir seu parecer...os interessados terão que me contactar por e-mail fora das listas.
 
Aproveitamos para convidar tod@s para a nossa agenda de Final de Ano:
 
18/12 às 17:00 - Última Tribuna Livre de 2012 " Desafios de viver com Aids no Rio de Janeiro em 2012 - Construindo redes de solidariedade e ativismo com vistas a dignidade das PVHA - Chega de Lero Lero agora nós vamos sair do sério..."  
 
19/12 às 16:00 - Avaliação geral do voluntariado do GPV-RJ
 
às 18:00 - Confraternização e Gincana Natalina
 
Nesta data tão significativa para todos que trabalham com inclusão social e Direitos Humanos não podemos perder de vista que juntos somos mais fortes...Parabéns a todos os ativistas da luta por uma sociedade mais justa e cidadã...Viva a Vida todos os dias!!!
 
Marcio Villard

Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade. 
 Artigo 1º da Declaração Universal da ONU - 10/12/1948 
 
  PARABENS MARCIO PELA INICIATIVA pois O VIVENDO DESTE ANO TEVE muitas
SALAS COM FALAS E CONVIVENCIAS que Devem ser VISTAS por quem Não foi,
ou foi e não pode participar de TODOS OS BOCÕES!!!....
 P.S.
 Queria saber se ainda tem camiseta do VIVENDO POIS TENHO AMIGOS INTERESSADOS..
  QUANTO CUSTA E COMO POSSO ADQUIRIR....
 
Olá Nilo.
Temos camisetas sim e estão em promoção.
Te aguardamos no Grupo! 
abs,
Marcio Villard

Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade. 
 Artigo 1º da Declaração Universal - 10/12/1948
 
 
 
 

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Bem Fam CLIPPING - 30/maio/2012

CLIPPING
30/maio/2012

O planejamento familiar não tem efeito retroativo, mas possui grande efeito prospectivo.

O mundo pode escolher entre 6 e 16 bilhões de habitantes em 2100 (José Eustáquio Diniz Alves) - O futuro é uma página em branco na qual podemos escrever nosso destino, respeitando as limitações e as circunstâncias históricas. O futuro da economia e da população depende das decisões que se tomam no presente e das medidas colocadas em prática nas décadas subsequentes. Em relação ao futuro da população mundial, as projeções da Divisão de População da ONU apontam para três cenários até 2100, que variam de 6 a 16 bilhões de habitantes. O número que será atingido vai depender, fundamentalmente, do comportamento das taxas de fecundidade. A redução das taxas de mortalidade e o aumento da esperança de vida também afetam o resultado final, mas em uma proporção bem menor do que o ritmo dos nascimentos. Todavia, as alternativas estão colocadas e são de domínio público. O mundo pode escolher qual o caminho que deseja seguir: se prefere mais gente com menos consumo; menos gente com mais consumo per capita; ou mesmo, menos gente e menos consumo, com menor impacto ambiental.  O leque de opções é amplo. Só não dá para manter o ritmo de crescimento de 78 milhões de pessoas a cada ano e um crescimento ainda maior da produção e do consumo. As atividades antrópicas já ultrapassaram o limite da sustentabilidade do Planeta. Os atuais governantes dos diversos países do mundo, que vão estar reunidos no Rio de Janeiro, em junho de 2012, não podem usar como desculpa o fato de desconhecerem as alternativas colocadas. Vale a pena lembrar que a inação e a omissão são as piores formas de ação. 
A responsabilidade da Rio+20 -  É tarefa leonina tornar transcendente a Rio+20, que não é sobre clima, mas acerca de como transformar produção e consumo baseados no carbono em modelos sustentáveis, nada ou pouco poluentes. A percepção de um desafio gigantesco também dominou a preparação da Rio-92, hoje apontada como a mais importante conferência ambiental da ONU. Entre os seus resultados estão o Protocolo de Kyoto, a criação da Convenção da ONU sobre Diversidade Biológica; da Convenção sobre Mudanças Climáticas; da Convenção sobre Desertificação; e a Agenda 21, programa que concilia proteção ambiental, justiça social e eficiência econômica. Um marco que, apesar dos duros percalços em conferências subsequentes, pôs definitivamente a questão do clima na agenda mundial.
Vinte anos depois, negociadores voltarão a queimar as pestanas em busca de acordos no Rio. Para o secretário-geral da conferência, Sha Zukang, "a verdadeira medida de sucesso no Rio serão as ações que a conferência vai inspirar". A ver.
Crime de aborto e direitos humanos - A primeira Constituição do Império do Brasil, de 1824, a Carta Magna de 1891 e as Constituições dos Estados Unidos do Brasil, de 1934 e de 1937, não dispunham taxativamente sobre o asseguramento da inviolabilidade a vida. Em 1942, o Brasil passava pelo período do Estado Novo, regime ditatorial, quando entra em vigor o ainda atual Código Penal brasileiro, Decreto-Lei nº 2.848/1940. O artigo 128 do Código Penal prevê os únicos dois casos de aborto não punível: para salvar a vida da gestante; e se a gravidez resultar de estupro. A inviolabilidade da vida é assegurada por lei desde o momento da concepção (artigo 2º do Código Civil de 2002), em proteção integral à família (artigo 226 CF/88), onde o nascituro é considerado ser humano sujeito de direitos, que se findam apenas com a morte. A personalidade civil da pessoa é tema disciplinado pelo Código Civil. Qualquer mudança na legislação penal, que amplie o contido no artigo 128 do CP, permitindo aborto “legal” (por anencefalia), atenta contra o direito constitucional sobre a inviolabilidade da vida.
RJ: aborto e aula de religião pautam cartilha eleitoral de bispos - Os bispos do Rio de Janeiro lançaram uma cartilha que servirá de guia para os seguidores da Igreja Católica nas eleições 2012. Entre as diretrizes da cartilha existem pontos polêmicos, como a preferência por candidatos que valorizem o estudo religioso nas escolas e que sejam contra o aborto.
Conselho da ONU alerta Brasil sobre violações causadas por grandes obras e megaeventos esportivos - Conselho da  ONU alerta Brasil sobre violações causadas por grandes obras e megaeventos esportivos. Em sabatina realizada em Genebra, delegação brasileira recebeu recomendações de várias nações sobre a proteção dos direitos dos indígenas na realização de grandes obras de infraestrutura. País também foi alertado sobre remoções forçadas geradas por obras da Copa e Olimpíadas. Governo tem até setembro para justificam quais recomendações se compromete ou não.
Organizações da sociedade civil denunciaram que as obras para a Copa nas 12 cidades brasileiras em vez de servir para enfrentar velhas necessidades de políticas públicas estão sendo um catalisador de negócios imobiliários em detrimento dos mais pobres.
Governo decide: classe média tem renda familiar per capta de R$ 291 a R$ 1.019
O governo decidiu que, para ser da classe média, a família deve ter renda per capta (renda familiar dividida pelo número de pessoas da família) de R$ 291 a R$ 1.019. A definição foi dada por uma comissão de especialistas formada pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República. A comissão também dividiu a classe média em três grupos: baixa classe média (renda familiar per capita entre R$ 291 e R$ 441), média classe média (entre R$ 441 e R$ 641) e alta classe média (entre R$ 641 e R$ 1.019). O governo brasileiro já tem uma nova definição para a classe média brasileira. Considerando a renda familiar como critério básico, uma comissão de especialistas formada pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República definiu que a nova classe média é integrada pelos indivíduos que vivem em famílias com renda per capita (somando-se a renda familiar e dividindo-a pelo número de pessoas que compõem a família) entre R$ 291 e R$ 1.019. 
Cúpula dos Povos na Rio+20 tem inscrições individuais abertas - Estão abertas a partir de ontem (29) as inscrições individuais para a Cúpula dos Povos, evento da sociedade civil paralelo à Rio+20. Cada inscrição custará R$ 10 para quem quiser ajudar a financiar as atividades, mas o pagamento não é obrigatório. O evento vai ocorrer no Aterro do Flamengo, entre os dias 15 e 23 de junho. Reunirá organizações não governamentais, movimentos sociais e coletivos para discutir o desenvolvimento sustentável com base na Justiça social e ambiental, segundo os organizadores.
O pagamento pode ser feito por cartão de crédito, boleto bancário ou débito na conta-corrente. A transação exige um cadastro rápido que leva cerca de três minutos. Ainda oferece condições de pagamento com cartões de crédito internacionais para estrangeiros. 
ONU quer que internautas participem hoje de campanha sobre a Rio+20
 A Organização das Nações Unidas (ONU) está incentivando internautas a participar hoje (30) de uma campanha sobre a Rio+20. A ideia é mobilizar os cidadãos acerca das discussões da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que ocorrerá no Rio entre os dias 13 e 22 de junho, a fim de garantir resultados mais concretos para o evento.A ONU pede que os internautas usem as redes sociais, como o Twitter e o Facebook, para amplificar as mensagens da conferência. No Twitter, os usuários poderão mandar mensagens para a ONU, usando as palavras-chave #RioMais20, #FutureWeWant e #eusounos. As melhores mensagens serão divulgadas pelas Nações Unidas. 
No Facebook, espera-se que os internautas compartilhem os vídeos e as fotos da campanha, que podem ser encontrados no endereço eletrônico http://on.fb.me/MUdqsj. A campanha também será veiculada pelo Google+ (http://gplus.to/ONUBrasil) e pelo Youtube (http://www.youtube.com/unicrio). 
Apesar do apelo da ONU, rascunho da Rio+20 empaca em detalhes
Em NY, diplomatas passam o dia incluindo emendas e apontando divergências 
De nada adiantaram os apelos do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e dos dirigentes da Rio+20. Ontem, no início da última rodada de negociações em Nova York, a três semanas da conferência do desenvolvimento sustentável, os delegados dos 193 países-membros retomaram o minucioso trabalho de discutir palavra por palavra as 80 páginas do texto-base do documento a ser votado no Rio. Na abertura da sessão da tarde, o secretário-geral pediu pressa: 
- O tempo está acabando. Não é razoável deixar tudo para os líderes resolverem no Rio em três dias. Aqui e agora temos a última oportunidade de garantir o resultado desejado.
Conselho Nacional dos Direitos da Mulher define comitiva que participará da Rio +20  - Quarta-feira (30/5), os debates sobre a autonomia das mulheres e desenvolvimento sustentável contarão com as ministras Eleonora Menicucci (SPM) e Izabella Teixeira (Meio Ambiente), ministro Antônio Patriota (Relações Exteriores) e conselheiras da sociedade civil do CNDM. A 9ª Reunião do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM) escolheu, na manhã desta terça-feira (29/5), as representantes das entidades civis que integrarão a comitiva da Rio + 20 da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR). O encontro - conduzido pela ministra Eleonora Menicucci, da SPM-PR e também presidenta do CNDM -  prossegue até essa quarta-feira (30/05), quando conselheiras e convidadas irão debater o tema “Autonomia das Mulheres e Desenvolvimento Sustentável na Conferência Rio +20”, em Brasília/DF. 
A ministra informou que durante a 47ª reunião da mesa diretiva da Conferência Regional sobre a Mulher da América Latina e Caribe, ligada à Comissão Econômica para América Latina  e Caribe das Nações Unidas (Cepal), realizada no Panamá, foram tomadas importantes decisões. Entre elas a recomendação a todos os governos, através das suas Embaixadas, que façam parte do Comitê da Rio + 20. “Também ficou definido que as representações junto à Conferência da Mesa Diretiva não serão mais pessoais, mas governamentais”, apontou.

 





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