Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador soropositivos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador soropositivos. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 19 de julho de 2013

MUSCULAÇÃO X HIV/AIDS

Entenda porque a MUSCULAÇÃO é considerada a modalidade IDEAL para os portadores de HIV/AIDS.
Após o surgimento dos primeiros casos da AIDS no início da década de 80, acreditou-se por muitos anos que o repouso fosse o procedimento mais recomendável para portadores do vírus. Acreditava-se que o desgaste físico provocado pelos exercícios diminuiria a resistência do paciente facilitando o avanço do HIV sobre o sistema imunológico, permitindo assim o agravamento da doença.

Estudos científicos mais recentes apontam para uma direção totalmente contrária. Hoje o entendimento no meio científico é o de que a prática regular de exercícios físicos é indispensável no auxílio ao tratamento dos portadores de HIV/AIDS, em praticamente qualquer estágio da síndrome.

Em tempo:
Portador de HIV: Pessoa que tem o vírus mas não desenvolveu nenhuma doença.
Portador de AIDS: Pessoa que apresenta alguma manifestação de doença oportunista.

Os exercícios físicos recomendados para os portadores de HIV/AIDS de modo geral são os aeróbios e de resistência muscular localizada. Por este motivo, a MUSCULAÇÃO é considerada a modalidade mais completa para os portadores da síndrome. Devem ser associados também exercícios de alongamento, flexibilidade e equilíbrio.

O programa de exercícios deve ser sempre individualizado, com metas e limites claramente definidos, associado a reavaliações constantes. A observação da relação carga x repouso deve ser extremamente respeitada, pois o portador de HIV/AIDS não pode se sujeitar aos efeitos ruins do treinamento excessivo (overtraining).

Em alguns casos o uso de esteroides anabolizantes para portadores do HIV, associados a prática de exercícios tem sido recomendado, desde que prescritos exclusivamente através de critério médico, em conformidade com os demais tratamentos do paciente.

Se o praticante soropositivo estiver sofrendo de vertigens ou mal estar, a carga deve ser diminuída até que os sintomas diminuam. Se houver a presença de febre, deve-se suspender o treinamento até que ela desapareça.
Portanto, da mesma maneira que a prática de exercícios físicos é importante para qualquer pessoa, como meio de promoção da saúde e da qualidade de vida, o mesmo se aplica aos portadores de HIV/AIDS.

BENEFÍCIOS AO CORPO
1.Ganho de força muscular - A infecção pelo vírus do HIV pode levar à perda de força e resistência muscular, além de afetar as funções neuromusculares, gerando inclusive problemas de perda de equilíbrio;
2.Aumento da massa magra – Gerando ganho de peso (pela hipertrofia muscular) e melhor proporção estética;
3.Aumento do apetite - E conseqüente melhora nutricional;
4.Melhora nos padrões de sono;
5.Melhora na aptidão cardiovascular – A infecção pelo HIV diminui a capacidade aeróbia e gera sensação de fadiga. O ganho de condicionamento físico pode aliviar consideravelmente tais efeitos;
6.Combate a síndrome da lipodistrofia - O coquetel de medicamentos utilizado no combate ao vírus provoca como efeito colateral uma redistribuição da gordura corporal conhecida como lipodistrofia, caracterizada pelo aumento do volume da cintura, um afinamento acentuado das extremidades (pernas, braços e ombros), uma diminuição da gordura subcutânea com aumento da gordura visceral e sanguínea (aumentando as taxas de colesterol e triglicerídeos), o encovamento facial (maçãs do rosto consumidas) e o surgimento de um acúmulo de gordura atrás do pescoço;
7.Fortalecimento do sistema imunológico – Já está cientificamente comprovado que os exercícios físicos também aumentam o número de linfócitos T ou CD4, o que permite ao sistema imunológico responder melhor às doenças oportunistas que acometem os soropositivos.

BENEFÍCIOS A CABEÇA
1.Melhora da auto-estima;
2.Melhora da auto-imagem;
3.Diminuição dos níveis de ansiedade e stress;
4.Desenvolvimento de uma atitude positiva;
5.Facilitação da integração social;
6.Aquisição de hábitos saudáveis.

Com avaliação e acompanhamento médico nutrológico, a prescrição de uma dieta (e talvez uma suplementação) que vise compensar e preparar o organismo para a prática de atividades físicas mais intensas e o planejamento de um programa de exercícios físicos por um educador físico, o portador de HIV/AIDS só tem a ganhar, não apenas em termos objetivos de melhoria do estado geral de saúde, como também em aspectos subjetivos de qualidade de vida e integração social.

Compreende porque o acompanhamento especializado pode ser decisivo?

FONTE: Até agora são mais de 200 textos publicados em www.facebook.com/drlucianodecastro. Leia pelo menos 10% deles para tirar alguma conclusão sobre a qualidade das informações prestadas. (Cortesia da nossa Nutricionista Dra Patrícia Saladini).

domingo, 10 de fevereiro de 2013

#CONVITE #SOROPOSITIVO #REIKI #TERAPIAfLORAL

Repasso aos parceiros e companheiros, e-mail recebido de Carolina Costa Pacheco, aluna de Mestrado de Enfermagem da UFRJ.

Claro!!
Muito obrigada pela intenção de divulgar o projeto!!!!

Beijos

Enf. Carolina C. Pacheco   
              
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

De: José Roberto de Souza
Para: Carolina Costa Pacheco
Enviadas: Sábado, 2 de Fevereiro de 2013 23:41
Assunto: RE: Enc: Projeto Terapias complementares

Olá Carolina,Você me autoriza a fazer a divulgação do Projeto junto às nossas redes? Obrigado e bom domingo.



PROJETO DE TERAPIA FLORAL E REIKI JUNTO A PESSOAS QUE VIVEM COM HIV/AIDS.

Abs.
 
Enf. Carolina C. Pacheco  
              


Prezados,

Finalmente estaremos iniciando nossas atividades no projeto de Terapia Floral e Reiki junto a pessoas que vivem com HIV/Aids. 
Estaremos iniciando no dia 15/03/2013. Os atendimento inicialmente serão às 6ª feiras de 9:00 às 15:00.
O local é o Espaço Holístico Lumen.
Rua Soares da Costa, nº 138 sala 201 - Tijuca (próximo a Praça Saens Pena)
Tel. 3258.8884 - agendamento com a Secretária Lú no horário de 9 às 15:00.
Temos também um e-mail ( reikiefloral@gmail.com ) para troca de informações.
Peço a colaboração na divulgação do projeto.
Contamos com o apoio de todos.



    Profª Drª Carla Luzia França Araújo
Profª Adjunta - EEAN/UFRJ
Lider do LEPPA DST/AIds

terça-feira, 24 de julho de 2012

Epidemia de crack aumentou número de bebês com HIV

Josimar Pereira da Costa
Consultor Previdenciário
Sócio Fundador da RNP+ Núcleo RJ
Ponto Focal RNP+ Niterói



Epidemia de crack aumentou número de bebês com HIV

POR PAMELA OLIVEIRA

Rio -  Uma herança maldita. Bebês com o vírus HIV voltaram a ser realidade nas maternidades do Rio. A Sociedade Viva Cazuza, que não recebia recém-nascidos infectados há 6 anos, abrigou 12 nos últimos 18 meses. No mesmo período, o Abrigo Evangélico da Pedra de Guaratiba acolheu 14. Muitos são filhos de mães viciadas em drogas como o crack.
“É lamentável. Nos últimos anos, só tínhamos adolescentes, mas ano passado começamos a receber bebês com anticorpos e outros já com o vírus. Segundo o Juizado, geralmente são filhos de usuárias de droga. Tivemos que reabrir nosso berçário”, afirma Christina Moreira, coordenadora de projetos da Sociedade Viva Cazuza, em Laranjeiras. Coordenadora do abrigo evangélico, Ana Chelly explica que bebês que já têm o vírus “terão que tomar medicamento a vida toda”.
Foto: Severino Silva / Agência O Dia
Na Casa de Passagem Ana Carolina, em Bonsucesso, há dois filhos de viciados em crack com HIV | Foto: Severino Silva / Agência O Dia
Como O DIA mostra desde domingo, o uso do crack por mães e pais fundamenta a maioria dos pedidos de perda da guarda de crianças feitos pelo Ministério Público Estadual. Em casos de bebês afastados de suas famílias pela Justiça, a frequência é de 90%.
Muitas usuárias de crack se prostituem para conseguir a pedra e engravidam. A incidência de grávidas tiradas de cracolândias por assistentes sociais da prefeitura é alta.
“Esse fenômeno (aumento de bebês com o vírus) é preocupante, mas recente na saúde pública. Por isso, não temos estatísticas”, explicou a gerente do programa municipal de DST/Aids, Lílian Lauria. Ela alerta que, “se a mulher soropositiva toma medicação na gestação, o risco de transmissão é menor que 1%. Mas se só chega na hora do parto esse índice não é possível”.
Segundo ela, o município oferece teste rápido de diagnóstico no posto de saúde do Centro e começará a oferecê-lo na Clínica da Família do Jacarezinho por conta da concentração de moradores de rua: “O objetivo é conseguir fazer com que essas mulheres façam o pré-natal.”
Grávida viciada rejeita tratamento
Assessor técnico do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Marcelo Araújo admite que o Ministério da Saúde já recebeu relatos do nascimento de bebês infectados por mães usuárias de crack soropositivas. Ele informa que a dificuldade é fazer com que elas elas sigam o tratamento para reduzir o risco de transmissão.
“Temos observado uma dificuldade grande de instituir tratamento nessas mulheres porque a droga muda as suas prioridades. Elas acabam não aderindo ao tratamento da forma necessária”, afirma.
Fonte: Jornal O Dia/RJ
 
Red RibbonG.A.S+
Grupo Apoio Soropositivos
Valéria Saraiva (Moderadora)
Renato Da Matta (Moderador)

segunda-feira, 26 de março de 2012

DIREITOS FUNDAMENTAIS DAS PVHAs:


Declaração dos direitos fundamentais da Pessoa portadora do Vírus da AIDS
Aprovada no ENONG Em Porto Alegre no ano de 1989
  1. Todas as pessoas tem direito à informação clara e exata, sobre AIDS.
  2. Os portadores do vírus tem direito a informações específicas sobre sua condição.
  3. Todo o portador do vírus ds AIDS tem direito à assistência e ao tratamento, dados sem qualquer restrição e melhor qualidade de vida.
  4. Nenhum portador do vírus será submetido a isolamento, quarentena ou qualquer tipo de discriminação.
  5. Ninguém tem o direito de restringir a liberdade ou os direito s das pessoas pelo único motivo serem portador es de HIV/AIDS, qualquer que seja sua raça, nacionalidade, religião, sexo ou orientação sexual.
  6. Todo portador do vírus da aids tem direito à participação em todos os aspectos da vida social. toda ação de recusar aos portador es do HIV/AIDS um emprego, alojamento, uma assistência ou a privá-lo s disso, ou restringi-lo s à participação em atividades coletivas, escolares e militares, deve ser considerada discriminação por lei.
  7. Todas as pessoas tem direito de receber sangue e hemoderivado s, órgão s ou tecidos que tenham sido testados para o HIV.
  8. Ninguém poderá fazer referência à doença de alguém, passada ou futura, ou ao resultado de seus testes sem o consentimento da pessoa envolvida. A privacidade do portador do vírus deverá ser assegurada por termos médico s e assistenciais.
  9. Ninguém será submetidos aos testes de HIV/AIDS compulsória mente, em caso algum. Os testes de AIS são exclusivamente para fins diagnostico s, controle de transfusões e transplantes, estudos epidemiológico s e de controle de pessoas ou populações. Em caso s de testes, os interessados deverão ser informados e deverão ser transmitidos por um profissional competente.
  10. Todo portador do vírus tem o direito a comunicar apenas às pessoas que deseja seu estado de saúde e o dos testes.
  11. Toda pessoas com HIV/AIDS tem direito à continuação da vida civil, profissional, sexual e afetiva. Não restringir seus direito s completo s à cidadania.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Militar soropositivo tem direito a reforma mesmo que não tenha sintomas da Aids



Para conhecimento!

 

6/12/2011 - Militar soropositivo tem direito a reforma mesmo que não tenha sintomas da Aids

          A Oitava Turma do TRF2 decidiu manter a sentença da Justiça Federal do Rio de Janeiro, que garantiu a um militar da Marinha o direito à reforma por ser portador do vírus HIV. Ele ingressou com ação ordinária na primeira instância em 2008, após ser dispensado por cumprimento do tempo de serviço, mesmo já tendo o diagnóstico da doença na época do desligamento.
          Nos termos da sentença de primeiro grau, o militar passou para a reforma no posto de terceiro sargento, e ainda teve assegurado o pagamento dos atrasados desde a data em que fora desligado do serviço ativo. A decisão, contudo, negou o pedido de indenização por danos morais do autor da causa, que alegara ter sofrido tratamento discriminatório no serviço médico da Marinha. O TRF2 julgou as apelações cíveis apresentadas tanto pela União quanto pelo próprio militar, que insistia com o pedido de indenização de R$ 50 mil.
          Entre outras alegações, a União, que representa em juízo a Marinha, sustentou que a Lei 7.670, de 1988, garantiria a reforma para integrantes das forças armadas que tenham desenvolvido os sintomas da Aids, sendo que o autor da ação judicial seria portador assintomático do vírus HIV (que causa a enfermidade). Para a União, ele teria sido considerado apto para o serviço militar, conforme informações prestadas pelo centro de perícias médicas da Marinha.
          Já no entendimento do relator do processo no TRF2, desembargador federal Poul Erik Dyrlund, a lei não faz distinção entre as pessoas que são apenas soropositivas e as que efetivamente sofrem de Aids: "Faz o portador do vírus HIV jus à reforma, pouco importando se à época do licenciamento era assintomático ou não, detendo ou não capacidade laborativa, em considerando os termos da legislação de regência", explicou o magistrado, que citou decisão do Superior Tribunal de Justiça no mesmo sentido.  A norma, acrescentou Poul Erik Dyrlund, "ao garantir a reforma do portador do vírus HIV, não fez qualquer ressalva quanto ao estágio da doença, sendo tal enfermidade incurável e progressivamente degenerativa".
         Sobre o pedido de dano moral, o relator ressaltou que não ficou comprovado, nos autos, o alegado tratamento discriminatório por parte da Marinha e também lembrou que o TRF2 tem entendido que esse tipo de indenização não se aplica aos militares "dada a especialidade da legislação castrense".

Juiz pode se basear nas condições pessoais e sociais dos portadores do vírus 
         A interpretação ampla que o TRF2 deu à lei que trata do caso se alinha com a posição recentemente adotada pela Turma Nacional de Uniformização (TNU), que concluiu que o magistrado pode se basear nas condições pessoais e sociais dos portadores do vírus HIV para determinar ou não a incapacidade para o trabalho e a concessão da aposentadoria por invalidez. O órgão, criado para uniformizar o entendimento dos juizados especiais federais de todo o País, ordenou a devolução ao juízo de origem de todos os recursos do INSS que visem afastar a análise das condições pessoais e sociais de portadores do vírus HIV que pedem aposentadoria por invalidez. 
        No caso específico analisado pela TNU, a sentença havia considerado que, apesar de o laudo pericial não ter atestado incapacidade para o trabalho, havia estigmatização do portador do vírus HIV, que o impediu de obter nova contratação após o encerramento do último benefício de auxílio-doença.

Lei do funcionalismo também trata da questão 
         Além da norma que estabelece a reforma militar no caso dos portadores do HIV, a Lei 8112, de 1990, que rege o funcionalismo público, também trata da questão. No artigo 186, a regra determina que o servidor seja aposentado por invalidez permanente, sendo os proventos integrais,  no caso de doença grave, contagiosa ou incurável. Entre outras enfermidades, a lei inclui nesse rol, além da Aids, a tuberculose ativa, a alienação mental, a esclerose múltipla, a neoplasia maligna e a cardiopatia grave.

Proc. 2008.51.01.025594-9
 
 
Mara Moreira
Voluntário do Grupo pela VIDDA/RJ
Representante no MCP da RNP+Brasil
Colegiado das Cidadãs Posithivas

domingo, 4 de dezembro de 2011

RJ: Pacientes do Hospital Pedro Ernesto sofrem com falrta de medicamentos

Jornal O POVO - RJ
03/12/2011

Soropositivos sofrem no Pedro Ernesto na Semana Mundial de Luta contra a Aids,
pacientes reclamam da falta de medicamentos no
Hospital Universitário
 

 
Felipe Martins
Os pacientes soropositivos que buscam tratamento no Hospital Universitário Pedro Ernesto, em Vila Isabel, estão sofrendo com a falta de medicamentos. O remédio Raltegravir, fundamental para manter sob controle o vírus HIV, esteve em falta durante toda a semana. O Jornal POVO do Rio entrou em contato para a farmácia da unidade de saúde e foi informada que não havia disponibilidade no estoque.Portadora do vírus da Aids há 14 anos, Marília Andrade*, 59 anos, precisou ir por três dias ao hospital até conseguir um remédio. Marília já toma o medicamento há três anos. “Eu gastei R$ 30 de passagem durante esses três dias indo e voltando de Mesquita, onde eu moro, até o Pedro Ernesto. Todo dia eu ia lá e a mulher me dizia que não tinha. Eu avisei que se não aparecesse eles iam ver. Ontem (quinta-feira) finalmente me deram um frasco de comprimidos”, comentou.  
 
A mesma sorte não teve Roberto Andrade*, 45 anos. Dependente do mesmo medicamento, acabou ficando durante toda a semana sem o Raltregavir. Soropositivo há nove anos, ele teme ficar doente sem o remédio. “Esse remédio é fundamental para a minha saúde.Não posso ficar sem ele. Acho um descaso com os portadores de HIV. Não sei se a culpa é do governo estadual ou federal, mas eu quero me tratar e isso eu não tô conseguindo”, desabafou.  
 
O infectologista e professor da Faculdade de Ciências Médicas da Uerj, Gustavo Magalhães, explicou a importância do medicamento para quem o necessita. “O Raltegravir é um antirretroviral que combate a replicação do vírus do HIV. É um medicamento novo que não deixa acontecer a integração do vírus ao DNA das células de defesa do corpo humano. Só é utilizado quando não existe outra opção de medicamento após o paciente já ter tomado outros remédios”, disse.  
 
Para o remédio chegar a ser indicado, o soropositivo passa pela genotipagem, um exame de sangue que identifica se o HIV já ganhou resistência a outros remédios. O professor da Uerj informou ainda sobre os riscos de um paciente já medicado com o Raltergravir ficar sem tomá-lo. “Se o medicamento falta viral aumenta no sangue e, o mais delicado, o vírus ganha resistência ao Raltegravir. Isso é muito ruim, porque a pessoa fica com uma quantidade muito restrita de medicamentos a serem indicados”, esclareceu.  
 
O diretor do Hospital Universitário Pedro Ernesto, Rodolfo Nunes, admitiu o problema da escassez do remédio Raltegravir. Segundo ele, o problema se estende por toda a cidade do Rio de Janeiro por devido a uma falha no envio da Secretaria Municipal de Saúde. Entretanto, Nunes afirmou que, na tarde de ontem, o remédio foi disponibilizado para três pacientes que o procuraram. 
 
Central do Brasil  
 
Em um evento que marcou a Semana Mundial da Luta Contra a Aids, na Central do Brasil, a ativista Marlene Rodrigues, 56 anos, não só ratificou o problema da falta de medicamentos no Pedro Ernesto como afirmou que o problema se estende a outras unidades de saúde. “Não tem o Lamividina no Hospital da Posse. Não existe remédio para doenças oportunistas nos postos de saúde da Zona Oeste. Não tem remédio antidepressivo. E tem mais. Faltam infectologistas e ginecologistas”, denunciou.  
Marlene é portadora do HIV desde 1987 e já enfrentou problemas com falta de mediamentos. Integrante da Rede Nacional de Pessoas que Vivem com HIV (RNP+), ela pede melhor atendimento aos soropositivos em todo o estado.  
 
Roberto Pereira, da coordenação do Fórum Estadual de ONGs/-Aids,  lembrou a necessidade de atenção permanente aos riscos de contaminação. “Ainda hoje se guarda a imagem deque a Aids é doença de gay, de prostituta. É uma ilusão esse papo de "eu sei com que eu estou transando. É importante usar preservativo sempre. Não pode fechar os olhos. E se descobrir a doença,tem que comunicar logo ao parceiro”, alertou Roberto Pereira.
 
DSC07047.JPG
 
DSC07046.JPG
DSC07052.JPG
*Alguns nomes foram mudados a pedido dos entrevistados para preservar o direito a intimidade sobre a doença.

 
 
Roberto Pereira
Coordenação Geral
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro Suplente da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Membro da Executiva do Fórum ONG Aids RJ
Av. General Justo, 275 - bloco 1 - 203/ A - Castelo
20021-130 - Rio de Janeiro - RJ - Brasil
 
Cel: (55.21) 9429-4550
cedusrj@yahoo.com.br

A prioridade absoluta tem de ser o HUMANO.
Acima dessa, não reconheço nenhuma outra.
(José Saramago

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Caos na assistencia as pessoas vivendo com aids no Rio de Janeir

Prezados,
Estamos socializando em nosso site.
Esta é a forma de contribuirmos na luta contra a AIDS e os Gestores da Saúde que não respeitam a nossa SOBREVIDA.
Se estas c=informações não condizerem com as verdades, que se pronunciem.

Atenciosamente,

Luiz Bessa
Administração Financeira
Sustentabilidade Social
CNPJ: 00.713.514/0001-94
Visite nosso site: http://www.grupoaguaviva.org.br/index.php
RUA BURITIZAL, QUADRA 01 – LOTE 01 – CASA 01 – BALNEÁRIO GLOBO – SEPETIBA – RIO DE JANEIRO – RJ. – CEP: 23.545-100
TELEFAX: (21) 3317-2872 / 9806-1624 / 7694-4031
E-mail: grupoaguaviva@grupoaguaviva.org.br

To: apoiosoropositivos@yahoogrupos.com.br
From: cazu_barroz@yahoo.com.br
Date: Wed, 14 Sep 2011 13:33:24 -0700
Subject: [apoiosoropositivos] Caos na assistencia as pessoas vivendo com aids no Rio de Janeiro

Precisamos ir as ruas, bater panelas, jogar mercúrio no palácio do governo e prefeituras, se jogar no chão ou iremos todos, um ao enterro do outro numa marcha fúnebre .

Lamentável que diante do caos instalado na assistência as pessoa vivendo com aids, no Estado do Rio de Janeiro, quando este caos é levado a mídia, os gestores respondem que não sabem e ou não tem informações nenhuma sobre a falta, fracionamento medicamentos, falta de kits e ou demora na entrega dos resultados dos exames CD4, Carga viral e Genotipagem, falta de leitos, medicamentos para doenças oportunistas etc.. e etc...
Como responderam a esta reportagem, exibida neste segunda- feira nos jornais da TV Record.

Vejam a entrevista quem não viu:
http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/noticias/garoto-propaganda-da-campanha-da-aids-denuncia-falta-de-medicamento-20110912.html

Nossos gestores simplesmente nos chamam de mentirosos e diz a imprensa que além de desconhecer o problema, afirma que esta tudo normalizado e que não há nenhum problema no Rio de Janeiro.

Segue em anexo, pois recordar é viver, comprovação de que o movimento social, desde 2008, com a carta de Araruama e 1 de Dezembro de 2010, carta do Forum Estadual de ONG Aids/RJ, vem informando a população e aos gestores, diariamente sobre a falta de assistência aos portadores de HIV em nosso estado. Segue- se também, links de recentes reportagens da agencia aids de noticias, onde usuários denunciam falta de medicamentos. Só não sabe que não quer.

É fácil dizer que não conhecem os problemas, o difícil é o gestor, honrar com seus compromissos feito durante as eleições..

Falta de medicamentos no Rio - http://www.agenciaaids.com.br/noticias/interna.php?id=17394
http://www.agenciaaids.com.br/noticias/interna.php?id=17291
Governo nega falta de medicamentos: http://www.agenciaaids.com.br/noticias/interna.php?id=17094
Falta de atendimento em postos e hospitais: http://www.agenciaaids.com.br/noticias/interna.php?id=17256

Gestores, resolvam nossos problemas se vocês forem homens e mulheres pra isso!

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Paravidda reinaugura sede e reacende esperança dos soropositivos



Paravidda reinaugura sede e reacende esperança dos soropositivos
 
Foi com uma grande celebração entre pacientes e voluntários da Ong Paravidda, que a instituição comemorou na manhã desta quinta-feira (14), em Belém, a reinauguração da sede do grupo de apoio ao soropositivos do Estado. Após um mês de reformas estruturais patrocinadas pelo Governo Federal, Ministério da Saúde, Departamento Nacional de DST/AIDS, o resultado das obras foi comemorado principalmente pelos pacientes atendidos pela casa. O atendimento ao público será retomado no dia 1° de agosto.
 
'A reinauguração do espaço representa um grande momento para todos os que são atendidos e realizam trabalhos aqui na casa. Era um sonho antigo da administração passada que conseguimos realizar depois de muito esforço. Mas a novidade mesmo é que poderemos atender a mais pessoas', explica o  o presidente da Organização, Jair Santos. Com quase 20 anos de existência, o Paravidda nasceu da iniciativa de um grupo de homens e mulheres portadores do vírus. Cansados de serem expulsos das casas  que alugavam para se reunirem, resolveram invadir e montar acampamento no prédio onde atualmente funciona a ONG, que na época estava abandonado. O Grupo  resistiu e, há 19 anos, mantém a Organização com o apoio do Governo Federal, doadores e sócios que contribuem mensalmente com a casa.
 
 
 
 
Na casa que foi reinagurada, os pacientes vão poder dispor de uma nova infraestrutura. Os leitos masculino e femino receberam camas e pinturas novas, além de camas e uma cadeira de rodas adaptadas. As paredes e o piso da casa também receberam novos acabamentos. A mesma coisa aconteceu com a creche para as crianças filhas dos portadores da doença.
 

A instituição atende às pessoas vivendo com HIV/AIDS, apoiando os pacientes e albergados com assistência social, psicológica e pedagógica, reduzindo a incidência de infecção das DST/HIV, encaminhando-os a rede pública de saúde e acompanhando-os na internação. A ONG trabalha também a auto-estima dos pacientes, incentivando-os a recuperar o prazer pela vida, prestando atendimento biopsicossocial, palestras socioeducativas, grupos de adesão, ações voltadas à prevenção e, quando há projeto financiado, desenvolve também oficinas e cursos que visam à geração de emprego e renda e à reinserção social. 'Desde 2006 quando começei a ser atendida aqui na ONG sempre fui bem recebida e estou muito feliz com essa reforma do espaço. Vai poder ajudar muita gente, dar mais estrutura para as pessoas', explica Maria Elias, de 32 anos, uma das pacientes soropositivo que são atendidas pela casa.
 
 
 
Atualmente, o Paravidda atende a 22 pessoas no albergue e distribui cerca de 500 cestas básicas por mês aos pacientes atendidos pela instituição. Além disso, os pacientes contam com outros serviços como consultas médicas, exames laboratoriais, recuperação ou pessoas que sofrem rejeição familiar e, quando necessário, oferece serviços de terapia ocupacional e de atendimento jurídico. Os filhos dos portadores também são auxiliados no projeto, pois o Paravidda mantém uma creche para cerca de 30 crianças. Atualmente, a ONG conta com um quadro funcional de 14 pessoas, formado basicamente por voluntários, que prestam todo o serviço técnico e de coordenação.
 
 
O Grupo Para Valorização, Integração e Dignificação do Doente de AIDS - Paravidda foi fundado em 27 de janeiro de 1992, em Belém. É uma Organização da Sociedade Civil, sem fins lucrativos, que presta assistência para pessoas portadoras de HIV/AIDS.
 
 

 
Quem deseja se tornar um voluntário do Grupo Paravidda, pode ligar para o telefone: (91) 3272 - 4645.
 
Aids
 
Em junho de 2011, registrou-se o trigésimo ano de luta da medicina mundial contra o vírus da Aids. Desde a comunicação oficial do primeiro caso, em junho de 1981, cerca de 30 milhões de pessoas perderam a vida, contaminadas pelo vírus HIV. Cálculos do Unaids (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids) indicam que 34 milhões de pessoas vivem com o HIV, atualmente, em todo o mundo. Mas outra informação geral do Unaids desperta esperanças: o número de novas infecções caiu cerca de 25% entre 2001 e 2009.
 
Redação Portal ORMFotos: Bruno Magno


Faça seu comentário
Notícias relacionadas
11h10 | 03/02/2011
Metade da frota da Viação Pérpetuo Socorro volta às ruas
08h50 | 03/02/2011
Real Class: Operários prestam homenagem a colegas mortos
Últimas Noticias


ANTONIO ERNANDES MARQUES DA COSTA
Coordenador da ONG/GRUPAJUS
Coord. Adjunto do Comite Metropolitano de Combate a TB/PA - FUNDO GLOBAL
Representante Norte na CNAIDS - MS/DEPARTAMENTO -DST/AIDS/HEPATITES VIRAIS
Representate Norte no MCP - Mecanismo de Coordenação de País

terça-feira, 14 de junho de 2011

30 anos depois, soropositivos que não esperavam viver muito>>>

Geraldo Samor gsamor SURVIVORS-->RT @AP: 30 anos depois, soropositivos que não esperavam viver muito lidam com envelhecimento precoce. http://apne.ws/lurHBK -CJ

Premature aging seen as issue for AIDS survivors

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Portadores do Virus do HIV Aids não tem direito a transplante, como por exemplo: transplante de coração entre outros...


Portadores do Virus do HIV Aids não tem direito a transplante, como por exemplo: transplante de coração, entre outros. 
Sabe, hoje portadores do HIV Aids não tem direitos sequer a entrar na fila do transplante cardiaco entre outros, e nem pessoas com mais de 85 anos. 
Diante dos fatos, sugeri a ideia a qual pudessemos criar uma central de transplante de portadores do HIV, com receptores e doares portadores do virus da Aids...  
sabe, cada caso é um caso e nem sempre um obito de Aids significa necessariamente que o portador já está resistente a todas as drogas disponiveis. 
Acho que não deveria deixar a vida humana sem esperança.
 Então, deixo a politica de Aids para ser analisada e que não seja excluido os portadores do HIV Aids das filas de transplantes por serem portadores do virus de HIV Aids. 
Entendo perfeitamente que por exemplo eu, uma pessoa com 37 anos, portadora a 17 anos de SIDA, não posso entrar na fila do transplante de coração caso venha a precisar, tirando a vez de um jovem de 20 anos ou mais, que não tem o virus da Aids... claro que ele terá uma vida util mais prolongada. MAS, O MEU RACIOCINIO NÃO É NO TEMPO DE VIDA DO PACIENTE, OU SE ELE VAI SER MAIS OU MENOS UTIL EM VIDA, OU COM MAIS OU MENOS SAUDE,

O MEU RACIOCINIO É QUE NÃO PODEMOS TIRAR O DIREITO A VIDA DAS PESSOAS, INDEPENDENTE SE SÃO OU NÃO PORTADORES DO HIV AIDS,

NÃO PODEMOS TIRAR A ESPERANÇA DE VIVER DAS PESSOAS,

A MEDICINA, A SAUDE EM SI, TEM QUE DAR OPORTUNIDADES DIGNAS A TODOS IGUALMENTE,

logo, portadores do HIV Aids deveriam ter o direito de entrar em filas de transplantes, ou que seja criado uma central de transplante só pra gente, e estudado o caso do doador não está tambem na ultima terapia antiretroviral da Aids para que não viemos a ficar resitentes a medicações. 
Sabe, existe muitos obitos o qual as vezes a pessoa nem faz uso da medicação antiretroviral ainda, e seus orgãos poderiam salvar vidas... 
Pensemos no sofrimento das pessoas que necessitam de um transplante, pensemos nos familiares desesperados. NÃO TIREM O DIREITO DOS PORTADORES DE  HIV AIDS DE AO MENOS TENTAREM UM TRANSPLANTE

VAMOS FAZER UMA CORRENTE SOLIDARIA E ENVIAR E-MAILS PARA OS SEGUINTES ENDEREÇOS DE E-MAILS PARA QUE SEJA APROVADO TRANSPLANTE PARA PORTADORES DO HVI AIDS:  ouvidorsus@saude.gov.br; Direitos Humanos scdh@aids.gov.br <scdh@aids.gov.br>; MNDH Direitos Humanos <cdh@camara.gov.br>;

Obrigada pela atenção,
Dra Amiga DF
Nota Pessoal:
 Será que pra funcionar temos que entrar com advogado e toda essa
trajetória que só de pensar me dá angustia a náusea.
 Muito bem colocado Dra Amiga DF, isso posto por vc só mostra como não
há uma conduta única, e
mesmo onde haja tal conduta ainda temos que brigar com Estado,
Município ou União!!!
 Cito o caso daqui onde uma paciente com suspeita de re-infecção de
Rotavirus mesmo sendo do movimento quase morreu na fila do hospital do
Andaraí> Isso Sem falar no planos de saúde "privado$$$" que com essa
enorme quantidade de novo s "Empregados com carteira Assinada" estão
enfrentando Problemas!
 Vejam matéria do Globo de hoje 06/02/11
"Uma nova receita Para as emergências"
 Que nada mas é que a criação de outro Órgão para atender as
emergências; Chamado de OS onde quem optar por
trabalhar lá terão outra forma de pagamento, e poderá até receber um
aumento de salário por cumprir metas.
 Isso será implantado nos hospitais municipais  Souza Aguiar, Lourenço
Jorge,Miguel Couto,e Salgado filho além dos Pams Del Castilho E Irajá.
 O Sr Presidente do C. R. de Medicina Luis Fernando Soares Quer
argüir a inconstitucionalidade dessa questão.
 Cá entre nós aqui começa a se fazer como em São Paulo criar através
de artifícios uma nova “firma que preste serviço de saúde”
 Por que não se investe em gestão?
 Em salários digno s?
 Em concursos ?
 e avaliação dos funcionário s?
Sei lá Não sei e vou parar por aqui>>>>
NGB
Ativismocontraaidstb.blogspot.com
55 021 33916168 92480850

Dra VOU publicar com nome de Amiga DF OK?

Portadores do Virus do HIV Aids não tem direito a transplante, como por exemplo: transplante de coração entre outros...


Portadores do Virus do HIV Aids não tem direito a transplante, como por exemplo: transplante de coração, entre outros. 
Sabe, hoje portadores do HIV Aids não tem direitos sequer a entrar na fila do transplante cardiaco entre outros, e nem pessoas com mais de 85 anos. 
Diante dos fatos, sugeri a ideia a qual pudessemos criar uma central de transplante de portadores do HIV, com receptores e doares portadores do virus da Aids...  
sabe, cada caso é um caso e nem sempre um obito de Aids significa necessariamente que o portador já está resistente a todas as drogas disponiveis. 
Acho que não deveria deixar a vida humana sem esperança.
 Então, deixo a politica de Aids para ser analisada e que não seja excluido os portadores do HIV Aids das filas de transplantes por serem portadores do virus de HIV Aids. 
Entendo perfeitamente que por exemplo eu, uma pessoa com 37 anos, portadora a 17 anos de SIDA, não posso entrar na fila do transplante de coração caso venha a precisar, tirando a vez de um jovem de 20 anos ou mais, que não tem o virus da Aids... claro que ele terá uma vida util mais prolongada. MAS, O MEU RACIOCINIO NÃO É NO TEMPO DE VIDA DO PACIENTE, OU SE ELE VAI SER MAIS OU MENOS UTIL EM VIDA, OU COM MAIS OU MENOS SAUDE,

O MEU RACIOCINIO É QUE NÃO PODEMOS TIRAR O DIREITO A VIDA DAS PESSOAS, INDEPENDENTE SE SÃO OU NÃO PORTADORES DO HIV AIDS,

NÃO PODEMOS TIRAR A ESPERANÇA DE VIVER DAS PESSOAS,

A MEDICINA, A SAUDE EM SI, TEM QUE DAR OPORTUNIDADES DIGNAS A TODOS IGUALMENTE,

logo, portadores do HIV Aids deveriam ter o direito de entrar em filas de transplantes, ou que seja criado uma central de transplante só pra gente, e estudado o caso do doador não está tambem na ultima terapia antiretroviral da Aids para que não viemos a ficar resitentes a medicações. 
Sabe, existe muitos obitos o qual as vezes a pessoa nem faz uso da medicação antiretroviral ainda, e seus orgãos poderiam salvar vidas... 
Pensemos no sofrimento das pessoas que necessitam de um transplante, pensemos nos familiares desesperados. NÃO TIREM O DIREITO DOS PORTADORES DE  HIV AIDS DE AO MENOS TENTAREM UM TRANSPLANTE

VAMOS FAZER UMA CORRENTE SOLIDARIA E ENVIAR E-MAILS PARA OS SEGUINTES ENDEREÇOS DE E-MAILS PARA QUE SEJA APROVADO TRANSPLANTE PARA PORTADORES DO HVI AIDS:  ouvidorsus@saude.gov.br; Direitos Humanos scdh@aids.gov.br <scdh@aids.gov.br>; MNDH Direitos Humanos <cdh@camara.gov.br>;

Obrigada pela atenção,
Dra Amiga DF
Nota Pessoal:
 Será que pra funcionar temos que entrar com advogado e toda essa
trajetória que só de pensar me dá angustia a náusea.
 Muito bem colocado Dra Amiga DF, isso posto por vc só mostra como não
há uma conduta única, e
mesmo onde haja tal conduta ainda temos que brigar com Estado,
Município ou União!!!
 Cito o caso daqui onde uma paciente com suspeita de re-infecção de
Rotavirus mesmo sendo do movimento quase morreu na fila do hospital do
Andaraí> Isso Sem falar no planos de saúde "privado$$$" que com essa
enorme quantidade de novo s "Empregados com carteira Assinada" estão
enfrentando Problemas!
 Vejam matéria do Globo de hoje 06/02/11
"Uma nova receita Para as emergências"
 Que nada mas é que a criação de outro Órgão para atender as
emergências; Chamado de OS onde quem optar por
trabalhar lá terão outra forma de pagamento, e poderá até receber um
aumento de salário por cumprir metas.
 Isso será implantado nos hospitais municipais  Souza Aguiar, Lourenço
Jorge,Miguel Couto,e Salgado filho além dos Pams Del Castilho E Irajá.
 O Sr Presidente do C. R. de Medicina Luis Fernando Soares Quer
argüir a inconstitucionalidade dessa questão.
 Cá entre nós aqui começa a se fazer como em São Paulo criar através
de artifícios uma nova “firma que preste serviço de saúde”
 Por que não se investe em gestão?
 Em salários digno s?
 Em concursos ?
 e avaliação dos funcionário s?
Sei lá Não sei e vou parar por aqui>>>>
NGB
Ativismocontraaidstb.blogspot.com
55 021 33916168 92480850

Dra VOU publicar com nome de Amiga DF OK?