Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador DSTS. Mostrar todas as postagens
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Projeto Educar para Viver ( Por: Mara Moreira)

Nilo,
Está em anexo o logo do projeto Educar para Viver para o Blog e abaixo um breve resumo do projeto, por favor nos ajude a divulgar.
bjs
Mara
A Educação Sexual vem sendo debatida há décadas, mas elementos novos, como as recentes discussões sobre homofobia, trazem à tona a necessidade de informar crianças e adolescentes sobre a realidade que os cercam. A mudança do contexto social desperta a necessidade de convivência com os mais variados conceitos de sexualidade, entretanto, conversas sobre sexo entre pais e filhos ainda são tabus, e as escolas nem sempre se encontram preparadas para acolher o assunto em sala de aula. Procurando responder a demandas como estas, o Grupo Pela Vidda-Rio de Janeiro, em parceria com o SESI- Rio de Janeiro e o apoio da  IESA Óleo & Gás S/A e com o, vem realizando uma série de atividades de apoio a educadores e educandos na discussão de assuntos ligados às relações de gênero, sexualidade, sexo-seguro, direitos e preconceito entre pessoas vivendo com HIV e aids.

DST/aids em destaque
O trabalho feito consiste na realização de oficinas de sensibilização e conscientização que tratam da temática DST/aids, além de oficinas de teatro educativo nesta mesma área. Para isso, o projeto conta com a participação de educadores e educandos do SESI-Rio de Janeiro e de alunos de quatro UPP´S (Providência, Borel, Chácara e Macacos). O programa inclui rodas de conversa, slides, vídeo-debate, avaliação de casos reais, entre outros.
Durante as oficinas, conduzidas por um especialista no assunto,  os participantes têm a oportunidade de  trocar experiências e debaterem sobre situações e problemas vividos no contexto escolar. Na última avaliação do projeto, os educadores relataram que, a partir das dinâmicas, puderam esclarecer diversas dúvidas no campo. “Fiquei sabendo de muitas informações que não tinha certeza”, afirmou um dos participantes.
Aids no Brasil
Desde o início da epidemia, em 1980, até junho de 2010, O Brasil tem 592.914 casos registrados de aids (condição em que a doença já se manifestou), de acordo com o último Boletim Epidemiológico. Em 2009, foram notificados 38.538 casos da doença e a taxa de incidência de aids no Brasil foi de 20,1 casos por 100 mil habitantes.
Atualmente, ainda há mais casos da doença entre os homens do que entre as mulheres, mas essa diferença vem diminuindo ao longo dos anos. Em 1989, a razão de sexos (número de casos em homens dividido pelo número de casos em mulheres) era de cerca de 6 casos de aids no sexo masculino para cada 1 caso no sexo feminino. Em 2009, chegou a 1,6 caso em homens para cada 1 em mulheres.
A faixa etária em que a aids é mais incidente, em ambos os sexos, é a de 20 a 59 anos de idade. Chama atenção a análise da razão de sexos em jovens de 13 a 19 anos. Essa é a única faixa etária em que o número de casos de aids é maior entre as mulheres.
 
 
O Grupo Pela VIDDA
O Grupo Pela Vidda foi fundado em 1989 pelo escritor Herbert Daniel. Trata-se do primeiro grupo criado no Brasil por pessoas portadoras de HIV, seus amigos e familiares. Suas ações e iniciativas são garantidas pela intensa dedicação de várias pessoas envolvidas no dia-a-dia da organização – dentre usuários, voluntários e profissionais engajados na luta contra a epidemia no país – que atuam em várias ações, projetos e atividades pontuais e/ou estratégicas promovidas pelo grupo ao longo dos anos, como manifestos, conselhos de saúde e de controle social, treinamentos temáticos, fórum ONG/aids e Comitê Comunitário em Pesquisa anti-HIV. O Grupo fica na Av. Rio Branco, 135 sl. 709 - Centro, Rio de janeiro- RJ. www.pelavidda.org.br contato:  gpvrj@pelavidda.org.br 
 
Mais informações:
Jucimara Moreira
Coordenadora do Projeto Educar para Viver – Grupo Pela Vidda-RJ
Tel.: (21)87672478  e 2518-3993 
  
 
Jucimara Moreira
Coordenadora do IEC(Informação, Educação e Comunicação)
Grupo pela VIDDA/RJ
2518-3993/87672478
A Solidariedade é um ato de cidadania. Contribua com os nossos projetos e serviços
Conta Doação: Bradesco Agência 1444-3 C/C 11.205-4


Jucimara Moreira
Coordenadora do IEC(Informação, Educação e Comunicação)
Grupo pela VIDDA/RJ
2518-3993/87672478
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domingo, 4 de setembro de 2011

Seminário SAGAS na Prevenção às DSTs e ao HIV/AIDS

Seminário SAGAS na Prevenção às DSTs e ao HIV/AIDS na População LGBT

Nos dias 15 e 16 de setembro, a ABIA, em parceria com os grupos Somos, GRAB e Arco-Íris, realizará no Conselho Estadual dos Direitos da Mulher (Cedim) o seminário “SAGAS na Prevenção às DSTs e ao HIV/AIDS na População LGBT”. Na ocasião, serão divulgados os resultados das atividades promovidas pelo projeto, que nos últimos três anos ofereceu aos participantes cursos de fotografia, oficinas de dança, arte, exposições, realizou ações de intervenção e prevenção as DSTs/AIDS em boates e outros pontos de encontro da população homossexual, promoveu debates, entre muitas outras atividades. O participante do seminário também poderá conhecer e debater sobre os desafios enfrentados no decorrer do projeto e suas possibilidades futuras.

Além dos debates, o participante do evento poderá conhecer os materiais informativos produzidos pelos participantes do projeto. Haverá também uma exposição de fotografias, vídeos e outros acessórios criados no decorrer do projeto Sagas, que, com apoio da Fundação Schoerer, buscou promover, desde seu início, atividades que estimulassem a diminuição das vulnerabilidades em relação à epidemia de HIV e a redução do estigma contra  a população HSH.

A participação é gratuita, mas é preciso enviar um e-mail para a secretaria do evento (seminario.sagas@abiaids.org.br) solicitando a inscrição, pois as vagas são limitadas. Gostaríamos de contar com a sua presença. Inscreva-se!

        Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 2223 1040, falar com Juan Carlos . Em breve, a programação completa do seminário estará disponível no site www.abiaids.org.br

 
 
 
 
Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (ABIA)
Av. Presidente Vargas, 446/13º andar - Centro
Rio de Janeiro/RJ
Cep. 20071-907
Tel. 21 - 22231040
Endereço eletrônico:
www.abiaids.org.br


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sábado, 21 de maio de 2011

Congresso de DST - notícias




:: NOTÍCIAS ::
Participantes de congresso nacional de DST dizem que campanhas publicitárias do Departamento de Aids são pontuais, moralistas e conservadoras
20/05/2011 - 14h45

Respondendo às reclamações, a coordenadora de Vigilância, Informação e Pesquisa do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Karen Bruck, enfatizou que as campanhas são realizadas com base em evidências científicas. “Iniciamos o processo a partir de informações repassadas pela vigilância epidemiológica. A definição continua com discussões realizadas pelo Grupo de Trabalho em Comunicação, que conta com a participação de ativistas, médicos, especialistas em comunicação e saúde, entre outros segmentos”, explicou.

Segundo Karen, o fato das campanhas publicitárias do Departamento sobre prevenção ao HIV serem realizadas principalmente nos períodos do Dia Mundial de Luta Contra a Aids (1º de Dezembro) e do carnaval se deve ao preço das ações. “Os custos são altíssimos, por isso optamos por fazer campanhas que abrangem esses períodos” disse.

Ações locais

O presidente do Centro de Educação Sexual (Cedus), Roberto Pereira, compôs a mesa de debate com a representante do Departamento de Aids. Para ele, devem existir iniciativas de de comunicação locais e independentes do governo. “Muitas vezes ações com poucos recursos também são eficientes”, defendeu.

Como exemplo, Roberto citou uma atividade realizada pelo Instituto Brasileiro de Informação em Saúde Social (IBISS) em uma praia do Rio de Janeiro. “A abordagem começava com a oferta de um pirulito. Depois de receber informações sobre saúde, a pessoa que foi abordada recebia o doce e ouvia que já estava pronta 'pra cair de boca’”, contou. "Foi uma estratégia que deu certo."

Ele também apresentou um spot e um vídeo sobre prevenção à sífilis elaborados na ONG que preside.

Sobre o Congresso

O 8º Congresso da Sociedade Brasileira de DST teve início nesta quarta-feira (18) e segue até sábado, em Curitiba. Estão participando cerca de 3 mil pessoas, principalmente profissionais da área de saúde e militantes.


Fábio Serrato, de Curitiba

O repórter Fábio Serrato cobre o evento com apoio do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde

 
 
 
Roberto Pereira
Coordenação Geral
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro Suplente da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Membro da Executiva do Fórum ONG Aids RJ
Av. General Justo, 275 - bloco 1 - 203/ A - Castelo
20021-130 - Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Tel: (55.21) 2544-2866 Telefax: (55.21) 2517-3293
Cel: (55.21) 9429-4550

A prioridade absoluta tem de ser o HUMANO.
Acima dessa, não reconheço nenhuma outra.
(José Saramago

quarta-feira, 18 de maio de 2011

ÚNICA APRESENTAÇÃO - COIÓ É DE GRAÇA!!

Caros,


Informação é a melhor prevenção
Teatro informa e ensina a prevenir DST´s

Um grupo de jovens prova que a informação ainda é a melhor forma de prevenção. Assim surgiu a peça teatral “O Coió é de graça” – uma comédia que retrata a realidade de pessoas que vivem e convivem com HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis.

O espetáculo teatral “Coió é de graça”, fará única apresentação no domingo, 22/05, ás 19h no Teatro Dercy Gonçalves.

Em cena diversas situações reais, vistas com um olhar peculiar sobre assuntos sérios. A ideia é justamente desmistificar assuntos que viraram tabus, como uma forma de quebrar preconceitos e facilitar o acesso às informações.

A direção de Julio Rosemberg traz o universo circense para o palco e as situações são interpretadas por um grupo de seis jovens, que também são os responsáveis pela construção dos textos e das paródias.

O espetáculo “O coió é de graça” é uma iniciativa da Cia EUTUNÓS, que apresenta seu primeiro trabalho.

Coió é de graça
Texto: Criação Coletiva
Direção: Júlio Rosemberg
Com: Cia EUTUNÓS
Teatro Dercy Gonçalves
Rua: Professor Valadares, 262
Domingo – 22/05/11
Horário 19h

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Edital vai selecionar ONG

Financiamento

Edital vai selecionar ONG que propuserem eventos nacionais e regionais em DST, HIV/aids e hepatites virais para 2011

Você sabia que a Declaração de Direitos Fundamentais da Pessoa Portadora do Vírus da Aids surgiu do Encontro Nacional de ONG que trabalham com aids em Porto Alegre? E que ela pode ser considerada um marco para o surgimento de diversas legislações que ampliaram a assistência aos portadores de HIV/aids? Um edital para financiamentos de eventos como esse, relacionados ao tema DST/HIV/aids e hepatites virais - exercício 2011, está aberto até o dia 31 de janeiro. A seleção será feita pelo Ministério da Saúde e o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC). No ano de 2009, foram destinados R$ 3 milhões para o financiamento de 48 projetos selecionados, de um total de 133 inscritos.
Os novos recursos serão destinados a projetos executados por Organizações da Sociedade Civil (OSC), sem fins lucrativos, que atuam no controle dessas doenças e na construção de respostas sociais. As propostas, nacionais ou regionais, deverão estar alinhadas com as diretrizes do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais e devem priorizar:
- o aumento da cobertura da testagem para diagnóstico precoce e prevenção da transmissão vertical (de mãe para filho) do HIV;
- prevenção das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), com ênfase no incentivo à prevenção da sífilis na gestação (gestante e parceiros);
- ações de assistência e prevenção, promoção da defesa dos direitos humanos em DST/HIV/aids e hepatites virais;
- redução do estigma e da discriminação às pessoas vivendo com HIV/aids e hepatites virais e populações mais vulneráveis.
Teto máximo por projeto
Até R$ 150 mil para Encontro Nacional de ONG Aids.
Até R$ 100 mil para eventos de âmbito nacional com foco na temática DST e HIV/aids e/ou hepatites virais.
Até R$ 60 mil para eventos de âmbito regional com foco na temática DST e HIV/aids e/ou hepatites virais, incluindo os ERONG (Encontros Regionais de ONG)
O resultado do edital será divulgado no site do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais (www.aids.gov.br), após análise de um comitê técnico. A data prevista para publicação final é dia 18 de fevereiro. Apenas um projeto por ONG será aprovado. Não serão consideradas para análise propostas de eventos em âmbito estadual ou municipal.
 
Para participar, veja o edital completo, com os documentos necessários e o formulário a ser preenchido no site,
Mais informações à Organizações da Sociedade Civil
Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais
Telefone               (61) 3306-7517         (61) 3306-7517
e-mail: scdh@aids.gov.br
Mais informações à imprensa
Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais
Ministério da Saúde
Assessoria de Imprensa
Telefones: (61) 3306-7024/7010/7016/7051
E-mail: imprensa@aids.gov.br
Site: www.aids.gov.br

ANTONIO ERNANDES MARQUES DA COSTA
Coordenador da ONG/GRUPAJUS
Coord. Adjunto do Comite Metropolitano de Combate a TB/PA - FUNDO GLOBAL
Representante Norte na CNAIDS - MS/DEPARTAMENTO -DST/AIDS/HEPATITES VIRAIS
Representate Norte no MCP - Mecanismo de Coordenação de País
Av. Senador Lemos, Passagem Vila Nova, 152 - CEP 66.120-510 - Belém - Pará
fone (91) 91916202/ (91) 8296.5215 Belem - Pará

quarta-feira, 21 de julho de 2010

O "mal-brasileiro"/Triplicou nos consultórios médicos o número de pacientes com SÍFILIS. A maioria é composta de jovens que, por acaso, se descobrem i

O "mal-brasileiro"

VEJA

19/07/2010

Adriana Dias Lopes

Triplicou nos consultórios médicos o número de pacientes com SÍFILIS. A maioria é composta de jovens que, por acaso, se descobrem infectados. Eles, claro, não usam CAMISINHA

Deixei de usar CAMISINHA uma vez na vida, com meu ex-namorado. Dois meses atrás, descobri que eu estava com SÍFILIS. Fiquei completamente transtornada.

Nem sabia que essa doença ainda existia. Soube por acaso, numa consulta com um dermatologista. Agora, estou curada. Mas entro em pânico só de imaginar que alguém possa desconfiar que fui portadora. Na cabeça das pessoas. SÍFILIS é doença de gente promíscua. Não sou assim." O relato da estudante A.M., de 19 anos, ilustra uma realidade que tem se tornado comum nos consultórios dos médicos brasileiros: o crescimento de pacientes com SÍFILIS, uma doença grave e carregada de estigma. Oficialmente, há 1 milhão de doentes no país. Esse número, na verdade, é muito maior.

Segundo um levantamento feito por VEJA com dezesseis especialistas de três estados, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, a quantidade de pacientes com SÍFILIS triplicou no último ano. "Em duas décadas de formado. nunca vi tantos casos", diz Omar Lupi, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia. A principal origem do problema está no descaso com a CAMISINHA. De acordo com pesquisa do Ministério da Saúde, apenas 21% dos brasileiros usam PRESERVATIVO -31% menos do que a média dos países desenvolvidos. A SÍFILIS chama a atenção dos médicos por ser a única doença venérea a reunir duas características temerosas: sintomas que podem passar despercebidos e alta capacidade de transmissão. "Isso facilita a explosão de uma epidemia", conclui o infectologista Artur Timerman.

A SÍFILIS é causada pelo Treponema pallidum, uma bactéria que se liga as células da pele do pênis e da mucosa vaginal. A transmissão da doença, portanto, ocorre, sobretudo, por meio da relação sexual. O processo infeccioso, que pode durar até dez anos, é interrompido com uma dose de antibiótico. O cenário muda na etapa avançada, quando a bactéria começa a matar os neurônios. Em tal fase, o tratamento nem sempre é eficaz e cerca de 10% dos pacientes morrem em decorrência da doença. Até o surgimento da penicilina, em 1928, os doentes eram submetidos a procedimentos ou inócuos ou tão nocivos quanto a própria doença, como banhos quentes e ingestão de mercúrio. Uma das primeiras notícias de infecção em massa causada pela doença data de 1494, ano em que o exército do rei da França, Carlos VIII, invadiu a Itália para conquistar Nápoles. O episódio ficou conhecido como "a guerra da fornicação". Metade dos 12000 soldados foi vitimada pela doença - e a SÍFILIS recebeu o apelido de "mal-francês". O nome SÍFILIS surgiu em 1530, quando o médico e poeta italiano Girolamo Fracastoro (1478-1553), ao descrever a enfermidade, fez referência ao mito grego do pastor Syphilus, que amaldiçoou Apolo e foi punido com o que seria essa doença venérea. Escreveu Fracastoro: "Não te entregues a Vênus... Mais do que nada, evita o suave deitar com alguém. Não há nada que seja mais nocivo". Mas, com CAMISINHA, não é preciso ser celibatário.

Bactéria-bomba

A SÍFILIS é causada pelo Treponema pallidum, uma bactéria com alta capacidade de transmissão e que pode agir de forma silenciosa.

Contágio

90% das vezes ocorre pela relação sexual.

10% se dá por meio do beijo, toque em lesões na pele e durante a gestação, para o feto.

Sintomas

- Uma ferida, na maioria dos casos, microscópica.

- Pequenas manchas avermelhadas na pele, sobretudo nas mãos e nos pés.

- Na fase avançada da doença, problemas neurológicos, como descoordenação motora e demência.

Prevenção

- Além do uso de PRESERVATIVO durante a relação sexual, evitar qualquer contato físico com o parceiro durante a manifestação das lesões.

Tratamento

- A SÍFILIS tem 100% de cura com uma dose de penicilina. A partir do momento em que a infecção se agrava, ou seja, quando a bactéria penetra no sistema nervoso central, requer internação hospitalar e nem sempre o tratamento é eficaz.

Cortesia: Clipping Bem Fam(19/07/010)

sábado, 17 de julho de 2010

Boletim do Departamento DST-AIDS:



17 de Julho de 2010




Notícias do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais

Novo site para as DST, aids e hepatites virais
Ferramenta está disponível a partir de hoje para a participação dos usuários

O mundo discute aids em Viena
A XVIII Conferência Internacional de Aids começa neste domingo, na Áustria, e terá espaço especial de discussão para jovens
Para não receber mais este informativo acesse http://www.aids.gov.br(link ativo)

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Vereadores querem distribuir Viagra para idosos mais pobres no RN 30/06/2010 FOLHA DE SÃO PAULO

Vereadores querem distribuir Viagra para idosos mais pobres no RN

30/06/2010

FOLHA DE SÃO PAULO

A Câmara Municipal de Parnamirim (região metropolitana de Natal) aprovou por unanimidade um projeto de lei que fornece Viagra grátis para maiores de 60 anos que ganham até dois salários mínimos (R$ 1.020) por mês.

Para ter o benefício, o idoso precisará ser avaliado por um médico. Além do Viagra, há mais opções de tratamento contra disfunção erétil: Sineldafil, Valdenatil e Tadalatil.

O projeto, de autoria do presidente da Câmara, Rosano Taveira (PRB), foi encaminhado na segunda-feira para a sanção do prefeito, que tem 15 dias para se pronunciar. Taveira, 53, diz que a inspiração nasceu quando um senhor na rua pediu dinheiro para comprar remédio e ele viu que era Viagra.

Em Novo Santo Antônio (MT), houve projeto semelhante. A prefeitura criou um programa de distribuição do medicamento em 2006.

Nota pessoal: Somente aprovo tal medida se ela vier acompanhada de aconselhamento do candidato a receber o medicamento, dando apenas o remédio nos deixaremos que o idoso(ou qualquer outro que receba)livre para transar sem camisinha transmitido DSTs ou fazendo filho a vontade sem controle; Será que o Vereador não foi alertado sobre isso?



Coertesia: Clipping Bem Fam(30/60/010)



quarta-feira, 5 de maio de 2010

HIV/Aids: quase três décadas de preconceito e desinformação, Tribuna da Região

Clipping AIDS

12/04/10, às 13h12m (GMT -03;00)

HIV/Aids: quase três décadas de preconceito e desinformação

Na última edição do Big Brother Brasil 10, Marcelo Dourado deu um banho de água fria nas campanhas sobre a doença

Tribuna da Região
Da Redação

"Prazer prolongado", "Sabores", "Turbo", "Extra fina (quase sem nada)", "Estimula prazer feminino". Os apelos publicitários para atrair a atenção para o uso da CAMISINHA começam desde a embalagem do produto, repleto de criatividade dos fabricantes, que inovam as opções nas prateleiras. Mas prova de que o preconceito e desinformação acerca do vírus HIV estão incorporados até em pessoas que, à primeira vista, teriam esclarecimento mínimo no assunto, foi dada em rede nacional.

Na última edição do Big Brother Brasil 10, Marcelo Dourado, ganhador do prêmio do programa de maior audiência na televisão brasileira, deu um banho de água fria nas campanhas sobre a doença e nas entidades que lutam pelo respeito aos homossexuais no país. Em uma tacada só, prestou um desserviço à sociedade, quando afirmou que somente gays do sexo masculino transmitem a AIDS.

Emanuel Amaral

Como vírus HIV se comporta diferente em cada organismo, há o risco da recontaminaçãoPara completar a cena de alienação, Angélica, representante das lésbicas no "BBB 10", reforçou a fala de Dourado ao afirmar que não se protege com a parceira porque mulher não transmite AIDS, "só homem". Não é novidade que a doença deixou de ter grupo de risco: com a vida sexualmente ativa, qualquer pessoa pode contrair e transmitir o vírus, caso não se proteja.

Hoje o termo mais usado entre os especialistas é "comportamento" ou "situação" de risco. No caso das lésbicas, é difícil dizer qual SOROPOSITIVA foi infectada por outra mulher, porque nas notificações da doença aparecem em "bissexuais". Mas a polêmica de Dourado suscita o questionamento: como o brasileiro encara o assunto? Quando a AIDS apareceu, no início dos anos 80 do século 20, a proporção da doença entre homens e mulheres era de 40 para um, respectivamente.

Atualmente, a incidência entre os dois sexos está quase equiparada de um para um. Mas o preconceito é parecido ao dos anos 80, e ainda leva muitos dos soropositivos a viver uma vida "dupla", mentindo no trabalho e até em casa, explica a infectologista Lúcia Calich, com a experiência de quem trabalha no ambulatório de pré-natal da Maternidade Escola Januário Cicco.

"Atendemos diversas patologias de gestantes, mas no caso das que têm AIDS, às vezes só descobrem no pré-natal e não contam à família. Por causa disso, para ir à consulta, precisam inventar mil histórias, criar um esquema especial para sair de casa", relata.

A discriminação é tão presente que foi preciso criar uma lei (11.199/ 02) proibindo a discriminação a portadores de HIV/AIDS. A justiça brasileira deu ganho de causa a portadores do vírus em todos os processos movidos por discriminação no trabalho, escola e rede de saúde.

A contadora Janaína (nome fictício para preservar a identidade da entrevistada), descobriu estar infectada durante a gravidez. A doença foi contraída do ex-parceiro, com quem morou durante um ano sem saber que ele era SOROPOSITIVO. "Quando contei do exame positivo, ele assumiu a doença. Brigamos e nos separamos", conta.

Janaína voltou para casa dos pais, que por ironia do destino também são soropositivos e teve que se afastar do trabalho alegando gravidez de risco. "Meu pai está em fase terminal de vida, bastante debilitado, então não foi difícil contar. Mas ainda não sei como farei no trabalho, provavelmente não vou contar para não ser demitida", diz.

"A AIDS é uma doença como qualquer outra, o doente não pode ser punido por estar doente", critica Lúcia Calich. Ela lembra que qualquer médico que solicita o exame de HIV pode e deve informar o resultado ao paciente, mas nem todos sentem-se preparados para o chamado "aconselhamento".

"O preconceito às vezes parte do próprio profissional médico. Tem melhorado bastante com o passar dos anos, mas ainda acontece, principalmente no interior", explica. É comum chegar pacientes nos hospitais de referência com o exame nas mãos sem saber que o resultado é positivo. "Isso ocorre porque é uma consulta difícil, que precisa muitas vezes de uma equipe com psicólogo, assistente social".

CAMISINHA até para soropositivos

O uso do PRESERVATIVO é tão importante, que até mesmo quando os dois parceiros são soropositivos , não devem abrir mão de usá-lo, segundo orienta a infectologista Lúcia Calich. Como o vírus se comporta diferente em cada organismo, há o risco da recontaminação. É o caso, por exemplo, de um casal em que um dos soropositivos já faz uso da medicação porque tem baixa carga viral e o outro não.

"Sem CAMISINHA, o parceiro que que tem carga viral mais alta pode ser recontaminado pelo que tem baixa carga viral, e ficar ainda mais frágil ou vice-versa: o que estava mais saudável receber a carga viral de quem já está doente de AIDS, e não apenas infectado com o vírus HIV". Lúcia chama a atenção para o perigo de ser contaminado com outras doenças sexualmente transmissíveis.

"As DSTS andam juntas com a AIDS, elas facilitam a transmissão porque ocasionam lesões, abrem feridas". Outro mito que ronda a cabeça de muitos brasileiro diz respeito à qualidade e expectativa de vida de quem tem HIV/AIDS. No Boletim Epidemiológico de 2007 da OMS, pela primeira vez se observou dados sobre a proporção de pessoas que continuaram vivendo com AIDS até cinco anos após o diagnóstico.

O estudo se baseia no número de pessoas identificadas com a doença em 2000 e aponta que 81% delas, no Nordeste, estavam vivas cinco anos depois de diagnosticadas. Nas outras regiões, os percentuais foram de 78%, no Norte; 80%, no Centro Oeste; 90%, no Sudeste; e 82%, no Sul. No Rio Grande do Norte, a campanha Fique Sabendo, da Secretaria de Saúde Pública do Estado (Sesap) é uma das medidas adotadas para combater a desinformação sobre HIV/AIDS.

"A campanha alerta para a importância da prevenção assim como do diagnóstico precoce em se tratando de DSTS e AIDS", diz Sônia Cristina Lins, coordenadora do Programa Estadual de DST/AIDS. Com um diagnóstico antes da doença se instalar, ou seja, enquanto o paciente é apenas SOROPOSITIVO, é mais fácil monitorar o momento exato em que ele pode precisar fazer uso dos remédios, o que geralmente é indicado pelo exame que detecta o nível de carga viral.

"Há feminização da epidemia", diz infectologista

Se é difícil conscientizar os jovens hoje - que cresceram tendo conhecimento da AIDS e seus perigos - o que dirão os especialistas sobre incutir o uso da CAMISINHA na população acima dos 50 anos, que teve uma juventude sem HIV ou com a ideia de que a doença atingia apenas grupos específicos?

Das quase três mil notificações de AIDS no RN de 1983 até hoje, a maioria foi diagnosticada em pessoas na faixa etária 20 a 34 anos, com 1.130. Em seguida, estão os doentes entre 35 a 49 anos, com 1.010 notificações, e em terceiro lugar no ranking, aparece a faixa etária do 50 a 64 anos, com 238 casos.

A origem da infecção muitas vezes é um enigma indecifrável para os próprios pacientes. "Investigamos a epidemiologia e são muitas as histórias. Em muitas situações é do marido ou ex marido, em outras, eram usuárias de drogas que compartilhavam seringa. Outras nem sabem de onde foram infectadas", diz Lúcia Calich.

Tecnicamente falando, há uma chamada "feminização da epidemia", que se reflete na população infantil, caso não haja um acompanhamento adequado no pré-natal e parto. A boa notícia é que quando o poder público oferece as condições necessárias, o índice de transmissão de mãe para filho - chamada vertical- pode chegar a zero por cento.

Em um estudo interno no ambulatório da Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC), Lúcia Calich mostra que de 30 pacientes grávidas soropositivas atendidas, nenhuma das que voltaram para consulta após o parto tinha o bebê contaminado.

Do total de pacientes atendidas hoje no ambulatório da MEJC, 12 são soropositivas. "É diferente um acompanhamento da grávida que sabia que era soropositva de uma que descobriu no pré-natal, porque pela própria condição de gestante, estão emocionalmente mais fragilizadas".

Homem é quem mais compra CAMISINHA

O estudante de Engenharia Elétrica, João Kleber Araújo, 21, garante: mesmo que a namorada faça uso regular do anticoncepcional oral, não abre mão da CAMISINHA. "Tenho mais medo de doenças", diz. O pacote de PRESERVATIVO com três unidades custa entre R$1,00 e R$4,00 em média.

Os valores variam de acordo com o "extra" oferecido pelo produto, como sabor, lubrificante, cor e textura. "Quem compra mais são os homens, em 95% dos casos. Quando são mulheres, geralmente são mais velhas, acima dos 30 anos", comenta o gerente de farmácia Erinaldo Teixeira.

Mas e quando a relação já é considerada uma união estável de vários anos? O instalador Dênis Ribeiro, 26, há 11 anos foi morar com a primeira namorada. Com acesso a camisinhas grátis no posto de saúde mais próximo de casa, ele admite que usa o PRESERVATIVO, mas não é sempre. "Sinto falta de palestras educativas sobre o assunto no meu bairro, porque meus amigos solteiros não usam".

Estudos realizados entre 1994 e 2002 pela Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam que foram feitas, em média, quatro campanhas de prevenção por ano no Brasil no período. A estimativa é de que se evitaram 600 mil infecções pelo HIV e um dos motivos foi o uso do PRESERVATIVO, que aumentou 48% entre jovens. Segundo a OMS, os jovens foram influenciados pela campanha e distribuição pelo governo, que cresceu em 15 vezes.

A CAMISINHA masculina representa quase 100% do uso do PRESERVATIVO. No Brasil, o único país a distribuir a CAMISINHA feminina, a "moda não vingou". "A adesão é pequena, não tenho nenhuma paciente que relate usar", diz a infectologista Lúcia Calich. Um dos motivos, segundo ela, pode ser a dificuldade de manusear corretamente o produto." Nem falam nisso, sempre se fala em PRESERVATIVO masculino".

Do site:www.gestospe.org.br