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Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
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Publicada em 24/03/2010 às 11:45
Expectativas positivas em relação ao futuro podem fortalecer o sistema imunológico, segundo uma pesquisa científica realizada nos Estados Unidos.
O estudo, conduzido pelas especialistas em psicologia clínica Suzanne Segerstrom, da Universidade de Kentucky e Sandra Sephton, da Universidade de Louisville, analisou as expectativas de estudantes de direito em relação ao futuro afetaram sua resposta imunológica.
Estudos anteriores já haviam concluído que as pessoas que são otimistas em relação à saúde em geral respondem melhor a tratamentos médicos. Foi constatado, por exemplo, que pacientes de transplante cardíaco com perspectivas positivas em relação ao resultado da operação, normalmente se recuperam melhor da cirurgia.
Mas não se sabia ao certo até que ponto uma postura otimista geral afeta a saúde, ou se o pessimismo torna alguém menos saudável.
Neste estudo, as pesquisadoras recrutaram 124 estudantes do primeiro ano do curso de direito, antes do início das aulas.
Os alunos foram avaliados cinco vezes durante seis meses e, a cada vez, respondiam perguntas sobre o quão otimistas se sentiam em relação ao curso.
Os alunos então recebiam uma injeção para provocar, no local da incisão, uma reação imunológica.
Dois dias depois eles retornavam para que a reação fosse avaliada. Quanto maior o calombo provocado na pele, mais forte tinha sido a resposta imunológica.
Nesta experiência foi medida apenas a resposta da parte do sistema imunológico que reage a infecções virais e a algumas infecções bacterianas.
As cientistas constataram que a resposta variava em um mesmo aluno à medida que sua percepção sobre o sucesso do curso mudava. Nos momentos de mais otimismo, os estudantes apresentavam respostas mais fortes, em épocas mais pessimistas, a resposta imunológica era mais fraca.
A conclusão das autoras do estudo, publicado na revista especializada Psychological Science, é que o otimismo em relação a um objetivo específico importante na vida de uma pessoa pode ajudá-la a incrementar sua imunidade contra algumas infecções.
Suzanne Segerstrom, no entanto, não aconselha as pessoas a adotarem expectativas irrealistas em relação ao futuro para melhorar sua imunidade.
"Mas uma visão um pouco mais positiva do futuro ajuda", diz ela.
© British Broadcasting Corporation 2006. Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem a autorização por escrito da BBC BRASIL.
Durante uma expedição à Antártida, o fotógrafo americano Steven Kozlowski registrou imagens de esculturas de gelo formadas pela natureza na ponta de icebergs.
Para fotografar as imensas "obras de arte" lapidadas pelos ventos polares, pela água e por temperaturas abaixo de zero no oeste da Antártida, Kozlowski navegou pela região à bordo de um barco a motor de 62 pés.
"Há muitas formas que você não vê normalmente na natureza", relatou o fotógrafo a respeito das esculturas nos icebergs.
"É como se elas tivessem sido criadas por um mestre escultor", comentou.
"Ao vê-las, tudo o que podia pensar era como a natureza é bela e como suas forças são criativas", concluiu.
Formado em biologia marinha, o fotógrafo de 40 anos abandonou a carreira acadêmica para se dedicar à fotografia selvagem, principalmente no Alasca.
Formado em biologia, ele abandonou a vida acadêmica para se dedicar à fotografia

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Uma experiência divulgada na publicação científica Current Biology indica que um dos primatas mais próximos do homem compartinha alimentos de forma voluntária com outros da mesma espécie.
Anteriormente, acreditava-se que o comportamento mostrado pelos bonobos, também conhecidos como chimpanzés-anões ou chimpanzés-pigmeus, era exclusivo dos humanos.
Na experiência, os cientistas Brian Hare, da Duke University, nos Estados Unidos e Suzy Kwetuenda, do centro para bonobos órfãos Lola y Bonobo, na República Democrática do Congo, deram comida para um dos primatas quando ele estava com fome.
A sala em que estava o bonobo que recebeu o alimento tinha outros dois compartimentos adjacentes, facilmente acessíveis ao macaco. Um deles estava vazio e no outro estava um bonobo.
O primata faminto podia optar entre comer sozinho ou abrir a porta do compartimento – fechada com um gancho de madeira – e dividir o alimento com o outro bonobo.
Segundo o artigo de Hare, publicado na Current Biology, “descobrimos que as cobaias preferiram abrir a porta, voluntariamente para dividir a comida que eles poderiam, facilmente, ter consumido sozinhos”.
Eles agora esperam descobrir por que os bonobos, aparentemente, preferem dividir sua comida.
Segundo Hare, as razões podem ser simplesmente altruístas, ou o primata pode ser movido por um motivo egoísta, como a expectativa de uma troca de favores.
Um equipamento pioneiro, desenvolvido nos Estados Unidos, promete ajudar pessoas cegas a ler com a língua.
O aparelho consiste em uma câmera acoplada a óculos especiais, que manda sinais de luz para uma placa de eletrodos introduzida na boca. Esta placa dá pequenos choques formando uma "imagem" sobre a língua.
Segundo os cientistas da Universidade de Pittsburgh, o equipamento funciona melhor com pessoas que já tiveram a visão normal antes. Por isso, um dos primeiros voluntários é um ex-soldado britânico que ficou cego após um ataque no Iraque.
O novo aparelho poderá custar mais de US$ 15 mil.
Ivan Lessa
Colunista da BBC Brasil
Gozado. Os brasileiros gostamos de tortura. No outro sentido. Não de torturar ou ser torturado. Gostamos de ler a respeito. De ver, ao menos um pouco, entre os dedos da mão espalmada sobre o rosto, quando mostram num enlatado mais violento. E como há enlatados “mais” violentos!
O mundo é mau, aprende-se desde cedo. O mundo aprecia violências e tudo que ela tem a nos oferecer. O mundo nos faz, na melhor das hipóteses, voyeurs beirando o sadismo. O anexim jornalístico que corre nos países de fala anglo-saxã resume bem a história: if it bleeds, it leads. Traduzindo como quem acabou de levar um choque dos bons nos países baixos: “sangrou, liderou”. Ou seja, tem sangue, pega manchete. Lembra aqueles jornais que não sei se ainda existem: O Dia, Notícias Populares. Era só crime. E hediondos todos. Acabou dando em refrão popular e samba gravado pelo Jorge Veiga, o chamado “Caricaturista do Samba”. Vocês manjam. Se espremer, sai sangue.
Por esse motivo, em minhas braçadas pelas águas revoltas da internet (água é muito a propósito, como veremos), estranhei ver tão pouco espaço dado ao que tanto espaço rendeu na imprensa britânica e americana. Refiro-me às torturas a que supostos suspeitos teriam sido submetidos no Iraque. Sapequei “supostos” e “suspeitos” e fui de futuro do pretérito com “teriam” com o objetivo apenas de não levar, na melhor das hipóteses, uns cascudos metafóricos ou verdadóricos. Gato escaldado… Pois é.
Vamos lá. Os americanos andaram indo de caldo, aquele violento afogamento parcial e em etapas, também conhecido por seu nome de guerra, e "guerra ao terror", como um premiado com Oscar, de "prancha d'água" (waterboarding, né?), pra cima de indivíduos que tivessem uma remota possibilidade de andarem metidos em atividades ditas terroristas. Brincaram à beça de tacar encapuzado em tanque cheio de água até que o infeliz, entre uma golfada e outra do precioso líquido, confessasse. Tudo. Não importa o quê.
O jornalista britânico Christopher Hitchens, de 59 anos, ora radicado nos Estados Unidos, andou experimentando uma mergulhada legal dessas nas mãos de especialistas, para efeito de reportagem para a revista Vanity Fair, que já foi melhor quando mais leviano. Hitchens não aguentou mais que uns minutinhos. Dois ou três caldinhos. Está lá no YouTube. Confiram.
O boneco chegou à conclusão que nunca ninguém negou por aquelas bandas que já foram comandadas por George W. Bush. Sim, senhor, é tortura. E das bravas. Muito Mohammed, muito Abrahim e outros de igual nomenclatura pegaram mais de 500 caldos. Y otras cositas más, como dizem e escrevem pessoas tristes sem imaginação.
Até que a coisa chegou aqui. Para ser simples e direto: membros dos serviços secretos britânicos teriam não só assistido às sessões de tortura como também assistido no processo, só que no outro sentido, o de dar uma mãozinha. Parlamentares querem inquérito, ex-diretora do MI5 (Inteligência Militar, seção 5), ilustríssima Lady Manningham-Buller declara que “tudo indica que agentes estiveram envolvidos em atividades ilegais no estrangeiro” e mostra-se favorável a uma investigação rigorosa da questão.
Há uma cláusula não-escrita, cognominada a “cláusula James Bond”, que estipula que agentes dos serviços de segurança não estão sujeitos ao controle político. Bond, por sinal, era MI6, agindo pois, conforme sua agenda, em solo estrangeiro. Daí seu “00” na carteirinha: licença para matar. Ou, neste século 21, se lhe desse na veneta, participar ativa ou passivamente de sessões de tortura. Ajudando a ajustar um capuz aqui, amarrar um par de mãos árabes ali, ajustar uma prancha, encher de água um bom balde.
Eu, se fosse vocês, daria uma conferida nessa história algo desprezada pela nossa imprensa.
Achei desnecessária essa prisão do governador do Distrito Federal. Seu governo está fazendo muito por Brasília.
Wesley
Não poderia ser de outra maneira, a decisão foi perfeita. É um absurdo o que está acontecendo em Brasília.
Aylton Guimarães Marinho, Rio de Janeiro
Nilo Borgna