Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Amamentação parcial não traz imunidade igual à integral, diz estudo 29/09/2010 DA BBC BRASIL
domingo, 11 de julho de 2010
MS promove campanha de apoio à amamentação nas empresas/O Ministério da Saúde promove Campanha de Apoio à Amamentação nas Em
MS promove campanha de apoio à amamentação nas empresas
Portal Saúde
09/07/2010
O propósito é garantir o aleitamento materno após o fim da licença-maternidade
O Ministério da Saúde promove Campanha de Apoio à Amamentação nas Empresas, que tem como foco a implementação de salas de apoio à amamentação em empresas, com o propósito de garantir o aleitamento materno após o fim da licença-maternidade. A campanha foi pensada a partir da publicação, em fevereiro, da Portaria nº 193, e elaborada em parceria com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que recomenda a instalação desse tipo de salas nas empresas.
As salas são espaços em que a mulher trabalhadora, com segurança, privacidade e conforto, podem esvaziar as mamas e armazenar seu leite em frascos previamente esterilizados, refrigerando-os à temperatura adequada. A ambientação de uma sala de apoio à amamentação é relativamente simples, o que torna baixo o investimento necessário para sua implantação e manutenção.
As peças da campanha são um folder destinado aos empregadores que contém orientações sobre como apoiar a continuidade da amamentação na empresa após a licença maternidade, uma cartilha para a mulher trabalhadora com esclarecimentos sobre a importância do aleitamento materno para a saúde dela e do bebê, e como manter essa prática após retorno ao trabalho. Também faz parte da campanha, um filme com depoimento de vários artistas que relatam a importância da amamentação.
BENEFÍCIOS - Considerado um alimento completo, o leite materno funciona como uma vacina, protegendo o bebê de muitas doenças. Após os seis meses, são indicados alimentos complementares à dieta da criança, como frutas e legumes. Especialistas destacam, porém, que o aleitamento materno é a principal forma de prevenir a mortalidade infantil. Além de garantir o bom desenvolvimento da criança, melhora a saúde da mãe, ao reduzir riscos de diabetes e câncer de mama e ovário.
Dirigentes de empresas que já adotam a medida, afirmam que a mulher trabalhadora sente-se valorizada e acolhida, e, como conseqüência, trabalha com mais entusiasmo, alegria e dedicação. A constatação é de gestores da Petrobrás, Eurofarma e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que em comum, tomaram a iniciativa de instalar em pelo menos uma de suas unidades uma Sala de Apoio à Amamentação.
quarta-feira, 3 de março de 2010
Aleitamento materno
Estudo analisa fatores associados à introdução de leite artificial em menores de seis meses
ENSP
03/03/2010
Mães que trabalham informalmente, com menos de oito anos de estudo e sem experiência em amamentar tem mais chances de introduzir leite artificial na alimentação de seus filhos. Essa é a conclusão do artigo 'Fatores associados à introdução precoce de leite artificial, Município do Rio de Janeiro, 2007', que analisou a associação entre introdução de leite artificial e fatores demográficos e socioeconômicos em crianças com menos de seis meses. O artigo foi publicado na Revista Brasileira de Epidemiologia é fruto da dissertação de mestrado da aluna Roberta Pereira Niquini sob a orientação da pesquisadora Maria do Carmo Leal,d o Departamento de Epidemiologia e Métodos Quantitativos da Escola Nacional de Saúde Pública (Demqs/ENSP/Fiocruz).
A pesquisa foi realizada com uma amostra representativa de 1.057 mães de crianças menores de seis meses, atendidas em 27 unidades básicas de saúde no município do Rio de Janeiro em 2007. De acordo com a aluna, as informações sobre características maternas e tipo de alimentação das crianças foram obtidas por meio da aplicação de um questionário, respondido pelas mães após consulta pediátrica. "Para estimar a associação entre as variáveis maternas e a introdução de leite artificial, foi utilizado um modelo de regressão logística multivariado com ponderação, efeito de desenho e controlado pela idade da criança", explica.
Segundo a aluna, para o Ministério da Saúde (MS), a promoção do aleitamento materno passou a ser considerada como uma das cinco ações prioritárias na atenção à criança a partir de 1984. Nos anos seguintes, novas estratégias foram implantadas para auxiliar na promoção dessa prática. Dentre elas, a Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IHAC) - incorporada pelo MS em 1992, a Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância (AIDPI) - estabelecida no Brasil a partir de 1997, e a Iniciativa Unidade Básica Amiga da Amamentação (IUBAAM) - lançada pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SESRJ) em 1999.
De acordo com Roberta, dados de três inquéritos populacionais, realizados em 1974-1975 e 1989 - 1999, mostraram uma tendência de aumento da prática da amamentação no Brasil. Destacando que, no período de 25 anos decorridos entre a primeira e a terceira pesquisa, o aumento da frequência da amamentação foi de 200% para crianças no sexto mês de vida.
"As ações focadas no incentivo à prática de aleitamento materno bem como a melhora dos indicadores são conhecidas. Contudo, ressalta-se que a introdução precoce de alimentação complementar na dieta infantil, incluindo chás, sucos, água, outros tipos de leite, entre outros alimentos, ainda é uma prática comum", destaca.
A aluna explica que, em busca de fatores que se relacionem ao abandono da prática de aleitamento materno exclusivo, a fim de identificar as mulheres mais vulneráveis e possibilitar que os profissionais de saúde desenvolvam uma abordagem direcionada às características dessas mulheres, estudos têm analisado a associação entre características socioeconômicas e demográficas maternas e o aleitamento materno.
De acordo com Roberta, associações negativas entre a prática de aleitamento materno e a mãe ser trabalhadora, primípara (ser mãe pela primeira vez), ter baixa escolaridade e ser adolescente têm sido amplamente documentadas. Já fatores como, receber apoio familiar, ter condições adequadas no local de trabalho, ter experiência prévia positiva de amamentação e ter companheiro são associados positivamente à prática de aleitamento materno.
Segundo ela, tendo como base a recomendação da Organização Mundial de Saúde de que o aleitamento materno exclusivo deve ser mantido até os seis meses de idade da criança, a pesquisa mostrou que a introdução precoce de leite artificial foi alta na amostra de usuários de unidades básicas de saúde do município do Rio de Janeiro. Os resultados apontaram que a chance de introdução de leite artificial foi maior entre as mães com trabalho informal, menos de oito anos de estudo e sem experiência em amamentar.
A aluna afirmou que foi apontada a presença de interação negativa entre situação conjugal e a idade materna. Dentre as mulheres com companheiro, as adolescentes mostraram uma chance duas vezes maior de introduzir leite artificial quando comparadas às adultas, enquanto, entre as mulheres sem companheiro, a adolescência aparece como um fator protetor para a introdução de leite artificial.
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