Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador Parada. Mostrar todas as postagens
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quinta-feira, 29 de março de 2012

Denunciem esse site ao safernet (homofobico) @safernet RT PF

29 de Março de 2012 03:39
Eu simplesmente fiquei chocada com esse post que a Bruna Oliveira encontrou e postou na página de trans pra ver esse absurdo
RECOMENDO A TODOS QUE DENUNCIE NO SAFERNET ESSE POST>
 ASSIM COMO O EXEMPLO DO FACISTA QUE PREGAVA ESTUPRO CORRETIVO< TEVE MUITAS DENUNCIAS FOI PRESO< E CONFISCADO MEIO MILHÂO >>> VALEU PF>>> VALEU JEAN POIS COORDENOU TUDO!!!!

WWW.safernet.org.br 

TEL 71 91361618   71 32355910
Delegacias:
0xx27 31372607/31379078
Fax 31379077

TWITTER:
Iremos matar Jean Wyllys e bombardearemos a parada gay. Olá Caros Leitores, - Pastebin.com
pastebin.com   

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

7ª PARADA DO ORGULHO LGBT DE CABO FRIO


7ª PARADA DO ORGULHO LGBT DE CABO FRIO

 
 
domingo, 4 de setembro · 13:00 - 23:30

Localização
Parque de Eventos

Criado por
Claudio Lemos

Mais informações
Pelo Direito de ser Diferente

DJ´S House e Milla Lemos
DJ Hillary Kovack
DJ Nanda Machado
DJ RodrigoMix
DJ Murilo Haway

Shows com:
Eddylene Água Suja
Gabrielly Rodin
Samara Rios
Caroline Alytier
Lara Hanlle
Dani Borges
Pietra Natasha
Taty Leona
Scarlett Evans
Lorena Mittyl
Bia Shine
Mary Mittyl
Bila Bilú

Info: 22 9937-4609 9212-4797 grupocabofree@hotmail.com

Grupo Cabo Free - 8 anos de Combate a Homofobia na Região dos Lagos

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

XII PARADA DO ORGULHO LGBT DE NATAL

XII PARADA DO ORGULHO LGBT DE NATAL

O FÓRUM LGBT POTIGUAR ATRAVÉS DE SUAS ENTIDADES: GRUPO AFIRMAÇÃO HOMOSSEXUAL POTIGUAR, GRUPO HABEAS CORPUS POTIGUAR, APOLOS, GRUPO DE ARTICULAÇÂO LÉSBICA DO RN, ATREVIDA-RN, GOLH e GUDDES, organizam mais uma vez, em sua 12ª Edição, a Parada do Orgulho LGBT de Natal, evento que se tornou referência na visibilidade e na luta pelos direitos humanos e Cidadania da comunidade LGBT em nosso Estado.
A Capital do Rio Grande do Norte sedia anualmente, a maior manifestação de pessoas lutando pelo direito à diversidade sexual: a Parada do Orgulho LGBT de Natal. Tradicionalmente apoiada por colaboradores, familiares e simpatizantes, reuniu segundo informações da Polícia Militar em 2010 mais de 120.000 pessoas. Temos a previsão de aglutinar aproximadamente 150 mil pessoas na edição deste ano no domingo 14 de Agosto.
Consolidando-se como o segundo maior evento da nossa Capital, integra o Calendário Oficial de Eventos de Natal, atraindo visitantes do todo o Brasil e do exterior que tradicionalmente prestigiam a parada. Gerando ocupação e renda para a nossa população, promove a visibilidade sócio-cultural, a luta por cidadania plena, pelos direitos humanos LGBT’s e por um Brasil sem homofobia.
Preservando e defendendo uma política de valorização da cultura potiguar e com o tema “CRIMINALIZAÇÃO DA HOMOFOBIA – PLC 122 JÁ!”, teremos como atrações: no PALCO PRINCIPAL as cantoras Kelly Wange, Mônica Jucá, Eugênio Bezerra e DJ CAM; na TENDA ELETRÔNICA; 04(quatro)TRIOS ELÉTRICOS com DJs (Marcílio Amorim, Paulino Chacon, Gabriel e e como apresentadoras oficiais da parada, as Drags Queens: PIETRA FERRARI, FADINHA (locutora da 95FM) e NAGASHA MACHETTA e muito! Muito mais... Atééé você!!!
Evento: XII Parada do Orgulho LGBT de Natal
Tema: “CRIMINALIZAÇÃO DA HOMOFOBIA – PLC 122 JÁ!”
Data: 14 de Agosto
Concentração: 15h00 ao lado do Extra da Roberto Freire
Final: Praça da Árvore em Mirassol até as 22h00

domingo, 7 de agosto de 2011

3ª Parada do Orgulho LGBT da CEILÂNDIA/DF e Feira da Diversidade

3ª Parada do Orgulho LGBT da CEILÂNDIA/DF e Feira da Diversidade


Hora
domingo, 21 de agosto · 14:00 - 22:00

Localização
Praça da Administração da Ceilândia

Criado por


Via FB

3ª Parada do Orgulho LGBT da CEILÂNDIA/DF
Dia: 21.8.
Concentração às 14h
Local: Praça da Administração da Ceilândia

Feira da Diversidade da Ceilândia
Dia: 21.8.11
Horário: 10h
Local: Praça da Administração da Ceilândia

Seminários "Escola Sem Homofobia"
Dia: 17.8.11
Horário: 8h30/12h
Dia: 19.8.11
Horário: 8h30/12h
Local: Regional de Ensino da Ceilândia

Plenária: "Ceilândia Sem Homofobia"
Dia: 17.8.11
Horário: 19h
Local: Auditório da Administração da Ceilândia

*Campanha de arrecadação de alimentos - Doe 1k de alimento não perecível

Saiba+ www.eloslgbt.org.br

    terça-feira, 5 de julho de 2011

    Para entender o termo Orgulho Gay Tradução (Lisa Mineli)


    A verdadeira historia pq outros omitem as pesoas TRANS deste senanario:

    A Revolução Trans, Lésbica e Gay de 28 de junho de 1969 ± o ano em Nova Iorque

    Um bar em Nova York MOTAN Stonewall Inn, em 1969 provocou o início ³ de movimento para os direitos das pessoas e transexuais, lésbicas, gays e bisexualers.
    New Day / Actualizacià ³ n Jornal Digital Transexual. HACA De vários dias, veia polícia assediar clientes de um bar para as pessoas transexuais e / ou transexuais, lésbicas e gays, de Nova York rua Christopher, Greenwich Village, chamado Stonewall Inn .
    Assédio, liderada pelo Inspetor Seymour Pine, consistÃa a visita de funcionários da polícia, em busca de evidências para provar que não é o álcool vendÃa ilegalmente.
    Abaixo desta área segura, outro existÃa realidade ligada à Corrupção Nenhum policial. Para Tena seu próprio nome: 'Gayola'. O mesmo responsável consistÃa debaixo da mesa Os proprietários destes estabelecimentos ± os, que, desta forma para acabar com este intervenções policiais constantes.
    Sega º n é dito, os moradores que se recusaram a fazer pagamentos por baixo da mesa para a polícia são expostos a qualquer momento, os agentes invadiram suas instalações e prenderam todos dentro desses, geralmente submetido © Ndola para uma inspecção mais humilhante.
    Dias após © s que Pine e seus agentes invadiram o Stonewall Inn, causando um número de clientes começaram a reclamar de abusos "polícia", a polícia voltou ³ entrar em Ação n às 1:20 do MAA ± ana o 28 de junho de 1969.
    Para alguns observadores, talvez os representantes da lei e da ordem não poderia ter escolhido um momento pior: o que mais tarde comunidade gay conocerÃa s como ele foi, então, bastante deprimido, naquela noite, porque durante o dia de feijão foi enterrado New York uma de suas figuras mais admiradas s, o imortal Judy Garland, morreu dias antes em Paris.
    Mas os agentes inundou o quarto, fechou as portas e, de acordo º n é dito, tinha todos sob controle enquanto L vai escolher quatro O Próximo Passo.
    Em última instância, os agentes disseram que deixar ir de qualquer um com identificações ³ n. Quem tinha que ter, e lidar com todos os cross-dressing, transgêneros e / ou transgene © Neros foram presos, incluindo o precursor emntre portorriqueà Ryvera ± Silvia.
    Enquanto que sucedÃa a rua na entrada do bar, começou a encher com as pessoas que habÃan ciente do que estava acontecendo. Ao mesmo tempo acredita-se que a multidão, alimentada por aqueles habÃan foi deixando paroquianos a abandonar as instalações, atingiu a 400 ³.
    Então surgiu o gatilho: quando um dos três travestis que a polícia até um de seus ônibus saiu de repente bateu uma ³ ³ polícia e voltou para pegá-la pela força.
    Os gritos de "brutalidade policÃaca" proferidas pelo povo, misturado com insultos e arremesso de objectos, incluindo moedas, foi rápida. Quando os objetos jogados começou a tomar forma com pedras e garrafas, Pine e seus agentes buscaram refúgio no local.
    Enquanto isso, as coisas começaram a ser ³ Ela ainda mais quente s, a multidão que começou a quebrar as janelas das instalações para o acesso à © ste, começa ³ parquÃmetros usar projéteis e até mesmo planejou para pulverizar a estrutura com o fluido isqueiro para queimar bar, com o interior da polícia.
    Felizmente, quando os reforços policiais chegaram Pine flertou com a idéia triste de ordenar seus oficiais abriram fogo contra uma multidão revoltada, que provavelmente tinha levado ao matadouro.
    Mas mesmo os Táticas Operações Unitárias (espécie de tropa de choque) teve que enfrentar a ira ea chuva de objetos dos desordeiros, incapazes de controlar a cena até bem no final da manhã.
    No final houve 13 prisões e três feridos em policarbonato.
    Não poderia faltar, é claro, que os porto-riquenhos tinha algas º n ± ou envolvidos no assunto. Neste caso, uma das quais estava lá era um transexual e Puerto riquenhos de ascendência venezuelana chamada Sylvia Rivera ± a, ± 18 anos de idade, que pronunciarÃa CA © Lebre frase: â € Oeno quero perder um momento dessa . Â ³ Este é o â € revolucionária n!
    CONTROLE DE GRUPO
    Para sa parece que era: apesar de protestos antes habÃan sido para a causa dos direitos gay considera-se que os motins de Stonewall são as primeiras ocasiões ³ n que â € œpersonas com a mesma orientação sexual e desejos de uma feira, já não são isoladas e se juntou para lutar sistemaâ €, como se lê um artigo publicado após © s.
    â € œThe motins de Stonewall marca o início do ³ movimentos de libertação n gay que transformou a opressão Não para gays e lésbicas em chamadas para o orgulho e ações ³ nâ €, acrescenta o artigo que aparece nos arquivos da página da Universidade de Columbia .
    A verdade é que algumas semanas começaram a surgir várias organizações que representam os gays, muitos deles contendo a palavra em seu nome Stonewall.
    E a 28 de junho de 1970, para comemorar o primeiro aniversário da revolta ocorreu ³ start-bancos-los em Christopher Street, o primeiro paradas do orgulho gay, que excursionou ³ 15 ruas da cidade de Nova York e foi apoiado ³ linhas de marchas simultâneas em Los Angeles e Chicago.
    Em 1971, o movimento espalhou n º ³ s anos mais, incluindo Boston, Dallas, Milwaukee, Londres, Paris, Berlim Ocidental e Estocolmo.
    Asa, embora tarde, marchas pelos direitos dos homossexuais, finalmente, juntou-se ao rio habÃan protestos esmagadora de ano sixties ± os, incluindo os direitos civis, o chamado Poder Negro, a libertação Não manifestações de estudantes do sexo feminino em relação ao serviço recrutamento e da Guerra do Vietnã.
    Como é habitual neste tipo de coisa, ano após © s ± os, aqueles que eram fatos vÃctimas circunstancial, os patronos do Stonewall Inn, passaram a se tornar lendas vivas. Cada ano ± ou, como agora, realizada em Nova York que é hoje conhecida como a Parada do Orgulho Gay (Gay Pride), Ã © sta corre ao longo da Quinta Avenida, até o Greenwich Village e, eventualmente, através da parte dianteira Stonewall Inn, transformado ao longo do tempo em um monumento.
    E entre aqueles que estão marchando são membros da Associação de Veteranos de Stonewall, composto, como o nome sugere, por algumas das vítimas do CA © Lebre invasão de 1969, incluindo-riquenhos jornalista Puerto ± cobre do Capitólio , Cristina Hayworth, do microfone famosos que lê "Capito-Lao."
    â € œFui um dos poucos que eu estava dentro quando aconteceu tudo ³ €, disse recentemente, que â € œpero º ano n viver nós concordamos que ninguém consegue falar por si: nós estamos no processo de escrever um livro onde diga tudo o que aconteceu para além € ³.
    Em 1999, o grupo foi recebido na mansão executiva por Rudy Giuliani o então prefeito de trigo a ser cumpridas © simo aniversário do incidente.
    E Sylvia Rivera, que morreu em 2002 com a idade de 50 anos ± os Next © s de uma vida dedicada ao ativismo, chega ³ até ter sérias diferenças na Administração Pública com os líderes gay quando eu pensei ³ que eles estavam marginalizando os travestis em seus esforços para infundir um tom de movimento mais conservador aceitável s-tem até recebeu uma página de confirmação e Stum: h oy em dia, Sylvia Rivera esquina da rua Caminho com Christopher Street, em Greenwich Village ... a poucos quarteirões do Stonewall Inn.






    Em memória de Sylvia Rivera e precursor / Stonewall é




    Paty Betancourt
    Fundador da rede trans lac
    sub-regional coordenador para a América Central e México lac rede de transportes
    COORDENADOR mulheres no México GRAL.RED AC TRANS
                                            
    "Para a luta na visibilidade das mulheres trans"

    Bjossssssssss,
    Sme mais,
    Att.

    Sadessa Vieira.

    2011/7/5 nilo geronimo
     
    Lisa publiquei no blog sem traduzir vou ver em outro forum se alguem
    traduz para que os não leitores de espanhol

    Tradução:  Sadessa T. Vieira
                                      Diretora Presidente da ATNH/RS
                                         Vice - Presidente REDTRANS
                          Fone: Oi: (51) 8405.44.32 ou TIM: (51) 8198.71.61
    "SOU A ALEGRIA DE QUEM ME AMA, A TRISTEZA DE QUEM ME ODEIA E A OCUPAÇÃO DE QUEM ME INVEJA"!!!!
                                                 

                              

    Para entender o termo Orgulho Gay (LISA Mineli)

    Así comenzó la revolución de transexuales, Lesbianas y Gays un 28 de junio del año 1969 en Nueva York
     
     
    Un motín en la barra neoyorquina Stonewall Inn desató en 1969 el inicio del movimiento en pro de los derechos de las y los transexuales, lesbianas, gays y bisexualers.
    Nuevo Dia/Actualización del Diario Digital Transexual-. Desde hacía varios días, la policía venía acosando a los parroquianos de una barra para personas transgenero y/o transexuales, lesbianas y gays, de la neoyorquina calle Cristopher, de Greenwich Village, llamada Stonewall Inn.
    El acoso, dirigido por el inspector Seymour Pine, consistía en la visita de agentes de la policía, en busca de evidencia para probar que allí se vendía alcohol ilegalmente.
    Debajo de esta superficie inocua, sin embargo, existía otra realidad vinculada a la corrupción policiaca. Hasta tenía su propio nombre: 'Gayola'. La misma consistía en cobrarle por debajo de la mesa a los dueños de estos establecimientos, los cuales, de esta manera, detenían estas constantes intervenciones policiales.
    Según se dice, los locales que se negaban a hacerle sus pagos por debajo de la mesa a la policía se exponían a que, en cualquier momento, los agentes irrumpieran en sus predios y arrestaran a todo el que estuviera adentro, por lo regular sometiéndolo a unas inspecciones bastante humillantes.
    Días después de que Pine y sus agentes allanaran el Stonewall Inn, provocando que varios de los clientes empezaran a quejarse de los 'abusos policiacos', la fuerza policial volvió a entrar en acción a la 1:20 de la mañana del 28 de junio de 1969.
    Para algunos observadores, tal vez los representantes de la ley y el orden no pudieron haber escogido un momento peor: lo que más tarde se conocería como la comunidad gay ya estaba entonces bastante deprimida esa noche, puesto que durante el día había sido enterrada en Nueva York una de sus figuras más admiradas, la inmortal Judy Garland, muerta día antes en París.
    Pero los agentes inundaron el local, cerraron las puertas y, según se dice, tuvieron a todo el mundo bajo control mientras decidían cuál sería el próximo paso.
    Al final, los agentes anunciaron que dejarían ir a todo aquel que tuviera identificación. Los que no hubieron de tenerla, así como todas las travestís, transexuales y/o transgéneros fueron arrestados, emntre ellas la precursora portorriqueña Silvia Ryvera.
    Mientras eso sucedía, la calle, a la entrada de la barra, comenzó a llenarse de personas que se habían enterado de lo que estaba ocurriendo. En determinado momento se cree que la multitud, alimentada por aquellos parroquianos que habían ido dejando salir del local, ascendió a 400 personas.
    Entonces surgió el detonante: cuando una de las tres travestis que la policía subía a una de sus guaguas se bajó de pronto, un policía la golpeó y volvió a meterla por la fuerza.
    Los gritos de 'brutalidad policíaca' proferidos por la gente, mezclados con insultos y el lanzamiento de objetos -incluyendo monedas- no se hizo esperar. Cuando los objetos lanzados comenzaron a tomar la forma de piedras y botellas, Pine y sus agentes buscaron refugio dentro del local.
    Entretanto, la cosa empezó a ponerse todavía más caliente: la multitud comenzó a romper las ventanas del local para tener acceso a éste, arrancó los parquímetros para usarlos de proyectiles y hasta planificaba rociar la estructura con líquido para encendedores para quemar la barra, con la policía dentro.
    Por suerte llegaron refuerzos policiales cuando ya Pine coqueteaba con la triste idea de ordenar que sus agentes abrieran fuego contra la multitud amotinada, lo que probablemente hubiese desembocado en una masacre.
    Pero incluso la Unidad de Operaciones Tácticas (especie de fuerza de choque) tuvo que enfrentar la ira y la lluvia de objetos de los amotinados, no pudiendo controlar la escena hasta bastante avanzada la madrugada.
    Al final se produjeron 13 arrestos y tres policías heridos.
    No podía faltar, por supuesto, que hubiera algún puertorriqueño involucrado en el asunto. En este caso una de los que estaba allí era una transexual de ascendencia venezolana y puertorriqueña llamada Sylvia Rivera, de 18 años de edad, quien pronunciaría una frase célebre: “No me quiero perder ni un instante de esto. ¡Es la revolución!�
    LUCHA EN GRUPO
    Pues sí parece que lo fue: aunque ya antes habían habido protestas, para la causa de los derechos de los gays se considera que los motines de Stonewall representan la primera ocasión que “personas con una misma orientación sexual y deseos de un trato justo, dejaron de permanecer aislados y se unieron para luchar contra el sistema�, como lee un artículo publicado después.
    “Los motines de Stonewall marcan el inicio del movimiento de liberación gay que ha transformado la opresión de gays y lesbianas en llamados de orgullo y acción�, agrega el artículo que aparece en los archivos de la página de la Universidad de Columbia.
    Lo cierto es que a las pocas semanas comenzaron a surgir distintas organizaciones representativas de los gays, muchas de ellas conteniendo la palabra Stonewall en su nombre.
    Y el 28 de junio de 1970, para conmemorar el primer aniversario del alzamiento, se celebró -iniciándose en la calle Christopher- la primera marcha de orgullo gay, la cual recorrió 15 calles de la ciudad de Nueva York y contó con el respaldo de marchas simultáneas en Los �ngeles y Chicago.
    En 1971, el movimiento se expandió aún más, incluyendo a Boston, Dallas, Milwakee, Londres, París, Berlín Occidental y Estocolmo.
    Así, aunque tardíamente, las marchas por los derechos de los homosexuales por fin se habían unido al río incontenible de protestas de los años sesenta, incluyendo los derechos civiles, el llamado Black Power, la liberación femenina y las manifestaciones estudiantiles contra el servicio militar obligatorio y la Guerra de Vietnam.
    Como suele ocurrir en este tipo de cosas, años después, aquellos que fueron víctimas circunstanciales de los hechos -los parroquianos de Stonewall Inn- han pasado a convertirse en leyendas vivientes. Cada año, cuando, como hoy, se celebra en Nueva York lo que ahora se conoce como la Parada de Orgullo Gay (Gay Pride March), ésta transcurre por la Quinta Avenida, bajando hacia Greenwich Village y eventualmente cruzando frente al Stonewall Inn, convertido con el paso del tiempo en monumento.
    Y entre los que suelen desfilar se encuentran los miembros de la Asociación de Veteranos de Stonewall, compuesta, como lo sugiere el nombre, por algunas de las víctimas del célebre allanamiento de 1969, incluyendo a la periodista puertorriqueña que cubre el Capitolio, Cristina Hayworth -la del famoso micrófono que lee 'Capito-Lío'.
    “Fui una de las pocas que estuve dentro cuando ocurrió todo�, dijo recientemente, “pero los que aún vivimos nos pusimos de acuerdo para que ninguno se ponga a hablar por su cuenta: estamos en proceso de hacer un libro, donde contaremos todo lo que ocurrió allí�.
    En 1999, parte del grupo fue recibido en su mansión ejecutiva por el entonces alcalde Rudy Giuliani al cumplirse el trigésimo aniversario del incidente.
    Y Sylvia Rivera, quien murió en 2002 a la edad de 50 años después de una vida dedicada al activismo -llegó incluso a tener serias diferencias públicas con los líderes gays cuando pensó que estos estaban marginando a las travestis en su esfuerzo por insuflarle un tono más aceptablemente conservador al movimiento- incluso ha recibido un reconocimiento póstumo: hoy en día, la calle Sylvia Rivera Way hace esquina con la calle Christopher en Greenwich Village... a pocas cuadras del Stonewall Inn.
     
     
     
     
     
                    En memoria de Sylvia Rivera y precursoras/es de Stonewall
     
     

     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     

    quinta-feira, 30 de junho de 2011

    Release balanço pós-XII Parada do CE



                                              GRUPO DE RESISTÊNCIA ASA BRANCA

    Rec. Utilidade Pública Conf. Lei N° 7066 de 27/03/92
    Sede: Rua Teresa Cristina, 1050, Centro, 60015-141, Fortaleza-CE
    Fone/Fax: 85 – 3253.6197 / 32266761  e-mail: grab@uol.com.br    www.grab.org.br
    Fundado em 17/03/89.

    XII PARADA PELA DIVERSIDADE SEXUAL DO CEARÁ FOI UM SUCESSO
    RADICALIDADE, PAZ E ALEGRIA

    O Grupo de Resistência Asa Branca - GRAB realizou, com diversas parcerias, a XII Parada pela Diversidade Sexual do Ceará, no dia 26 de junho de 2010 (domingo), em Fortaleza, na Avenida Beira Mar, Fortaleza, a partir das 13h.
        O tema da Parada foi “Unidos/as Somos mais Fortes, pela Aprovação do PLC 122/06 Já!”, tendo como base de reivindicação a aprovação do Projeto-de-Lei nº122/06 (tramitando no Senado), que criminaliza a homofobia.

    Na ocasião, foram coletadas milhares de assinaturas para o abaixo-assinado nacional por políticas públicas contra a homofobia, por uma Escola sem homofobia e pela criminalização da homofobia, em parceria com a Central Sindical CONLUTAS. O número de assinantes ainda está sendo sistematizado.

    Na Hora da Militância, durante mais de uma hora, ativistas LGBT, do GRAB, LAMCE, ATRAC e outras organizações, bem como a representação da Associação dos Estudantes Africanos no Ceará, e de organização LGBT espanhola, a CONLUTAS, a Crítica Radical, o MST-CE, e parlamentares do PT, da Câmara dos Deputados, Assembléia Legislativa e Câmara de Fortaleza, e também vereador do PSOl-Fortaleza, discursaram de forma ruidosa e firme contra a homofobia e pela aprovação do PLC 122.

    Pais e mães de santo lavaram a avenida, abençoaram os/as participantes e clamaram aos orixás contra a homofobia.

    Durante o percurso da Parada, o Trio da Militância, o trio oficial do GRAB, puxou algumas vaias para a presidenta Dilma Roussef, que de forma arbitrária e autoritária vetou a campanha anti-homofobia na Escola.

    Às 18h, a avenida beira-mar silenciou em protesto e memória dos/as LGBT que foram assassinados/as, em decorrência da homo/lesbo/transfobia.

    A Coordenação Municipal de DST/Aids de Fortaleza distribuiu 136.800 camisinhas e 40.000 gel lubrificantes durante a Parada.
    A Parada é o maior evento de massas, organizada por entidade da sociedade civil, em todo o estado do Ceará. Nesta edição de 2011, segundo estimativas da Polícia Militar, a Parada reuniu cerca de 1,5 milhão de pessoas.
           Por conta do contingente de pessoas, a organização da XII Parada limitou o número de trios elétricos que participaram do percurso em 06 (seis). Percorreram, da Avenida Beira Mar à Avenida Historiador Raimundo Girão, além do Trio Oficial (do GRAB), carros de outras organizações do movimento LGBT (Trio do Movimento de Travestis e Transexuais- ATRAC; Trenzinho da Alegria (Projeto Arte de Amar- ONG);  Trio da Coordenadoria Estadual LGBT, e 2 trios de boates.
    Além dos trios houve a abertura com bandeiras do arco-íris (com Jovens do GRAB); Ala da Rede nacional de religiões afrobrasileiras de saúde; Atividades das mulheres lésbicas e bissexuais, do Grupo LAMCE-Liberdade e Amor entre Mulheres do Ceará. Houve também alas de servidores/as da Prefeitura de Fortaleza.
    A Ala inicial, do movimento lésbico, fez um protesto aguerrido e radical, contra a mercantilização do corpo, contra o capital e pela defesa dos direitos das mulheres lésbicas e bissexuais.
               A XII Parada pela Diversidade Sexual do Ceará foi organizada pelo GRAB, em parceria com outras organizações e movimentos LGBT e aliados na luta contra a homofobia, com apoio da Prefeitura Municipal de Fortaleza, Fundação Schorer e Governo do Estado do Ceará.
            Agradecemos a tod@s que participaram da Parada, aos muitos órgãos públicos da Prefeitura Municipal que deram todo o apoio operacional ao evento, à Polícia Militar, à Guarda Municipal e a tod@s que ainda se indignam, sonham, e se emocionam por um mundo sem homofobia. 

                                                                            Grupo de Resistência Asa Branca
    22 anos na luta pelos direitos humanos de LGBT

    1,5 milhão na parada de Fortaleza!!!


    Amigo Mott, obrigado pelas doces palavras, a XII Parada foi um sucesso mesmo, talvez a mais politizada, aguerrida, radical, e tranquila das Paradas que realizamos aqui. Estiveram, na verdade, presentes, 300 PMs e 150 Guardas Municipais, e foi uma Parada de paz. Fortaleza é, na verdade, a 5ª cidade mais populosa do país, depois de SP, Rio, Salvador, e Brasília.
    Sim, o Ceará tem disso sim!
    Beijos
    Chico Pedrosa.

    Militantes  do GRAB e demais colegas
    Parabéns pela fantástica parada de Fortaleza! Fotos lindas, sobretudo as bandeiras do arcoiris com o nome do GRAB!
    Fortaleza é portanto depois de SP e Rio a 3ª parada em numero de participantes, com 1milhão e meio segundo a PM. O fato de ser realizada na orla se beneficia da presença das pessoas que estão na praia, como ocorre no Rio.
     Sendo a regiao metropolitana de Fortaleza a 6ª mais populosa do Brasil e a 2ª do Nordeste (depois de Salvador), surpreende que reúna o dobro dos participantes da Bahia, no ano passado com 700 mil e este ano não fazemos questão que aumente o numero pois está já de bom tamanho.
    Surpreendente também a tranqüilidade cívica dos cearenses, que necessitam apenas de 200 PM para o policiamento, enquanto em Salvador são mil!
    O que prova que a música tá completamente errada quando dizia, NO CEARÁ NÃO TEM DISSO NÃO, tem sim, a 3ª maior parada  lgbt do Brasil! Sucesso e longa vida aos amigos Pedrosa e querido Orlaneudo.
    Luiz  Mott


    http://br.oocities.com/luizmottbr/
    http://luiz-mott.blogspot.com/
    http://www.ggb.org.br/
    1,5 MILHÃO

    Recorde de público na Parada

    Publicado em 27 de junho de 2011
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    Mesmo na multidão, não faltaram holofotes para tantas fantasias e maquiagens exuberantes
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    Entre homossexuais e heterossexuais, o clima era de solidariedade e apoio à causa gay, de liberdade e de igualdade de direitos. As pessoas criticavam a violência, pediam o fim da homofobia e a aprovação do projeto de lei que está em tramitação no Senado
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    O público superou a expectativa da organização e superou o do ano passado. Em 2010, 800 mil, estiveram presentes. Neste ano, a quantidade segundo a Polícia Militar, foi de 1,5 milhão
    FOTOS: BRUNO GOMES
    A Beira-Mar ficou pequena para a multidão que desfilava pedindo aprovação do PL que criminaliza a homofobia

    A multidão de 1,5 milhão de pessoas na Avenida Beira-Mar ontem durante a 12ª Parada Gay de Fortaleza fez o evento bater recorde de público. A estimativa é da Polícia Militar. "Foi a maior deste últimos anos. Isto mostra a força do nosso movimento", diz o presidente do Grupo de Resistência Asa Branca (Grab), Francisco Pedrosa.

    Veja imagens da Parada



    A Beira-Mar virou palco para a alegria e muita festa. Com o direito à união homoafetiva garantida, há um mês, não faltaram casais em lua-de mel, satisfeitos com as vitórias alcançadas. O casal Flávio de Oliveira e Carlos Gomes desfilou livremente de mãos dadas. Já pensam até em oficializar a relação.

    Entretanto, nem tudo era motivo para comemoração. Há 10 anos em discussão, o projeto de lei em tramitação no Senado que criminaliza a homofobia esteve na pauta de reivindicações, assim como os pedidos pelo fim da violência. Em 2010, mais de 260 homossexuais foram assassinados no Brasil. No Ceará, a média é de pelo menos uma morte a cada mês.

    Para Francisco Pedrosa, a parada gay vem ganhando força a cada ano, ajudando muitos a assumirem suas escolhas sexuais, sem culpa e medo. "Defendemos a liberdade e queremos que todos tenham o direito de agirem e pensarem como quiserem", afirma. Segundo o Grab, 10% da população do Ceará é composta por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT). Em Fortaleza, são mais de 70 mil homossexuais, entre 15 e 29 anos.

    Entre as políticas públicas propostas para o enfrentamento à violência está a criação do Centro de Referência LGBT Janaína Dutra. Nos cinco primeiros meses de funcionamento já foram 75 atendimentos, principalmente de reclamações por injúrias e agressões.

    Para o coordenador de Diversidade Sexual de Fortaleza, Orlaneudo Lima, o momento é de união entre homossexuais e heterossexuais. "Há mais de 20 anos que o movimento LGBT briga pela mesma coisa, por respeito e direitos iguais", ressalta.

    No trajeto era possível ver outros tipos de manifestações em apoio à causa. Grupos de maracatu, afoxé e membros da umbanda se reuniram exigindo o fim de todo tipo de intolerância, da religiosa à racial. Benzendo com água santa todos que passavam, Maria de Iemanjá, na companhia de outras rezadeiras, abençoava os transeuntes.

    Fortalezenses e turistas se encantaram com o desfile de pessoas travestidas com roupas, plumas e paetês esvoaçantes.

    Houve os que aplaudiram, se admiraram e os que tiraram sarro, no verdadeiro estilo moleque cearense. Tinha fantasia de todo tipo, de bailarina, junina, de bombeiro, mulher-gato, entre outras. Alguns, mesmo sem tanto glamour, queriam apenas exaltar a alegria de pular um carnaval fora de época.

    Com os olhos bem pintados, salto alto, finíssimo e boca bem delineada com batom, a drag queen Taira Sanches exibia beleza por onde passava. Não tinha quem não quisesse parar, tocar e tirar fotografias.

    O professor George Rangel, 32, caprichou na indumentária. Com penas de pássaro coloridas na cabeça festejou, ao lado do companheiro, quatro anos de união e amor. "Não havia cenário, momento mais lindo para lembrar o quanto somos felizes e não queremos mudar nossas opções sexuais", ressaltou.

    Segurança

    Apesar dos 200 policias militares espalhados pela Avenida Beira-Mar, vários furtos assustaram os presentes na Parada Gay 2011. Mesmo com os incidentes, o tenente-coronel Batista dos Santos diz que o evento foi calmo. "Apenas 10 pessoas foram apreendidas", frisa.

    IVNA GIRÃO
    REPÓRTER

    quinta-feira, 16 de junho de 2011

    ACDHRio autoriza uso de arte visual e tema da Parada LGBT 2011

     
    Atendendo solicitação, o presidente da Associação por Cidadania e Direitos Humanos LGBT de Rio Verde/GO, Terry Marcos Dourado, autorizou a empresa Barcelos Resina Produções, no município de Conceição de Macambú (RJ). e a organização co-irmã "Movimento por Cidadania e Direitos Humanos LGBT de Catalão/GO" (MCDH Cat), a utilizarem a arte visual (identidade visual) e o mesmo tema da 2a. Parada da Diversidade e Orgulho LGBT de Rio Verde/GO que, este ano, vai tratar da crescente violência homofóbica que tem matado cada vez mais lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais no Brasil.
    Idealizada pelo jornalista Terry Marcos Dourado, o tema da Parada da ACDHRio deste ano é: "HOMOFOBIA MATA! VIVER É UM DIREITO DE TODOS/AS - O RESPEITO À DIVERSIDADE HUMANA TAMBÉM CONSTRÓI A PAZ.". A campanha será totalmente embasada nas recentes estatísticas macabras divulgadas pelo Grupo Gay da Bahia (GGB), sob a coordenação do professor doutor Luiz Mott, decano do Movimento LGBT no Brasil.
    A 1a. Parada da Diversidade de Conceição de Macambú (RJ), está marcada para 7 de agosto. A 2a. Parada da Diversidade e Orgulho LGBT de Catalão/GO e Região, está agendada para 11 de setembro. A 2a. Parada da Diversidade e Orgulho LGBT de Rio Verde/GO também está agendada para setembro.
    Veja a identidade visual (logomarca oficial) da 2a. Parada da Diversidade e Orgulho LGBT de Rio Verde/GO e Região e todas as notícias sobre o evento, acessando o blog oficial:
     
     

    Bel. Terry Marcos DouradoFundador e Presidente da ACDHRioJornalista, Radialista e Bacharel em Direito
    Secretário de Comunicação da Aliança LGBT do Estado de Goiás (ALGBT-GO)
    Membro do Idaho-Brasil - Comitê Brasileiro do Dia Mundial de Luta Contra a Homofobia e a Lesbofobia
    Primeiro Suplente da ABGLT no GT LGBT do Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE)
    Coordenador Regional de Comunicação e Relações Públicas (Cordinador Regional de Comunicación y Relaciones Publicas)
    da organização latino-americana REDLACVO+ (Red Latinoamericana y del Caribe de Acción Voluntaria en VIH/Sida)Fone: (64) 9997 3415 (VIVO)
      
    Associação por Cidadania e Direitos Humanos LGBT de Rio Verde/GO e Região
    Organização fundada em 13/03/2010 e registrada no CRTDPJ sob o nº. 680/11.
    Área de Abrangência da Base Regional de Rio Verde: 40 cidades de GO e divisa com MT
    Afiliada à ILGA - International Lesbian, Gay, Bisexual and Transgender Association
    Bruxelas  -  Bélgica
    Afiliada à RedLacVo+ - Red Latinoamericana de Acciónes Voluntarias en VIH/SIDA y Derechos Humanos
    Buenos Aires  -  Argentina
    Afiliada à Articulação Brasileira de Gays - ArtGay
    Afiliada à ALGBT-GO: Aliança LGBT do Estado de Goiás
    Em processo de afiliação à ABGLT - Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais
    As informações contidas nesta mensagem e nos arquivos anexados são para uso restrito, sendo seu sigilo protegido por lei, não havendo ainda garantia legal quanto à integridade de seu conteúdo. Caso não seja o destinatário, por favor desconsidere essa mensagem. O uso indevido dessas informações será tratado conforme as normas da ACDHRio a legislação em vigor.The information in this e-mail and in the attached files are confidential and may be legally privileged. There is no legal guarantee as regards the reliability of said information. If you are not the intended recipient please disregard the content thereof. The unduly use of this information is subject to the rules of the ACDHRio and the legislation in force.

    sábado, 28 de maio de 2011

    Adiamento da Parada da Diversidade do CIA

    Venho comunicar a todos os militantes que a 1° Parada da Diversidade do CIA-Simões Filho/BA que seria amanha foi adiada para setembro devido a alguns problemas financeiros mas realizaremos em setembro,em breve estaremos divulgando a nova data.Agradecemos a todos que nos apoiaram e que iriam vir prestigiar nossa parada.

    Beijus Homoafetivos!!!
     
    Rafael Myranda
    Grupo Contra o Preconceito
    Simões Filho-Bahia
    Filiado ao Fórum Baiano LGBT
    Movimento Religioso de Inclusão LGBT
    Cel:71-92355101
    http://grupocontrapreconceito.blogspot.com

    domingo, 22 de maio de 2011

    DIA 29 VII PARADA DO ORGULHO LGBT DE SANTO ANDRE

    CONVIDAMOS A TODOS E TODAS PARA ESTAREM PRESENTE EM NOSSA
    VII PARADA DO ORGULHO LGBT DA CIDADE DE SANTO ANDRÉ- GRANDE ABC

    Arte Parada Atualizada.png

    sábado, 15 de janeiro de 2011

    Para quem não viu ainda é a divulgação da VII Parada do...

    http://www.youtube.com/watch?v=S9VJUfyKe2s

    Para quem não viu ainda é a divulgação da VII Parada do Orgulho LGBT de Santo André podem assistir e ajudar na divulgação......  Ja estamos a 100 por hora trabalhando, quem tiver ideias  sugestões estamos aceitando.