Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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sábado, 13 de junho de 2015

CDH #Promove Debate:Situação do combate ao HIV e os direitos humanos


CDH realiza debate sobre situação do combate ao HIV e os direitos humanos

Representantes da sociedade civil, atuantes no enfrentamento à transmissão do HIV/AIDS e contra a discriminação dos soropositivos se reúnem nesta segunda-feira (15) para debater no Senado o distanciamento das noções de direitos humanos das políticas de saúde nesse enfrentamento. A audiência pública ocorre na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado, a partir das 9h, com participação de representantes do Ministério da Saúde e Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República terá debates sobre questões que correm no parlamento e no judiciário.
Representantes da sociedade civil aguardam avaliação do Senado com relação a Recomendação 200 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que se refere ao tratamento de trabalhadores e trabalhadoras soropositivas, combatendo a discriminação.
Os movimentos também estão preocupados com a demanda por criminalização de pessoas infectadas pelo vírus, prevista no Projeto de Lei da Câmara 198, de 2015, que torna crime hediondo a transmissão deliberada, proposital do vírus. Para representantes da sociedade civil a lógica de enfrentamento que tem dado certo e conseguiu, segundo dados do Ministério da Saúde, estabilizar os índices de HIV no país teriam sido conquistados com campanhas educativas, e não punitivas. Segundo eles essa lei pode gerar mais preconceito contra soropositivos. O Projeto de Lei foi proposto após reportagem de denúncia sobre casos de pessoas que teriam afirmado praticar a transmissão de propósito.

Audiência pública para debater Direitos Humanos e a Saúde
Local: Plenário 2, Ala Senador Nilo Coelho, Anexo 2, Senado Federal
Hora/data: 9h, dia 15/06, segunda-feira
Informações: (61) 3303 4251
Assista ao vivo e Participe enviando contribuições ou dúvidas pelo Portal E-Cidadania:http://goo.gl/PTQBss ou pelo Alô Senado 0800 612211




quinta-feira, 5 de março de 2015

Departamento de Aids lança edital para seleção de projetos de defesa dos direitos humanos


Departamento de Aids lança edital para seleção de projetos de defesa dos direitos humanos

04/03/2015 - 14h

O Departamento DST, Aids e Hepatites Virais lança nessa terça-feira (3) edital para seleção de projetos que visem fortalecer as ações de promoção de defesa dos direitos humanos para populações-chaves.  
Os projetos têm valor máximo de 50 mil reais e devem ter como público-alvo: pessoas vivendo com HIV/aids; portadores de hepatites virais e populações-chaves (gays, homens que fazem sexo com homens, pessoas que usam álcool e outras drogas, profissionais do sexo, travestis e transexuais). 
As propostas das Organizações da Sociedade Civil que tiverem interesse em participar da seleção deverão chegar ao Protocolo do Departamento até o dia 03/04.  
Mais informações aqui.


Fonte : Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais

Conferências MUnicipais, Estaduais - Unificadas LGBT, Idosos, Pessoa com Deficiência e Dirreitos Humanos




Mobilização já para as Conferências Nacional, Estaduais, Distrital e Municipais LGBT de  2015.
- Conferindo,exigindo e vencendo a LGBTfobia
A 3ª Conferência  Nacional  será realizada  em dezembro de 2015.
 
Precisamos  marcar  reuniões  com  governos  municipais, estaduais, distrital  e nacional  para  nos  articular e   cobrar  os  prazos e  participação  efetiva.
 
Precisamos  nesta    3 ª conferência LGBT   realmente  CONFERIR  o  que  saiu  do  papel e o que  não  saiu   e os  porquês.
 
Afinal, para  que  está servindo esta  participação  social  se    infelizmente  as  violências  e discriminações  têm aumentado?
 
O que os  municipais  fizeram? O  que os  estados  fizeram? O  que a união  fez?  O que  está  funcionando?  O  que  deu  certo e o que  foi  cumprido  e o  que  não  foi  cumprido? Precisamos  respostas a estas indagações.
 
Neste  sentido  nós  dos movimentos sociais, seja qual  for  a  organização/instituição, temos  que  estar   muito  atentos  a  tudo  isto e exigir. Controle  social  é  coisa  séria e  participação social  é  fundamental para  que  possamos  diminuir  a  violência e  discriminação  existentes  contra  nossa  comunidade  LGBT e  nos  solidarizar   com as  populações  em  situação  de  vulnerabilidade.
 
Por  isto  vamos  nos  mobilizar.
A 3ª Conferência  Nacional  LGBT será realizada  em dezembro de 2015.
Os  documentos  orientadores  saem em  fevereiro  de  2015.
Até junho  de 2015 devem  ser  realizadas  as  conferências LGBT  municipais
 
Até  30  de  setembro  de  2015 devem  ser  realizadas  as  Conferências  Estaduais  Regionais  e Distritais.
 
De 07 a 09  de  dezembro  de  2015  teremos a Conferência  Nacional  LGBT.
 
Saiba  mais  abaixo.
 
Toni Reis
Diretor  Executivo  do  Grupo  Dignidade
 

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Mesa Redonda Educação sexual e Direitos Humanos

  Colegas, Convido a todos e todas que estiverem em Florianópolis para a mesa redonda sobre Direitos Humanos  e Educação Sexual - 19H - auditório da reitoria das qual estarei participando com a Dra. Sonia Maria Martins de Melo e Dra. Vera Marques dos dos Santos
____________________________ Obrigado por Ler! Roberto Luiz Warken Perfil: http://www.warken.floripa.com.br What´s App: (+55) 48 9981 1278 ​Skype: warken@​ Sawabona Shikoba! __._,_.___ Responder através da web•• através de email•Adicionar um novo tópico•Mensagens neste tópico (1) VISITE SEU GRUPO Novos usuários 1 • Privacidade • Sair do grupo • Termos de uso . __,_._,___   Que dia meu querido. Em 14/05/2014 18:19, "Roberto Warken warken@ [aliancanacionallgbt]" escreveu:   Colegas, Convido a todos e todas que estiverem em Florianópolis para a mesa redonda sobre Direitos Humanos  e Educação Sexual - 19H - auditório da reitoria das qual estarei participando com a Dra. Sonia Maria Martins de Melo e Dra. Vera Marques dos dos Santos. ____________________________

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Caso Kaique traz à tona direitos humanos da população T: travestis e transexuais

Caso Kaique traz à tona direitos humanos da população T: travestis e transexuais

A data, comemorada em 29 de janeiro, evidencia a queixa da população T, de que mesmo o movimento LGBT tem pesos e medidas diferentes para tratar casos de violência contra gays e aqueles que vitimam travestis e transexuais

Ana Ribeiro , iG São Paulo | 22/01/2014           
  • Reprodução/Facebook
    Nas redes sociais do joven, Kaique posa ao lado da drag queen Dimmy Kieer, o Dicesar do BBB 10
    Kaique Augusto dos Santos caiu do viaduto 9 de Julho, no centro de São Paulo, na madrugada de 11 de janeiro. No dia 17, o Largo do Arouche, na mesma região central da cidade, foi ponto de concentração de manifestantes que protestaram contra a morte brutal do jovem. Com cartazes e faixas, o grupo de cerca de 200 pessoas pedia que o caso fosse esclarecido pelas autoridades.
    No dia 21 de janeiro, a cabeleireira Isabel Cristina Batista, mãe de Kaique, afirmou em entrevista coletiva que não acredita mais na hipótese levantada inicialmente de que ele teria sido vítima de um ataque homofóbico. Pedindo desculpas aos policiais, acatou a versão de que seu filho cometera suicídio.
    A transexual paraibana Renata Peron, de 36 anos, aplaude a iniciativa do movimento LGBT, da imprensa e da população que se solidarizou com a morte do menino gay e pressionou para que o caso fosse solucionado rapidamente. Mas questiona: por que o movimento não dá a mesma importância para as ocorrências violentas que vitimam travestis e transexuais? “O movimento LGBT não se preocupa e não dá tanta visibilidade para a grande maioria dos casos de violência que atingem travestis e transexuais”, afirma ela. “Não estou contra o movimento e a repercussão nacional do caso Kaique, que saiu até no 'Jornal Nacional'. Só quero que ele dê a mesma importância para nós.”
    Reprodução/Facebook
    Renata Peron, transexual paraibana, é cantora
    Ela própria foi vítima de um crime de ódio. Em 2007, na Praça da República, foi atacada por um grupo de nove homens e levou uma facada. “Fui agredida simplesmente pela intolerância desses caras e perdi um rim. Fui atrás de uma solução, resgatei as imagens da câmera de segurança, mas estava escuro, a câmera filmou o grupo, mas não especificamente o agressor. Não tinha como reconhecê-lo e ficou por isso mesmo.”
    CURTA A PÁGINA DO IGAY NO FACE
    Nascida na Paraíba, mas criada no interior da Bahia, Renata nunca pôde usar o figurino feminino enquanto viveu no sertão nordestino. “No lugar em que eu vivia, se vestir como mulher era perigoso, muita gente tomava pedrada e morria por causa disso. Eu só fui fazer isso quando vim para São Paulo, antes eu fingia ser uma pessoa que não era”, revela a cantora.

    "A GENTE MORRE AOS MONTES"
    Em São Paulo ela encontrou condição de assumir sua verdadeira identidade sexual, mas ainda vê muita violência à sua volta. “A gente morre aos montes e não vê solução alguma e nem reivindicação. Não desperta o mesmo interesse de quando tem um gay na jogada. Vocês da imprensa são testemunha disso. Quando é com travesti nem se comenta que foi assassinada, que foi violentada”, reclama. “Essas pessoas não têm pai e nem mãe que exigem uma solução, assim como o Kaique tinha a mãe dele que foi à luta. Se não tem cobrança, a polícia faz vista grossa também e não dá nenhuma justificativa. Morreu, morreu, pronto, acabou. Cabe a nós, do movimento, fazer essa cobrança. Mas em certos casos não temos resposta nem do poder público e nem do movimento. Enquanto militante, isso me revolta e me frustra. Por que com uns é de um jeito e com outros não? As diferenças têm que cair por terra.”
    UNS BONS DRINK
    A travesti Luisa Marilac, aquela que ficou famosa depois do video dos "bons drink", declarou ao iGay que a violência é uma constante em sua vida. Sofreu abuso sexual aos oito anos de idade, ainda em sua cidade, em Minas Gerais. Anos mais tarde, já em São Paulo, foi esfaqueada por um desconhecido em um bar, e ainda foi maltratada pelo médico que a atendeu na emergência. "Na mesa de cirurgia, ele falava: ‘Se você estivesse dentro de casa, isso não teria acontecido’”. E mesmo assim ela ainda pode se considerar sortuda. "Perdi as contas de quantas amigas eu enterrei."
    “O travesti toma muito mais porrada que o gay. O gay, quando quer ser homem, ele se esforça e 'passa' homem. Eu sou o que sou 24 horas por dia." (Luisa Marilac)
    O preconceito, diz ela, é muito pior para travestis do que para gays. "O travesti toma muito mais porrada que o gay. O gay, quando quer ser homem, ele se esforça e 'passa' homem. O travesti já não, é obrigado a suportar o preconceito, a violência, não tem como se esconder. Eu não me escondo de ninguém, sou o que sou 24 horas por dia." A violência, ela conta, vem na forma de maltrato, xingamento, pedradas. "Essa semana mesmo eu fui agredida, tentaram me roubar, me jogaram pedra. Estou com as pernas inchadas. A polícia não faz nada pelos travestis, eles são os primeiros a demonstrar preconceito."
    Felipe Lopez
    Luisa Marilac: "Eu não me escondo de ninguém, sou que sou 24 horas por dia"

    “Essas pessoas não têm pai e nem mãe que exigem uma solução, assim como o Kaique tinha a mãe dele, que foi à luta. Se não tem cobrança, a polícia faz vista grossa." (Renata Peron)
    DIA DA VISIBILIDADE TRANS
    Reprodução
    Dia 29 de janeiro é o dia da visibilidade trans
    Em 29 de janeiro se comemora o Dia Nacional da Visibilidade Trans. Renata está engajada em organizar e participar de vários eventos relacionados à data. “O Brasil é um país que dá um passo para frente e dois para trás”, analisa ela. “Melhora numa questão e piora em outra.” Um passo adiante teriam sido as leis que defendem a comunidade LGBT, como a 10.948, de 2001, que visa proteger os “cidadãos homossexuais, bissexuais e transgêneros” de “ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória”, e punir todo tipo de discriminação. Mais recentemente, o projeto de lei que propôs a adoção do nome social das travestis e transexuais em documentos oficiais no Estado de São Paulo.
    E sinais dos “dois passos para trás” seriam os ataques às travestis e às transexuais e a falta de uma defesa mais contundente dos direitos humanos dessa população. O problema começa já na escola, onde a incompreensão sofrida por parte de professores e colegas faz com que as travestis e transexuais, muitas ainda em fase de transição, deixem de frequentar cedo as aulas. Como consequência, elas têm dificuldade de se encaixar no mercado de trabalho, e ficam vulneráveis à exploração sexual e à violência. Segundo o Grupo Gay da Bahia, foram documentados 128 assassinatos de travestis no Brasil em 2012.
    Reprodução
    Semana de eventos celebra o dia da visibilidade trans, em 29 de janeiro
    “Ainda criam caso com a gente, querem segregar, mesmo em questões básicas como o uso dos banheiros públicos. Ou colocam a gente nos banheiros de deficientes ou, conforme sugestão de muitos, querem criar o terceiro banheiro, o das travestis. Se sua identidade de gênero é feminina, por que tem que usar outro banheiro?”, questiona Renata.

    segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

    #ESTUPRO #VIOLENCIAsEXUAL #OHCHR #MediaCentre


    #OHCHR #MediaCentre

    http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx?pal=MUTILA%C3%87%C3%83O
    Atrocious rape and murder shows need for comprehensive approach to sexual violence in South Africa: Pillay
    GENEVA (8 February 2013) - The UN High Commissioner for Human Rights, Navi Pillay, expressed Friday her shock and deep sadness at the atrocious rape, mutilation and murder of Anene Booysen, a 17-year-old South African woman, and urged a more comprehensive approach to tackling the “pandemic of sexual violence” affecting tens of thousands of women every year in South Africa.
    There is a need for very strong signals to be sent to all rapists that sexual violence is absolutely unacceptable and that they will have to face the consequences of their terrible acts. The entrenched culture of sexual violence which prevails in South Africa must end,” Pillay said.
    Anene Booysen was raped and mutilated, allegedly by several men, on February 2, and left for dead on a building site in Bredasdorp, 80 miles east of Cape Town. The following morning she was found, still alive, by a security guard, but died later the same day.
    I welcome the strong reaction by President Zuma and other actors, including political parties, NGOs and trade unions,” Pillay said. “But it should not have taken this particularly atrocious case, involving rape, torture and murder, to underline the urgent need for a more thorough response across the whole spectrum of South African society to tackle the root causes of this pandemic of sexual violence,” she added.
    While the legal framework, and some initiatives, are in place to address sexual violence, much more needs to be done. The fact that tens of thousands of rapes continue to take place every year in South Africa is a clear indication that the problem must be addressed in a much more robust manner,” the High Commissioner said.
    South Africa has the highest rates of rape reported to the police anywhere in the world. In 2012, the number of rapes documented by the police rose to over 64,000 – or 175 per day. These figures are believed to considerably underestimate the true number of rapes, as many cases go unreported. A survey released in June by the Medical Research Council of South Africa found that 28 percent of men surveyed had raped a woman or girl, and one in 20 said they had raped a woman or girl in the past year.
    I am deeply disturbed by the fact that arrest and conviction rates of rape perpetrators remain extremely low. This is not only a shocking denial of justice for the thousands of victims, but also a factor that has contributed to the normalization of rape and violence against women in South African society,” Pillay said.
    Violence against women is not only a human rights violation, it is also a brutal manifestation of wider discrimination against women, which is to be understood against the background of subordination of women within the patriarchal system that still exists in South Africa,” Pillay said. “South Africa’s Constitutional Court has emphasized that there is an obligation on the State to protect women against violence.”
    The issue of sexual violence against women is not of concern to women alone. Men must also be part of the solution and have to play an active role in stopping gender-based violence and combatting discrimination,” the High Commissioner said.
    ENDS
    For more information or media requests, please contact Rupert Colville (+41 22 917 9767 /rcolville@ohchr.org) or Cécile Pouilly (+ 41 22 917 9310 /cpouilly@ohchr.org)
    My voice, my right, my voice counts – Watch the Human Rights Day’s video: http://www.youtube.com/watch?v=CCnLOpUW7tY&feature=share&list=UU3L8u5qG07djPUwWo6VQVLA
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    segunda-feira, 1 de outubro de 2012

    Seminário de Lançamento da Frente Estadual


    COMPANHEIROS/AS BOA NOITE
     
    SEGUE CARTAZ COM LETRAS MAIORES PARA DIVULGAÇÃO.
    FOI O POSSÍVEL.
    ABRAÇOS.SILVIA.

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    SEGUE CARTAZ COM LETRAS MAIORES PARA DIVULGAÇÃO.
    ABRAÇOS.SILVIA.

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    sábado, 29 de setembro de 2012

    Seminário de Lançamento da Frente Estadual_CONVITE


    COMPANHEIROS/AS BOA NOITE
     
    SEGUE CARTAZ COM LETRAS MAIORES PARA DIVULGAÇÃO.
    FOI O POSSÍVEL.
    ABRAÇOS.SILVIA.

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    SEGUE CARTAZ COM LETRAS MAIORES PARA DIVULGAÇÃO.
    ABRAÇOS.SILVIA.

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    quinta-feira, 27 de setembro de 2012

    Abaixo-assinado pela cassação do deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP)



    Abaixo-assinado pela cassação do deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP)
    Para:Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados e sociedade civil.
    O deputado Marco Feliciano (PSC-SP)e também pastor evangélico declarou durante o congresso Gideões Missionários que "a AIDS é o câncer gay",a informação foi divulgada nesta quinta-feira (20) em um artigo de um outro deputado para o site Brasil247. Segundo o discurso do parlamentar e também pastor, os homossexuais e os usuários de drogas seriam os responsáveis pela disseminação do vírus da AIDS. Em sua conta no Twitter, Feliciano também culpou a "sexualidade libertina" pelo aumento dos casos da doença e também em seu twitter ele disse que “africanos descendem de ancestral amaldiçoado por Noé” e justificou as afirmações atribuindo as misérias do continente africano à “primeira relação de homossexualismo do mundo”, que segundo ele ocorreu naquela região.
    O deputado,alegou que as mensagens foram postadas em seu twitter por acessores sem a sua autorização mas não se manifestou quanto aos comentários realizados no congresso dos Gideões missionários, reiterou as mesmas idéias contidas na mensagem publicada, tentando esquivar-se das críticas ao afirmar que não se tratava de racismo ou homofobia,e que esses comentários envolviam “questões teológicas” e que iam muito além da "compreensão humana", como se a religião pudesse servir de pretexto para que se ataque camadas da sociedade e acentuar a segregração e atitudes separatistas entre o seres humanos.
    Por concluir que manifestações como essas se enquadram como racismo,segregração racial,falta de respeito aos direitos humanos,homofobia e são de caráter separatista frente a população,sendo assim,nós,membros da sociedade civil, exigimos a cassação do mandato do parlamentar em questão, bem como as sanções legais cabíveis por crime de racismo e homofobia e quebra de decoro parlamentar.
    Não podemos aceitar que algo desse tipo seja praticado em nossa sociedade e que os deputados como o pastor Marcos Feliciano usem de seu poder e autonomia para críticar,segregar e desmerecer o ser humano,desrespeitando camadas da população,praticando o preconceito sobre a mesma.

    Os signatários





    Luiz  Mott
    Fone: 71-3328.3782 - 9128.9993
    luizmott@oi.com.br
    Eu já assinei.

    Kiko


    Eu também já assinei. Vamos lá pessoal, está mais do que na hora de sermos respeitados e não sujeitos aos homofóbicos, que usam o parlamento para pregar seu ódio.
    Abraços,
    Rubens

    ABGLT Requer instauração de Procedimento Disciplinar junto ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar para o deputado federal Pastor Marco Feliciano (PSC-SP ) por  incitamento   ao preconceito, discriminação e a violência   - homofobia  -  a  comunidade  LGBT -

    http://www.abglt.org.br/port/basecoluna.php?cod=257
    Ofício PR 139/2012 (TR/dh)                                                                 Curitiba, 26 de setembro de 2012



    Ao:      Exmo. Sr. Deputado Federal Marco Maia
    Presidente da Câmara dos Deputados

    c.c.      Exmo. Sr. Deputado Federal José Carlos Araújo
    Presidente do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar
     

    Assunto: Requer instauração de Procedimento Disciplinar junto ao Conselho de Ética e Decoro
         Parlamentar



    Senhor Presidente,

    A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) – é uma entidade de abrangência nacional, fundada em 1995, que atualmente congrega 257 organizações congêneres e tem como objetivo a defesa e promoção da cidadania desses segmentos da população. A ABGLT também é atuante internacionalmente e tem status consultivo junto ao Conselho Econômico e Social da Organização das Nações Unidas. A missão da ABGLT é Promover ações que garantam a cidadania e os direitos humanos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, contribuindo para a construção de uma sociedade democrática, na qual nenhuma pessoa seja submetida a quaisquer formas de discriminação, coerção e violência, em razão de suas orientações sexuais e identidades de gênero.

    Neste sentido, sentimo-nos na obrigação de manifestar nosso repúdio e requerer a tomada de medidas cabíveis em relação ao deputado federal Pastor Marco Feliciano (PSC/SP), primeiramente porque são incompatíveis com o decoro parlamentar as repetidas investidas públicas caracterizadas por intolerância religiosa feitas pelo deputado federal Pastor Marco Feliciano contra a população LGBT. Por exemplo, no dia 17 de setembro de 2012, foi divulgada na conta de Twitter do mesmo uma pregação feita no Congresso dos Gideões Missionários da Última Hora


    no qual afirmou que “A Aids é uma doença gay”; que existe um ativismo gay promovido por satanás que está “infiltrado” no governo brasileiro; que “enquanto crentes não saem para evangelizar... satanás levantou o seu ativismo [das pessoas LGBT] neste país. Ação de satanás contra a família brasileira”; que “O problema é o ativismo gay, o problema são pessoas que têm na sua cabeça o engendramento de satanás”; “São homens e mulheres que usam dos mesmos mecanismos que Stanley usou no seu comunismo nazista, usam a mesma linguagem de Hitler... uma mentira contada várias vezes com muita ênfase se torna verdade”.

    Da mesma forma, no caso da censura presidencial ao vídeo da campanha do Ministério da Saúde de combate a DST/AIDS no carnaval deste ano, com personagens gays, o deputado Marco Feliciano não só comemorou a retirada do vídeo da campanha com o casal gay do ar como também creditou à Frente Evangélica o “feito”. Em seu Twitter, o deputado postou o link de uma matéria sobre a censura do material e sentenciou: “Pressão nossa”, numa clara demonstração da interferência religiosa na laicidade do Estado.

    Segundo, em função das proposições legislativas mencionadas abaixo – com especial atenção às respectivas justificativas – apresentadas pelo referido deputado com o propósito de ferir os preceitos constitucionais da igualdade, da não discriminação, da dignidade humana e da proteção jurídica, entre outros, no que diz respeito especificamente à população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), entre as quais citamos: 

    Projeto de Decreto Legislativo 637/2012 – Ementa: Susta a aplicação da decisão do Supremo Tribunal Federal proferida na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4277 e na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 132, que reconhece como entidade familiar a união entre pessoas do mesmo sexo.

    Projeto de Decreto Legislativo 234/2011 – Ementa: Susta a aplicação do Parágrafo Único do Artigo 3º e Artigo 4º da Resolução do Conselho Federal de Psicologia nº 1, de 23 de março de 1999, que estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da orientação sexual.

    Projetos de Decreto Legislativo 521 e 495/2011 – Ementa: convoca plebiscito sobre o reconhecimento legal da união homossexual como entidade familiar.

    Entendemos que o deputado federal Pastor Marco Feliciano vem utilizando sistematicamente de seu mandato para ferir a igualdade de direitos a população LGBT, bem como negar-lhe a proteção jurídica prevista na Constituição Federal, faltando assim com a observância dos preceitos éticos e a preservação da dignidade parlamentar.

    Portanto, vimos requerer instauração de Procedimento Disciplinar junto ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados contra o deputado federal Pastor Marco Feliciano pelos motivos acima expostos.

    Na expectativa de sermos atendidos, estamos à disposição.
     
    Atenciosamente,

    Toni Reis
    Presidente 

    Caro Toni,
    Parabéns pela atitude de representar contra esse sujeito desqualificado para exercer um cargo político, e usar isso para pregar o ódio contra as minorias sexuais.
    Abraços,
    Rubens

    segunda-feira, 6 de agosto de 2012

    Um ano sem a Juíza Patrícia Acioli





    Um ano sem a Juíza Patrícia Acioli
    No dia 12 de Agosto de 2011, a Juíza Patrícia foi assassinada.
    Nas investigações que se seguiram foi descoberto que o mandante era um comandante de batalhão e que estava prestes a ter uma prisão decretada por ela.
    Parece incrível mas, já se passou um ano, e nesse próximo dia 12/Agosto, será feita uma missa pela memória dela na Candelária.
    Vi na Tv Justiça um programa sobre esse assunto.
    E divido o link com vocês.
    Pouco foi feito nesse s ultimo s doze meses para que se evitem que caso s como esse s se repitam.
    O Conselho Nacional de Justiça ditou uma resolução, para
    criar um fundo judiciário, esse fundo servirá para pagar os agentes de segurança dos juízes.
    Somente o Estado do Ceará acatou a resolução do CNJ.
    Em tempo nessa semana no canal da Globo News, no Jornal das Dez, será exibida uma séria sobre o mesmo tema.
    Espero que sejam tomadas as devidas providencias.
    E que não tenhamos mais nenhum caso similar, pois se o mesmo caso ocorrer com outro juíz, a culpa será do Estado, que foi omisso nas ações em defeza da vida dos nossos magistrados.
    NGB
    ativismocontraaidstb




    http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=WylGFtgs_Sc

    quinta-feira, 19 de julho de 2012

    Anais da II Conferência Nacional LGBT no site da SDH/PR

    DIVULGANDO
     
    *** Yone Lindgren ***
    "Mistério é dar a mão..."
    Movimento D'ELLAS
    ABGLT-ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE GAYS,LÉSBICAS,TRAVESTIS E TRANSEXUAIS
    ABL- ARTICULAÇÃO BRASILEIRA DE LÉSBICAS
    FOPEDH -FORUM PERMANENTE DE DIREITOS HUMANOS -RJ
    CNCDLGBT - CONSELHO NACIONAL DE COMBATE A DISCRIMINAÇÃO LGBT
    CONSELHO ESTADUAL DOS DIREITOS LGBT -RJ
    FORUM  ESTADUAL DE ONGS /AIDS -RJ
    FORUM DE  LÉSBICAS E  MULHERES BISSEXUAIS DO RJ


    Segunda-feira, 16 de Julho de 2012 17:54
    Assunto: Anais da II Conferência Nacional LGBT no site da SDH/PR

    Prezados/as
     
    Segue abaixo link com os anais da II Conferência Nacional LGBT, conforme aprovado pela Conselho Nacional LGBT:
     
    Grande abraço
     
     
    Gustavo Bernardes
    Coordenador Geral de Promoção dos Direitos de LGBT
    Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República
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