Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Chamamento Público #Transexuais #Trangenitalizacao
sexta-feira, 23 de março de 2012
Gilda a trans revolucionária curitibana.
http://player.vimeo.com/video/
http://player.vimeo.com/video/
Toni Reis
Presidente ABGLT
Amigos, aí está um documentário sobre a saudosa "GILDA"!!!
Saudades dessa Curitiba!!!
domingo, 15 de janeiro de 2012
PMs DE COPACABNA,DIZEM QUE VÃO ESPIRRAR SPRAY DE PIMENTA E DAR CHOQUE ELÉTRICO
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Joao compartilhou um link em seu mural.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Relato colhido do Face Book #lgbtt #
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Denuncia Gestores Fiocruz e SUS se recusam a aceitar nome Social #FB
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Uma trans como garota-propaganda da Dove
quarta, 14 de setembro às 00:00 - 23 de setembro às 03:00 | |
| Localização | http://www.dove.com.br/cara-lavada/perfilSelecionado/4047 |
|---|---|
| Criado por | |
| Para | Todos contra a homofobia, a lesbofobia e a transfobia. |
| Mais informações | Vocês já imaginaram uma empresa gigantesca como a DOVE, ter como garota propaganda, em seus comerciais, uma transexual? Adivinhem quem vai fazer isso acontecer? NÓS!!! Isso mesmo! Basta votar aqui:http://www.dove.com.br/car Vamos votar hoje? Chamem seus amigos! A votação vai até dia 23 de setembro. Vamos manter Taís Sousa em primeiro lugar? Vamos lá! Vamos vencer nesta primeira ação de visibilidade! Convide seus amigos para votar... * Clique em "Eu vou" na parte superior deste convite de evento e em seguida, você verá a opção "Selecionar convidados" (Dica: Para selecionar todos os amigos rapidamente, vá apertando TAB e Espaço repetidamente) |
terça-feira, 5 de julho de 2011
Para entender o termo Orgulho Gay Tradução (Lisa Mineli)
| A verdadeira historia pq outros omitem as pesoas TRANS deste senanario:
Paty Betancourt Fundador da rede trans lac sub-regional coordenador para a América Central e México lac rede de transportes COORDENADOR mulheres no México GRAL.RED AC TRANS "Para a luta na visibilidade das mulheres trans" Bjossssssssss, Sme mais, Att. Sadessa Vieira. 2011/7/5 nilo geronimo
Tradução: Sadessa T. Vieira Diretora Presidente da ATNH/RS Fone: Oi: (51) 8405.44.32 ou TIM: (51) 8198.71.61 "SOU A ALEGRIA DE QUEM ME AMA, A TRISTEZA DE QUEM ME ODEIA E A OCUPAÇÃO DE QUEM ME INVEJA"!!!! | ||||||||||||||||||
Para entender o termo Orgulho Gay (LISA Mineli)
| Asà comenzó la revolución de transexuales, Lesbianas y Gays un 28 de junio del año 1969 en Nueva York | |||||||||||||||
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terça-feira, 24 de maio de 2011
Lohanna, guerreira e vitoriosa transexual ( parte Final)
Lohanna, guerreira e vitoriosa transexual (2 parte)
http://reporterpontocom.
“Sou uma mulher sem direitos”
Adriana Lohanna dos Santos é pesquisadora da área de gênero e diversidade sexual, militante LGBTT e estudante de Serviço Social. Atualmente é monitora do Centro de Atendimento e Pesquisaem Serviço Socialda Universidade Tiradentes (Unit).
Numa tarde de domingo, com sol forte e calor escaldante, acompanhada dos amigos Jeferson e Shulín, ela chega a Praia de Atalaia – um dos cartões postais de Aracaju, para conceder a entrevista, que há mais de quatro meses venho tentando marcar. Além dos amigos, traz consigo a bandeira GLBT, seu amuleto. O sorriso espontâneo, os gestos incontidos e o largo sorriso, em nada lembram os sofrimentos já vividos.
Em entrevista exclusiva, Adriana Lohanna fala da sua luta por uma nova identidade, da longa jornada que tem travado com o Centro de Referência e Combate a Homofobia, para conseguir a cirurgia de readequação genital. Relata as agressões e constrangimentos que marcam seu dia a dia, conta da agressão sofrida durante a realização do ‘Casamento do matuto’, em sua cidade, no mês de junho do ano passado; do episódio em que foi barrada na entrada dos Fóruns Integrados I, por estar ‘indevidamente vestida como mulher’ e da época em que foi proibida de usar o banheiro feminino na faculdade em que estuda. Denuncia a opressão que o grupo GLBT sofre no estado, se emociona e chora quando confidencia que seu maior sonho é ter o direito de amar.
Quem é Adriana Lohanna dos Santos?
(fala com convicção) Uma militante, uma lutadora do movimento LGBT. Antes de tudo, Adriana Lohanna dos Santos é uma mulher lutadora de todas as causas sociais, uma pessoa sonhadora que sonha por um mundo melhor, onde todos tenham liberdade, dignidade e fraternidade, como prezava a Revolução Francesa.
Como foi sua infância?
(os pensamentos se remetem ao passado. Um ar de tristeza surge na face e no olhar) Perturbada. Eu acho que toda infância de uma mulher transexual é um pouco perturbada. Como toda pessoa que tem uma orientação sexual diferente, eu procurei a igreja, eu fui catequista da igreja católica, fui coordenadora da catequese. E aí, eu fui uma criança sem infância. Minha infância era na escola. Vivia na escola manhã, tarde e noite. Era uma maneira de me refugiar da minha identidade sexual. Eu vivi uma infância onde era obrigada a viver uma coisa que eu não era, porque eu não tinha aptidões masculinas.
Como você reagiu?
Eu reagia da melhor maneira possível. Eu tentava ser o menino que meu pai e minha mãe queriam, mas automaticamente eu tentava ser a menina que existia dentro de mim. Isso reprimia muito minha sexualidade, minha identidade sexual.
Você tinha medo?
(balançando a cabeça) Tinha, tinha sim, muito medo.
Por quê?
Se eu ouvia que não podia ser igual ao meu tio, eu tinha medo. Saía muita historinha na escola, que eu estava com brincadeiras ou dançando como mulherzinha e, isso, já era motivo para meu pai me bater. Eu sempre tive personalidade muito forte e, me impunha diante da situação, dizendo que eu queria ser como era.
Não, grande parte da minha família. Diziam que eu não podia ser assim, que homem não era assim. Toda família me questionava porque eu era diferente. Desde criança eu era afeminada.
Até quando seu tormento durou?
Até os 14 anos, quando recebi o apelido de “Fashion”. (risos). E aí começou meu processo de assumir minha verdadeira identidade, porque chega um certo momento em que você não aguenta. Você precisa fazer sua identidade transparecer. Foi aí que a mulher Lohanna surge, porque tudo é um processo.
Mas meu tormento ainda dura. Porque a sociedade não te percebe, não te reconhece como mulher, não te respeita como mulher. Há uma opressão contra a classe LGBT na sociedade. E o que mais dói não é a violência física, as chacotas, é a psicológica sentimental.
É esse tipo de opressão que leva muitas transexuais a se matarem, a se mutilarem. O simples fato de você ser uma transexual te priva de ter uma vida social, de amar. E aí eu concluo essa pergunta me remetendo a uma resposta que dei em um evento que participei na Unit, quando alguém me perguntou “qual era meu maior sonho”. Meu maior sonho é ter o direito de amar e ser amada, porque até hoje eu não tive esse direito. Sou uma mulher sem direitos.
No seu ponto de vista, algum dia a sociedade vai encarar a transexualidade como algo inerente ao nosso cotidiano?
(é categórica ao falar) É uma realidade muito distante de mim e de você, mas eu luto para isso. Muitas vezes eu digo que sou capaz de morrer por essa militância GLBT, para que outros gays, outras transexuais tenham esse direito. Eu não me importo em ser a Joana D’Arc LGBT.
É para mudar a cabeça da sociedade que todos os dias luto, que estou na militância, que faço palestras. Com toda certeza pode ser que eu morra e não veja isso, mas meus netos e bisnetos verão. A história está sendo construída a partir de agora, com cada ação, cada palestra, cada luta.