Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

ENTREVISTA COM BETO VOLPE NO FANTÁSTICO #vídeo #link




ENTREVISTA COM BETO VOLPE NO FANTÁSTICO

Beto Volpe

http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1682138-15605,00-HOMEM+TEM+AIDS+HA+ANOS+E+MOTIVA+PESSOAS+COM+HIV+A+NAO+DESISTIREM+DA+VIDA.html


Um homem que tem o vírus da Aids há 23 anos, passou por 23 cirurgias, teve câncer, fez radioterapia, quimioterapia, chegou a ser condenado pelos médicos, mas superou tudo!

“Bom dia. Meu nome é Beto Volpe. Eu sou de São Vicente, litoral de São Paulo”, declara Beto, em palestra.

“O Beto é indivíduo que é dotado de uma vontade, de uma gana de viver, que eu conheci em poucas pessoas. É um ser que está sempre alegre, está sempre pra cima”, diz Marcos Caseiro, médico de Beto.

Beto tem Aids. E não foram poucas as dificuldades que ele já teve de enfrentar.

“Eu vivo com HIV há 23 anos. Foram 23 cirurgias. Três episódios de câncer, três acidentes cerebrais. Mas o maior dos efeitos colaterais que eu tive, com isso tudo, foi o amor à vida. É um amor à vida que eu não tinha antes da infecção”, conta Beto na palestra.

Beto Volpe, 51 anos, usa a própria história nas palestras que faz para motivar pessoas com HIV a não desistirem da vida.

Esta foi no Rio de Janeiro.

“A gente acaba esquecendo da camisinha mesmo. Acaba esquecendo da prevenção”, conta Diego Calixto, estudante de administração. Diego, 23 anos, contraiu a doença há um ano e meio.

“Os jovens gays hoje são efetivamente um dos grupos mais vulneráveis. Um grupo que sempre é importante chamar a atenção para a necessidade que se previnam, que usem a camisinha”, declara Jarbas Barbosa, secretário de vigilância em saúde do Ministério da Saúde.

Segundo o Ministério da Saúde, em média, por ano, são registrados 38 mil casos novos de Aids no Brasil. O número total de infectados chega a 530 mil. E o de mortes, por causa da doença, soma 12 mil por ano.

Na semana em que o mundo inteiro discutiu os avanços e os desafios da luta contra a AIDS, o Fantástico foi à casa do Beto Volpe em São Vicente, litoral de São Paulo. Ele convive com essa realidade há 23 anos.

Beto contraiu o vírus da AIDS em 1989, aos 28 anos de idade. Em 1996, pesando 34 kg, ele foi considerado um paciente terminal.

“Minha mãe, maravilhosa como sempre: ‘meu filho não terminou nada ainda. Vai terminar quando ele morrer. Ele não morreu ainda’”, conta Beto Volpe.

Nessa época, os primeiros remédios do chamado “coquetel” começaram a chegar ao Brasil.

“Muitos pacientes que hoje estão vivos não estariam vivos se não fosse a chegada desse medicamento que certamente mudou a história da Aids e mudou a historia do Beto também”, declara Marcos Caseiro, médico de Beto.

Beto Volpe decidiu viver intensamente. Há dois anos, realizou um sonho: saltar de paraquedas.

“No momento em que o instrutor passa o controle do paraquedas para a gente, aquele momento é mágico. Você está controlando a natureza, você está controlando a lei da gravidade”, conta Beto Volpe.

“Você já se arrependeu de alguma coisa?”, pergunta o repórter. “Sim. Me arrependi de ter perdido a fé. Com a morte do Cazuza, morreu muito de nós. E nesse momento, eu perdi a minha fé. A fé, no sentido que amanhã vai ser melhor que hoje”, responde Beto.

Marcos Caseiro, médico infectologista, alerta os jovens. A nova cara da Aids - com pacientes vivendo cada vez mais e melhor - trouxe uma falsa e perigosa impressão de que se prevenir já não é tão importante.

“Eles não viveram aquele momento grave do pico da epidemia. Nós temos uma epidemia que, se não está em expansão, ela não está em declínio. Ela pode estar estabilizada”, diz Marcos Caseiro, médico de Beto.

Atualmente, Beto precisa de 15 comprimidos por dia. Já chegou a tomar 40. Os medicamentos de uso diário causam efeitos colaterais graves. “Esses pacientes têm um risco maior de terem, num termo genérico, a síndrome metabólica, que inclui hipertensão arterial, osteoporose, lesão renal, infarto agudo do miocárdio”, diz Marcos.

Entre as doenças que Beto já teve, estão a catarata, a pneumonia e a osteoporose, que tornou necessária a realização de duas cirurgias para colocação de próteses nos fêmures, além do câncer que enfrentou em 2003 e em 2008.

“Ele sofreu muito. Fez radioterapia, fez quimioterapia, ele fez muitos procedimentos, mas em nenhum momento, ele se entregou. Ele falou: não, chega. Pra mim, tá bom. É a minha cota”, conta Marcos.

E por isso, Beto ganhou um apelido, uma referência ao filme “Guerreiro Imortal”. “Eu chamo o Beto de Highlander”, diz o médico.

“Eu acredito que a melhor parte das nossas vidas são as dificuldades. Eu sonho com a cura da Aids. Eu sonho com um sistema de saúde que funcione de acordo com o que deveria e eu sonho em morrer depois dos meus pais”, diz Beto.



Roberto Pereira
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Rio de Janeiro - RJ
Cel: (55.21) 9429-4550
cedusrj@yahoo.com.br

DEVER - QUERER  - PODER
Tem coisas que DEVO, mas NÃO QUERO
Tem coisas que QUERO, mas NÃO POSSO
Tem coisas que POSSO, mas NÃO DEVO
A escolha correta é, portanto, fruto de decisões
conscientes e éticas.

PROGRAMA DO FANTÁSTICO #HIV #betoVolpe #depoimento


PROGRAMA DO FANTÁSTICO

 
COMPANHEIR@S: BOM DIA!!

Estou verdadeiramente emocionada neste final de ano com nosso movimento social:

1. percebo que estamos retornando nossa união, força, espírito de solidariedade, compreensão do outro/da outra e amor a nós e ao movimento. Show!! Os movimentos que fazemos por aqui na internet acaba dando muitos resultados. A Globo com a pressão colocou no ar a matéria realmente FANTÁSTICA dos depoimentos dos amigos queridos e ativistas memorável Beto Volpe e do nosso jovem igualmente memorável e firme Diego Calissto.

2. Preconceito  ainda é uma “marca” forte do HIV/Aids na percepção da sociedade brasileira. A morte civil é uma realidade FORTE para quem vive com HIV/Aids. No XVI VIVENDO  novas pessoas falavam isto em depoimentos: “- como é difícil viver assim!!”. Precisamos de mais abertura para estas pessoas que entram agora no movimento e que precisam ser acolhidas por quem nela já tem sua maturidade. Acolher, capacitar e treinar são os nossos desafios para 2013. O movimento precisa continuar seu trabalho com conhecimento, força, união, solidariedade e empatia (entender o outro) entre nós.

3. Fortalecer informações sobre processos e fluxos dos sistemas de saúde do Brasil (tão complicado de entender) como conhecimento e sabedoria a ser agregada ao movimento fortalecendo os bons debates/reflexões por todos e todas é uma URGÊNCIA, salvo melhor juízo. Precisamos mobilizar mais pessoas/novos parceiros e trazer novos movimentos e a iniciativa privada para agregar forças aos nosso objetivos na causa. Precisamos usar, ainda mais, os processos e redes disponíveis na INTERNET. Grande ferramenta de articulação e pressão do século XXI.

4. Ficou claro, para mim, que temos sim medicamentos e tratamento (com algumas falhas, mas é direito instado e que lutamos muito nas falhas), mas que a cura ainda está muito longe e não é possível BANALIZAR esta doença que requer muitos cuidados e que muitas vezes traz efeitos adversos/colaterais irreversíveis e muito dolorosos (a fala do BETO no programa foi brilhante!!).
 
5. Precisamos repensar nossas estratégias políticas, sociais e estruturais no movimento para atacarmos juntos e juntas nossas pretensões na causa com mais resultados concretos na saúde (local e a nível Brasil). Não podemos somente juntar pessoas no futebol... (galera Corintiana no saguão do aeroporto em SP) precisamos aprender a  agregar e motivar pessoas para causas sociais importantes como é da saúde (em todo o Brasil ela está realmente um CAOS assim como a Educação, pilares importantes de nossa estrutura de vida em sociedade).

6. Por fim, precisamos de uma legislação somente para estabelecer as regras no trabalho com o terceiro setor (ONGs, instituições, fundações, associações sociais sem fins lucrativos de interesse público, etc..). Estabelecer um marco legal, para separar “o joio do trigo” e sermos respeitados como movimento legítimo e necessário à sociedade. Portanto, necessita de sustentabilidade contínua e dirigida por seu importante trabalho social complementar ao pifiamente feito pelo Setor Público.

Viu, temos muito a fazer mesmo... Parabéns BETO e DIEGO por tanta força, coragem, determinação e por nos representar tão bem, neste momento da epidemia (Beto vem de uma experiência de passado muito dolorosa e Diego já chegou com medicação e tratamento, como muitos dos 14.000 jovens de transmissão vertical que estão aí para lutar pela e para a vida... a 3a. geração (muitos jovens com filhos/filhas) está aí para contar que podemos nos cuidar sem HIV. Vivemos um novo momento, sem esquecer, é claro o que já passou... mas olhar para o presente com perspectivas de futuro melhor na saúde e para as PVHA.

Acabei fazendo minha reflexão de Natal sobre o movimento. Feliz Natal companheir@s... e que em 2013 sejamos e estejamos muito mais UNIDOS, SOLIDÁRIOS e que nosso AMOR nos fortaleça como movimento, trazendo e fortalecendo novos companheir@s. A luta continua...

Meu carinho por vcs e meu respeito por este movimento que luto com minha alma.
Regina Bueno/RJ.

terça-feira, 24 de julho de 2012

MATERIA DO FANTÀSTICO DIZ QUE TEREMOS UM MUNDO SEM AIDS?

Matéria do Fantástico - Próxima Geração Já Deve Conhecer Um Mundo Sem Aids

Com o avanço cada vez maior das pesquisas sobre o vírus HIV, os portadores de Aids aumentam as esperanças, e os pesquisadores concentram esforços.
A ONU divulgou nessa semana um relatório otimista sobre o combate à Aids e o governo americano aprovou pela primeira vez um remédio de prevenção ao vírus. Já é possível imaginar um mundo sem Aids?

Um homem que já viu o dia que iria morrer. Um americano que já teve Aids. Sim, não tem mais. Ele é um ex-portador do vírus HIV. Ele encontrou a cura. Timothy Ray Brown está no Fantástico, direto de Washington, capital dos Estados Unidos. Na cidade, ele vai participar 19ª Conferencia Internacional da Aids.

A partir deste domingo, 22, até sexta-feira, 27, médicos, pesquisadores, políticos de vários países vão trocar idéia sobre essa doença que desafia o mundo a mais de 30 anos. Hoje, a comunidade cientifica já sabe muito bem como tratar o HIV e que chegou a hora de mudar o foco. Este é o momento de se concentrar na busca da vacina contra a Aids e na cura da doença.

A geração que deverá conhecer o mundo sem Aids já está nascendo. Dela faz parte a filha do casal Marta e Greicio, ambos soropositivos.

"Decidi ter um filho. Era um sonho nosso que decidimos realizar”, conta Marta Fernandes. “É difícil quando você tem uma doença crônica. É difícil lidar com o preconceito. Foi um processo meio longo", acrescenta.

A declaração foi dada ao Fantástico em janeiro do ano passado. Ester, filha de Marta e Greicio, nasceu no dia 3 de junho de 2011 e não é portadora do vírus HIV.

“Ester está boa, sadia e só dá alegria para nós”, ressalta a mãe.

Nós podemos pensar na realidade de um mundo sem Aids, só precisamos implementar todas as ferramentas que já temos", diz Anthony Fauci, Diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos EUA.

Essas palavras ele vai repetir, nesta segunda, durante a 19ª Conferencia Internacional da Aids, em Washington.

Fauci refere-se aos avanços do tratamento e prevenção. Entre eles, os cuidados tomados por Marta, que fez com que a chance de ela transmitir o vírus a Ester fosse quase zero.

A previsão da Organização das Nações Unidas é que até 2015, todas as grávidas terão acesso aos remédios que combatem o vírus da Aids. Isso vai significar praticamente um mundo sem bebês com HIV.

“Nós caminhamos rapidamente para um cenário bastante favorável mesmo sem a vacina, porque a vacina é algo que poderá vir a acontecer a médio, talvez longo prazo”, explica Pedro Chequer, Coordenador da Unaids/Brasil

A ciência também já descobriu que um paciente soropositivo que faz o tratamento corretamente reduz em 96% a chance de passar o vírus durante uma relação sexual. Dado que também ajuda a explicar por que a taxa de transmissão vem caindo anualmente.

"Hoje no Brasil, nós temos mais de 200 mil pessoas que se tratam pela infecção do HIV e da Aids”, destacou Alexandre Padilha, Ministro da Saúde.

No ano passado, dois milhões e meio de pessoas foram infectadas pelo HIV em todo o mundo, 20% a menos que em 2001. Situação que faz com que cresça o número de casais como Felipe e José. Felipe sabe que é portador do vírus HIV desde 2006. Há três anos, ele conheceu José e começaram a namorar. José não era portador do vírus. E assim continua.

“Escutei de um grande amigo meu, ex-grande amigo meu: ‘como você pode pensar em entrar nesse relacionamento, que não tem futuro, porque sabe-se lá quanto tempo ele vai durar’”, conta o arquiteto José Miranda.

“Eu acredito muito na cura. Mas, eu sonho com a cura contra o preconceito”, ressalta Felipe Gomes, ativista de direitos humanos.

As barreiras contra a expansão do contágio não param de aparecer. Depois de uma pesquisa realizada em diferentes partes do mundo, os Estados Unidos aprovaram esta semana a utilização do remédio truvada como auxiliar na prevenção.

Essa pílula já é usada em 93 países como remédio para os pacientes soropositivos. Estudos indicaram que se tomado por uma pessoa sem o vírus as chances de ela contraí-lo são reduzidas em até 73%. Júlio foi um dos voluntários da pesquisa no brasil.

“Hoje a gente busca novas metodologias de prevenção e a própria cura da Aids. Acho que cada um pode fazer a sua parte de alguma forma”, diz Julio Moreira, presidente do grupo Arco-Íris.

Após sete meses em tratamento, o resultado no exame de Júlio continua sendo negativo. Mas ele afirma que, durante este período, não deixou de usar também a camisinha, que é ainda a única forma 100% garantida de prevenção.

Sobre a cura, a última grande notícia aconteceu em 2010. Foi quando médicos conseguiram eliminar totalmente o vírus do corpo de um homem.

“O médico disse que não tinha mais nenhum resquício de HIV no meu organismo, mas eu só acreditei quando vi a notícia em um jornal de medicina inglês”, conta o americano Timothy Ray Brown.

Brown, na altura HIV positivo, foi diagnosticado com leucemia e precisou passar por um transplante de medula. O doador da medula tinha uma mutação genética muito diferente e era resistente ao HIV. Um tratamento caro, arriscado e que dificilmente pode ser aplicado mais uma vez. Mas além de curar o americano, ajudou cientistas a direcionarem melhor as pesquisas.

O médico de Timothy foi Steven Deeks, um dos grandes pesquisadores sobre HIV. Ele conta que essa experiência permitiu os pesquisadores puderem dizer que o momento atual não é para gastar energia tentando controlar o vírus. É concentrar esforços para matar o HIV.

Link: http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1681428-15605,00-PROXIMA+GERACAO+JA+DEVE+CONHECER+UM+MUNDO+SEM+AIDS.html
Se vamos ter uma próxima geração sem aids eu não sei ? Mas que teremos milhões pessoas cada vez mais dependendo de remédios e enriquecendo  os laboratórios disso eu tenho certeza!!! Afinal o truvada e muitos outros prometem.
Abraços,
Josefa.


Nota PessoaL: 

  Até quando Pseudos Jornalistas e péssimos editores vão continuar
deixando notícias como essa passarem?
  Já não bastou o da Cura da AIDS pelo TRUVADA?
  Qual remedio pode ser eficiente em 100% com o uso de camisinha e ter
sua  eficácia de 40% semcamisinha?
   Para ser eficiente deve ter 100% de eficacia e não precisar de mais
nenhum outro meio de proteção.
    Não veem que notícias assim dão a falsa impressão que está todo
bem e que poderemos relaxar no uso de preservativo?
   Não estou nem falando na tentativa de cura da AIDS atravez da
vacina, outra promessa que gastou milhares de doláres e resultou em
fiasco.
   Por sua vez O Governo Federal não atualiza os dados do Boletim epidemiologico,
pois mantem a versão de 2008,me corrijam quanto o ano, mas de 2008 até
os dias atuais as coisas ficaram muito piores.
   Não quero acreditar que trata-se de uma forma de "ocultar" e escamotear a
falencia do atual "Melhor Programa de Aids"
  Senhores jornalistas e senhores editores tenham mais respeito com o
ser humano!!!!
  E Ainda tentam dizer que meu registro de jornalista não vale. Pois
não estudei em universidade.
  Sou formado na universidade do Viva a VIDDA!!

PARA QUEM NÂO SABE: ESSE É  O Jargão do GPVRJ.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Em resposta a ABIA!!!!

http://http;twitter.com/niloborgna

Facebook Nilo geronimo borgna

Tambem Orkut

Parrabenizo vossas palavras!!!


O Que tenho obsevvado é que na fala do Drt Drauzio "quando disse"//homem contamina homem,homem contamina mulher,mulher contamina homem//


Fez uma triste gafe pois se esqueceu que mulher contaminada tambem contamina mulher não contaminada///


Mas, isso deve-se ao fato de que como sempre a mulher, é tratada como inferior, acho que nos prontuarios deviar ter opção sexual///pois a mulher tambem mesmo sondo lesbica, não assume///e muitas vezes o agente ada saúde//não tem semsibilidade de perceber a mulher// gay eh mais facil///Até está na moda///


mas //MULHER,NEGRA,LESBICA E POBRE, DEIXA MORRER!!!!!


NGB


VIVA O ARCO EA VIDA!!!!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Mulher casa virgem e contrai HIV na primeira relação


FANTÁSTICO - 09/01/11

Mulher casa virgem e contrai HIV na primeira relação

A contaminação está cada vez maior entre as pessoas com mais de 50 anos, principalmente as mulheres. O comportamento de risco é caracterizado pela relação sexual sem preservativo.



Trinta anos depois do surgimento da Aids, a cara da doença mudou. Antigamente, existiam os chamados grupos de risco, como os homossexuais masculinos e os usuários de drogas injetáveis.

Hoje, como mostra o doutor Drauzio Varella, o que existe é comportamento de risco. Tanto é que a contaminação está cada vez maior entre as pessoas com mais de 50 anos, principalmente as mulheres.

“Eu casei aos 18 anos. Era uma estudante, uma pessoa feliz. Uma adolescente que vivia dentro dos parâmetros de Deus, porque eu fui criada na igreja”, conta a voluntária do grupo Pela Vidda Mara Moreira, que vive em Itaguaí, município do Rio de Janeiro. É evangélica e segue os preceitos da igreja. Para ela, sexo só no casamento.

“Um dia eu estava indo para Campo Grande. Outro dia, estava indo para Cuiabá. Então, eu não tinha raiz em parte alguma”, revela o caminhoneiro aposentado Nestor Ramiro de Assis, que levava a vida de um jeito bem diferente. Quando se separou da esposa, aproveitou a liberdade da estrada.

No início, a Aids foi chamada de peste gay. Depois, surgiu o conceito de grupos de risco: homens homossexuais, usuários de drogas injetáveis e mulheres com muitos parceiros. Enquanto isso, em silêncio, o vírus se espalhava entre homens e mulheres que não faziam parte desses grupos.

“As mulheres dos postos acham que todos os motoristas têm dinheiro. Então, você não pode dormir na cabine dos postos porque elas ficam batendo no vidro da janela, convidando para fazermos amor”, conta o caminhoneiro aposentado.

Hoje nós sabemos que não há grupos de risco. O que existe é o comportamento de risco. O comportamento de risco é caracterizado pela relação sexual sem preservativo. Segundo o Ministério da Saúde, os casos de Aids aumentam no grupo de mulheres casadas e nas pessoas acima dos 50 anos de idade.

Maria Filomena Cenicchiaro, diretora do ambulatório do Centro de Referência do Tratamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis de São Paulo, confirma que os dados estão de acordo com os testes realizados no ambulatório. “Essa população não procura muito os centros de teste. Quando elas procuram é porque descobriram que o parceiro ou a parceira já está desenvolvendo a Aids. Aí, vai fazer o teste e normalmente tem um resultado positivo”, diz.

“Apesar de ter casado virgem, eu não usava camisinha. Como método contraceptivo, eu usava pílula. Eu não queria engravidar porque estava estudando e tinha acabado de me casar”, lembra Mara Moreira. Ela conta que achava que estava fora dos grupos de risco, mas a Aids estava mais próxima do que ela esperava. “Três meses depois de casar, meu esposo ficou muito doente. Foi feito o exame. Ele era positivo para o HIV e não sabia Três meses depois veio o meu resultado, também positivo”.

“No início de 1986, nós tínhamos uma mulher com Aids para quinze homens. Hoje, temos dez mulheres para quinze homens. Quando pegamos o corte de 13 a 19 anos, é o contrário: para cada dez meninas oito meninos”, revela o ex-ministro da Saúde José Gomes Temporão.

“Eu não tinha conhecimento nenhum de como se pegava o HIV. Eu não tinha informação nem se podia lavar a roupa junto na mesma máquina, se podia compartilhar o prato, a colher”, conta Mara Moreira.

Você só pega Aids se fizer sexo com penetração sem camisinha ou se usar seringas e agulhas contaminadas pelo vírus.

“A gente ficava 90 dias fora viajando e ao menos aos sábados tinha que acontecer alguma coisa, quando não era no meio da semana. Então, umas duas por semana dava. Foram 17 anos assim”, conta Nestor Ramiro de Assis, de 72 anos. Na geração dele, ninguém se preocupava com a Aids. Diziam até que usar camisinha era como chupar bala sem tira o papel. Eles pensavam que homens que só mantinha relações sexuais com mulheres não corriam risco de pegar a doença. Estavam enganados.

“Foi assim que eu adquiri o HIV. Não me interessa saber de quem foi que eu peguei, porque eu não vou saber mesmo. O culpado sou eu, mais ninguém”, diz Nestor Ramiro de Assis.

“Nós temos toda uma conversa para mostrar que o estímulo não é no pênis, nem na região genital. Primeiro, é na cabeça. É só beijar e pronto, o estímulo já foi acionado, já houve uma ereção. Tem que aproveitar a ereção e colocar a camisinha nesse momento”, orienta Maria Filomena Cenicchiaro.

“As pessoas não estão tendo consciência”, comenta uma mulher.

“Na verdade, quase ninguém usa”, completa um homem.

Fizemos alguns avanços: acabamos com a transmissão do HIV por transfusão de sangue, reduzimos muito a de mãe para filho e por drogas injetáveis. Hoje, a principal forma de transmissão é a relação sexual sem preservativo. Infelizmente, o uso de camisinha vem diminuindo entre mulheres e homens de qualquer idade, tanto nos relacionamentos estáveis quanto naqueles mais casuais.

Através do sexo, o vírus da Aids passa de um homem para outro homem; do homem para mulher e da mulher para o homem. Passa, sim, da mulher para o homem.

“Nunca passou pela minha cabeça que eu pudesse pegar o vírus da Aids

Na periferia de Ponta Grossa, no Paraná, funciona a ONG Reviver, que atende as famílias dos portadores do vírus da Aids. Nestor Ramiro de Assis é motorista e uma espécie de faz-tudo na instituição.

“A chegada do Nestor à instituição foi uma surpresa e um presente. Os trabalhos estavam começando em Ponta Grossa, uma região bem fechada para isso, e não tínhamos motorista. Ainda havia muito preconceito. Ele chegou, se dispôs a ser motorista e fez disso uma missão de vida”, lembra Cláudia Maria Hey Silva, da ONG Reviver.

“Se perguntarem para mim um dia por que eu faço esse serviço eu vou dizer que não sei. Eu faço porque gosto, não espero recompensa de ninguém. Eu nunca pensei em ajudar os outros para ir para o céu”, garante Nestor Ramiro de Assis.

“Os coroas e as coroas estão fazendo mais sexo desprotegidos. Percebemos o aumento da incidência em mulheres acima de 50 anos. É uma nova dinâmica, são novos desafios. Temos que estar preparados para enfrentá-los”, diz José Gomes Temporão.

Depois do choque de descobrir que tinha o vírus da Aids, Mara e Nestor reagiram. E, graças ao tratamento antiviral, a vida deles melhorou. Mas todo cuidado é pouco. Sem tomar os remédios todos os dias, os portadores do HIV ficam sujeitos a infecções e voltam a correr riscos.

No próximo domingo (16), você vai conhecer pessoas que estão em tratamento e o impacto que ele provocou em suas vidas.

“Hoje, quando uma pessoa estranha me pergunta se eu tenho HIV, respondo que sim e pergunto: ‘e você?’”, finaliza Nestor Ramiro de Assis.

VEJA A MATÉRIA COMPLETA NO SITE DO FANTÁSTICO






Roberto Pereira
Coordenação Geral
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Av. General Justo, 275 - bloco 1 - 203/ A - Castelo
20021-130 - Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Tel: (21) 2544-2866 Telefax: (21) 2517-3293
Cel: (21) 9429-4550
Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas que já têm a forma do nosso corpo e esquecer nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia. Se não ousarmos faze-la, teremos sempre ficado à margem de nós mesmos.”
 (Fernando Pessoa)

Nota Pessoal: 
  Só acho que houve uma falha na hora de se falar nas possibilidades de
infecção do HIV.
 Será que o Dr Drauzio se esqueceu das lésbicas?
 Pois ele falou que homem contamina homem, homem contamina mulher e
mulher contamina homem. Acho que esqueceu das lésbicas pois se uma
estiver contaminada não pode contaminar a outra?
 Essa questão deveria ser melhor explicada!!!
 NGB
 Ativismocontraaidstb.blogspot.com
 P. S: Até algum tempo atras não se cogitava que a mulher pudesse
infectar o homem, esse dado foi muito bom ter sido explicado.
 Parabéns!!!!
  O que esta em questão realmente e a invisibilidade no tocante as
lésbicas, se elas não tem espaço para expor sua (opção) nas consultas
como poder ser dito que não há confirmação de infecção entre casais
lésbicos?
 Elas nem são consideradas como pesquisa.
 Atentamos para esse dado pois desta maneira estaremos criando mais um
"grupo de risco"
 É muito mais difícil para uma mulher assumir sua homossexualidade do
que para um homem.
 Ser Gay de certa forma está na moda mas com as Lésbicas a coisa mudam.
 Então que façamos um estudo que abordem as lésbicas e desse estudo
serio, nos tiremos as conclusões, não diante desse quadro atual, que só
exclui as lésbicas, e essa exclusão é muito ruim para a prevenção.
 NGB
 Ativismocontraaidstb.blogspot.com