Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
terça-feira, 22 de maio de 2012
Candlelight memorial do ceará / Vigília pelos mortos da AIDS_CONVITE!
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Aula para o governador #FicaAdica #CorrupçãoNão #CadeMeuImposto
Problema nº1
Problema nº2
Agora eu lhe pergunto:
- Isso é bom para o aluno?
- Isso é bom para a educação pública do Brasil?
SE VOCÊ ACHA QUE NOSSO GOVERNADOR DEVE ABRIR MÃO DE SEU SALÁRIO E GOVERNAR POR AMOR, PASSE PARA A FRENTE!
CAMPANHA PARA QUE TODOS OS GOVERNADORES GOVERNEM COM AMOR E DOEM SEUS SALÁRIOS PARA UM PROFESSOR.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Release balanço pós-XII Parada do CE
GRUPO DE RESISTÊNCIA ASA BRANCA
1,5 milhão na parada de Fortaleza!!!
http://br.oocities.com/
http://luiz-mott.blogspot.com/
http://www.ggb.org.br/
1,5 MILHÃO
Recorde de público na Parada
Publicado em 27 de junho de 2011Entre homossexuais e heterossexuais, o clima era de solidariedade e apoio à causa gay, de liberdade e de igualdade de direitos. As pessoas criticavam a violência, pediam o fim da homofobia e a aprovação do projeto de lei que está em tramitação no Senado
O público superou a expectativa da organização e superou o do ano passado. Em 2010, 800 mil, estiveram presentes. Neste ano, a quantidade segundo a Polícia Militar, foi de 1,5 milhão
FOTOS: BRUNO GOMES
A multidão de 1,5 milhão de pessoas na Avenida Beira-Mar ontem durante a 12ª Parada Gay de Fortaleza fez o evento bater recorde de público. A estimativa é da Polícia Militar. "Foi a maior deste últimos anos. Isto mostra a força do nosso movimento", diz o presidente do Grupo de Resistência Asa Branca (Grab), Francisco Pedrosa.
Veja imagens da Parada
A Beira-Mar virou palco para a alegria e muita festa. Com o direito à união homoafetiva garantida, há um mês, não faltaram casais em lua-de mel, satisfeitos com as vitórias alcançadas. O casal Flávio de Oliveira e Carlos Gomes desfilou livremente de mãos dadas. Já pensam até em oficializar a relação.
Entretanto, nem tudo era motivo para comemoração. Há 10 anos em discussão, o projeto de lei em tramitação no Senado que criminaliza a homofobia esteve na pauta de reivindicações, assim como os pedidos pelo fim da violência. Em 2010, mais de 260 homossexuais foram assassinados no Brasil. No Ceará, a média é de pelo menos uma morte a cada mês.
Para Francisco Pedrosa, a parada gay vem ganhando força a cada ano, ajudando muitos a assumirem suas escolhas sexuais, sem culpa e medo. "Defendemos a liberdade e queremos que todos tenham o direito de agirem e pensarem como quiserem", afirma. Segundo o Grab, 10% da população do Ceará é composta por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT). Em Fortaleza, são mais de 70 mil homossexuais, entre 15 e 29 anos.
Entre as políticas públicas propostas para o enfrentamento à violência está a criação do Centro de Referência LGBT Janaína Dutra. Nos cinco primeiros meses de funcionamento já foram 75 atendimentos, principalmente de reclamações por injúrias e agressões.
Para o coordenador de Diversidade Sexual de Fortaleza, Orlaneudo Lima, o momento é de união entre homossexuais e heterossexuais. "Há mais de 20 anos que o movimento LGBT briga pela mesma coisa, por respeito e direitos iguais", ressalta.
No trajeto era possível ver outros tipos de manifestações em apoio à causa. Grupos de maracatu, afoxé e membros da umbanda se reuniram exigindo o fim de todo tipo de intolerância, da religiosa à racial. Benzendo com água santa todos que passavam, Maria de Iemanjá, na companhia de outras rezadeiras, abençoava os transeuntes.
Fortalezenses e turistas se encantaram com o desfile de pessoas travestidas com roupas, plumas e paetês esvoaçantes.
Houve os que aplaudiram, se admiraram e os que tiraram sarro, no verdadeiro estilo moleque cearense. Tinha fantasia de todo tipo, de bailarina, junina, de bombeiro, mulher-gato, entre outras. Alguns, mesmo sem tanto glamour, queriam apenas exaltar a alegria de pular um carnaval fora de época.
Com os olhos bem pintados, salto alto, finíssimo e boca bem delineada com batom, a drag queen Taira Sanches exibia beleza por onde passava. Não tinha quem não quisesse parar, tocar e tirar fotografias.
O professor George Rangel, 32, caprichou na indumentária. Com penas de pássaro coloridas na cabeça festejou, ao lado do companheiro, quatro anos de união e amor. "Não havia cenário, momento mais lindo para lembrar o quanto somos felizes e não queremos mudar nossas opções sexuais", ressaltou.
Segurança
Apesar dos 200 policias militares espalhados pela Avenida Beira-Mar, vários furtos assustaram os presentes na Parada Gay 2011. Mesmo com os incidentes, o tenente-coronel Batista dos Santos diz que o evento foi calmo. "Apenas 10 pessoas foram apreendidas", frisa.
IVNA GIRÃO
REPÓRTER
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Regulação em debate: sobre inverdades e desinformação[CartaCapital]
Regulação em debate: sobre inverdades e desinformação
Nos últimos meses, esta tem sido a estratégia da grande mídia e de seus aliados – desta vez, inclusive, a OAB nacional – que, sem divulgar texto e/ou discutir o mérito das propostas, trata de satanizar qualquer tentativa do Estado e da cidadania de exercer seu direito de cobrar dos concessionários do serviço público de radiodifusão o simples cumprimento de normas e princípios já inscritos na Constituição de 1988.
Ao contrário do que se alardeia, os Conselhos de Comunicação não são uma invenção da 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom). A idéia surgiu formalmente em encontro nacional de jornalistas promovido pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), com o objetivo de discutir propostas a serem apresentadas no processo constituinte, em 1986. Lá se vão, portanto, mais de 24 anos.
Posteriormente, a idéia fez parte de Emenda Popular apresentada ao Congresso Constituinte, subscrita, além da Fenaj, pela Central Única dos Trabalhadores, pela Central Geral dos Trabalhadores, pela Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior, pela Federação das Associações de Servidores das Universidades do Brasil, pela União Nacional dos Estudantes, pela Federação Brasileira de Trabalhadores em Telecomunicações, pela Associação dos Empregados da Embratel, pela Federação Nacional dos Engenheiros, pela Federação Nacional dos Arquitetos e pela Federação Nacional dos Médicos. Além disso, assinaram a Emenda Popular os então líderes do PT Luiz Inácio Lula da Silva; do PDT, Brandão Monteiro; do PCB, Roberto Freire; do PC do B, Haroldo Lima, e do PSB, Beth Azize (ver depoimento do ex-presidente da Fenaj, Armando Rollemberg ao Conselho de Comunicação Social, disponível aqui).
A proposta original – que tinha como modelo a Federal Communications Commission (FCC) americana – foi objeto de controvérsia ao longo de todo o processo constituinte e acabou reduzida à versão finalmente aprovada como artigo 224 da Constituição, que diz:
Art. 224. Para os efeitos do disposto neste capítulo [Capítulo V, "Da Comunicação Social", do Título VIII "Da Ordem Social"], o Congresso Nacional instituirá, como seu órgão auxiliar, o Conselho de Comunicação Social, na forma da lei.
Em 30 de dezembro de 1991, o então presidente Fernando Collor sancionou a lei nº 8389, cujo projeto original foi de autoria do jornalista, professor e senador Pompeu de Souza (PMDB-DF), já falecido, que instituiu o Conselho de Comunicação Social (CCS).
Apesar disso, resistências articuladas pelos mesmos interesses que ainda hoje se opõem à iniciativa fizeram que sua instalação fosse postergada por mais de onze anos, até 2002. Instalado, o CCS funcionou durante quatro anos e desde dezembro de 2006 não mais se reuniu (ver, neste Observatório, "Por que o CCS não será reinstalado", "Senado descumpre a Lei" e "Três anos de ilegalidade").
Desde que a Constituição de 1988 foi promulgada, várias iniciativas de criação de conselhos semelhantes ao CCS surgiram tanto em nível municipal como estadual. O primeiro Conselho Municipal de Comunicação (CMC) foi criado na Prefeitura Municipal de Porto Alegre por meio do decreto nº 9426, assinado pelo então prefeito Olívio Dutra, em 5 de maio de 1989.
Uma pesquisa realizada pelo Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), em 2009, indica que também a cidade de Goiânia (GO) chegou a ter um CMC instalado. Juiz de Fora (MG) e Anápolis (GO) prevêem a criação destes conselhos.
Em nível estadual, algumas constituições ou leis orgânicas contemplam a criação dos Conselhos Estaduais de Comunicação Social (CECS). É o caso de Minas Gerais, Bahia, Alagoas, Paraíba, Pará, Amapá, Amazonas e Goiás. No estado do Rio de Janeiro existe uma lei que trata do assunto (lei nº 4.849/2006) e, em São Paulo, o decreto nº 42.209, de 15 de setembro de 1997, também prevê a criação de um CECS (ver "Conselhos de Comunicação são ignorados", revista MídiaComDemocracia, pág. 8).
No Distrito Federal, a Lei Orgânica aprovada em 8 de junho de 1993 prevê:
Art. 261. O Poder Público manterá o Conselho de Comunicação Social do Distrito Federal, integrado por representantes de entidades da sociedade civil e órgãos governamentais vinculados ao Poder Executivo, conforme previsto em legislação complementar.
Parágrafo único. O Conselho de Comunicação Social do Distrito Federal dará assessoramento ao Poder Executivo na formulação e acompanhamento da política regional de comunicação social.
Em resumo: apesar de estar na Constituição da República e em várias constituições e leis orgânicas estaduais e municipais, não existe um único Conselho de Comunicação funcionando no país.
Por que será?
Prática democrática
Como se pode constatar, a idéia dos Conselhos de Comunicação não surgiu na 1ª Confecom e a iniciativa cearense não é sequer a primeira. Trata-se de norma constitucional.
Para não tornar este artigo demasiadamente longo, omito a transcrição do texto da Lei nº 8389/1991, que institui o Conselho de Comunicação Social previsto no artigo 224 da Constituição, e do Projeto de Indicação nº 72.10, aprovado pela Assembléia Legislativa do Ceará. Convido, no entanto, o eventual leitor(a) a comparar os dois textos com o capítulo "Da Comunicação Social" da Constituição de 1988.
Nada mais, nada menos do que isso.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Encontro sobre transplante de medula recebe inscrições até sexta-feira (11) PDF
Seguem até a próxima sexta-feira, 11 de junho, as inscrições para o I Encontro de Transplante de Medula Óssea do Instituto Brasileiro de Pesquisa Científica Maria Celina de Oliveira Correia (Ibrapec). O evento acontece no dia 18 de junho no La Maison Dunas, em Fortaleza, e pretende trazer a tona nos debates a experiência de quase dois de transplante autólogo de medula óssea (aquele em que o paciente recebe células sadias da própria medula) no Hospital Universitário Walter Cantídio em parceria com o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará e o Ibrapec, além das perspectivas para o início da realização de transplantes halogênicos - quando há a doação de células da medula de outra pessoa para o paciente que espera o transplante.
www.ceara.gov.br
Ao todo, 16 pacientes já foram beneficiados com os transplantes realizados na rede pública cearense. Todos com níveis de recuperação satisfatórios e, o melhor, sem a necessidade de sair de seu estado e deixar para trás familiares e referências regionais valiosas num momento em que estão vulneráveis. A intenção agora é evoluir este processo e inciar o trabalho de transplantes também com células coletadas de outras pessoas. Para se inscrever no I Encontro de Transplante de Medula Óssea do Ibraprec e saber qual a programação do evento, basta ligar para o 4011.1572.
09.06.2010
Assessora de Imprensa do Hemoce
Sabrina Lima ( sabrina.lima@hemoce.ce.gov.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. / 85 3101.2308)