Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador acesso Universal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador acesso Universal. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Dilma sanciona lei que fixa gastos mínimos

Dilma sanciona lei que fixa gastos mínimos em saúde pelo governo

Presidente vetou 15 dispositivos do texto aprovado pelo Congresso.
Lei define despesas na área e obriga União a aumentar investimentos.

Foi publicada nesta segunda-feira (16), no "Diário Oficial da União", a sanção da presidente Dilma Rousseff à lei que define os gastos públicos em saúde, bem como os percentuais mínimos de investimento na área por parte da União, estados e municípios.

A norma regulamenta a chamada "Emenda 29" - mudança constitucional aprovada em 2000 que previa os gastos mínimos - ao descrever como será feita a aplicação do recursos. A proposta da lei, que tramitava há mais de 10 anos no Congresso, foi aprovada em definitivo pelo Senado em dezembro do ano passado.

O texto encaminhado pelo Congresso sofreu 15 vetos da Presidência. Entre os cortes, dois se relacionavam à Contribuição Social sobre a Saúde (CSS), um novo tributo cujos recursos seriam destinados à área, mas cuja cobrança já havia sido derrubada na Câmara e no Senado.
 
Outro veto diz respeito aos recursos que a União deve aplicar anualmente na saúde. Pelo texto aprovado, o governo federal deve investir o montante do ano anterior acrescido da variação percentual do Produto Interno Bruto (PIB), que mede o crescimento da economia. O veto presidencial impede que uma eventual revisão para cima nesse percentual obrigue o governo a aplicar créditos adicionais para ajustar o valor.
 
Na justificativa do veto, a presidente Dilma Rousseff argumentou que o PIB "apurado a cada ano passa por revisões periódicas nos anos seguintes, conforme metodologia específica, de modo que a necessidade de constante alteração nos valores a serem destinados à saúde pela União pode gerar instabilidade na gestão fiscal e orçamentária".


O texto sancionado mantém a previsão de que estados e Distrito Federal apliquem 12% de tudo o que arrecadam na saúde. Já os municípios devem investir 15% da receita. Foram excluídos dispositivos que estabeleciam formas de compensação para estados e municípios que não atingissem essas metas em 2011.
 
Outro trecho excluído previa que os recursos que não fossem aplicados na saúde deveriam ser depositados numa conta, cujos rendimentos financeiros deveriam ser depois investidos na área. Esse valor, porém, não seria considerado na apuração dos montantes mínimos previstos.
 
Dilma também vetou artigo que excluía do cálculo de investimento recursos aplicados em saúde provenientes de taxas, tarifas ou multas arrecadados por entidades públicas da área de saúde. Com o veto, esses investimentos poderão entrar no percentual mínimo de estados (12%) e municípios (15%).
 
Outro veto exclui trecho que mandava que a lei fosse revisada ainda em 2012. Na justificativa, a presidente afirmou que a Constituição prevê a reavaliação da lei a cada cinco anos.
 
Definições
Foram mantidas no texto as definições do que pode e o que não pode ser considerado gasto em saúde. O objetivo é evitar que governadores e prefeitos "maquiem" os gastos em saúde pública.
 
Ficou expresso que não podem ser contabilizados como despesas em saúde gastos com pagamento de aposentadorias e pensões, inclusive de servidores da saúde; pagamento de salário para servidores que não atuam na área; assistência à saúde que não seja universal; merenda escolar; saneamento básico; limpeza urbana; preservação do meio ambiente; assistência social; além de obras de infraestrutura.

Com a regulamentação, os recursos só poderão ser utilizados em ações e serviços de "acesso universal" que sejam "compatíveis com os planos de saúde de cada ente da federação" e de "responsabilidade específica do setor saúde, não se aplicando a despesas relacionadas a outras políticas públicas que atuam sobre determinantes sociais e econômicos, ainda que incidentes sobre as condições de saúde da população".
 
Entre os investimentos autorizados na saúde estão remuneração dos profissionais de saúde na ativa; gastos com capacitação de pessoal e investimentos na rede física do Sistema Único de Saúde (SUS); produção, aquisição e distribuição de insumos, como medicamentos e equipamentos médico-odontológicos; gestão e ações de apoio administrativo; entre outros.
 
A lei também define como será feita a prestação de contas, fiscalização e transparência dos gastos na saúde, descrevendo as atribuições de tribunais de contas, órgãos do Executivo e Conselho Nacional de Saúde, vinculado ao governo.

domingo, 20 de novembro de 2011

apoio urgente: #acessoUniversal #soropositivos @redvenezolanadegentepositiva


Es lamentable todo esto.
La campaña de llegar a cero es super importante, todo el mundo se une, con mensajes de texto, con videos, con el facebook, con twitter, etc

Muchos paises como Costa Rica y Chile en verdad estan en cero, cero prevencion, cero materiales, cero actividades, cero apoyo, etc.
Nos unimos a este apoyo internacional..... TODOS QUEREMOS QUE NO SOLO SEA LLEGAR A CERO EN NUEVAS INFECCIONES, CERO DISCRIMINACION Y CERO MUERTES RELACIONADAS CON EL SIDA... Tambien queremos que tengamos apoyo en prevencion, educacion. PARECE QUE TENDREMOS QUE UNIR LOS LEMAS DE TODOS ESTOS AÑOS ATRAS Y QUE NUNCA SE OLVIDE DE ESE GRAN CONPROMISO “ACCESO UNIVERSAL", compromiso global a hacer que los servicios de prevención, prueba, tratamiento, cuidado y apoyo del VIH estén disponibles para toda persona que los necesite.


El 19 de noviembre de 2011 23:10, carlos alfaro villegas <> escribió:

SAN JOSE, COSTA RICA
 
19 DE NOVIEMBRE 2011
 
ESTIMADOS AMIGOS(AS)
 
 
ES  LAMENTABLE LO QUE ESTÁ SUCEDIENDO EN CHILE, PERO NUESTRO PAIS COSTA RICA TAMBIEN ESTÁ PASANDO LO MISMO, ESTAMOS COMO EN LOS AÑOS OCHENTA, NO HAY PREVENSION NI EDUCACION, Y LOS SERVICIOS DE SALUD PARA LAS POBLACINES PEMAR ES CADA DIA DE DIFICIL ACCESO.
 
COMO PODEMOS SEGUN ONUSIDA, LLEGAR A CERO, SI LOS MISMOS GOBIERNOS ESTÁN INVISIBILIZANDO EL TEMA DEL VIH/SIDA.
 
EN ESTOS MOMENTOS EN NUESTRO PAIS, PARA CONMEMORAR EL DIA INTERNACIONAL DEL VHI/SIDA NO HAY POR EL MOMENTO NADA. ESTAMOS EN CERO PERO EN CERO SIN MATERIALES EDUCATIVOS NI PREVENTIBOS.
 
NUESTRA ASOCIACION BITRANSG DE COSTA RICA SE UNE AL CLAMOR DE LOS HERMNAOS CHILENOS
 
SIN MAS QUE DECIR ME DESPIDO
 
ATENTAMENTE
 
CARLOS ALFARO 
PRESEIDENTE DE LA ASOCIACION BITRANSG DE COSTA RICA
REPRESENTANTE DE LA REDLACVO+ POR COSTA RICA


  El 13 de noviembre de 2011 13:45, Asociacion Civil AMAVIDA escribió:
 
En Nombre de la Red Venzolana de Gente Positiva:

Todo el Apoyo para nuestros hermanos chilenos.


Estevan Colina
Secretario General

rvg
Email         : secretario.rvg@gmail.com
Skype       :  estvan.colina 
Twitter     :  @redvenezolanadegentepositiva
Telefonos: (00 58) 261 7346652
Movil        : 0414-0377988

Direccion: Urb. El Caujaro Lote G No. 49G-6-28 Municipio San Francisco del Estado Zulia


 
Estimadas compañeras/os esperando se encuentren bien de salud  y de todo
En adjunto estoy enviando un documento en donde se muestra que la sociedad Chilena denuncia los atropellos a los que estamos expuestas con el ministro de Salud, este ministro a echo del VIH/SIDA un retroceso estamos como en los años 80. con esto requiero de todo el apoyo que nos puedan brindar que lo pueda firmar como organizaciones de cada pais hoy requerimos de la ayuda Internacional y si conocen mas redes pueden enviarlo igual.

Bueno esperando que este comunicado tenga una buena acogida
Se despide solidariamente


Sara Araya
Presidenta
VIVO POSITIVO

sábado, 25 de junho de 2011

24/06/2011 - G8: drag queen barbuda denuncia promessas não cumpridas na luta contra Aids

A CRITÍCA - AM |
AIDS | ANTIRRETROVIRAIS
24/06/2011 - G8: drag queen barbuda denuncia promessas não cumpridas na luta contra Aids

24 de Junho de 2011
France Presse

DEAUVILLE, França, 25 Mai 2011 (AFP) -Uma "drag queen" com barba, que usava um vestido rosa de bailarina irrompeu na tarde desta quinta-feira no centro de imprensa do G8 em Deauville para denunciar as "promessas não cumpridas" pelos chefes de Estado e de Governo na luta contra a AIDS.
Usando uma faixa com a inscrição "Miss promessas G8", o ativista da organização de luta contra a AIDS "Act up" apareceu na imensa sala de imprensa instalada diante das pistas do hipódromo de Deauville, luxuoso balneário do noroeste da França.
"As promessas não cumpridas são as promessas que matam" o "G8: credibilidade zero" eram alguns dos slogans denunciados nos folhetos distribuídos por alguns militantes que acompanhavam a "drag queen".
Um comunicado da Act up e da Aides (Ajudas) lembrou nesta quinta-feira em Deauville que a cúpula do G8 de Gleneagles (Escócia) tinha se prometido "solenemente que em 2010 todos os doentes do mundo teriam acesso ao tratamento contra o HIV". No entanto, ambas as entidades asseguram que "em 2011, 70% dos doentes do planeta não têm acesso aos ANTIRRETROVIRAIS".
"O tempo das promessas acabou. A AIDS, a primeira catástrofe sanitária mundial, já não está na agenda" do G8, indica o mesmo comunicado que pede aos países mais industrializados do mundo "comprometam-se a dedicar 0,05% de seu PIB para permitir um acesso universal ao tratamento".
Deauville foi submetida a um forte esquema de segurança, vigiada por 12.000 policiais e militares. Podem circular apenas com credenciais oficiais para jornalistas, delegações, ONGs e vizinhos.
far-sof/dm

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Acceso Universal en Latinoamérica y el Caribe: ¡menos promesas




Acceso Universal en Latinoamérica y el Caribe: ¡menos promesas y más acción hacia 2015! (Cobertura especial)

Este lema resume las conclusiones y recomendaciones de las redes latinoamericanas y del Caribe con trabajo en VIH, en el marco de la Consulta regional y Reunión de alto nivel sobre acceso universal a la prevención, atención, tratamiento, apoyo y cuidado en VIH/Sida.
Por: Carlos Romero Prieto




El documento ha surgido de la preocupación de las instancias que integran REDESLAC (ASICAL, REDLA, COASCE, ICW, LACCASO, REDLACTRANS, REDTRASEX, RELARD  y el Movimiento Latinoamericano y del Caribe de Mujeres Positivas) así como de organizaciones y activistas de la sociedad civil, de las poblaciones vulnerables y de personas viviendo con VIH o Sida, quienes han seguido con preocupación los procesos de consulta regionales y nacionales realizados en 2006 y 2010, como parte del monitoreo al cumplimiento de metas y criterios establecidos en la declaración de compromiso sobre el VIH/sida de 2001, de la Declaración Política sobre el VIH/sida de 2006 y de los Objetivos de Desarrollo del Milenio (objetivo 6).
En el documento mencionan su desencanto por las brechas identificadas en diferentes niveles y que las metas planteadas para el 2003, 2005 y 2010 simplemente no se han cumplido. Sólo el 42% de los 1,4 millones de personas viviendo con VIH en Centroamérica y Sudamérica están incluidas en la cobertura de tratamiento antirretroviral, y durante el 2009 la cobertura sólo se incrementó en un 6%, cuando el promedio mundial fue de 30%.
Señalaron también la escasa transparencia en la toma de decisiones para el diseño, implementación, asignación de recursos, seguimiento y evaluación de políticas y programas y la falta de medidas contundentes contra la corrupción. De manera general y resumida, los diez planteamientos son:
Reconocer el VIH como un problema de salud, de derechos humanos y de desarrollo: las respuestas nacionales deben responder a la integralidad  de conceptos de desarrollo humano, social y económico, a la garantía del pleno ejercicio de los derechos humanos y al acceso universal a los servicios de salud y otros vinculados, considerando a los derechos humanos como eje de todas las acciones en respuesta  a la epidemia del VIH, incluyendo los derechos sexuales y los derechos reproductivos en las agendas integradas para responder al VIH y sida. El estigma y discriminación deben ser erradicados.
Basar las respuestas nacionales en el principio de los Tres Unos: para ello aún necesitamos un marco de acción sobre el VIH y sida, acordado multisectorialmente. Algunos países aún no tienen una autoridad nacional de coordinación del VIH y sida y otros no tienen un marco de monitoreo y evaluación establecido y funcionando.
Garantizar la cantidad, calidad y enfoque de la inversión en respuesta al VIH: los recursos limitados en tiempo de crisis, cuando el VIH y el sida no son más parte de la agenda prioritaria, deben ser optimizados, reduciendo las brechas entre epidemia e inversión, poniendo énfasis en poblaciones en mayor riesgo. Los estados deben aumentar sus inversiones nacionales. En la región hay grandes diferencias en la manera en que los gobiernos definen e implementan fondos para responder a las epidemias nacionales de VIH. El Fondo Mundial no debe ser utilizado para solventar las debilidades de los gobiernos que privilegian los proyectos en lugar de los programas, sino para repuntar el trabajo conjunto y la inversión focalizada, eficiente y transparente, que permitan abatir los problemas de VIH en los sistemas de salud.
Abordar la problemática de las mujeres, las niñas, la igualdad de género y el VIH: los estados y gobernantes deben incluir en sus agendas acciones basadas en evidencia y fondos adecuados para atender a las necesidades específicas de las mujeres y niñas en el contexto del VIH, implementando programas y políticas que aborden los derechos y necesidades con perspectiva de género, incluyendo acciones de prevención contra la violencia de género que es causa y consecuencia del VIH para mujeres y niñas, así como acciones contra el machismo y heterosexismo.
Garantizar el fortalecimiento de la sociedad civil y la participación de las personas afectadas y en riesgo en la toma de decisiones: se deben aumentar los fondos para que la sociedad civil, incluyendo a las organizaciones, grupos y redes de personas con VIH y de poblaciones en mayor situación de vulnerabilidad y riesgo, puedan dar respuesta a las necesidades de sus poblaciones y para monitorear el cumplimiento de los compromisos gubernamentales a nivel nacional, regional y mundial sobre el VIH y el sida.
Apoyo y cuidado a huérfanos: diseñar programas y servicios para niñas/os huérfanos o afectados por el VIH para otorgarles asesoramiento, apoyo psicosocial adecuado, y asegurarles escolarización, acceso a la vivienda, buena nutrición, y servicios sociales y de salud de calidad. Entre las deudas de los gobiernos se encuentra pendientes el relevamiento que permita dimensionar y caracterizar el universo de niñas/os y adolescentes afectados directamente o indirectamente por el VIH.
Prevenir con educación: los ministros de Salud y Educación de Latinoamérica firmaron en 2008 la Declaración “Prevenir con Educación”. Poco se ha avanzado. Exigimos una agenda concreta de acciones a fin de alcanzar las metas propuestas, incluyendo educación universal e integral sobre sexualidad dentro y fuera de las escuelas, con contenidos sobre DD.HH, equidad de género y diversidad sexual. Esto es esencial para disminuir el estigma y la violencia.
Atender a las personas privadas de la libertad: los estados deben reconocer las debilidades del sistema penitenciario, incluyendo sus sistemas de salud e incorporar el paradigma de la salud pública y el reconocimiento del derecho de las personas que viven en las cárceles a una atención integral de la salud, adoptando las medidas necesarias para la atención, cuidado y prevención de las personas privadas de libertad, resguardando el acceso a la información y educación sobre la prevención del VIH, al asesoramiento y pruebas voluntarias y confidenciales del VIH, a los medios de prevención (preservativos, desinfectante y material de inyección estéril), al tratamiento y atención, y a participar voluntariamente en ensayos clínicos relacionados con el VIH.
Promover respuestas basadas en la evidencia: los estados y los cooperantes deben promover y apoyar el desarrollo de investigaciones a nivel nacional y regional que permitan documentar la situación real del VIH en la región, las prevalencias en las distintas poblaciones y su evolución, el  impacto de la epidemia en los países de la región y en las poblaciones de mayor riesgo y vulnerabilidad, incluyendo vigilar la eficacia de los ARV, la toxicidad, los efectos secundarios, la interacción entre los medicamentos y la resistencia a los mismos.
Monitoreo y rendición de cuentas: la implementación de mecanismos de monitoreo, evaluación y rendición de cuentas que incluyan a las personas que viven con VIH y a las organizaciones de la sociedad civil es esencial para garantizar mejores definiciones sobre prioridades, calidad de los servicios, adecuación y distribución de recursos.

Este comunicado ha generado un sano y positivo debate al inicio de la reunión sobre el alcance de la respuesta y los roles asumidos por los actores, y es además un acto contundente desde las redes comunitarias, las cuales han contado con poca participación en la consulta.
Todos los artículos pueden ser compartidos y publicados siempre que sean citados los datos de la fuente.
http://www.corresponsalesclave.org/2011/03/acceso-universal-en-latinoamerica-y-el-caribe-%C2%A1menos-promesas-y-mas-accion-hacia-2015-cobertura-especial.html

Posicionamento SC da Am. Lat. e Caribe sobre Declaracao UNGASS 2011

“Intensifying our Efforts to Eliminate HIV and AIDS”


Posicionamento da Sociedade Civil da América Latina

As organizações da sociedade civil da América Latina e Caribe, representada por 98 delegados e delegadas, participantes da Reunião de Alto Nível sobre HIV e AIDS nas Nações Unidas, saudamos que o documento aprovado estabeleça metas realistas[1], as quais devem ser alcançadas em prevenção, tratamento do HIV e AIDS e apoio às pessoas que vivem com HIV para o ano de 2015.

Consideramos estratégico que os Estados Membros se comprometam a realizar uma melhor coleta de dados e análise referente às populações com maior risco de infecção, e que os serviços de aconselhamento e testes confidenciais e voluntários sejam garantidos. O documento também reafirma que o pleno cumprimento dos direitos humanos e das liberdades fundamentais para todas as pessoas, é essencial na resposta  mundial ao HIV, reconhecendo ainda, que as respostas ao estigma e à discriminação contra as pessoas que vivem, o se supõe que vivem com HIV,  são fundamentais na luta contra a epidemia. 

Saudamos que o documento, além de enumerar  as medidas preventivas que os Estados Membros devem aplicar,  pela primeira vez, faz referencia ao uso dos preservativos, e não apenas ao “acesso” a eles, considerando o seu uso como "um comportamento sexual responsável”.

Valorizamos que os Estados Membros sejam estimulados a identificar e revisar, a fim de eliminar  as restrições, sobre a entrada, permanência e residência de pessoas que vivem com HIV.

Aderimos às posições defendidas pelos governos de Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Costa Rica, Guatemala e México que promoveram as posições mais progressistas, buscando garantir uma Declaração que efetivamente responda aos desafios atuais da epidemia global. Entretanto observamos com preocupação, que apesar de todos os esforços continuamos enfrentando um déficit de vontade política dos governos fundamentalistas e dos que priorizaram o interesse financeiro e comercial em detrimento da vida humana, o que se traduz em uma Declaração que não avançou em muitos pontos essenciais, a saber:

·         O segundo parágrafo aprovado debilita a credibilidade das referências aos direitos  humanos do documento, sugerindo que as leis nacionais e as normas culturais, sociais e religiosas têm prioridade sobre as obrigações dos direitos humanos.

·  A única meta que considera as mulheres trata apenas da transmissão vertical, e como tal, não contempla as mulheres, jovens e meninas para garantir o acesso à saúde, a seus direitos sexuais e reprodutivos, a uma educação sexual integral e a uma vida livre de violência.

·  Saudamos a referência expressa às populações de homens que fazem sexo com homens, pessoas que usam drogas, trabalhadores sexuais e seus clientes, ainda que nos preocupe que este enfoque, não garantiu ações concretas dos Direitos Humanos de tais populações. Também no parágrafo 26 se estigmatiza as pessoas que usam drogas, sem fazer referência à garantia de seus direitos.

·  Há evidências que na América Latina, a população mais afetada é a população trans (travestis, transexuais e transgêneros), entretanto, a mesma não é incluída no documento e continua invisibilizada. Devido à negação de alguns Estados Membros em reconhecer sua existência.

·  Entendemos que a linguagem sobre populações migrantes é muito débil frente o impacto da epidemia nestas populações. Também chamamos a atenção que os povos originários e as pessoas usuárias de drogas por outras vias, não foram consideradas.

·  Os parágrafos 77 e 85 omitem a homofobia, a transfobia e a discriminação contra as trabalhadoras sexuais, como fatores que aumentam  significativamente os riscos do HIV nestas populações, a linguagem “incluindo a exploração comercial", para qualificar o olhar sobre a exploração sexual das mulheres (não de crianças) no parágrafo 81 (também na declaração de 2006) estigmatiza os trabalhadores/as sexuais e mina o reconhecimento do trabalho sexual como trabalho.

·  Preocupa-nos que as Nações Unidas apenas considera jovens aqueles entre 15 e 24 anos, e a Declaração deixa descoberta a faixa compreendida entre 10 e 14 anos, mais ainda quando na região a exigência de consentimento de pais ou tutores e barreiras legais impedem o livre acesso à saúde de milhares de jovens.

·  É importante que a Declaração reconheça que os países tenham acesso a medicamentos de baixo custo, incluindo os genéricos, para proteger a saúde pública e promover o acesso aos medicamentos. Incluindo o compromisso de eliminar os obstáculos que limitam a capacidade dos países em desenvolvimento, para abastecer produtos para o diagnóstico, atenção, prevenção e tratamento, assim como dos medicamentos e insumos para HIV e outras "infecções oportunistas". Também, pela primeira vez, as organizações internacionais, em particular a OMPI, a UNIDO, o PNUD, a UNCTAD, a OMC e a OMS foram instadas a ajudar os países em desenvolvimento a criar capacidades nacionais destinadas a aumentar o acesso a medicamentos e tratamentos, incluso mediante a otimização da adoção e o uso das flexibilidades existentes no Acordo sobre os ADPICs. Entretanto, faz um chamado à rápida aceitação das emendas ao artigo 31 deste Acordo, que impede a concessão de uma licença compulsória com o objetivo principal ou unicamente a exportar a um país que necessita de medicamentos. 

·  Preocupa-nos que os compromissos de financiamento estão formulados de maneira que não vinculam  a obrigação dos países doadores ao abastecimento de recursos. Além de não se explicitar a necessidade de fundos para os programas de prevenção. Uma vez mais vemos com preocupação que no documento não se menciona a América Latina, o que dificulta que os fundos sejam direcionados a nossa região, agravando a crise de financiamento já afetada pela saída da cooperação internacional de nossos países.

Finalmente, consideramos que os compromissos assumidos pelos Estados Membros, devem ser tomados como oportunidade para fortalecer o monitoramento dos mesmos, entretanto nos preocupa a debilidade das ações de seguimento levantadas na Declaração. Dessa maneira, a Sociedade Civil da América Latina e do Caribe demanda:
·         Que os governos da região, agências das Nações Unidas, e a Cooperação Internacional cumpram com os compromissos firmados na “Consulta Regional e Reunião de Alto Nível Sobre Acesso Universal no México” (março 2011), fazendo os necessários vínculos com a Declaração Global “Intensificando nossos esforços para eliminar o HIV e AIDS” (“Intensifing our Efforts to Eliminate HIV and AIDS”) que hoje se aprova nas Nações Unidas.

·         Um plano e consulta regional de avaliação sobre o cumprimento das metas entre governos, sociedade civil, agências das Nações Unidas e cooperação internacional no ano de 2014;
·         A realização de uma Reunião global de Alto Nível sobre o HIV e AIDS no ano de 2016;
Nova Iorque, 10 de Junho de 2011.



[1]    Redução de 50% na transmissão (via relação) sexual e de 50% entre pessoas que usam drogas injetáveis; a eliminação da transmissão vertical (de mãe a filho) e uma redução significativa das mortes maternas relacionadas à AIDS; a redução das mortes de pessoas que vivem com HIV causada pela tuberculose em 50% e reduzir os altos níveis de co-infecção com hepatite B e C (pelas quais se determina que sejam desenvolvidas, o mais rapidamente possível, as estimativas globais ainda não disponíveis); o abastecimento de tratamento a 15 milhões de pessoas.
---------------------------


Sergio Souza Costa

Gestos
www.gestos.org

Medicis, 68 Boa Vista
Recife 50070-290 Brazil
Tel: 55.81.34217670
Mobile: 55.81.92157556
Skype: sergio.souza.costa
twitter.com/sergioscosta

Nossa missão: Construir culturas democráticas, equitativas e de paz para superar a AIDS.
Our mission: To build democratic, fair and peaceful cultures to overcome AIDS.
__._,_.___
Anexo(s) de =?ISO-8859-1?Q?Sergio=20Costa?=
1 de 1 arquivo(s)

quarta-feira, 9 de março de 2011

Acceso Universal en Latinoamérica y el Caribe:




Acceso Universal en Latinoamérica y el Caribe:

¡menos promesas y más acción hacia 2015!

Este lema resume las conclusiones y recomendaciones de las Redes Latinoamericanas y del Caribe con trabajo en VIH, en el marco de la Consulta regional y Reunión de alto nivel sobre acceso universal a la prevención, atención, tratamiento, apoyo y cuidado en VIH/Sida.
Por: Carlos Romero Prieto
El documento ha surgido de la preocupación de las instancias que integran REDESLAC (ASICAL, REDLA, COASCE, ICW, LACCASO, REDLACTRANS, REDTRASEX, RELARD  y el Movimiento Latinoamericano y del Caribe de Mujeres Positivas) así como de organizaciones y activistas de la sociedad civil, de las poblaciones vulnerables y de personas viviendo con VIH o Sida, quienes han seguido con preocupación los procesos de consulta regionales y nacionales realizados en 2006 y 2010, como parte del monitoreo al cumplimiento de metas y criterios establecidos en la declaración de compromiso sobre el VIH/sida de 2001, de la Declaración Política sobre el VIH/sida de 2006 y de los Objetivos de Desarrollo del Milenio (objetivo 6).
En el documento mencionan su desencanto por las brechas identificadas en diferentes niveles y que las metas planteadas para el 2003, 2005 y 2010 simplemente no se han cumplido. Sólo el 42% de los 1,4 millones de personas viviendo con VIH en Centro y Sudamérica están incluidas en la cobertura de tratamiento antirretroviral, y durante el 2009 la cobertura sólo se incrementó en un 6%, cuando el promedio mundial fue de 30%.
Señalaron también la escasa transparencia en la toma de decisiones para el diseño, implementación, asignación de recursos, seguimiento y evaluación de políticas y programas y la falta de medidas contundentes contra la corrupción. De manera general y resumida, los diez planteamientos son:
Reconocer el VIH como un problema de salud, de derechos humanos y de desarrollo: las respuestas nacionales deben responder a la integralidad  de conceptos de desarrollo humano, social y económico, a la garantía del pleno ejercicio de los derechos humanos y al acceso universal a los servicios de salud y otros vinculados, considerando a los derechos humanos como eje de todas las acciones en respuesta  a la epidemia del VIH, incluyendo los derechos sexuales y los derechos reproductivos en las agendas integradas para responder al VIH y sida. El estigma y discriminación deben ser erradicados.
Basar las respuestas nacionales en el principio de los Tres Unos: para ello aún necesitamos un marco de acción sobre el VIH y sida, acordado multisectorialmente. Algunos países aún no tienen una autoridad nacional de coordinación del VIH y sida y otros no tienen un marco de monitoreo y evaluación establecido y funcionando.
Garantizar la cantidad, calidad y enfoque de la inversión en respuesta al VIH: los recursos limitados en tiempo de crisis, cuando el VIH y el sida no son más parte de la agenda prioritaria, deben ser optimizados, reduciendo las brechas entre epidemia e inversión, poniendo énfasis en poblaciones en mayor riesgo. Los estados deben aumentar sus inversiones nacionales. En la región hay grandes diferencias en la manera en que los gobiernos definen e implementan fondos para responder a las epidemias nacionales de VIH. El Fondo Mundial no debe ser utilizado para solventar las debilidades de los gobiernos que privilegian los proyectos en lugar de los programas, sino para repuntar el trabajo conjunto y la inversión focalizada, eficiente y transparente, que permitan abatir los problemas de VIH en los sistemas de salud.
Abordar la problemática de las mujeres, las niñas, la igualdad de género y el VIH: los estados y gobernantes deben incluir en sus agendas acciones basadas en evidencia y fondos adecuados para atender a las necesidades específicas de las mujeres y niñas en el contexto del VIH, implementando programas y políticas que aborden los derechos y necesidades con perspectiva de género, incluyendo acciones de prevención contra la violencia de género que es causa y consecuencia del VIH para mujeres y niñas, así como acciones contra el machismo y heterosexismo.
Garantizar el fortalecimiento de la sociedad civil y la participación de las personas afectadas y en riesgo en la toma de decisiones: se deben aumentar los fondos para que la sociedad civil, incluyendo a las organizaciones, grupos y redes de personas con VIH y de poblaciones en mayor situación de vulnerabilidad y riesgo, puedan dar respuesta a las necesidades de sus poblaciones y para monitorear el cumplimiento de los compromisos gubernamentales a nivel nacional, regional y mundial sobre el VIH y el sida.
Apoyo y cuidado a huérfanos: diseñar programas y servicios para niñas/os huérfanos o afectados por el VIH para otorgarles asesoramiento, apoyo psicosocial adecuado, y asegurarles escolarización, acceso a la vivienda, buena nutrición, y servicios sociales y de salud de calidad. Entre las deudas de los gobiernos se encuentra pendientes el relevamiento que permita dimensionar y caracterizar el universo de niñas/os y adolescentes afectados directamente o indirectamente por el VIH.
Prevenir con educación: los ministros de Salud y Educación de Latinoamérica firmaron en 2008 la Declaración “Prevenir con Educación�. Poco se ha avanzado. Exigimos una agenda concreta de acciones a fin de alcanzar las metas propuestas, incluyendo educación universal e integral sobre sexualidad dentro y fuera de las escuelas, con contenidos sobre DD.HH, equidad de género y diversidad sexual. Esto es esencial para disminuir el estigma y la violencia.
Atender a las personas privadas de la libertad: los estados deben reconocer las debilidades del sistema penitenciario, incluyendo sus sistemas de salud e incorporar el paradigma de la salud pública y el reconocimiento del derecho de las personas que viven en las cárceles a una atención integral de la salud, adoptando las medidas necesarias para la atención, cuidado y prevención de las personas privadas de libertad, resguardando el acceso a la información y educación sobre la prevención del VIH, al asesoramiento y pruebas voluntarias y confidenciales del VIH, a los medios de prevención (preservativos, desinfectante y material de inyección estéril), al tratamiento y atención, y a participar voluntariamente en ensayos clínicos relacionados con el VIH.
Promover respuestas basadas en la evidencia: los estados y los cooperantes deben promover y apoyar el desarrollo de investigaciones a nivel nacional y regional que permitan documentar la situación real del VIH en la región, las prevalencias en las distintas poblaciones y su evolución, el  impacto de la epidemia en los países de la región y en las poblaciones de mayor riesgo y vulnerabilidad, incluyendo vigilar la eficacia de los ARV, la toxicidad, los efectos secundarios, la interacción entre los medicamentos y la resistencia a los mismos.
Monitoreo y rendición de cuentas: la implementación de mecanismos de monitoreo, evaluación y rendición de cuentas que incluyan a las personas que viven con VIH y a las organizaciones de la sociedad civil es esencial para garantizar mejores definiciones sobre prioridades, calidad de los servicios, adecuación y distribución de recursos.
Este comunicado ha generado un sano y positivo debate al inicio de la reunión sobre el alcance de la respuesta y los roles asumidos por los actores, y es además un acto contundente desde las redes comunitarias, las cuales han contado con poca participación en la consulta.



 
__._,_.___
Anexo(s) de liza mineli

REDLACTRANS -Consulta Acceso Universal - Conclusiones y Recomendaciones

ACCESO  UNIVERSAL