- Quandosegunda, 12 de Dezembro de 2011
- Hora17:00 até 19:00
- OndeABIA- Associação
Interdisci plinar de AIDS - DescriçãoAssuntos culturais ou de gênero não são considerados durante a elaboração dos esforços para a prevenção ao HIV/AIDS.
Pessoas da terceira idade geralmente não se sentem confortáveis em falar de seus comportamentos sexuais ou uso de drogas para outras pessoas.Isto faz co...m que poucos adultos mais velhos procurem os grupos de apoio para que possam compartilhar seus anseios e momentos felizes. Além disso, quando procuram, são poucos os que encontram tais atividades abertas para poderem compartilhar suas vidas privadas ou até mesmo se inserirem em grupos sociais de discusões.
Muitos HSH, atualmente nessa faixa etária, não passaram pelos mesmos processos de coming out (assumir-se) que HSH mais jovens passam nos anos mais recentes.
Muitos desses homens começaram suas vidas sexuais antes da existência do movimento gay, dos movimentos sociais de liberação sexual e afirmação de identidade gay. Tão pouco, se reconhecem nas identidades político/sociais propostas pelos setores mais politizados.
Por outro lado, muitos dos primeiros ativistas do início do movimento homossexual, organizados dos anos 70 e 80, estão ingressando na terceira idade, tendo ainda, seja como depositário de memórias, seja por sua militância, uma contribuição imensa a dar para a promoção dos direitos humanos/sexuais da população HSH.
E não podemos esquecer de um número considerável, talvez de forma mais silenciosa, de homens que, somente após os 50 anos de idade, após cumprirem com o script como pai, marido, homem heterossexual, decidem mudar e vivenciar desejos e vivencias homossexuais, seja com homens jovens ou de sua faixa etária.
Venham compartilhar suas experiências com outras pessoas, para que juntos possamos elaborar momentos POSITIVOS em nossos cotidianos.
As oficina às 17:00 h, dia 12 dezembro, na sede da ABIA (Av. Presidente Vargas, 446/13º andar, Centro/RJ).
Mais informações podem ser obtidas na ABIA (falar com Vagner de Almeida, Juan Carlos) pelos telefones 2223-1040 ou 81070109, pelos e-mails abia@abiaids.org.br /vagner.de.almeida@gmail.com ou pelo blog terceiraidadehsh.blogspot. com .
Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Abia anuncia Oficina Cultural e de gênero III Idade HSH:
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Evento Gestão Social #3setor
Caso você não consiga visualisar esta imagem, a mesma segue anexa.
Local: Fundação Getulio Vargas - Rua Itapeva, 432 - Bela Vista (Acesso também pela Av. 9 de Julho, 2029)
Data: 19/08/2011
Horário: 18h00
Contato: areasocial@jpfgv.com
Para realizar a inscrição, preencha a ficha disponibilizada no link a seguir. O boleto bancário será enviado para o e-mail cadastrado na ficha.
https://spreadsheets.google.
Acompanhe também a Consultoria Júnior Pública através de nosso site e twitter. www.jpfgv.com.br e @jpfgv
--
Av. Nove de Julho, 2029 - 7º andar
Tel: (11) 3799-7902 / Fax: (11) 3262-2796
www.jpfgv.com.br / www.twitter.com/jpfgv
| Convite Gestão Social - e-mail.jpg 65K Visualizar |
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Dobram os casos de Aids na terceira idade em 10 anos
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Mais de 4 mil participantes do Enem tinham acima de 60 anos em 2010 26/01/2011 Agência Brasil
sábado, 6 de março de 2010
Depois dos Trinta (Natalia do Vale)
Depois dos 30, faça bom uso da maturidade e viva melhor
Oito mulheres mostram que nunca é tarde demais para assumir novos desafios
Por Natalia do Vale
Amy Cohen sempre achou que aos trinta anos estaria no melhor momento de sua carreira, teria um marido dedicado e dois filhos lindos.
Mas a realidade foi bem diferente. Aos trinta e cinco anos, Amy perde a mãe, vítima de um câncer, é demitida do trabalho, em que é roteirista de séries de TV, além de ser abandonada pelo namorado com quem planejava se casar.
Diante dessa sucessão de rasteiras, Amy fez o menos improvável numa situação como essa: decidiu reinventar-se. É ela mesmo quem narra a história em tom autobiográfico e libertador do livro Nunca É Tarde Demais (editora BestSeller), cuja maior lição é de que a vida, permite, sim, uma guinada.
No caso de Amy, ela não se deixou sucumbir à dor e às perdas e se lançou para uma jornada de novas descobertas e transformações.
Amy decidiu passar por novas experiências - até mesmo aprender a andar de bicicleta.
"Com a maturidade, você já sabe o que quer e não tem mais os medos e inseguranças da juventude. É a hora de aproveitar a oportunidade que nunca teve e fazer a vida ficar mais animada, assumindo novos desafios", explica a psicóloga Marina Vasconcellos.
A seguir, você confere histórias inspiradoras de mulheres, como Amy, que expandiram seus horizontes em busca da felicidade.
Miriam Nascimento nunca fez questão de dirigir um carro, sempre ocupou o lugar do carona. Mas, depois que seu marido faleceu, além de ter que assumir o negócio da família, uma pousada no litoral, também teve que aprender a ser motorista.
Sozinha e com uma filha pequena, ela se viu impossibilitada de praticar suas atividades corriqueiras por não saber dirigir. "Entrei na auto-escola com 39 anos e venci o meu medo. Foi uma alegria perceber a minha capacidade de superação", conta.
Para a psicóloga Marina Vasconcellos, assumir tarefas vistas como já ultrapassadas para aquela idade é sinal de coragem, pois, quando o fazemos, enfrentamos críticas e lidamos com um fator importante da maturidade: a síndrome da prevenção. "Já sabemos as consequências do que estamos fazemos e temos consciência das nossas limitações", afirma.
Aos 52 anos, a empregada doméstica Maria Antonia da Silva decidiu retornar a escola para aprender uma outra língua, o inglês. Ela quis aprender o idioma quando teve acesso à internet para ajudar os filhos nas tarefas escolares e viu que muitos dos sites que consultava eram na língua inglesa.
"Era tanta informação nova, que fiquei perdida, então, decidi me matricular na escola e convivo numa boa com minhas colegas de sala, apesar da diferença de idade", conta.
Meu novo namorado
Hoje, aos 74 anos, namora o advogado aposentado Pedro Coelho, de 65 anos, e faz planos de casamento: "não pude me casar na igreja porque eu era muito nova, mas acho lindo casar de branco, por isso, fico namorando os vestidos na vitrine. Um dia eu ainda caso como manda o figurino", diz Paula.
No final desse ano, Maria Selma realizou o sonho de infância. Aos 47 anos, ela andou pela primeira vez de bicicleta. ?Me senti livre, como achei que aconteceria?, explica a dona de casa, casada e mãe de três filhos. Antes do grande dia, teve treino. A filha, Flávia, de 24 anos, ajudou.
"Quando eu era criança, meus pais nunca tiveram condições de me dar uma bicicleta, por isso passei a vida inteira sonhando com esse dia", conta Maria Selma.
Para a psicóloga Marina Vasconcellos, a bicicleta faz parte do universo lúdico da criança, porém, mais do que um objeto de lazer, ela é um ícone da infância.
"Esta vontade, como a de Maria Selma, de realizar um desejo que nos remete a nossa infância, representa que crescemos com a bagagem que adquirimos quando ainda somos crianças, seja ela positiva ou negativa, e de que temos capacidade de nos reciclar e nos renovar sempre", explica.
Auracy Lopes Barbosa sofreu tanto com a ausência da filha, que passou no vestibular e foi morar em outra cidade que até entrou em depressão.
E foi justamente nos estudos que ela encontrou o tratamento para a doença. Aos 52 anos, ela se matriculou em um curso de enfermagem e sonha em ir mais além: "quero me formar e fazer outros cursos. A mente da gente não envelhece", fala Aracy.
"Envelhecer exercitando a mente é um excelente remédio para os males da terceira-idade. Uma mente ativa é sinônima de velhice saudável", explica a psicóloga.
Baile da saudade? Baile da terceira-idade?
Otília Marques é ótima pé-de-valsa, mas o negócio dela mesmo é a balada no final de semana."Curtir a noite aos 54 anos tem um gostinho especial", afirma ela.
Separada há 20 anos, ela conta que depois que os filhos cresceram e saíram de casa, resolveu encontrar uma forma de fazer reencontrar a alegria e começou a frequentar festas badalas de São Paulo: "adoro música e gente bonita. Essa coisa de baile da terceira idade não está com nada. Eu quero mais é diversão", brinca ela.
Não adianta. Chega uma hora que não dá para evitar a seguinte pergunta: "eu estou feliz com o meu corpo?". Se a resposta for "não", deixe a preguiça de lado e corra atrás do prejuízo.
Foi exatamente o que fez Luiza Machado, de 42 anos, depois de engordar 30 quilos, em função de sua separação: "eu não queria mais sair de casa, então, um dia olhei para mim e me perguntei por que eu não mudava aquilo que estava me incomodando", relembra.
Luiza procurou ajuda nutricional e emagreceu 20 quilos. Hoje leva vida nova e se sente orgulhosa de si mesma, quando consegue entrar no manequim 40: "é muito bom me sentir bonita de novo", explica.
Claudia e Sidnei resolveram ficar grávidos aos 40. Depois de se firmar na carreira, a jornalista, hoje com 45 anos, conta que o maior desafio foi superar os medos dos estereótipos: "eu tinha medo de parecer avó do meu filho e de não dar conta do recado em função da minha idade. Hoje ele tem 5 anos e, apesar das limitações típicas da idade, vejo que dei conta do recado e que ser mãe é muito mais do que ter pique e fazer brincadeiras engraçadas, é ter responsabilidade e descontração na medida certa e acho que estou encontrando o equilíbrio", diz Claudia.
Fomte:www.Yahoo.minhavida.com.br(06/03/010)