Hi, Nilo_Geronimo_Borgna. Catherine Pearson wrote a new post Teen Pregnancies, Abortions Plummet With Free Contraception Catherine Pearson 10/01/14 Though teen birth rates have dropped in the past several decades, more than 750,000 girls between the ages of... To comment on this post, follow the link below: http://www.huffingtonpost.com/2014/09/30/teen-pregnancy_n_5908632.html?utm_source=Alert-blogger&utm_medium=email&utm_campaign=Email%2BNotifications If you would rather not receive notifications emails from The Huffington Post you can update your settings here.
Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Cartilha de prevenção de anencefalia - Mulher: Antes que você planeje engravidar...
Cartilha de prevenção de anencefalia - Mulher: Antes que você planeje engravidar...
| MULHER ANTES QUE VOCÊ PLANEJE ENGRAVIDAR....pdf 3865K Exibir como HTML Examinar e baixar |
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Drinking Alcohol While Pregnant Has Long-Lasting Effects In Children, Study Finds
| Hi, Nilo_Geronimo_Borgna. Catherine Pearson wrote a new post Drinking Alcohol While Pregnant Has Long-Lasting Effects In Children, Study Finds Drinking Alcohol While Pregnant Has Long-Lasting Effects In Children, Study Finds Posted: 08/22/2012 7:01 pm A new study falls into the "no" category, finding that drinking during pregnancy has lasting effects on children's size. The paper is one of the first to analyze the effects of alcohol exposure in a single group of children over a long period of time. "Although decades of research have shed light on the negative effects of drinking during pregnancy, many questions remain," author Dr. Colin Carter, an instructor in pediatrics at Harvard Medical School, told The Huffington Post. "This study reveals that growth restriction, a known effect of drinking, occurs before birth and in many cases is permanent." Carter and his colleagues recruited two groups of pregnant women at a clinic in Cape Town, South Africa; 85 were defined as heavy drinkers, consuming two or more drinks per day or four or more drinks on a single occasion while pregnant. Another 63 women were defined as light drinkers, having less than one drink a day, or abstained from alcohol entirely.>>>>>
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quarta-feira, 4 de julho de 2012
Gravidez Interrompida (Excelente Matéria !)
Gravidez Interrompida (Excelente Matéria !)
Prezad@s,No Anexo, excelente matéria.
Não deixe de ler!
abraços,
Ana
Gravidez Interrompida
Revista Nordeste Vinte e UmNenhuma mulher deseja, mas uma em cada cinco brasileiras já fez. Algumas sob as condições mínimas de higiene oferecidas pelas clínicas clandestinas, mas que cobram preços exorbitantes.
| GRAVIDEZ INTERROMPIDA.pdf 3077K Exibir como HTML Examinar e baixar |
terça-feira, 22 de maio de 2012
Bem Fam CLIPPING - 21/maio/2012
| CLIPPING.doc 119K Exibir como HTML Examinar e baixar |
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Não à MP 577/2011 MS! Em defesa da vida das mulheres!
Não à MP 577/2011 Ministerio da Saúde! Em defesa da vida das mulheres! Campanha da Marcha mundail de mulheres. Manifeste-se!
Denise Hecksher
Não à MP 577/2011 MS! Em defesa da vida das mulheres! No dia 26/12/2011, o Ministério da Saúde publicou a Medida Provisória 557/2011, que institui o Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para Prevenção da Mortalidade Materna que prevê um cadastro universal das gestantes e puérperas buscando identificar as que estão com gestação de risco. Segundo o Ministério da Saúde essa iniciativa visa a responder a uma preocupação de que os municípios e Estados fortaleçam sua intervenção e garantam a realização de uma atenção eficaz e humanizada como parte do esforço de redução da mortalidade materna a níveis aceitáveis segundo a OMS. É conhecida a gravidade dos índices de mortalidade materna no Brasil, seu corte de classe e raça e, portanto, a urgência que uma Política Integral de Atenção à Saúde da Mulher priorize essa questão. No entanto a edição desta MP levanta várias dúvidas quanto à sua adequação e se, de fato, é necessário criar esse tipo de mecanismo e, mais ainda, por meio de um dispositivo de Medida Provisória. Em primeiro lugar chama a atenção de maneira contundente o fato de que ela mexe na lei geral que organiza o sistema de saúde (Lei 8080 de 1990) para introduzir na legislação a questão dos direitos do nascituro. A introdução da idéia de direitos do nascituro tem sido, ao longo de várias décadas, uma questão central na disputa realizada pelos setores que buscam restringir os direitos das mulheres à autodeterminação e autonomia em relação à maternidade. Um debate que se contrapõe não apenas ao movimento de mulheres, mas a todos os setores progressistas que reconhecem a importância de se resguardar e reafirmar o direito das mulheres frente às tentativas constantes de introduzir esta contraposição no ordenamento legal brasileiro. Não é pouco lembrar que, até agora, o marco principal é a Constituição brasileira onde prevaleceu o direito à vida desde o nascimento e os direitos das mulheres enquanto gestantes, recusando-se essa noção movida principalmente por influências religiosas conservadoras. O mais preocupante, portanto, é que a MP 557/2011, introduz a figura do nascituro como portador de direitos, quando é fato que esse não existe fora do corpo da gestante. O fato é que esses setores retrógrados não conseguiram introduzir essa questão na legislação no Brasil até o momento, ainda que nos últimos anos tenha se acirrado a pressão para se definir os direitos das pessoas, e neste caso em especial das mulheres pela ótica de ideologias religiosas conservadoras. É inaceitável que isso seja realizado pelo Ministério da Saúde e a partir de uma questão tão sensível como propostas de redução da mortalidade materna. Com isso, o Ministério assume a linguagem dos setores reacionários, o que é inadmissível, e retrocede no processo de acúmulo que o SUS representa em termos de uma concepção de saúde vinculada ao pleno exercício de direitos. Evidentemente o caráter persecutório da MP torna-se mais forte pelo fato de que no Brasil as mulheres são criminalizadas pela realização do aborto. Nos últimos anos há uma ofensiva conservadora e aumento da perseguição e criminalização das mulheres, inclusive com a interdição policial de clínicas, com a utilização de prontuários e registros das usuárias. As mulheres não podem exercer sua autonomia diante de uma gravidez indesejada e ficam expostas a riscos para sua saúde, sua integridade física e liberdade. É evidente que o cadastro proposto é universal e compulsório, como se pode ler no texto da MP. Se é possível tomar medidas para que isso não seja utilizado como mais um instrumento de restrição de liberdade das mulheres em sua vida reprodutiva, os argumentos do Ministério da Saúde de que ?universal? não se confunde com ?compulsório? só faz sentido se isso corresponde a uma sugestão do Ministério de que as mulheres não procurem os serviços de saúde! Aliás, todas nós esperamos e queremos um atendimento integral à saúde das mulheres e que todas possam estar inscritas no sistema de saúde. O que torna, portanto, mais estranha e incompreensível a necessidade de tal cadastro específico de gestantes, mesmo considerando a problemática da mortalidade materna. Desde o início da gestão, tem prevalecido nas ações do Ministério da Saúde uma perspectiva conservadora que não leva em consideração a saúde integral das mulheres e está centrada fundamentalmente no aspecto materno infantil. Nesse sentido a MP é uma continuidade da rede cegonha e de uma visão redutora do papel das mulheres como mães e reprodutoras. Também chama a atenção a introdução da proposta de um Comitê Gestor Nacional sem qualquer participação da sociedade civil, e principalmente de Comissões de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento de Gestantes e Puérpuras de Risco quando na realidade já existe no sistema de saúde, com participação dos movimentos e da sociedade civil, os Comitês de Morbi-Mortalidade Materna, fruto da luta e reivindicação dos setores organizados como parte de toda uma luta dos movimentos sociais por um sistema de saúde público e com controle social. A proposta não segue o acúmulo do SUS, prevendo em sua composição apenas a participação de profissionais e gestores, e desconhece o papel do movimento organizado nesses instrumentos. Finalmente, o enfrentamento da mortalidade materna exige enfrentar a terceira causa de mortalidade materna que é o abortamento inseguro. É amplamente conhecido que isso só será possível se for respeitada a autonomia das mulheres e o aborto diante de uma gravidez indesejada for parte da política de saúde pública. É obrigação do Ministério da Saúde ter políticas de atenção à maternidade que busquem reduzir a morbi-mortalidade materna e para isso é necessário qualificar a assistência e garantir o acesso e acolhimento nas unidades e hospitais, tanto na regulamentação para o atendimento privado como nos serviços sob responsabilidade da rede SUS. Nesse sentido a o benefício de R$50,00 terá um papel importante para o deslocamento daquelas que têm dificuldade financeiras. Sua eficácia, entretanto, depende da existência de outras políticas sociais associadas. Mas, mais uma vez, não é isso o que justifica a edição desta medida provisória. É urgente que o Ministério da Saúde retire essa MP e articule suas ações para redução da mortalidade materna em acordo com mecanismos e as diretrizes já previstos no SUS e nas Conferencias Nacionais de Saúde. Por isto, nós, da Marcha Mundial das Mulheres, exigimos: ? Que o Ministério da Saúde retire a MP 577/2011 no sentido de garantir a integralidade da saúde da mulher em consonância com seus direitos e garantias individuais; ? Que o Ministério da Saúde retome o debate sobre os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres e que o governo reafirme a autonomia política das ações condizentes com os princípios do Estado Laico, tomando medidas sem se curvar para conservadorismos ou morais religiosas; ? Um compromisso explícito do governo de impedir todas as ações de retirada de direito das mulheres nas políticas públicas; ? Que o Ministério da Saúde e o governo federal em conjunto com a sociedade civil enfrentem o debate do aborto inseguro e a necessidade de políticas de atendimento às mulheres que decidem interromper uma gravidez indesejada e, portanto, que o aborto seja descriminalizado e legalizado. Marcha Mundial das Mulheres |
--
Carlos Ebeling Duarte
Cel 51 9984 6674
skipe - carlosduarters
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Tipo sanguíneo pode afetar fertilidade de mulheres acima de 35 anos
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
24/09/2010 Dia Mundial da Prevenção da Gravidez na Adolescência
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Homens produzem mais hormônios com nascimento do filho, diz estudo 16/08/2010 BBC
Homens produzem mais hormônios com nascimento do filho, diz estudo
16/08/2010
BBC
Uma pesquisa de uma universidade em Israel afirma que os homens, ao se tornarem pais, passam por um processo de aumento de produção de hormônios semelhantes ao das mulheres que viram mães.
Assim como acontece com as mulheres que se tornam mães, os pais também passam a produzir mais neuroquímicos que ajudam a torná-los mais afetuosos, o que auxilia no processo de paternidade.
Os hormônios oxitocina e prolactina são produzidos em maior quantidade na mulher do que nos homens devido a processos físicos, ligados à gravidez. A oxitocina ajuda as mulheres a fazerem as contrações durante o trabalho de parto. Já a prolactina ajuda na amamentação.
Cientistas acreditavam que os homens não produziam mais hormônios, por não estarem fisicamente envolvidos no parto da criança, mas a nova pesquisa indica que processo masculino é semelhante ao que acontece com as mães.
Tempo com os filhos
Os pesquisadores da universidade de Bar-Ilan, em Israel, analisaram os níveis hormonais de 43 pais, seis meses depois do nascimento de seus filhos.
" Isso ressalta a importância de se dar oportunidades de interação entre pais e filhos logo após o nascimento, para desencadear as mudanças no sistema neuro-hormonal "
Os homens também foram filmados na presença dos seus filhos, para que se avaliasse como cada um se adaptou ao novo papel de pai.
Os cientistas acharam um padrão entre o nível de hormônio e a habilidade dos pais de se relacionarem bem com seus bebês. Quanto mais hormônios cada homem produzia, melhores eram suas habilidades paternas, na hora de brincar e se comunicar com a criança.
"Esta parece ser uma forma que a evolução [das espécies] encontrou para ajudar a transformar os homens em bons pais assim que eles têm filhos", disse a pesquisadora Ruth Feldman, da universidade de Bar-Ilan, em Israel.
"Estes hormônios parecem ter um papel importante na forma como os homens se relacionam com seus filhos recém-nascidos."
A pesquisa foi publicada na revista científica Hormones and Behavior.
"É possível, na medida em que o contato com o filho aumenta diariamente, em par com o crescimento das habilidades sociais do filho entre os dois e seis meses de nascimento, que os níveis de prolactina e oxitocina se reorganizem, criando novas conexões", afirma o artigo publicado na revista.
Outro experimento realizado pelos cientistas com 80 casais revelou que o aumento do hormônio oxitocina aconteceu da mesma forma em homens e mulheres.
Agora, os cientistas buscam hipóteses para descobrir o que faz os homens produzirem mais hormônios, já que eles não dão à luz nem amamentam.
Para Feldman, o simples contato dos pais com os filhos pode ser a resposta.
Cortesia:Clipping Bem Fam
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Mulher vai evoluir para ter filhos em idade avançada Folha de SP 23/07/2010 Como muitas mulheres esperam chegar a uma idade avançada para dar à lu
Mulher vai evoluir para ter filhos em idade avançada
Folha de SP
23/07/2010
Como muitas mulheres esperam chegar a uma idade avançada para dar à luz, apenas aquelas com genes de fertilidade mais duradouros serão bem sucedidas, segundo reportagem do site do jornal britânico "Telegraph".
Isso significa que a duração média da fecundidade vai crescer quando os genes forem passados aos filhos.
O estudo da Universidade de Sheffield mostra que antes as mulheres se casavam cedo e, se ficassem viúvas, eram velhas demais para casar novamente, favorecendo o parto precoce.
Mas a relutância de hoje para se estabelecer e engravidar mais tarde podem favorecer a fertilidade em mulheres mais velhas.
Os pesquisadores estudaram os padrões do matrimônio para rastrear a sobrevivência e histórias de casamento de 1.591 mulheres, em registros finlandeses dos séculos 18 e 19, uma época em que quase todos se casavam e o divórcio era proibido.
Eles descobriram que as mulheres com idade entre 30 e 35 anos foram as que mais se casavam. Aquelas que se uniram a maridos ricos casaram em uma idade mais jovem, mas com homens relativamente mais velhos, ou seja, o tamanho das famílias eram maiores, mas com maior risco de viuvez.
Os investigadores dizem que esta possibilidade elevada de viuvez, juntamente com poucas perspectivas de casamento para viúvas com filhos mais velhos, limitava a porcentagem de mulheres na população com oportunidade de reproduzir em idades mais avançadas.
Duncan Gillespie, do Departamento da Universidade de Ciência Animal e Vegetal, disse que na sociedade de hoje, entretanto, as mulheres não iniciam a gravidez até uma idade mais avançada, porque muitas vezes, o casamento é adiado.
Clipping Bem Fam(23/07/010)
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Bebida com gravidez não
Mulheres que bebem na gravidez podem prejudicar fertilidade dos filhos
O Estado de S. Paulo
30 de junho de 2010
Em estudo, concentração de esperma foi 32% menor em grupo onde houve maior consumo de álcool
Mulheres que bebem durante a gravidez podem prejudicar a fertilidade futura de seus filhos, segundo afirmaram pesquisadores dinamarqueses em conferência da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia.
Em um estudo com quase 350 homens jovens, os níveis de espermatozoides eram um terço menor naqueles cujas mães tinham bebido mais do que quatro doses por semana durante a gestação, em comparação às abstêmias.
De acordo com os pesquisadores, esses homens podem ter mais dificuldade para ter um filho. Especialistas britânicos afirmam que o álcool pode não ser o problema, mas um conjunto de fatores.
O conselho atual é evitar o álcool durante a gravidez, mas aquelas que não o fazem são aconselhadas a não beber mais que uma ou duas doses de álcool, uma ou duas vezes por semana.
O estudo analisou homens, atualmente com idades entre 18 e 21 anos, cujas mães tinham participado de um grande estudo sobre estilo de vida quando estavam grávidas deles.
Os pesquisadores disseram durante a conferência que dividiram os homens em quatro grupos: aqueles cujas mães não beberam nada; os cujas mães bebiam de uma a uma dose e meia por semana; de duas a quatro doses por semana; e mais de quatro doses por semana.
Uma dose foi classificada como uma cerveja, um copo pequeno de vinho ou uma dose de destilado.
Quando os pesquisadores analisaram a quantidade de espermatozoides nas amostras de sêmen dos participantes, descobriram que aqueles com a maior exposição ao álcool no útero tinham concentrações médias de 25 milhões por mililitro em comparação a 40 milhões/ml naqueles cujas mães não beberam álcool.
Cortesia Clipping Bem Fam(30/06/010)
terça-feira, 4 de maio de 2010
Reprodução Planejada para Soropositivos
Governo defende reprodução planejada de soropositivos
FOLHA DE S. PAULO
04/05/2010
O Ministério da Saúde elabora documento em que estimula portadores de HIV que queiram ter filhos a fazer sexo desprotegido em condições específicas. Segundo o texto, se o casal planejar a gravidez na melhor fase clínica do tratamento, o risco de transmitir o vírus é muito menor. Isso inclui estar com a quantidade de vírus baixa e o total de células de defesa elevado, não ter doenças crônicas associadas nem infecções no trato genital.
Documento estimula sexo desprotegido no dia fértil da mulher, para diminuir risco
Segundo informações do Ministério da Saúde, quase 3.000 mulheres com o vírus da AIDS, em tratamento, engravidaram em 2008
O Ministério da Saúde elabora um documento em que estimula soropositivos interessados em ter filhos a fazer sexo desprotegido, em datas e condições clínicas específicas.
O documento inclui estratégias de redução de risco de transmissão do vírus, em um contexto onde a maioria dessas pessoas não tem acesso a tratamentos de reprodução assistida para tentar engravidar.
"Em 2008, quase 3.000 mulheres soropositivas engravidaram e a maioria estava em tratamento com antirretroviral. Elas poderiam ter sido orientadas a se expor apenas no período fértil", diz Andrea da Silveira Rossi, consultora técnica do DEPARTAMENTO DE DST/AIDS e Hepatites Virais do ministério.
Segundo Rossi, se o casal planejar a gravidez na melhor fase clínica do tratamento da AIDS, os riscos de transmissão do vírus são muito menores.
Isso inclui estar com a carga viral indetectável e o CD4 (células de defesa) elevado, não ter outras doenças crônicas associadas, não ter infecções do trato genital (como outras doenças sexualmente transmissíveis) e planejar a relação para a data exata do período fértil.
A estratégia não elimina o risco de transmissão do vírus, mas o reduz muito, segundo Rossi.
Após a relação desprotegida, o documento recomenda que o parceiro sem HIV tome os ANTIRRETROVIRAIS como prevenção.
O protocolo dirá também que, se a mulher for SOROPOSITIVA, ela deverá continuar tomando o antirretroviral durante a gestação, e o bebê também tomará a droga no primeiro mês de vida. A criança não poderá ser amamentada.
O número de grávidas com HIV é cada vez maior, diz Rossi: "Esse assunto é pouco discutido. Temos que orientar os casais que não têm acesso às técnicas de reprodução assistida sobre formas de engravidar".
"Em termos de porcentagem de chance de contaminação [cerca de 2%], pode ser aceitável a gravidez natural. Mas se considerarmos a doença, acho que não", diz Eduardo Pandolfi Passos, vice-presidente da Sociedade Latino-Americana de Reprodução Assistida.
"Relações desprotegidas são contraindicadas. Em alguns casos, o risco de contaminação chega a 4%", diz Waldemar de Carvalho, coordenador o Centro de Reprodução Assistida em Situações Especiais da Faculdade de Medicina do ABC.
Já o infectologista Caio Rosenthal, do Emílio Ribas, diz: "Estudos sugerem que a contaminação, nos casos em que a carga viral é indetectável, é menor do que se pensava. Com a orientação certa e conhecendo os riscos, [a gravidez] é questão da autonomia do casal".
OMS
A OMS aborda o tema desde 2006. O documento, porém, cita a redução de riscos (sexo sem CAMISINHA) para casais em que ambos têm o vírus. No caso de a mulher ser HIV positivo e o homem não, a OMS recomenda a autoinseminação. No caso de o homem ter a doença, a OMS sugere reprodução assistida.
"A maioria dos pacientes não pode pagar por reprodução assistida. Com certeza vamos receber críticas, mas as orientações são individualizadas. Falamos em redução de risco, não em eliminação", diz Rossi.
quarta-feira, 24 de março de 2010
Entrevista de Drauzio Varella ao Correio Brasiliense:
Paloma Oliveto
Publicação: 24/03/2010 07:00 Atualização: 24/03/2010 11:20
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Além de falar sobre a novidade, Drauzio Varella comentou, durante a entrevista, diversos assuntos relacionados à saúde, do envelhecimento ao controle de natalidade. Ele lembrou que os brasileiros não devem se deixar levar por boatos sobre possíveis riscos da vacina contra o H1N1, alertou que não existe no país um controle eficaz de epidemias e criticou a falta de acesso às políticas de contracepção por parte da população carente: “O conjunto de fatores que leva à falta de planejamento familiar é uma violência absurda que a sociedade brasileira comete”.
O médico de todas as famílias
Eu tomei a vacina, receito para meus pacientes, para minha família... É uma gripe importante, que pode trazer alguns problemas sérios, e que está associada a uma mortalidade que não é exagerada, mas é expressiva. Morrer de gripe é uma coisa muito humilhante”
“Doutor” Google
Há uma quantidade absurda de informações sobre saúde hoje na internet. Tiro por mim mesmo. Às vezes, procuro alguma informação e fico confuso. Há das mais variadas, desde fontes aparentemente sérias, outras nem tanto, e outras completamente desvinculadas da realidade. Eu não acho mau, em princípio, você ir ao Google e tentar ver o que existe a respeito daquele agravo de saúde que lhe preocupa naquele momento. No passado, as pessoas eram muito ignorantes a respeito dos temas médicos. Hoje, todos nós que clinicamos vemos que os pacientes já chegam ao consultório com um grau de informação razoável. O problema é que nem sempre essa informação vem dirigida; então, você encontra grandes avanços tecnológicos ao lado de tratamentos alternativos que não têm nenhum significado do ponto de vista prático, ao lado de condutas que nunca foram testadas cientificamente. Isso dificulta para quem não tem formação na área a interpretar e entender essas informações tão variadas.
Vacina contra o H1N1
Tem corrido pela internet uma quantidade de informações completamente tresloucadas a respeito da vacina. Uma delas entrevista uma (pessoa) que seria ex-ministra da Saúde da Finlândia. Eu já tive oportunidade de ver algumas entrevistas dessa senhora pela internet e fico pensando: “Que raios pensaram os finlandeses em colocar uma pessoa como essa como ministra da Saúde?”. Pega muito mal para a Finlândia isso. As coisas que ela afirma são levianas. Eu tomei a vacina, receito para meus pacientes, para minha família... É uma gripe importante, que pode trazer alguns problemas sérios, e que está associada a uma mortalidade que não é exagerada, mas é expressiva. Morrer de gripe é uma coisa muito humilhante.
Controle de epidemias
Nós não estamos preparados para lidar com as epidemias. Temos gente preparada no ministério (da Saúde), nas secretarias, mas você pega uma epidemia como dengue, por exemplo. Primeiro que você não consegue acabar com o mosquito, isso é impossível. O mosquito cresce em água parada por volta das casas; você tem que conseguir que cada um tenha a responsabilidade de não deixar água parada, e o poder público tem de ter a responsabilidade de impedir a água parada nos espaços públicos. Isso tudo já não é fácil, e se a gente pega a desordem com que crescem as populações urbanas no Brasil, com favelas, com pessoas que moram de formas precárias, é praticamente impossível impedir que o mosquito se prolifere. Mas você pode diminuir a proliferação, com campanhas, com medidas governamentais, com esclarecimento à população. Não precisa ter tantos casos de dengue como a gente tem. O fato de não conseguir acabar com o mosquito não quer dizer que as pessoas têm de morrer de dengue. Eu já disse isso mais de uma vez: não é vergonha existir dengue no Brasil, a vergonha é morrer gente de dengue no Brasil. Tem certas epidemias que vamos enfrentar e conviver com elas, então precisamos de uma estrutura que permita combatê-las.
Saúde na mídia
Nós, médicos, criamos um canal de comunicação com a sociedade, que muitas outras profissões não conseguiram criar. Você não encontra no Brasil uma pessoa que não saiba que fumar faz mal. Todo mundo tem uma ideia do que é o colesterol, nós sabemos que a obesidade não é uma coisa boa; temos, enfim, um esclarecimento razoável da população brasileira. Temos proporcionalmente um número inferior de fumantes no Brasil em comparação aos Estados Unidos, mesmo com todas as coisas que eles fizeram (para coibir o tabagismo). Houve uma grande mudança no comportamento em função do trabalho de divulgação que foi feito. Se você compara isso com outras profissões, podemos dizer que a medicina avançou mais depressa. Por exemplo, se eu perguntar quais são os grandes problemas da engenharia ou da arquitetura no Brasil, ou mesmo do ensino, poucas pessoas saberão dizer. Então, nesse sentido, a medicina conseguiu fazer um trabalho melhor. Está longe do ideal ainda, há um caminho grande para ser percorrido, e acho que esse caminho vai ser pelos meios de comunicação de massa.
Qualidade de vida
Quando se fala em qualidade de vida, é aquilo que todas as pessoas querem: ter tempo para lazer, ficar com a família, tomar um chopinho... Infelizmente, o mundo moderno cai em cima de nós, temos inúmeros papéis para desempenhar. Antigamente, era mais fácil porque a mulher ficava em casa e era responsável por todos os problemas do lar; os homens trabalhavam fora e eram responsáveis por trazer o dinheiro. Não estou dizendo que isso era bom, mas era assim, e as pessoas tinham os papéis muito definidos. Hoje temos vários papéis, e para as mulheres é pior. Elas ainda são responsáveis pela casa, pelos filhos, e ainda trabalham e têm que competir com os homens. Esse tipo de pressão cria problemas, é difícil ter de acordar às cinco e meia da manhã, ter de alimentar os filhos, levar para escola, passar o dia inteiro no trabalho, buscar as crianças, organizar a vida doméstica... Não é fácil. Mas a gente tem de pensar que o corpo humano é uma máquina, que precisa ser cuidado. E esses cuidados implicam basicamente atividade física, alimentação saudável e tentar se ver livre dessa pressão que chamamos de estresse. E, além disso, outras medidas óbvias: não dá para fumar, beber exageradamente, usar drogas... O problema nosso é que o mundo moderno nos joga na cadeira o tempo inteiro, passamos o dia inteiro sentado. Pagamos um preço alto por isso. A vida sedentária faz muito mal para o corpo. Temos de encontrar no dia a dia um jeito de praticar atividade física. Se você não tem tempo de ir à academia e ficar uma hora fazendo exercícios, tente incorporar a atividade no dia a dia: sobe escada, anda, no fim do dia você vai somar esses exercícios que, às vezes, são mais importantes do que ficar o dia inteiro na academia.
Jovens e Aids
Tivemos em relação à Aids três fases. Na primeira, era considerada uma ‘peste gay’, só pegava em homossexual. Infelizmente, pagamos um preço alto, muitas mulheres e usuários de drogas injetáveis se infectaram porque achavam que não havia riscos. Depois passamos para uma fase de conscientização da sociedade, com campanhas, com o medo de pegar uma doença incurável, que significava a morte depois de um ano de sofrimento. Aí passamos para a fase dos remédios com alta eficácia, o chamado coquetel, e a Aids parou de ser uma doença mortal a curto prazo. Mas a doença não tem cura, ela tem tratamento. As gerações mais novas que não viram o começo da Aids e não sentiram o impacto daquelas pessoas cadavéricas, com problemas gravíssimos de saúde, hoje se descuidam muito. As populações onde a Aids mais crescem são as mulheres com mais de 50 anos e os mais jovens; especialmente, os homossexuais mais jovens. Os homossexuais mais velhos, que estiveram no epicentro da epidemia, são mais cuidadosos. Os mais jovens têm uma atitude mais irresponsável em relação à transmissão do HIV.
Envelhecimento
O envelhecimento é inevitável, não há como deixar de envelhecer. Aliás, a alternativa para não envelhecer é horrível, é você morrer moço. O que mudou na medicina moderna é que envelhecimento não é uma condição que leva necessariamente à doença. Quando eu era estudante, você pegava um senhor de 75 anos e ele vinha com uma pressão arterial de 16 por 11. Aí você dizia: ‘Mas é um senhor, para ele está bom’. Hoje, um senhor desse chega com uma pressão e você diz que ele está hipertenso e tem de ser tratado agressivamente porque sabemos que com essa pressão ele pode ter um derrame cerebral, ter um ataque cardíaco... Esse conceito mudou muito. Se você toma as precauções consegue empurrar as doenças para mais tarde na velhice. Uma hora, nós vamos ficar doentes e morrer mesmo. Mas isso não deve acontecer a partir dos 45, 50 anos, como era no passado. No passado, uma mulher de 40 anos era uma senhora, considerada de idade. Hoje, uma pessoa de 50 anos está em plena atividade, não é considerada velha, de jeito nenhum. Hoje, o envelhecimento não é sinônimo de doença. Você encontra homens e mulheres —especialmente mulheres — com mais de 80 anos, e que são pessoas sem nenhum problema de saúde, algumas não tomam nenhum remédio.
Gravidez na adolescência
Informação não falta. Tenho estudado muito esse tema, você pega qualquer menina, de 12, 13 anos, onde quer que ela esteja, ela sabe que a gravidez não acontece por obra do acaso. Então por que ela engravida se for pobre e não engravida se pertencer a uma classe social com mais acesso? Porque se ela tem uma condição familiar melhor, mais estudos, um objetivo na vida, ela sabe que não pode engravidar aos 13, 14 anos. Ela não deixa de ter relações, mas ela vai tomar todas as precauções para não engravidar. Se mesmo com esses cuidados ela engravidar, ela vai fazer um aborto. Porque no Brasil, o aborto é livre para quem tem dinheiro. Pega a outra menina. Ela não tem um ginecologista, não tem acesso à pílula... E ainda temos no Brasil uma das maiores violências contra as mulheres pobres, que é o fato de você negar o acesso à contracepção às classes sociais desfavorecidas. Você pega uma mulher de 30 anos, de classe social alta, que tem dois filhos. Ela não quer mais filhos, então faz uma laqueadura, coloca DIU, tem acesso ao controle da fertilidade. Agora, pega a menina que engravida aos 14 anos. Essa menina sai da escola, compromete seu futuro, e o pior, ela vai engravidar de novo aos 17 anos, aos 19 anos. Que futuro essa menina vai ter dessa maneira? A sociedade brasileira tem de deixar de ser hipócrita dar o direito à anticoncepção às crianças pobres, e fazer campanhas dirigidas às meninas pobres. E não só para as solteiras, porque as casadas também têm a maior dificuldade para conseguir fazer laqueadura nos hospitais públicos. A lei brasileira assegura, mas ela não consegue fazer em lugar nenhum. Ela chega no serviço público e os médicos têm a maior má vontade de atender. O conjunto de fatores que leva a essa falta de planejamento familiar é uma violência absurda que a sociedade brasileira comete.
Entrevista ao Correio Brasiliense
quinta-feira, 11 de março de 2010
Acupuntura alivia depressão durante a gravidez, diz estudo
Acupuntura alivia depressão durante a gravidez, diz estudo
11/03/2010
RONI CARYN RABIN
do New York Times
Até um quarto das mulheres sofre de depressão durante a gravidez e muitas são relutantes em tomar antidepressivos. Agora, um novo estudo sugere que a acupuntura pode oferecer algum alívio durante a gravidez, mesmo que o método não tenha se mostrado eficaz contra a depressão no geral.
A pesquisa da Universidade de Stanford recrutou 150 mulheres deprimidas, grávidas de 12 a 30 semanas, e, aleatoriamente, escolheram 52 para receber acupuntura específica para sintomas de depressão, 49 para acupuntura comum e 49 para massagem sueca.
Cada mulher recebeu 12 sessões de 25 minutos cada; as que receberam acupuntura não sabiam qual tipo estava designado a elas. No tratamento específico para depressão, as agulhas são inseridas em pontos do corpo que especialistas dizem corresponder a sintomas como ansiedade, abandono e apatia.
Depois de oito semanas, quase dois terços das mulheres do grupo da acupuntura específica para depressão mostraram uma redução de pelo menos 50% em seus sintomas, comparado a pouco menos da metade das mulheres tratadas com a massagem ou a acupuntura comum.
As descobertas aparecem na edição de março da "Obstetrics & Gynecology". A principal autora, Rachel Manber, professora de psiquiatria e ciências comportamentais em Stanford, disse que os resultados sugerem que alguns sintomas de depressão durante a gravidez podem estar relacionados ao desconforto físico, que é aliviado pela acupuntura. Ainda assim, os resultados foram notáveis, afirmou.