Plano de uma geração sem Aids vira meta da ONU e do governo americano
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/
© 1996 - 2011. Todos os direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A.
Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
10.08.2011 Tuberculose: Controle deve extrapolar área da saúde Projeto Fundo Global TB - Brasil Durante a sessão solene da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) que concedeu, na última segunda-feira (dia 8), o Título de Benemérita do Estado à Fundação Ataulpho de Paiva (FAP), instituição responsável pela produção da vacina BCG no Brasil, seu presidente Germano Gerhardt Filho defendeu que o controle da tuberculose exige a redução dos determinantes sociais da doença em populações miseráveis e mais vulneráveis. Segundo ele, além do desenvolvimento técnico que permita o controle da co-infecção TB-HIV e das estirpes bacilos resistente e multirresistentes aos medicamentos, a tuberculose exige uma gestão pública e política mais qualificada. Roberto Pereira, do Fórum Estadual de ONGs na Luta Contra a Tuberculose, sugeriu que os secretários estadual e municipal de saúde visitem as unidades de saúde como cidadãos e usuários do SUS, e não como autoridades, para que conheçam de fato esta realidade. “Precisamos de uma solução urgente que garanta o acesso de todos os pacientes e casos suspeitos aos exames e tratamento da tuberculose”, defendeu ele. A PhD em epidemiologia, Maria Lucia Penna, concorda: a chave para o controle efetivo e duradouro da doença é a melhoria das condições socioeconômicas, aumentando a resistência das pessoas ao bacilo. Segundo ela, este foi o fator responsável pela redução da tuberculose nos países desenvolvidos. Como não há imunização completa no caso da tuberculose, as políticas públicas devem extrapolar o diagnóstico precoce e o tratamento, como forma de eliminar as fontes de infecção. A vacina BCG não previne todas as formas de tuberculose. Com uma eficácia de 80% para as formas graves da doença, ela "simula" a primeira infecção natural sem seus riscos, impedindo principalmente as formas graves em crianças. Mas não impede entretanto o aparecimento de formas pulmonares infectantes em jovens e adultos, não interrompendo portanto a transmissão. Reconhecimento O título foi concedido à FAP por iniciativa da Frente Parlamentar de Combate ao HIV/Aids e Tuberculose (ALERJ) em reconhecimento ao trabalho da instituição no combate à doença. Além da produção de vacinas BCG e Imuno BCG, a FAP atua na articulação, capacitação e fomento da mobilização social para controle da doença, promovendo a constante discussão e troca de experiências com representantes da sociedade civil e da academia tendo em vista uma abordagem holística da doença e seus determinantes sociais. Margareth Dalcomo, do Centro de Referência Professor Hélio Fraga – Fiocruz, destacou que, mais que isso, a FAP foi a responsável pela ruptura de paradigmas muito conservadores no tratamento da tuberculose por obra e dedicação do homenageado, Germano Gerhaldt Filho, que enfrentou muita crítica e desconfiança, incluindo de organismos internacionais, Para finalizar, o presidente da Frente Parlamentar Aids e Tuberculose (ALERJ), deputado Gilberto Palmares, anunciou duas importantes inciativas políticas: a articulação para a criação de uma central de internações do estado, que deverá acabar com as filas de espera e melhorar o aproveitamento dos leitos disponíveis em toda a rede; e a inclusão de indicadores da tuberculose entre os indicadores que nortearão o Programa Nacional de Erradicação da Miséria. “Esta é uma doença que persiste devido à miséria. Por isso, não temos que dialogar só com gestores de saúde, mas também com outras áreas como a habitação e a assistência social”, afirmou. Fotos ______________________________ Carlos Basilia Observatório Tuberculose Brasil Instituto Brasileiro de Inovações em Saúde Social - IBISS Fórum ONGs Tuberculose - RJ Conheça nosso trabalho de Advocacy, Comunicação e Mobilização Social Campanhas de tuberculose: Secretaria Executiva CEDUS - CEDAPS - GRUPO ÁGUA VIVA – GPV Niterói REDE DE COMUNIDADES SAUDÁVEIS Roberto Pereira Coordenação Geral Centro de Educação Sexual - CEDUS Membro Suplente da Comissão Nacional de Aids - MS Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ Membro da Executiva do Fórum ONG Aids RJ Av. General Justo, 275 - bloco 1 - 203/ A - Castelo 20021-130 - Rio de Janeiro - RJ - Brasil Cel: (55.21) 9429-4550 A prioridade absoluta tem de ser o HUMANO. Acima dessa, não reconheço nenhuma outra. (José Saramago)
| |||||||||||||||||||||||
06 AGOSTO DIA ESTADUAL DE CONSCIENTIZAÇÃO, MOBILIZAÇÃO E COMBATE À TUBERCULOSE NO RIO DE JANEIRO (LEI Nº 5054/2007) (Release para a imprensa) A tuberculose, doença que pode ser prevenida, tratada e mesmo curada, ainda mata cerca de 4.700 pessoas todos os anos no Brasil O estado do Rio de Janeiro possui a maior taxa de incidência e de óbito por tuberculose do país. Ao contrário do que muita gente ainda acredita a tuberculose, uma doença que convive com a humanidade desde a mais remota antiguidade, que teve sua causa identificada em 1882 e sua cura descoberta a mais de meio século, continua a fazer milhares de vítimas nos dias de hoje, em que pesem todos os avanços da medicina. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que 1/3 da população mundial seja portadora do Bacilo de Koch, bactéria causadora da tuberculose, estando, portanto, vulnerável e suscetível a adoecer. Com o surgimento da Aids esse quadro se agravou sensivelmente sendo a co-infecção TB/ HIV-Aids um dos grandes desafios a serem enfrentados pela população mundial. A tuberculose é hoje a principal causa de óbitos entre as pessoas HIV+ em todo o mundo. Atualmente, o Brasil, com 4.700 óbitos por ano, ocupa o 19º lugar entre os 22 países responsáveis por 80% do total de casos de tuberculose no mundo, sendo notificados anualmente 72 mil novos casos da doença no país. O Estado do Rio de Janeiro, onde se encontram os piores indicadores nacionais, apresenta uma média de 900 mortes a cada ano. Considerando a urgência do enfrentamento do atual quadro epidemiológico da doença e seu impacto junto a populações mais vulneráveis (comunidades de baixa renda, em situação de rua, população prisional, indígenas e pessoas vivendo com o HIV/Aids), é que em 06 de agosto de 2003 foi criado no Rio de Janeiro o Fórum Estadual de ONGs na Luta Contra a Tuberculose, uma ampla rede de mobilização, articulação e representação política, reunindo um coletivo de mais de 190 ONGs, Associações Comunitárias, Grupos Religiosos e ativistas de diferentes tendências, com o objetivo de fomentar junto à população uma resposta comunitária e coletiva à atual situação, fomentando a criação de uma agenda comum entre governo e sociedade civil, capaz de alertar e orientar a população sobre os riscos da doença, os sintomas, a prevenção, o diagnóstico e o tratamento, além de intervir diretamente nos determinantes sociais que favorecem a perpetuação do atual quadro (pobreza, alimentação deficiente, condições precárias de moradia, dificuldade de acesso à saúde pública, grandes concentrações demográficas e abandono do tratamento). Reconhecendo o trabalho do Fórum e a relevância do seu campo de atuação, em 2008 a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro formalizou a criação da Frente Parlamentar Pela Luta contra o HIV/AIDS e a Tuberculose no Estado do Rio de Janeiro. A Frente Parlamentar, criada através de aprovação em plenário na Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ), projeto de resolução 379/2008, é suprapartidária e tem como objetivo, implementar políticas públicas de combate e prevenção à TB/HIV/Aids, sendo presidida pelo Dep. Gilberto Palmares (PT/RJ). DIA ESTADUAL DE COMBATE A TUBERCULOSE - LEI Nº 5054 DE 27 DE JUNHO DE 2007 As ações governamentais no combate à Tuberculose ainda estão muito aquém de uma resposta efetiva em nosso estado. Nesse contexto, consideramos de fundamental importância o papel das ONGs no enfrentamento do problema, tanto no campo da assistência como na prevenção, bem como na vigilância, denúncia e cobrança da implementação de políticas públicas de saúde dirigidas aos pacientes com Tuberculose, seus familiares e esclarecimentos à população em geral e combate ao estigma a que as pessoas afetadas pela tuberculose ainda estão sujeitas.. Em reconhecimento ao trabalho do Fórum ONGs Tuberculose, o governo do Estado do Rio de Janeiro oficializou o dia 06 de agosto enquanto DIA ESTADUAL DE COMBATE À TUBERCULOSE. Por conta dessa data, o Fórum ONGs TB/RJ, em parceria e com apoio da Frente Parlamentar, do Programa de Controle da Tuberculose da SES/RJ, do Projeto Fundo Global e da Fundação Ataulpho de Paiva – Liga Brasileira Contra a Tuberculose, programou para esse ano uma série de atividades, todas com o objetivo de esclarecer a população quanto aos riscos e estratégias para a sua prevenção, tratamento e cura; instigar o debate fomentando a adoção de políticas públicas eficazes para a reversão do atual quadro e tirar a tuberculose do anonimato tornando público que a tuberculose, mesmo sendo antiga, está muito longe de ser passado.
O Rio de Janeiro se destaca no quadro nacional por apresentar, historicamente, uma das maiores incidências de tuberculose do país (90 / 100.000 habitantes), o dobro da média nacional, 13.000 casos novos, elevada coinfecção TB/HIV/Aids e uma estimativa de 900 óbitos a cada ano. Números inaceitáveis para uma doença que tem cura. Sugestões para entrevistas: · Dep. Est. Gilberto Palmares: (21) 2588-1353 (Gabinete ALERJ) · Carlos Basília – Observatório Tuberculose Brasil/ IBISS · Wanda Guimarães – Fórum TB/RJ - CEDAPS: · Roberto Pereira – Fórum TB/RJ – CEDUS · Dr. Alexandre Milagres - Fundação Ataulpho de Paiva: . Roberto Pereira Coordenação Geral Centro de Educação Sexual - CEDUS Membro Suplente da Comissão Nacional de Aids - MS Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ Membro da Executiva do Fórum ONG Aids RJ Av. General Justo, 275 - bloco 1 - 203/ A - Castelo 20021-130 - Rio de Janeiro - RJ - Brasil Tel: (55.21) 2544-2866 Telefax: (55.21) 2517-3293 Cel: (55.21) 9429-4550 A prioridade absoluta tem de ser o HUMANO. Acima dessa, não reconheço nenhuma outra. (José Saramago)
|