Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

'Aids-free' #ONU #aids

'Aids-free'

Plano de uma geração sem Aids vira meta da ONU e do governo americano

Seria possível ver nascer no planeta Terra uma nova geração livre da Aids? Pois é exatamente esta a nova meta que entidades de assistência de saúde e governos de vários países começam a debater, especialmente no âmbito das agências da Organização das Nações Unidas (ONU). A geração "Aids-free" seria resultado de uma ação global conjunta, que reúne esforços governamentais com a experiência de entidades mundiais, como o grupo Médicos sem Fronteiras, capazes de prestar assistência até mesmo em regiões de acesso difícil, como no interior da África.
A visão de uma geração sem Aids é ambiciosa, mas não temos ainda uma forte evidência de que podemos alcançar este objetivo com os projetos em andamento
A secretária de Estado Hillary Clinton entrou neste esforço mundial, traçando, pela primeira vez, a meta ambiciosa de investir mais dinheiro do orçamento americano em pesquisas sobre o vírus HIV e trabalhar no sentido de pressionar governos de países em desenvolvimento a fazer a sua parte.
Nos últimos dois anos, houve muito sucesso em ensaios clínicos que incluíram programas de circuncisão para homens, distribuição de coquetéis multidrogas para mulheres grávidas e de medicamentos para os pacientes recém-infectados, já nos primeiros sinais de manifestação do vírus. Estima-se que hoje haja cerca de 34 milhões de pessoas vivendo com o vírus no mundo. O continente africano é o que mais sofre com a doença e nele já se estima que haja cerca de um milhão de homens circuncidados recentemente em programas contra a propagação do HIV.
O programa mundial rumo a uma geração livre da Aids tem três focos principais: propagar a circuncisão masculina, deter a transmissão de mãe para filho (o que as drogas atuais já permitem) e promover a dobradinha "testar-e-tratar". No caso dos EUA, a mudança de tom e de objetivos foi gigantesca: o governo George W. Bush, em 2003, havia anunciado um programa anti-Aids com ênfase na propaganda sobre abstinência sexual, sobre fidelidade conjugal e sobre o uso de preservativos. Houve algum investimento pequeno em pesquisa de medicamentos, mas havia sempre tensão sobre gastar mais em prevenção ou em tratamento. E Bush sempre preferiu prevenir o contágio do que pesquisar formas de tratamento.
Segundo o jornal "The New York Times", o governo Obama, agora, parece ter outro foco: dar maior ênfase em doenças que custam menos para combater e salvar mais vidas. Ações contra o sarampo, contra o tétano, kits para o parto limpo, formação de parteiras e outras intervenções relativamente baratas fizeram parte do portfólio de ações governamentais. Mas o combate à Aids estava longe de ser prioridade. O discurso de Hillary Clinton é, por isto, uma novidade bem-vinda para organizações assistenciais, que estão em campo para tentar deter o avanço da doença.
O médico Unni Karunakara, presidente internacional dos Médicos Sem Fronteiras, considerou muito promissor o anúncio de que o governo americano pretende investir mais, finalmente, em políticas para salvar vidas e reverter a epidemia.
O governo indiano anunciou também preços mais baixos para medicamentos genéricos que fazem parte do coquetel contra o HIV, de modo a tornar o tratamento mais acessível em todo o continente africano.
Mais de Mead, especialista em Aids do Centro para Global Desenvolvimento, porém, foi mais cauteloso. Estudos em subgrupos como viciados em drogas ou casais em que apenas um membro está infectado concluíram que o tratamento imediato reduz drasticamente as taxas de novas infecções.
- A visão de uma geração sem Aids é ambiciosa, mas não temos ainda uma forte evidência de que podemos alcançar este objetivo com os projetos em andamento hoje - declarou o dr. Mais de Mead.
Hillary Clinton acenou com a data de 2015 para alcançar pelo menos a meta de sustar inteiramente a transmissão entre mães e seus bebês, no nascimento ou através da amamentação. O aleitamento materno é fonte de um sétimo das novas infecções por HIV na África.
A ONU e os diversos programas governamentais gastam hoje cerca de US$ 16 bilhões no combate à AIDS por ano. Se, em 2015, o número de infectados fosse drasticamente reduzido - ficando em apenas 15 milhões de pessoas, menos da metade dos 34 milhões atuais - o custo de tratamentos aumentaria para para US$ 23 bilhões.
Dr. Anthony S. Fauci, especialista em AIDS que dirige o Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas nos EUA, apontou para os desenvolvimentos recentes que fazem tratamento mais barato e mais eficiente: o custo de manter um africano em tratamento por um ano caiu para US$ 335, e era US$ 1100 há sete anos

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2011/11/09/plano-de-uma-geracao-sem-aids-vira-meta-da-onu-do-governo-americano-925769732.asp#ixzz1dPPCuHrG
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Carlos Basília
Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Observatório Tuberculose Brasil
Instituto Brasileiro de Inovações em Saúde Social-IBISS

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Campanhas de tuberculose:
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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

RJ, Resultado da votação do projeto de criação das "Organizações Sociais"

Prezad@s,

Retransmitindo, com pesar, comunicado sobre o resultado da votação pela aprovação do projeto de criação das "Organizações Sociais" (OSs) na área de saúde do Estado do rio de Janeiro (PL 767/2011).


Brasil! Mostra tua cara. Quero ver quem paga. Prá gente ficar assim. Brasil! Qual é o teu negócio? O nome do teu sócio? (Cazuza)


Carlos Basilia
Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Observatório Tuberculose Brasil
Instituto Brasileiro de Inovações em Saúde Social – IBISS

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Campanhas de tuberculose:

  NOTA DO SETORIAL DE SAÚDE DO PT-RJ, SOBRE A VOTAÇÃO DO PL 767-2011.


 Companheiras e companheiros,

Comunicamos, com pesar, o resultado da votação do projeto de criação das "Organizações Sociais" (OSs) na área de saúde do Estado (PL 767/2011).

O projeto foi aprovado por 49 votos contra 12. Entre os deputados do PT, quatro (André Ceciliano, Zaqueu Teixeira, Nilton Salomão e Robson Leite) votaram a favor do projeto privatizante.

Os deputados Gilberto Palmares e Inês Pandeló, honrando a decisão unânime do Diretório Estadual no dia 20/09/2011 (antes da cerimoniosa inclinação de cabeça do Diretório Estadual frente ao Governador Cabral), sensíveis à posição da militância da Saúde e em respeito ao partido patrocinador da ADIN contra as OSs, votaram contra a ampla porta da privatização e corrupção na Saúde.

Durante o processo de votação grande público compareceu à ALERJ, a maioria barrada à entrada da Assembléia, exposta à violência da polícia, que usou cacetetes e spray de pimenta com a mesma desenvoltura dos adesistas. A esses tantos militantes, nosso respeito.


Saudações Petista,
A coordenação do Setorial de Saúde do PT-RJ.

Mª Isabel
RJ/RJ.


" A LUTA COM HONESTIDADE MUDA A VIDA!!!"
  
"Quando reparto meu pão com os pobres me chamam santo, quando pergunto pelas causas da pobreza me chamam de comunista.”
Dom Helder Câmara

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Tuberculose: Controle deve extrapolar área da saúde.


 

 

 
10.08.2011
Tuberculose: Controle deve extrapolar área da saúde
 Projeto Fundo Global TB - Brasil
A tônica das comemorações que marcaram a edição 2011 do Dia Estadual de Luta contra a Tuberculose no Rio de Janeiro, foi a defesa de uma abordagem holística da tuberculose que extrapole a área da saúde. Ao longo da programação realizada nos dias 8 e 9 deste mês, cientistas, autoridades, gestores, profissionais da saúde e representantes de ONG defenderam uma abordagem efetiva dos aspectos sociais que estão diretamente relacionados à infecção e ao adoecimento, como a fome, as más condições de moradia e de higiene, entre outros aspectos.
Durante a sessão solene da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) que concedeu, na última segunda-feira (dia 8), o Título de Benemérita do Estado à Fundação Ataulpho de Paiva (FAP), instituição responsável pela produção da vacina BCG no Brasil, seu presidente Germano Gerhardt Filho
defendeu que o controle da tuberculose exige a redução dos determinantes sociais da doença em populações miseráveis e mais vulneráveis. Segundo ele, além do desenvolvimento técnico que permita o controle da co-infecção TB-HIV e das estirpes bacilos resistente e multirresistentes aos medicamentos, a tuberculose exige uma gestão pública e política mais qualificada.
Roberto Pereira, do Fórum Estadual de ONGs na Luta Contra a Tuberculose, sugeriu que os secretários estadual e municipal de saúde visitem as unidades de saúde como cidadãos e usuários do SUS, e não como autoridades, para que conheçam de fato esta realidade. “Precisamos de uma solução urgente que garanta o acesso de todos os pacientes e casos suspeitos aos exames e tratamento da tuberculose”, defendeu ele.

Claudio Costa Neto, químico e professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ),
ratificou a tese de que a miséria é a maior causa desta e de outras doenças ditas tropicais. Segundo ele, durante o trabalho de campo na região de Vila Rosário, em Duque de Caxias, uma das regiões de maior incidência da doença no País, a relevância das questões sociais se impôs, direcionando o trabalho ao que ele chamou de “cadeia da miséria”, caracterizada por cinco elos: doença, fome, renda, educação e cultura.
A PhD em epidemiologia, Maria Lucia Penna, concorda:
a chave para o controle efetivo e duradouro da doença é a melhoria das condições socioeconômicas, aumentando a resistência das pessoas ao bacilo. Segundo ela, este foi o fator responsável pela redução da tuberculose nos países desenvolvidos. Como não há imunização completa no caso da tuberculose, as políticas públicas devem extrapolar o diagnóstico precoce e o tratamento, como forma de eliminar as fontes de infecção. A vacina BCG não previne todas as formas de tuberculose. Com uma eficácia de 80% para as formas graves da doença, ela "simula" a primeira infecção natural sem seus riscos, impedindo principalmente as formas graves em crianças. Mas não impede entretanto o aparecimento de formas pulmonares infectantes em jovens e adultos, não interrompendo portanto a transmissão.
Reconhecimento
O título foi concedido à FAP por iniciativa da Frente Parlamentar de Combate ao HIV/Aids e Tuberculose (ALERJ) em reconhecimento ao trabalho da instituição no combate à doença. Além da produção de vacinas BCG e Imuno BCG, a FAP atua na articulação, capacitação e fomento da mobilização social para controle da doença, promovendo a constante discussão e troca de experiências com representantes da sociedade civil e da academia tendo em vista uma abordagem holística da doença e seus determinantes sociais.

Margareth Dalcomo, do  Centro de Referência Professor Hélio Fraga – Fiocruz, destacou que, mais que isso, a FAP foi a responsável pela ruptura de paradigmas muito conservadores no tratamento da tuberculose por obra e dedicação do homenageado, Germano Gerhaldt Filho, que enfrentou muita crítica e desconfiança, incluindo de organismos internacionais, quando defendeu que era possível abordar e curar a TB com tratamento de curta duração, numa época em que ainda se preconizava longas internações.

Para finalizar, o presidente da Frente Parlamentar Aids e Tuberculose (ALERJ), deputado Gilberto Palmares, anunciou duas importantes inciativas políticas: a articulação para a criação de uma central de internações do estado, que deverá acabar com as filas de espera e melhorar o aproveitamento dos leitos disponíveis em toda a rede; e a inclusão de indicadores da tuberculose entre os indicadores que nortearão o Programa Nacional de Erradicação da Miséria. “Esta é uma doença que persiste devido à miséria. Por isso, não temos que dialogar só com gestores de saúde, mas também com outras áreas como a habitação e a assistência social”, afirmou.
____________________________________________________
Carlos Basilia
Observatório Tuberculose Brasil
Instituto Brasileiro de Inovações em Saúde Social - IBISS
Fórum ONGs Tuberculose - RJ
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Campanhas de tuberculose:
Secretaria Executiva
CEDUS - CEDAPS - GRUPO ÁGUA VIVA – GPV Niterói
REDE DE COMUNIDADES SAUDÁVEIS   
 
Roberto Pereira
Coordenação Geral
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro Suplente da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Membro da Executiva do Fórum ONG Aids RJ
Av. General Justo, 275 - bloco 1 - 203/ A - Castelo
20021-130 - Rio de Janeiro - RJ - Brasil
 
Cel: (55.21) 9429-4550

A prioridade absoluta tem de ser o HUMANO.
Acima dessa, não reconheço nenhuma outra.
(José Saramago)
         

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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Debate tuberculose na Escola do Legislativo


Assunto: CONVITE: Debate tuberculose (terça,30/ agosto/ 2011, às 10h) Escola do Legislativo do Estado do Rio de Janeiro (Elerj)

 


Debate tuberculose na Escola do Legislativo
 
O Estado do Rio de Janeiro ostenta o triste título de campeão nacional de tuberculose. Para discutir a questão, a Escola do Legislativo do Estado do Rio de Janeiro (Elerj) vai promover, no dia 30 de agosto de 2011, às 10h, o debate "Tuberculose: doença secular, mas ainda invisível".

O evento contará com a participação de Alexandre Chieppe, superintendente de vigilância epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde; Maria Célia Vasconcellos, subsecretária estadual de Assistência Social e Direitos Humanos; Margareth Dalcolmo, diretora do Centro de Referência Hélio Fraga, da Fiocruz - instituição nacional de referência do SUS para tuberculose -;  e Roberto Pereira, secretário executivo do Fórum ONGs Tuberculose.

A mediação do debate ficará a cargo do coordenador-geral da Escola do Legislativo, deputado Gilberto Palmares (PT)

Ciclo de debates
O encontro para discutir a incidência de tuberculose no Estado do Rio de Janeiro faz parte do Ciclo de Debates da Escola do Legislativo que, desde o início do ano, promove discussões sobre temas de interesse dos mandatos e da população do estado.
O Plano de Superação da Pobreza Extrema, lançado no início de junho pelo Governo do Rio, os desafios da educação continuada em um mundo do trabalho em constante mutação e a influência de novos meios de comunicação, como blogs, Twitter e Facebook, na organização de movimentos sociais, em campanhas políticas e na condução dos mandatos, foram os temas já debatidos no Ciclo em 2011.

O evento, gratuito, vai acontecer no auditório da Elerj, na Rua da Alfândega, 8 - 7º andar, no Centro do Rio. As vagas são limitadas e os interessados podem se inscrever pelo telefone (21) 2588.1373, de 10h às 17h, até o dia 24 de agosto.
Aguardamos sua presença

Carlos Basilia
Observatório Tuberculose Brasil
Instituto Brasileiro de Inovações em Saúde Social - IBISS
Fórum ONGs Tuberculose - RJ
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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Release Imprensa Dia Estadual Tuberculose - RJ (2011)


06 AGOSTO 
DIA ESTADUAL DE CONSCIENTIZAÇÃO, MOBILIZAÇÃO E COMBATE À TUBERCULOSE NO RIO DE JANEIRO
(LEI Nº 5054/2007)
 (Release para a imprensa)
A tuberculose, doença que pode ser prevenida, tratada e mesmo curada, ainda mata cerca de 4.700 pessoas todos os anos no Brasil  O estado do Rio de Janeiro possui a maior taxa de incidência e de óbito por tuberculose do país.
Ao contrário do que muita gente ainda acredita a tuberculose, uma doença que convive com a humanidade desde a mais remota antiguidade, que teve sua causa identificada em 1882 e sua cura descoberta a mais de meio século, continua a fazer milhares de vítimas nos dias de hoje, em que pesem todos os avanços da medicina.
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que 1/3 da população mundial seja portadora do Bacilo de Koch, bactéria causadora da tuberculose, estando, portanto, vulnerável e suscetível a adoecer. Com o surgimento da Aids esse quadro se agravou sensivelmente sendo a co-infecção TB/ HIV-Aids um dos grandes desafios a serem enfrentados pela população mundial. A tuberculose é hoje a principal causa de óbitos entre as pessoas HIV+ em todo o mundo.
Atualmente, o Brasil, com 4.700  óbitos por ano, ocupa o 19º lugar entre os 22 países responsáveis por 80% do total de casos de tuberculose no mundo, sendo notificados anualmente 72 mil novos casos da doença no país. O Estado do Rio de Janeiro, onde se encontram os piores indicadores nacionais, apresenta uma média de 900 mortes a cada ano.
Considerando a urgência do enfrentamento do atual quadro epidemiológico da doença e seu impacto junto a populações mais vulneráveis (comunidades de baixa renda, em situação de rua, população prisional, indígenas e pessoas vivendo com o HIV/Aids), é que em 06 de agosto de 2003 foi criado no Rio de Janeiro o Fórum Estadual de ONGs na Luta Contra a Tuberculose, uma ampla rede de mobilização, articulação e representação política, reunindo um coletivo de mais de 190 ONGs, Associações Comunitárias, Grupos Religiosos e ativistas de diferentes tendências, com  o objetivo de fomentar junto à população uma resposta comunitária e coletiva à atual situação, fomentando a criação de uma agenda comum entre governo e sociedade civil, capaz de alertar e orientar a população sobre os riscos da doença, os sintomas, a prevenção, o diagnóstico e o tratamento, além de intervir diretamente nos determinantes sociais que favorecem a perpetuação do atual quadro (pobreza, alimentação deficiente, condições precárias de moradia, dificuldade de acesso à saúde pública, grandes concentrações demográficas e abandono do tratamento).
 Reconhecendo o trabalho do Fórum e a relevância do seu campo de atuação, em 2008 a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro formalizou a criação da Frente Parlamentar Pela Luta contra o HIV/AIDS e a Tuberculose no Estado do Rio de Janeiro. A Frente Parlamentar, criada através de aprovação em plenário na Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ), projeto de resolução 379/2008, é suprapartidária e tem como objetivo, implementar políticas públicas de combate e prevenção à TB/HIV/Aids, sendo presidida pelo Dep. Gilberto Palmares (PT/RJ).
DIA ESTADUAL  DE COMBATE A TUBERCULOSE - LEI Nº 5054 DE 27 DE JUNHO DE 2007
As ações governamentais no combate à Tuberculose ainda estão muito aquém de uma resposta efetiva em nosso estado. Nesse contexto, consideramos de fundamental importância o papel das ONGs no enfrentamento do problema, tanto no campo da assistência como na prevenção, bem como na vigilância, denúncia e cobrança da implementação de políticas públicas de saúde dirigidas aos pacientes com Tuberculose, seus familiares e esclarecimentos à população em geral e combate ao estigma a que as pessoas afetadas pela tuberculose ainda estão sujeitas..
 Em reconhecimento ao trabalho do Fórum ONGs Tuberculose, o governo do Estado do Rio de Janeiro oficializou o dia 06 de agosto enquanto DIA ESTADUAL DE COMBATE À TUBERCULOSE.
 Por conta dessa data, o Fórum ONGs TB/RJ, em parceria e com apoio da Frente Parlamentar, do Programa de Controle da Tuberculose da SES/RJ, do Projeto Fundo Global e da Fundação Ataulpho de Paiva – Liga Brasileira Contra a Tuberculose, programou para esse ano uma série de atividades, todas com o objetivo de esclarecer a população quanto aos riscos e estratégias para a sua prevenção, tratamento e cura; instigar o debate fomentando a adoção de políticas públicas eficazes para a reversão do atual quadro e tirar a tuberculose do anonimato tornando público que a tuberculose, mesmo sendo antiga, está muito longe de ser passado.

DADOS DA TUBERCULOSE NO BRASIL
         72 mil casos de TB notificados em 2009
          4,7 mil mortes por ano
         19º país em número de casos
         108º país em incidência
         1ª causa de mortes dos pacientes com aids
         3ª causa de mortes por doenças infecciosas










O Rio de Janeiro se destaca no quadro nacional por apresentar, historicamente, uma das maiores incidências de tuberculose do país (90 / 100.000 habitantes), o dobro da média nacional, 13.000 casos novos, elevada coinfecção TB/HIV/Aids e uma estimativa de 900 óbitos a cada ano. Números inaceitáveis para uma doença que tem cura.

Sugestões para entrevistas:
·    Dep. Est. Gilberto Palmares:
(21) 2588-1353 (Gabinete ALERJ)
·    Carlos Basília – Observatório Tuberculose Brasil/ IBISS
·    Wanda Guimarães – Fórum TB/RJ -  CEDAPS:
·    Roberto Pereira – Fórum TB/RJ – CEDUS
·    Dr. Alexandre Milagres - Fundação Ataulpho de Paiva:
.


 
 
 
Roberto Pereira
Coordenação Geral
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro Suplente da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Membro da Executiva do Fórum ONG Aids RJ
Av. General Justo, 275 - bloco 1 - 203/ A - Castelo
20021-130 - Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Tel: (55.21) 2544-2866 Telefax: (55.21) 2517-3293
Cel: (55.21) 9429-4550

A prioridade absoluta tem de ser o HUMANO.
Acima dessa, não reconheço nenhuma outra.
(José Saramago)
         
 

 
Seguem convite e programação dos eventos alusivos ao Dia Estadual de Luta contra a Tuberculose no Rio de Janeiro - 2011 PDF ANEXO
    
DIA ESTADUAL DE CONSCIENTIZAÇÃO, MOBILIZAÇÃO E COMBATE À TUBERCULOSE NO RIO DE JANEIRO – 6 AGOSTO 
 (LEI Nº 5054/2007)
 PROGRAMAÇÃO
 
 
DIA 08 DE AGOSTO (segunda-feira)
 (1) Frente Parlamentar Estadual de Aids e Tuberculose - ALERJ
Cerimônia de entrega do TÍTULO DE BENEMÉRITA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO À FUNDAÇÃO ATAULPHO DE PAIVA - LIGA BRASILEIRA CONTRA A TUBERCULOSE (FAP), em homenagem aos seus 111 anos de existência e contribuição à saúde pública no Brasil.
– 10:00 hs Abertura: Dep. Gilberto Palmares – Pres. Frente Parlamentar Aids/TB-RJ
Expositores:
  • Dr. Draurio Barreira - Programa Nacional de Tuberculose - PNCT/MS
  • Dra. Hellen Harumi Miyamoto - Secretaria Estadual de Saúde - SES/RJ
  • Dr. Claudio Costa Netto - UFRJ
  • Sr. Roberto Pereira - Fórum Estadual ONGs Tuberculose /RJ
  • Dep. Federal Alessandro Molon (PT/RJ)
  • Dr. Germano Gerhardt Filho – FAP
Após a sessão será servido um coquetel de confraternização
 
Local: Plenário Barbosa Lima Sobrinho - Palácio Tiradentes
Rua Primeiro de Março, s/n° - Praça XV
Centro - Rio de Janeiro - RJ
Horário: 10:00 hs (entrada franca)
 
(2) Exposição Interativa "Tuberculose tem cura: o SUS pra valer!”
Local: Saguão da Secretaria Estadual de Saúde/RJ/NERJ/MS (Rua México, 128 – Centro do Rio de Janeiro). A mostra que integra o calendário oficial do Dia Estadual de Luta Contra a Tuberculose será aberta ao público na manhã do dia 08 (segunda-feira), e seguirá até o dia 12 de agosto (sexta-feira), no horário comercial.
Abertura Oficial às 13:00 h   (entrada franca)
 
DIA 09 AGOSTO (terça-feira)
(3) Seminário Estadual de Tuberculose – “Panorama da tuberculose no Estado do Rio de Janeiro”
Horário: 13:00 às 18:00 hs
Local: Auditório da CIB – SES/RJ
Rua México, 128, 11º andar – sala 1120
 
– 12:30 hs Coquetel de abertura
 
Apresentações:
- 13:00 hs A situação da TB no Estado do Rio de janeiro - Lísia M. Freitas (PCT-SES/RJ)
13:30 hs Ações desenvolvidas pelo PCT estadual - Ana Alice (PCT-SES-RJ)
14:00 hs Experiências exitosas
14:30 hs Ações desenvolvidas pela Sociedade Civil (ONGs TB)
15:00hs Debate
 
15:30 hs Amostra/Pôsteres Ações Comunitárias em TB/HIV/Aids – RCS
(entrada franca)
 

"Por um Brasil Livre da Tuberculose" Junte-se a nós !

 
 
Carlos Basilia
Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Observatório Tuberculose Brasil
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Campanhas de tuberculose:
Secretaria Executiva
CEDUS - CEDAPS - GRUPO ÁGUA VIVA – GPV Niterói
REDE DE COMUNIDADES SAUDÁVEIS   

































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Anexo(s) de CEDUS
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